Mostrar mensagens com a etiqueta Lesbianismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lesbianismo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

* * * * * * *

Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A violência doméstica que as feministas ignoram

Por David Garrett

No meio do constante ataque contra os homens causado pelas inflamadas estatísticas de violação e violência doméstica, ocorre um silêncio ensurdecedor. Estudos após estudos têm confirmado que as mulheres lésbicas são tão ou mais violentas que os homens que se encontram em relacionamentos heterossexuais. Mesmo assim, os média e as autoridades evitam este assunto por completo. Admitir que as lésbicas, ergo, um sub-conjunto das mulher, parecem cometer tanta ou mais violência doméstica que os homens fragiliza de forma fatal a obsessão feminista com um imaginativo controle patriarcal, bem como as suas noções distorcidas de privilégio masculino.

Muitos destes mesmos estudos afirmam que os relacionamentos homossexuais masculinos incluem tanta violência doméstica como os relacionamentos heterossexuais, mas as amostras de violência doméstica entre lésbicas são uma melhor analogia visto que as vítimas são as mulheres - tal como na maior parte das notícias envolvendo relacionamentos heterossexuais.

Como fingir um argumento anti-homem

A omissão da violência doméstica da equação é ridícula. Isto é como uma situação hipotética de impedir militantes contra o acto de se conduzir bêbado em Maine só porque há muito menos pessoas a viver por lá do que na Califórnia, ou então focar-se apenas no alcoolismo dos Americanos Caucasianos só porque os Brancos são mais do que, por exemplo, os Índios Americanos.

Se a violência é uma praga tal, como as feministas "articulam", qualquer coisa menos que falar de todo o tipo de violência é um estratagema político manipulativo e uma agenda. E a agenda aqui é atacar os homens e descrever a violência doméstica como um desporto que só é jogado pelos homens heterossexuais.

Estas mesmas estatísticas relativas à violência doméstica, que são obtidas a partir de auto-relatos, são usados para perseguir, difamar e facilmente condenar os homens. Na distorcida área das estatísticas de violação, o limiar da "agressão sexual" tem sido reduzido e caricaturado para piropos de rua e actos sexuais depois de se consumir álcool, mesmo que a mulher esteja inteiramente lúcida ou se o homem está igualmente bêbado. Sem surpresa alguma, as lésbicas recebem carta branca quando são levados a cabo estudos envolvendo questões menos amorfas e mais estritamente definidas em relação à violência (como, por exemplo, "Foi você vítima de violência por parte da sua parceira?")

Até a revista The Atlantic, que é com relativa frequência  uma miscelânea esquerdista da mais putrida diarreia mediática, reconhece que a violência entre duplas do mesmo sexo está numa situação "epidémica". Outros dados recolhidos pelas agências e pelas entidades governamentais Americanas citam 3,9 milhões de mulheres a serem vítimas de violência doméstica por parta da sua parceira lésbica. Uma vez que a proporção de lésbicas ou mulheres funcionalmente bissexuais nos Estados Unidos é estimado como sendo 20 vezes inferior que o número de mulheres heterossexuais, estes números são impressionantes.

A relutância das lésbicas em reportar

Uma das características do linguarejar das feministas é o de sempre colocar ênfase na proporção das mulheres heterossexuais que nunca reportam a violência doméstica e a agressão sexual "cometida" pelos homens. Elas assumem, sem qualquer tipo de evidência, que estes "casos" são casos provados de violência doméstica e sexual, e que, como tal, podem ser utilizados como forma de retirar dos homens os seus direitos de receber tratamento judicial adequado.

O problema com esta narrativa é a forma como ela se reflecte sobre a maneira como a violência doméstica entre lésbicas é reportada. Os estudos tais como aqueles citados nos links de cima fazem contínua referência a sub-notificação da violência doméstica dentro das duplas homossexuais, e como tal, o problema é actualmente maior.

O viés de confirmação das feministas permite-lhes usar as metodologias mais corrompidas e ténues, tais como a junção das alegadas vítimas femininas com as mulheres cujo estatuto de vítima foi estabelecido através de processos judiciais (e mesmo as alegações destas são continuamente diluídas para um drama "diz-que-disse"). Mas estas metodologias nunca são apropriadas quando os alegados perpetradores não são homens heterossexuais, e muito menos são convertidas em exigências dentro das arenas políticas e sociais.

Tal como já leram na minha recente pesquisa em torno do slut-shaming de mulheres feito por mulheres e por homens, elas são esvaziadas de capacidade de decisão quando isso envolve elas gozar e intimidar as outras mulheres, mas o homens responsabilizados e tidos como seres autónomos e actores privilegiados. O mesmo aplica-se dentro da violência doméstica lésbica: os homens heterossexuais têm escolhas, mas as mulheres que se encontram dentro de relacionamentos heterossexuais ou lésbicos têm a opressão como forma de explicar a sua violência.

O medo da perda por parte das feministas

Revelar a simetria que existe entre a violência doméstica heterossexual e a que ocorre nos relacionamentos homossexuais ameaça retirar das mãos das feministas a sua galinha dos ovos de ouro política: a fictícia e institucionalizada opressão que as mulheres sofrem causada pelos homens. Ignorar o abuso que ocorre dentro dos relacionamentos homossexuais é, portanto, obrigatório como forma de manter a sua agenda bem oleada e em movimento. As mulheres que são vítimas de violência por parte de outras mulheres salienta as escolhas pessoas que são feitas pelas parceiras que cometem abusos em áreas privadas, e não salienta um sistema público que encoraja tal violência.

Da mesma forma que a sociedade moderna confere um estatuto especial aos "gays", às lésbicas, e em particular às pessoas transsexuais, os estudos em torno da violência doméstica ilustram  forma como as feministas resolveram ignorar a comunidade lgbt como forma de preservar a sua narrativa anti-homem. Se por acaso o movimento feminista começar a receber demasiadas críticas por isso mesmo, as feministas podem sempre culpar o patriarcado por envergonhar e estigmatizar as lésbicas de forma a que elas agridam as suas parceiras. E assim o ciclo continua.

- http://bit.ly/1EIX9Qa

* * * * * * *

O que as idiotas úteis de movimento feminista ainda não sabem é que dentro da escala de vitimismo esquerdista, a comunidade lgbt é mais "vítima" que a mulher. Logo, mal os ataques se tornem demasiado fortes, as mesmas agências oficias que "apoiam" o movimento feminista, rapidamente se retirarão do seu grupo, e colocarão todo o seu peso junto da causa lgbt.

sábado, 16 de maio de 2015

"Ser criada por duas mães destruiu a minha vida’

Um mulher que foi criada por duas mães admitiu que a experiência foi "destrutiva e confusa", e avisou dos potenciais "danos duradouros e irreparáveis causados à criança". Hetty Baynes Russell, de 58 anos, afirmou que o seu pouco convencional arranjo paternal gerou "uma vida de confusão e falta de segurança emocional", que a lançou para a terapia durante muitos anos "tentando fazer algum sentido disto tudo".

Ela disse que o seu coração afundou quando leu os mais recentes comentários feitos pela varejista Mary Portas, que tem um filho de 2 anos com [sic] a jornalista de moda  Melanie Rickey,dizendo que a "partilhar a maternidade com outra mulher é duplamente maravilhoso”.

Hetty nasceu como a mais nova de cinco crianças por parte da mãe Margot e do pai Leslie Baynes, mas reconta memórias perturbadoras desde os seus primeiros dias com o seu pai a ser "colocado de parte" pela sua mãe e pela parceira lésbica da sua mãe. Ela disse:

E longe de ser uma situação saudável e acolhedora, este arranjo - onde fui apanhada no meio duma destrutiva batalha triangular com outra mulher pela afeição da minha mãe, ao mesmo tempo que era forçada a assistir, impotente, o meu pai a ser emasculado e afastado das nossa vidas - era, ao mesmo tempo, destrutivo e confuso.

Com tantas pessoas a competirem pelo seu espaço e por proeminência dentro da família, eu sei por experiência própria, ela pode-se tornar num antro de ressentimento e inveja, o que pode causar danos duradouros e irreparáveis na criança.

Hetty disse que os estragos causados por ter sido criada dentro deste contexto familiar apenas se manifestaram quando tinha 15 anos e desenvolveu uma depressão clínica e anorexia.

A partir desse momento, foi um lento processo de me adaptar à dor que havia enterrado dentro da minha alma perturbada

Hetty revelou também que nos seus anos 20, cultivou uma imagem "notoriamente heterossexual", e formou uma "lista de relacionamentos inadequados com homens" com uma atracção particular por "figuras paternas".  Ela avisou que por "vezes - e, na verdade, de forma assustadoramente frequente - os relacionamentos paternais  não-convencionais acabam por ser antros de inveja e confusão que são destrutivas para as crianças".

Para mim, esse tem sido o problema durante toda a minha vida: apesar da enorme quantidade de privilégio que desfrutei, a minha vida foi uma vida de confusão e insegurança emocional. E é por isso que estive em terapia durante tantos anos - tentado fazer algum sentido de tudo isto.

- http://goo.gl/eL5BsT

* * * * * * *

Claro que a elite ocidental não vai levar em conta o sofrimento das crianças atiradas para um emparelhamento homoerótico porque a elite não se preocupa com as crianças, mas sim com o avanço da sua agenda.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quando as lésbicas atacam nos abrigos para mulheres

Por Carey Roberts

Poucas pessoas estão cientes da forma como os abrigos para mulheres tiveram o seu início. Há quatro anos atrás, a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta surpreendente admissão no The Oregonian:

Na verdade, foi um pequeno grupo de lésbicas provenientes de Portland que se encontrava na linha da frente do movimento nacional das mulheres a disponibilizar um lugar seguro para as mulheres... Nós sabíamos que as fundações não iriam financiar uma lar para um grupo de lésbicas-de-bar sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que seria melhor entendida era uma de "mulher vítima de violência"

Isto levanta questões perturbadoras: O que é que ocorre nesses abrigos? Tal como a minha investigação desenterrou, muitos abrigos mais não são que campos de caça para as lésbicas que buscam formas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, de 35 anos e funcionária duma loja, foi para a  Bethany House em Falls Church, Va. em busca de aconselhamento legal. O abrigo referi-a para um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo as palavras dela, "Aconteceu um dia que ele apareceu à  minha porta e exigiu sexo ou pagamento pelo aconselhamento legal disponibilizado." Pouco depois, eles começaram aos beijos e aos abraços. (...)

Mas não era só o advogado que se estava a aproveitar das mulheres vítimas de violência. Duas gerentes do lar, a senhora Veronica e a menina Liang, foram alvo de queixas contra elas devido a "avanços sexuais impróprios" sobre as mulheres do abrigo. As duas foram forças a pedir a demissão.

Noutro abrigo, uma antiga funcionária falou-me duma residente lésbica que regularmente acompanhava uma rapariga menor para o seu quarto. Quando a gerente do abrigo foi notificada do comportamento suspeito, a mulher visada acusou a empregada de "preconceito".

Noutra ocasião, uma revoltada mulher residente queixou-se à mesma gerente sobre actividades sexuais impróprias que ocorriam bem à frente das crianças. A gerente disse â mulher que "relaxa-se" e que encontra-se alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford viu-se dentro rum relacionamento fisicamente abusivo. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar com regularidade uma grupo de apoio dirigido pela YWCA Resolve Family Abuse Program. Em várias ocasiões, Crawford deu por si a falar com a directora do West Virginia Coalition Against Domestic Violence. Inicialmente, os avanços dela nada mais eram que elogios efusivos. Depois disto, seguiram-se abraços demorados. E foi então que um dia Crawford reparou que a directora da Coalition lhe estava a acariciar as costas.

Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha interesse nos avanços da directora. Pouco depois disto, Crawford deu por si a ser evitada. Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio programa de aconselhamento para vítimas de abuso, ela continuou a ser rejeitada.

Em Houston a Turning Point patrociona festas para as residentes dos abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado, Os médicos e os advogados locais são convidados a tomar parte das festas. Uma das mulheres engravidou enquanto se encontrava num abrigo, alegadamente depois duma dessas festas. Bobbi Bacha, da Blue Moon Investigations, questiona-se se tais eventos são apropriados para mulheres que estão a recuperar de relacionamentos abusivos, e preocupa-se que as mulheres estejam a ser levadas para a prostituição.

Uma mulher que passou tempo em dois abrigos revela de forma aberta que "muitas mulheres dos abrigos são lésbicas". Uma das tácticas de engate usadas por uma funcionária de abrigo era a de suavemente esfregar a mão da residente como forma de acalmar a sua dor. "Se tu te tornas sua namorada, vais ser muito bem tratada. Eu tinha 100% de certeza em relação a isto.", explicou a mulher de forma tímida:  www.vimeo.com/790290 .

Para que fique registado, muitas mulheres que trabalham nos abrigos acreditam que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legalizado, como tal,  quem é que as pode culpar pelo facto de viverem de acordo com o que acreditam?

Há também o caso da violação digital duma menina de 4 anos no Another Way em Lake City, Fla. por parte uma rapariga mais velha. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, depois das duas raparigas terem sido descobertas, a "menina de 4 anos declarou que a menina de 8 anos tinha inserido o(s) dedo(s) dela dentro das suas partes privadas, e 'brincado' com ela."

Eu relatei pela primeira vez este incidente na coluna do dia 22 de Julho, notando que Florida Coalition Against Domestic Violence nada tinha dito se queria ou não planos para investigar. Seis semanas depois, e ainda por parte da Florida Coalition. Isto é totalmente desmedido. Talvez se mais pessoas ligarem para a directora da FCADV, Tiffany Carr no número 1-850-425-2749 e exigirem uma mais, comecemos a ver o fim da exploração das mulheres e das meninas nos abrigos de refúgio.





Fonte: © Carey Roberts - http://bit.ly/1ytYGcp


.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A legalização do pseudo-casamento homoerótico aumentará o número de homossexuais

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Um acumulado de pesquisas recolhidas um pouco por todo o mundo revelaram que as sociedades que normalizam o comportamento homossexual aumentam a presença desse comportamento nessa mesma sociedade. A legalização do "casamento" homossexual - que está a ser considerada em vários estados Americanos - é a mais forte aprovação social da qual resultará um maior número de indivíduos a experimentar o estilo de vida homossexual.

Pesquisas extensas provenientes da Suécia, Finlândia, Dinamarca, e dos Estados Unidos revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo meio ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como um ambiente permissivo que afirma o homossexualismo, desempenham um papel principal no desenvolvimento do comportamento homossexual.

Um olhar mais atento às pesquisas:

Investigações levadas a cabo em gémeos e focadas no homossexualismo foram recentemente levadas a cabo tanto na Suécia como na Finlândia. Tais estudos comparam as taxas de comportamento homossexual entre grupos de irmãos que partilham vários níveis de semelhanças genéticas (isto é, gémeos idênticos versus gémeos que não são idênticos). Ao serem levadas a cabo tais taxas, os estudos em torno dos gémeos ajudam-nos a esclarecer até que ponto o comportamento homossexual é genético e/ou ambiental. Por exemplo, se o homossexualismo é genético, então em casos onde um gémeo idêntico é homossexual, o seu irmão gémeo deveria ser também homossexual visto que os gémeos idênticos partilham 100% do código genético.

Mas não é isso que estes dois estudos Escandinavos de larga-escala apuraram visto que ambos os estudos revelaram que quando um gémeo era homossexual, o outro só o era também em apenas 10% ou 11% dos casos. Tais descobertas indicam que o homossexualismo não é geneticamente determinado. Em vez de factores genéticos, os estudos Escandinavos concluíram que factores ambientais especiais desempenham um papel maior no desenvolvimento do comportamento homossexual.

A questão em torno de quais os factores ambientais específicos que contribuem para o homossexualismo não foram respondidos pelos estudos, embora algumas conclusões sejam disponibilizadas pelos dados de pesquisa Americanos e Dinamarqueses (que são discutidos mais adiante neste artigo).

Mas primeiro, é importante ressalvar que embora os estudos Suecos e Finlandeses em torno dos gémeos sejam os melhores até hoje, ainda há uma larga margem de erro. De facto, as margens de erro são tão amplas que permanece inteiramente possível que factores genéticos desempenham algum papel no desenvolvimento do homossexualismo. Isto ainda tem que ser determinado, mas o que foi já estabelecido é que o factor primário no desenvolvimento do homossexualismo é ambiental.

A investigação Dinamarquesa estudou dois milhões de adultos a viver na Dinamarca, onde o "casamento" homossexual já é legal desde 1989, e este estudo apurou um certo número de factores ambientais que aumentam a probabilidade dum indivíduo buscar alguém do mesmo sexo - e não alguém do sexo oposto - para casamento.

Para os homens Dinamarqueses, os factores ambientais associados a maiores taxas de "casamentos" homossexuais são o local de nascimento urbano e um pai ausente ou desconhecido. De modo significativo, havia uma relação linear entre o grau de urbanização do local de nascimento com a escolha (ou não) do homem por um "casamento" homossexual ou por um casamento normal já na idade adulta. Dito de outra forma, quanto mais urbano era o local de nascimento, mais provável eram os homens de "casar" com outro homem, enquanto que quanto mais rural era o local de nascimento, mais susceptíveis eram os homens de casar com uma mulher.

Para as mulheres Dinamarquesas, os factores ambientais relacionados a uma maior probabilidade dum "casamento" homossexual incluíam o lugar de nascimento, a morte da mãe durante a adolescência e uma ausência da mãe. Curiosamente, a pesquisa Dinamarquesa apurou que o local de nascimento urbano e a separação do pai do mesmo sexo estavam ambos associados a um "casamento" homossexual, tanto para os homens como para as mulheres. (Este último ponto confirma as teorias psicológicas que há muito afirmam que o homossexualismo está relacionado com problemas durante a infância - reais ou assim entendidos - com o pai do mesmo sexo). Resumidamente, o estudo apurou que os factores ambientais que contribuem para o desenvolvimento do homossexualismo podem ser sociais e/ou familiares.

Finalmente, uma pesquisa Americana - a pesquisa mais compreensiva e representativa do comportamento sexual nos Estados Unidos - reportou os seus resultados em relação ao homossexualismo e os mesmos também se colocam do lado da teoria ambiental como causa do homossexualismo - e não do lado da teoria genética. De modo particular, esta pesquisa identificou tipos ambientais específicos que aumentam a probabilidade do comportamento homossexual. Os autores descrevem estes ambientes como "congénitos" para o desenvolvimento do homossexualismo.

Para os homens Americanos, o factor ambiental que mais se relacionava com o comportamento homossexual era o nível de urbanização durante os seus anos de adolescência. De modo específico, os rapazes que viviam em grandes centros urbanos entre os seus 14 e 16 anos eram entre três a seis vezes mais susceptíveis de enveredar pelo comportamento homossexual do que os rapazes que viviam em comunidades rurais durante essa fase da sua vida. Os autores oferecem a seguinte possibilidade:

Um ambiente que disponibiliza oportunidades acrescidas em favor e poucas sanções negativas contra a sexualidade homossexual pode, ao mesmo tempo, permitir e até suscitar expressões de interesse e comportamento homossexual. (página 308)

Note-se na palavra "suscitar". Estes pesquisadores acreditam que crescer numa região mais pró-homossexual pode evocar ou extrair o comportamento homossexual de dentro dos jovens homens. A implicação é que alguns homens homossexuais que foram educados em centros urbanos nunca iriam adoptar o comportamento homossexual se por acaso vivessem em centros não-urbanos. Os autores explicam:

O meio ambiente onde as pessoas crescem afecta a sua sexualidade de formas muitos basilares. (p.309)

Para as mulheres Americanas, o factor ambiental mais associado à identidade homossexual ou bissexual era um mais elevado nível educacional. E embora isso fosse também verdade para os homens, o padrão junto das mulheres era mais dramático. Por exemplo, uma mulher com educação universitária era nove vezes mais susceptível de se identificar como não-heterossexual do que as mulheres com nada mais que um diploma secundário.

Os elementos específicos que geram esta distinção vincada ainda não são claros, mas os pesquisadores não acreditam que isto se deva só a uma maior identificação de não-heterossexualidade por parte das mulheres com mais educação formal. Eles acreditam que a explicação é o facto de que com uma maior aceitação, e até encorajamento, do homossexualismo nas universidades, mais mulheres universitárias abraçam o estilo de vida não-heterossexual. Para um exemplo da forma como isto se pode desenvolver, vejam o artigo de Dennis Prager com o título de "College Taught Her Not To Be a Heterosexual."

Tendo como base os dados apurados neste estudo de pesquisa levado a cabo nos Estados Unidos, os ambientes que dão mais sanção e/ou promovem o homossexualismo, induzem a que mais indivíduos se envolvam com o comportamento homossexual.

Conclusão:

Todos estes estudos de investigação levados a cabo em 4 países distintos, cada um deles utilizando amostras grandes e de alcance nacional, revelam que o comportamento homossexual não é geneticamente determinado. Em vez disso, os dados revelam que a sexualidade humana é maleável, e as experiências e as influências ambientais podem e moldam as expressões da sexualidade. Mais ainda, estes resultados têm o apoio de décadas de evidências antropológicas e sociológicas que demonstram que as taxas de homossexualismo flutuam - por vezes, de forma considerável - com as mudanças no clima social, cultural e legal.  Quando mais um ambiente afirma ou encoraja o homossexualismo - quer seja nos centros urbanos ou nas universidades - maiores taxas de homossexualismo ocorrerão nesses ambientes.

Normas sociais e culturais, bem como regulamentos legais, influenciam o comportamento humano, incluindo o comportamento sexual. Sem surpresa alguma, à medida que os Estados Unidos e outros países Ocidentais se têm tornado cada vez mais pró-homossexuais -  socialmente, politicamente e legalmente - eles têm observado uma tendência crescente no número de indivíduos envolvidos no comportamento homossexual. Se nós avançarmos da mera tolerância do comportamento homossexual (que é apropriado [ed: O editor do blogue discorda visto que este comportamento destrói muitas vidas de jovens homossexuais.]) para a honra formal do mesmo através da legalização do "casamento" homossexual, esta tendência irá continuar.


Referências:
Butler, A.C. (2005). Gender differences in same-sex sexual partnering, 1988-2002. Social Forces, 84, 421-449.

Frisch, M. & Hviid, A. (2006). Childhood family correlates of heterosexual and homosexual marriages: A national cohort study of two million Danes. Archives of Sexual Behavior, 35, 533-547.

Langstrom, N., Rahman, Q., Carlstrom, E., & Lichtenstein, P. (2008). Genetic and environmental effects on same-sex sexual behavior: A population study of twins in Sweden. Archives of Sexual Behavior, DOI 10.1007/s10508-008-9386-1.

Lauman, E.O., Gagnon, J.H., Michael, S. (1994). The social organization of sexuality: Sexual practices in the United States. Chicago: University of Chicago Press.

Prager, D. (2005). "College Taught Her Not To Be a Heterosexual." Available on the web at: http://dennisprager.townhall.com.
Santtila, P., Sandnabba, N.K., Harlaar, N., Varjonen, M., Alanko, K., von der Pahlen, B. (2008). Potential for homosexual response is prevalent and genetic. Biological Psychology, 77, 102-105..

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Actriz global Claudia Jimenez deixa lesbianismo

Fonte (PT-BR)

Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e  se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT  como referência de luta pela bandeira. 

Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem –  foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de 10 anos com a sua  personal Trainner e sócia, Stella Torreão,em 2011.  “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz   numa entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato  à pessoa e  sim como comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.

Em outra oportunidade, Claudia revelou  trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens, um abuso que sofrera aos 7 anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu” contou ao UOL.

Depois do convívio de 10 anos com Stela, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.

Claudia deixou  nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.
Patrulha LGBT

A militância LGBT na busca pela liberdade  acaba oprimindo muitas das pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica:  “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento”.

Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a Revista Época.

Que outros sigam o exemplo de Claudia. Há saída para o comportamento homossexual. 

.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Abuso sexual e Adopção Homossexual

Por Reality

Crianças criadas por "pais" do mesmo sexo reportaram 3-12 vezes mais incidência de abuso sexual do que as crianças que viveram com os pais biológicos.

Estudo publicado em Julho de 2012, revisto por pares na revista científica Social Science Research, e levado a cabo pelo Professor Mark Regnerus (Universidade do Texas) apurou o seguinte:
• Crianças de mães lésbicas são 12 vezes mais susceptíveis de afirmar que foram sexualmente tocadas por um dos "pais" do que as crianças criadas pelos pais biológicos.
31% daqueles criados por mães lésbicas e 25% daqueles criados por pais (dois homens) homossexuais, foram sexualmente violados - comparados com 8% daqueles que foram criados pelos pais biológicos.
• 90% das crianças educadas numa família normativamente heterossexual eram heterossexuais, enquanto que 61% daqueles educados por lésbicas e 71% daqueles criados por um pai homossexual não eram heterossexuais.
Para além disso, as crianças de duplas homoeróticas eram:
• Entre duas a quatro vezes mais susceptíveis de estar a viver com assistência pública.
• Acima duas vezes mais susceptíveis de estar sem emprego.
• Duas vezes mais susceptíveis de ter considerado o suicídio.
• Mais susceptíveis de buscar tratamento por motivos de doença mental.
• Mais susceptíveis de se terem envolvido em sexo fora do casamento.
• Mais vulneráveis à pobreza, consumo de substâncias e criminalidade.
..
Os defensores do homoerotismo naturalmente que não gostaram dos resultados do estudo, e como tal, deram início a uma campanha de intimidação visto que era imperativo desacreditar o estudo e destruir a credibilidade do Professor Regnerus. Consequentemente, eles acusaram-no de má-conduta científica e académica, possível falsificação de pesquisas e desvio dos padrões éticos.

Devido à crueldade destes ataques, a universidade criou um comité composto por 4 profissionais e um expert de fora da Universidade (perito em "integridade na investigação") para levaram a cabo um inquérito ao estudo. Este comité concluiu que nenhuma das alegações contra o Professor Regnerus eram verdadeiras e que o seu estudo não se tinha baseado em má-conduta científica.

Ponto Mais Importante do Estudo de Regnerus

As crianças precisam de estabilidade nas suas vidas enquanto estão em processo de crescimento. Regnerus apurou que adultos que estavam envolvidos numa relação homoerótica eram os menos susceptíveis de exibir a estabilidade que as crianças tanto precisam. No seu estudo, as crianças criadas por duplas homoeróticas exibiram a incidência mais elevada de crianças a viver nos orfanatos, a viver com os avós, ou a viverem sozinhos antes de terem 18 anos.

De facto, menos de 2% daqueles com uma mãe numa relação homoerótica reportaram terem vivido com ela durante os 18 anos da sua infância e adolescência.

A instabilidade das duplas homoeróticas é tal que investir capital económico, político, legal e social para apoiar tais relacionamentos não se justifica. Para além disso, as crianças não podem ser usadas como cobaias como forma de avançar a dúbia causa do pseudo-casamento homoerótico.

* * * * * * * 

Os Illuminati usam o activismo homossexual como forma de destruir o casamento natural e a família - um propósito muito antigo do Manifesto Comunista. Os mais recentes dados científicos, verificados por pares, revelam o quão perigosa a adopção homoerótica é para as crianças.

domingo, 1 de setembro de 2013

Lésbicas usam o sistema legal para atacar liberdade religiosa

Há sete anos atrás, a lésbica Vanessa Wilcock pediu à "Elane Photography" em Albuquerque, New Mexico, que fotografasse a cerimónia de compromisso entre ela e a sua parceira sexual lésbica. Elaine Huguenin declinou o pedido afirmando que ela só fotografava casamentos tradicionais e que não fotografava eventos homoeróticos.

A lésbica Wilcock, apesar de encontrar outra empresa mais barata para lhe fotografar a cerimónia, apresentou uma queixa junto da "New Mexico Civil Rights Commission", que determinou que Huguenin havia violado a lei estadual da anti-discriminação. Mais tarde, a decisão foi mantida por um tribunal de apelação.

Há poucos dias atrás, o "New Mexico Supreme Court" decidiu de modo unânime em favor da decisão do tribunal de apelação. Mas mais perturbador que a decisão do tribunal contra a liberdade religiosa de Huguenin é a linha de pensamento empregue para justificar a decisão. Todos os apelos feitos em favor da liberdade religiosa foram colocados de parte como se a frase "livre exercício" não aparecesse em parte alguma da Constituição Americana. Ao vindicar o direito duma minoria - as duplas homoeróticas -  o tribunal esvaziou os direitos de outros, nomeadamente, os direitos daqueles que aderem aos ensinamentos tradicionais em torno da sexualidade.

Segundo o tribunal, a recusa da Elane Photography "violava a lei, da mesma forma que violaria se eles se tivessem recusado a fotografar casamentos entre pessoas duma raça distinta." Portanto, e tal como afirmou Rod Dreher, o tribunal nem levou em conta o facto de "existir uma dimensão moral para o desejo e para a expressão sexual" que não existe quando se fala na raça ou na etnia.

Para além disso, o tribunal não se interessou em levar em conta a distinção (que a Elane Photography fez em todos os seus apelos) entre a objecção a uma acção e objecção a uma pessoa. O problema não era fotografar alguém viciado no homossexualismo, algo que Elane estava disposta a fazer, mas sim dar o seu apoio à união homoerótica fotografando uma cerimónia de compromisso com essa temática.

Mais perturbador ainda foi o parecer favorável do Juiz Richard Bosson quando ele afirmou que, segundo a lei do Novo México, a família Huguenin "é obrigada . . . a colocar de lado as crenças religiosas que servem de inspiração para as suas vidas." Ele afirmou ainda que esta obrigação irá deixar "marcas tangíveis nos Huguenins e nas outras pessoas com posições similares." No entanto, esta acomodação, segundo Bosson, "é o preço da cidadania." Embora os Huguenins sejam livres para acreditar no que eles bem entenderem. fora de casa eles são obrigados a "canalizar a sua conduta, não as suas crenças, de modo a deixar margem de espaço para os outros Americanos que acreditam em coisas distintas."

Bosson qualificou este ajuste como "parte da cola que nos mantém unidos como nação, a tolerância que lubrifica as partes distintas de todos nós, como pessoas."

Existem dois problemas enormes com esta forma de pensar. O primeiro é esta distinção artificial entre crença e conduta. É uma distinção que é especialmente irónica vinda de um tribunal que não pôde encarar a distinção entre levantar objecções a uma orientação sexual, e levantar objecções a actos sexuais específicos.

Se o que os homossexuais fazem é inseparável daquilo que eles são, então porque é que os Cristãos são obrigados a separar a crença das acções? Esta forma de pensar é claramente uma dualidade de critérios gritante.

Igualmente gritante é a suposição não verbalizada de que as únicas pessoas que têm que ajustar a sua forma de pensar são os Cristãos. Quando os Huguenin recusaram o pedido da lésbica Wilcock, ela, e como a sua contribuição para a "cola", poderia ter dito "Bem, encontrei outro fotógrafo," e ter deixado as coisas tal como elas estavam. Mas ela não fez isto, e ninguém lhe deu sermões sobre o "preço da cidadania."


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Casamento como forma de validação

Toda a gente sabe que o casamento sempre foi uma ferramenta masculina feita com o expresso propósito de forçar as mulheres a gerar filhos e comprar o detergente Tide.

Mas esta instituição rapidamente se transforma numa pulseira de seda desejada se o "casamento" é gay, lésbico, ou bi-cross ou transgénero.

Também os bebés deixam de ser os tumores destruidores de sonhos, problema que se resolve ainda no útero, para troféus dourados de validação e expressão de amor genuíno e perfeito, algo que, infelizmente, os heterossexuais nunca irão saber.




quinta-feira, 7 de junho de 2012

Liberdade económica é inimiga do gayzismo

Deve ser por isto que a elite globalista quer controlar a economia (assumindo - erradamente - que já não o faz)
Um director renomeado que até já teve filme indicado ao Óscar. A protagonista é uma das actrizes mais disputadas do cinema brasileiro com uma carreira invejável por muitos. O roteiro tem como tema central a história de amor [sic] entre duas figuras importantes para a história do Rio de Janeiro e da literatura internacional. Com todos esses atributos é fácil imaginar que a produção do filme “Flores Raras”, dirigido por Bruno Barreto e com Glória Pires no elenco, não teria problemas para a captação de patrocínios.
Claro que não. Afinal, tudo o que os ocidentais querem é ver filmes de temática homossexualista.
No entanto, o longa-metragem enfrenta fortes barreiras nesse sentido. “Não conseguimos um tostão de nenhuma empresa privada, afirmou Bruno, durante colectiva de imprensa de apresentação do filme, nessa quinta-feira (31), no Hotel Pestana, na Zona Sul do Rio.
Ou seja, as empresas resolveram não se associar com o lesbianismo - algo que é do seu direito. O dinheiro é deles e como tal eles podem investir no que eles bem entenderem. Pelo menos deveria ser assim.

As pessoas envolvidas no filme sabem o porquê dos patrocinadores não se envolverem com o mesmo:

Isso acontece porque o filme tem como tema central o relacionamento homossexual entre duas mulheres: Elizabeth Bishop (interpretada por Miranda Otto), poetiza americana que ganhou o prémio Pulitzer, e Lota Macedo Soares (Glória Pires), arquitecta carioca dos anos 50 que idealizou e supervisionou a construção do Parque do Flamengo.
O pior é que as ditas pessoas envolvidas na produção do filme realmente pensam que filmes em torno do homossexualismo deveriam ser recebidos de forma mais entusiasta.
“Quando apresentamos o projecto para as empresas, dizem que a história é linda. Mas na hora de dar a resposta, tiram o corpo fora alegando que não podem atrelar a imagem da empresa a esse assunto.
"Esse assunto" = lesbianismo.
Nunca esperei passar por isso em pleno século 21 e num país que se diz de mente aberta”, contou Paula Barreto, da LC Barreto Produções.
Ou seja, para Paula Barreto, o facto das empresas PRIVADAS evitarem ver o seu bom nome associado ao homossexualismo é evidência de que as ditas empresas não são suficientemente "avançadas" e com "mente aberta". A pequena questão das empresas privadas dependerem do mercado para sobreviver e esse mercado estar composto por pessoas que na sua maioria qualificam o comportamento homossexual de reprovável e auto-destrutivo, não parece passar pela cabeça da Paula.

Segundo a Paula, as empresas devem colocar de lado a sua razão de existir (gerar riqueza) e dar apoio a filmes que consequentemente alienarão parte dos seus clientes. A ideologia gayzista deve, portanto, ser colocada acima da sobrevivência da companhia.

Mesmo não querendo levantar bandeiras, Glória espera que o filme abra a cabeça dos espectadores.
Por "abra cabeças" entenda-se "aceitem o homossexualismo como normal"
“Todo preconceito vem da falta de conhecimento.
Mas a rejeição que a maioria da população mundial faz do homossexualismo não é baseado na "falta de conhecimento" mas sim no nojo que eles têm desse comportamento.

Além disso, porque é que haveria de ser "falta de conhecimento"? Qual é o "mistério" em volta do homossexualismo? A maioria dos adultos sabe (e despreza) o que dois homens fazem entre si, tal como a maioria das pessoas sabe o que está envolvido no lesbianismo.

Posto isto, porque é que a rejeição do homossexualismo haveria ser baseada na "falta de conhecimento"? Falta de conhecimento do quê, propriamente?

Sempre que se coloca um assunto na roda, ele é debatido e isso é bom. Espero que o longa sirva para que essas pessoas vejam a temática de outra forma e não fiquem tão preocupados com a opção sexual de cada um”, afirmou.
Mas a maioria das pessoas só se "preocupa" com a opção sexual de cada um quando quem os pratica os quer agressivamente publicitar como normal e natural em praça pública ao mesmo tempo que qualifica de "homofóbico" quem não concorde.

Portanto, não é a população que está a invadir as saunas gay ou os bares gay, mas sim os activistas homossexuais que estão a usar os média para invadir casas e outras organizações sociais. Como diz o tri-campeão Nikki Lauda, é perturbador ver televisão com os filhos ou os netos pequenos e ter que os explicar o porquê de dois homens estarem a dançar juntos, ou o porquê duma mulher estar a beijar outra mulher na boca.

Quem está a ser intolerante é o lobby gay, e como tal resistir à sua agenda é perfeitamente normal.

O que fica desta incidente é o facto da liberdade económica aliado a uma população conservadora como a brasileira serem condições más para quem quer avançar com uma agenda sexual e política como o gayzismo.

Há algumas semanas atrás as feministas americanas tentaram retirar o conservador Rush Limbaugh do ar qualificando-o de coisas horríveis como forma dos seus patrocinadores darem término aos contratos. A medida falhou por completo porque o mercado livre americano adora o Rush Limbaugh.

Ou seja, o produto é do agrado da população e como tal os patrocinadores que acabaram com a ligação com Rush é que ficaram a perder. Evidência disso é o facto de pelo menos uma das empresas que inicialmente cortou as relações com Rush mais tarde ter tentado reatá-la. Obviamente que Rush rejeitou a "oferta".

Quando as pessoas têm a liberdade de escolha fica mais difícil controlá-las.

domingo, 2 de outubro de 2011

Lésbicas sujeitam rapaz de 11 anos a tratamento para mudar de sexo



Não há nada demasiado horrífico que os esquerdistas não façam às crianças como forma de avançar com a sua grotesca ideologia, como este caso nojento demonstra.

Duas lésbicas que colocaram a criança adoptada de 11 anos num processo de se tornar uma rapariga afirmam que "é melhor para a criança levar a cabo a operação de mudança de sexo enquanto ainda é jovem". (Convém ressalvar que mesmo que removam o órgão masculino e construam algo parecido com um órgão feminino, o rapaz vai sempre ser macho.)

Thomas Lobel, que agora se intitula de Tammy, está a ser submetido a um tratamento hormonal em Berkeley, California como forma de impedir que ele atravesse a puberdade como um rapaz.

O supressor hormonal implantado na parte superior do braço esquerdo vai adiar o desenvolvimento de ombros mais largos, voz mais grossa e pêlos faciais.

De forma bizarra, as lésbicas com custódia deste pobre macho alegam as probabilidades dele se suicidar como resultado deste destrutivo projecto de engenharia social como argumento para mutilar o pobre rapaz.

Pauline Moreno e Debra Lobel avisam que crianças com desordem na identidade de género forçadas a adiar a transição podem enfrentar um maior risco de suicídio. Citando uma estatística proveniente da "Youth Suicide Prevention Program", a senhora Moreno ressalvou que mais de 50% dos jovens transgéneros vai passar por uma tentativa de suicídio até aos 20 anos de idade.

Por outras palavras: como as crianças com problemas em relação à sua identidade sexual têm uma maior taxa de tentativa de suicídio, o melhor é mutilar o rapaz (ou a rapariga) como forma de "impedir" que tal tentativa de suicídio ocorra. Pelos vistos acompanhamento psiquiátrico está fora de questão.

Conclusão:

Corromper crianças encorajando-as a fingir não serem o que elas são é uma forma de abuso infantil.

Já é horrível o suficiente que crianças sejam entregues a pessoas suficientemente perturbadas para pensarem que o homossexualismo e o lesbianismo são prácticas sexuais "normais".

Pior ainda é quando estas duplas usam as crianças que tiveram o azar de cair no seu laço para avançar com a sua agenda politico-sexual.

Uma pergunta importante: este rapaz foi adoptado quando tinha dois anos. As lésbicas dizem que não estão a "forçar" a decisão do rapaz, mas como é que nós podemos ter a certeza de que o ambiente onde ele cresceu não é a causa maior desta confusão sexual? Ou seja, elas podem muito bem estar a dar como "solução" (operação sexual) um problema criado pelo ambiente anormal onde ele cresceu.

"Vamos mutilar o macho que caiu na nossa rede"

sábado, 1 de outubro de 2011

Jornal "conservador" usa dinheiro Cristão para promover homossexualismo


O "Canadian National Post", que supostamente era o órgão de informação mais conservador entre os média canadianos. causou ondas de choque entre os conservadores ao pedir desculpas por ter exibido publicidade pró-família. Para além disso, o National Post disse que vai doar os milhares de dólares pagos pela publicidade (por parte dum grupo pró-família) a um grupo activista homossexual.

O anúncio publicitário, pago pela "Institute for Christian Values", mostra uma criança a dizer:

Por favor não criem confusão em mim!

Eu sou uma rapariga. Não me ensinem a questionar se sou um rapaz, transsexual, transgénero, intersexual ou bi-espiritual

O anúncio falou especificamente da politica da "Toronto District School Board" em proibir os pais das crianças de retirar os filhos das "aulas" de indoutrinação homossexual.

No seu pedido de desculpas, os editores do National Post escrevem:

O facto de nós não mais voltarmos a publicar este anúncio representa reconhecimento da nossa parte que publicá-lo foi um erro. O National Post gostaria de pedir desculpas sem reservas a quem quer que tenha ficado ofendido com ele [isto é, aos activistas homossexuais que querem usar as crianças para avançar com a sua nojenta agenda sexual e política].

Tomaremos os passos necessários para garantir que no futuro os nossos procedimentos de filtragem de conteúdo sejam estritamente aderidos.

O [National] Post vai também doar os lucros do anúncio publicitário a uma organização que promove os direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros.

(Fonte)


Mais uma evidência da infiltração marxista e homossexual nos órgãos de informação alegadamente "conservadores".

Veja-se o total desrespeito que o National Post tem pelas pessoas que pagaram pelo anúncio ao pegarem no dinheiro do anúncio e ao depositá-lo na conta bancária do grupo ideologicamente oposto aos Cristãos.

Isto é uma tremenda bofetada na cara dos conservadores canadianos. A pergunta é: como é que eles irão reagir a isto?

Outra coisa que é preciso vêr é que o anúncio é pró-criança e não "anti-homossexual". O anúncio apenas diz para não usar crianças em jogos políticos ao confundi-las em relação à sua sexualidade. Será que o lobby homossexual quer confundir as crianças em relação à sua sexualidade?

Se sim, então é o nosso dever social e moral oferecer resistência à agenda dos activistas homossexuais uma vez que essa agenda promove a confusão sexual nos filhos dos outros. (Sim, tem que ser nos filhos alheios porque a homossexualidade, como se sabe, não gera nova vida: só a heterossexualidade faz isso.)

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Pastor sofre perseguição por ajudar mãe e filha a escaparem da insanidade estatal pró-homossexualismo

Julio Severo
O Pr. Timothy David Miller, de 34 anos, teve de pagar fiança de 25 mil dólares para aguardar seu julgamento em liberdade. O crime dele? Ele ajudou Lisa Miller e sua filha de 9 anos a fugir dos Estados Unidos. Com a colaboração de vários contatos missionários, o Pr. Timothy pôde garantir a segura saída de mãe e filha para um país da América Central. Se for condenado, o pastor irá para a cadeia.
Lisa Miller e sua filha Isabella
O caso de Lisa Miller coloca em destaque como o poder estatal está agora a serviço do movimento gay e contra a família.
Anos atrás, Lisa se “casou” com a lésbica Janet Jenkins, tendo uma filha por inseminação artificial. Jenkins não teve nenhuma participação biológica, enquanto Miller foi a real mãe da menina.
Contudo, depois de anos de brigas e um relacionamento tempestuoso, Lisa aceita Jesus e resolve deixar o “casamento”. Janet, furiosa, exige a custódia da menina. A mãe tenta uma apaziguação, deixando, por pressão de um tribunal, a lésbica ficar com a menina durante um dia por semana. A menina voltava das visitas com vontade de se matar, contando como era obrigada a tomar banho nua com a lésbica.
Ao rejeitar enviar a filha para outras visitas, Lisa foi intimada a entregar a criança em custódia total para sua ex-parceira lésbica. Sob essa ameaça, Lisa se escondeu e o Pr. Timothy David Miller e outros missionários criaram uma rede para possibilitar a espetacular fuga dos Estados Unidos.
Entretanto, muito diferente de Lisa Miller, que conta apenas com a ajuda de alguns cristãos de bom coração, Janet Jenkins tem o apoio de poderosos grupos homossexuais, que contam com um favor formidável do governo dos Estados Unidos.
Com a pressão de grupos homossexuais e esquerdistas, o FBI, que é a polícia federal dos EUA, foi acionado. Agora, uma mãe e sua filha estão sendo brutalmente caçadas por um Estado a serviço da ideologia gay. O caso da menina está sendo oficialmente tratado pelo governo dos EUA como sequestro, colocando a própria mãe como criminosa, enquanto a imprensa está colocando a lésbica no pedestal.
Será que a polícia federal americana está tão ociosa, sem nenhum terrorista ou outro perigoso criminoso para caçar, que lhe sobre tanto tempo para ir atrás de uma mãe e sua menina?
Nesse cenário digno de uma Alemanha nazista ou União Soviética, a mãe verdadeira ficará atrás das grades e o Estado entregará a menina diretamente nos braços da lésbica.
Na Alemanha nazista, os judeus eram caçados por um brutal e injusto sistema estatal, mas uns poucos cristãos, arriscando o próprio pescoço, ousavam esconder e proteger judeus.
O comportamento do Pr. Timothy David Miller, que faz parte da tradição cristã de ajudar os oprimidos contra os opressores, se enquadra agora como conduta criminal para um Estado a serviço dos caprichos de militantes obcecados com a sodomia.
Anos atrás, ser cristão era só uma questão de abrir a boca e mencionar. Ser cristão agora, cada vez mais, será motivo de prisão, se tivermos a intenção de praticar o verdadeiro Cristianismo, que defende e esconde os oprimidos, mesmo quando os opressores rugem e ameaçam com todo o poder que têm.

domingo, 19 de junho de 2011

Distinção entre infidelidade “emocional” e “sexual” explica porque “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

No início deste ano, na cidade de Pedras Negras, no Estado de Coahuila (México) registrou-se o “divórcio” das lésbicas Marcela Orozco, de 38 anos e Sandra Elvira Nava Jiménez de 45.

Conforme indica o diário “Milenio”, este seria o primeiro “divórcio” gay do país. O casal de lésbicas acudiu ao Pacto Civil de Solidariedade, aprovado em Coahuila em janeiro de 2007, que permite também a união civil de casais homossexuais, com direitos de pensões, disposições testamentarias especiais, entre outros.

Segundo a imprensa mexicana, a separação do casal se deveu a acusações de infidelidade e esbanjamento econômico.

Em diálogo telefônico com a agência ACI , Oscar Rivas Lozano, presidente do Instituto Mexicano de Orientação Sexual (IMOS), afirmou que, de acordo às cifras que dirige esta entidade científica, desprende-se que “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

Um dos fatores que causaria estas separações, segundo os estudos analisados pelo IMOS, seria que “nas uniões homossexuais, os índices de infidelidade se triplicam em relação aos casais heterossexuais”.

Rivas assinalou que a fidelidade tem um significado diferente nos casais homossexuais, pois “eles fazem uma distinção da fidelidade emocional à fidelidade sexual, e dizem, em alguns casos, que a fidelidade sexual não é considerada importante mas sim a fidelidade emocional”.

Por isso, o IMOS reafirma que uma instituição como o matrimônio não pode ser aplicada à união homossexual, pois “o mesmo voto matrimonial fala de fidelidade, fala de ajuda mútua, fala de procriação. E no caso dos casais homossexuais isto é distinto”.

“Os casais homossexuais tendem a ter um período de duração entre três e seis anos, as mais longas”, indicou Rivas e acrescentou que “quase sempre as mais longas são de mulheres”.

Se estas cifras forem comparadas com matrimônios heterossexuais, a diferença é abismal, pois “os matrimônios no México, segundo dados do mesmo Registro Civil, tem uma média de duração entre 10 e 15 anos entre casais heterossexuais”.

Ao analisar os casais de lésbicas “encontra que quase sempre existem temas de relações de casais muito delicados porque são relações muito apaixonadas, às vezes onde há muita emoção envolvida”.

“Desde o ponto de vista psicológico se entende porque a relação homem-mulher tende a equilibrar-se psicologicamente, porque a mulher tende a ser mas intuitiva, mais emocional e o homem tende a ser mais reflexivo, mais racional”.

“No caso onde somente há duas mulheres não está muito presente este princípio de equilíbrio psicológico no casal e no caso dos homens muito menos”, disse o presidente do IMOS.

Por sua parte, Juan Dabdoub Giacoman, da organização mexicana Família Mundial com sede em Monterrey, declarou à ACI Prensa que não é uma surpresa a separação deste casal de lésbicas, pois “está claramente demonstrado que as pessoas homossexuais têm um altíssimo nível de instabilidade em suas relações afetivas”.

Para o Dabdoub, isto é “produto precisamente dessa afetação psicológica que as empurra a procurar uma relação com pessoas do mesmo sexo”.

Depois de indicar que “na Espanha se comprovou que um varão homossexual tem uma média de relações duradouras com 39 pessoas distintas ao longo de sua vida”, Dabdoub assinalou que as cifras são claras ao demonstrar que “o que necessitam nossos irmãos homossexuais é ajuda, não promoção.

No México, as uniões homossexuais equiparadas ao matrimônio só são legais no Distrito Federal, onde a Corte Suprema opinou que não atentam contra a Constituição e lhes outorgou o direito de adoção.

A Igreja Católica assim como outras confissões cristãs criticaram duramente esta sentença.

O Arcebispado do México disse que esta equiparação das uniões homossexuais ao matrimônio é “moralmente inaceitável”.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, o sentido e o significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade

Fonte: ACI e Blog Carmadélio

sexta-feira, 11 de março de 2011

Homem que deu seu sêmen a um par de lésbicas imputado a pagar uma pensão ao filho

Fonte: Forum Libertas

As duas mulheres comprometeram-se a não exigir compensações económicas ao professor alemão que se ofereceu como doador, mas cinco anos depois pedem um subsídio alimentar para seu filho.

A justiça alemã poderia acabar dando razão a um par de lésbicas que reclamam à Klaus Schröder, um professor de 52 anos residente em Palatinado (sudoeste da Alemanha), uma pensão alimentícia para seu filho. Schröder fez uma doação de esperma há cinco anos para a inseminação de uma delas.

As duas mulheres, que inseriram um anúncio em um jornal para obter um "pai", se haviam comprometido com o professor alemão a não exigir-lhe compensações financeiras para o filho que pensavam em gerar, informa a revista alemã Der Spiegel.

No entanto, após o nascimento, Schröder, que não tinha filhos, desempenhou um papel "parecido ao de um pai auxiliar" e via aproximadamente uma vez por mês o pequeno David, cujo batismo também pagou.

Agora, as duas mulheres parecem não achar suficiente as contribuições do professor e reclamam-lhe uma pensão alimentícia para seu filho, de quase 4 anos.

Segundo sublinha o semanário, a lei parece dar-lhes razão, porque o direito alemão estipula que um pai deve cuidar das necessidades dos seus filhos se não houver nenhuma dúvida sobre sua paternidade, como é o caso.

A única excepção é quando o parceiro da mãe adopta legalmente a criança. Neste caso, o pai biológico fica isento de assumir os gastos, algo que, parece, não vai se livrar Klaus Schröder.

(Fonte)


Sinceramente, não sei se se deve ter pena do professor ou não. Primeiro, porque é que ele condenou o seu filho a viver num ambiente tão anormal como o de uma união homossexual?

Segundo, porque é que ele acreditou na palavra de quem não tem pejo de ignorar a ordem natural da criação?

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...