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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A Revolução Silenciosa

Por Mark Richardson

Sinto-me sempre deslocado quando se trata do assunto do casamento [sic] homossexual. Muitos Australianos acham que este tópico limita-se apenas a conferir um direito a um grupo de pessoas sem que com isso haja consequências negativas. Se tu és um desses Australianos, peço-te que leias o que se segue com mente aberta. Tiberge no blogue "Gallia Watch" traduziu parte dum debate que decorreu no senado Francês sobre a família. A França legalizou recentemente o casamento [sic] homossexual, apesar de considerável oposição pública. Agora, uma nova lei está a ser considerada - uma que irá promover uma "diversidade" de tipos de família.

O debate começa com um comentário de Dominique Bertinotti, Ministra para a Família do partido que se encontra no poder (Partido Socialista):

Estou convencida de que os esforços do senado serão rumo à consolidação deste avanço da igualdade. Esta lei faz parte da revolução silenciosa.
Ela declara abertamente no senado Francês de que o que está acontecer na França é uma "revolução silenciosa.". Ela não está a alegar que as coisas continuarão a ser tal como eram; em vez disso, é uma revolução que vem do topo feita por socialistas como ela.

Alain Gournac, do partido mais conservador UMP, lembra então à senadora as demonstrações populares maciças que estão a ser feitas em defesa da família tradicional por toda a França:
O silêncio de uma milhão de pessoas nas estradas!
Mas a legisladora socialista não vacila:
De agora em diante, a sexualidade fica dissociada da vida conjugal e da procriação.
Ela está a dizer que o casamento e os filhos não mais se baseiam nas duplas heterossexuais de marido e mulher. 

Outra senadora do Partido Socialista, Michelle Meunier, diz também:
Esta lei faz parte do slogan da nossa República. Ela permite que os homossexuais tenham uma família. Façamos aqui uma admissão: esta lei transporta a família para fora da fantasia "uma mãe, um pai, e uma criança"...
Ela classifica a família tradicional de "fantasia". O debate chegou a um ponto tal que a família tradicional é denegrida no senado Francês. Charles Revet, mais uma vez, membro do partido mais conservador UMP, pede permissão para declarar a sua oposição:
Não é uma fantasia. Mas o que é que você está a dizer?!!
Mas a senadora do Partido Socialista prossegue:
...porque a família nunca foi universal. Em todas as eras os pais trouxeram ao mundo crianças cuja responsabilidade eles não poderiam ou não queriam aceitar. Em todas as eras as crianças foram educadas por pessoas outras que não o pai e a mãe. Isto causa problemas à família "hetero-patriarcal-branca" idealizada que está cada vez mais longe da realidade. Como tal, a lei tem que se adaptar (...).
Mais uma vez, ela revela a sua hostilidade à família tradicional, que ela qualifica de família "hetero-patriarcal-branca", e declara que ela (a família) está gradualmente a afastar-se da realidade. Isto levou a que os senadores mais de direita reagissem com indignação aos seus comentários, mas isso não impediu que outra senadora esquerdista - Esther Benbassa - dos "Verdes" - continuasse com a mesma linha de pensamento:
Proteger a criança? Todos nós somos a favor disso! A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "paizinho-mãezinha-criança" é um modelo inútil que as famílias recompostas e as famílias monoparentais abandonaram há já algum tempo.
Ela declara que é "pura ideologia" a noção de que a criança precisa dum pai e duma mãe. Isto, com efeito, é a dissolução dos relacionamentos familiares. Se um homem, por exemplo, acredita que a sua presença na família é necessária, e ao abandoná-la ele causará danos à mulher e aos filhos, então é bem provável que ele permaneça e invista muito de si mesmo no seu papel de marido e no seu papel de pai. Ao mesmo tempo, se a esposa acredita que o papel do marido é necessário, tanto para ela mesma como para as crianças, ela é mais susceptível de agir de forma mante-lo dentro da família.

Mas assumamos que um homem realmente acredita no que Esther Benbassa disse no senado Francês, isto é, que a criança não precisa dum pai. Se isto é verdade, então porque é que um homem colocaria esforço algum na paternidade? Os seus filhos não precisam dele (pelo menos segundo os socialistas). Portanto, para quê se sacrificar pela família?

A lógica da nova família é o desinvestimento masculino na vida familiar. É bem possível que as socialistas intuitivamente se apercebam disso e recebam isto de bom grado nas suas tentativas de dissolver a família "hetero-patriarcal-branca". É bem possível que haja Franceses comuns que se apercebam do mesmo, o que explica as demonstrações em massa feitas contra as leis socialistas, e explica também os índices de aprovação abismais do Presidente Francês, Francois Hollande.

Parece-me que a única forma das coisas poderem funcionar na França é se houver uma divisão entre o que é oficialmente aprovado e o que as pessoas comuns pensam e acreditam. Se o governo toma como princípio a tese de que as famílias não precisam dum pai, mas os homens comuns forem de opinião contrária e afirmarem que o seu papel é significativo e necessário, então a sociedade pode-se manter unida.

Mas não há o perigo dos homens se deixarem influenciar com o passar do tempo com o que é classificado de "oficial" nos níveis mais elevados? Não há o risco dos homens se verem atraídos para uma cultura promovida pelo estado onde a presença dum pai dentro da família é tida como desnecessária?

* * * * * * * 
Respondendo à pergunta do Mark, sim, há esse perigo e nós já estamos a observar isso mesmo (isto é, homens a desistirem da paternidade e da vida matrimonial). O problema é que, embora a nível pessoal evitar de todo o casamento possa parecer (e até ser) "o menos mau" dentro da cultura ocidental sob a religião do feminismo e do esquerdismo, a nível social, uma cultura repleta de homens que não querem formar famílias, e de mulheres que não querem desempenhar o papel associado ao seu sexo (e não "género") é altamente prejudicial e até fatal para a cultura.
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao ataque à família

O governo socialista Francês colocou de parte os seus planos de actualizar a lei a familiar este ano depois duma fim de semana de protestos levados a cabo por conservadores contra as reformas pró-homossexualismo que eles (os conservadores) olham como um ataque à família tradicional. 

Na 2ª-Feira os governo tentou acalmar os protestantes, que chegaram a ser mais do que 100,000 em Paris e em Lyon no Domingo, de que  a nova lei não irá legalizar a procriação assistida  para as lésbicas ou barrigas de alugar para duplas gays que tivessem planos de ter filhos.

Mas quando os legisladores Socialistas insistiram que iriam modificar a proposta de lei de modo a incluir essas reformas, o governo anunciou que o esboço da lei - que iria também definir os direitos legais dos segundos casamentos - precisa de mais trabalho. Pessoas ligadas  ao primeiro ministro disseram:

O governo não irá submeter o projecto de reforma da família antes do final  do ano.

Os protestantes do passado Domingo, muitos Católicos mas também muçulmanos, aproveitaram-se do contínuo ressentimento contra a legalização do "casamento" homossexual como forma de pressionar o governo a não ir ainda mais além como forma de ajudar os homossexuais a ter as "suas" crianças.

As pessoas envolvidas no protesto acusarem o governo de "familio-fobia", e disseram também que as garantias do governo de que a lei familiar não iria incluir essas reformas eram mentiras. A lei Francesa só permite a reprodução assistida para casais com problemas de fertilidade. O recuo do governo mostrou que, com abaixa popularidade de Hollande e com o aproximar das eleições municipais, ele está desejoso de evitar conflitos com os cada vez mais frustrados eleitores do centro-direita.

Um dos assessores de Hollande disse aos jornalistas que a prioridade era, por sua vez, combater a taxa de desemprego com níveis recorde, e avançar com um esquema de redução de impostos com o propósito de colocar as companhias a contratar outra vez.

A decisão de Hollande de adiar a proposta de lei valeu-lhe criticas tanto da direita como da esquerda. Christian Jacob, líder parlamentar da oposição conservadora do partido UMP, não só disse que "o governo passou dum estado de desordem para um estado de pânico", como apelou que o governo colocasse totalmente de lado a lei familiar.

Por sua vez, Noel Mamere, deputado do Partido "Os Verdes", aliado dos Socialistas de Hollande, acusou o governo de ceder perante os "reaccionários", para além de ter afirmado que o adiamento da lei familiar "mostra a enorme fragilidade e vulnerabilidade deste governo"

Embora várias manifestações em massa do ano passado tenham falhado ao não impedirem a maioria Socialista de aprovar a lei em torno do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, o conflito mobilizou muitos Franceses da classe média que embora aceitando a união civil entre os homossexuais, afirmaram que o "casamento" homossexual avançou demais.

As famílias que se manifestaram na Domingo tiveram também o apoio de outros que se opuseram às novas lições escolares em torno da "igualdade de género" nas escolas primárias que eles afirmam irá causar confusão à identidade sexual das crianças aos lhes ser ensinada a assim-chamada "teoria do género". O Ministro do Interior aumentou ainda mais a sua raiva no Domingo passado ao associar estas famílias aos radicais da extrema-direita e aos anti-semitas que protestaram há uma semana.

Fonte

sábado, 5 de outubro de 2013

Alain Delon considera homossexualidade contra a natureza

Fonte

Actor francês de 77 anos diz que os homens existem "para amar as mulheres" e está a ser acusado de homofobia.

O actor francês Alain Delon gerou um coro de críticas em França ao manifestar-se contra os homossexuais no programa 'C à vous', da televisão France 5, ontem à noite.

Questionado pela apresentadora, Anne-Sophie Lapix, sobre o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, recentemente legalizado em França, o ator criticou a homossexualidade.

"É contra a natureza, desculpem", disse Delon. "Lamento dizê-lo, não tenho nada contra os gays, mas isso para mim é contra a natureza. Os homens existem para amar as mulheres, para as cortejarem, e não para dormirem com outros homens", acrescentou o ator francês de 77 anos.

Mais tarde, a apresentadora voltou a mencionar o assunto, dizendo que as palavras de Delon tinham "incendiado" críticas no Twitter e que até a filha do actor, Anouchka, que estava presente no programa, ficou surpresa. "Papá, tu não crês que a homossexualidade é contra a natureza, tu estás contra a adopção de crianças por parte de casais do mesmo sexo", reagiu a jovem de 22 anos.

"Sim, o que não quero é que adoptem, mas não vamos agora discutir isto horas e horas", concluiu o actor, que já conquistou um urso de ouro no festival de Berlim (veja um excerto do programa com as declarações de Delon, no YouTube).

Algumas horas depois, Anouchka Delon utilizou a sua conta na rede social Twitter para se afastar da opinião do pai. "As palavras do meu pai no programa só se referem a ele, não têm qualquer relação com as causas que eu defendo e com aquelas em que acredito", esclareceu.

Alain Delon, apelidado de 'James Dean francês', é um dos mais conhecidos atores franceses, tendo começado a notabilizar-se nos anos 60, quando interpretou 'Tom Ripley' no filme 'Purple Noon', baseado no romance da escritora Patricia Highsmith.

sábado, 21 de setembro de 2013

Só 600 “casamentos” homossexuais em três meses na França desanima socialistas


Passados três meses da entrada em vigor da lei que legalizou o casamento [sic] homossexual, apenas 600 “casamentos” foram realizados em toda a França, segundo dados das 50 maiores cidades do país, informou a rádio pública France Inter.

Desde o primeiro “casamento” sodomita celebrado em Montpellier com grande espalhafato midiático, 596 uniões semelhantes aconteceram em todo o país.

O número corresponde a apenas 1% dos casamentos registrados no período, acrescentou a rádio.
O jornal Le Monde acha que os homossexuais franceses estão intimidados pelas gigantescas manifestações populares contra esse “casamento”.

Apenas 1% em três meses é pouco, reconheceu a rádio do governo que impôs esse alardeado “casamento”.

É largamente afirmado, até por ativistas da agenda homossexual, que os LGBT não desejam casar pois preferem a frenética rotatividade de parceiros em que consomem sua vida.

O próprio ministro socialista de Educação Vincent Pellion, no entanto, se encarregou de esclarecer o fundo do assunto.

Para ele, leis como as de “casamento” homossexual visam enxotar o catolicismo da moral pública e instalar em seu lugar uma religião laica e ateia, que realize assim plenamente o sonho da Revolução Francesa de 1789. VEJA AS PALAVRAS DO MINISTRO PELLION


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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O Fiasco do Salão Homoerótico de Paris

Estavam previstos champanhe, suco de frutas e montanhas de salgadinhos, iguarias que as balconistas tiveram de consumir. 

Após dois dias do “Salão do ‘casamento’ homossexual” em Paris, os cerca de sessenta expositores só receberam 150 visitantes – exibicionistas em sua maior parte, descreveu “Le Figaro” de Paris.
O dinheiro! Devolvam o dinheiro!” – reclamavam no fim do domingo os encarregados dos stands enquanto os desmontavam.

Corredores desertos, balconistas entediados, seguranças apáticos foi tudo o que a reportagem do diário “Le Figaro” conseguiu ver.

Um vendedor de bijuterias do “Comptoir La Fayette” se queixava: “Levo quarenta anos neste ofício e jamais vi algo igual. Investi 30.000 euros e só vendi um par de alianças para um casal héteros!
Joana, que acabava de criar a sociedade organizadora de eventos Eden Day, acrescentava desolada: 
“Foi uma catástrofe! Foi meu primeiro salão e eu pensava ter uma boa partida. Apareceram no máximo cinco pessoas, e depois, falando com outros vendedores, compreendemos que com todos os casos foram os mesmos”.
Pior ainda, “pelas perguntas que faziam eu percebi que eles não pensavam em casar”, disse o vendedor de bijuterias. Todos notamos que uns casaizinhos de 20 anos ficavam girando somente para se fazerem flagrar pelos jornalistas”. 

"Foi um “fiasco total exclamava o DJ Emmanuel Attiach, do 1dream1event. “Prometeram-nos entre 5.000 e 7.000 pessoas! Onde estão os personagens VIP, como Manuel Valls [ministro do Interior]? Considerando-se a actualidade do tema do ‘casamento’ homossexual, é incrível ter tão poucos visitantes”.

Os empresários ainda não conseguiam se livrar da miragem da imprensa sobre a popularidade do movimento homossexual. A organizadora do Salão, Sandra Bibas, tentou colocar a culpa “nos temores existentes por causa dos homofóbicos”.

Ela mencionou uma “trintena de opositores ao ‘casamento’ homossexual’ que teriam tentado perturbar o salão”, mas os quais ninguém os viu, nem mesmo os seguranças do prédio de eventos.



Fonte
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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Rússia ameaça proibir adopção para países que adoptam "união" gay

A Rússia ameaça modificar os acordos de adopção com os países que autorizam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, afirmou o presidente russo Vladimir Putin, três dias depois da França legalizar o matrimónio [sic] homossexual.

"Considero que temos o direito de fazer modificações. Devemos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor", declarou Putin, durante um encontro com deputados em que destacou as "tradições culturais e as normas éticas" da Rússia.

O Parlamento russo provocou polêmica recentemente ao proibir a adopção de crianças russas por famílias americanas. A lei foi aprovada, em parte, como represália por uma legislação relativa aos direitos humanos adotada pelo Congresso americano.

A Rússia descriminalizou o homossexualismo em 1993 e oficialmente o eliminou da lista de transtornos psiquiátricos em 1999. Mas a homofobia ainda é muito forte no país e quase nenhuma personalidade pública admitiu ser gay.

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Tempos terríveis os nossos onde um dos países que mais luta contra a ditadura gay (no seu país) seja o mesmo país que deu apoio a essa ideologia nos outros países.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Não são os homossexuais franceses que querem o "casamento" homossexual

PARIS, 15 Jan. 13 / 01:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nathalie de Williencourt é uma lésbica francesa e uma das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França. À diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que a maioria de homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimónio nem a adopção de crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François Hollande de legalizar ambas práticas.

Em uma entrevista concedida no dia 11 de Janeiro ao site de notícias italiano Tempi.it, Nathalie assinalou que "o casal homossexual [sic] é diferente do heterossexual por um mero detalhe: não podemos dar origem à vida".

Williencourt afirmou com claridade: "sou francesa, sou homossexual, a maioria dos homossexuais não querem nem o matrimónio, nem a adopção de crianças, sobre tudo não desejamos ser tratados do mesmo modo que os heterossexuais porque somos diferentes, não queremos igualdade, mas justiça".

A líder gay assinalou ainda que os próprios homossexuais "acreditam que as crianças têm direito a ter um pai e uma mãe, possivelmente biológicos, que possivelmente se amem. Uma criança que nasce do fruto do amor de seu pai e de sua mãe tem o direito de sabê-lo. Se os casais homossexuais [sic]  adoptarem crianças que já estão privadas de seus pais biológicos, então (as crianças) estariam sem um pai e sem uma mãe pela segunda vez".

"Os casais heterossexuais estão esperando anos para poder adoptar uma criança, e corre-se o risco que muitos países não permitam mais adopções a cidadãos franceses se esta lei for passada, já que países como a China e outros da Ásia contam com procedimentos que excluem casais [sic] do mesmo sexo. Isto significaria fazer que a adoção por casais conformados por um homem e uma mulher seja ainda mais difíceis", acrescentou Williencourt.

A porta-voz do Homovox considerou logo que a família, constituída sobre o matrimónio entre um homem e uma mulher, é a base para a paz.

"A paz se constrói na família e para ter paz na família é necessário dar às crianças a imagem mais natural e mais segurança infunde para crescer e chegar a ser grande. Quer dizer, a composição clássica de homem e mulher".

Williencourt denunciou logo que "na França nos censuram (Homovox.com). Escuta-se sempre o lobby dos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) que sempre falam nos meios, mas a maior parte dos homossexuais estão irritados pelo facto de que esta organização faz lobby em nosso nome. Nós não votamos por eles para que nos representem".

Nathalie explicou que os membros do lobby gay já têm uma ferida em relação à sua própria homossexualidade "porque não a aceitam, reivindicam ser como os heterossexuais. Em vez disso nosso movimento reivindica que os homossexuais sejam tratados de modo distinto que os heterossexuais porque somos diferentes".

"Não podemos pedir igualdade para situações que são diferentes. Não é a igualdade o que é importante, mas a justiça. É uma desigualdade justa e uma igualdade injusta", precisou.

Sobre sua oposição e a de toda sua associação ao projeto de lei impulsionado pelo presidente Hollande, Nathalie Williencourt disse que "eu e meus amigos gays não podemos ser acusados de homofobia, por não permitir a lei".

O que solicitam, explicou, é "um diálogo entre Hollande e o povo, porque ele tinha prometido que não ia aprovar uma lei à força se os franceses não estavam de acordo. Esperemos que se abra o diálogo com os Estados Gerais sobre o matrimónio e um referendum para consultar todos os cidadãos deste tema".

Homovox é a associação que reúne a maioria de homossexuais na França. A associação foi uma das organizações gays que marcharam pelas ruas de Paris no dia 13 de janeiro junto a mais de um milhão de pessoas em defesa do autêntico matrimónio.


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Isto confirma o que já se sabia: ser gay não implica ser-se gayzisa. Nathalie é gay mas não é gayzista. Paralelamente, isto demonstra que resistir à agenda gayzista não é "ódio" ou "preconceito" contra os homossexuais uma vez que, segundo a homossexual Nathalie, os homossexuais não se sentem representados pelos grupos LGBT que falam em nome deles.

Dito de outra forma: os grupos LGBT, que tentam avançar com a agenda gayzista, alegam falar em nome dos homossexuais, mas a realidade dos factos é que eles trabalham para outros grupos totalmente não relacionados com o bem estar dos homossexuais.,

O movimento gayzista é um movimento político mascarado de movimento em prol dos direitos humanos. Eles usam os homossexuais como forma de obter proveitos politicos.
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domingo, 13 de janeiro de 2013

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paris: Autarcas manifestaram-se contra "casamento" homossexual

Dezenas de autarcas e outras autoridades reuniram-se hoje, em Paris, para denunciar o projecto de lei sobre o "casamento" homossexual, na véspera de uma grande manifestação de apoiantes do "casamento para todos".

Os manifestantes, do grupo "Autarcas pela Infância", estiveram reunidos na praça de Trocaderó, sob uma bandeira azul, branca e vermelha, que trazia a inscrição "Liberdade, igualdade e fraternidade para as crianças também", presenciou o jornalista da agência noticiosa francesa AFP.

 Os autarcas vieram de várias regiões de França e pediram "solenemente ao Presidente da República para retirar o projecto de lei sobre o casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo", que será debatido a 29 de Janeiro no Parlamento francês.

Centenas deles, com lenços tricolores, apelaram a "todos os funcionários públicos unirem-se aos franceses no dia 13 de Junho a Paris (data de uma outra manifestação organizada pelo movimento contra o casamento homossexual) para manifestarem-se pelo compromisso com o "casamento" entre um homem e uma mulher e lembrar que uma criança precisa de pai e mãe". 

Brigitte Kuster, da UMP (União Por um Movimento Popular, de direita) e responsável do 17º distrito de Paris, denunciou "o debate retraído" sobre o tema e pediu "a revogação do texto que se apresenta".
 
"Tocamos na fundação da sociedade, cujo acto fundador é o casamento. Que duas pessoas do mesmo sexo queiram unir-se, é normal, mas o casamento tem o propósito de criar uma família e vemos um problema nisso (no "casamento" homossexual) ", disse Brigitte Kuster.

O grupo "Autarcas para a Infância" reúne cerca de 17 mil autarcas e adjuntos de vários partidos.
O encontro de hoje aconteceu na véspera de uma "manifestação pela igualdade", que acontecerá na tarde de Domingo, em Paris, e que está a ser chamada de "Inter-LGTB".

Fonte





sábado, 1 de dezembro de 2012

E porque não?

Usando as mesmas tácticas anteriormente usadas pelos gayzistas franceses, os pedófilos querem, agora, obter um estatuto semelhante, argumentando que o desejo de ter sexo com crianças é uma "orientação sexual" e não é diferente do que heterossexual e homossexual.

Os opositores da normalização do homossexualismo há já muito tempo que afirmam que, uma vez aceito o reconhecimento da homossexualidade como um "estilo de vida" simples ou orientação sexual diferente, logicamente nada mais seria proibido em termos sexuais.

Os defensores do "gayzismo" sentiram-se ofendidos por tal posição, afirmando que isso nunca iria acontecer. No entanto, junto de organizações psiquiátricas de renome já se discute se a pedofilia não é uma orientação sexual, tal como foi feito para a homossexualidade há vários anos.


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E a próxima etapa é a necrofilia.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"Casamento" homossexualista elimina o papel da mãe

 A revista Time expõe mais uma mentira dos homogamistas e dos seus idiotas úteis:

A França está em vias de banir as palavras "mãe" e "pai" de todos os seus documentos oficiais devido aos seus planos controversos de legalizar o casamento [sic] gay. O gesto, que enfureceu os Católicos [ed: e presumivelmente os muçulmanos, mas o Time "esquece-se" disso], significa que só a palava "parente" vai ser usada nas cerimónias de casamento idênticas para as duplas do mesmo sexo.

A proposta declara que o "casamento é a união entre duas pessoas, do mesmo ou de sexos distintos". Ela diz ainda que todas as referências a "mães e pais" - que fazem parte da lei Francesa - vão simplesmente ser trocadas por "parente".

É frequente os proponentes da homogamia [gaysamento] perguntarem de que forma é que a legalização do "casamento" homossexual, aprovada pelo governo, poderia de alguma forma afectar os casamentos naturais. Eis uma pista: a legalização do "casamento" homossexual perturba o resto da sociedade ao eliminar o estatuto de "mãe" e "pai" da lei.

E a França não é o único país onde esta ofensiva legal aos conceitos tradicionais de maternidade e paternidade estão a ocorrer ; o Senado da Califórnia criou o seu balão de testes com a sua proposta de lei 777. A mesma parece ser uma tentativa de remover os conceitos tradicionais do sistema de ensino do estado.

O mais interessante disto será saber como é que o fim do estatuto legal de "mãe" e de "pai" afectará a lei do divórcio. Afinal. não será possível assumir que a guarda da criança seja dada à mãe uma vez que essa posição terá sido legalmente abolida.

Seria interessante saber se os pró-homogamistas que fazem parte do sexo mais progressista  pensarão duas vezes antes de dar o seu apoio a esta instituição falsa ["casamento" homossexualista] mal se apercebam que isso pode resultar na perda substancial da vantagem legal que elas possuem nos tribunais familiares.

Fonte
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

França: criticar o homossexualismo pode ser perigoso

O partido de Nicolas Sarkozy afirmou que um dos seus legisladores vai ser expulso das suas fileiras por ter dito que os homossexuais possuem demasiado poder na França, e por ter minimizado a perseguição que os mesmos sofreram durante a 2ª Guerra Mundial.

Os comentários de Christian Vanneste geraram uma avalanche de críticas provenientes de ambos os lados da esfera política (esquerda e direita).

Vanneste corre o risco de perder o seu lugar no partido UMP e o seu assento parlamentar devido aos comentários que muitos qualificam de "ofensivos" e "incendiários".

Num vídeo colocado num site francês, Vaneeste disse que os gays estão "no centro do poder" na França, manipulando os órgãos de informação e fazendo com que a humanidade perca a sua dignidade.

Fonte

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Para se ter uma visão parcial mas reveladora do sub-mundo do homossexualismo - aquilo que os órgãos de informação não mostram - leiam este texto.

domingo, 3 de julho de 2011

Franceses dizem "non!" ao gaysamento


A definição de casamento foi mantida pelo parlamento francês.

A lei francesa foi previamente desafiada por uma dupla de lésbicas que apelava pelo gaysamento como forma de obterem direitos de herança e de custódia que estão reservados ao casamento natural.

O mais alto tribunal francês, no entanto, decidiu em favor da definição tradicional de casamento e disse as lésbicas para irem brincar lá fora.

Casamento

O tribunal disse que era a função do parlamento decidir se se iria ou não alterar a lei, mas os membros da câmara inferior votaram 293 contra 222 em favor da definição tradicional de casamento.

Fonte


Curioso como um dos países mais cristofóbicos da Europa ainda mantenha a sanidade no que toca ao casamento. Portugal, supostamente um país Cristão, foi traído por uma classe política socialista, e viu o gaysamento a ser-lhe imposto. A população poderia ter feito mais.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Novas infecções do HIV quase duplicaram nos últimos 10 anos

Inglaterra: O número das novas infecções do HIV atingiram quase o dobro durante os últimos 10 anos, segundo dados da "Health Protection Agency" (HPA). Os peritos avisam que os números estão a aumentar "especialmente entre homens que tem relações sexuais com outros homens" (HSH).

No total foram diagnosticadas 1,950 novas infecções do HIV em 2001 e 3,780 em 2010. O número de infecções entre HSH aumentou 70% - de 1,810 para 3,080.

Há aproximadamente 30,800 HSH a viver com o HIV no Reino Unido (RU) e estima-se que haja cerca de 9,000 que ainda não sabem estarem contaminados.

O peritos médicos afirmam que o sexo anal, devido a natureza do acto, é uma das actividades sexuais mais arriscadas que existe. Os peritos em saúde sexual Dr John Dean e Dr David Delvin avisaram que esta práctica (o uso do ânus como fonte de prazer) acarreta riscos maiores de disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST) que qualquer outra actividade sexual.

Claro que para socialistas como o José "Vai-te Embora e Não Voltes" Sócrates, e para o Francisco "Crianças de 16 anos deveriam votar" Loiçã e para o PT brasileiro, o que Medicina diz sobre o sexo anal não interessa. O que interessa é avançar com estratégias como o "Brasil Sem Homofobia" ou coisas como esta como forma de destruir a civilização Judaico-Cristã.

A natureza pouco saudável da homossexualidade em nenhuma outra área é feita manifesta de forma mais conclusiva que na recusa dos bancos de sangue em aceitar sangue doado por HSH. Os Serviços de Transfusões de Sangue e de Transplantação de Tecidos em Inglaterra não aceitam donativos de sangue provenientes de homens que tenham relações sexuais com outros homens, independentemente deles usarem preservativos ou não. Esta política não só é baseada na avaliação imparcial das evidências disponíveis como também é feita para garantir um reservatório de sangue seguro e livre de contaminação.

Comentado os dados mencionados em cima, o Dr Paul Cosford, director executivo da Health Protection Services na HPA, disse:

Infelizmente, apesar de um pequeno decréscimo nos casos durante os últimos anos no Reino Unido, novas contaminações estão em sentido crescente, especialmente entre os homens que tem relações sexuais com outros homens. . . . Isto tanto é o resultado de novos casos virem à tona para serem diagnosticados, como também o elevado número de contaminações em curso especialmente entre os homens.
Em Setembro último um estudo mostrou que as taxas de contaminação em França eram 200 vezes mais elevadas entre os homens homossexuais do que entre homens heterossexuais.

Cientistas do Instituto Nacional Francês para a Monitorização Saúde Pública verificaram que cerca de metade dos 7,000 novos infectados com o HIV em 2008 eram homens homossexuais. Stephane le Vu, que liderou a pesquisa, disse que a transmissão do HIV "parece estar fora de controle" entre os HSH.

Também em Setembro passado uma pesquisa distinta revelou que os HSH estavam a "abastecer" as infecções na Europa. Pesquisadores belgas examinaram 500 pacientes que haviam sido recentemente diagnosticados com o HIV e descobriram que a maioria das infecções era entre homens jovens e caucasianos que tinham sexo com outros homens.

A pesquisa levada a cabo por cientistas da Universidade em Ghent revelou também que estes homens eram também mais susceptíveis de haver contraído outras infecções sexualmente transmissíveis como a sífilis.

Contaminados, Promíscuos e Perigosos.

Os resultados do estudo belga recebeu o apoio do Terrence Higgins Trust. Nick Partridge, chefe executivo do Trust, disse na altura
Os homens homossexuais são o grupo mais em risco de infecção no Reino Unido. . . . Nós sabemos também que mais de um quarto das pessoas com HIV no Reino Unido ainda está sem diagnóstico e eles são mais susceptíveis de transmitir o virus do que aqueles que sabem estarem contaminados.

Apesar da montanha de evidências que claramente aponta para a natureza anormal do comportamento homossexual, ainda há pessoas que querem usar o aparelho do Estado para avançar com a agenda de pessoas que acreditam que desejos sexuais são base suficiente para se criarem "direitos humanos".

Reparem também que as mesmas pessoas que entram pelas escolas adentro com o intuito de "promover a diversidade" nunca nos falam de coisas incómodas, como por exemplo, o facto dos bancos de sangue de países civilizados rejeitarem de todo qualquer doação sanguínea proveniente de homossexuais activos.

Se homens que tem sexo com outros homens estão a executar uma práctica tão normal como aquele que os homens levam a cabo com as mulheres, como é que se explica que os bancos de sangue descriminem o sangue dos homens homossexuais activos? Serão os bancos de sangue organizações "fanáticas religiosas" cheias de "homofóbicos"? Ou é apenas a Medicina a não querer tomar parte da "nova sexualidade"?

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