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sábado, 5 de julho de 2014

Como funciona a propaganda


A forma mais eficaz de propaganda é aquela que é feita sem ser detectada; ela é inócua e apela à nossa humanidade e às nossa emoções. Havendo estudado a propaganda e o seu efeito nas sociedades por mais de 50 anos, posso declarar inequivocamente que o filme Brokeback Mountain é uma das obras de propaganda mais flagrantes dos nossos dias. Numa sociedade que foi propositadamente e eficazmente emburrecida, a comodidade mais rara e valiosa é o discernimento. 

Cada vez mais crucial, o discernimento é um atributo dos homens astutos, e vital, visto que o nosso inimigo usa de subtileza astuta. Como pessoas, perdemos o nosso discernimento. O raciocínio lógico, racional e intelectual é afastado da esfera pública; as impressões, os sentimentos emotivos e a compaixão já não são temperados com a razão inteligente. Hoje em dia a verdade é sacrificada no altar da "tolerância".

O mero acto de falar de um modo racional sobre este filme irá causar reacções automáticas feitas com slogans: "homofóbico", "intolerante", "mente estreita", etc. E Deus vos livre de insinuar que há uma agenda por trás de tão óbvia propaganda visto que isso causará que oiçam as duas palavras criadas com o propósito de terminar todas as discussões ou considerações em torno dos factos: "Teoria da Conspiração".

Iremos lidar com as agendas e com os propósitos por trás do que estamos a ver, mas antes disso, falemos do filme.

Sim, eu vi o filme Brokeback Mountain, mas não, eu não gastei dinheiro. Uma actriz, minha amiga, emprestou-me o seu DVD de "consideração académica" (crime que em muitos casos acarreta uma penalidade mais dura que o assassínio). Antes de mais, ainda estou à espera que alguém diga o quão chato este filme é. O mesmo é tediosamente longo e na maioria dos segmentos, enfadonho. Mas analisemos alguns dos aspectos da sua propaganda.

De facto, a natureza é linda, e a sua grandiosidade é caracterizada com música edificante ao mesmo tempo que paisagens arrebatadoras incutem em nós um sentimento de admiração e esplendor. Claro que é neste cenário que o "romance homossexual" floresce. Mas mais significativo ainda é o facto deste ser o local onde estes homens discutem as grandes questões, a teologia, o sentido da vida, etc.

Contrastem isto com as cenas do casamento. Todas as vezes que o casamento é caracterizado no filme, a filmagem ocorre num sombrio, pequeno e esquálido casebre, com crianças aos berros e tudo num pandemónio absoluto. A casa está uma confusão, e a esposa nunca comunica de forma minimamente significativa. De facto, as esposas são caracterizadas como incómodos constantes, e mais irritantes que compreensivas. Mas as crianças recebem o pior tratamento neste discurso preconceituoso contra a família. Elas estão frequentemente a chorar, às vezes duas ao mesmo tempo, ou a partir coisas; a ideia geral com que ficamos é que estes diabinhos sem alegria são uma intrusão na nossa vida, uma sobrecarga e um peso terrível.

Como forma de garantir que a mensagem fique bem clara, o filme varia constantemente entre estes dois contrastes. Os grandes espaços naturais, selvagens e livres, perto da ambiente, perto de Deus, perto do sexo homossexual tórrido sem qualquer tipo de consequências negativas. De volta para o interior da confusa, pequena e sombria caixa do casamento, com sogros horríveis, esposas chatas, crianças demoníacas, pressão sem fim, e até o sexo sem paixão e sem amor têm sobre si a ameaça de produzir mais descendência parasítica.

Nota especial para a música e para a luminosidade, e para a forma como ambas são cuidadosamente manipuladas para acentuar estes contrastes da forma descrita aqui, causando um impacto ainda maior para a mensagem de propaganda. Ferramentas maravilhosas, música e luminosidade, causam respostas emocionais e penetram as pessoas de forma a afectar os seus valores nucleares.

O uso dos adereços na justaposição das imagens aumenta o poder do veículo de transmissão da mensagem. Há uma cena onde a personagem desempenhada por Heath Ledger se encontra sobrecarregada com a esposa e os filhos, buscando formas de assistir ao fogo de artifício. A cena inicial mostra o marido e a esposa, cada um com uma criança debaixo dum braço e com sacos quadrados enormes cheios de coisas para bebés no outro braço. O enquadramento da cena é idêntico à uma outra que veio antes desta onde se vê um conjunto de mulas de carga cheias de mantimentos com sacos de aparência similar. O casamento transformou esta personagem num burro de carga, uma cena reforçada por todo o filme.

Outro tema comum dos dias actuais é, obviamente, também retratado nos filme: a "tolerância religiosa". Lembrem-se: os homens homossexuais amantes da natureza estão mais perto de Deus, situados nos espaços mais elevados, enquanto que as pessoas que vão às igrejas são caracterizadas como pessoas que pregam "o fogo do inferno e enxofre". O filme mostra também dois assassinatos horríveis, e a ligação não é deixada de parte: é precisamente este tipo de pensamento religioso que contribui para este tipo de violência. A implicação - e isto é a força fulcral da propaganda - é que se de alguma forma tu és contra dois homens "amarem-se", então tu és a favor do seu assassinato violento.

Observaram a forma como estas coisas são subtilmente insinuadas? Isto é como dizer que, se tu não és a favor do aborto, então és a favor de quem mata os médicos que fazem abortos. Este é um dos objectivos da propaganda, nomeadamente, reduzir a análise crítica para o nível de slogans bem comuns, removendo desde logo o debate e causando posteriormente a polarização total dos proponentes e dos detractores para extremos radicais. Claro que isto se enquadra de forma perfeita com o método daqueles que usam da propaganda visto que eles escolheram a dialética Hegeliana para nos dividir e conquistar.

Mencionei previamente a forma como o sexo homossexual é caracterizado como não tendo qualquer tipo de consequência negativa; algumas pessoas podem não concordar com esta minha posição. Eles podem até dizer: mas e as mortes violentas? Como é que podes dizer "sem consequências"? Pensem outra vez no filme: a violência apresentada no filme não é o resultado do sexo, mas sim resultado de pessoas retrógradas, camponeses ignorantes, cuja intolerância religiosa e atitude acusadora matou aqueles lindos mártires. Viram como funciona?

O filme prega bastante sobre o sexo e ficamos com a ideia de que a "necessidade" do homem por ele aparentemente só é suplantada pela sua necessidade de respirar oxigénio. As mentiras ditas sobre o acto de pescar demonstra que o sexo homossexual era até mais importante que a alimentação.

Claro que quando a personagem de Jake Gyllenhaal se vê privada desta necessidade vital, ela não tem outra escolha senão abandonar a sua esposa e os filhos e procurar prostitutos Mexicanos. Quando até isto o deixa incapaz de encontrar suficiente "amor masculino", ele vê-se forçado a baixar o seu padrão e levar a cabo uma relação adúltera com uma mulher por quem ele não sente nada. Claro que tudo isto é justo porque a sociedade maligna impediu o acesso total aos dois homossexuais.

E o que dizer do "amor" - será que este filme é mesmo sobre amor? Havendo falado com muitas mulheres sobre isto, posso dizer que, sim, elas pensam que sim. "Oh, mas é claro que é uma verdadeira história de amor," dizem elas. Uma mulher casada disse-me o seguinte:

Uma vez que é sobre dois homens, a história é muito mais interessante; um homem e uma mulher seria banal.

(...) Quando uma mulher me diz que a história é sobre "amor verdadeiro", eu pergunto-lhe como é que ela sabe disso. Elas não têm muito mais a dizer para além do que o filme apresenta. Quando elas são confrontadas com as estatísticas que revelam que a maioria dos homens homossexuais constituem o segmento  mais promíscuo da população mundial, tendo mais parceiros sexuais anónimos por ano que qualquer outro grupo, estas mulheres calam-se. "Ah, mas eu não estou interessada no sexo homossexual; eu apenas tenho interesse na história de amor," disse-me uma. "Ah, então tu és uma Verdadefóbica," disse eu.

O que se passa aqui é que os factos, as estatísticas e os dados registados em torno do assunto não interessam. De facto, eles podem até ser lembretes de algo que nós preferimos ignorar. A verdade é algo que nós queremos alinhar com o nosso escapismo, e devido a isso a fantasia é mais desejada que a mundana existência da realidade.

A promoção dos homens homossexuais junto das mulheres tem aumentado de forma significativa nos últimos 10 anos. Todas as sitcom têm um homossexual engraçado e, claro, ele é o mais engraçado e o mais capaz de comunicar, sem inibições, com as mulheres. A série Queer Eye For The Straight Guy diz às mulheres que os homens homossexuais são superiores ao antiquados neandertais que elas têm em casa. Quando os cinco homossexuais da série Queer Eye estiveram presentes no programa da Oprah, "as donas de casas tradicionais gritaram e desfaleceram como meninas em idade escolar a saudar estrelas de rock".

Mas a agenda vai mais a fundo que isto; o plano é fazer com que as mulheres se interessem por pornografia homossexual e usar isso como uma isoladora e viciante arma de divisão. O programa Sex In The City mostra as mulheres a rirem-se como meninas enquanto assistem pornografia homossexual. O maior impulso desta onda chega-nos do Japão, tem como alvo as meninas pré-adolescentes, e tem o nome de YAOI.

O Yaoi é uma gigantesca e multi-milionária subcultura que disponibiliza histórias em quadradinhos às jovens raparigas, bem como filmes animados exibindo cenas homoeróticas entre rapazes atraentes, culminado em cenas de pornografia homossexual hardcore. A onda deste tipo de material representa uma geração de raparigas cuja sexualidade mal-direccionada está a ser deformada rumo a anormalidade.

Havendo viajado de modo extenso posso avisá-los de que esta epidemia está galopante através da Europa, Russia, Ásia e está agora a entrar no continente Americano. Os pais não sabem o que as filhas têm escondido nos seus colchões, ou guardado nos seus armários e nos seus computadores. Dezenas de sites dedicam-se à ficção das jovens raparigas em torno das suas fantasias sobre jovens homens da música popular, da TV, dos filmes, etc, envolvidos em "amor" romântico e sexo homossexual.

As raparigas estão rapidamente a ficar obcecadas com Yaoi e descobrem que isso é uma droga de entrada para programas tais como Queer As Folk, bem como para o homossexualismo hardcore. Muitas discutem abertamente a sua confusão em torno do sexo, não querendo um marido ou filhos, ou cheias de angústia devido às suas experiências com o bissexualismo ou o lesbianismo. Claro que elas ficaram todas excitadas com o filme Brokeback.

Ninguém está mais excitado que os críticos que estão literalmente a cair uns sobre os outros tentando superar os outros críticos na bajulação a este filme. É triste mas previsível, visto que para os prémios cinematográficos, o homoerotismo é a sua causa politicamente correcta deste ano, tal como no ano passado foram os negros e tudo o que era negro venceu tudo.

Não importa que se diga que a vencedora de um Óscar Halle Berry tenha um parente negro e outro branco, significando que ela é tão negra como é branca. No admirável mundo novo da sociedade inundada pela propaganda, a verdade já não é preta ou branca; hoje em dia, tudo é cinzento, tudo está turvo. Ou, como se pode ler numa popular música dos Blur:
"Girls who are boys
Who like boys to be girls
Who do boys like they're girls
Who do girls like they're boys
Always should be someone you really love
"
Confuso? Ainda bem. É precisamente isso que eles querem.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A homofobia da Coca-Cola

A companhia Coca-Cola encontra-se a defender as suas acções depois de receber críticas por parte dos activistas homossexuais por ter cortado uma cena dum comercial de televisão que foi emitido na Irlanda. A companhia de bebida está actualmente a publicitar o seu produto na Europa correndo um comercial que faz parte da sua mais recente campanha "Reasons to Believe" [Razões para Acreditar].

A dita campanha tem como propósito inspirar o público mostrando que para cada situação negativa na vida há uma experiência positiva. A anúncio comercial inclui uma sequência de experiências negativas, tais como perder um combate ou vandalismo público, contraposto com uma situação positiva, tal como uma mãe a preparar um bolo ou pessoas a dançar ao som de música pública.

A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."


A decisão de substituir a cena do pseudo-casamento homoerótico com um casal interracial fez com que os activistas homossexuais rapidamente passassem a lançar críticas à companhia através da internet. A Coca-Cola tornou-se num termo em voga na Irlanda à medida que as pessoas de ambos os lados partilhavam a sua opinião em relação à crítica.

Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].

Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:

O objectivo principal é o de que as vinhetas nos anúncios ressoem com as pessoas de cada país e que elas sejam realmente representativas dos tópicos culturais com os quais eles estão acostumados e que eles valorizam. Observarão, por exemplo, que a cena do Dia de São Patrício só está presente na versão Irlandesa da campanha uma vez que, em termos culturais, é só lá que isso é relevante.

Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.


A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:

Eu proporia que eles reinstalassem essa parte do anúncio. A Coca Cola já fez grandes campanhas no passado, e como tal, eles não deveriam marginalizar ou alienar ou discriminar nenhuma pessoa da ilha.

Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.

Os activistas homossexuais usaram a aprovação da nova legislação como forma de criticar o país, embora muitos tenham vindo a público afirmar que os activistas de outras nações deveriam respeitar a escolha dos Russos de se governarem segundo as suas leis.

Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.

sábado, 5 de outubro de 2013

Alain Delon considera homossexualidade contra a natureza

Fonte

Actor francês de 77 anos diz que os homens existem "para amar as mulheres" e está a ser acusado de homofobia.

O actor francês Alain Delon gerou um coro de críticas em França ao manifestar-se contra os homossexuais no programa 'C à vous', da televisão France 5, ontem à noite.

Questionado pela apresentadora, Anne-Sophie Lapix, sobre o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, recentemente legalizado em França, o ator criticou a homossexualidade.

"É contra a natureza, desculpem", disse Delon. "Lamento dizê-lo, não tenho nada contra os gays, mas isso para mim é contra a natureza. Os homens existem para amar as mulheres, para as cortejarem, e não para dormirem com outros homens", acrescentou o ator francês de 77 anos.

Mais tarde, a apresentadora voltou a mencionar o assunto, dizendo que as palavras de Delon tinham "incendiado" críticas no Twitter e que até a filha do actor, Anouchka, que estava presente no programa, ficou surpresa. "Papá, tu não crês que a homossexualidade é contra a natureza, tu estás contra a adopção de crianças por parte de casais do mesmo sexo", reagiu a jovem de 22 anos.

"Sim, o que não quero é que adoptem, mas não vamos agora discutir isto horas e horas", concluiu o actor, que já conquistou um urso de ouro no festival de Berlim (veja um excerto do programa com as declarações de Delon, no YouTube).

Algumas horas depois, Anouchka Delon utilizou a sua conta na rede social Twitter para se afastar da opinião do pai. "As palavras do meu pai no programa só se referem a ele, não têm qualquer relação com as causas que eu defendo e com aquelas em que acredito", esclareceu.

Alain Delon, apelidado de 'James Dean francês', é um dos mais conhecidos atores franceses, tendo começado a notabilizar-se nos anos 60, quando interpretou 'Tom Ripley' no filme 'Purple Noon', baseado no romance da escritora Patricia Highsmith.

domingo, 28 de abril de 2013

Boas notícias! "O Sexo e a Cidade" volta em versão "gay"

Sarah Jessica Parker e companhia dão agora lugar a três amigos homossexuais a viver em São Francisco, EUA, na nova série de "O sexo e a cidade" encomendada pela HBO e que já está a ser gravada. 

Quinze anos depois de "O Sexo e a Cidade" ter estreado, a HBO volta a apostar num formato semelhante, mas com três amigos homossexuais. O projecto, a ser gravado em São Francisco, já está a ser filmado, mas ainda não tem nome ou data de estreia confirmados.

Jonathan Groff, que estreou recentemente em "Glee", Frank Alvarez e Murray Bartlett são os actores escolhidos para protagonizar a nova série, que relata o seu dia-a-dia profissional e a vida amorosa.

Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kim Cattrall e Kristin Davis formaram, de 1998 a 2004, o quarteto feminino mais famoso da ficção, na pele de Carrie, Miranda, Samantha e Charlotte. Formato de sucesso foi exibido em mais de 50 países e deu origem a dois filmes e uma série "spin-off", "The Carrie Diaries".

Fonte

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A série inicial durou 6 longos anos; prevejo que a versão gay dure menos que 6 meses.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica

Se por acaso tens a sensação de que o esquerdismo degenerado que sai das nossas televisões tem como plano corroer o que resta da nossa sociedade, fica sabendo que isso não é imaginação tua.

O número de personagens gays e bissexuais dos programas encontra-se num dos pontos mais elevados de sempre, segundo afirmou a "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" [GLAAD].  O mesmo se passa na televisão por cabo.

A CBS recebeu palmadas na cabeça por que a "rede de televisão mais avançada."
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação. 
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
A palavra chave é consciente. Os editores dos programas de televisão estão a usar a televisão para avançar com a agenda homossexualista.

O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.


domingo, 6 de maio de 2012

Organização "cristã" pactua com série televisiva pró-sodomia

A Catholics in Media Associates (CIMA), associação de católicos voltada para os media dos Estados Unidos, causou a surpresa de todos ao premiar a série Uma Família Muito Moderna com o galardão de Melhor Programa da Televisão de 2012, um prémio considerado uma espécie de "Emmy Católico".

A série, que tem sofrido inúmeros ataques de grupos conservadores por apresentar estilos alternativos de família, como o casal homossexual Mitch (Jesse Tyler Ferguson) e Cameron (Eric Stonestreet), causou recentemente mais polémica ao permitir que Lily (Aubrey Anderson-Emmons), a personagem mais jovem, dissesse um palavrão no decorrer de um episódios.

Fundada em 1992 pelo padre Tony Scannel e um grupo de católicos que trabalham na indústria de entretenimento, a CIMA já premiou produções como Glee, Sem Rasto e Betty Feia.

Fonte

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À medida que Bento XVI vai limpando o lixo esquerdista que se infiltrou na Igreja Católica, os infiltrados vão-se agarrando ao seu poder e tentado a todo o custo impedir que a doutrina Católica tome preeminência sobre o esquerdismo.

Não se entende como é possível que uma organização supostamente Católica galardoar programas que promovem um estilo de vida condenado pela Igreja.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Rede de TV católica remove apresentador de programa gayzista depois de campanha de protestos

22 de Novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maior rede de televisão católica do Brasil decidiu acabar com um novo programa polêmico dirigido por um famoso político socialista e gayzista.
A TV Canção Nova cancelou o programa depois de uma campanha de protesto pela internet realizada por telespectadores indignados, liderada pela conta de Twitter #CançãoNovaSemPT.
O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” postou charge retratando Edinho Silva sendo “defenestrado”.
O programa “Justiça e Paz”, que era transmitido semanalmente desde 3 de novembro, tinha como destaque Edinho Silva, que se anunciava como “sociólogo”, mas que é também líder do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo.
Comentaristas católicos rapidamente apontaram para o fato de que Edinho abertamente promove a agenda política gayzista, e dirige um partido que está buscando legalizar o assassinato de bebés em gestação em todo o Brasil, no nome da “saúde pública”.
Durante as eleições nacionais do ano passado, a máquina política do Edinho liderou o ataque contra os bispos católicos que buscaram alertar acerca das políticas pró-aborto do Partido dos Trabalhadores, de acordo com Wagner Moura, um dos maiores blogueiros católicos do Brasil.
“O presidente do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo é o mesmo que, em 2010, promoveu directamente a perseguição do documento da Divisão Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o qual pede que os católicos não votem em políticos pró-aborto como a presidenta Dilma Rousseff”, escreve Moura.
“Por meio dos advogados do Partido dos Trabalhadores, o presidente foi até o Tribunal Eleitoral para impedir o prosseguimento da impressão dos documentos”, acrescenta Moura. Depois que o documento foi confiscado pelas autoridades, o ato foi declarado ilegal por um tribunal brasileiro.
A descrição do programa que agora está cancelado, chamado “Justiça e Paz”, pode ainda ser encontrada no site da Canção Nova. O programa era apresentado também pelo bispo esquerdista Demétrio Valentini, e iria “discutir temas sociais a partir da doutrina social da Igreja, contida no Catecismo da Igreja Católica. Entrarão em pauta assuntos como democracia, saúde, educação, greves, sindicatos e liberdade religiosa”.
De acordo com o activista católico brasileiro Antonio Donato, vários outros políticos foram também removidos da programação da TV Canção Nova, inclusive Gabriel Chalita, Eros Biondini, Paulo Barbosa, Myriam Rios e Lu Alckmin.
O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” respondeu à notícia com uma charge retratando Edinho Silva como “defenestrado” (jogado pela janela) da sede da Canção Nova por Jesus e um bispo católico.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mais temática homossexual nos programas ingleses

Os populares programas ingleses East Enders e Emmerdale estão em vias de conter ainda mais personagens homossexuais. Os activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall haviam já vangloriado àcerca da sua influência nas novelas televisivas - citando para isso uma das personagens dum dos programas que usou uma t-shirt publicitária do grupo sodomita.

A novela da ITV Coronation Street havia já causado controvérsia com os seus personagens homossexuais. As coisas ficaram tão óbvias que algumas das antigas estrelas do programa expressaram já dúvidas àcerca do crescente número de enredos envolvendo homossexuais.

Beijo homossexual.

Ficamos agora a saber que, não só o adolescente Ben Mitchell, filho de Phil, irá fazer parte dum enredo homossexual na novela EastEnders, como a novela Emmerdale irá introduzir uma dupla lésbica. A história da novela EastEnders alegadamente contará a forma como Ben Mitchell é enviado pelo pai para aulas de boxe, onde ele conhece outro adolescente (Duncan) a quem ele mais tarde dá um beijo.

Não há forma de provar isto, mas a escolha dum lugar tão associado à masculinidade como um ginásio de boxe para desenrolar uma história de sodomia não acontece por acaso. Pior do que isso é o uso de adolescentes para a promoção da sodomia. Será que os sodomitas não respeitam nada? (Pergunta retórica)

Propaganda.

Durante o mês passado Brian Sewell afirmou que há um excessivo número de homossexuais, transsexuais e adolescentes lésbicas nas personagens da novela Coronation Street. Sewell, ele mesmo um bissexual, criticou também os enredos da novela EastEnders ao afirmar que ambas estão a ser usadas como "propaganda sexual".

Em Maio foi reportado que o elenco do programa Coronation Streeet se estava a tornar mais irritado com o facto da série ter um número cada vez maior de histórias em volta de relações homossexuais. Umas das pessoas envolvidas na série, falando em anonimato, disse:
Este não é um lugar feliz para se estar - há uma insatisfação cada vez maior quando se pensa que o programa pode estar a perder o norte.
Actualmente a série conta com duas lésbicas, 4 homossexuais e um transsexual. Uma antiga estrela da série, Nick Cochrane, disse:
Isto é totalmente irrealista. Poderia uma rua da classe trabalhadora realmente produzir tal número de homossexuais? Eu tenho amigos homossexuais mas eles não vivem todos numa rua cheia de homossexuais.

Quantas ruas na Grã-Bretanha teriam miúdas em idade escolar lésbicas, duplas homossexuais, um transsexual e crianças de duplas homossexuais? Isto é demasiado artificial e forçado.

Ele defende ainda que a novela não era "a plataforma certa para se ressalvar tantos assuntos homossexuais ao mesmo tempo."

Outra antiga lenda da mesma série, Jean Alexander, 85 – que fez o papel de Hilda Ogden durante 23 anos - disse que 3 enredos homossexuais é "excessivo".

Plataforma

Em Janeiro passado um produtor homossexual da série Coronation Street admitiu que ele usa o programa para avançar com agenda homossexual. Phil Collinson disse ao The Sun que a série é uma "plataforma espantosa" que realmente "produz uma diferença na forma como as pessoas pensam". Ele acrescenta:

O que é transmitido às Segundas à noite, leva a que as pessoas falem disso nos pubs, nos clubes e no emprego no dia seguinte. . . . Este programa sempre teve uma sensibilidade gay.
Fonte

É precisamente por isto que os homossexuais abundam nos programas televisivos. propaganda. Façam um pequeno exercício: tentem-se lembrar de programas de televisão (especialmente americanos) que não tenham um sodomita ou uma lésbica. Quantos é que se lembram? Muito poucos.

Estas coisas acontecem porque os activistas querem indoutrinar novas gerações em favor do seu decadente e clinicamente perigoso estilo de vida sexual.

Mas como os Cristãos brasileiros já mostraram ao mundo, os sodomitas só avançam com a sua agenda se a maioria Cristã estiver inerte e preguiçosa. O mal só avança quando aqueles do lado do bem deixam de lutar. A questão agora é: até onde é que os Cristãos estão dispostos a levar a luta?

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas, também, a todos os que amarem a Sua vinda.
2 Timóteo 4:7-8


sábado, 23 de julho de 2011

Globo e SBT orientam autores a "baixar bola" de personagens gays

Durou pouco a chamada "primavera gay" na TV aberta, que culminou no primeiro beijo lésbico numa novela brasileira, em maio, no SBT. Tanto a emissora de Silvio Santos como a Globo deram nos últimos 60 dias uma guinada nos rumos da dramaturgia, e passaram a dar ordens implícitas ou explícitas a seus autores, para que baixem a bola de cenas gays nas histórias. Oficialmente, a decisão se deve a uma suposta "overdose" do tema.

Um ajudante de novelista da Globo, que pede para não ser identificado, disse em entrevista que recebeu "aviso verbal" do autor para que não perdesse tempo elaborando personagens e cenas gays --sejam entre homens ou mulheres--, pois seriam cortadas [heheh - Mats].

Cerca de três semanas atrás a Globo interveio em "Insensato Coração", vetando ousada cena gay em motel, entre o casal Hugo e Eduardo (Marcos Damigo e Rodrigo Andrade). Também o autor Aguinaldo Silva foi informado há três meses pela emissora de que deveria evitar polemizar com o assunto (gay) em "Fina Estampa", sua próxima novela, que estreia em agosto. Silva, porém, vai incluir um personagem gay "estiloso" na história, interpretado por Marcelo Serrado. Mas não haverá cenas eróticas com ele.

Questionado sobre isso, Silva usou as mesmas palavras que já usara anos atrás, decepcionado com mais um veto da Globo a uma cena homoafetiva: "Beijo gay, só lá em casa".

Não se trata de um comportamento novo. Desde 2008, a Globo já deixou "escapar" ao menos quatro vezes que exibiria uma cena gay, mas acabou desistindo sempre no último momento. Em abril do ano passado, um episódio de "Os Simpsons" teria sido cortado por conter um beijo gay entre Homer e o barman Moe.

Já no caso do SBT a ordem é explícita. Depois de exibir o primeiro beijo lésbico numa novela, entre as atrizes Luciana Vendramini e Giselle Tigre, em "Amor & Revolução", a emissora agora mudou de opinião e a ordem é baixar a bola do tema.

Tiago Santiago, o autor, teve ao menos mais duas longas cenas gays cortadas de sua história. A última deveria ter sido exibida no último dia 7, entre os personagens Jeová (Lui Mendes) e Chico (Carlos Artur Thiré). O novelista do SBT disse que acataria a decisão, mesmo tendo prometido o beijo, além de um outro, entre Vendramini e Tigre.

Na Record, a orientação é implícita e parece ecoar os princípios da Igreja Universal do Reino de Deus, que não considera a homossexualidade algo natural e corriqueiro. Nenhuma trama da emissora até hoje deu destaque a casais ou personagens gays.

Fonte


Aparentemente até os esquerdistas estão a ficar fartos de tanto homossexualismo nas televisões. A esmagadora maioria do Brasil identifica-se com o Senhor Jesus Cristo, mas a julgar pelas suas novelas, parece que practicamente não há Cristãos nas Terras de Vera Cruz.

Convém ressalvar que, se os próprios esquerdistas estão a ficar saturados de tanto homossexualismo nos seus "órgãos de informação", imaginem o que nós, conservadores Cristãos, pensamos disso.

Mas este recuo aparenta ser um retrocesso táctico até que a sociedade esteja "transformada" para aceitar a versão esquerdista de "normalidade sexual".

sábado, 9 de julho de 2011

Bissexual Brian Sewell: Há demasiados homossexuais nos programas televisivos

Crítico de arte e personalidade televisiva, Brian Sewell, alega que há um número excessivo de homossexuais, transsexuais e personagens lésbicas na série televisiva Coronation Street. O sr Sewell, ele mesmo um bissexual, disse que a programação está a ser usada para avançar com assuntos minoritários, e o resultado é "uma minoria a pregar para nós a partir duma localização moral superior".

Demasiado.

Escrevendo para um jornal nacional, ele disse:

Há demasiados, não só homossexuais . . . mas também lésbicas, bissexuais, a comunidade transgénero, travestis, e todos os outros com algum equívoco sexual ou fetiche. E não é só a série Coronation Street — a série EastEnders também é assim, e no mês passado houve uma cena com rapazes na cama juntos, aparentemente despidos.

A nossa querida igualitária BBC alega que é política sua caracterizar os relações homossexuais e heterossexuais exactamente da mesma forma, ambas igualmente adequadas . . . . Mas será que são realmente apropriadas?

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Serão as séries, visionadas por crianças pré-pubescentes - que ainda podem reter algum resquício de inocência que nós deveríamos estimar - realmente uma plataforma adequada para a propaganda sexual e apelos especiais?

Ele acrescenta ainda que avançar com questões minoritárias

é fundamental para a filosofia daqueles que controlam a TV. Como resultado, a TV tornou-se demasiado politicamente correcta. Ela fomenta todas as minorias e dá-lhes um tempo de antena desproporcional. Em todos os tipos de programas - quer sejam os dramas, os debates ou os infantis - nesta terra de oportunidades iguais, é dado às minorias a chance de lutar fora do de escalão.

É precisamente isto que aconteceu com a série Coronation Street — e o resultado é uma minoria a pregar para nós segundo um ponto moral mais elevado.

Em Maio foi reportado que o elenco do programa se estava a tornar mais irritado com o facto da série ter um número cada vez maior de histórias em volta de relações homossexuais. Umas das pessoas envolvidas na série, falando em anonimato, disse:

Este não é um lugar feliz para se estar - e há uma insatisfação cada vez maior quando se pensa que o programa pode estar a perder o norte.
Actualmente a série conta com duas lésbicas, 4 homossexuais e um transsexual. Uma antiga estrela da série, Nick Cochrane, disse:
Isto é totalmente irrealista. Poderia uma rua da classe trabalhadora realmente produzir tal número de homossexuais? Eu tenho amigos homossexuais mas eles não vivem todos numa rua cheia de homossexuais.

Quantas ruas na Grã-Bretanha teriam miúdas em idade escolar lésbicas, duplas homossexuais, um transsexual e crianças de duplas homossexuais? Isto é demasiado artificial e forçado.

Ele defende ainda que a novela não era "a plataforma certa para se ressalvar tantos assuntos homossexuais ao mesmo tempo."

Outra antiga lenda da mesma série, Jean Alexander, 85 – que fez o papel de Hilda Ogden durante 23 anos - disse que 3 enredos homossexuais é "excessivo".

Plataforma

Em Janeiro passado um produtor homossexual da série Coronation Street admitiu que ele usa o programa para avançar com agenda homossexual. Phil Collinson disse ao The Sun que a série é uma "plataforma espantosa" que realmente "produz uma diferença na forma como as pessoas pensam". Ele acrescenta:

O que é transmitido às Segundas à noite, leva a que as pessoas falem disso nos pubs, nos clubes e no emprego no dia seguinte. . . . Este programa sempre teve uma sensibilidade gay.

Portanto, a presença desproporcional de homossexuais nos programas televisivos faz parte da agenda homossexual. Já que eles não conseguem demonstrar a "normalidade" do seu comportamento sexual com evidências, eles usam os média como forma de dessensibilizar o público em relação às suas preferências sexuais.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Elton John para produtores da série "Glee": Não me querem pôr na cama com um rapaz de 16 anos e virgem?

Não contente em fazer parte da sub-cultura homossexual que está a ser usada pelos marxistas culturais como forma de destruir a superior civilização ocidental baseada na moralidade Judaico-Cristã, Elton John quer agora revelar de uma vez por todas a íntima ligação entre a homossexualidade e a pedofilia.

Segundo esta notícia ,o cada vez mais velho Elton John (63 anos) quer ser uma das estrelas do programa marxista cultural "Glee", num enredo onde ele é o amante da pessoa que treina as "cheerleaders" mas que acaba na cama como um virgem homossexual de 16 anos.

Este plano para normalizar a moralidade esquerdista foi revelado pela Jane Lynch aquando da sua presença no programa de Jay Leno:

[O Elton John] sondou [o criador de Glee] Ryan [Murphy] àcerca de alguns enredos que ele poderia tomar parte. Ele disse que uma das primeiras coisas que ele [Elton] disse foi:
O que eu gostaria era de ser teu amante mas acabar na cama com o Chris.
Claro que no programa Chris tem 16 anos, portanto isso seria um isco para ir parar à cadeia..... Mas mesmo assim espero que ele faça parte do programa.
Dentro do contexto da série "Glee", os pensamentos homopedófilos de Elton John são ainda mais doentios uma vez que, na série, Kurt (o papel que Chris Colfer desempenha) é uma criança inocente, ingénua e bastante doce que não faz ideia nenhuma do que é o sexo, muito menos o homossexo.

Corromper e desfilhar os inocentes são prazeres degenerados que tem que ser desfrutados rapidamente enquanto ainda há alguma inocência. Dentro de um ou dois anos nós provavelmente vamos assistir a programas de televisão a mostrar nus intergeracionais (pedofilia) entre pessoas do mesmo sexo (homossexo), portanto, por agora, Elton John vai ter que manter-se vestido.

elton john
Elton John 25 kilos mais novo.

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