.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Ditadura Homossexual: Florista idosa penalizada por não querer celebrar eventos homoeróticos
.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Professora pode perder emprego por criticar homossexualidade no facebook
A professora, Viki Knox, supostamente colocou comentários na sua página pessoal do facebook onde se referiu à homossexualidade como "um espírito pervertido que existiu desde o princípio da criação" e um "pecado". Alegadamente ela disse ainda que a homossexualidade "multiplica-se como cancro".
John Paragano (advogado) enviou ao distrito o que ele afirma ser uma cópia dos comentários da srª Knox. Durante o fim de semana, Paragano, que alega ter sido contactado por um dos pais do distrito, escreveu ao mesmo distrito apelando a que a professora fosse despedida.
..............
Este desenvolvimento demonstra de forma bem clara o fascismo do movimento político homossexual (gaystapo):
- Na sociedade actual existe liberdade para criticar todos os comportamentos menos o comportamento homossexual.
Podemos dizer que não concordamos com o acto de fumar e nem com o acto de ingerir bebidas alcoólicas sem temer perder o nosso emprego ou sermos vítimas dos fascistas da gaystapo. Mas críticas à homossexualidade podem ser suficientes para sermos vítimas da polícia do "politicamente correcto".
Reparem que a professora não apelou à "descriminação" e nem à violência. Ela apenas disse que não considera normal um homem ter atracção pelo ânus de outro homem, nem considera normal uma mulher sentir-se atraída sexualmente por outra mulher. Segundo a gaystapo, isto é motivo suficiente para alguém perder o emprego.
A srª Knox, de 49 anos é a conselheira da "The Seekers Fellowship" - grupo de oração da escola secundária. Levando isso em conta, este incidente pode-se transformar num caso em torno da liberdade religiosa a nível nacional.
Os esquerdistas da ACLU, para variar, envolveram no caso do lado certo da questão e alegam que, embora não concordem com os comentários, a srª Knox sob a protecção da Primeira Emenda (que garante liberdade de expressão).
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Activistas homossexuais processam escolas por estas usarem filtros anti-pornografia que bloqueiam sites homossexuais
Os esquerdistas da "American Civil Liberties Union" (ACLU) (que iniciaram o processo legal) querem que os filtros sejam desligados até que o assunto esteja resolvido.
O super-intendente Tim Hadfield (Camdenton School District) disse:
Nós não bloqueamos especificamente sites que promovem estilos de vida alternativos. Nós bloqueamos sites que são desapropriados e vamos continuar a fazê-lo.A "Alliance Defense Fund" (ADF), grupo legal que defende a liberdade religiosa afirmou:
Os distritos escolares não deveriam ser pressionados a aceitar que os seus alunos fiquem expostos a material sexualmente explícito.A ADF avisou algumas escolas distritais que, se elas sucumbirem às exigências da ACLU, as crianças ficarão expostas a material pornográfico. Numa carta aos distritos, a ADF disse que as escolas estão bem dentro dos seus direitos legais ao manterem os filtros Scare activos.
Um dos advogados da ADF, David Cortman, afirmou que
A ACLU está a forçar a sua agenda sexual radical ao intimidar as escolas distritais com uma longa linha de tácticas de medo mascaradas de preocupações com a censura.Aparentemente as crianças estão em primeiro lugar excepto quando o seu bem estar choca com a agenda dos activistas homossexuais; para eles, a sua agenda política está em primeiro lugar, mesmo que isso implique fazer crianças passar fome - tomemos o incidente envolvendo o blogueiro Cristão Júlio Severo como exemplo; a sua conta da PayPal foi fechada devido à perseguição da gaystapo. O Júlio tem 4 filhos para alimentar e a PayPal era uma das formas de obter financiamento.Inquestionavelmente, as escolas distritais não tem obrigação alguma em ceder às exigências da ACLU. As crianças estão em primeiro lugar.
Outro advogado da ADF disse:
Os pais esperam que os lugares onde colocaram os seus filhos sejam lugares de aprendizagem e não lugares onde eles podem aceder a sites pornográficos.Os esquerdistas da ACLU afirmam que as escolas tem a "obrigação legal" de permitir que os estudantes acedam a sites lésbicos, sodomitas, bissexuais e relativos a assuntos transgéneros. O facto de alguns destes sites serem, aparentemente, pornográficos não parece preocupar a ACLU.
Antes do processo legal ter iniciado, Tim Hadfield explicou que o seu distrito possui um filtro feito à medida.
-Fonte-
A agenda homossexual não se importa com mais nada que não seja o seu avanço. Isto é algo que todos nós temos que pensar sempre que virmos os activistas a promoverem medidas alegadamente para o "bem das crianças".
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Família Católica vítima de perseguição por parte da gaystapo
A Wildflower Inn pertence a uma "família Católica devota e praticante que acredita na santidade do casamento entre um homem e uma mulher", segundo diz a sua página no Facebook.
Nós nunca recusamos jantares ou estadia a alguém por ser gays ou lésbicas.A ACLU diz que a "Vermont Human Rights Law" proíbe os edifícios de acomodação públicos - hotéis ou pousadas inclusivé - de descriminar com base na orientação sexual, e este é o ponto fulcral do processo legal:
Este caso centra-se apenas e só na descriminação. Quando uma companhia aberta ao público se recusa a servir pessoas apenas e só porque elas são um casal do mesmo sexo, isto não é diferente de restaurantes a não servirem pessoas por serem negras, ou empresas a não permitirem a admissão de mulheres ou Judeus. Isto é descriminação e é ilegal.Claro que isto é pura mentira. O próprio facebook da família Católica diz claramente que "nunca recusamos jantares ou estadia a alguém por serem gays ou lésbicas". Que parte de "nunca" é que a ACLU não entende?
Segundo, o que está em causa não é o que as pessoas são mas sim o que elas querem fazer - ou seja, a família Católica é contra UM COMPORTAMENTO e não contra AS PESSOAS.
A ACLU (e todas as organizações esquerdistas) podem gritar o mais alto que puderem, mas isso não vai alterar os factos: ser contra um comportamento não é o mesmo que ser contra um negro por ser negro ou contra um Judeu por ser Judeu. Descriminar condutas e comportamentos não implica negar direitos humanos à pessoa que os pratica.
Toda a sociedade é baseada na descriminação de condutas: quem fuma não pode entrar em certos sítios a fumar. Mas se apagar o cigarro, já pode entrar. O seu comportamento foi descriminado mas mal ele abandonou o comportamento, a sua pessoa foi tratada com os mesmos direitos que o resto da sociedade.
O mesmo se passa com esta pousada: as lésbicas podem ficar na pousada o tempo que quiserem e com os mesmos direitos que o resto dos ocupantes. Mas se elas se determinam a levar a cabo UM COMPORTAMENTO MORAL que não está de acordo com a filosofia de vida dos donos, elas não o podem fazer. Os donos têm todo o direito de censurar comportamentos com os quais eles não concordem, mas a ACLU, como esquerdistas que são, não podem aceitar que haja pessoas que não concordem com a homossexualidade.

ShareThis



