
Apenas 1 em cada 66 britânicos se identifica como homossexual ou
bissexual, números que se encontram em oposição à estimativa
amplamente aceite de que 10% da população é homossexual, e aos 6%
estimados por Whitehall quando a legislação em favor das uniões civis
foi escrita em 2003.
A pesquisa da "Office of National Statistics" [ONS] apurou que 1,5% dos
homens define-se como homossexual, 0,7% das mulheres define-se como
lésbica, e 0,4% das pessoas identificam-se como bissexuais.
A percentagem da população homossexual - um assunto muito sensível
entre os activistas homossexuais e os seus opositores - tem permanecido
virtualmente igual desde que a ONS começou a fazer pesquisas em larga
escala, há 3 anos atrás.
Os grupos que defendem a preservação do casamento natural não só afirmam que estes dados revelam que a população homossexual é "ínfima",
como questionam os planos de David Cameron para mudar a lei. No
entanto, os activistas homossexuais membros do grupo Stonewall
afirmaram que os métodos de pesquisa da ONS foram "ineficientes" e que os 6% permanecem uma "estimativa ajustada".
A contagem oficial da identidade sexual foi feita pela "Integrated
Household Survey", que questionou 350,000 pessoas. Os 1,5% dos homens
que se afirmam como homossexuais comparam-se aos 1,3% de 2010, ao mesmo
tempo que as 0,7% das mulheres que se declararam lésbicas comparam-se
aos 0.6% de 2010. A população heterossexual, registada como 94.2% da
população em 2010, é 93.9% este ano.
O número de pessoas que se recusou a responder ou que afirmou não saber
subiu de 3,2% em 2010 para 3,6%. De modo geral, 1,5% da população
britânica declarou ser lésbica, gay ou bissexual. A percentagem mais
baixa de homossexuais (1,1%) no Este da Inglaterra.
Estes números chegam no momento exacto em que Cameron se encontra
determinado em introduzir leis que permitam o "casamento" homossexual
no registo civil mas não nas igrejas.
O grupo "Christian Institute" afirmou que os números da ONS significam
que o Primeiro Ministro tem planos para revolucionar as leis do
casamento como forma de satisfazer um pequeno segmento da sociedade. O
porta-voz Mike Judge disse:
É surpreendente que uma alteração desta magnitude esteja a ser feita em favor duma proporção tão pequena da sociedade.
Mas o líder do grupo homossexual Ben Summerskill disse que "as pessoas não estavam a responder as questões de forma verdadeira":
Existem
muitas
boas razões para se obter números fidedignos. Por exemplo,
Brighton não precisa de tantas escolas primárias como Shrewsbury,
porque há muitos homossexuais em Brighton e embora alguns tenham filhos
[sic], eles são mais susceptíveis de ter menos filhos. Este
assunto centra-se no acesso às verbas públicas.Nós achamos que os 6%,
número que a "Treasury" tem usado há já algum tempo, é uma estimativa
ajustada.
Fonte
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Obviamente que quem acompanha a agenda marxista sabe que quem promove o
"casamento" homossexual não o faz porque a população homossexual no seu
todo realmente quer "casar", mas sim porque o efeito social que a
normalização do homossexualismo causará na sociedade é benéfico para o
esquerdismo; quanto mais fraca for a instituição do casamento natural,
mais forte será a influência do governo na vida do cidadão comum.
Portanto, sempre que um governo introduz legislação para o "casamento"
homossexual, o que ele realmente está a fazer é por em práctica um
determinado tipo de leis que visam o aumento da área de influência das
autoridades governamentais.
Um das coisas que os engenheiros sociais têm que levar a cabo para que
o casamento natural seja destruído é alargar a sua definição até que
essa instituição perca todo o seu significado. Por enquanto, isso
implica a destruição da distinção sexual entre os conjugues. Mais
tarde, o número de pessoas no "casamento" vai ser destruído, e por fim,
o casamento nem terá mais que ser entre seres humanos.
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