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domingo, 17 de março de 2013

Esmagadora maioria dos russos é contra o gayzismo

A organização russa de sondagens Levada Center realizou uma pesquisa para descobrir a atitude dos cidadãos da Rússia para com reformas e inovações. Descobriu-se que a maioria dos russos são conservadores. 

Por exemplo, 85% dos cidadãos votaram contra a legalização de casamentos homossexuais [sic] no país, e 87%, contra paradas de orgulho gay. Os russos também desaprovam de mudanças de nomes de cidades, da extensão do prazo do serviço militar e dos aumentos de impostos.
Além disso, 70% dos russos apoiam a reintrodução de um uniforme escolar único, cujo uso foi abolido em 1992.

Fonte
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A verdade dos factos é que é a maioria da humanidade sente algum tipo de repulsa pelo homossexualismo (e NÃO pelos homossexuais). O que se passa é que no ocidente, ao contrário da Rússia e do mundo islâmico, nós temos policias do pensamento que punem severamente quem se atreva a dizer que não acha normal e natural um homem ter atracção sexual pelo ânus de outro homem.

Os gayzistas podem obter "vitórias" políticas e concessões sociais, mas a verdade dos factos é que a humanidade sempre vai olhar para o homossexualismo com desdém.


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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Cuidado com os presentes de Natal

É-nos dito:
A "National Union of Students" da Grã-Bretanha está a preparar cartões de Natal onde se lê  "Vi o Papá a Beijar o Pai Natal" para enviá-los ao Primeiro Ministro como forma de o encorajar a avançar com a legislação em torno da igualdade no casamento.
Já existe igualdade no casamento visto que nenhum ser humano está legalmente impedido de casar com alguém do sexo oposto.
A campanha está a disponibilizar os e-cards aos estudantes que queiram mostrar o seu apoio ao casamento [sic] homossexual perante David Cameron de uma forma divertida e festiva.
Porque nada revela melhor o espirito de Natal do que dois homens a beijarem-se.
"Estamos muito contentes em ver estudantes a envolverem-se e a afirmar ao governo que estamos cansados de esperar pela igualdade no casamento," afirmou Finn McGoldrick. (NUS LGBT).
"Isto é importante porque estar separado não é igualdade, e os estudantes lgbt sabem que eles têm o direito à igualdade. Esta campanha é diferente porque parte de baixo para cima," acrescentou Finn.
"Chega de empatar, sr Cameron. Tudo o que queremos para o Natal é o voto em torno da igualdade matrimonial!"
Como nós já sabemos, aquilo que os activistas homossexuais querem nem sempre é o que os homossexuais querem.




quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Evidência da natureza política do "casamento" homossexual

Os homossexuais encontram-se indiferentes aos esforços de David Cameron em favor do "casamento" homossexual, com apenas 4 em cada 10 homossexuais a acreditar que tal questão é prioritária para a sua comunidade.

Para além disto, existe um grande cepticismo em torno dos motivos do Primeiro Ministro, com metade deles a afirmar que ele apenas quer prolongar a definição de casamento de modo a que esta englobe o homossexualismo como forma de "dar uma imagem mais compassiva ao seu partido, e não porque ele tem convicções alinhadas com as suas propostas".

A esmagadora apatia em torno do "casamento" homossexual foi revelada na primeira votação online junto da comunidade LGBT em torno deste assunto. Pouco mais de 1/4 - 27% - afirmou que se "casaria" se a lei permitisse, 1% mais que o número de votantes que afirmou enveredar pela via da união civil - introduzida pelo partido Labour quando este se encontrava no poder.

Os resultados desta votação são uma desilusão enorme para o Primeiro Ministro, que está a defender o "casamento" homossexual de forma agressiva.

A pesquisa apurou que menos de metade dos inquiridos acredita no argumento do grupo activista homossexual Stonewall quando este afirma que a distinção legal entre a união civil e o casamento "perpetua a discriminação". Mais de um quarto - 26% - acredita que não há necessidade de alterar a lei porque a união civil já dá aos homossexuais os mesmos direitos. 

Cerca de 72% acredita que "o casamento centra-se mais no amor entre duas pessoas do que em educar crianças".

Estes dados espelham os comentários feitos pelo ex-Secretário da Cultura do partido Labour, Ben Bradshaw, quando este afirmou que o "casamento" homossexual não é uma prioridade para a maior parte das pessoas. Bradshaw, que se encontra numa parceria civil, disse que David Cameron estava apenas a "fazer jogos politicos" em torno do assunto à medida que ele tenta "arrastar os Conservadores para o mundo moderno pontapeando e gritando".

O Dr Austen Ivereigh, director do grupo Catholic Voices, que comissionou a sondagem, afirmou:

Pedimos à ComRes que levasse a cabo esta pesquisa importante porque sabiamos que as pessoas estavam descontentes com os planos do Governo de redefinir o casamento. O que ela (a pesquisa) mostra é que, para os homossexuais, este assunto está muito longe de ser algo que envolva os direitos humanos, igualdade ou discriminação

Os homossexuais não olham para o "casamento" como uma prioridade, colocando, no seu lugar, mais entusiasmo nas uniões civis que dão as mesmas vantagens legais
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Ele disse que os números mostram como poucas pessoas seriam beneficiadas caso esta lei fosse oficializada. 

Não só o Governo não tem o mandato para esta medida pouco popular, como parece haver muito pouco entusiasmo junto daqueles que supostamente seriam beneficiados. Os números não mentem. 

Esta iniciativa é puramente política, sem qualquer apoio popular, mas mesmo assim terá consequências de longo alcance no estatuto legal do casamento.

Colin Hart, da Coalition for Marriage (C4M), que representa MPs (Membros do Parlamento), activistas e grupos religiosos, disse:

Esta sondagem confirma mais uma vez que apenas um pequeno grupo de pessoas está a forçar o governo a redefinir o casamento. Mesmo junto da comunidade gay, não existe maioria em torno de quem pensa que isto é uma prioridade. O cepticismo da comunidade homossexual em torno dos motivos do PM (Cameron) ecoa o ponto de vista da população no geral. 

Ben Bradshaw estava coberto de razão quando descreveu estes planos como nada mais que "jogos políticos". O Governo deveria colocar de parte estas propostas, que são profundamente pouco democráticas, e que nunca foram sujeitas à vontade do povo Britânico.
 
Mais de 543,000 pessoas assinaram uma petição da C4M que se opõe a qualquer tipo de redefinição do casamento.  


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Fica mais uma vez confirmado o que é por demais aparente: o avanço da agenda gay em nada está relacionada com os anseios e desejos da dita comunidade, mas sim com o que uma elite pensa que é o caminho a seguir. Como diz o homossexual Bradshaw, o "casamento" homossexual é puro jogo político.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pervertendo a lei para agradar 1,5% da população

Apenas 1 em cada 66 britânicos se identifica como homossexual ou bissexual, números que se encontram  em oposição à estimativa amplamente aceite de que 10% da população é homossexual, e aos 6% estimados por Whitehall quando a legislação em favor das uniões civis foi escrita em 2003.

A pesquisa da "Office of National Statistics" [ONS] apurou que 1,5% dos homens define-se como homossexual, 0,7% das mulheres define-se como lésbica, e 0,4% das pessoas identificam-se como bissexuais.

A percentagem da população homossexual - um assunto muito sensível entre os activistas homossexuais e os seus opositores - tem permanecido virtualmente igual desde que a ONS começou a fazer pesquisas em larga escala, há 3 anos atrás.

Os grupos que defendem a preservação do casamento natural não só afirmam que estes dados revelam que a população homossexual é "ínfima", como questionam os planos de David Cameron para mudar a lei. No entanto, os activistas homossexuais membros do grupo Stonewall afirmaram que os métodos de pesquisa da ONS foram "ineficientes" e que os 6% permanecem uma "estimativa ajustada".

A contagem oficial da identidade sexual foi feita pela "Integrated Household Survey", que questionou 350,000 pessoas. Os 1,5% dos homens que se afirmam como homossexuais comparam-se aos 1,3% de 2010, ao mesmo tempo que as 0,7% das mulheres que se declararam lésbicas comparam-se aos 0.6% de 2010. A população heterossexual, registada como 94.2% da população em 2010, é 93.9% este ano.

O número de pessoas que se recusou a responder ou que afirmou não saber subiu de 3,2% em 2010 para 3,6%.  De modo geral, 1,5% da população britânica declarou ser lésbica, gay ou bissexual. A percentagem mais baixa de homossexuais (1,1%) no Este da Inglaterra.

Estes números chegam no momento exacto em que Cameron se encontra determinado em introduzir leis que permitam o "casamento" homossexual no registo civil mas não nas igrejas.

O grupo "Christian Institute" afirmou que os números da ONS significam que o Primeiro Ministro tem planos para revolucionar as leis do casamento como forma de satisfazer um pequeno segmento da sociedade. O porta-voz Mike Judge disse:

É surpreendente que uma alteração desta magnitude esteja a ser feita em favor duma proporção tão pequena da sociedade.

Mas o líder do grupo homossexual Ben Summerskill disse que "as pessoas não estavam a responder as questões de forma verdadeira":

Existem muitas boas razões para se obter números fidedignos. Por exemplo, Brighton não precisa de  tantas escolas primárias como Shrewsbury, porque há muitos homossexuais em Brighton e embora alguns tenham filhos [sic], eles são mais  susceptíveis de ter menos filhos. Este assunto centra-se no acesso às verbas públicas.Nós achamos que os 6%, número que a "Treasury" tem usado há já algum tempo, é uma estimativa ajustada.

Fonte

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Obviamente que quem acompanha a agenda marxista sabe que quem promove o "casamento" homossexual não o faz porque a população homossexual no seu todo realmente quer "casar", mas sim porque o efeito social que a normalização do homossexualismo causará na sociedade é benéfico para o esquerdismo; quanto mais fraca for a instituição do casamento natural, mais forte será a influência do governo na vida do cidadão comum.

Portanto, sempre que um governo introduz legislação para o "casamento" homossexual, o que ele realmente está a fazer é por em práctica um determinado tipo de leis que visam o aumento da área de influência das autoridades governamentais.

Um das coisas que os engenheiros sociais têm que levar a cabo para que o casamento natural seja destruído é alargar a sua definição até que essa instituição perca todo o seu significado. Por enquanto, isso implica a destruição da distinção sexual entre os conjugues. Mais tarde, o número de pessoas no "casamento" vai ser destruído, e por fim, o casamento nem terá mais que ser entre seres humanos.

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Americanos não se deixaram enganar (desta vez)

A maioria dos americanos pensa defende que o Presidente americano Barack Obama se declarou a favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por cálculo político e não por convicção, revela uma sondagem publicada esta terça-feira.

Obama anunciou na semana passada que, pessoalmente, apoiava o "casamento" homossexual, tornando-se no primeiro Presidente dos Estados Unidos em exercício a adoptar esta posição sobre um tema social potencialmente explosivo, a seis meses da eleição presidencial.

Obama disse o que disse por “razões políticas” ou porque defende verdadeiramente aquilo que disse? 67% dos inquiridos responderam que foi por razões políticas, refere a sondagem New York Times/CBS News.

Seja como for, apenas 16% dos inquiridos referiram que estariam mais predispostos a votar em Obama depois do seu apoio ao casamento gay, e 26% disseram que estariam menos dispostos a votar no candidato democrata depois desta sua tomada de posição.

Apenas 7% dos inquiridos consideram que a questão do casamento gay era a mais importante para eles, sendo que a economia e o emprego estão no topo das prioridades para 62% dos eleitores americanos.

Fonte

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Aparentemente a declaração do Obama não apanhou ninguém de surpresa.

A esquerdalha portuguesa pode lançar foguetes e fazer a festa, mas a verdade dos factos é que apoiar o homossexualismo nos EUA é uma forma bem rápida de perder votos. Uma evidência para isto é o facto do "casamento" homossexualista ter sido submetido a consulta popular em 32 estados americanos, e as maiorias dos mesmos terem afirmado de modo claro que o casamento é 1 homem + 1 mulher.

domingo, 22 de abril de 2012

86% dos russos apoia leis que protegem o público (especialmente as crianças) da propaganda homossexual


Uma proposta que visa ilegalizar a propaganda homossexualista, especialmente aquela dirigida às crianças, deparou-se com um apoio sobrepujante por parte do público russo. Uma sondagem levada a cabo pela agência estatal VTsIOM demonstrou que 86% dos 1,600 inquiridos apoia a proibição da promoção dos relacionamentos homossexuais.

Recentemente, o delegado da Federação Russa para a cimeira G8 recusou-se a defender uma declaração comum dos ministros presentes que incluía o grupo "lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros" na afirmação dos direitos humanos. Uma nota de rodapé dizia:

A Federação Russa desassocia-se da linguagem aqui fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.
Sergei Ryabkov, vice-ministro das Relações Exteriores russas, afirmou que "sob o pretexto de proteger as chamadas "minorias sexuais" existe, de facto, uma propaganda agressiva e uma imposição de certos comportamentos e valores que podem ser um insulto para a maioria da sociedade."

No entanto, 85% dos inquiridos de Moscovo e São Petersburgo, e 96% das zonas rurais - 94% no total - afirmou que nunca havia visto qualquer tipo de "propaganda gay". A pesquisa verificou que a forma principal que serve de fonte ao material de propaganda é a televisão, que representa 57% das instâncias. 80% dos sondados referiu-se ao ubíquo "culto da homossexualidade" nos média.

Em Março último, o governo da cidade de São Petersburgo gerou ultraje quando aprovou uma lei que bania a promoção das relações homossexuais e da pedofilia junto dos menores. Activistas nacionais e internacionais apelaram ao boicote de São Petersburgo (ponto popular de turismo) como destino de viagem.

Uma lei similar foi entretanto introduzida no parlamento federal e a agência noticiosa RIA afirmou que oficiais da cidade de Moscovo afirmaram esta semana que a capital está também a considerar banir a promoção da sodomia.

O repórter do Washington Post Michael Birnbaum afirma que, durante as recentes eleições nacionais, um sentimento anti-ocidente, incluindo fortes críticas à cultura homossexual e a sua aceitação geral, fizeram presença regular na retórica eleitoral.

São Petersburgo impõe multas equivalentes a $17,000 por disseminar "propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo ou transgenarismo entre menores." Isto inclui "informação que forma concepções erradas de equivalência social das relações matrimoniais tradicionais e não-tradicionais."

Estas leis estão destinadas a ter aceitação popular num país onde uma sondagem de 2010 verificou que 74% dos russos afirma que os homossexuais são "moralmente dissolutos ou deficientes" e acredita que a homossexualismo é "um desvio mental amoral."

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A rejeição popular do gayzismo por parte dos russos demonstra de certa forma o porquê do lobby gayzista evitar consultas e referendos populares a medidas que eles tentam impôr à sociedade. A gaystapo está bem ciente que o seu comportamento sexual é repulsivo para a maioria da população, e como tal, eles circum-navegam à volta do que a população quer para si e para os seus filhos, e fazem lobby político junto da elite - elite esta que está sempre desejosa de alargar o seu poder sobre as massas.

É esta união entre a elite ocidental e os activistas homossexuais - e não a maior aceitação da sodomia por parte da população ocidental - que explica o avanço do gayzismo no mundo ocidental.

Um exemplo ilustrativo deste ponto é a resistência que o lobby gayzista inglês (unidos ao "conservador" Cameron) está a ter em artificialmente colocar a sodomia e o lesbianismo como prácticas sexuais idênticas à heterossexualidade; o chamado "casamento" homossexual está a ser rejeitado pela maioria da população inglesa - isto num país onde as leis punem um casal cristão, que por ser cristão, não pode adoptar uma criança, mas onde as duplas homossexuais já podem.

Outra coisa que convém ressalvar é que se a elite russa visse utilidade do gayzismo, eles fariam o mesmo que os políticos ocidentais; no entanto, como eles (os políticos) já controlam o povo com uma semi-ditadura, o gayzismo é-lhes totalmente desnecessário.

O mesmo vai acontecer no ocidente: enquanto não estivermos a viver sob um tipo de "política" análoga à russa (ou norte-coreana), os políticos darão todo o seu apoio ao gayzismo e às leis da "igualdade" ou "identidade sexual". Quando os políticos tiverem por fim um controle ditatorial sobre a população, os planos dos activistas homossexuais serão colocados em segundo plano - ou mesmo censurados como o são na Rússia.

Resumindo:

O gayzismo nada mais é que manobra política esquerdista e não algo que tenha a ver com genuína preocupação com a comunidade LGBT. Isto é feito notório pelo facto dos grandes gayzistas ocidentais estarem totalmente silenciosos perante a genuína homofobia que existe nos países islâmicos - onde os homossexuais são publicamente enforcados por serem homossexuais.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Maior parte dos ingleses ainda se opõem ao gaysamento

Mesmo depois de anos de indoutrinação forçada, os activistas sodomitas não conseguem remover a natural aversão que todo o ser humano tem em relação às suas prácticas sexuais.

A maior parte dos ingleses não só ainda se opõem ao gaysamento ["casamento" homossexual] como se opõem à adopção de crianças por parte de sodomitas e lésbicas. Mais de metade acredita que os "casamentos" homossexuais não deveriam ser permitidos e 2/3 acha que a adopção de crianças por parte de sodomitas e lésbicas não se deveria ter tornado legal há 9 anos atrás.

Estes dados provenientes do "Office for National Statistics" sugerem que os planos da Coligação em elevar o estatuto das parcerias civis - de modo a que os homossexuais se possam descrever como "casados" - pode-se tornar impopular.

Lynne Featherstone - ministra da Igualdade - afirmou na semana passada que negar o "casamento" a sodomitas e lésbicas era "injusto".

Mas os dados recolhidos pelo ONS mostra que os britânicos ainda se agarram aos seus valores conservadores, e sugerem que as alegações da senhora Featherstone - de que a Grã-Bretanha é líder mundial no que toca os direitos dos homossexuais - aplica-se apenas a uma minoria da população.

Claro que os activistas homossexuais sabem muito bem que a sua versão de "normalidade sexual" não é subscrita pela maioria da população. É precisamente por isso que o gaysamento, quando é sujeito a consulta popular, é rejeitado. A única forma do mesmo ser imposto é por acção política.

A reportagem, baseado em fontes tais como as "Atitudes Sociais Britânicas" e pesquisadas pelo euro-barómetro da União Europeia, mostrou que apenas 45% dos britânicos concordam que o gaysamento seja permitido em toda a Europa. Ou seja, nem mesmo no país que supostamente é o "líder dos direitos do homossexuais" os activistas conseguem indoutrinar convencer a maioria.

A reportagem mostra também que os níveis de aprovação da adopção por parte de sodomitas e lésbicas são ainda menores.

Desde que os esquerdistas do Partido Trabalhista criaram o "Sexual Orientation Regulations" pelo menos 10 agências de adopção Católicas desistiram de tentar encontrar famílias para as crianças uma vez que a lei força-os a considerar entregar crianças a sodomitas e a lésbicas.

A lei, no entanto, está em contradição com a opinião da maioria, segundo os dados da ONS. Na Grã-Bretanha, o suporte pela adopção por parte de homossexuais centra-se nos míseros 33% - com 2/3 a ser contra.

-Fonte-


Claro que estes dados de nada servem para a esquerda política e para os activistas homossexuais uma vez que a sua existência depende de ignorar a vontade da maioria. O mesmo ocorreu em Portugal, onde a destruição da definição do casamento foi legalizada por parte de políticos sem respeito pela opinião da maioria.

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