segunda-feira, 23 de maio de 2011

Igreja Católica diz a verdade mas o lobby sodomita não gosta

Uma iniciativa que trata a homossexualidade como aquilo que ela é (um vício alterável) está a gerar "polémica" entre o lobby pró-sodomia.
Uma proposta da Igreja Católica de ensinar moral sexual a crianças tratando o homossexualismo como "vício" está causando polémica na Espanha.

O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.

Esse curso, dirigido a crianças de 5 a 14 anos, apresenta como "vícios" temas como erotismo, pornografia, homossexualidade, masturbação, voyeurismo e obsessão por sexo.

O programa aborda a sexualidade "a partir de uma visão integradora com aspectos biológicos, fisiológicos, psicológicos, sanitários, antropológicos, morais e sociais", disse à BBC Brasil o porta-voz do arcebispado valenciano.

O chamado Programa de Educação Afetivo-Sexual será dividido em três módulos, de acordo com a faixa etária.

As crianças menores de cinco a sete anos de idade, terão aulas sobre precaução contra abusos, heterossexualidade e pudor.

Crianças de oito a 11 anos aprenderão sobre vícios, erotismo e pornografia. Os maiores, de 12 a 14 anos, vão ter lições sobre o homossexualismo, as famílias convencionais e a castidade até o casamento.

'Referência'

O programa foi apresentado aos colégios diocesanos, dependentes do arcebispado, e instituições religiosas de ensino. Para todos os centros escolares, o programa será oferecido como uma "proposta educativa": não obrigatória porém como "material de referência".

O presidente da Comissão Diocesana de Ensino, Rafael Cerda, disse que muitos centros católicos expressaram interesse em implantar o programa.

O programa também foi oferecido a 300 mil alunos aos bispados das províncias de Valência, Alicante, Mallorca, Menorca e Ibiza.

Organizações de gays criticaram a proposta, acusaram a Igreja de retrógrada e discriminatória e prometeram contestar o plano na Justiça.

Não há "descriminação" nem pensamento retrógrado em dizer que o comportamento homossexual é um vício curável. Se o lobby sodomita tem evidências contrárias, eles que as apresentem. Fazer assassínio de carácter sem lidar com as evidências só mostra que eles não tem argumentos contrários, o que, por sua vez, pode mostrar que a Igreja Católica está certa em qualificar o homossexualismo de vício.
"(São) Lições absolutamente fora da realidade que, além do mais, violam a Constituição, pois nos consideram pessoas disfuncionais, portanto serão levadas aos tribunais", disse à BBC Brasil José de Lamo, coordenador-geral da associação Labmda, que representa gays, lésbicas, transexuais e bissexuais espanhóis.
Não há argumentos legais contra quem acha que inserir o apêndice reprodutor no ânus de outro homem (ou mulher) está a realizar um acção fora do normal. Ou será que somos obrigados a aceitar a definição de "normal" defendida pelo lobby sodomita?

Quem está dependente do tabaco, das drogas ou duma sexualidade que contradiz a Medicina tem um comportamento disfuncional, e como tal, o José de Lamo tem que usar outra linha de argumentação.

"Não permitiremos que as crenças religiosas discriminatórias sejam colocadas acima dos direitos fundamentais e do respeito.
E nós não permitiremos que activismo político em favor de gostos sexuais anti-naturais sejam usados como forma de limitar a liberdade de expressão dos Cristãos. Ou são as preferências sexuais dos activistas sodomitas mais importantes que a liberdade de expressão?

Segundo, aquilo que os Católicos se propõem não violam "os direitos fundamentais" nem vão contra o "respeito" que a pessoa (e não as prácticas sexuais) merecem.

Imagine que há muitas crianças que tem pais homossexuais e querem ensinar nas escolas que estas famílias são patológicas", acrescentou.
Imagine que há muitas crianças que tem pais Católicos e querem que se acredite que ser Católico é "discriminatório" e "retrógrado".
Críticas

A queixa da associação Lambda se baseia principalmente no módulo dois do programa católico, que afirma que "a relação entre homossexuais é errônea e estes não devem ser considerados esposos, nem pais".

A Constituição espanhola permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adopção de crianças por casais gays.

Um dos criadores do método, no entanto, acha que a Igreja apenas defende sua doutrina e tem o direito atender às demandas dos fieis por uma linha de educação para seus filhos coerente com sua crença.

Claro. Da mesma forma que os activistas sodomitas usam o aparelho de Estado para avançar com que o que eles acham de "normal", os Católicos - que também pagam impostos - tem o mesmo direito de avançar com propostas que visem mostrar que a normalidade sexual não inclui usar o aparelho digestivo como órgão sexual.
"Tratamos a educação sexual de acordo com nossas convicções, isso é também um direito reconhecido pela Constituição espanhola", disse à BBC Brasil Juan Andrés Taléns, director da cátedra de Ciências do Matrimônio e Família do Pontifício Instituto João Paulo 2º, um dos 20 especialistas convocados pelo arcebispado para elaborar o programa.

"Está claro que a política educativa nacional está fracassada. O grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual são derivados de uma sexualidade inadequada", afirmou.

Exactamente. O modelo de educação sexual imposto pelos governos está a falhar, mas eles continuam a usar dinheiro público para o sustentar. Até parece que há pessoas interessadas no "grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual" derivados de uma sexualidade inadequada. Mas nós todos sabemos que não é isso. Afinal, o governo só quer o nosso bem.
Nos próximos meses, o programa será estendido a todas as escolas católicas do país como matéria facultativa.

"O problema é que mesmo em colégios católicos, estamos em um país laico, onde a Igreja não é a encarregada de formar sexualmente os alunos", afirmou a presidente da FAPA (Federação de Associações de Pais e Mães de Alunos), Maria José Navarro.

Nem mesmo dentro das instituições próprias os Católicos podem ensinar a normalidade sexual? Impressionante.

Convém ressalvar que a laicidade não invalida o ensino de factos médicos que estão de acordo com o Cristianismo.

A dirigente disse à BBC Brasil que para elaborar "os conteúdos retrógrados deste programa chamado educativo ninguém contou com a opinião dos pais".
Quando os activistas desenvolvem programas de indoutrinação escolar que visa normalizar a homossexualidade e a perversão sexual, são os pais contactados? Não só não são, como os próprios activistas confessam que "O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais." (Fonte).

Portanto nenhum daqueles que se alinha com o movimento sodomita possui autoridade moral para criticar a Igreja Católica e os seus planos de desenvolver planos que visam a restauração da normalidade na sexualidade.

"Esta forma de impor critérios é própria de uma igreja castradora, que nem sequer se questiona se a maioria dos pais quer uma educação de qualidade e respeitosa com todo mundo", afirmou.
a Maria José Navarro ou é burra ou tem dificuldades de compreensão:
O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.
Ou seja, é um plano extra-curricular, opcional e como tal só aceita quem quer. Que tipo de imposição é esta que é opcional e extra-curricular?

Segundo: educação de qualidade envolve revelar a verdade sobre os assuntos em questão. Dizer que o comportamento homossexual é um vício mutável não é contra os planos de uma educação de qualidade uma vez que isso é uma verdade clinicamente correcta. A homossexualidade é um vício auto-destrutivo e como tal, uma boa educação sexual envolve revelar essa verdade.

Agora, se a Maria Navarro tem problemas com a Medicina, isso é com ela e com o lobby sodomita que a está a usar para a sua agenda.

Fonte

1 comentário:

  1. "Imagine que há muitas crianças que tem pais homossexuais e querem ensinar nas escolas que estas famílias são patológicas""

    Eu li certo? Houve algum casal homossexual que teve filhos? Ou seriam esses filhos fonte de um casal heterossexual?

    Uhn... Interessante. Vê se pode isso? Os caras chegam a dar uma "trollada" dessas pra defender esses ativistas... Coisa de doido isso, mas tudo bem.


    "Nem mesmo dentro das instituições próprias os Católicos podem ensinar a normalidade sexual? Impressionante."

    Oras, não estão querendo aprovar no país uma lei que proíbe qualquer tipo de manifestação de opinião contra o homossexualismo? Ou seja, isso seria exatamente a mesma coisa: Proibir-nos de manifestar nossa opinião, mesmo dentro de nossas Igrejas. Isso é, na melhor das hipóteses, ridículo.

    Pois é, galera... A gente tá chegando no fundo do poço. Daqui a pouco a gente passa...

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