sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Juiz do Barreiro mostra como funciona o activismo homossexual

O tribunal de Família e Menores do Barreiro atribuiu a guarda e educação de uma criança de dois anos e com trissomia 21 ao cabeleireiro Eduardo Beauté e ao modelo Luís Borges, casados em 2011.

A decisão é inédita e assenta no argumento de que a orientação homossexual do casal [sic] não é fundamento para "impedir a aplicação de uma qualquer medida de promoção e proteção que acautele a situação jurídico processual do menor".

A decisão adianta que "não resulta demonstrado que essa orientação seja um factor de risco ou de perigo para a criança" e que é "infundado" o receio de que isso influencie a futura orientação da criança.


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Quem precisa de leis quando existem juízes activistas?




quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ucrânia em vias de proibir a promoção do homossexualismo


Em primeira votação, o parlamento da Ucrânia foi favorável à proibição da disseminação de informações sobre homossexualidade, justificando que o avanço da homossexualidade é ameaça à segurança nacional

Na passada Terça-Feira dia 2 de Outubro, o parlamento ucraniano deu o primeiro passo para a aprovação duma lei que tornará ilegal promover o homossexualismo. O projecto de lei, que passou na primeira de duas votações constata que a promoção desse comportamento é uma ameaça à segurança nacional.

O autor do projeto afirmou em nota que, ao promover uma atitude tolerante perante as relações entre pessoas do mesmo sexo, os média contrariam os interesses da sociedade e do estado. “O avanço da homossexualidade constitui uma ameaça à segurança nacional, pois leva à epidemia de HIV/AIDS, destrói a instituição da família e pode iniciar uma crise demográfica”, escreveu o redactor.

A lei depende da assinatura do presidente Viktor Yanukovich para entrar em vigor. Se for aprovada, o código penal da Ucrânia será alterado para punir pessoas condenadas por importar, produzir ou divulgar produtos que promovam o homossexualismo. A pena pode ir até cinco anos de encarceramento.

Uma pesquisa de opinião de 2011 revelou que 78% dos ucranianos vê o homossexualismo como algo negativo. Com eleições parlamentares marcadas dia 28 de Outubro, o projecto de lei pode ser uma tentativa dos parlamentares para agradar eleitores.

A organização de defesa de direitos humanos Human Rights Watch, baseada nos EUA, emitiu um comunicado afirmando que "a proibição da disseminação de produtos e publicações relacionadas à orientação sexual e identidade de género irá restringir o acesso a informações sobre saúde, redes de apoio e actividades sociais para um número incontável de cidadãos da Ucrânia".

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Resumindo, cerca de 4/5 da população ucraniana é contra o comportamento homossexual, mas uma organização esquerdista americana acha que os ucranianos têm que deixar que a propaganda homossexual circule livremente nesse mesmo país.

Seria interessante saber se esta mesma organização tem planos para emitir comunicados condenando as execuções sumárias de homossexuais levadas a cabo nos países islâmicos.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica

Se por acaso tens a sensação de que o esquerdismo degenerado que sai das nossas televisões tem como plano corroer o que resta da nossa sociedade, fica sabendo que isso não é imaginação tua.

O número de personagens gays e bissexuais dos programas encontra-se num dos pontos mais elevados de sempre, segundo afirmou a "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" [GLAAD].  O mesmo se passa na televisão por cabo.

A CBS recebeu palmadas na cabeça por que a "rede de televisão mais avançada."
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação. 
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
A palavra chave é consciente. Os editores dos programas de televisão estão a usar a televisão para avançar com a agenda homossexualista.

O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.


domingo, 7 de outubro de 2012

Adolescentes sexualmente abusados por 2 homossexuais.

Dois homossexuais alegadamente abusaram dois adolescentes num abrigo governamental  para rapazes no distrito de Jalpaiguri (Índia). 

Segundo declarou o Superintendente T P Sherpa perante os repórtres, os dois rapazes (com 13 e 14 anos de idade) foram admitidos no hospital distrital de Jalpaiguri ao mesmo tempo que os dois homossexuais - Md Ghulam e Keshab Roy - foram presos.

Para além da dor mental, os rapazes sofreram lesões físicas.

O abrigo onde os rapazes foram abusados pelos homossexuais alberga jovens e órfãos.


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Como já foi dito por mais pessoas, os pedófilos gostam de ter empregos que lhes permita ter acesso a crianças e jovens e levar a cabo a sua perversão. Quer eles sejam padres, pastores, professores, pediatras ou educadoras de infância, a realidade dos factos é que o problema encontra-se neles - e não na instituição onde abusaram dos jovens ou das crianças.

O que é "curioso" é que quando estes mesmos pedófilos homossexuais abusam de jovens católicos, as média, sempre prontos a tentar desacreditar a Igreja Católica, fazem todos os possíveis para insinuar que o facto de existirem dentro das igrejas homens que têm atracção por rapazes do mesmo sexo [isto é, homossexuais] prende-se com as doutrinas da Igreja Católica - e não com os homens que buscam gratificação física com jovens do mesmo sexo.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pervertendo a lei para agradar 1,5% da população

Apenas 1 em cada 66 britânicos se identifica como homossexual ou bissexual, números que se encontram  em oposição à estimativa amplamente aceite de que 10% da população é homossexual, e aos 6% estimados por Whitehall quando a legislação em favor das uniões civis foi escrita em 2003.

A pesquisa da "Office of National Statistics" [ONS] apurou que 1,5% dos homens define-se como homossexual, 0,7% das mulheres define-se como lésbica, e 0,4% das pessoas identificam-se como bissexuais.

A percentagem da população homossexual - um assunto muito sensível entre os activistas homossexuais e os seus opositores - tem permanecido virtualmente igual desde que a ONS começou a fazer pesquisas em larga escala, há 3 anos atrás.

Os grupos que defendem a preservação do casamento natural não só afirmam que estes dados revelam que a população homossexual é "ínfima", como questionam os planos de David Cameron para mudar a lei. No entanto, os activistas homossexuais membros do grupo Stonewall afirmaram que os métodos de pesquisa da ONS foram "ineficientes" e que os 6% permanecem uma "estimativa ajustada".

A contagem oficial da identidade sexual foi feita pela "Integrated Household Survey", que questionou 350,000 pessoas. Os 1,5% dos homens que se afirmam como homossexuais comparam-se aos 1,3% de 2010, ao mesmo tempo que as 0,7% das mulheres que se declararam lésbicas comparam-se aos 0.6% de 2010. A população heterossexual, registada como 94.2% da população em 2010, é 93.9% este ano.

O número de pessoas que se recusou a responder ou que afirmou não saber subiu de 3,2% em 2010 para 3,6%.  De modo geral, 1,5% da população britânica declarou ser lésbica, gay ou bissexual. A percentagem mais baixa de homossexuais (1,1%) no Este da Inglaterra.

Estes números chegam no momento exacto em que Cameron se encontra determinado em introduzir leis que permitam o "casamento" homossexual no registo civil mas não nas igrejas.

O grupo "Christian Institute" afirmou que os números da ONS significam que o Primeiro Ministro tem planos para revolucionar as leis do casamento como forma de satisfazer um pequeno segmento da sociedade. O porta-voz Mike Judge disse:

É surpreendente que uma alteração desta magnitude esteja a ser feita em favor duma proporção tão pequena da sociedade.

Mas o líder do grupo homossexual Ben Summerskill disse que "as pessoas não estavam a responder as questões de forma verdadeira":

Existem muitas boas razões para se obter números fidedignos. Por exemplo, Brighton não precisa de  tantas escolas primárias como Shrewsbury, porque há muitos homossexuais em Brighton e embora alguns tenham filhos [sic], eles são mais  susceptíveis de ter menos filhos. Este assunto centra-se no acesso às verbas públicas.Nós achamos que os 6%, número que a "Treasury" tem usado há já algum tempo, é uma estimativa ajustada.

Fonte

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Obviamente que quem acompanha a agenda marxista sabe que quem promove o "casamento" homossexual não o faz porque a população homossexual no seu todo realmente quer "casar", mas sim porque o efeito social que a normalização do homossexualismo causará na sociedade é benéfico para o esquerdismo; quanto mais fraca for a instituição do casamento natural, mais forte será a influência do governo na vida do cidadão comum.

Portanto, sempre que um governo introduz legislação para o "casamento" homossexual, o que ele realmente está a fazer é por em práctica um determinado tipo de leis que visam o aumento da área de influência das autoridades governamentais.

Um das coisas que os engenheiros sociais têm que levar a cabo para que o casamento natural seja destruído é alargar a sua definição até que essa instituição perca todo o seu significado. Por enquanto, isso implica a destruição da distinção sexual entre os conjugues. Mais tarde, o número de pessoas no "casamento" vai ser destruído, e por fim, o casamento nem terá mais que ser entre seres humanos.

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