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domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

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Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

domingo, 16 de agosto de 2015

O homossexualismo causa cancro

Por Joseph Sciambra

Num estudo recente, a maioria dos homossexuais masculinos seronegativos acusou positivamente para o HPV:

O ADN da HPV foi encontrado no canal anal de 57% dos participantes. A prevalência da infecção com o HPV não se alterou com a idade ou localização geográfca.

A infecção com o HPV estava independentemente associada com as relações sexuais anais receptivas. (1)

As probabilidades de se contrair o HPV, que causa o cancro anal, aumentavam mal alguém se tornava seropositivo:

Noventa e dos porcento dos MSM [homens que têm sexo com outros homens] seropositivos tinham pelo menos um tipo de HPV anal, 80% tinham pelo menos 1 tipo de HPV oncogênico, e 42% tinham HPV 16. (2)

No entanto, e segundo um estudo Dinamarquês, até aqueles homens homossexuais que se encontravam em relacionamentos "registados" estavam também expostos a um risco acrescido de se contrair cancro anal:

As mulheres em parcerias homossexuais estavam tão expostas aos riscos de cancro como as mulheres Dinamarquesas no geral....

De modo geral, os homens em parcerias homossexuais encontravam-se expostos a um risco maior…O carcinoma escamoso anal também ocorra em excesso. (3)

- http://bit.ly/1Hm6fzW

Referências:
1. "Age-Specific Prevalence of Anal Human Papillomavirus Infection in HIV-Negative Sexually Active Men Who Have Sex with Men: The EXPLORE Study" Peter V. Chin-Hong, Eric Vittinghoff, Ross D. Cranston, Susan Buchbinder, Daniel Cohen, Grant Colfax, Maria Da Costa, Teresa Darragh, Eileen Hess, Franklyn Judson, Beryl Koblin, Maria Madison and Joel M. PalefskyPresented in part: Human Papillomavirus 21st International Conference, Mexico City, Mexico, 20–26 February 2004 (abstract 538).
2. "Risk factors for anal human papillomavirus infection type 16 among HIV-positive men who have sex with men in San Francisco." Hernandez AL1, Efird JT, Holly EA, Berry JM, Jay N, Palefsky JM.J Acquir Immune Defic Syndr. 2013 Aug 1;63(4):532-9. doi: 10.1097/QAI.0b013e3182968f87.
3. "Cancer in a Population-based Cohort of Men and Women in Registered Homosexual Partnerships" Morten Frisch1, Else Smith2, Andrew Grulich3 and Christoffer JohansenOxford Journals Medicine & Health American Journal of Epidemiology Volume 157, Issue 11Pp. 966-972.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Transgéneros" Americanos enfrentam um maior risco de suicídio

Por Clara Moskowitz

Segundo uma pesquisa, uns impressionantes 41 porcento dos "transgéneros" Americanos já tentaram levar a cabo um suicídio. Estas estatísticas são apenas alguns dos factos preocupantes extraídos duma pesquisa efectuada a mais de 7,000 "transgéneros" e levada a cabo pelos grupos activistas homossexuais "National Center for Transgender Equality" e o "National Gay and Lesbian Task Force".

Para além dum maior risco de suicídio, os "transgéneros" enfrentam probabilidades mais problemáticas para os outros assuntos relacionados à sua saúde. Por exemplo, a pesquisa apurou que 2,64 porcento dos transgéneros estão infectados com o HIV - isto é, mais de 4 vezes mais que a média nacional (que é 0,6 porcento).

Embora muitos peritos já soubessem que a situação é complicada, os resultados desta pesquisa - a primeira a ser levada a cabo com uma amostra nacional representativa da população de "transgéneros" - ainda são surpreendentes. A psicóloga-clínica Gail Knudson, professora no departamento da medicina sexual na "University of British Columbia" e directora médica do "Transgender Health Program" no "Vancouver Coastal Health", declara:

Eu já sabia a magnitude era elevada, mas não estava à espera que as tentativas de suicídio fossem tão elevadas.

Esta taxa de suicídio na ordem dos 41 porcento junto dos "transgéneros" é 25 vezes mais elevada que a população geral, que é de 1,6 porcento. E entre os "trans" com idades compreendidas entre os 18 e os 44 a taxa de tentativa de suicídio é de 45 porcento.

(...)

Fontes: Sex Change Regret - MSNBC

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Como é normal, os média tentam (sem sucesso) atribuir estas elevadas taxas ao "preconceito" e à "discriminação", mas isto é claramente falso. O problema não é externo aos "transgéneros" mas sim algo inerente do seu "estilo de vida". Dito de outra forma, os "transgéneros" têm mais problemas psicológicos devido ao que são, e não devido à forma como são tratados.

Um exemplo disto são as taxas de contágio com o HIV: que tipo de "preconceito" e "discriminação" levam a que um homem ou uma mulher se envolvam em actos sexuais potencialmente perigoso? A resposta é clara: nenhuma. As pessoas fazem isso porque querem - porque pensam que daí obterão algo de benéfico - e não porque foram vítimas de algum tipo de tratamento que os deixou psicologicamente afectados.

Dado isto, urge perguntar: se um estilo de vida leva a que quase metade dos seus aderentes tenham vontade de acabar com a sua vida, será moralmente correcto promover esse mesmo "estilo de vida" como normal? Não é mais sensato alertar as pessoas para o facto deste "estilo de vida" ser clinicamente e psicologicamente auto-destrutivo?

domingo, 2 de novembro de 2014

Os perigos da sodomia

O Centers for Disease Control (CDC) acaba de emitir o seu relatório e mais uma vez ele ressalva os perigos potencialmente letais do sexo anal. No seu mais recente Morbidity and Mortality Weekly Report, a agência de saúde disse que embora os homens com atracção homoerótica só sejam cerca de 2 porcento da população total do país, em 2010 eles foram 63 porcento dos recém-diagnosticados casos de HIV/SIDA. Mais de metade de todas as pessoas com SIDA nos EUA são homens homossexuais, e a maior parte deles contraiu o vírus através do sexo anal.

O CDC escreveu no relatório do dia 26 de Setembro, que foi publicado como forma de coincidir com o “National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day” do dia 27 de Setembro, diz:

A maior parte dos homens homossexuais contrai o HIV através do sexo anal, que é o tipo de sexo mais arriscado para se obter ou transmitir o HIV.

Tendo como base os recentes estudos, o CDC estima que cerca de 18 porcento dos homens homossexuais encontra-se infectado com o HIV; mais assustador ainda é o facto de 1/3 desses homens homossexuais não saber que contraiu o vírus mortal (fazendo com que eles sejam mais susceptíveis de o passar a outro ao não tomarem as preocupações necessárias). O CDC afirma que a desenfreada promiscuidade que existe dentro da comunidade homossexual só piora as coisas:

Uma vez que eles têm mais parceiros sexuais que os outros homens, os homens bissexuais e os homens homossexuais têm mais oportunidades de ter sexo com alguém que lhes pode transmitir o HIV ou outra DST. Semelhantemente, entre os homens homossexuais, aqueles que têm mais parceiros sexuais são aqueles mais susceptíveis de contrair o HIV.

O relatório do CDC chega pouco depois dum relatório da Public Health England (PDF) ter revelado problemas semelhantes no Reino Unido: um homossexual em cada 34 tem o HIV, e em Londres, o número aumenta para 1 homossexual em cada 12. O sexo anal é responsável por mais de metade dos novos casos de HIV anualmente diagnosticados no Reino Unido, embora os homossexuais sejam igualmente apenas 2 porcento da população total. O relatório afirma:

[Os homens homossexuais] reportam níveis mais elevados de comportamento sexual de risco, incluindo números mais elevados de parceiros sexuais e de sexo anal desprotegido, apesar do facto da maioria ser alvo de actividade de prevenção do HIV e a maioria ter acesso aos preservativos.

O uso do preservativo também não é uma bala mágica contra o HIV uma vez que a sodomia é inerentemente mais áspera que o sexo normal, e com frequência os preservativos se rompem. Um estudo recente proveniente da Tailândia apurou que mesmo com 100 porcento de uso de preservativo, um homossexual em cada cinco  contraiu o HIV no espaço de cinco anos depois do seu primeiro acto de sexo anal.

O HIV não é um único perigo letal que pode ser causado com o sexo anal; o cancro anal é outro risco mortífero. Segundo o CDC, os homens que se envolvem na sodomia são 17 vezes mais susceptíveis de contrair o cancro anal, que mata cerca de 40 porcento das suas vitimas no espaço de cinco anos.


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Esta é uma faceta do comportamento homossexual que os activistas têm o cuidado de nunca mencionar em público: segundo a Medicina, o sexo anal e a promiscuidade são receita para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Uma sociedade com age de acordo com a lei natural não deve em situação alguma normalizar nenhuma das duas, mas o que nós temos observado nos dias de hoje é que tanto um comportamento como o outro são elevados para lugares que estão para além da crítica racional.

Um argumento que os militantes pró-sodomia usam é o de afirmar que "os heterossexuais também fazem sexo anal". Isto é verdade, mas isso não altera as suas consequências:



domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O HIV e a loucura do politicamente correcto.


Quando o jogo político e o politicamente correcto superam a medicina, a segurança e a saúde pública, todos nós sofremos com isso. Nós vemos isso a acontecer demasiadas vezes mas actualmente tornou-se procedimento padrão quando se fala do homossexualismo e do mortífero HIV. Por todo o mundo ocidental as elites governantes, os políticos, e até comunidades médicas politizaram o HIV/ SIDA e, consequentemente, colocaram vidas em risco. O deus do homossexualismo não pode nunca ser desafiado, questionado ou colocado em causa. Tudo tem que dar lugar a este estilo de vida perigoso e de elevado risco.

O governo Victoriano [ed: Austrália] é um exemplo perfeito do quanto que líderes descuidados e irresponsáveis dobraram o joelho em favor da religião homossexualista, colocando de lado o senso comum e o bem comunitário. O governo de Hon Denis Napthine está actualmente a distanciar-se da conferência pró-família que brevemente se irá realizar lá, qualificando-a de "homofóbica". Ao mesmo tempo. o Ministro da Saúde veio ao público afirmar que atacar aqueles que deliberadamente propagam o HIV está errado. Sim, ouviram-me correctamente. Eis o que uma agência noticiosa diz:
A única lei Australiana que criminaliza a transmissão intencional do vírus do HIV será alvo de uma reforma, afirmou o ministro da Saúde de Victória, David Davis, anúncio que foi alvo duma ovação por parte de pesquisadores do HIV . . . durante um evento satélite do "Aids 2014 Symposium" em Melbourne. (...) 
Actualmente, a lei diz que "causar intencionalmente uma doença séria" é uma ofensa criminosa em Victoria - com "doença séria" definida com o entendimento exclusivo de infecção por via do HIV. 
Davis declara ainda que, "Comprometemo-nos, juntamente com as comunidades médicas, de pesquisa e de apoio relativas ao HIV, a rever e reformar esta secção como forma de garantir que ela é não-discriminatória."
Que conversa sem sentido é esta de ser "não-discriminatória"? Nós já sabemos o que os factos revelam: a esmagadora maioria dos casos de HIV devem-se ao sexo entre homens, ou às drogas intravenosas. Se nós sabemos de modo preciso quais são os principais grupos de risco, então naturalmente que devemos colocar em foco esses mesmos grupos. E enquanto os governos fazem estas coisas, um pouco por todo o mundo as pessoas continuam a contrair o HIV devido às políticas medrosas, ao poder dos demolidores homossexuais, e também devido ao furioso politicamente correcto.

Pelo menos em alguns sítios este comportamento ainda é considerado perigoso e, consequentemente, ilegal. Levemos em consideração um caso que ocorreu no Missouri (EUA) onde um homem foi judicialmente acusado de propagar o HIV:

Magnum enfrenta agora acusações de exposição imprudente à infecção do HIV depois da polícia declarar que ele admitiu ter tido mais de 300 parceiros sexuais (..).

Como consequência do politicamente correcto entorpecedor mental e moralmente irresponsável, o HIV continua a ser uma problema enorme na Austrália. Um notícia revela:
O número de pessoas com o HIV na Austrália permanece em máximos de 20 anos. Dados anuais divulgados por parte do "Kirby Institute" revela que 1,235 novos casos foram diagnosticados no ano passado. Estes números foram divulgados antes da conferência global da SIDA que ocorrerá no próximo mês. Os dados mostram que as taxas de HIV têm estado a subir de modo consistente na Austrália desde 1999 e mais de 26,000 pessoas vivem actualmente com esse vírus. Os pesquisadores afirmam que estão preocupados com a complacência e com o facto do sexo desprotegido levado a cabo por parceiros casuais masculinos poder ser o contribuidor principal por trás do aumento.
Levemos também em consideração o que se segue, acabadinho de chegar dos EUA:
Novo relatório do "U.S. Centers for Disease Control and Prevention" declara que embora a taxa anual do diagnóstico de HIV tenha baixado em um terço na população geral, a percentagem está a aumentar entre os jovens bissexuais e homossexuais masculinos. O HIV, o virus que causa a SIDA, tem estado em queda junto dos heterossexuais, dos consumidores de drogas, e entre as mulheres, mas a taxa entre os jovens homossexuais e bissexuais aumentou em 100%.
No meu livro "Strained Relations" falo muito deste assunto, e como tal, permitam-me que finalize com algum do material do livro:

Uma vez que os procedimentos normais associados às doenças infectuosas não foram usados no caso da SIDA - devido ao medo do protestos homossexuais - é bastante claro, como já foi dito por alguns, que a SIDA tornou-se na primeira doença politicamente protegida da nação. Mas a SIDA tem que ser tratada como um assunto médico e não um tópico político. A SIDA é uma epidemia de saúde, que precisa de medidas rigorosas.

Estas medidas têm que incluir os métodos normais de prevenção de transmissão: os Departamentos de Saúde Pública devem ser capazes de saber quem tem a doença (através de monitorização de casos e rastreamento); testes de rotina têm que ser levados a cabo; a notificação dos portadores tem que ser obrigatória. Tal como disse um autor, "Temos que parar de romantizar a SIDA". Como o co-fudador da "Children’s AIDS Fund in America" colocou as coisas:

Nunca na história da medicina fizemos com que a responsabilidade pelo término duma epidemia recaísse no indivíduo portador duma doença infectuosa ou contagiosa. Durante os primeiros 15 anos da epidemia HIV/SIDA as comunidades médicas e de saúde pública retiraram-se do papel interventivo, através de diagnósticos agressivos e relatórios consistentes com a sua abordagem a doenças semelhantes.

É precisamente porque nos recusamos a tratar do HIV/SIDA como qualquer outro risco de saúde pública que actualmente pagamos um preço terrível. Um médico coloca as coisas desta forma:

Se uma nação estrangeira atacasse as nossas costas e matasse 10,000 Americanos, isso seria considerado um acto de guerra. No entanto, milhões de Americanos foram já desnecessariamente infectados por esta epidemia e irão quase de certeza morrer. A tragédia é que isto nunca deveria ter acontecido.

Basicamente, a SIDA não é primariamente um assunto de saúde mas sim um tópico que se centra num comportamento. Se o comportamento for parado (actividade homossexual, uso de drogas através de agulhas, etc), é bem possível que a doença seja parada. E isto não são os pensamentos de direitistas intolerantes, visto que uma lésbica coloca as coisas desta forma:

Vamos ser honestos. Há uma forma de parar a propagação da SIDA - chama-se abster-se do sexo. Ao contrário da doença do Alzheimer, da doença de Parkinson, ou das diabetes, pode-se tomar a decisão de não contrair a SIDA (com algumas excepções infelizes tais como a criança infectada pela mãe ou a vítima uma transfusão de sangue contaminado). Levando em conta a sua evitabilidade, não há desculpas para que a SIDA seja a maior crise de saúde que as pessoas enfrentam.

Outro homossexual, escrevendo para uma importante revista homossexual Americana, The Advocate, diz que os jovens homossexuais "encontram-se ignorantes duma doença que já está entre nós há mais de 20 ano. E se eles são homossexuais e homens, então eles são duplamente merecedores. Nós já vimos em primeira mão o que a SIDA pode fazer, mas escolhemos permanecer ignorantes em favor dos nossos desejos carnais."

Felizmente, alguma sanidade está a entrar no debate. Um importante grupo homossexual da Califórnia decidiu sair do armário - isto é, decidiu voltar para a verdade em torno da SIDA. O grupo "L.A. Gay and Lesbian Center" está a tentar atingir os homens homossexuais que se  tornaram complacentes em relação ao HIV e à SIDA. Este mesmo grupo deu início a uma enorme campanha publicitária com uma admissão franca:

O HIV é uma doença homossexual.


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O motivo pelo qual o HIV não foi tratado como outra epidemia qualquer centra-se na utilidade ideológica do comportamento homossexual. Seria muito difícil para os terroristas culturais dar legitimidade ao comportamento homossexual (como forma de destruir o casamento natural) ao mesmo tempo que a comunidade médica frontalmente tenta acabar com uma das muitas consequências médicas desse mesmo comportamento.

Logo, em vez de tentar acabar com o perigo do HIV, o que teria que ser associado à propaganda contra o homossexualismo, a elite cultural do ocidente propositadamente deixou a ameaça propagar-se, evitando assim ter que se defender da sua posição pró-homossexualista.

Ou seja, as pessoas que nada fizeram para controlar o HIV são essencialmente as mesmas pessoas que defendem a normalidade do homossexualismo.

Para além disso, não é fora do contexto levar em conta os planos de "controle populacional" por parte da mesma elite que defende o homossexualismo. Segundo algumas fontes, algumas famílias globalistas usam o homossexualismo para reduzir a população do mundo (especialmente em África).

quarta-feira, 9 de julho de 2014

"O meu marido decidiu que era uma 'mulher', e isso acabou com o nosso casamento e com os meus relacionamentos futuros"

O que é que acontece quando uma boa rapariga Católica casa-se com o homens dos seus sonhos e um dia ele diz que ele pensa que é uma mulher? Segundo um artigo autobiográfico presente no Sydney Morning Herald, isso destroça um coração e pavimenta o caminho para uma vida de relacionamentos emocionalmente atrofiados; o mesmo artigo pede à sociedade que leve em consideração "o outro lado" do debate em torno dos transgénero.

A mulher, cujo nome foi mantido secreto, tinha 18 anos quando conheceu "Ryan", um músico que lentamente foi entrando no seu coração. O seu sentido de humor fez com que a auto-definida "boa rapariga Católica" se apaixonasse pelo jovem, que estava a tentar ter sucesso dentro da cena musical Australiana nos anos 80. Quando ele lhe pediu que ambos se mudassem para Melbourne, ela pensou duas vezes. "Eu não queria viver em pecado", escreveu ela, e como tal, ele pediu-lhe em casamento.

Embora ela fosse de opinião que a sua vida era idílica, ele passou a ser taciturno e recluso. Pouco depois, ele abandonou-a, deixando-lhe uma carta onde ele afirma que se sente uma mulher presa dentro do corpo dum homem. Ela diz:

Nessa noite não houve qualquer tipo de conversa, mas só algo do tipo "Amo-te, e vou continuar a amar-te mesmo depois de passar a ser uma mulher". A minha atitude foi algo do tipo "Podes ser um lobisomem ou uma mulher, mas não me abandones".... Acho que o Ryan pensou que tudo continuaria na mesma mesmo depois dele se tornar numa mulher.

Mas um dia ela chegou a casa e ficou chocada por vê-lo a assistir televisão usando uma das roupas dela.

Passei um longo tempo a pensar se quando se ama alguém, o género dessa pessoa realmente importa. Não consegui ter outra resposta que, sim, importa.

Apesar dos seus esforços de manter um casamento saudável, o impulso de Ryan de ter auto-realização e satisfação matou o seu relacionamento e deixou a mulher com o coração partido. Ele saiu de casa e submeteu-se a uma cirurgia de implante mamário, chegando a ligar para a sua esposa a perguntar se ela lhe poderia trazer um sutiã Playtex Cross-Your-Heart tamanho 16.

O nosso divórcio foi mútuo e ele foi finalizado em 1990. Ryan estava tão consumido pela sua mudança que o nosso casamento tornou-se secundário.

Ela disse que o seu ex-marido "avançou rapidamente com a sua vida, encontrando outro transsexual homem-para-mulher num dos encontros entre transgéneros. Eu estava fora do país quando o seu novo parceiro me ligou para dizer que o pénis de Ryan havia sido removido com sucesso."

Ela disse que ficou sem reacção antes de responder que o novo parceiro do ex-marido provavelmente acreditava que isso eram "boas notícias". Mas isso terminou com aquele que foi o capítulo mais feliz da minha vida. "O homem que eu havia amado deixou de existir."

O fim de casamento de cortar o coração deixou-a emocionalmente marcada e incapaz de se comprometer com outra pessoa.

Tive relacionamentos, a maioria deles breves, e não permiti que eu voltasse a apaixonar-me. Não me arrependo do meu casamento, visto que ele me deu alegria durante muitos anos. Certamente que não culpo o Ryan nem a mim mesma pelo que aconteceu, mas lamento as repercussões da sua decisão de alterar a sua anatomia.

A sua história, um conto raro sobre a forma como a transição dum transgénero prejudica aqueles que lhe são próximos e que lhe amam, foi disponibilizada como forma de alargar o debate em torno da práctica (que é mais aceite na Austrália culturalmente liberal).

A maior parte das histórias dos transgénero são contadas do ponto de vista da pessoa que muda, e não do ponto de vista da família. Acho que é importante que se conte o outro lado da história visto que os efeitos têm um alcance bem amplo junto daqueles a quem isto afecta.

Fonte

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Médico expulso por falar a verdade sobre o homossexualismo

Ele é pioneiro no âmbito das doenças infecciosas no Caribe, mas agora está a ser alvo de ataques por ter testemunhado que o relações sexuais homossexuais são perigosas para aqueles que a practicam e para a saúde pública geral.

O Professor Brendan Bain, um Cristão devoto que trata pessoas com SIDA, era o director da unidade regional de coordenação da "Caribbean HIV/AIDS Regional Training Network" (CHART) na "University of the West Indies" (Jamaica) até ao dia em que a reacção aos seus comentários mudaram a sua vida. Bain foi despedido no seguimento do seu testemunho feito em favor dum grupo de igrejas que opera na Belize em favor de que as leis contra a sodomia na Belize se mantenham intactas.

As consequências da atitude das pessoas em relação às suas palavras demoraram dois anos a repercutir mas eventualmente a sua posição médica contra a sodomia foi alvo de perseguição por parte de activistas e por parte pessoas simpatizantes com agenda homoerótica.

O testemunho de Bain fundamentou-se nas suas pesquisas levadas a cabo em Belize, que relevaram que o risco relativo de contrair o HIV é significativamente maior entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = Men Sex [With] Men] do que na população geral. A sua pesquisa conclui afirmando que a mesma verdade [em torno dos riscos do sexo anal] também se aplica em muitos outros países onde os dados estão disponíveis, incluindo países que revogaram a lei que criminaliza o sexo anal e países onde a lei ainda se aplica.

A declaração da universidade diz:

A questão surgiu mais ou menos há dois anos num caso mediático em Belize onde um homem homossexual, chamado Caleb Orozco, colocou em causa a constitucionalidade da lei de 1861 que criminaliza os homens que têm sexo com outros homens. O Professor Brendan Bain disponibilizou uma declaração em favor de um grupo de igrejas que buscam a permanência da lei.

Muitas autoridades familiares com a controvérsia acreditam que o testemunho do Professor Bain apoiou os argumentos em favor da retenção da lei, contribuindo desde logo para a contínua criminalização e estigmatização dos MSM. Esta opinião é partilhada pelso grupos gays, lésbicos e outros grupos que são servidos pela CHART.

A maioria dos peritos no combate ao HIV e dos profissionais dedicados à saúde pública acredita que a criminalização dos homens que têm sexo com outros homens, e a discriminação contra eles, viola os seus direitos humanos, coloca-os em ricos maior, reduz o seu acesso aos serviços, força a epidemia HIV para o mundo da clandestinidade, aumentando desde logo o risco do HIV.

Esta é a posição promovida pela ONU, UNAIDS, WHO, PAHO, pelas comunidades internacionais dedicadas aos direitos humanos, e pela PANCAP ("Pan Caribbean Partnership against AIDS"), que é a organização principal no combate regional à epidemia do HIV.

Embora a universidade reconheça o direito do Professor Bain de disponibilizar testemunho de perito da forma como ele a deu, tornou-se claramente evidente que o Professor Bain perdeu a confiança e o apoio dum sector significativo da comunidade que o programa CHART esperar atingir, incluindo a perda do seu status de liderança na PANCAP, e desde logo, fragilizando a habilidade deste programa de disponibilizar de modo eficaz o seu mandato.

É por este motivo que a "University of the West Indies" tomou a decisão de colocar um fim ao contracto com o Professor Bain como Director da
"Regional Coordinating Unit" (RCU) da "Caribbean HIV/Training (CHART) Network".

Modificado a partir do original

* * * * * * *
Note-se que a universidade do Professor Bain não se deu ao trabalho de refutar as alegações médicas e científicas que ele usou no seu testemunho - e esse é o ponto mais importante. Para além disso, ter sexo anal não é um "direito", mas uma escolha pessoal com claras consequências médicas. 

Mais uma vez, um profissional de saúde vê o seu emprego terminado apenas e só por dito uma verdade inconveniente: o comportamento homoerótico tem consequências médicas graves para os practicantes e para a saúde a publica..

Brendan Bain

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

“Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Homossexualismo e as drogas

O Departamento de Saúde Britânico afirma que existem evidências anedóticas provenientes das clínicas de Londres de que o uso de drogas recreativas, ou drogas de clubes por parte do homens homossexuais, pode estar ligado ao aumento das taxas de infecção com o HIV. Para além disso, o Departamento avisou que "as elevadas taxas de transmissão ainda persistem".

No princípio deste mês, o "National AIDS Trust" (NAT) avisou que, de modo crescente, os homens homossexuais têm usado novas substâncias, tais como a N-metilanfetamina (inglês: "crystal meth"), mefedrona, e o GHB/GBL [gama-butirolactona], ao mesmo tempo que partilham agulhas no contexto do comportamento sexual arriscado.

Num dos centros de tratamento para pessoas dependentes de substâncias, 85% dos homens homossexuais reportou usar uma ou mais destas 3 drogas mencionadas em  cima, comparados com os 3% em  2005.

Novas pesquisas publicadas hoje no "The Lancet" revelam que tem havido um crescimento acentuado no número de homens bissexuais e homossexuais que foram positivamente testados com o HIV.

Em Janeiro de 2013, pensava-se que 1,296 novas infecções de HIV haviam sido detectadas em Londres entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = "Men who have sex with men") durante o ano de 2011; mas dados mais recentes provenientes da Public Health England (PHE), reflectindo a mais recente informação submetida pelos serviços da saúde sexual, actualizaram este número de 2011 para 1,420 novas infecções.

Os dados mais recentes em relação ao ano de 2102 registaram 1,720 novas infecções, um aumento de 21% em relação aos número de 2011. No entanto, tomando como base a forma como os dados foram actualizados durante os anos passados, o número final de 2012 pode muito bem aumentar para 1,999 ou mais. O aumento dos testes de detecção do HIV podem explicar algum deste aumento, levando em conta que se realizaram 43,404 testes junto dos MSM durante o ano passado.

Valerie Delpech, responsável máxima pela monitorização do HIV no Public Health England, disse:

Os dados mais recentes demonstram que o aumento dos diagnósticos de ano para ano continuaram durante o ano de 2012, com um aumento vincado em Londres. AS boas notícias são que o aumento dos testes nos anos mais recentes podem explicar algum deste aumento das novas contaminações entre os homens homossexuais, no entanto a incidência do aumento observado revela que as elevada taxas de contaminação continuam.

Fonte

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

EUA: Infecções com o HIV aumentam dentro da comunidade homossexual


O "Centers for Disease Control and Prevention" apurou que entre 2008 e 2010 o número de novas infecção com o HIV aumentou em 22% junto da comunidade composta por jovens homossexuais e bissexuais.

De modo global, o número de novas infecções por todo o paáis (EUA)  não alterou, mantendo-se entre as 47,500 infecções, reportou a Reuters.

Os homens homossexuais e bissexuais são responsáveis por 66% dos novos casos de contágio, e os homens Afro-Americanos presentes neste grupo têm mais novas infecções que qualquer outro sub-grupo.

Joseph Prejean, chefe da "Behavioral and Clinical Surveillance Branch" da CDC, disse que o aumento das infecções entre os homossexuais pode ser causada pela percepção de que o HIV é uma doença perfeitamente controlável.
Estamos cientes de que muitos homens que têm sexo com outros homens provavelmente minimizam os riscos pessoais e acreditam que os avanços nos tratamentos minimizam a ameaça à sua saúde.
O Director da CDC Thomas Frieden acrescentou que o custo médio do tratamento de alguém com o HIV durante a sua vida é de $400,000.
* * * * * * *
Portanto, quando alguém diz que o que as pessoas fazem na sua privacidade não afecta as demais, é materialmente falso. Como se vê pelos números exorbitantes gastos com o tratamento de uma só pessoa, o estilo de vida pessoal pode afectar toda a sociedade onde estamos inseridos.

E uma vez que o estilo de vida homoerótico coloca as pessoas em risco de contrair doenças para as quais ainda não há cura, a promoção deste comportamento sexual como algo "normal" e "saudável" é prejudicial para os próprios homossexuais. Quem se preocupa como os homossexuais, alerta-os para as consequências médicas do seu comportamento.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Caixas "especiais" nas florestas da Noruega

Um grupo de caridade centrado da saúde dos homossexuais pregou caixas cheias de preservativos nas árvores da Floresta Ekberg (Oslo). Segundo fontes locais, esta floresta é usada com frequência pelos homossexuais para os seus encontros sexuais ao ar livre.

As caixas, cujo conteúdo é renovado todas as semanas (!), contém também pacotes de lubrificantes e informação sobre os testes de HIV. Martin Angeltvedt, do grupo de caridade com o nome "Gay and Lesbian Health" afirmou o seguinte ao Aftenposten:

Isto encontra-se localizado no caminho de quem se dirige para o campo. O buraco da caixa está feito de maneira a que nenhuma ave consiga lá entrar, e por fora está construído um pequeno pénis de madeira de maneira que seja facilmente reconhecido.

Os homens que vão em "cruzeiro", buscando sexo anónimo com estranhos em locais públicos, encontram-se sob riscos maiores de contrair DST,  afirmou Angeltvedt:

Se existe demasiada vergonha associada à sua própria sexualidade, tu podes correr maiores riscos ou tratares os outros e a ti mesmo de maneira pior.


* * * * * * *
O motivo que leva a que os homossexuais busquem sexo casual com desconhecidos em plena floresta não se prende com a "vergonha" mas com o desejo que eles têm de ter . . . sexo casual com desconhecidos em plena floresta.

Analisando o passado recente, e vendo a dinâmica do movimento homossexual, pode-se fazer uma previsão e dizer que, mais cedo ou mais tarde, estas caixas vão começar  a aparecer um pouco por todo lado, dentro da cidade. Afinal, não é descriminação que os homossexuais tenham que fazer sexo ao livre nas florestas quando podem fazer no meio da cidade, à vista de tudo e todos?

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Serão os Russos livres para proteger as suas crianças?


O "establishment" mediático mundial encontra-se num estado de revolta devido à mais recente lei russa que proíbe a promoção do homossexualismo, e de outros comportamentos sexuais depravados, entre menores. A Reuters, a AP, o New York Times e a BBC queixaram-se da nova lei, afirmando que a mesma é uma forma de discriminação contra os homossexuais, mas as suas palavras têm a aparência de hipérbole e não de qualquer outra coisa.

Se levarmos em conta o que o NYT (New York Times) escreve, ficaremos com a impressão de que os Russos decidiram enviar os homossexuais para os Gulags, mas a lei Russa efectivamente funciona como um imposto sobre as manifestações *públicas* de homoerotismo. Eis a forma como o NYT sumariza a lei:

Sem definir o que é "não-tradicional", a nova lei proíbe a disseminação de informação "com o propósito de formar, junto das crianças, um fundamento sexual não-tradicional." A lei proíbe também caracterizar "a atractividade" de tais relações e proíbe que se afirme "a equivalência social entre as relações tradicionais e as relações não-tradicionais." As multas variam de $155 por cada indivíduo para $31,000 por cada fonte de informação mediática.

Dificilmente $155 é uma quantia fora do alcance por parte de homossexuais que se querem beijar em público.

Embora os Russos não queiram de modo algum encorajar o homossexualismo, eles não querem também criminalizá-lo e nem discriminar os homossexuais (como afirmaram algumas fontes de informação). Os homossexuais Russos têm os mesmos privilégios que todos os outros Russos, mas eles não podem promover o homossexualismo (como se este acto sexual auto-destrutivo fosse algo de positivo) junto de crianças, do mesmo modo que o Mayor Bloomberg quer banir as bebidas açucaradas, e do mesmo modo que Michelle Obama quer que comida pouco saudável seja retirada cafeteiras.

Os média têm caracterizado esta lei como uma medida pouco razoável energizada por "grupos religiosos radicais", mas esta forma de pensar não explica o porquê desta lei ter sido aprovada de modo unânime pela câmara inferior do parlamento Russo (só com uma abstenção). Dificilmente a Rússia pode ser caracterizada como uma nação religiosa, mas a lei tem um apoio sobrepujante nas instituições legisladoras.

De modo consistente, a Rússia tem negado licenças aos grupos que tencionam levar a cabo paradas de "orgulho" homossexual, algo que poupa as crianças e o público em geral de presenciar o mesmo tipo de comportamento que é observado nas praças e nas ruas da Europa Ocidental e nas ruas dos Estados Unidos.

Semelhantemente, os órgãos de informação têm ressalvados incidentes onde pessoas LGBT têm sido vítimas de violência sem ressalvar (ao mesmo tempo) que a maior parte dos manifestantes junto ao parlamento Russo eram a favor da lei, e que a violência em nada estava relacionada com os os desejos da maioria dos manifestantes Russos.

A lei que proíbe a promoção do homossexualismo entre as crianças simplesmente codifica o sentimento Russo de proteger os interesses das suas crianças, e não o não-existente interesse em perseguir os homossexuais. A realidade dos factos é que o homossexualismo está associado a uma incidência 20 vezes superior de contágio com o vírus HIV, bem como a outras estatísticas em torno da saúde deficitária, tais como maior incidência de consumo de drogas e álcool, depressão e até suicídio. 

Com dados médicos como estes, não é de admirar que os Russos queiram proteger as suas crianças de enveredar por um estilo de vida com tais consequências médicas nefastas. O que ainda permanece por averiguar é o motivo que leva os média do Ocidente a ficar em tal estado de revolta.



segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Os bancos de sangue e a irresponsabilidade dos activistas homossexuais


A ACLU [American Civil LIberties Union] está a processar Estados americanos estratégicos como forma de remover a proibição médica em torno da doação de sangue e plasma por parte de homossexuais activos. Parece que para a ACLU não importa que há apenas 30 anos atrás, nos primeiros dias da SIDA, milhares de mulheres, crianças e homens inocentes tenham morrido de SIDA devido a transfusões de sangue contaminado. Dezenas de funcionários médicos dos centros de doação de sangue contraíram a doença devido ao seu contacto com sangue contaminado.

Os activistas homossexuais conseguiram de modo eficaz suprimir o facto do HIV e da sífilis estar em crescimento junto da comunidade homossexual masculina americana. Comparando 2008 com 2010, o número de novos contágios do vírus HIV entre os homossexuais aumentou 12% - de 26,700 em 2008 para 29,800 em 2010 - com um aumento de 22% entre os homossexuais com idades entre 14 aos 24 - de 7,200 em 2008 para 8,800 em 2010. Embora os homossexuais sejam apenas 7% da população masculina dos EUA, em 2010 os homens homossexuais constituíam 78% dos novos contágios com o HIV entre a população masculina (http://www.cdc.gov/hiv/statistics/surveillance/incidence/). 

Os homossexuais não practicam o "sexo seguro" por dois motivos.

  • Primeiro, tal como eu ouvi da boca dum prostituto homossexual, "não é divertido".
  • Segundo, o sexo homossexual depende da emoção e da sensação - eles atingem o clímax com os excessos e os extremos. 

Os "cruzeiros" homossexuais estão intimamente ligados às actividades de risco. Não é lógico acreditar que alguém que "snifa" [ingerir drogas através do nariz] metanfetamina e usa "adereços" para ter sexo anal com estranhos durante 2-3 dias de farra irá parar e perguntar, "Desculpa-me, mas posso ver o teu último resultado ao teste do HIV?", ou "dá-me só um momento enquanto eu troco este preservativo que se rompeu". 


Em Agosto último, e como resposta ao facto da indústria da pornografia da Califórnia ter sido fechada 3 vezes desde 2010 (devido à presença da sífilis e do HIV) - e apesar dos testes semanais obrigatórios - a "AIDS HEALTHCARE FOUNDATION" anunciou que "a auto-policiação e os testes por si só não funcionam". 

Segundo o "Los Angeles County Department of Public Health" (LADPH), as pessoas que trabalham [sic] na indústria dos filmes adultos são dez vezes mais susceptíveis de contrair uma DST do que membros da população geral.

E isto, note-se, apesar dos testes constantes. É virtualmente impossível suster um "estilo de vida" sodomita promíscuo "sem riscos".

A 'Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD)' encontra-se a lidar com as campanhas publicitárias. Eventos, multidões e demonstrações: o típico gerar de  não-eventos para os média como forma de saturar a televisão, a rádio e a imprensa.

Normalmente, a GLAAD caracteriza os homossexuais como mártires; ao questionarmos a sua doação de sangue, estamos a insultá-los, a marcá-los com uma "letra escarlate", a queimá-los na estaca, etc, etc, etc, etc. Vejam este pequeno vídeo em torno da motivação dos activistas homossexuais para doar o sangue homossexual:


Este vídeo é típico da "justiça social" do gayzismo onde a "igualdade" significa que todos nós tenhamos que partilhar o risco da roleta Russa que é o "estilo de vida homossexual". 

Serei acusado de difamação por afirmar isto, mas existem pessoas junto da elite da ACLU e da GLAAD cuja agenda é colocar a taxa de infecção dos heterossexuais ao mesmo nível da taxa de infecção existente junto da comunidade homossexual. Esta é a forma exacta de levar esta agenda avante.

Como é que tu te podes proteger e proteger os teus filhos dos riscos que podem existir numa transfusão levada a cabo numa instituição de emergência médica? Fala com os bancos de sangue locais e  organiza as coisas de modo a que possas doar o teu próprio sangue para teu uso futuro. 

Conclusão:


Pessoas inocentes serão infectadas com sangue contaminado, e isso também será suprimido pelos média.
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Relatório Médico Canadiano revela os perigos do homossexualismo

Um grupo de médicos apresentou evidências científicas perante os parlamentares Canadianos que demonstram como o pseudo-casamento homoerótico é um risco para saúde dos Canadianos. O seu documento amplamente suportado por referências científicas, e com o título de “Gay Marriage and Homosexuality, Some Medical Comments” [Casamento Gay e o Homossexualismo, Alguns Comentários Médicos], avisa que a nova lei irá normalizar ainda mais o sexo homossexual, e que, devido às escolhas sexual de risco, esta comportamento que já causou o aumento sério dos problemas de saúde bem como o aumento dos custos associados ao homossexualismo.

O documento, assinado por médicos de diferentes disciplinas (desde a medicina familiar, passando pela dermatologia e neurologia), avisa que a práctica do sexo anal, tal como é levada a cabo pela maioria dos homens homossexuais, tem várias doenças médicas associadas a ela - "muitas delas raras ou desconhecidas junto da população heterossexual" - tais como o cancro anal, Chlamydia trachomatis, Cryptosporidium, Giardia lamblia, Herpes simplex vírus, o HIV, o vírus papiloma Humano, Isospora belli, Microsporidia, gonorreia, sífilis, hepatites B e C e outras.

Os médicos que falaram com a LifeSiteNews. alertaram também para o facto desta práctica sexual perigosa se estar a propagar junto da comunidade heterossexual. “Há um aumento significativo no risco de se contrair o HIV quando se participa no sexo anal," avisa o artigo. O mesmo cita estudos que indicam que "quando comparados com os jovens que nunca practicavam o sexo anal, os jovens homossexuais com idades compreendidas entre os 15 e os 22 tinham 5 vezes mais probabilidades de contrair o HIV.”

O documento ressalva também que "Mais de 70% de todos os novos casos de SIDA diagnosticados no Canadá entre os adultos com idade superior as 15 anos, e até 2004, ocorreram entre os homens homossexuais ((13,019 casos entre os 19,238 no total).”

O documento avisa também o seguinte:

Qualquer tentativa de se legalizar o casamento [sic] homsossexual deve levar em conta a ligação que existe entre a pedofilia e o homossexualismo. Embora a maioria dos homossexuais não se envolve na pedofilia, o facto de existir um desproporcional número homossexuais entre os pedófilos, e de existir uma convergência entre o movimento homossexual e o movimento que visa tornar a pedofilia aceitável é um dado a levar em conta.

Os médicos citam o "Journal of Homosexuality" demonstrando uma sobreposição entre o activismo homossexual e os promotores da pedofilia. Mais ainda, o artigo cita estudos profissionais demonstrando que "o número de homossexuais em essencialmente todos os estudos é menos do que 3%," mas "a percentagem de homossexuais entre os pedófilos é de 25%." O artigo conclui:

Portanto, a presença da pedofilia entre os homossexuais é 10 a 25 vezes superior do que seria de esperar se a proporção de pedófilos estivesse uniformemente distribuída dentro da população (heterossexual e homossexual).

Os autores do relatório são John Shea,MD, FRCP (C), Radiologista; John K. Wilson MD, FRCP (C), Cardiologista; Paul Ranalli MD, FRCP (C), Neurologista; Christina Paulaitis MD, CCFP, Médica Familiar; Luigi Castagna.

Fonte

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Uma vez que quem está envolvido no auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual se encontra mais susceptível de contrair DSTs, é perfeitamente lógico afirmar que, quem promove o homossexualismo na sociedade, ignora por completo o que a Medicina diz.

sábado, 26 de janeiro de 2013

A SIDA e os jovens homossexuais


O Washington Times reporta a mais recente informação em torno da transmissão da SIDA (ano: 2010) proveniente do "Centers for Disease Control" (CDC)  onde se pode apurar que o comportamento homossexual continua a ser a fonte de transmissão vastamente prevalecente, embora os homossexuais sejam apenas cerca de 2.9% da população total.
Os adolescentes e os jovens adultos constituem actualmente mais de um quarto dos novos casos identificados de HIV anualmente nos EUA, e uma larga maioria envolve homossexuais jovens ou homens bissexuais (...).
Dos cerca de 48,000 novos casos de HIV identificados nos Estados Unidos durante o ano de 2010 - o último ano onde existem dados completos - mais de 12,000 dos casos envolvia adolescentes e jovens adultos (...). Segundo o relatório da CDC, cerca de 72 porcento dos novos casos de HIV nos jovens adultos e nos homens jovens ocorreram entre homossexuais e bissexuais.
Será que os activistas homossexuais, bem como os outros esquerdistas, finalmente se apercebem da necessidade de por término a este comportamento, para além da necessidade de encorajar os outros a não enveredar pelo mesmo?  Ah, claro que não. Esta foi a forma como eles se manifestaram depois da Medicina mostrar que a SIDA está fortemente associada ao comportamento homossexual masculino:
Um grupo de sete activistas - quatro homens e três mulheres - apareceram junto do escritório de John Boehner (House Speaker) e despiram-se como forma de protestar contra o corte nos programas da SIDA. A polícia da Capitol Hill prendeu alguns dos protestantes (que tinham pintado no seu corpo palavras tais como "Cortes na SIDA matam!" Boehner, Republicano do Ohio, não se encontrava presente no seu escritório na altura.
Como é normal, os esquerdistas vivem em negação. Vejam a sua forma de "pensar": Quando um comportamento torna a pessoa mais susceptível de contrair uma doença, a resposta, segundo eles, NÃO É parar com esse comportamento, mas sim exigir mais dinheiro dos contribuintes de modo a que sejam levadas a cabo pesquisas em curas elusivas que no futuro podem salvar as pessoas das consequências do seu própriocomportamento auto-destrutivo. 

Quão previsíveis os esquerdistas são. Enquanto isso, as mortes e o sofrimento prosseguem.

Isto é o que o esquerdista qualifica de "compaixão": empurrar jovens para um comportamento sexual que a Medicina declara ser auto-destrutivo. É por estas e por outras (isto é, para o bem dos homossexuais) que é fundamental mostrar como o activismo homossexual é prejudicial para os homossexuais.

O salário do pecado é a morte.

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