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sábado, 7 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o seu valor - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Activistas homossexuais atiram fezes sobre crianças e seus pais

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", que documenta os incidentes anti-Cristãos na Europa, informou que nos momentos em que os pais Alemães protestam contra o novo curriculo da "diversidade sexual" pró-homossexual, os activistas homossexuais têm lançado fezes contra eles e destruído as suas propriedades. Uma declaração feita pelo Observatory, descrevendo os incidentes nos comícios recentes em Baden-Württemberg e Colónia reportou:

Os protestantes foram agredidos fisicamente e a sensação que ficou foi a de que a polícia falhou ao não conseguir proteger o direito que os pais têm de se reunir.

Segundo algumas testemunhas, diz o Observatory, "Os pais Cristãos foram atacados com obscenidades”:

Eles foram cuspidos, atiraram-lhes ovos, bem como sacos com fezes ou cores. Cabos de altifalantes foram arrancados. Foram rasgadas páginas da Bíblia e usadas para limpar traseiros, e depois feitas em bolas e atiradas aos pais Cristãos. Durante este processo, os Cristãos foram profundamente magoados. Pelo menos um cartaz foi arrancado das mãos e destruído à frente dum dos pais. Chefes de protocolo foram atacados com sprays. Os gritos feitos pelos contra-manifestantes tornou o discurso público impossível.

O Observatory reporta que muitos pais ficaram "chocados com a quantidade de ódio e com a inactividade da polícia, e com o facto da sua liberdade religiosa ter sido severamente prejudicada." Ainda segundo o Observatory, uma demonstração levada a cabo por pais e que deveria ter ocorrido em Fevereiro último, em Estugarda, foi perturbada e teve que terminar mais cedo devido a uma contra-demonstração levada a cabo pelos homossexualistas:

Mais de 1000 pais, muitos com os seus filhos, vieram expressar a sua irritação com a sexualização dos seus filhos.

O protesto, que estava autorizado e que foi levado a cabo por vários pais que se revoltaram contra o novo plano de educação sexual promovido pelos partidos governamentais "Os Verdes" e pelos Socialistas, era suposto ocorrer na Schlossplatz de Estugarda:

Era suposto o comício decorrer através de Estugarda por um via autorizada, mas uma turba agressiva composta por grupos de jovens esquerdistas e ANTIFA formaram uma contra-demonstração, insultando os pais, atirando bombas coloridas e atacando fisicamente o pacífico grupo de pais.

Testemunhas oculares afirmaram que muitos pais juntamente com os filhos e apoiantes, rapidamente abandonaram a área uma vez que não se sentiam seguros.

A polícia apelou aos organizadores que dissolvessem o ajuntamento como forma de evitar o "agravamento". Os organizadores da demonstração expressaram a sua desilusão com a falta de apoio por parte da polícia, e com o facto dum direito básico - o direito à reunião - não ter sido protegido.

Um dos pais afirmou que, "Aparentemente eles [a polícia ] não esperava uma contra-demonstração embora nós tenhamos expressado antecipadamente as nossas preocupações nesse sentido." Segundo uma reportagem levada a cabo pela agência noticiosa "The Local", os apoiantes do programa de educação sexual, iniciado pela coligação governante Verdes/Socialistas de Baden-Württemberg, afirmam que "irão promover tolerância de lésbicas, gays, bissexuais, transgénros, transsexuais e pessoas interssexuais."

No entanto, segundo os críticos, o programa de educação sexual "irá mais além do que simplesmente prevenir a discriminação" e irá defender "a ideologia do arco-iris."

Uma petição iniciada por pais e professores que são contra o ensino do homossexualismo às crianças já recolheu quase 200,000 assinaturas. A petição, que segundo o The Local foi iniciada por um professor, afirma que o currículo promotor do homossexualismo irá causar "uma re-educação educacional, moral e ideológica do sistema escolar no seu todo."

Fonte

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Está a ficar cada vez mais óbvio que a esquerda militante (os Verdes e os Socialistas, etc) está cada vez mais corajosa nas suas iniciativas de tentar ilegalizar a moral Cristã do Ocidente. Seria interessante saber se este currículo pró-homossexualismo será também forçado nas escolas com larga presença de alunos muçulmanos; e se por acaso os pais destas crianças se revoltarem, será que estes mesmos activistas da extrema-esquerda estão dispostos a arrancar páginas do Alcorão e arremessá-las aos maometanos?

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Porque é que os homossexualistas espanhóis odeiam Fernando Sebastián Aguilar?

Por Hilary White

O Arcebispo Fernando Sebastián Aguilar está a ser alvo de um ataque por parte dum grupo homossexualista Espanhol que deu início a uma acção legal contra ele por este ter dito que "não é um insulto" dizer que o homossexualismo é uma desordem psicológica.

O Arcebispo, um teólogo reformado que foi recentemente nomeado pelo Papa Francisco como um dos cardeais-eleitos, foi atacado pela imprensa internacional quando ele disse a um jornal Espanhol que "O homossexualismo é uma forma deficiente de expressar a sexualidade porque [o sexo] tem uma estrutura e um propósito, que é a procriação."

Um homossexual que não pode atingir a procriação está a falhar. Os nossos corpos têm muitos defeitos. Eu tenho pressão arterial elevada, um defeito que eu tento corrigir da melhor forma que posso.

Dizer que o homossexualismo é um defeito não é um insulto... Dizer isso ajuda porque em muitos casos de homossexualismo, e com o tratamento certo, é possível haver recuperação e a pessoa tornar-se normal.

Um dos grupos homossexualistas mais importantes de Espanha, Colegas, respondeu inicialmente com uma declaração, convidando Sebastián para um encontro "de forma a que se possa saber em primeira mão as nossas preocupações e os nossos problemas, e que tais declarações só podem ser o resultado da ignorância e da má informação."

Declarações como a sua podem causar dor e sofrimento a muitos crentes. ... A sua atitude pode "normalizar" este "tratamento" de informação, de proximidade e de tolerância que nós recomendamos.

Agora, o grupo Colegas deu entrada a um processo judicial contra o cardeal-eleito, afirmando que ele violou o artigo 510 do código penal Espanhol, que permite multas e penas de prisão até 3 anos por se incitar "ódio e violência". Depois de dar entrada ao processo, o presidente do grupo Colegas, Antonio Ferre, afirmou:

A Espanha é um país moderno e secular, e este tipo de declarações provenientes da Igreja têm que ser punidas porque eles [os membros da igreja] são os menos qualificados para falar em deficiências sexuais, principalmente porque eles têm casos ocultos de abuso de crianças e pedofilia.

Durante os anos 60, no auge da revolução sexual, o lobby homossexualista fez um grande esforço de pressão politica para que o homossexualismo fosse retirado dos manuais de diagnóstico psiquiátrico. Este proposito foi atingido em 1973, quando a American Psychiatric Association (APA) se tornou na primeira a remover o homossexualismo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM-II). Desde então, os activistas do movimento têm usado o seu sucesso para obter resultados favoráveis em muitas jurisdições.

Em 2009, o grupo Colegas fez o mesmo tipo de ameaça contra a professora Gloria Maria Tomas, da Universidade Católica de Murcia, que disse a uma audiência duma conferência que o homossexualismo é "intrinsecamente desordenado" e que o mesmo só foi removido da lista de patologias psicológicas devido a pressões políticas por parte dos activistas homossexualistas.

Na Grã-Bretanha e na Irlanda, os activistas estão a colocar pressão sobre os psicoterapeutas Cristãos que afirmam que as pessoas com atracção homossexual indesejada têm o direito de buscar terapia. Terapeutas do Reino Unido já enfrentaram a possibilidade de serem "riscados" dos corpos de acreditação profissional, o que resultaria na sua virtual impossibilidade de exercer as suas funções.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Activista LGBT condenado a 25 anos de prisão por tentar matar Cristãos

Activista homossexual que planeou levar a cabo um massacre armado nas instalações duma proeminente organização Cristã foi condenado a 25 anos de prisão. Como reportado previamente, em Agosto do ano passado, Floyd Corkins III entrou nas instalações da Family Research Council (FRC) em Washington, D.C. armado com uma pistola de 9 mm "Sig Sauer" que ele havia comprado numa loja de armas em Virginia. Para além disso, ele trazia consigo uma mochila com dois carregadores, cada um com 15 balas, e quatro caixas de munição foram encontradas no seu carro.

Corkins fingiu ser um estagiário como forma de passar pelo segurança, mas o gerente do edifício,  Leo Johnson, questionou o homem em torno do seu destino. Alegadamente Corkins começou a gritar coisas relativas às politicas da organização [pró-família] e disparou sobre o guarda no braço como forma de passar recepção. Imediatamente Johnson neutralizou e desarmou Corkins, sendo ele mantido no local até a chegada da polícia.

Segundo algumas testemunhas, depois de sua pistola ter sido confiscada, Corkins gritou:

Não disparem contra mim! Isto não é por vossa causa, mas sim por causa do que este local defende.

Descobriu-se mais tarde que Corkins tinha mais duma dúzia de sandwiches Chick-fil-A na sua mochila. Ele disse aos investigadores que planeava "matar as pessoas no edifício e depois esfregar uma sandwich Chick-fil-A nas suas caras.”

Como foi que encontraste esta organização?” revela um vídeo online onde se vê um investigador a questionar. “Procuraste na internet?

Corkins respondeu:

A [organização esquerdista] Southern Poverty Law tem uma lista com todos os grupos anti-gay. Encontrei-os online. Fiz uma pesquisa, fui à internet, coisas assim desse tipo.

Mais tarde, Corkins declarou-se culpado de 10 acusações em torno do tiroteio. Na Quinta-Feira, ele foi condenado a 25 anos de prisão, quase metade do que a acusação havia requisitado, mas o dobro do que os advogados de defesa haviam sugerido. Durante a audiência onde ele foi sentenciado, para além de continuar a declarar-se contra a posição da FRC, Corkins afirmou:

Apercebo-me que recorrer à violência para atingir um propósito político nunca é correcto. ... Este foi um crime sem sentido algum. Muitas pessoas seriam assassinadas de modo bárbaro e separadas das suas famílias para sempre.

Tony Perkins, fundador da FRC, encontrava-se também presente e falou em nome da organização:

Hoje, não buscamos vingança mas justiça. Muitos dos nossos funcionários e as suas respectivas famílias têm sofrido danos emocionais e psicológicos contantes, e mudaram a sua vida devido ao ataque. Todos os dias, a nossa equipa tem que lidar com o facto de todos nós sermos uma vítima potencial.

Numa sociedade civilizada, acabar com o debate não a forma como as pessoas e organizações razoáveis operam. Intimidar e assustar os outros acaba com a "liberdade organizada" sobre a qual os nossos Pais Fundadores escreveram e em favor da qual eles militaram, e coloca-nos a todos em perigo de perder os nossos direitos sagrados quando extremistas militantes tomam conta do espaço público exclusivamente para eles.

O Procurador dos EUA, Robert Machen, emitiu uma declaração logo depois da sentença ter sido tornada pública, agradecendo Johnson por ter impedido que uma tragédia tenha ocorrido:

O heroísmo dum guarda de segurança foi tudo o que impediu Floyd Corkins III de levar a cabo um tiroteio em massa com o expresso propósito de matar o maior número de pessoas possível. Toda a nossa comunidade encontra-se agradecida ao nosso herói que se opôs a este ataque hediondo. Hoje, a sentença de 25 anos demonstra o preço alto que tem que ser pago quando se recorre à violência para aterrorizar os inimigos políticos.

A sentença imposta a Corkins foi a primeira a ser emitida segundo a Lei Anti-Terrorrismo de Washington.

Fonte: http://ow.ly/p5kVq

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Corkins é o produto duma cultura que demoniza os Cristãos ao mesmo tempo que relativiza toda a violência levada a cabo pelos grupos LGBT.  Reza a lenda que a violência LGBT é apenas a "revolta contra anos de opressão". Seria interessante saber quantos "anos de opressão" Corkins sofreu de modo a que ele se sentisse "forçado" a tentar matar Cristãos.

Como já foi dito várias vezes por várias pessoas, sempre que isto - ataques esquerdistas contra Cristãos - acontece, os conservadores têm que levar as coisas até às últimas consequências legais. Se se pactua com isto ao não se desenvolver esforços para acusar os infractores,, os activistas da extrema-esquerda tomam isso como um sinal de fraqueza, e da próxima vez farão ainda pior.

domingo, 11 de agosto de 2013

Marco Feliciano é atacado por activistas gays durante voo

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi hostilizado durante voo da Azul com destino a Guarulhos, São Paulo. Após o avião decolar em Brasília cerca de 10 homossexuais passaram a hostilizar o parlamentar.

Feliciano agradeceu através de sua conta no Twitter o apoio dos passageiros e da comissão de bordo. “Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias”, disse.

Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal alvo de activistas de movimentos LGBT.

O parlamentar afirmou que dois activistas chegaram a ir até a poltrona onde ele estava e passaram a provocá-lo. Como ele não reagia às provocações teria sido tocado no rosto.

O cantor Roberto Marinho, que acompanha o pastor em suas agendas disse que não é a primeira vez que o pastor é hostilizado por ativistas gays em um voo. Marinho também afirmou que enquanto um activista tentava esfregar a genitália no pastor, outro filmava tudo.

Tentaram varias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Ouve tumulto”, escreveu Marinho no Twitter.

Durante o desembarque da aeronave a companhia aérea teria reservado uma van para levar o parlamentar até o posto da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos, mas o parlamentar não quis prestar queixa.

Feliciano lamentou o ocorrido e disse que a atitude foi de desrespeito. “Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito mas não respeitam”.

Caso de polícia

O Ministério Público resolveu denunciar os policiais que faziam a segurança de um evento realizado pela Assembleia de Deus em Santarém, no Pará, com a participação do pastor Marco Feliciano.

Militantes homossexuais conseguiram furar a barreira da polícia e passaram a fazer manifestações no local do culto enquanto Feliciano ministrava. O parlamentar interrompeu a pregação e deu voz de prisão contra os activistas.

Imediatamente policiais e seguranças contratados para o evento pediram que os jovens se retirassem do local, mas se negaram e foram retirados a força. Os militantes acusam a polícia de ter agido com truculência.



quarta-feira, 13 de março de 2013

Pastor Feliciano sofre ataques por parte de activistas homossexuais

Mais de 200 pessoas, com cartazes, faixas e gritos de ordem, protestaram na porta da Igreja Assembleia de Deus - Catedral do Aviamento, neste Domingo à noite em Franca (SP), onde o pastor Marco Feliciano (PSC) se encontrava. O motivo foi o facto de ele ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.
O pastor não está a ser vítima de ataques pela extrema-esquerda por ter sido eleito, mas sim por se identificar com o Cristianismo Bíblico. Se Marco Feliciano fosse adepto da "Teologia" da Libertação, este tipo de manifestaçõs "facíficas" não ocorreriam.

Para além disso, se qualquer outro Cristão tivesse sido eleito, ele sofreria o mesmo tipo de ódio por parte dos activistas homossexuais.
Os manifestantes garantem que o protesto foi pacífico. 
Claro. A extrema-esquerda é mundialmente famosa pelos seus "protesos pacíficos".
Já o pastor e deputado alegou em nota que a acção foi feita por "activistas gays" que teriam tentado invadir o templo. 
Isto é normal. 
Os manifestantes eram, em sua maioria, estudantes universitários da Unesp. Eles chegaram por volta das 18h30 na frente do templo e ficaram até as 20h30. Quatro viaturas da Polícia Militar acompanharam a manifestação e ajudaram o deputado a deixar a igreja. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma jovem. 
Tradução: ele não se alinha com a agenda gayzista e nem com a agenda feminazista.
Por causa da manifestação, Marco Feliciano, que é de Orlândia (SP), na região de Franca, disse que não divulgará mais sua agenda via internet. 
Decisão acertada por parte Feliciano, visto que o ódio dos activistas gays pode ficar fora do controle.
O pastor afirma que foi agredido com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. "O pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que, aos choros, se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam", diz a nota. Por fim, ele argumenta que "já está procurando as autoridades para tomar todas as medidas cabíveis".
Esta é a famosa "tolerância" da esquerda militante.


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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Grupo homossexual agride Jovens Católicos em campanha pacífica

Fonte

Um grupo de jovens católicos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, realizava uma campanha pacífica e ordeira contra o aborto e a ditadura homossexual, denominada Cruzada pela Família,  no centro de Curitiba, no dia 14/01/2013.

Em determinado momento começou a se formar uma magote de homossexuais,simpatizantes, abortistas, feministas, ateus e toda a corja, que passou a agredir verbalmente os corajosos caravanistas, que abordavam os transeuntes e recebiam caloroso apoio por parte do povo curitibano.

Os caravanistas, ao final da campanha se reuniram e se preparavam para ir para os carros, quando os militantes homossexuais os cercaram e impediram que terminassem a campanha. Começou aí uma série de agressões verbais e até físicas, que para um dos caravanistas, terminou no hospital.

O vídeo abaixo foi gravado por um dos homossexuais que agrediam os jovens católicos, e contém inclusive diversos palavrões, gestos imorais, e coisas do tipo. É interessante ressaltar que em partes do vídeo, o homossexual que gravava, intencionalmente, não filmou os gestos e agressões obscenas feitas em frente aos caravanistas.

Em outra parte do vídeo, sem qualquer razão, cortou o áudio do vídeo, colocou o dedo na frente da filmagem, etc. Mostra por parte deles medo em mostrar determinadas agressões. Manipulação.

Chama a atenção também a inércia da polícia frente a, inclusive, agressão física.

O conteúdo do vídeo não é de minha responsabilidade. Apenas baixei, e repostei.

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Através deste vídeo se pode ver bem o quão "oprimidos" os homossexuais são. A atitude provocatória é de alguém que sabe que tem a lei e grande parte da cultura do seu lado. Os oprimidos e perseguidos são os Cristãos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Quando o ódio não é ódio


Há cerca de uma semana atrás um homossexual tentou disparar vários tiros dentro duma instituição que defende os valores familiares devido ao facto dele não gostar do que eles "representam." Segundo o artigo citado mais embaixo, a polícia e os órgãos de informação nada reportaram em torno do facto do homem ser homossexual ou em torno dos motivos que o motivaram a fazer o que tentou fazer.

Durante a onda anual de "Atiradores solitários", o facto mais estranho deste caso é que o mesmo pode não ter sido planeado ou preparado. É como se um bêbado invadisse um palco no momento exacto em que uma peça está a decorrer e ele tivesse sido rapidamente retirado do palco pelos seguranças enquanto os actores se recompunham e retomavam a peça.

Os conservadores - e não os "oprimidos" homossexuais - agem deste modo.

Quando analiso os artigos da grande média em torno deste ataque, fico com a impressão de que quem está a ser julgado é a Family Research Council. O New York Times - que, como se sabe, é totalmente dominada por esquerdistas e pessoas simpatizantes com a agenda homossexualista - disse que "Tiros Provavelmente Foram Politicamente Motivados." Se calhar a Southern Poverty Law Center [esquerdistas] poderá criar a linha divisória entre "tiroteio politicamente motivado" e "tiroteio motivado pelo ódio."


Segundo o FBI, Floyd Lee Corkins II disparou uma Sig Sauer de 9mm no hall de entrada das instalações do grupo pró-família - com sede em Washington - que ajudou a escrever a "Defense of Marriage Act." Corkins tentava fazer-se passar por um estagiário, munido com as suas sanduiches Chic-Fil-A, mas o segurança não acreditou nele.

Corkins entrou em pânico, puxou da sua arma e disparou contra o braço do guarda. O guarda ferido lutou contra Corkins e imobilizou-o antes que ele tivesse a possibilidade de matar alguém.
Corkins disse, "Não atirem sobre mim. Isto não é nada contra ti, mas sim contra o que este lugar representa." O lema da Family Research Council, disposto de forma proeminente sobre a entrada do edifício, é "Fé, Família, e Liberdade" [Faith, Family and Freedom.]. É preciso cavar bem fundo na maioria das reportagens dos média para descobrir que Corkins tinha feito voluntariado no "D.C. Center for LGBT Community", grupo feito para "as lésbicas, gays, bissexuais e transgénero." Isto contrasta de forma vincada com outras reportagens mediáticas tais como o tiroteio levado a cabo por Anders Breivik, onde o atirador foi rapidamente e incorrectamente identificado como um "fundamentalista Cristão." O tiroteio que ocorreu nas instalações da "Family Research Council" chega pouco depois desta organização ter defendido o presidente da Chick-fil-A - Dan Cathy - nas suas palavras em defesa do casamento.

O que se pode concluir deste incidente é que, para os esquerdistas, o termo "ódio" está exclusivamente reservado para os seus adversários políticos. O grupo homossexual com sede em Washington "Human Rights Campaign", por exemplo, recusou-se a parar de identificar o lobby pró-família como "grupo de ódio." (Isto porque para os activistas homossexuais, discordar das suas posições é sinal de "ódio.")

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pastor evangélico declara-se culpado de ter enviado ameaças de morte para líder LGBT

Ou não.

Activista homossexual de Connecticut declarou-se como culpado por ter enviado 300 mensagens ameaçadoras, incluindo ameaças de morte, contra o líder local das organizações pró-vida e pró-casamento. Daniel Sarno, activista homossexual com 53 anos, admitiu ter intimidado Peter Wolfgang, o director-executivo da Family Institute of Connecticut, durante um período de seis meses - começando em Novembro último.e terminando em Maio deste ano.

Uma das mensagens dizia:

Não há misericórdia para os islamofóbicos. Sugiro que faça os preparativos para o seu funeral o quanto antes, sr Wolfgang.

Outra mensagem dizia,

Espero que alguém arrebente consigo. Você está morto.

Noutra ocasião o sodomita perguntou, "Será que vale a pena morrer a proteger os 'valores familiares', sr Wolfgang?

Wolfgang disse que, nas suas cartas, Sarno identificou-se como homossexual, e que as mesmas vinham endereçadas "Ao Cuidado: Peter Wolfgang." Wolfgang acrescentou ainda:

Infelizmente este não é um caso isolado. Na verdade, este evento faz parte duma crescente e intimidativa campanha levada a cabo pelos defensores do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Está cada vez mais claro que a pretensão em torno da "tolerância" acabou.

Esta condenação chega numa altura em que outros activistas homossexuais se têm revelado violentos. O activista LGBT Floyd Corkins II disparou sobre o segurança Leo Johnson nas instalações da "Family Research Council" depois de dizer "Não gosto das vossas políticas."

Em Abril último um grupo de auto-proclamados “angry queers” partiu janelas duma igreja com mais de 100 anos, em Oregon, tudo porque a mesma se opõe a redefinição de casamento de modo a que esta englobe a sodomia. Por uma das janelas foi atirada uma nota onde se lia:

O único diálogo que precisamos de ter com lixo como a [Igreja] Mars Hill são martelos a serem atirados pelas suas janelas.

A presidente da "Traditional Values Coalition", Andrea Lafferty, declarou à LifeSiteNews que a sua organização recebeu "muitas, muitas ameaças provenientes da comunidade homossexual e transgénero", algumas com início nos anos 80. Apesar disto, a administração Obama "não acredita que nós precisamos de protecção." Segundo Andrea, o Procuraodr-Geral Eric Holder "colocou os Cristãos como assunto não prioritário."

Em Connecticut, todos ficaram satisfeitos pelo assunto ter sido resolvido sem violência. Wolfgang, que prometeu não recuar nas suas posições, afirmou:

Usar ameaças de morte não americano. Este tipo de tácticas não terão o fim desejado. A "Family Institute of Connecticut" continuará a trabalhar de modo a fortalecer e proteger o casamento, a vida e a liberdade religiosa.

Para além disso, Wolfgang agradeceu as forças policiais por terem protegido os membros da família e os funcionários.

O Hartford Courant atacou Wolfgang [a vítima] ao mesmo tempo que "condenava" as ameaças de violência.. O jornal declarou, num editorial anónimo, [tão corajosos que eles são] que

Ameaças de violência não são formas de promover o entendimento. Para além disso, é hipocrisia que aqueles que pedem tolerância são eles mesmos intolerantes.
Estas palavras poderiam ser interpretadas como um ataque ao sodomita que ameaçou Wolfgang, mas como o editorial onde as mesmas apareceram não está assinado, é mais provável que o/a medroso/a que as escreveu estivesse a equivaler a defesa da instituição do casamento como um acto "intolerante." Tolerância passa assim a ser "tolerância" por tudo o que está de acordo com a agenda esquerdista, e intolerância é tudo o que se opõe à mesma.

O sodomita Sarno declarou-se culpado de ter enviado material ameaçador, e pode ser condenado até 10 anos de prisão.


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

* * * * * * *
Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



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sábado, 4 de agosto de 2012

Pastelaria que se recusou a preparar bolo homossexual floresce

O dono da pastelaria de Lakewood, Colorado, que se recusou a preparar um bolo para uma dupla homossexual, afirmou que o seu negócio cresceu mais do dobro. Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, disse aos órgãos de informação locais que esta não foi a primeira vez que se recusou a preparar bolos para "casamentos" homossexuais, mas que esta era a primeira vez que a sua posição Cristã era objecto de tanta atenção mediática e de algumas ameaças de morte.

A situação desenvolveu-se no dia 19 de Julho quando dois homossexuais entraram na sua loja e afirmaram que se iriam "casar" em Massachusetts e como tal, queriam encomendar um bolo para a sua recepção no Colorado. Quando Phillips se recusou, um dos homossexuais, Dave Mullins (28 anos), alegadamente disse "Vai-te f***r, tu e a tua loja homofóbica" e fez um gesto obsceno ao dono da loja antes de sair.

Segundo o Huffington Post, foi iniciada uma petição online em apoio da dupla homossexual e a mesma "atraiu mais de 400 assinaturas". Ao mesmo tempo, a página do Facebook "Boycott Masterpiece Bakeshop, conta actualmente com 200 membros."

Phillips disse que a publicidade aumentou o negócio, e alguns clientes dirigem-se à sua loja PRECISAMENTE por ele se firmar na sua defesa do casamento natural. Phillips disse ainda que não é "homofóbico" (isto é, não tem um medo irracional de homossexuais) e que não se recusa a servir a pessoas com base na sua orientação sexual. No entanto, diz Phillips, ele tem que estabelecer limites no que toca o "casamento" homossexual.

Fonte

* * * * * * *

Tal como Phillips, toda a civilização tem que estabelecer limites quando se trata de instituições fundamentais para a sobrevivência da sociedade. Note-se que Phillips não rejeitou os homossexuais mas sim o propósito para o qual o bolo seria feito - isto é, celebração dum evento que contradiz as suas convicções religiosas. Se os mesmos dois homossexuais pedissem um bolo para celebrar o aniversário dum deles, Phillips não teria problemas em confeccioná-lo.

Rejeitar os comportamentos não significa rejeitar a pessoa. Se há pessoas que são a favor da sodomia, muitas outras há que são contra. O que se passa é que os que são a favor querem criminalizar aqueles que são contra só porque eles são contra. Isto é uma ditadura do pensamento, e como tal não só a mesma não deve ter lugar algum no discurso adulto, como quem a defende deve ser exposto como um totalitário intolerante, falsamente em favor da "liberdade" e "tolerância".

Muitas vezes a virtude é recompensa suficiente, mas outras vezes é apenas parte da recompensa. Nunca é bom receber ameaças de morte, mas há sempre um preço a pagar quando se está do lado da verdade. Os activistas fizeram a sua escolha. É a vez dos Cristãos fazerem a sua. Jack Phillips já fez a dele.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Mãe de Brad Pitt recebe ameaças de morte após defender o casamento natural

A srª Pitt, uma Cristã devota, está agora relutante em discutir publicamente a sua controversa carta bem como a dilúvio de abuso verbal que ela recebeu por via da mesma.

Numa carta enviada ao editor do jornal Springfield News-Leader, a srª Pitt urgiu o público a votar pelo candidato republicano Mitt Romney, a quem ela descreve como sendo um "homem de família" com "padrões morais elevados", em vez de votarem no presidente Barack Obama.

A srª Pitt qualificou Obama como "um liberal [esquerdista] que apoia a matança de bebés por nascer e apoia o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo," Ela pediu também uma "consideração piedosa" por parte dos seus amigos Cristãos quando estes forem votar em Novembro.

Um certo número de críticos inundaram a rede social Twitter depois da carta da srª Pitt se ter tornado pública. Os críticos ameaçaram-na e condenaram a srª Pitt por ter vocalizado a sua opinião. Como consequência, ela está agora receosa e em desespero.

Eis aqui algum do ódio que a srª Pitt recebeu por parte de quem defende o "casamento" homossexual:

"A MÃE DE BRAD PITT ESCREVEU UM EDITORIAL ANTI-GAY E PRÓ-ROMNEY. MATEM A P----"

"Vai-te f----, mãe do Brad Pitt. A comunidade gay tornou o teu filho numa estrela, sua maluca."

Seria curiosa saber como é que a comunidade sodomita tornou Brad Pitt numa estrela.
"Cara mãe do Brad Pitt, morre"
Brad Pitt, conhecido pelo seu apoio à comunidade LGBT e ao presidente Obama, ainda não comentou a carta da sua mãe. O irmão do actor, Doug Pitt, falou recentemente àcerca da carta da sua mãe e da sua visão política no programa "Today Show":
Mães, pais e filhos concordam em discordar um pouco por todo o mundo. Portanto, porque é que seria diferente na nossa família? Pode haver uma discussão saudável com pessoas com quem tu discordas, e eu acho que deveria haver. O mau é quando isso se torna numa coisa má, venenosa e negativa, e nós não temos nada disso na nossa família. Temos discussões abertas; podemos aprender uns com os outros . . . pode ser que tu aprendas alguma coisa.

* * * * * * *

Obviamente que o irmão do Brad Pitt não sabe que a limitação da liberdade de expressão dos conservadores é o propósito da agenda sodomita. Como grupo esquerdista que são, os activistas homossexuais estão a ser usados precisamente para limitar o que os não-esquerdistas podem e não podem dizer. Devido a isto, segundo a sabedoria recebida, não se pode criticar parte alguma da agenda homossexual sem ser qualificado de "homofóbico."


domingo, 1 de julho de 2012

Procissão Católica perturbada por activistas homossexuais

“O Papa é um Porco!" (“Der Papst ist ein Schwein”): Este é o slogan que a Gloria.TV retira dum vídeo em torno dos ataques que os homossexuais fizeram a um grupo de Católicos durante uma procissão pacífica no dia 16 de Junho de 2012.Os Cristãos mobilizaram-se a partir da "St. Stephen’s Cathedral" para levar a cabo o que eles chamaram de "procissão de expiação piedosa" (“Sühnegebetzug”). Para além de pessoas a rezar o Rosário e um padre de batina, estava presente um crucifixo processional. A expiação estava a ser feita para a parada homossexual "arco-íris" ("Regenbogenparade") que se realizava por perto. A procissão piedosa foi severamente perturbada quando os Cristãos foram atacados por aquilo que só se pode chamar de turba gritante e cantante de activistas homossexuais pertencentes à parada do arco-íris. Estes tiveram que ser controlados pela polícia - chegando a ser usada uma força policial especial da polícia austríaca conhecida como WEGA. Unidades caninas foram também posicionadas entre os Cristãos e os violentos homossexuais, bem como unidades policiais equipadas com capacetes e escudos. Um activista homossexual atacou a procissão de oração e rasgou o sinal que dizia: "Em Oposição à Adopção Homossexual para o Bem das Crianças". O indivíduo foi apreendido pela policia. A inspiração por trás da procissão Cristã estava aparente nos seus cartazes: * “A Homossexualidade não pertence ao Currículo Escolar" * "Odeiem o Pecado e Amem o Pecador" * "Felicidade = Devoção aos Outros" * "O Amor é um Dom de Deus. Nós estamos a Proteger a sua Dignidade" Por outro lado, os motivos por trás da reacção homossexual contra os Cristãos estava bem aparente nos seus cartazes: * "Sem Tolerância para os Intolerantes" * "Fundamentalistas, Vão-se Embora!" * "Vocês Podem ir para o Inferno" * "O Catolicismo é Curável" Havia também outros slogans mais ofensivos à Pessoa do Senhor Jesus Cristo. Fonte * * * * * * *
Muita desta reacção dos activistas homossexuais é de inspiração demoníaca, e o vídeo mais embaixo torna isso claro. Um dos slogans mais perturbadores gritados pelos violentos activistas é aquele que diz: "Os teus filhos irão ser como nós". Reparem que eles dizem os teus filhos e não os nossos filhos. Como o homossexualismo não gera nova vida, a única forma (ou uma das mais eficientes) que eles têm de propagar o homossexualismo é trazendo para o seu seio crianças geradas através do normal acto sexual através da "adopção". A questão da "adopção homossexual" centra-se, assim, no que é vantajoso para os activistas homossexuais e não no que é bom para as crianças. Isto é problemático uma vez que a adopção tem que servir os interesses das crianças e não os interesses dos homossexualistas. Mas em todo o caso, vejam o vídeo e digam se alguma vez colocariam crianças nas mãos de pessoas com este tipo de comportamento.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ditadura gay causa mais uma vítima Cristã

Um activista homossexual dirigiu-se PROPOSITADAMENTE a uma psicóloga Cristã, fingido necessitar ajuda profissional para abandonar o homossexualismo. A mulher Cristã ofereceu-lhe a ajuda QUE ELE PEDIU. Como resultado, ela vai agora ser punida pela lei.

Se não entenderam a história, não se preocupem. Não é para se entender mas sim para se saber que, quem nasce homossexual, está obrigado por lei a morrer homossexual. Com este gesto, torna-se óbvio - caso existissem dúvidas - que o comportamento homossexual é o único comportamento sexual que não pode ser alterado de forma nenhuma.

Youtube


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Mais uma vez os activistas homossexuais atacam o Cristianismo de forma nojenta

A ima­gem acima foi feita pelo artista Mr. Fish e pos­tada pelo blog espe­ci­a­li­zado em car­tum Cagle Post. O autor afir­mou em entre­vista que a ins­pi­ra­ção sur­giu depois que o estado ame­ri­cano da Carolina do Norte votou pelo bani­mento do casa­mento gay.

O dese­nho é cla­ra­mente pro­vo­ca­tivo e mos­tra Jesus Cristo em um rela­ci­o­na­mento com o ex-líder do Queen, Freddie Mercury. As rea­ções sobre o car­tum foram bem vari­a­das, mas segundo Fish, a ideia era evi­den­ciar a hipo­cri­sia (sic) dos que uti­li­zam a Bíblia para con­de­nar o casa­mento gay nos EUA.

Fonte

* * * * * * *

Bem ao jeito dos intolerantes do lobby gay. Os "Cristãos" que dão apoio a essa agenda política olhem bem para a imagem (que se encontra no link) e gravem-na na vossa memória. São estas pessoas (os activistas homossexuais) que pedem "tolerância" aos Cristãos ao mesmo tempo que atacam de forma intolerante, nojenta e descriminatória o Cristianismo e a Figura mais Sagrada dessa fé.

Agora pensem: o que é que aconteceria se um Cristão fizesse uma imagem do Freddy ou de outro sodomita a arder no fogo do inferno por ter morrido como homossexual não-arrependido?


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Revista homossexual brasileira com dificuldades em convencer os seus próprios leitores

Este texto do exilado Júlio Severo demonstra de forma cabal a necessidade que a gaystapo tem de ignorar a vontade da maioria quando se trata de avançar a sua política sexual e esquerdista.

Se nem os seus próprios leitores eles conseguem convencer em favor do homossexualismo, torna-se por demais óbvio que a maioria da população não está minimamente interessada na perversão da lei e dos costumes em favor dum vício sexual perfeitamente alterável.

Se não fossem as elevadas somas de dinheiro que a gaystapo recebe (dinheiro público), e a utilidade do homossexualismo como arma de destruição da civilização ocidental, o movimento gay seria algo proporcional à presença de homossexuais na sociedade: mínimo e largamente ignorado pela maioria.


Julio Severo
O site CongressoEmFoco, uma verdadeira mídia-fachada para as políticas esquerdistas em geral e para as políticas do PT em particular, apontou sua metralhadora ideológica desta vez para seus próprios leitores, acusando-os de “homofobia” — um termo ideológico usado modernamente para rotular de “agressores” e “assassinos” de homossexuais quem apenas critica a agenda gay. O que significa então o que o site pró-PT chamou de “onda de ‘homofobia’”? Os leitores de CongressoEmFoco ficaram tão descontrolados que saíram em turbas às ruas agredindo e matando homossexuais?
Ao escrever e publicar um artigo defendendo descaradamente o comportamento homossexual de dois ex-militares, CongressoEmFoco só queria uma resposta dos leitores: aplausos. O artigo foi o mais lido de sua história, recebendo 105 mil visitas num só dia. Os comentários chegaram a quase 800, batendo recorde no site. Mas CongressoEmFoco não ficou feliz: a maioria esmagadora dos comentários não gostou da propaganda gay. Cãozinho mansinho tem de ficar quietinho na coleira do dono. Se não, o dono fica zangado.
Numa atitude medíocre de denegrir a grande maioria de seus leitores, CongressoEmFoco preferiu pegar uma minoria isolada de comentários realmente agressivos para rotular todas as opiniões opostas ao homossexualismo como “homofóbicas”.
De fato, não vendo os aplausos que esperava, CongressoEmFoco teve um surto, um chilique histérico tipicamente homossexual, publicando, em sua edição de 13 de janeiro de 2012, três manchetes na seguinte ordem:
Primeiros militares a assumirem publicamente uma relação homoafectiva, Fernando e Laci são brindados com centenas de comentários agressivos após anunciarem decisão de deixar o país
As centenas de comentários homofóbicos postados contra casal gay mostram o quanto estamos longe de nos constituirmos em uma sociedade civilizada e democrática
“Não existe ninguém no governo ou no Congresso brasileiros com coragem para frear essa flagrante ilegalidade, sancionada por verbas, dízimos, patrocínios e uma farta hipocrisia”
Não é de admirar a revolta dos leitores. CongressoEmFoco não respeita os sentimentos da maioria da população. Só respeita os sentimentos do PT e da esquerda.
Quando anos atrás refutei um artigo de CongressoEmFoco atacando os evangélicos, o próprio director do CongressoEmFoco escreveu ao Mídia Sem Máscara afirmando (na seção de comentários) que, ao contrário de esquerdista e anti-evangélico, “O Congresso em Foco é um veículo pluralista, que publica textos de colunistas e articulistas com visões de mundo bastante diferentes”.
Textos exclusivamente pró-homossexualismo. Textos sobre cristãos rotineiramente negativos. Essa, na visão esquerdista, é a verdadeira atitude pluralista, democrática e diversa.
O chilique histérico de CongressoEmFoco produziu três manchetes contra os leitores, sendo que a última ficou reservada para os evangélicos, numa linha de matérias anti-evangélicas que já vem de anos, num histórico de hostilidade contra os evangélicos que é bem conhecido. Mas desta vez, CongressoEmFoco não se conteve: de tanta raiva, saiu chutando baldes, os leitores e os evangélicos, colocando no mesmo nível Martinho Lutero, R.R. Soares, Edir Macedo, Silas Malafaia e Valdemiro Santiago, chamando-os de chefões de “seitas”, como se todos, a semelhança de Macedo, apoiassem o aborto e o PT. Para Malafaia, CongressoEmFoco reservou o rótulo de “trovão homofóbico”.
E para Toni Reis, presidente da ABGLT, que já instigou o Ministério Público Federal contra Malafaia e contra mim? Qual é o rótulo que CongressoEmFoco lhe impôs? “Trovão anticristão”? “Trovão homo-nazista”? Não. Para a ABGLT, CongressoEmFoco deu a oportunidade de dizer o que pensa de seus revoltados leitores: “As pessoas não se sentem constrangidas em falar o que pensam contra outras pessoas e ninguém é punido por incitar esses ódios. Tudo isso faz com que seja normal ser homofóbico”.
Na opinião da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), os leitores revoltados de CongressoEmFoco ficarão impunes de seus “ódios” enquanto o Brasil resistir em criminalizar a “homofobia”. Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT ficará aliviada de ver todos os leitores discordantes silenciados à força. A partir daí, tanto CongressoEmFoco quanto o PT quanto a ABGLT terão garantidos todos os aplausos e elogios sociais que exigem para tudo o que escrevem e fazem. Essa é a única liberdade de expressão que eles aceitam: a liberdade de todos dizerem somente o que a ABGLT, o CongressoEmFoco e o PT querem ouvir.
Os esquerdistas parecem pensar que só a “revolta” contra eles tem de ser denunciada e criminalizada. E eu e meu blog, que somos alvos de contínuas ameaças e xingamentos? Nesse caso, não, porque só militantes gays são isentos de criminalizações, certo? Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual, chegou a postar em seu site o que ele achou que era meu nome completo, endereço e telefone, mantendo online durante dois anos, só removendo depois de um aviso legal.
Qual era o propósito de se manter exposto ao público um endereço residencial e telefone? Convidar a população gay e seus simpatizantes a visitarem a mim e minha família com bombons e flores? Levar brinquedos e doces para meus filhos pequenos?
Se Mott fosse cristão conservador e o endereço exposto publicamente pertencesse a um ativista gay, CongressoEmFoco não esbravejaria “Onde estão as autoridades para punir esse Mott?”
Além disso, mesmo depois de minha saída do Brasil, Toni Reis orientou, conforme comunicações internas interceptadas e gravadas, todos os grupos homossexuais do Brasil a ajudarem a descobrir minha localização no exterior. Incrível, não? A bondade deles é tamanha que até no exterior querem me visitar com bombons e flores! Nem líderes evangélicos do Brasil chegaram a esse nível de “bondade”.
CongressoEmFoco nunca denunciou ameaças gays a mim e outros cristãos. Pelo contrário, só tem reservado ataques, zombarias e deboches aos cristãos.
CongressoEmFoco nunca tratou os ativistas gays nem o PT do jeito que há anos trata os líderes evangélicos — e olha que esses líderes são em grande parte pró-PT. Se um site conservador tratasse os ativistas homossexuais do mesmo jeito que CongressoEmFoco trata os evangélicos, o site pró-PT gritaria “homofobia”!
Não vou querer ensinar boas maneiras ao CongressoEmFoco. Já falei demais. Daqui a pouco, eles apontam seu chilique histérico para mim, por ser evangélico e por me juntar às centenas de leitores do CongressoEmFoco que, como eu, veem na homossexualidade um desvio de comportamento prejudicial para seus praticantes e para a sociedade. Vão querer me chamar de “homofóbico” e de líder de “seita”.
A inquisição esquerdista e gay, gorda e estufada de nossos impostos, está sedenta de sangue, pronta para queimar na fogueira estatal quem quer que não fique em silêncio diante de seu avanço.
A reza do CongressoEmFoco, “Seja feita a vontade do PT, assim na terra como no inferno”, se materializa nas suas atitudes anticristãs e em seu amplo acesso a todas as esferas do governo petista: suas matérias contra os leitores trouxeram a citação de várias fontes governamentais esquerdistas que disseram “amém” às agressões ideológicas de CongressoEmFoco aos seus leitores.
O PT e seus aliados têm o poder financeiro (do dinheiro de nossos impostos) para sustentar mídias que lhes apoiem. Mas os leitores têm sempre a opção de boicotar mídias que lhes desrespeitem. Fica aí a sugestão.
Outros artigos de Julio Severo sobre CongressoEmFoco:
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