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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Porque é que os homossexualistas espanhóis odeiam Fernando Sebastián Aguilar?

Por Hilary White

O Arcebispo Fernando Sebastián Aguilar está a ser alvo de um ataque por parte dum grupo homossexualista Espanhol que deu início a uma acção legal contra ele por este ter dito que "não é um insulto" dizer que o homossexualismo é uma desordem psicológica.

O Arcebispo, um teólogo reformado que foi recentemente nomeado pelo Papa Francisco como um dos cardeais-eleitos, foi atacado pela imprensa internacional quando ele disse a um jornal Espanhol que "O homossexualismo é uma forma deficiente de expressar a sexualidade porque [o sexo] tem uma estrutura e um propósito, que é a procriação."

Um homossexual que não pode atingir a procriação está a falhar. Os nossos corpos têm muitos defeitos. Eu tenho pressão arterial elevada, um defeito que eu tento corrigir da melhor forma que posso.

Dizer que o homossexualismo é um defeito não é um insulto... Dizer isso ajuda porque em muitos casos de homossexualismo, e com o tratamento certo, é possível haver recuperação e a pessoa tornar-se normal.

Um dos grupos homossexualistas mais importantes de Espanha, Colegas, respondeu inicialmente com uma declaração, convidando Sebastián para um encontro "de forma a que se possa saber em primeira mão as nossas preocupações e os nossos problemas, e que tais declarações só podem ser o resultado da ignorância e da má informação."

Declarações como a sua podem causar dor e sofrimento a muitos crentes. ... A sua atitude pode "normalizar" este "tratamento" de informação, de proximidade e de tolerância que nós recomendamos.

Agora, o grupo Colegas deu entrada a um processo judicial contra o cardeal-eleito, afirmando que ele violou o artigo 510 do código penal Espanhol, que permite multas e penas de prisão até 3 anos por se incitar "ódio e violência". Depois de dar entrada ao processo, o presidente do grupo Colegas, Antonio Ferre, afirmou:

A Espanha é um país moderno e secular, e este tipo de declarações provenientes da Igreja têm que ser punidas porque eles [os membros da igreja] são os menos qualificados para falar em deficiências sexuais, principalmente porque eles têm casos ocultos de abuso de crianças e pedofilia.

Durante os anos 60, no auge da revolução sexual, o lobby homossexualista fez um grande esforço de pressão politica para que o homossexualismo fosse retirado dos manuais de diagnóstico psiquiátrico. Este proposito foi atingido em 1973, quando a American Psychiatric Association (APA) se tornou na primeira a remover o homossexualismo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM-II). Desde então, os activistas do movimento têm usado o seu sucesso para obter resultados favoráveis em muitas jurisdições.

Em 2009, o grupo Colegas fez o mesmo tipo de ameaça contra a professora Gloria Maria Tomas, da Universidade Católica de Murcia, que disse a uma audiência duma conferência que o homossexualismo é "intrinsecamente desordenado" e que o mesmo só foi removido da lista de patologias psicológicas devido a pressões políticas por parte dos activistas homossexualistas.

Na Grã-Bretanha e na Irlanda, os activistas estão a colocar pressão sobre os psicoterapeutas Cristãos que afirmam que as pessoas com atracção homossexual indesejada têm o direito de buscar terapia. Terapeutas do Reino Unido já enfrentaram a possibilidade de serem "riscados" dos corpos de acreditação profissional, o que resultaria na sua virtual impossibilidade de exercer as suas funções.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

É a pedofilia uma "orientação sexual" ?

Por Jack Minor

Usando as mesmas tácticas usadas pelos activistas homossexuais, os pedófilos deram início a formas de obter o mesmo estatuto que o homossexualismo , alegando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual parecida à heterossexualidade e ao homossexualismo.

Há já muito tempo que os críticos do estilo de vida homossexual alegam que, mal se tornou aceitável definir o homossexualismo como "um estilo de vida alternativo", logicamente falando nada mais passou a estar para além dos limites. Os activistas homossexuais ficaram ofendidos com esta posição, insistindo que isso nunca aconteceria, mas sabe-se agora que alguns psiquiatras começaram a propor uma redefinição da pedofilia da mesma forma que o homossexualismo foi redefinido há alguns anos atrás.

No ano de 1973 a American Psychiatric Association (APA) desclassificou o homossexualismo da sua lista de desordens mentais. Um grupo de psiquiatras  associado ao "B4U-Act" levou a cabo recentemente um simpósio propondo uma nova definição da pedofilia no "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Health Disorders" da APA.

O B4U-Act chama os pedófilos de "pessoas atraídas a menores", e o site da organização declara que o seu propósito é o de “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais em relação à atracção por menores, e considerarem os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.

Em 1998 a APA emitiu um relatório alegando que "o 'potencial negativo' do sexo entre adultos e crianças é ‘exagerado’ e que uma vasta maioria de homens e mulheres não reportou efeito negativo sexual algum das experiências infantis de abuso sexual.

A pedofilia já recebeu um estatuto de protecção por parte do Governo Federal. O "Matthew Shephard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act" lista a "orientação sexual" como uma classe protegida, mas não define o termo. Os Republicanos tentaram inserir uma emenda especificando que "a pedofilia não se encontra definida como orientação sexual," mas a emenda foi derrotada pelos Democratas [ed: esquerdistas e marxistas culturais]. O representante Alcee Hastings (Democrata-Fl) declarou que todos os estilos de vida alternativos deveriam estar protegidos pela lei:

Este projecto de lei lida com o nosso propósito de colocar um término na violência fundamentada no preconceito, e garantir que todos os Americanos, independentemente da raça, cor, religião, origem nacional, género, orientação sexual, identificação de género, incapacidade ou qualquer uma destas "filias", fetiches e "ismos" que foram avançados, não tenham que viver com medo por serem como são. Apelo aos meus colegas que votem em favor desta lei.

(...)

No princípio deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual tal como o homossexualismo e a heterossexualidade. Van Gijseghem, psicólogo e professor reformado da Universidade de Montreal, afirmou perante os membros do parlamento que “os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem pequenas ofensas pontualmente, mas sim pessoas que lutam com o que é equivalente a uma orientação sexual, tal como qualquer outro indivíduo pode estar a lutar com a heterossexualidade ou com o homossexualismo. (...) Os pedófilos genuínos têm uma atracção exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual desta pessoa; ela pode, no entanto, permanecer abstinente."

Quando lhe foi perguntado se ele pode comparar os homossexuais com os pedófilos, Van Gijseghem respondeu:

Se, por exemplo, vivêssemos numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida [ed: ?!!!]  e se nos fosse dito que teríamos que obter terapia de modo a alterar a orientação sexual, muito provavelmente dirias que isso é ligeiramente maluco. Por outras palavras, não aceitarias isso de todo. Uso esta analogia para demonstrar que, sim, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.

O Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia  na "Queen’s University" em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem. Quinsey afirmou que o interesse sexual dos pedófilos são as crianças e que "não há qualquer tipo de evidência que demonstre como este tipo de preferência pode ser alterado através de tratamento ou através de qualquer outra forma.

Em Julho de 2010, a "Harvard Health Publications" afirmou

A pedofilia é uma orientação e muito pouco provável de ser alterada. O tratamento tem como propósito permitir que uma pessoa resista agir de acordo com os seus impulsos sexuais.

Linda Harvey (Mission America) afirmou que o "forcing" em favor da normalização da pedofilia vai-se tornar mais e mais comum à medida que os grupos LGBT  vão-se confirmando na sociedade.

Tudo isto faz parte do plano de empurrar as crianças para a sexualidade precoce e convencê-las de que a amizade normal é na verdade uma atracção sexual.

Milton Diamond, professor na Universidade do Hawaii e director da "Pacific Center for Sex and Society", declarou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade uma vez que os "criminosos sexuais potenciais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com as crianças.

Diamond é um palestrante distinto do "Institute for the Advanced Study of Human Sexuality" em São Francisco. A IASHS defendeu abertamente a rejeição da proibição Revolucionária da presença de homossexuais nas forças militares. A IASHS enumera no seu site uma lista de "direitos sexuais básicos", onde estão incluíndos "o direito de se envolver em actos ou actividades sexuais de qualquer tipo, desde que não envolvam actos não-consentidos, violência, coação, ou fraude."

Um outro direito é o de "ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social devido a um comportamento sexual privado" e ser livre para "ter qualquer tipo de fantasia, pensamento ou desejo sexual." Por fim, a organização diz que ninguém deveria "ser desfavorecido devido à sua idade".

As leis que visam proteger as crianças foram já desafiadas em vários estados, incluindo a Califórnia, a Geórgia e o Iowa; as pessoas condenadas por crimes sexuais afirmam que as leis que os proibem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penalizam para toda a vida.

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Não é por acaso que os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais. Isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que "os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais".

Seria interessante saber como é que os activistas pró-LGBT (que não são todos homossexuais) explicam este facto.

Será que é "homofobia" dizer os grupos que mais militam pela normalização da pedofilia são grupos homossexuais? Ou é mais acertado dizer que há algo no homossexualismo que faz com que os seus practicantes vejam o sexo com crianças duma forma (ainda) aberrante para a maioria da população mundial?..

domingo, 14 de julho de 2013

"Dentro do homossexual comum vive um pedófilo"

Quem o diz é o homossexual assumindo Kevin Bishop.

Embora a maior parte dos activistas homossexuais negue publicamente que eles queiram ter acessos aos rapazes, muitos grupos homossexuais espalhados pelo mundo trabalham agressivamente para baixar a idade de consentimento. Os argumentos destes grupos homossexuais estão a receber o apoio de associações de Psiquiatria e Psicologia, que se encontram actualmente a usar os argumentos usados no passado (em favor do homossexualismo) como forma de normalizar a pedofilia.

Kevin Bishop, um pedófilo confesso, encontra-se agora a promover o "trabalho" da "North American /Man-Boy Love Association" (NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que, como muitos homossexuais, foi sexualmente abusado quando era criança (com a idade de 6 anos), é também um homossexual confesso que é franco acerca da conexão que existe entre o homossexualismo e a pedofilia. Numa entrevista feita à Electronic Mail & Guardian (30 de Junho de 1997 - Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.), Bishop admitiu:

Dentro do homossexual comum vive um pedófilo.

Este activista homossexual e pedófilo deu início ao seu estudo da pedofilia quando ainda era estudante na "Rhodes University". Foi também aí que ele descobriu Karl Marx, bem como outros tipos de literatura que o ajudaram a moldar a sua visão do mundo. O seu ponto de vista esta a ser imitado pelos activistas homossexuais de todo o mundo que buscam pelo que eles chamam de "liberdade sexual" para as crianças.

Kevin Bishop encontra-se numa cruzada na África do Sul, lutando para que as "leis em torno do consentimento sexual" sejam abolidas, e tentando ao mesmo tempo realizar o propósito do grupo homossexual e pedófilo NAMBLA.  

Kevin afirma que, a partir da mais tenra idade,  as crianças têm que receber poder "através do ensino em torno dos relacionamentos amorosos . . . dando-lhes a oportunidade de tomar decisões informadas em torno do acto sexual.."

Kevin diz que também apoia o incesto:

Duas psicólogas americanas afirmam que a introdução mais saudável para à actividade sexual é feita com os pais, visto que é menos ameaçadora e a intimidade emocional é mais confortável. (Angella Johnson, “The man who loves to love boys,” Electronic Mail & Guardian, June 30, 1997, http://www.mg.co.za/mg.)

Bishop concorda com a NAMBLA quando esta organização diz que o próximo movimento social na arena política Ocidental será em forma de ataque ao que eles chamam de  “sexual ageism,” que proíbe o contacto sexual na base na diferença de idades. Este movimento já está bem encaminhado na Europa e no Canadá.

Fonte.

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Isto é algo que todos os homossexuais sabem mas que por motivos tácticos não o admitem: existe uma relação muito forte entre o homossexualismo e a pedofilia. 

Obviamente que isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que esse comportamento sexual o tornam mais disposto a enveredar pela pedofilia. 

O homossexual Kevin Bispho fez um grande serviço público ao revelar aquilo que deveria estar mais ou menos bem assente nas mentes de quem tenta separar o homossexualismo da pedofilia.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros"


Fonte

Um proeminente psiquiatra canadiano criticou as suposições que servem de base para o que foi classificado pelos críticos como o "Projecto da casa de banho" do governo federal canadiano - Bill C-279. Esta lei irá conferir aos assim-conhecidos homens e mulheres "transgéneros" protecção especial. O Dr. Joseph Berger emitiu uma declaração afirmando que, do ponto de vista médico e científico, não existe uma pessoa "transgénero", e que os termos tais como "expressão de género" e "identidade de género"  usadas na lei são, no mínimo, ambíguas, para além de serem mais apelos emocionais do que factos e declarações científicas.

Berger, que é um psiquiatra consultor em Toronto e cujas credenciais estabelecem-no como um perito na disciplina das doenças mentais, declarou que pessoas que se identificam como "transgéneros" são psicóticas ou simplesmente infelizes, e que a cirurgia acompanhada de terapia hormonal não são tratamentos apropriados para a psicose ou para a infelicidade. "Do ponto de vista científico, deixem-me exclarecer o que "transgénero" significa," afirmou o Dr. Berger. Ele acrescentou ainda:

Estou a falar duma perspectiva científica - e não duma posição lobbista que pode ser proposta por qualquer grupo, médico ou não-médico. "Transgéneros" são pessoas que alegam que são, ou gostariam de ser, membros do sexo que se encontra oposto àquele dentro do qual eles nasceram, ou àquele que o seu alinhamento cromossómico atesta. Por vezes, algumas destas pessoas alegam que são "mulheres presas num corpo de homem" ou, alternativamente, "um homem preso num corpo de mulher".

O tratamento médico para os delírios, as psicoses ou infelicidade emocional não é a cirurgia.

Por outro lado, se perguntarmos a estas pessoas para esclarecerem exactamente o que é que elas acreditam, isto é, se alguma das proposições listadas em cima se aplica a elas, e elas disseram que não se aplica, e que eles sabem que tal proposição não é verdadeira, mas que eles "sentem" que é, então cientificamente o que estamos a falar é de uma infelicidade acompanhada por um desejo.

Estas duas coisas levam a que algumas pessoas comecem a tomar hormonas que são predominantes no outro sexo, chegando mesmo a enveredar pela cirurgia cosmética como forma de os fazer "parecer" pessoas do sexo oposto.

Berger explicou que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Para além disso, o Dr. Berger declarou que os argumentos usados por aqueles que defendem o estabelecimento de direitos especiais para as pessoas confusas em relação ao seu género não possuem qualquer valor científico, sendo subjectivos e apelos amocionais sem qualquer base científica.

Já li o depoimento daqueles que querem conferir estes direitos especiais e não vi nada de valor científico por lá. São usadas palavras, tais como "espaço interior", que não têm qualquer base científica objectiva.

Isto são factos cientificos. Não parecem existir motivos médicos ou científicos para conferir direitos ou considerações especiais a pessoas que se encontram infelizes com o seu sexo, ou pessoas que têm o desejo de vestir roupas do sexo oposto. A assim conhecida "confusão" em torno da sua sexualidade que o adolescente ou o adulto têm é meramente psicológica.

Como psiquiatra, não vejo motivos para que as pessoas que se identificam desta forma tenham qualquer tipo de direito que o resto das pessoas do Canadá não têm.

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow - http://shar.es/1Hc4y9



domingo, 2 de dezembro de 2012

Fim da "homofobia"

Fonte

A Associated Press mudou a sua posição em relação aos termos "homofobia", "limpeza étnica" e muitos outros termos usados no seu Style Book durante os últimos meses. 
 
O Style Book online diz, agora, que a "-fobia," "medo irracional e incontrolável, frequentemente uma forma de doença mental", não deveria ser usado "em contextos políticos ou sociais", incluindo a "homofobia" e a "islamofobia."

Para além disso, o Style Book qualifica a expressão "limpeza étnica" um eufemismo, e que a AP "não usa a expressão 'limpeza étnica' isoladamente. Ela deve estar entre parêntesis, ser atribuida e ser explicada."

O Dave Minthorn, "Deputy Standards Editor" da AP, afirmou:
Limpeza étnica é um eufemismo para actividades verdadeiramente violentas; fobia é um termo psiquiátrico ou médico para um vasto leque de desordens mentais. Esses termos foram bastante usados no passado, mas sentimos que não estão correctos. . . . Se analisarmos bem, "limpeza étnica" é uma cobertura feita a actividades violentas terriveis, e é um termo que certamente não queremos propagar.

De modo específico, o termo "homofobia" está totalmente desenquadrado uma vez que atribui uma deficiência mental a alguém, e sugere a posse de conhecimento que nós não temos. Isso parece estar errado.

Em vez disso, temos que usar termos mais neutros como "anti-gay" ou algo nessa ordem de ideias, se tivermos razões para acreditar que é isso que se passa. Queremos ser isentos e precisos na nossa terminologia.
As modificações feitas à versão online do Style Book entrarão em efeito na versão impressa do próximo ano.

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Será curioso saber quanta pressão o lobby gay fará junto da AP para que eles não avancem com estas medidas.


sábado, 1 de dezembro de 2012

E porque não?

Usando as mesmas tácticas anteriormente usadas pelos gayzistas franceses, os pedófilos querem, agora, obter um estatuto semelhante, argumentando que o desejo de ter sexo com crianças é uma "orientação sexual" e não é diferente do que heterossexual e homossexual.

Os opositores da normalização do homossexualismo há já muito tempo que afirmam que, uma vez aceito o reconhecimento da homossexualidade como um "estilo de vida" simples ou orientação sexual diferente, logicamente nada mais seria proibido em termos sexuais.

Os defensores do "gayzismo" sentiram-se ofendidos por tal posição, afirmando que isso nunca iria acontecer. No entanto, junto de organizações psiquiátricas de renome já se discute se a pedofilia não é uma orientação sexual, tal como foi feito para a homossexualidade há vários anos.


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E a próxima etapa é a necrofilia.

domingo, 2 de outubro de 2011

Lésbicas sujeitam rapaz de 11 anos a tratamento para mudar de sexo



Não há nada demasiado horrífico que os esquerdistas não façam às crianças como forma de avançar com a sua grotesca ideologia, como este caso nojento demonstra.

Duas lésbicas que colocaram a criança adoptada de 11 anos num processo de se tornar uma rapariga afirmam que "é melhor para a criança levar a cabo a operação de mudança de sexo enquanto ainda é jovem". (Convém ressalvar que mesmo que removam o órgão masculino e construam algo parecido com um órgão feminino, o rapaz vai sempre ser macho.)

Thomas Lobel, que agora se intitula de Tammy, está a ser submetido a um tratamento hormonal em Berkeley, California como forma de impedir que ele atravesse a puberdade como um rapaz.

O supressor hormonal implantado na parte superior do braço esquerdo vai adiar o desenvolvimento de ombros mais largos, voz mais grossa e pêlos faciais.

De forma bizarra, as lésbicas com custódia deste pobre macho alegam as probabilidades dele se suicidar como resultado deste destrutivo projecto de engenharia social como argumento para mutilar o pobre rapaz.

Pauline Moreno e Debra Lobel avisam que crianças com desordem na identidade de género forçadas a adiar a transição podem enfrentar um maior risco de suicídio. Citando uma estatística proveniente da "Youth Suicide Prevention Program", a senhora Moreno ressalvou que mais de 50% dos jovens transgéneros vai passar por uma tentativa de suicídio até aos 20 anos de idade.

Por outras palavras: como as crianças com problemas em relação à sua identidade sexual têm uma maior taxa de tentativa de suicídio, o melhor é mutilar o rapaz (ou a rapariga) como forma de "impedir" que tal tentativa de suicídio ocorra. Pelos vistos acompanhamento psiquiátrico está fora de questão.

Conclusão:

Corromper crianças encorajando-as a fingir não serem o que elas são é uma forma de abuso infantil.

Já é horrível o suficiente que crianças sejam entregues a pessoas suficientemente perturbadas para pensarem que o homossexualismo e o lesbianismo são prácticas sexuais "normais".

Pior ainda é quando estas duplas usam as crianças que tiveram o azar de cair no seu laço para avançar com a sua agenda politico-sexual.

Uma pergunta importante: este rapaz foi adoptado quando tinha dois anos. As lésbicas dizem que não estão a "forçar" a decisão do rapaz, mas como é que nós podemos ter a certeza de que o ambiente onde ele cresceu não é a causa maior desta confusão sexual? Ou seja, elas podem muito bem estar a dar como "solução" (operação sexual) um problema criado pelo ambiente anormal onde ele cresceu.

"Vamos mutilar o macho que caiu na nossa rede"

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Parlamento da UE nega que homossexualidade seja doença

O Parlamento europeu aprovou nesta Quarta-Feira uma resolução que defende o respeito dos direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero e argumentou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria deixar de considerar a homossexualidade como uma doença mental.

"O Parlamento pede para que a OMS tire os transtornos de identidade sexual da sua lista de transtornos mentais e de comportamento", afirmou o texto, aprovado com ampla maioria.

Os eurodeputados condenaram o fato de a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade sejam consideradas como doenças mentais que necessitam tratamento psiquiátrico em alguns países, inclusive membros da UE.

A resolução também indica que países da União Europeia devem oferecer asilo aos cidadãos de outros países que são vítimas de perseguições por causa da sua orientação sexual.

-Fonte-


Sem sombra de dúvida que a homossexualidade é um desvio da normalidade sexual. Agora, de que ordem é esse desvio, isso é mais complexo.

Do ponto de vista da preservação da espécie, a homossexualidade não é um comportamento que uma sociedade normal deve promover uma vez que quanto maior for a propagação da homossexualidade, menos pessoas há dispostas a gerar nova vida através do normal acto sexual.

Para além disso, seria importante saber que novas evidências é que o Parlamento da UE descobriu que lhe conferem o direito de exigir que outros países deixem de prestar ajuda psicológica a quem voluntariamente a buscar. Este parece ser mais uma jogada política tendo em vista a satisfação dos propósitos da gaystapo.

Por fim, o que são os "direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero" ?

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Pode a normalização da pedofilia estar eminente?

Não era preciso uma bola de cristal para se vêr que, depois da homossexualidade, a pedofilia seria próxima perversão a ser oficialmente normalizada pelos líderes da esquerda Para além dos esquerdistas, poucas pessoas negam a ligação entre a pedofilia e a homossexualidade.

Segundo nos relata esta notícia, se um pequeno grupo de psiquiatras e outros profissionais de saúde mental conseguirem levar a cabo os seus planos numa conferência a realizar esta semana, os próprios pedófilos poderão desempenhar um papel importante na remoção da pedofilia da lista de desordens mentais da "bíblia" dos psiquiatras, a "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM).

A edição de 2013 vai ser alvo de uma revisão significativa e como tal, os pedófilos querem usar o mesmo método usado pelos sodomitas no passado: fazer pressão junto dos profissionais como forma de validar a sua perversa atracção sexual por crianças. Os críticos justificadamente avisam que isto pode levar à descriminalização da pedofilia.

A conferência a realizar em Baltimore daqui a 2 dias é patrocinada pelo B4U-ACT, um grupo composto por "profissionais" de saúde mental pró-pedofilia e activistas simpatéticos. De acordo com a brochura da conferência, o evento irá examinar "formas como as pessoas com atracção por menores [pedófilos] podem estar envolvidos no processo de revisão do DSM 5" e como a percepção popular em relação à pedofilia pode ser reajustada como forma de encorajar a tolerância.

Lá está a palavra mágica do esquerdismo político: "tolerância". Todos nós temos que aprender a ser tolerantes das perversões que ajudem os esquerdistas a ter maior controle sobre as nossas vidas - quer seja a destruição da família através do aborto e da promoção da sexualidade, quer seja com a imigração em massa como forma de aumentar o número de pessoas que votam à esquerda.

Até 1973, a homossexualidade era qualificada pelo DSM como uma doença mental. Isso agora mudou devido a uma forma mais severa de doença mental chamada de "politicamente correcto". Agora, a aceitação da depravação sodomita é mandatória. O mesmo vai eventualmente acontecer com o abuso sexual de crianças, se a esquerda política conseguir levar a cabo os seus planos.

A Drª Judith Reisman, defensora das crianças, afirmou que a conferência faz parte duma estratégia que tem em vista o condicionamento das pessoas para a futura aceitação da pedofilia.

A primeira coisa que eles fazem é livrar a pessoa dos pensamento em torno do que o agressor faz criminalmente, e pô-las a pensar no estado emocional do pedófilo - para pensarem nele como alguém que considera o seu estado emocional, e gerarem empatia e simpatia.

Tu não mudas a nação duma só assentada; tens que mudá-los condicionando-os. O propósito e pôr os pedófilos fora da prisão.

Segundo a Drª Reisman, os pedófilos geralmente abusam várias crianças antes de serem finalmente apanhados.

Os dados relativos aos pedófilos em liberdade condicional confirmam que não só estes predadores repetem os seus crimes contra as crianças, como em algumas situações eles escalam-nos até ao assassínio.

Mas o mais importante não é a segurança das crianças, mas sim que os pedófilos não sejam vítimas de descriminação e "intolerância". Mais alguns anos e vai ser ilegal despedir de centros infantis pessoas que se venha a saber mais tarde terem um passado pedófilo.

Reisman avisa que a desclassificação da pedofilia como uma doença mental pode resultar na remoção dos estatutos que visam a defesa das crianças uma vez que a lei segue sempre o conselho dos psiquiatras. Ela dá como exemplo a normalização (por parte dos psiquiátras) do sado-masoquismo, exibicionismo. e a homossexualidade como precedentes.

-Fonte-


A sociedade deveria ter traçado uma linha não transponível há muitos atrás mas a maioria moral foi recuando sob receios de ser acusada de "retrógada" ou "intolerante".

Pois bem: eis aí os resultados desse recuo: os activistas homossexuais e as aborcionistas agora entram pelas escolas a dentro e "ensinam" qual o melhor comportamento sexual - que, sem surpresa alguma, é sempre um que está de acordo com o que esses grupos minoritários pensam.

nambla
Tolerância.

“O mundo é frequentemente mau, superintendente. Nada podemos contra isso. No entanto, temos sempre de lutar contra o mal.
(“Crime no Museu Britânico” , J.B. Livingstone, página 212)

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." - 2 Timóteo 4:7

domingo, 10 de abril de 2011

A bíblia dos psiquiatras

Por Orlando Braga

No seguimento do postal anterior, há que contar a estória da evolução da APA (Associação Americana de Psiquiatria) desde meados dos anos 60 do século passado, para entendermos como é que possível que a ciência seja manipulada pela política com consequências catastróficas para a sociedade. A APA publica regularmente desde 1952, uma espécie de manual das doenças mentais, que tem a designação genérica de DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders).


O DSM é a bíblia dos psiquiatras. Se na próxima edição do DSM que está prevista sair lá para 2012, a APA decidir que a pedofilia é uma virtude e não uma doença mental, vamos ter o Dr. Machado Vaz a defender as virtudes da pedofilia na Antena 1 da RDP (ou, em alternativa, passa à reforma).

Isto parece humor negro mas não é: em 1994, a APA publicou a quarta edição do DSM e decidiu que um determinado número de parafilias (comportamentos desviantes) deveriam ser retiradas da categoria de “parafilias”, e classificadas de “comportamentos desviantes” somente em caso de causarem alarme social ― ou seja, a quarta edição do DSM previa que a pedofilia, o exibicionismo, a necrofilia, a bestialidade, entre outras parafilias, só deveriam ser consideradas como doenças mentais se quem tivesse esse comportamento fosse “apanhado com a boca na botija” através de uma denúncia. Ora, uma doença mental não depende do facto de a pessoa que a tem ser apanhada ou não no acto desviante. Em consequência da edição de 1994 da DSM, a sociedade americana mobilizou-se e o assunto chegou ao senado dos EUA, e a APA foi obrigada a reescrever a sua bíblia.

Em 2000, a APA editou uma versão revista do DSM (DSM-IV-TR) em que a pedofilia foi mantida como doença mental. No entanto, esta edição da APA excluiu o sexo com animais do rol das doenças mentais ― “comer” uma jumenta ou uma cabra, segundo a APA, é coisa normalíssima. Segundo o argumento da APA, quando o consentimento não é necessário ― como é o caso do sexo com animais (bestialidade) ou o sexo com pessoas mortas (necrofilia) ― ou quando o consentimento é dado, como no caso do sado-masoquismo, esses comportamentos sexuais são normais. Portanto, segundo a bíblia da Associação Americana de Psiquiatria (a mesma que retirou a homossexualidade do rol das doenças mentais em 1973), comer uma cadela ou uma mula, entrar numa capela mortuária e fornicar uma pessoa morta na noite do velório, ou ter práticas sado-masoquistas, são coisas das mais normais do mundo.

O senso-comum chega a uma conclusão: a APA é, em primeiro lugar, um antro de malucos que se dedica a absolver e a justificar outros malucos. Por isso é que a homossexualidade foi retirada da lista das doenças mentais: nenhum maluco gosta de ser considerado como maluco.

O comportamento dos mentores da APA revela que a doença mental passou a ser um mito. Já não há malucos como existiam antes do assalto gay à APA a partir de 1967, que relatarei mais adiante. Pelo contrário, a existirem doidos, eles são hoje as pessoas que não têm comportamentos sexuais desviantes. As pessoas normais são consideradas “suspeitas” pela psiquiatria moderna: um indivíduo que não fornica a cadela ou a jumenta, que não “monta” cadáveres, que não toma no cu, etc., é “suspeito” porque certamente algo de muito errado se passa com ele; provavelmente é “intolerante”, ou guloso, ou comprador compulsivo. Segundo a psiquiatria moderna, uma pessoa normal tem que ser maluca.

Informações do interior da APA revelam que a edição de 2012 da bíblia dos psiquiatras incluirá os gordos como doentes mentais. Vejam só o absurdo: segundo a APA, um gay gordo (como, por exemplo, o José Carlos Malato) não é doente mental porque toma no cu ou porque eventualmente se engaje em comportamentos sado-masoquistas, mas é maluco porque é gordo…!
A “intolerância” também passará a ser uma doença mental: quem não aceitar os excessos comportamentais dos outros, passa a ser maluco. O mesmo se passa com os compradores compulsivos: passam a ser considerados doentes mentais pela APA; mas um indivíduo que se deixa chicotear com violência, gemendo de prazer, já é uma pessoa absolutamente normal! Em vez de servir a ciência, os “cientistas” da APA legitimaram algumas práticas sociais desviantes em função de pressões políticas.

É esta Associação Americana de Psiquiatria que dita quem é oficialmente maluco e quem não é. Depois do assalto violento do movimento gay americano às estruturas da APA a partir de 1967 ― que incluíram actos de violência por parte dos psiquiatras gayzistas, como o encerramento violento e compulsivo do congresso da APA de 1970.

Em 1963, a academia de medicina de Nova Iorque (New York Academy of Medicine) publicou um relatório em que consta o seguinte trecho:

“A homossexualidade é uma doença mental. Os homossexuais são indivíduos com distúrbios emocionais que não adquiriram a capacidade normal de desenvolver relações heterossexuais satisfatórias”.

Mas em 1970, a facção gayzista da APA argumenta que a Associação Americana de Psiquiatria deve mudar a sua posição sobre a homossexualidade porque ela representa “a psiquiatria como uma instituição social” (sic) “em vez de ser um corpo exclusivamente científico”.

Temos aqui a evidência da política a condicionar a ciência. Constatamos que o gayzismo nasceu de um movimento político que atacou a ciência no seu âmago. No entanto, e como escrevi no postal anterior, todos sabemos que a ciência é descritiva, e não prescritiva. As prescrições nascem de valores, e não de factos. A retirada da homossexualidade do rol das doenças mentais, por parte da APA, foi um acto de prescrição, e constitui um atentado contra a ciência.

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