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terça-feira, 21 de abril de 2015

Ditadura Homossexual: Florista idosa penalizada por não querer celebrar eventos homoeróticos

Florista Cristã Americana que se recusou a disponibilizar flores para uma cerimónia homoerótica foi condenada a pagar uma multa e despesas legais. Barronelle Stutzman tem 60 dias para pagar $1,000 por "discriminar" contra Robert Ingersoll e Curt Freed, que realizaram a sua cerimónia homoerótica em 2013.

A Alliance Defending Freedom (ADF), organização focada na defesa da liberdade religiosa e que levou a cabo a defesa da florista, disse que estas multas são apenas o princípio. Uma declaração da ADF presente no seu ite diz:

A decisão de hoje afirma a decisão legal anterior que diz que Barronelle tem que ser penalizada pela sua fé, e abdicar da sua liberdade e da sua consciência. A penalidade e as multas impostas são apenas o primeiro soco.

A ACLU, agindo em favor da dupla homossexual e estando também a processar Barronelle, pediu ao tribunal que lhes confira penalidades, honorários e custos. coisas que irão devastar financeiramente o negócio de Barronelle e os bens pessoais - incluindo a pensão e as poupanças pessoas da avó de 70 anos.

A mensagem enviada pelo procurador-geral e pela ACLU às pessoas de Washignton é bastante clara: Rendam a vossa liberdade religiosa e os direitos relativos à liberdade de expressão, ou preparem-se para enfrentar ruína pessoal e profissional

Falando para a Fox News, Stutzman desse que o procurador-geral do "Washington State" e o tribunal estavam a "intimidá-la" a fazer algo que se encontra em oposição À sua fé. Considerando a possibilidade do seu negócio fechar, ela disse:

Eles podem-se ver livres de mim mas não se podem ver livres de Deus

A advogado da ADF que se encontrava a representar Stutzman apareceu junto a ela na Fox News e criticou a conduta do procurador-geral Bob Ferguson. Kristen Waggoner disse que Ferguson havia tomado sobre si a responsabilidade de construir um caso contra Stutzman depois de ler noticias nos média, e ter passado a "perseguir-lhe implacavelmente" desde então.

Waggoner alegou que a decisão envia uma mensagem bem clara para a florista e para pessoas como ela: se por acaso vocês se recusarem a tomar parte em eventos homoeróticos, "o governo irá garantir a vossa ruína profissional e pessoal."


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Não deixa de ser bem revelador o facto destes activistas homossexuais só se focarem no Cristianismo - não no islão e nem no judaísmo. Isto, obviamente, prende-se com o facto dos activistas homossexuais serem enviados pela esquerda politica, e estes últimos terem o Cristianismo como seu inimigo principal.

Outra coisa a levar em conta é que a mulher idosa não discriminou as pessoas mas sim a natureza do evento. Se estes mesmos homossexuais requisitassem um serviço sem temática homossexual, a senhora faria-o de bom gosto.  Do mesmo modo, se um casal requisitasse um serviço com temática homossexual, a senhora recusar-se-ia a fazer, o que revela que o problema não são os homossexuais mas o homossexualismo.

Mas é claro que os média não dirão nada disto porque o seu propósito é gerar a impressão que o Cristianismo é uma fé inimiga da liberdade, o que consequentemente (e tal como é desejado) a sociedade tem que se mover ainda mais contra esta confissão religiosa.

Felizmente, a tendência pró-homoerótica Americana encontra-se em oposição ao que está a acontecer no resto do mundo, até na Europa.




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domingo, 26 de outubro de 2014

Mais uma evidência de que os governos ocidentais são inimigos da liberdade religiosa dos Cristãos (e só dos Cristãos)

Durante anos, os defensores dos pseudo-casamento homoerótico alegaram que os Americanos deveriam ser livres para viver a sua vida da forma como eles quiserem, no entanto, em muitos casos amplamente documentados, o governo tem coagido aqueles que apenas querem ser livres para viver de acordo com a sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Há bem poucos dias, surgiu um caso em Idaho onde os oficiais governamentais ordenaram os líderes religiosos Cristãos a celebrar "casamentos" homoeróticos ou enfrentar multas ou até penas de prisão. Esta caso envolve Donald e Evelyn Knapp, ambos líderes de congregação da Hitching Post Wedding Chapel.

Os oficiais de Coeur d’Alene, Idaho, disseram ao casal que a cidade tem estatutos anti-descriminação que incluem a "orientação sexual" e a "identidade de género", e devido ao facto do 9th U.S. Circuit Court of Appeals ter eliminado a emenda constitucional que estabelecia o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher, o casal teria que oficializar "casamentos" homoeróticos dentro da sua capela. O estatuto de não-discriminação aplica-se a todas as "acomodações públicas", e a cidade qualifica capela como uma "acomodação pública".

Na Sexta-Feira, a dupla homoerótica pediu para ser "casada" pelos Knapps mas estes declinaram educadamente. Devido a isto, o casal Knapp pode passar 180 dias na prisão e pagar uma multa de $1,000 por cada dia que se recusarem a celebrar um "casamento" homoerótico.

Se por acaso eles ficarem uma semana a honrar a sua fé e a recusarem-se a celebrar uma cerimónia homossexual, isso pode-lhes custar três anos e meio de prisão e uma multa de $7,000.

Coerção Governamental

Os Knapps já estão casados há 47 anos, e ambos são ministros ordenados da International Church of the Foursquare Gospel. Eles são “Cristãos Evangélicos que subscrevem posições Cristãs ortodoxas" de que "Deus criou dois sexos distintos à Sua Imagem" e que "Deus estabeleceu que o casamento fosse entre um homem e uma mulher." 

Mas como consequência do facto dos tribunais terem redefinido o casamento, e da cidade ter estabelecido regulamentos que geram direitos especiais com base na "orientação sexual" e na "identidade de género", os Knapps enfrentam agora a coerção estatal.

O reconhecimento governamental das uniões homoeróticas como "casamentos" não precisa e nem requerer o reconhecimento duma terceira parte (neste caso, das igrejas). O governo não só deveria honrar os direitos dos cidadãos, mas como forma de agir duma forma mais respeitosa perante a livre associação, a liberdade contractual, a liberdade de expressão, e perante ao livre exercício da religião, o governo deveriam proteger o direito dos cidadãos de viver de acordo com as suas crenças em relação ao casamento.

Os Knapps já celebram casamentos na sua capela desde 1989, e o governo não deveria forçá-los a fechar a capela ou a contradizer as suas crenças Cristãs. Afinal de contas, proteger a liberdade religiosa e os direitos de consciência não violam a liberdade sexual de ninguém.

Ninguém tem o direito de ver o governo a forçar um determinado líder religioso a casar alguém visto que algumas pessoas podem determinar, em boa consciência, que não podem tomar parte em cerimónias homoeróticas - quer sejam sacerdotes, pasteleiros ou floristas. Estas pessoas não deveriam ter que escolher entre as suas crenças e a sua subsistência. 

(...)




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Como já tivemos oportunidade de dizer no passado, a guerra não é entre Cristãos e homossexuais, nem entre "pessoas de fé" e homossexuais (visto que só os Cristãos são vítimas deste tipo de operações) mas sim entre o Cristianismo e o Estado. Como já se sabe, o activismo homossexual não representa os desejos e as intenções dos homossexuais, mas sim os planos e as intenções dos governos ocidentais. Quem resiste à agenda lgbt, não está a resistir aos planos dos homossexuais mas sim aos planos subversivos do governo.

O que os governos fazem no ocidente é criar um grupo "especial" e conferir-lhe "direitos" que entram em rota de colisão com o Cristianismo. Depois disto, o mesmo governo coloca ambos os grupos em guerra como forma dele (o estado) poder usar as leis que ele mesmo criou para fazer o que ele sempre quis fazer, nomeadamente, limitar e acabar com a influência social do Cristianismo.

A ler: "A Estratégia da Escola de Frankfurt"

domingo, 1 de setembro de 2013

Lésbicas usam o sistema legal para atacar liberdade religiosa

Há sete anos atrás, a lésbica Vanessa Wilcock pediu à "Elane Photography" em Albuquerque, New Mexico, que fotografasse a cerimónia de compromisso entre ela e a sua parceira sexual lésbica. Elaine Huguenin declinou o pedido afirmando que ela só fotografava casamentos tradicionais e que não fotografava eventos homoeróticos.

A lésbica Wilcock, apesar de encontrar outra empresa mais barata para lhe fotografar a cerimónia, apresentou uma queixa junto da "New Mexico Civil Rights Commission", que determinou que Huguenin havia violado a lei estadual da anti-discriminação. Mais tarde, a decisão foi mantida por um tribunal de apelação.

Há poucos dias atrás, o "New Mexico Supreme Court" decidiu de modo unânime em favor da decisão do tribunal de apelação. Mas mais perturbador que a decisão do tribunal contra a liberdade religiosa de Huguenin é a linha de pensamento empregue para justificar a decisão. Todos os apelos feitos em favor da liberdade religiosa foram colocados de parte como se a frase "livre exercício" não aparecesse em parte alguma da Constituição Americana. Ao vindicar o direito duma minoria - as duplas homoeróticas -  o tribunal esvaziou os direitos de outros, nomeadamente, os direitos daqueles que aderem aos ensinamentos tradicionais em torno da sexualidade.

Segundo o tribunal, a recusa da Elane Photography "violava a lei, da mesma forma que violaria se eles se tivessem recusado a fotografar casamentos entre pessoas duma raça distinta." Portanto, e tal como afirmou Rod Dreher, o tribunal nem levou em conta o facto de "existir uma dimensão moral para o desejo e para a expressão sexual" que não existe quando se fala na raça ou na etnia.

Para além disso, o tribunal não se interessou em levar em conta a distinção (que a Elane Photography fez em todos os seus apelos) entre a objecção a uma acção e objecção a uma pessoa. O problema não era fotografar alguém viciado no homossexualismo, algo que Elane estava disposta a fazer, mas sim dar o seu apoio à união homoerótica fotografando uma cerimónia de compromisso com essa temática.

Mais perturbador ainda foi o parecer favorável do Juiz Richard Bosson quando ele afirmou que, segundo a lei do Novo México, a família Huguenin "é obrigada . . . a colocar de lado as crenças religiosas que servem de inspiração para as suas vidas." Ele afirmou ainda que esta obrigação irá deixar "marcas tangíveis nos Huguenins e nas outras pessoas com posições similares." No entanto, esta acomodação, segundo Bosson, "é o preço da cidadania." Embora os Huguenins sejam livres para acreditar no que eles bem entenderem. fora de casa eles são obrigados a "canalizar a sua conduta, não as suas crenças, de modo a deixar margem de espaço para os outros Americanos que acreditam em coisas distintas."

Bosson qualificou este ajuste como "parte da cola que nos mantém unidos como nação, a tolerância que lubrifica as partes distintas de todos nós, como pessoas."

Existem dois problemas enormes com esta forma de pensar. O primeiro é esta distinção artificial entre crença e conduta. É uma distinção que é especialmente irónica vinda de um tribunal que não pôde encarar a distinção entre levantar objecções a uma orientação sexual, e levantar objecções a actos sexuais específicos.

Se o que os homossexuais fazem é inseparável daquilo que eles são, então porque é que os Cristãos são obrigados a separar a crença das acções? Esta forma de pensar é claramente uma dualidade de critérios gritante.

Igualmente gritante é a suposição não verbalizada de que as únicas pessoas que têm que ajustar a sua forma de pensar são os Cristãos. Quando os Huguenin recusaram o pedido da lésbica Wilcock, ela, e como a sua contribuição para a "cola", poderia ter dito "Bem, encontrei outro fotógrafo," e ter deixado as coisas tal como elas estavam. Mas ela não fez isto, e ninguém lhe deu sermões sobre o "preço da cidadania."


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A consequência lógica do pseudo-casamento homoerótico.

Em mais um gesto rumo a destruição da instituição do casamento, dupla homossexual usada pelo Governo Britânico como forma de "vender" a ideia da legislação em favor do pseudo-casamento homoerótico, alegou agora que esta medida não vai suficientemente longe, e que estão a planear processar a Igreja.

Barrie Drewitt-Barlow afirmou que ele e o seu parceiro civil Tony levarão o assunto para os tribunais como forma de forçar as igrejas a albergar "casamentos" homossexuais. Ele afirmou ao Essex Chronicle que ele tomará as acções legais necessárias porque "Ainda não estou a obter o que quero".


Quando o governo Britânico deu os primeiros passos rumo à legalização do pseudo-casamento homoerótico, os críticos alegaram que os activistas não ficariam satisfeitos com a sua nova "igualdade", e que forçariam as instituições Cristãs a executar cerimónias homossexuais. Este novo desenvolvimento veio dar razão aos críticos.

A lei governamental legalizando o "casamento" homossexual foi aprovada recentemente pelo parlamento, mas a mesma incluia medidas que visavam proteger as igrejas de serem forçadas a realizar "casamentos" homossexuais. Drewitt-Barlow disse: 
Para nós, a única forma de avançar e desafiarmos a Igreja nos tribunais.
A dupla homoerótica ganhou fama em 1999 quando se tornou na primeira dupla homossexual britânica a ser nomeada nos certificados de nascimento dos filhos [sic]. Eles deram início à sua união civil em 2006 e alegadamente Barrie Drewitt-Barlow doou cerca de £500,000 para grupos de lobby que fazem activismo em favor da destruição do casamento.

Durante o ano passado, a Igreja de Inglaterra avisou que os planos do Governo de redefinir o casamento pode gerar problemas legais e acabar com a união de 500 anos entre a Igreja e o Estado.

Em Janeiro último um jurista eminente lançou um aviso premonitório, afirmando que os planos do governo colocavam a Igreja de Inglaterra aberta a ataques legais; o PM Britânico David Cameron recebeu uma cópia da opinião de Lord Carey, um antigo Arcebispo de Canterbury. Em Junho de 2012, Crispin Blunt MP, que era na altura o Ministro da Justiça, admitiu que os planos do Governo poderiam gerar questões legais. Blunt afirmou que o Governo busca formas de "proteger, e na verdade, evitar que as instituições religiosas tomem parte nos casamentos [sic] homossexuais", mas que "legalmente, isso pode ser problemático".


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Notaram que os activistas homossexuais só estão a processar os Cristãos embora exista outra confissão religiosa numerosa em Inglaterra que não "casa" os homoeróticos. Porque será que o foco dos activistas homossexuais se centra no Cristianismo?

"Casamento" entre dois homens?!!
Eles não se focam nos não-Cristãos porque a agenda homossexual foi especialmente criada para atacar o Cristianismo (e não para ajudar os homossexuais). Os homossexuais muçulmanos não têm qualquer tipo de protecção por parte dos gayzistas porque a agenda gay não foi feita para outra coisa que não seja reduzir a influência Cristã na cultura.

Devido a isto é seguro afirmar que o avanço da agenda homossexual depende sempre dum ataque à liberdade religiosa dos Cristãos. Se amanhã de manhã todas as denominações Cristãs se afirmarem em favor do gaysamento, o activismo homossexual deixa de existir (mesmo que os homossexuais continuem a ser vítima de violência física).

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Grupo homossexual agride Jovens Católicos em campanha pacífica

Fonte

Um grupo de jovens católicos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, realizava uma campanha pacífica e ordeira contra o aborto e a ditadura homossexual, denominada Cruzada pela Família,  no centro de Curitiba, no dia 14/01/2013.

Em determinado momento começou a se formar uma magote de homossexuais,simpatizantes, abortistas, feministas, ateus e toda a corja, que passou a agredir verbalmente os corajosos caravanistas, que abordavam os transeuntes e recebiam caloroso apoio por parte do povo curitibano.

Os caravanistas, ao final da campanha se reuniram e se preparavam para ir para os carros, quando os militantes homossexuais os cercaram e impediram que terminassem a campanha. Começou aí uma série de agressões verbais e até físicas, que para um dos caravanistas, terminou no hospital.

O vídeo abaixo foi gravado por um dos homossexuais que agrediam os jovens católicos, e contém inclusive diversos palavrões, gestos imorais, e coisas do tipo. É interessante ressaltar que em partes do vídeo, o homossexual que gravava, intencionalmente, não filmou os gestos e agressões obscenas feitas em frente aos caravanistas.

Em outra parte do vídeo, sem qualquer razão, cortou o áudio do vídeo, colocou o dedo na frente da filmagem, etc. Mostra por parte deles medo em mostrar determinadas agressões. Manipulação.

Chama a atenção também a inércia da polícia frente a, inclusive, agressão física.

O conteúdo do vídeo não é de minha responsabilidade. Apenas baixei, e repostei.

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Através deste vídeo se pode ver bem o quão "oprimidos" os homossexuais são. A atitude provocatória é de alguém que sabe que tem a lei e grande parte da cultura do seu lado. Os oprimidos e perseguidos são os Cristãos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Mais ataques à liberdade religiosa


Liz Truss, uma ministra responsável pela educação, recusou-se a colocar de parte a possibilidade dos professores serem penalizados se se recusarem a promover o "casamento" homossexual junto das crianças - mesmo que sejam escolas religiosas.  Por religiosas entenda-se "Cristãs" visto que os políticos ingleses não forçarão as escolas islâmicas a promover o gaysamento.

A senhora Truss simplesmente disse que, nesta altura, é impossível saber qual será o impacto que tal legislação terá no futuro. A sua admissão chegou depois dum MP Conservador, David Burrowes, lhe ter levantado questão em torno deste assunto numa carta..

David Burrowes, Cristão practicante, escreveu a carta à senhora Maria Miller, ministra da Igualdade, levantando preocupações em torno do impacto que os planos da Coligação (que governa o país e quer impôr o "casamento" homossexual) teria sobre as escolas. Esta carta seguiu-se à publicação duma opinião legal de Aidan O’Neill QC comissionado pela "Coalition for Marriage", que está a desenvolver esforços contra a destruição da definição de casamento

O sr O’Neill, perito nos direitos humanos, disse que as escolas podem ter bases legais para despedir professores que se recusam a usar livros que promovem o "casamento" homossexual. Os pais que levantem objecções ao "casamento" homossexual não terão o direito de retirar os seus filhos das aulas, alegou O'Neill.
Teoricamente, segundo O'Neill, o facto de serem escolas religiosas não fará qualquer diferença.

Um cenário sobre o qual ele se debruçou foi o que aconteceria se uma escola primária pedisse a um professor Cristão que usasse um livro chamado "Rei & Rei", uma história onde um príncipe se "casa" com um rei, e se recusasse a fazer uma peça de teatro com base no mesmo livro.  O’Neill concluiu:

Se o professor se recusar a obedecer às instruções legais do patrão, então isto será suficiente para que ele seja despedido.

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E assim, passo a passo, a liberdade religiosa dos Cristãos vai sendo limitada até ser virtualmente obrigatório celebrar o homossexualismo.

Seria curioso saber se os defensores da normalidade do homossexualismo concordam com esta medida. Deve um Cristão ser despedido por não ensinar aos alunos que o" casamento" pode ser entre dois homens ou entre duas mulheres? Será que as escolas Cristãos devem ser forçadas a ensinar algo que viola o Cristianismo?

Se sim, então qual é o limite?
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Bullying: de vítimas a perpetradores


Durante a semana passada, o homossexual Antoine Dodson, que ficou conhecido mundialmente devido a um vídeo do YouTube, manifestou-se publicamente afirmando que, ao contrário de outros membros da comunidade homossexualista, ele apoia a companhia Chick-fil-A - isto depois do seu presidente afirmar a sua posição em relação ao casamento [1 homem + 1 mulher].

No programa de rádio “The Matt Murphy Show”, Dodson elaborou o seu ponto de vista e explicou o porquê de não se alinhar com o resto da comunidade gay neste ponnto:

Na verdade, muitos membros da comunidade gay disseram-me para não comer na Chick-fil-A. Mas eu comecei a ter flashbacks e comecei a pensar que, nós da comunidade gay, passamos de vítimas de bullying para perpetradores desse mesmo bullying Honestamente, não acho que isso seja justo. Afinal, não estamos nós nos EUA? Não temos nós liberdade de expressão? Nós temos a liberdade para colocar o nosso dinheiro onde nós bem quisermos. É isso que este país defende.

Portanto, como é que podemos perseguir este grupo e esta companhia de forma tão agressiva só porque eles não acreditam que eles têm os mesmos direitos que nós? Não acho que seja justo e nem acho que seja muito americano.

Dodson disse que ao levar a cabo tal tipo de protestos, os homossexualistas estão a alimentar os estereótipos em torno dos gays e a afastar as pessoas.

Na minha família as coisas funcionavam mais ou menos assim: "Seja como quiseres, Antoine. Não aceitamos o teu estilo de vida, mas aceitamos-te. Amamos-te mas nem tentes forçar o teu estilo de vida aos outros uma vez que podes afastá-los, ou fazer com que eles não queiram estar junto a ti. Foi assim que me ensinaram.

Dodson, que participou no dia de apreciação à companhia Chick-fil-A, criticou toda a premissa por trás do boicote à companhia afirmando que o mesmo pouco fazia em favor da causa da comunidade gay.

Tal como o boicote, acho que é mesquinho. Tu não tens nada que ir ao Chick-fil-A e beijar todas as pessoas que encontras - isto é, se és um homem, beijar outro homem - como forma de vincar um ponto de vista. Podes propagar o teu ponto de vista duma forma totalmente diferente.

Acho que as coisas estão a ficar muito, muito, ridículas.

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Dobson está errado quando diz que os homossexualistas não têm os mesmos direitos que o resto da sociedade. Ele têm os mesmos direitos; o seu comportamento sexual é que não tem os mesmos direitos que a heterossexualidade. Discriminar comportamentos não é discriminar pessoas.


sábado, 4 de agosto de 2012

Pastelaria que se recusou a preparar bolo homossexual floresce

O dono da pastelaria de Lakewood, Colorado, que se recusou a preparar um bolo para uma dupla homossexual, afirmou que o seu negócio cresceu mais do dobro. Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, disse aos órgãos de informação locais que esta não foi a primeira vez que se recusou a preparar bolos para "casamentos" homossexuais, mas que esta era a primeira vez que a sua posição Cristã era objecto de tanta atenção mediática e de algumas ameaças de morte.

A situação desenvolveu-se no dia 19 de Julho quando dois homossexuais entraram na sua loja e afirmaram que se iriam "casar" em Massachusetts e como tal, queriam encomendar um bolo para a sua recepção no Colorado. Quando Phillips se recusou, um dos homossexuais, Dave Mullins (28 anos), alegadamente disse "Vai-te f***r, tu e a tua loja homofóbica" e fez um gesto obsceno ao dono da loja antes de sair.

Segundo o Huffington Post, foi iniciada uma petição online em apoio da dupla homossexual e a mesma "atraiu mais de 400 assinaturas". Ao mesmo tempo, a página do Facebook "Boycott Masterpiece Bakeshop, conta actualmente com 200 membros."

Phillips disse que a publicidade aumentou o negócio, e alguns clientes dirigem-se à sua loja PRECISAMENTE por ele se firmar na sua defesa do casamento natural. Phillips disse ainda que não é "homofóbico" (isto é, não tem um medo irracional de homossexuais) e que não se recusa a servir a pessoas com base na sua orientação sexual. No entanto, diz Phillips, ele tem que estabelecer limites no que toca o "casamento" homossexual.

Fonte

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Tal como Phillips, toda a civilização tem que estabelecer limites quando se trata de instituições fundamentais para a sobrevivência da sociedade. Note-se que Phillips não rejeitou os homossexuais mas sim o propósito para o qual o bolo seria feito - isto é, celebração dum evento que contradiz as suas convicções religiosas. Se os mesmos dois homossexuais pedissem um bolo para celebrar o aniversário dum deles, Phillips não teria problemas em confeccioná-lo.

Rejeitar os comportamentos não significa rejeitar a pessoa. Se há pessoas que são a favor da sodomia, muitas outras há que são contra. O que se passa é que os que são a favor querem criminalizar aqueles que são contra só porque eles são contra. Isto é uma ditadura do pensamento, e como tal não só a mesma não deve ter lugar algum no discurso adulto, como quem a defende deve ser exposto como um totalitário intolerante, falsamente em favor da "liberdade" e "tolerância".

Muitas vezes a virtude é recompensa suficiente, mas outras vezes é apenas parte da recompensa. Nunca é bom receber ameaças de morte, mas há sempre um preço a pagar quando se está do lado da verdade. Os activistas fizeram a sua escolha. É a vez dos Cristãos fazerem a sua. Jack Phillips já fez a dele.

domingo, 24 de junho de 2012

Canadá vai passar a registar os actos "homofóbicos"

Naquilo que está a qualificado de "iniciativa inovadora", activistas homossexuais do Quebec deram início ao "registo dos actos homofóbicos" com o apoio e financiamento do "Quebec Government’s Justice Department". Incluído na definição de " acto homofóbico", e digno de ser reportado ao registo, encontra-se o seguinte:
Qualquer palavra negativa ou acto negativo dirigido aos homossexuais ou à homossexualidade no geral; abuso físico, abuso verbal, intimidação, assédio, grafite ofensivo, abuso, zombaria injuriosa, cobertura mediática desapropriada e discriminação.
Um comunicado de imprensa do grupo homossexual declara que qualquer pessoa que já tenha sofrido ou testemunhado um acto de homofobia "deve" reportá-lo ao registo como um acto homofóbico.
O financiamento e apoio para o gesto vem do Ministério da justiça do Quebez e do seu departamento “The Fight Against Homophobia.” ["A luta contra a homofobia"].

Em 2008 o ministro da justiça foi encarregado de lutar contra a homofobia e no ano passado prometeu $7 milhões para as actividades "anti-homofobia".

O termo homofobia refere-se à recusa politicamente incorrecta de venerar actos pecaminosos de depravação sexual causadores de disseminação de doenças letais, classificados como vergonhosos, nojentos e repugnantes desde o início da história humana.

Georges Buscemi Presidente do grupo pró-família e pró-vida Campagne Quebec Vie, disse à LifeSiteNews que via o registo como "forma de instigar um clima de opressão e medo entre todos aqueles que discorde das opiniões do movimento homossexualista no Quebec." Qualquer pessoa que acredite que o acto homossexual é moralmente inaceitável está a receber o aviso de que "serão colocados numa lista", diz ele.

Lista essa que será usada no futuro e que cujo propósito é punir.
Buscemi forneceu exemplos de represálias que podem envolver a perda do estatuto de caridade para as igrejas ou a perda de profissão por parte de professores.
É o início da perseguição suave. Tudo isto é feito como forma de incitar um clima de medo usando os média e especialmente a presença policial. Qualquer crítica será interpretada como homofobia e eventualmente, mais tarde, haverá consequências.

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Mais uma evidência muito forte da divinização do homossexualismo como forma de silenciar os Cristãos. Estas iniciativas não estão a ser feitas como forma de proteger os sodomitas duma da mitológica "homofobia" mas sim para gerar um clima onde a crítica do auto-destrutivo comportamento homossexual seja criminalizado. Alguém realmente acredita que os homossexuais canadianos precisam de protecção legal para terem os mesmos direitos humanos que o resto do país?

Note-se que na lista de "actos homofóbicos" encontram-se coisas tais como "cobertura mediática desapropriada" e "palavras dirigidas à homossexualidade". Ou seja, se *1* homossexual achar que uma reportagem noticiosa é "desapropriada" para o homossexualismo, MESMO QUE SEJA VERDADEIRA, ele pode registar o autor da reportagem como um "homofóbico".

Semelhantemente, uma pessoa pode ser registada como "homofóbica" se disser que o acto homossexual é auto-destrutivo, pese embora isso ser uma declaração que está de acordo com a Medicina.


Canadá: onde ter uma opinião contrário ao gayzismo é motivo de vergonha.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Estúdio de fotografia Cristão considerado "culpado" de "discriminação" por não querer fotografar eventos homossexuais

Um estúdio de fotografia Cristão foi determinado como culpado de discriminação por se ter recusado a fotografar uma cerimónia homossexual. A decisão contra a Elane Photography manteve a decisão dum tribunal inferior que considerou o estúdio um local de acomodação pública, semelhante a um restaurante ou loja.

O caso remota a 2008 quando a "New Mexico Human Rights Commission" decidiu que o caso violava os direitos humanos das intervenientes uma vez que discriminava contra Vanessa Willock devido à sua "orientação" sexual. A Elane Photography Studio respondeu afirmando que a decisão simplesmente reflectia as crenças morais e religiosas do proprietário.

http://devilbloggger.files.wordpress.com/2012/06/elaine_huguenin-240x289.jpg

Jordan Lorence do grupo legal Cristão Alliance Defense Fund (ADF) afirmou:

Os Cristãos, tal como todos os outros, não podem ser penalizados apenas e só por agirem de acordo com as suas crenças. O governo não pode forçar as pessoas a escolher entre a sua fé e a sua sobrevivência. Será que o governo forçaria um videofotógrafo vegetariano a criar um comercial para um novo talho local?
A ADF, que representa o estúdio, planeia recorrer da última decisão legal.

Fonte

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Isto é o que acontece quando as preferências sexuais duma pessoa são colocadas ao mesmo nível da cor da pele ou o sexo dum indivíduo. De repente, não querer tomar parte em eventos homossexuais é "discriminação", e as leis que foram criadas como forma de "impedir a discriminação" são elas mesmas usadas como arma de discriminação contra as pessoas que não querem celebrar o homossexualismo.

Outra coisa que convém ressalvar é que o estúdio não tinha problemas nenhuns com as pessoas envolvidas mas sim com as práticas associadas ao evento. Se as mesmas lésbicas viessem ao mesmo estúdio e requisitassem os seus serviços de fotografia para um evento social não relacionado com o homossexualismo (baptismos, etc), elas veriam o seu pedido satisfeito. Isto demonstra que não houve discriminação de pessoas mas sim de um comportamento.

Pode-se supor que estas leis estão a ir demasiado longe no seu propósito, mas a verdade dos factos é que elas foram feitas precisamente para limitar a liberdade de quem não se alinha com o politicamente correcto (marxismo cultural). O Cristianismo, sendo o maior inimigo do esquerdismo, vai, assim, ser vítima de ataques discriminatórios por parte de pessoas que usam as leis contra a "discriminação" como forma de avançar a sua agenda sexual e política.

sábado, 14 de abril de 2012

Londres: campanha cristã em favor do casamento censurada

Em resposta a uma campanha visível nos autocarros londrinos que defende o "casamento" gay, um grupo cristão determinou-se a levar a cabo uma campanha sua onde se lê o que já se sabe há muito tempo: é possível sair do homossexualismo.

"Não gay! Pós-gay, ex-gay e orgulhoso. Aceite isso!". Esta era a frase que o grupo cristão Core Issues Trust tencionava colar nos autocarros da capital britânica a partir da próxima semana - em resposta a uma campanha dos activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall, organização que usa do poder estatal para avançar com a sua agenda política e sexual.

Na campanha deste último grupo lê-se "Algumas pessoas são gay. Aceite isso!" Claro que nenhum grupo cristão do mundo defende que sodomitas não existem.

As autoridades responsáveis pelos transportes de Londres cederam perante os activistas sodomitas e confirmaram que a campanha do Core Issues Trust foi recusada depois de "terem recebido várias queixas".

O motivo da recusa da campanha cristã deve-se à crença não cientifica de que é impossível alguém deixar de ser homossexual, algo que contradiz os vários testemunhos pessoas de ex-homossexuais espalhados um pouco por todo o mundo. Mas quem disse que a ciência importa alguma coisa quando se tem uma agenda política esquerdista a cumprir?

Desde o dia 1 deste mês, mil autocarros londrinos circulam com a campanha que promove a ideia de que a noção de casamento pode incluir pessoas do mesmo sexo, algo que não faz sentido nenhum visto que casamento é sempre a união entre duas pessoas do sexo oposto.

Fonte

quarta-feira, 14 de março de 2012

Ex-homossexuais defendem Silas Malafaia

Júlio Severo
A Associação Brasileira de Ex-LGBTT (ABEXLGBTT, ou, resumidamente, Abex) emitiu uma nota de repúdio público contra as declarações do procurador federal Jefferson Aparecido Dias por sua atitude de perseguição religiosa ao Pr. Silas Malafaia.
A Abex, associação formada por ex-homossexuais e presidida pelo ex-travesti Joide Miranda, declarou na nota “que não aceitará qualquer ato de perseguição contra qualquer pessoa que pacificamente se posicione contra a homossexualidade”.
A nota oficial de repúdio, assinada por Joide Miranda e pelo Dr. Matheus Sathler em Brasília em 10 de Março de 2012, diz no restante da mensagem:
Nesse sentido, declara que está tomando as devidas medidas legais junto ao Conselho Nacional do Ministério Público para dar início a um pedido de abertura de processo administrativo disciplinar em relação à actuação do procurador Jefferson Aparecido Dias para que explique na óptica do direito positivo pátrio de onde tirou a tipificação alienígena de “declaração homofóbica” em relação a fala do pastor Malafaia.
Por fim, vem declarar com profundo pesar que é extremamente preocupante uma autoridade da República Federativa Brasileira, livre e democrática, estar aparentemente utilizando um órgão tão estimado como o Ministério Público para actuar em prol de um pequeno grupo intolerante e que não aceita as diferenças de opiniões com relação a homossexualidade.
O que nos parece é que uma doutrinação totalitária da sociedade brasileira está aos poucos tentando ser implementada. Mas que com a actuação de homens de coragem, que não temem a própria morte e não se curvam frente ao mal, não evitarão esforços para impedir que tal doutrinação sem base racional e científica venha a ocorrer.
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sábado, 3 de março de 2012

Juíza lésbica recusa-se a casar heterossexuais

Juíza lésbica do Texas afirmou recentemente que não irá realizar cerimónias de casamento para heterossexuais até que o Estado permita que os homossexuais se possam "casar" entre si.

Tonya Parker afirmou aos Democratas do grupo homossexual Stonewall que para ela, realizar cerimónias de casamento era um "oxímoro" visto que ela não pode igualmente casar-se.

Obviamente que esta juíza é ignorante. Não há impedimento nenhum para que os homossexuais se casem no Texas; basta que eles se casem de acordo com a definição de casamento que lá existe. Tal como dito anteriormente, o casamento não discrimina pessoas mas comportamentos. Se um homossexual e uma lésbica se apresentarem no Texas para se casarem um com o outro, eles serão casados de forma normal.

Não são os homossexuais como as pessoas que são discriminados; é a homossexualidade como comportamento que é discriminado (tal como o é o bestialismo e todas os outros desvios sexuais).

A juíza disse que quando um casal se apresenta no seu tribunal, ela direcciona-os para outro juiz mas não antes de "lhes dar uma lição em torno da igualdade no casamento".

Urge perguntar: Qual "igualdade no casamento"? Desde quando é que homossexualismo é igual à heterossexualidade? A juíza não quer "igualdade no casamento" mas sim "igualdade nos comportamentos sexuais".

O que ela está a fazer é usar um posição estatal para avançar com uma ideologia politica e sexual que visa colocar o homossexualismo ao mesmo nível da heterossexualidade. É para isto que lhe pagam? Para fazer activismo político?

A igualdade entre as pessoas já existe; no Texas, qualquer pessoa se pode casar com alguém do sexo oposto - mesmo que seja homossexual. A "igualdade" entre os comportamentos sexuais não existe e nem nunca vai existir uma vez que o homossexualismo não é igual à heterossexualidade.

Outra coisa que convém notar é que o lobby homossexual está a aplaudir uma decisão que eles mesmos condenam quando a mesma é levada a cabo por pessoas que não aceitam a agenda homossexual. Se uma lésbica se pode recusar a pactuar com comportamentos com os quais ela não concorda, então os Cristãos também podem-se recusar a tomar parte em situações que contradigam as suas convicções religiosas.

Esperamos ansiosamente que os activistas homossexuais se contorçam de forma ilógica ao tentarem explicar o porquê se ser correcto uma lésbica se recusar a oficializar cerimónias heterossexuais mas já não ser correcto uma Cristã se recusar a a prestar apoio psicológico a um homem homossexual que tem problemas com o parceiro sexual.

A juíza ignorante diz ainda:
Normalmente eu digo-lhes algo deste género:

"Desculpem-me mas eu não levo a cabo cerimónias num estado onde não há igualdade matrimonial.

[Que é mentira. Existe "igualdade matrimonial" no Texas visto que todas as pessoas se podem casar. Basta seguir a definição de casamento que lá existe].

Até que tal igualdade exista, não vou aplicar a lei de forma parcial para um grupo de pessoas quando a mesma lei não se aplica a outro grupo de pessoas".

O grupo homossexual "Stonewall Democrats of Dallas" emitiu uma declaração em apoio à juíza, alegando que o estado do Texas estava a negar "1,138 direitos" de parelhas homossexuais ao não lhes permitir que se "casem" entre si. O mesmo grupo aplaudiu a decisão da juíza por esta supostamente tratar todas as pessoas "de forma igual e sem qualquer viés."

Fonte

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Sem dúvida que a forma como o grupo homossexual enquadra a questão - como se fosse um assunto de direitos que estão a ser negados - é um dos motivos do sucesso dos activistas da esquerda política. Isto é importante levar em conta porque o sucesso de muitas iniciativas da esquerda militante deve-se mesmo na forma como eles constroem debates que lhes são preciosos.

Por exemplo, na questão do aborto, a esquerda militante fala nos "direitos reprodutivos" que são "negados às mulheres" quando elas não podem esquartejar, decapitar, desmembrar, sugar com máquinas e atirar para o caixote de lixo o bebé que carregam no ventre.

Mas este enquadramento está errado porque a questão não é se a mulher tem "direitos reprodutivos" sobre a vida alheia mas sim se é moralmente correcto um ser humano decidir tirar a vida a um ser humano inocente.

O mesmo ocorre na agenda dos activistas homossexuais; eles formulam o debate em torno da "igualdade no casamento" mas isto está errado. No casamento, todas as pessoas são iguais. Um homem pode-se casar com qualquer mulher em idade legalmente permitida (quer ambos sejam homossexuais ou não).

Como dito em cima, o que os activistas homossexuais querem não é igualdade no casamento mas sim igualdade nas prácticas sexuais.

Mas isto é ilógico visto que um homem a inserir o seu apêndice reprodutor no ânus de outro homem não está a levar a cabo um acto sexual igual ao acto sexual que ocorre entre um homem e uma mulher e de onde se gera nova vida humana.

Antes da gaystapo exigir "igualdade" entre o homossexualismo e a heterossexualidade, primeiro têm que demonstrar de que forma é que uma é igual à outra. O que eles não podem fazer de maneira nenhuma é exigir tratamento igual entre prácticas sexuais que são manifestamente díspares.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Leis em favor da "igualdade" atacam a liberdade religiosa

Académico sénior da Universidade de Oxford afirmou que os tribunais do Ocidente estão a colocar os assuntos em torno da"igualdade" acima das liberdades religiosas. O professor Roger Trigg, figura de destaque nos departamentos filosóficos e Teológicos, fez a declaração depois de analisar casos legais recentes ocorridos no Reino Unid, nos EUZ, no Canadá e no resto da Europa.

Após esta análise, ele identificou uma tendência em torno da limitação das liberdades religiosas em favor de outras prioridades sociais tais como a não-descriminação.

O caso de Lillian Ladele – arquivista Cristã que foi disciplinada pelo Concílio de Islington devido às suas objecções às uniões civis - é especificamente ressalvado no seu novo livro com o nome de ‘Equality, Freedom and Religion ("Igualdade, Liberdade e Religião").

O professor Trigg afirmou:

Há um caso perante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em torno duma arquivista de Islington que, devido às suas crenças religiosas, se recusou a levar a cabo cerimónias em torno das uniões civis.

Este caso seria facilmente resolvido entregando estas cerimónias a colegas seus que não tivessem problemas com as uniões civis, mas a necessidade de respeitar o direito à igualdade sobrepôs-se à liberdade nas convicções religiosas.

Este é apenas um dos muitos casos onde a liberdade dos Cristãos é posta em causa devido à noções de "igualdade" entre prácticas que não são iguais.

Um Cristão que se recuse a participar em cerimónias homossexuais não está a levar a cabo um acto igual à rejeição em tomar parte de eventos de cariz sexualmente normal devido ao facto da homossexualidade não ser igual à heterossexualidade. Quem acha que sim tem que fornecer algum tipo de evidência em favor dessa tese.

O professor Trigg acrescenta:

Tem-se observado ultimamente uma clara tendência nos tribunais europeus e norte-americanos de se dar prioridade a igualdade e a não-descriminação acima da religião [=Cristianismo], colocando a liberdade religiosa em perigo.
Aparentemente o professor Trigg não sabe que o propósito das leis da igualdade é mesmo o de retirar liberdades aos Cristãos e a todos os grupos que se alinham com o conservadorismo Cristão.
Nenhum Estado pode ser uma democracia funcional a menos permita que os seus cidadãos manifestem as suas crenças em torno do que é mais importante na vida. Lanço um apelo para que estes direitos sejam balanceados.
Sinceramente, não concordo com a opinião do professor Trigg neste ponto. Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, os direitos em torno da liberdade de expressão e de consciência estão ACIMA dos sentimentos subjectivos de quem quer ver a sua sexualidade afirmada socialmente através das instituições sociais.

Ou seja, não há necessidade de "balanceamento" entre direitos humanos e gostos sexuais. Os direitos humanos estão acima das preferências sexuais em toda a linha. Qualquer Estado que tenha problemas em ver isto já está a caminho de levar a cabo uma perseguição ideológica.

Isto já foi anunciado por um líder dum grupo europeu, Dr Gudrun Kugler , quando este disse que os Cristãos "caminham para uma perseguição sem sangue" às mãos dos secularistas. O que este líder não sabe é que todas as perseguições com sangue começam com perseguições sem sangue.

Primeiro é preciso des-humanizar o alvo para mais tarde não se sentir remorso na sua eliminação física. Foi assim com os judeus, é assim que é feito com os bebés em gestação, e é assim que vai ser feito com os Cristãos.

A questão agora é saber quanto tempo mais até ao início da perseguição física visto que a ideológica já cá está.

Fonte


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