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domingo, 30 de junho de 2013

Obama tenta exportar o gayzismo para África

Barack Obama louvou a decisão do Tribunal Supremo dos EUA em torno do pseudo-casamento homoerótico, qualificando-a de uma "vitória para a democracia americana", mas entrou em rota de colisão com os seus anfitriões Africanos em torno dos "direitos" dos homossexuais, num sinal claro de que o movimento homossexual, apesar de ter tomado conta da elite (e não da população geral) no Ocidente, ainda é (felizmente) rejeitado no resto do mundo (especialmente em África).

Obama afirmou que o reconhecimento das "uniões" homossexuais nos EUA deveria se expandir para além dos estados individuais e que os "direitos iguais" deveriam ser reconhecidos universalmente. Falando durante a viagem para o Senegal, um dos muitos países que proíbe o homossexualismo, esta foi a primeira vez que Obama se debruçou em torno do assunto depois da decisão do Supremo Tribunal Americano.

O presidente senegalês Macky Sall rejeitou o apelo de Obama em torno da concessão de "direitos iguais" aos olhos da lei e afirmou que "Ainda não estamos prontos para descriminalizar o homossexualismo", embora tenha insistido que o país é "muito tolerante" e que precisa de mais tempo para digerir este assunto sem qualquer tipo de pressão. Sall disse ainda que "Isto não significa que nós sejamos homofóbicos."

Obama, por seu lado, disse que "As pessoas deveriam ser tratadas de igual forma, e que esse é um princípio que se aplica universalmente".

Como um gayzista profissional que é, Obama deliberadamente confunde a pessoa com o seu comportamento. O facto dum país criminalizar um comporto sexual auto-destrutivo não significa que os direitos da pessoa estejam a ser limitados. O que está a ser limitado é um comportamento anti-natural (homossexualismo) e não um direito inerente à condição humana.

Um relatório emitido na Segunda Feira pela Amnistia Internacional  revelou que 38 países Africanos criminalizam o homossexualismo. Em quatro desses 38 países - Mauritânia, norte da Nigéria, sul da Somália e Sudão - o castigo é a morte.

Como é normal, as leis contra o auto-destrutivo comportamento homossexual têm um largo apoio público. (É por isso que os activistas tentam a todo o custo evitar a consulta popular em torno do seu pseudo-casamento homoerótico). Em Junho último uma pesquisa levada a cabo pela Pew Research Center apurou que 9 eem cada 10 inquiridos do Senegal, do Quénia, do Gana, do Uganda e da Nigéria acredita que o homossexualismo não deveria ser aceite pela sociedade.

Papi Nbodj, estudante de 19 anos que se encontrava numa das ruas pela qual Obama passou a caminho para o palácio presidencial, afirmou que o homossexualismo é contra as crenças da maior parte do Senegal:
Vivemos num país muçulmano, e certamente que não podemos permitir isso por aqui. A título pessoal, posso dizer que isso não deveria ser permitido em lugar algum do mundo.

Fonte
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Seria interessante ver o Obama a adoptar este discurso dos "direitos humanos" adquiridos via anal junto de páises islâmicos...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rússia ameaça proibir adopção para países que adoptam "união" gay

A Rússia ameaça modificar os acordos de adopção com os países que autorizam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, afirmou o presidente russo Vladimir Putin, três dias depois da França legalizar o matrimónio [sic] homossexual.

"Considero que temos o direito de fazer modificações. Devemos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor", declarou Putin, durante um encontro com deputados em que destacou as "tradições culturais e as normas éticas" da Rússia.

O Parlamento russo provocou polêmica recentemente ao proibir a adopção de crianças russas por famílias americanas. A lei foi aprovada, em parte, como represália por uma legislação relativa aos direitos humanos adotada pelo Congresso americano.

A Rússia descriminalizou o homossexualismo em 1993 e oficialmente o eliminou da lista de transtornos psiquiátricos em 1999. Mas a homofobia ainda é muito forte no país e quase nenhuma personalidade pública admitiu ser gay.

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Tempos terríveis os nossos onde um dos países que mais luta contra a ditadura gay (no seu país) seja o mesmo país que deu apoio a essa ideologia nos outros países.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Eles podem dizer estas piadas

Como ambos são sodomitas, este tipo de piadas não são levadas a mal. No entanto, se um homem com sexualidade normal diz exactamente o mesmo tipo de piada, ele é qualificado de "homofóbico".

A dualidade de critérios é gritante.


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nem os mortos respeitam

O primeiro presidente homossexual americano resolveu usar a Casa Branca como palco para uma parada homossexual. Segundo sei, houve até uma proposta de "casamento" dentro da Casa Branca.

Mas o mais nojento não foi o uso dum lugar como a Casa Branca para a promoção do homossexualismo, mas a forma como alguns activistas homossexuais resolveram "homenagear" a memória de Ronald Reagan. Sem dúvidas que os activistas homossexuais são pessoas de classe.

Não se esqueçam: estes é que são os "oprimidos".

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Americanos não se deixaram enganar (desta vez)

A maioria dos americanos pensa defende que o Presidente americano Barack Obama se declarou a favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por cálculo político e não por convicção, revela uma sondagem publicada esta terça-feira.

Obama anunciou na semana passada que, pessoalmente, apoiava o "casamento" homossexual, tornando-se no primeiro Presidente dos Estados Unidos em exercício a adoptar esta posição sobre um tema social potencialmente explosivo, a seis meses da eleição presidencial.

Obama disse o que disse por “razões políticas” ou porque defende verdadeiramente aquilo que disse? 67% dos inquiridos responderam que foi por razões políticas, refere a sondagem New York Times/CBS News.

Seja como for, apenas 16% dos inquiridos referiram que estariam mais predispostos a votar em Obama depois do seu apoio ao casamento gay, e 26% disseram que estariam menos dispostos a votar no candidato democrata depois desta sua tomada de posição.

Apenas 7% dos inquiridos consideram que a questão do casamento gay era a mais importante para eles, sendo que a economia e o emprego estão no topo das prioridades para 62% dos eleitores americanos.

Fonte

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Aparentemente a declaração do Obama não apanhou ninguém de surpresa.

A esquerdalha portuguesa pode lançar foguetes e fazer a festa, mas a verdade dos factos é que apoiar o homossexualismo nos EUA é uma forma bem rápida de perder votos. Uma evidência para isto é o facto do "casamento" homossexualista ter sido submetido a consulta popular em 32 estados americanos, e as maiorias dos mesmos terem afirmado de modo claro que o casamento é 1 homem + 1 mulher.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

'Newsweek' apresenta Obama como 'primeiro presidente gay'

A edição da revista norte-americana 'Newsweek' que chega às bancas no dia 21 apresenta na capa Barack Obama como o "primeiro presidente gay". A fotografia do ocupante da Casa Branca tem sobreposta uma auréola com as cores do arco-íris, que simboliza a homossexualidade, dias depois de Obama ter afirmado numa entrevista que defende o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O tema de capa é um artigo assinado por Andrew Sullivan, colunista assumidamente homossexual, que vê nas palavras de Obama um marco na sociedade norte-americana.

A designação de Barack Obama como o "primeiro presidente gay" está longe de ser uma denúncia de homossexualidade do líder norte-americano, que é casado e tem duas filhas, surgindo como uma versão do cognome de "primeiro presidente negro" atribuída a Bill Clinton.

A 'Newsweek' procura conseguir pelo menos tanta atenção quanto a obtida pela concorrente 'Time', que pôs na capa uma criança com quase quatro anos a mamar nos seios da mãe.

Fonte

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Uma vez que várias vozes afirmam que Obama é mesmo homossexual, a Newsweek pode estar mais certa do que imagina.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Alexander Lukashenko: "É melhor ser ditador do que gay"


O Presidente da Bielorrússia diz que prefere ser ditador do que gay. A mensagem dirigiu-se ao Ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, que é assumidamente homossexual.

Alexander Lukashenko estava a criticar as sanções impostas pela União Europeia.

Os Ministros dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radoslaw Sikorski, e da Alemanha, Guido Westerwelle, lideraram a ofensiva diplomática e foram o alvo das críticas: "É histeria absoluta. Como pode ver, existem dois tipos de políticos hoje em dia. Um vive em Varsóvia e o outro em Berlim. Bem, temos o de Berlim, com o apoio de lésbicas e gays, gritando sobre a ditadura em Varsóvia…Quando eu ouvi aquilo, pensei: é melhor ser um ditador do que ser gay", disse Lukashenko.

Esta não é a primeira vez que Lukashenko faz comentários acerca da orientação sexual de Guido Westerwelle.

Em Fevereiro de 2011, aconselhou-o a levar uma vida normal e disse que não gostava de homossexuais.

Fonte

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