sábado, 28 de dezembro de 2013

Uganda no caminho certo?

O parlamento do Uganda aprovou uma lei que impõe penas mais duras para quem levar a cabo actos homossexuais, incluindo a prisão perpétua para alguns transgressores.

David Bahati, o legislador responsável pela lei, louvou a adopção da lei como uma vitória contra o "mal" no Uganda, um país profundamente religioso que adoptou o Cristianismo evangélico ao estilo Americano.

A lei não inclui a pena de morte, tal como o tinha para "actos homossexuais agravados" quando ela foi inicialmente posta em discussão, em 2009. Em vez disso, aqueles apanhados envolvidos em actos homossexuais pela segunda vez, bem como actos homossexuais onde um dos parceiros é menor ou se encontre infectado com o HIV, enfrentará uma prisão perpétua. Uma proposta que visava uma pena reduzida de 14 anos foi rejeitada pelos MP (Membros do Parlamento), que em vez disso mantiveram a pena de prisão perpétua.

Esta lei, que o Presidente Obama (defensor do gayzismo) qualificou de "odiosa", tem agora que receber a aprovação final por parte de Yoweri Museveni, o presidente do Uganda.

Tal como em muitos países africanos, os actos homossexuais são universalmente rejeitados e olhados com repugnância. Para além disso, os activistas homossexuais alegam que os "homossexuais do Uganda enfrentam assédio, violência e ameaças de morte". Frank Mugisha, um dos activistas homossexuais mais proeminentes do Uganda, disse ao The Telegraph que existe "pânico" dentro da comunidade gay e lésbica do país.

Sinto-me ofendido pelo facto dos membros do parlamento terem aprovado esta lei de uma forma tão ignorante. Ela foi apressada e não foi alvo de escrutínio. Estou preocupado com o que pode acontecer com a minha comunidade.

O homossexualismo já era ilegal no Uganda durante o período colonial, mas o sr. Bahati alegou que penas mais duras eram necessárias como forma de conter a influência dos homossexuais provenientes dos países Ocidentais.

Isto é uma vitória para o Uganda e eu fico satisfeito com o facto do parlamento ter votado contra este mal. Uma vez que somos uma nação que teme a Deus, valorizamos a vida de uma forma holística. E foi precisamente por isso que os membros do parlamento aprovaram esta lei, independentemente do que o mundo externo pensa.

Rebecca Kadaga, a porta-voz do parlamento, prometeu durante o ano passado que a lei seria aprovada como um "presente de Natal" para os Ugandenses.

O Tribunal Europeu da Justiça determinou em Novembro deste ano que o medo do aprisionamento por motivos de homossexualismo nos países Africanos, incluindo o Uganda, era motivo suficiente para pedir asilo aos países Europeus.

No ano de 2011 um proeminente activista homossexual chamado David Kato foi espancado até à morte na sua casa depois dum jornal ter publicado fotos e nomes de homossexuais ugandenses sob o título "Enforquem-nos". Veio-se a saber mais tarde que David Kato foi assassinado pelo seu parceiro homossexual, um prostituto cujos "serviços sexuais" Kato havia requisitado. Aparentemente, Kato recusou-se a pagar pelos "serviços" e o prostituto matou-o.

Fonte: The Telegraph.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

As principais vítimas dos militantes homossexuais

Por Bill Muehlenberg

Que os militantes homossexuais são peritos na propagação de ódio e de palavras ofensivas contra quem quer que não se alinhe com a sua opinião é algo sobejamente conhecido, amplamente documentado por diversas vezes. Mas o foco maior do seu ódio é contra aqueles que se atrevem a abandonar o estilo de vida homoerótico. Para os activistas homossexuais, este é o grande tabu.

Eles odeiam quando um homossexual é liberto deste estilo de vida mortífero e sem saída, e o motivo é claramente óbvio: o homossexual que é liberto do homossexualismo refuta a falsa premissa de que esse comportamento é inato e imutável. O facto de tantas pessoas terem abandonado por completo esse estilo de vida destrói o mito de que os homossexuais não podem mudar. Eu conheço muitas destas pessoas pessoalmente; elas estavam bem imersas no estilo de vida homossexual mas foram gloriosamente libertas deste estilo de vida pouco saudável e arriscado.

Muito provavelmente só existem mais duas áreas onde o abandono é considerado hediondo. No islamismo o "pecado" da apostasia é lidado de uma forma: a execução. E  quando um ateu se atreve a abandonar o mundo do ateísmo ideológico, todo o inferno se abate sobre ele, tal como ocorreu com Anthony Flew. Todas as ideologias rígidas e destrutivas odeiam quando alguém se atreve a sair delas visto que isso é um pecado imperdoável que tem que ser denunciado com ferocidade.

No passado, nós enfrentamos tais tipos de guerra. Durante o auge da Guerra Fria existiam muitas pessoas que valorizavam a liberdade, o Estado de direito e a democracia, e sabiam que o Comunismo era totalmente incompatível com estas coisas. Mas muitas pessoas não gostavam destas pessoas, e como tal, passamos a ter um fenómeno com o nome de anti-anti-Comunismo.

Aparentemente, é isso que temos nos dias de hoje: a realidade dos anti-anti-homossexualismo. Ou, melhor dizendo, anti-ex-homossexualismo. Os militantes declararam uma guerra própria e qualquer pessoa que tenha a coragem e a sensatez de abandonar este estilo de vida perigoso é catalogado de traidor, e caluniado de um modo horrível. Exemplos que confirmam isto encontram-se um pouco por todo o lado. Eu sei dos ataques demoníacos que os meus amigos ex-homossexuais sofrem por parte da brigada do ódio, e não é nada bonito de se ver.

Seguem-se algumas histórias de alguns ex-homossexuais - aquelas pessoas que supostamente não existem. Tal como acontecia no passado com os negros, os ex-homossexuais são actualmente "invisíveis".

Consideremos o caso do auto-intitulado "Drag Queen Satânico" Trace McNutt. Ele recebeu o "First Annual Courage Award for Former Homosexuals" como parte do "Ex-Gay Awareness Dinner" de 2013, em Washington. A "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX), uma organização sem fins lucrativos que advoga e apoia os ex-homossexuais e as suas famílias, hospedou o evento.


Tal como disse Christopher Doyle, Co-Fundador e Presidente da organização "Voice of the Voiceless" (VoV),

Quando os homossexuais saem do armário são bem recebidos, mas os antigos homossexuais são forçados a permanecer ocultos devido à difamação de extremistas anti-ex-gay, e devido à marginalização que ocorre na sociedade Americana. É preciso muita coragem para que os ex-homossexuais como Trace McNutt revelem a sua história, especialmente se levarmos em conta que fazer isso traz sobre eles desprezo e punição, tal como ocorreu com o vencedor de Grammy e cantor gospel Donnie McClurklin, que tinha sido convidado para ser cabeça de cartaz das celebrações em torno do 50º Aniversário da Marcha em Washington, mas que viu o seu convite rescindido porque ele é um ex-homossexual.

Os indivíduos que abandonam o homossexualismo superam muito mais que o seu desejo sexual indesejado por pessoas do mesmo sexo. Trace McNutt foi rejeitado pela família, foi vítima de bullying por parte dos colegas de escola, e foi vitimizado pela comunidade homossexual (que o usou como fonte de entretenimento e, posteriormente, o rejeitou quando ele se tornou viciado em drogas e contraiu o HIV).

As coisas chegaram a um ponto em que Trace estava tão doente e tão destituído que se tornou num sem-abrigo e foi forçado a viver numa lixeira na rua. A mesma comunidade drag queen que o recebeu de braços abertos, lançou-o fora como se ele fosse o lixo do dia anterior mal ele passou a ser incapaz de representar. (Podem ver a história de Trace clicando aqui).

Só depois dele abandonar o homossexualismo, tornar-se num Cristão, e deixar de representar sob o título de "Drag Queen Satânico" (com o nome de "Coma") é que a sua antiga comunidade passou a prestar atenção a ele. Ele recebeu difamação, correio cheio de ódio, e ameaças de morte por parte da assim conhecida comunidade homossexual "tolerante". A experiência de Trace é a evidência de que, quando os ex-homossexuais abandonam o homossexualismo, eles são atacados e enfrentam uma quantidade incrível de hostilidade.

No clima anti-ex-homossexual actual, falar abertamente sobre abandonar o homossexualismo é realmente um acto de coragem. O Trace McNutt é um verdadeiro herói.

Existe outro ex-homossexual que se encontra preocupado com a forma como os outros estão a tentar arrastar de volta para a escravidão estas pessoas. Ele refere-se especialmente a Alan Chambers da Exodus, grupo que ele efectivamente destruiu ao deixar-se "vender" para o outro lado. Escrevi sobre isso aqui.

Mattie Walk diz o seguinte:

Hoje em dia  estou um bocado preocupado. Estou ciente da veracidade da história em torno do meu abandono do homossexualismo, e celebro a liberdade que encontrei no Senhor Jesus Cristo. Mas mesmo assim, estou preocupado porque muitos ainda estão a ser enganados pelos ecos assombradores do discurso de abertura de Alan Chamber durante a "38th Annual Exodus Conference."

Como resultado dessas palavras, e como nunca dantes, dou por mim a ter que defender as minhas crenças e o meu testemunho perante um segmento demográfico maior. Nunca imaginaria debater com Cristãos, ou pessoas que se qualificam de "Cristãos", sobre a aceitação do homossexualismo nas igrejas.

Eu estava lá nessa noite fatídica. Só posso dizer que aprecio a distância que o tempo me deu. A organização Exodus, tal como o Titanic, foi grandiosa, mas de repente, a sua estabilidade foi colocada em causa e ela afundou-se. Aqueles que entre nós se encontravam no proverbial barco-salva-vidas, ou pior, na água, fomos deixados para sucumbir perante os elementos, ou libertos à deriva à medida que Chambers e os seus colegas avançaram para dar início a um novo ministério. O que é espantoso, visto que o próprio Chambers disse, "acreditamos que a Exodus tem que deixar de existir de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E isto deixará um vazio, um que espero que seja preenchido com nada mais que a igreja". Ele disse que o seu novo ministério irá ajudar a igreja alcançar a nova geração.

Deixa-me ver se entendi: foi melhor fechar uma organização já estabelecida que actuava lado a lado com as igrejas há 37 anos, de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E o vazio não deve ser preenchido com nada mais que a igreja, a menos que seja preenchido pelo novo ministério dirigido pela antiga equipa executiva da Exodus que planeia trabalhar lado a lado com a igreja para a ajudar ministrar as pessoas.

Mas não era isso que a Exodus estava a fazer?

Ele conclui:

Obviamente que eu não escrevo neste blogue para obter popularidade. De maneira nenhuma estou a tentar fazer com que as pessoas se decidam entre a Equipa Alan e a Equipa Matthew. No entanto, eu honestamente penso que é extremamente necessário falar a verdade sempre que o mal levanta a sua cabeça feia. Alan pode estar a descansar de modo confortável como líder da sua nova, e por mais desnecessária que ela seja, organização; mas ele deixou mil pontas soltas e muitos corações quebrados no acordar do seu reinado,segundo a sua percepção, bem sucedido.

Por mais que aquele discurso seja referenciado, partilharei a minha "Verdadeira História" do que foi estar lá. Foi como acordar no meio duma batalha, rodeado de corpos mortos e numa guerra que nem sabíamos que estava a ser combatida. Para alguns, essa foi a primeira vez que entraram em contacto com a Exodus, mas para outros foi como testemunhar a morte dum amigo de longa data.

Onde quer que tu te enquadres nesta história, por favor lembra-te que o Alan Chambers é só um homem, e eu sou só um homem. As opiniões em cada um dos lados não se comparam com a Palavra de Deus, que foi o catalisador da mudança poderosa na minha vida. A mudança é de facto possível.

Não construam o fundamento para a vossa eternidade nas opiniões dos homens. Busquem as vossas respostas através da oração, na Bíblia e através do Poder do Espírito Santo.

Sim, eu sei tudo sobre esses "Cristãos" que traíram o Senhor e traíram muitos homossexuais corajosos. Mas é assim que as coisas são. Temos que continuar a lutar pelo que está certo, e ignorar as pessoas odiosas e os enganadoras. O Senhor Jesus enfrentou muito mais, e como tal, nós também devemos.

Fontes: Voice of the VoicelessMattiewalkCulture Watch

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domingo, 22 de dezembro de 2013

Tribunal Supremo Australiano defende casamento natural

O Tribunal Supremo Australiano anulou a legislação em torno do "casamento" homossexual que, por um breve período de tempo, permitiu que cerimónias homoeróticas ocorressem no "Australian Capital Territory" (ACT). Esta pequeno território aprovou a sua "Marriage Equality (Same Sex) Act 2013" em Outubro deste ano, mas os tribunais anularam a lei recentemente aprovada numa decisão unânime, determinando que ela é inconsistente com a lei federal. 

O "Australian Christian Lobby", pela voz do seu director Lyle Shelton, aprovou a decisão do Tribunal Supremo, acrescentando:

Esta decisão legal demonstra que não é faz parte da jurisdição dos estados legislarem em torno do casamento. É importante que as leis em torno do casamento continuem a ser geridas federalmente - foi por isso que o "Marriage Act" foi aprovado em 1961 para existir leis uniformes.

O Tribunal Supremo Australiano afirmou que "mantinha que o parlamento federal tem poder, segundo a Constituição Australiana, para legislar em torno do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo." A decisão legal irá afectar 27 duplas que entretanto se "casaram" depois da lei ter sido aprovada em Novembro.

O director nacional da "Marriage Equality" Australiana, Rodney Croome, descreveu a decisão como uma "derrota temporária".

A lei federal "Marriage Act" foi revista em 2004 e ela especifica que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Shelton acrescenta:

O debate em torno da modificação da definição de casamento recebeu tempo de suficiente durante os últimos três anos, com 9 tentativas parlamentares para a modificar. Tal como o debate republicano, o público e os parlamentares tiveram tempo suficiente para avaliar as alegações e agora é tempo de avançar.

Recentemente, a Croácia deu início à proibição do pseudo-casamento homoerótico depois dum referendo nacional ter determinado que 2/3 dos votantes apoia a definição de casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher.

Fonte

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Michael Glatze: "O homossexualismo é morte"

Um proeminente ex-homossexual e antigo editor duma revista dedicada aos jovens homossexuais escreveu uma carta aberta acerca do seu recente casamento, dirigida aos "homossexuais raivosos" que lhe criticaram por deixar a sua vida de homossexualismo e por ter encontrado Deus.

Em 2007 Michael Glatze abandonou o seu lugar como co-fundador da revista "XY Magazine" deixando uma nota no seu computador onde se lia "O homossexualismo é morte e eu escolho a vida." A sua transformação de homossexual para heterossexual começou depois dele ter começado a questionar o seu estilo de vida depois de ter apanhado um susto com a sua saúde, e, não tendo ninguém a quem recorrer, ter decidido buscar a Deus.

Hoje, ele vive a sua vida como homem sexualmente natural, e casou-se recentemente com uma mulher de nome Rebekah, que os activistas homossexuais identificam como "adereço". Escrevendo para o WND.com, Glatze afirmou:

Quero dar uma resposta mais "sonora" aos homossexuais zangados do nosso país que actualmente espalham todo o tipo de ódio e palavras agressivas nos blogues pró-homossexualismo. Reparem numa coisa: eu não estou interessado em me defender porque não preciso de o fazer. Entendo o vosso sofrimento e o vosso ponto de vista. Entendo o vosso desejo de quererem que eu esteja maluco, ou mentalmente perdido ou confuso. Entendo que para vocês seria muito mais fácil se eu não existisse ou se rastejasse para um buraco qualquer e morresse, mas eu não vou fazer isso.

Glatze afirma que o seu propósito não é o de esfregar o seu casamento na cara de alguém, mas sim fazer com que os seus críticos entendem o seu ponto de vista e a sua opinião de que o homossexualismo é um estilo de vida errado, e que ele tem o direito de ter o seu ponto de vista de mesma forma que eles têm.

Entendo que este ponto de vista se encontre em oposição às decisões pessoais dos outros, bem como em oposição a algumas políticas bem populares neste mundo. Adicionalmente, estou bem ciente que este ponto de vista me confere o estatuto de "fanático de Direita" que deveria ser "removido". Todos os dias oro a Deus pela minha segurança.

A sua decisão de colocar um fim na sua relação de 10 anos com o seu ex-parceiro, e dedicar a sua vida CRISTO, causou a que Glatze passa-se a temer pela sua vida, e pela vida da sua nova esposa, uma vez que ele afirma que existem pessoas para quem a sua vida e a sua existência são uma ofensa para as suas sensibilidades.

O blogue homossexual Truth Wins Out tem sido um dos mais críticos a Glatze e num dos mais recentes posts, a sua esposa Rebekah foi o alvo dum artigo, bem como a sua decisão de abandonar o homossexualismo. Wayne Besen, o homossexual fundador do site escreveu:

Ninguém pode ser uma estrela de rock "ex-gay" oficial até que soem os sinos de casamento. ... A vítima [sic] é atraente e parece ser bastante doce. Espero que ela saiba no que se está a meter. ... Parece que esta falsa "transformação"  passou a recrutar vítimas inocentes como adereços como forma de dar mais crédito à sua mentira [sic]. O meu coração encontra-se partido por causa da pobre Rebekah.

Besen publicou também fotos dos recém-casados, que Glatze disse terem sido postadas na sua conta pessoal do Google para serem partilhadas apenas com amigos e membros da família. Ele defendeu também o seu casamento e esclareceu equívocos avançados pelos seus críticos que afirmam que o seu casamento faz parte duma agenda oculta.

Não somos um casal interessado em ser peões políticos. Nunca me identifiquei como "ex-gay", embora outras pessoas assim me tenham chamado. Mas, também, as pessoas já me chamaram de muitas coisas devido a facto de eu ter abandonado o homossexualismo há alguns anos, e ter decidido que me sentia mais confortável vivendo a heterossexualidade. Isto aconteceu como consequência da orientação de Deus, e tem sido a melhor escolha que Deus faz na minha vida.

Amo o meu Deus, amo a mina vida. Estou grato por todos os sopros de vida. Estou grato a Deus pela Humanidade. E estou muito grato à Rebekah. ... Não estou aqui para "forçar a minha agenda" ou o meu "estilo de vida" a alguém. Estou aqui para viver uma vida que honre a Deus.

Fonte

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Mais uma vez se confirma que o estilo de vida homossexualista não é genético nem "imutável". Mesmo que amanhã Michael Glatze volte para o homossexualismo, a realidade dos factos é que isso só confirmará que ser homossexual é uma escolha ou preferência pessoal (e nada que esteja embutido na nossa genética).

Curioso também que os activistas vejam "agendas ocultas" junto de todos que resistem ao gayzismo, mas eles mesmos não se apercebam que eles são soldados rasos duma agenda bem maior que eles..

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O gayzismo é uma imposição da elite e não um "progresso" natural da sociedade

No Taiwan, cerca de 200,000 pessoas marcharam em frente às instalações do Presidente, protestando contra a lei que iria permitir às duplas homoeróticas "casar" e adoptar.

Ann Huang, de 40 anos e falando para a Focus Taiwan, disse, "Deus criou o ser humano como macho e fêmea. Apenas a união entre o homem e a mulher pode criar a próxima geração, e a habilidade de gerar descendência é uma função importante da família."

Os protestantes, que eram maioritariamente de famílias com os seus filhos, tinham consigo sinais onde se podia ler coisas tais como "Feito pelo Pai e pela Mãe", "Defendam o Casamento", e "Oponham-se à emenda ao Código Civil Artigo 972" (a lei actual que afirma que o casamento é entre um homem e um mulher).

O evento foi organizado pela "Coligação para a Felicidade da Nossa Próxima Geração", e um dos fundadores, Yu Yen-hung, disse:

Estamos preocupados que esta ideia da formação familiar alternativa confuda as crianças em termos de educação e identidade sexual.... Como tal, decidimos levantar oposição e lutar contra esta proposta de lei que irá afectar a próxima geração.

A organização disse que qualquer alteração à definição de casamento deve vir das pessoas através dum referendo, mas o grupo "Taiwan Alliance to Promote Civil Partnership Rights" - o grupo responsável por avançar com a proposta duma modificação à definição de casamento - disse que não quer que a emenda seja alvo dum referendo uma vez que a lei actual envolve "a restrição e negação de direitos básicos às minorias".

O presidente do Partido Control, Wang Chien-shien, marchou silenciosamente com os protestantes, afirmando que embora ele "respeite e apoie os homossexuais," ele teme que a emenda às leis do casamento "afectem o saudável sistema de casamento e as famílias saudáveis, que são os fundamentos dum país estável," reportou o The China Post.

No dia 29 de Novembro o partido Kuomintang (KMT), que se encontra no poder, deu uma conferência de imprensa apelando a um adiamento a revisão da emenda. O porta-voz do KMT, Lin Te-fu, reportou o seguinte ao Want China Times:

O KMT não se opõe aos gays e às lésbicas e nós queremos que eles sejam tratados de forma legal e que os seus direitos humanos sejam protegidos. Mas temos que ser mais cuidadosos quando se trata das nossas virtudes tradicionais que se centram nas nossas famílias.

O Taiwan é o último duma série de nações e estados que se têm tornado alvos por parte dos activistas homossexuais tendo em vista a alteração social radical, pese embora o facto de tais planos sempre encontrarem forte oposição e resistência por parte da sociedade. Há bem pouco tempo, a legislatura do Hawai forçou a proposta de lei tendo em vista a redefinição do casamento, embora cerca de 10,000 pessoas se tenham manifestado contra isso - uma das maiores manifestações alguma vez registadas na política estatal - enviando uma  mensagem clara de oposição poucos dias antes, na capital de Oahu.

Brian Camenker, presidente do grupo pró-família MassResistence e falando da situação do Hawai, declarou:

Raras vezes uma tal oposição pública a uma proposta de lei foi tão flagrantemente ignorada pelos políticos.... Foi preciso muita arrogância por parte da classe politica para ignorar estas pessoas.

Em Abril último a Assembleia Nacional Francesa - com o apoio dos Socialistas do presidente François Hollande - votou para legalizar o pseudo-casamento homoerótico apesar dos enormes protestos levados a cabo por centenas de milhares de cidadãos. Em Janeiro o governo ignorou cerca de 1 milhão de pessoas que demonstraram em Paris contra a redefinição de casamento.

O Reino Unido aprovou a sua lei em torno do pseudo-casamento homoerótico em Julho último sob o Partido Conservador de David Cameron. A lei foi forçada e imposta no país apesar duma petição com 500,000assinaturas e apesar das divisões internas que ocorreram no partido de Cameron, que os críticos qualificaram de “ a maior rebelião Tory dos tempos modernos”.

Histórias semelhantes em torno da imposição governamental do "casamento" homoerótico na sociedade ocorreram na EscóciaTasmâniaNova Zelândia, e Estónia.

LifeSite News

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Notícias como esta demonstram que o "casamento" homerótico não é "inevitável" e nem é um desenvolvimento natural da sociedade, mas sim algo que a elite governamental (com o apoio do Grande Capital) impõe nos países e nas sociedades. Quando uma pessoa se opõe ao pseudo-casamento homoerótico, ela não está a atacar as liberdades individuais dos homossexuais, mas sim a lutar em favor da sobrevivência da sua civilização.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Referendo Croata demonstra mais uma vez que gayzismo é crença minoritária junto da população


No Domingo, dois terços daqueles que votaram deram o seu apoio à iniciativa que visa alterar a constituição do país de modo a definir o casamento como união entre um homem e uma mulher. Mais de 700,000 assinaram a petição apoiada pela Igreja Católica pedindo um referendo sobre o assunto.

O Cardeal Jozip Bozanic afirmou que "o casamento é a única união que permite a procriação".

Foi perguntado às pessoas que votassem em torno da questão: "Concorda que o casamento é o matrimónio entre um homem e uma mulher?"

Porta-voz do governo confirmou que a constituição será agora alterada visto que, tal como está, ela não define o que é o casamento, embora os grupos defensores dos direitos humanos aleguem que irão apelar a decisão, afirmando que ela encontra-se em oposição aos direitos humanos básicos do país. 

A petição foi colocada em público depois de se saber que uma proposta de lei governamental iria permitir às duplas homoeróticas registarem-se como "parceiros de vida", e preocupações foram levantadas de que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo viria a seguir. [ed: E viria, porque é sempre assim que a agenda funciona.]

O número de assinaturas atingiu um número tal que o governo teve que considerar o assunto. Dois terços do parlamento votou em favor de que se faça um referendo. 

Zeljka Markic, a líder do grupo que deu início à petição, disse ao média que as pessoas têm o direito de dizer o que pensa do que é o casamento. Ela disse ainda:
Queríamo-nos certificar de que, se assim os cidadãos decidissem, ao apresentarmos o casamento como a união entre um homem e uma mulher iríamos impedir qualquer governo de alterar a substância do casamento sem consultar os cidadãos da Croácia.
O Primeiro-Ministro e o Presidente da Croácia ficaram desapontados com os resultados do referendo.

Fonte: http://shar.es/DDMKR.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Índia criminaliza o homossexualismo

O Tribunal Supremo Indiano anulou na 4ª-Feira uma decisão histórica dum tribunal de primeira instância em torno do homossexualismo, tornado o sexo entre homossexuais um crime na democracia mais populosa do mundo. Quem violar a lei pode ser condenado até 10 anos de cadeia.

O tribunal decidiu que a lei colonial Britânica que ilegalizava as "relações carnais contra a ordem natural" era constitucional. Qualquer alteração que se queira fazer, tem que passar pelo Parlamento, e não pelos tribunais, determinaram os juízes.

A decisão legal foi um golpe profundo que revela a forma como o activismo homossexual tem encontrado resistência em algumas partes do mundo, ao mesmo tempo que tem feito alguns avanços nos Estados Unidos, Europa e América Latina.

O Tribunal Superior de Deli tinha legalizado a actividade homossexual consensual em 2009. Essa vitória foi vista como um momento determinante para o activismo homossexual, que tem estado em crescimento apesar de forte oposição por parte de muitos quadrantes desta sociedade ainda tradicional e profundamente religiosa.

Durante a conferência de imprensa, os activistas homossexuais afirmaram que ficaram "chocados" e "desencorajados" pela decisão. "É um dia negro para nós," afirmou Anjali Gopalan, o fundador da Fundação Naz, uma ONG focada no HIV/SIDA e que foi peticionária do caso original de Deli.

Sinto-me tão cansado actualmente, e penso que recuamos 100 anos no tempo,

A decisão de 2009 de descriminalizar o homossexualismo foi controversa. Vários grupos religiosos, políticos e sociais apelaram a decisão. O governo não se juntou aos apelos, mas o Procurador-Geral disse durante a fase de argumentação perante o Tribunal Supremo de que o acto sexual entre duas pessoas do mesmo sexo era "totalmente imoral".

Ejaz Maqbool, um advogado que representava os grupo religiosos, afirmou:

Todas as comunidades religiosas - muçulmanos, Cristãos, Hindus - afirmaram que esta é uma forma antinatural de sexo. Hoje. o Tribunal Supremo manteve que o juízo prévio estava errado. Amanhã, se a nação sentir, e se o Parlamento sentir, que esta provisão tem que ser removida do código pena Indiano, então ela pode ser removida.

Prakash Sharma, um líder ancião e porta-voz do grupo Vishwa Hindu Parishad, um grupo Hindu conservador, enalteceu a decisão do tribunal:

Uns milhares de pessoas que alegam ser homossexuais não podem ditar as regras para a maioria; eles não podem determinar o que está certo e o que está errado.

A lei em torno do homossexualismo não foi estritamente forçada no anos que se seguiram à decisão de 2009, mas os activistas homossexuais afirmaram que tal decisão havia feito uma "diferença enorme nas suas vidas".

(...)

Fonte - http://ow.ly/rIyQq

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Pressão popular sobre os órgãos legislativos funciona, e a normalização do homossexualismo não é "inevitável".

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A violência doméstica escocesa

O governo escocês publicou os números policiais mais recentes em torno da violência doméstica através do país, onde se verificou que a violência doméstica entre os homoeróticos subiu mais do que a violências doméstica entre os casais.

Uma análise aos 60,080 incidentes de violência doméstica ocorridos na Escócia revelam um aumento do número de vítimas masculinas com uma mulher como agressora bem como um aumento de violência doméstica entre as lésbicas e os homens homossexuais.

Foram reportados à polícia 6.9% mais incidentes de abuso doméstico entre as duplas lésbicas, e um aumento de 1.21% entre os homens homossexuais. De modo geral, houve um aumento de 0.5%.

Os casais são 2.3% de todos os relatórios em torno da violência doméstica. Uma estatística recente da Office of National Statistics apurou que 1.5% da população do Reino Unido identifica-se como sodomita, lésbica ou bissexual. Shona Robison, a ministra escocesa para a Igualdade disse:

Ninguém pode colocar em causa o nosso compromisso de acabar com a violência doméstica. Estes incidentes de violência doméstica continuam bastante elevados e os avanços na tecnologia criaram novos meios através dos quais algumas pessoas podem abusar e explorar os outros. 

É precisamente por isso que estamos a desenvolver esforços para ajudar as vítimas de tais ataques, e estamos a disponibilizar apoio financeiro considerável para ajudar as vítimas e impedir que o abuso ocorra.

Estamos a desenvolver uma nova estratégia para lidar com a Violência contra a Mulher na Escócia, e saúdo a resposta pro-activa e decidida contra a violência doméstica por parte da Polícia Escocesa, que têm feito da violência doméstica e da violação duas das suas três prioridades.


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Estranho que a "ministra da igualdade" (tacho) tenha falado na violência contra a mulher sem dizer que 1) a violência contra os homens aumentou e 2) a violência contra a mulher feita por outras mulheres também aumentou. Mas essa narrativa não se enquadra na lógica esquerdista, e como tal, esses dados têm que ser colocados de lado.
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sábado, 7 de dezembro de 2013

O testemunho dum homem bissexual criado por duas lésbicas.

Por Robert Oscar Lopez

Nem todas as crianças educadas por "pais" homossexuais são a favor do "casamento" homossexual. Eu sei do que estou a falar porque que eu fui uma dessas crianças.

Durante as argumentações orais em torno da Proposição 8, o Juiz Anthony Kennedy referiu-se às crianças criadas por pessoas do mesmo sexo. Uma vez que eu fui uma dessas crianças - entre os 2 e os 19 anos, eu fui criado pela minha mãe lésbica e pela sua parceira - eu fiquei curioso em saber o que ele diria. 

Para além disso, antecipei também o que ele diria uma vez que eu tinha corrido enormes riscos profissionais e sociais ao dar entrada a um sumário amicus com Doug Mainwaring (que é homossexual e contra o "casamento" homossexual), onde nós explicamos que as crianças sentem profundamente a perda dum pai ou duma mãe, independentemente do quanto que amemos os nossos "pais" homossexuais, ou do quanto eles nos amem. As crianças sentem a perda porque eles são incapazes de impedir a decisão de os colocar sem um pai ou sem uma mãe, e a ausência do pai ou da mãe muito provavelmente será irreversível para eles.

Durante o último ano estive em contacto com adultos que foram criados por duplas homossexuais. Eles estão aterrorizados de falar em público em torno dos seus sentimentos, e como tal - visto que sai do armário, digamos assim - vários pediram-me para ser a voz das suas preocupações. Eu não posso falar por todos as crianças de duplas homossexuais, mas posso falar por um certo número deles, especialmente por aqueles que foram marginalizados pela assim-chamada "pesquisa sociológica científica"  em torno da paternidade [sic] homossexual. Aqueles que entraram em contacto comigo professaram uma enorme gratidão e um grande amor pelas pessoas que os educaram, motivo pelo qual é tão difícil para eles expressarem publicamente as suas reservas em torno da paternidade [sic] homossexual.

Mesmo assim, eles descreveram as dificuldades emocionais que vieram do facto de lhes faltar um pai ou uma mãe. Para listar alguns exemplos: 1) eles sentiram-se desligados das dicas sexuais das pessoas à sua volta, 2) sentiram uma raiva intermitente pelo facto dos seus "pais" [ou "mães] lhes terem privado do/da pai/mãe biológico/biológica (em alguns casos, de ambos pais biológicos), 3) desejaram ter um exemplo do sexo oposto, 4) sentiram vergonha ou culpa por terem "pais" amorosos que os forçaram a uma vida de ausência dum progenitor do sexo oposto.

Eu já ouvi pediatras e psicólogos a falar do suposto "consenso" em torno da robustez da paternidade [sic] homossexual, mas este consenso é francamente falso. É suposto os pediatras garantirem que as crianças não adoecem e nem faltam às vacinações - não conheço alguém que ponha em causa a habilidade dos pais homossexuais [sic] de garantir estas necessidades básicas das crianças. Os psicólogos chegam-nos da mesma área que tinha o "consenso" de que o homossexualismo era uma doença mental. Nenhuma destas áreas está equipada para responder aos dilemas existenciais da remoção legal da paternidade ou da maternidade como princípio humano, o que é o significado da total "igualdade matrimonial".

Eu apoio as uniões civis homossexuais  (...) mas sempre resisti à ideia de que o governo deveria encorajar as duplas homossexuais a imaginar que as suas parcerias são indistinguíveis dos casamentos de verdade. Tal auto-definição para os homossexuais seria fundamentada numa mentira, e qualquer coisa fundamentada numa mentira fará ricochete.

As duplas homossexuais mais abastadas e mais bem sucedidas não serão capazes de fornecer a uma criança algo que o casal mais pobre e financeiramente em apuros pode fornecer: um pai e uma mãe. Havendo passado 40 anos imerso na comunidade homossexual, eu vi como essa realidade desperta a raiva e a recriminação maliciosa por parte das duplas homossexuais - que ficam tentados a maldizer os assim-chamados "casais disfuncionais" ou "casais sem valor", e afirmar que "Nós merecemos ter filhos mais do que eles!"

Mas eu estou aqui para dizer que "Não", e que ter um pai e uma mãe é um valor precioso no seu direito próprio, e não algo que pode ser apagado, mesmo que a comunidade homossexual tenha uma enorme quantidade de verbas, possa enviar a criança para as melhores escolas, e educá-la de modo a que ela possa ser uma "Eagle Scout".

É perturbadoramente classisista e elitista por parte dos homens homossexuais pensar que eles podem amar a sua [sic] criança sem qualquer tipo de reserva depois de terem tratado a mãe-de-aluguer como uma incubadora, e por parte das lésbicas por pensarem que elas podem amar a criança incondicionalmente depois de terem tratado o doador de esperma como uma embalagem de pasta de dentes.

É também algo racista e condescendente por parte das duplas homossexuais pensar que elas podem fazer braço-de-ferro com os centros de adopção de modo a que estes lhes possam dar crianças órfãs depois dos homossexuais exibirem poder financeiro ou poder político. 

Um órfão da Ásia ou da baixa duma cidade foi entregue às autoridades de adopção de modo a que estas possam tomar a melhor decisão para a vida da criança e não para satisfazer uma exigência de mercado feita por homossexuais que querem crianças. Qualquer que tenha sido o trauma que causou a que as crianças passassem ser órfãs, esse trauma não pode ser aumentado entregando-lhes ao stress que é ser adoptado por uma dupla homossexual.

Finalmente, é prejudicial para todos se os homens homossexuais e as lésbicas dentro de casamentos com orientações sexuais mistas dão início ao processo de divórcio de modo a que possam dar início a um emparelhamento homossexual e educar as suas crianças com um novo parceiro homossexual, ao mesmo tempo que colocam de lado o parente biológico. Normalmente, as crianças querem que os pais parem de discutir, que coloquem de lado as suas diferenças, e que fiquem juntos - mesmo que um deles seja homossexual.

No meu caso familiar, a minha mãe era divorciada e, dadas as nossas circunstâncias, ela tomou a melhor decisão. Se por acaso ela tivesse premeditado criar uma família paternal homossexual [sic], eu provavelmente não me sentiria em paz com a sua memória visto que saberia que a minha falta por uma figura paternal forte durante a minha infância não era o resultado dum acidente na história da vida, mas sim do seu descuidado desejo de querer tudo. Sou abençoado por não ter que batalhar com tal pensamento traumático em relação à minha mãe. Amo-a porque eu sei que ela fez o possível para me dar uma boa vida.

Mesmo assim, aquilo que era o melhor, segundo as nossas circunstâncias, nada mais era que um estado de deprivação que é inconsciente forçar a uma criança inocente, se não for absolutamente necessário. O Juiz Kennedy aludiu à visão de crianças a serem adoptadas por duplas homossexuais como se os nossos desejos e as nossas preocupações fossem os mesmos e as mesmas das decisões tomadas pelos nossos pais [sic]. A realidade é mais complicada que isso.

Colocando de lado todas as analogias históricas com os movimentos civis e as platitudes sentimentais em torno do amor, o facto é que a paternidade homossexual [sic] sofre de problemas insuperáveis pelos quais as crianças pagam o preço por toda a sua vida.

Quer seja através das mães-de-aluguer, inseminação, divórcio ou adopção comercializada, os problemas morais abundam dentro das duplas homossexuais que insistem em replicar o modelo heterossexual da paternidade. As crianças lançadas para o interior destas dificuldades morais estão bem cientes do papel dos pais [sic] na criação da sua vida stressante e complicada, o que os deixa de lado de tradições tais como o Dia do Pai e o Dia da Mãe, e os coloca numa posição pouco invenjável de serem chamados de "homofóbicos" se eles simplesmente sofrem o stress natural criado pelos "pais" - e o admitem publicamente.

O casamento [sic] homossexual não seria problemático para mim se isso fosse apenas uma forma de duas pessoas estarem juntas. Como bissexual, eu entendo isso. Infelizmente, o movimento lgbt decidiu que a sua validação aos olhos dos outros depende duma redefinição do "casamento" de modo a incluir as parcerias homossexuais.

E eis-nos aqui, presos numa onda que encoraja vidas problemáticas para as crianças como forma de afirmar as duplas homossexuais, tal como o movimento [homossexual] exige. É por isso que eu sou a favor das uniões civis mas contra a redefinição do casamento. Mas a minha opinião não conta - eu não sou um juiz, nem médico, nem comentador televisivo, mas apenas e só uma criança que teve que limpar o lixo deixado para trás pela revolução sexual.


* * * * * * *

A tragédia do movimento homossexual é mesmo o seu foco ideológica na destruição da familiar. Quem sofre com isso são as crianças mas os activistas lgbt não levam isso em conta.

As palavras de Robert Lopez voltam a demonstrar o porquê de ser importante fazer uma distinção entre o movimento lgbt (que é um movimento político em nada relacionado  com os desejos dos homossexuais) e o homossexual comum (ou bissexual, no caso de Lopez). O movimento lgbt é um movimento opressor e ditador que não respeita opiniões alheias - mesmo que essas opiniões sejam feitas por pessoas que viveram o estilo de vida que este movimento diz ser "normal" - enquanto que o homossexual é um homem ou mulher com um gosto sexual auto-destrutivo.

A guerra entre o movimento lgbt e os não-simpatizantes com as suas ideias não é entre pessoas que querem ser livres para satisfazer os seus gostos sexuais e outros que querem controlar o que adultos fazem na sua privacidade, mas sim entre um grupo militante que quer destruir uma das estruturas sociais mais importante da civilização Ocidental, e aqueles que sabem que a destruição do casamento (1 homem + 1 mulher), através da sua "redefinição", significa o caos social (que é precisamente o que os financiadores do movimento lgbt desejam que ocorra). 

Uma das evidências de que o movimento lgbt não representa os homossexuais é precisamente a censura que esse movimento faz aos homossexuais que não se alinham com a sua agenda politica esquerdista. Como já afirmaram alguns homossexuais Republicanos Americanos, e como consequência das críticas do activistas lgbt, é mais difícil ser um Republicano homossexual do que o homossexual no armário.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Exército da Salvação ao serviço do gayzismo?

Há poucos dias atrás o Exército da Salvação retirou dois links do seu site dirigidos a organizações que advogam a terapia ex-gay ou Terapia Reparativa,  depois da organização lgbt "Truth Wins Out" ter entrado em contacto com o grupo de caridade e ter falado do seu apoio à práctica que visa ajudar homens e mulheres que se encontrem viciados no homossexualismo a sair desse inferior estilo de vida.

O director-executivo do grupo gayzista "Truth Wins Out" Wayne Besen afirmou:

Agradecemos o Exército da Salvação por ter agido de forma rápida e decisiva em torno dos links para organizações "ex-gays". Este é um passo na direcção certa e de acordo com a sua campanha anti-discriminação. Esperamos que esta acção avance ainda mais o estado das coisas e que isto gere confiança total por parte da comunidade lgbt.

Numa carta enviada à "Truth Wins Out" na Terça-Feira, a directora de comunicação do Exército da Salvação alegou que os links para organizações ex-gay faziam parte duma página arquivada que foi "inadvertidamente" republicada quando a organização relançou o seu site no mês passado. Jennifer Byrd, numa carta publicada na "Truth Wins Out" disse:

Pedimos desculpas pelo nosso descuido e pela confusão que ela pode ter causado. O Exército da Salvação não qualifica a orientação homossexual como um pecado. Fiquem certos que aceitamos indiscriminadamente qualquer pessoa que se dirija a nós.

O links "ofensivos", postados sob a lista de recursos do site que lida com vícios sexuais, incluía a Harvest USA, que é um "ministério dedicado a oferecer esperança no Senhor Jesus aos homens e às mulheres que batalham com o quebrantamento sexual e com o pecado."

O segundo link, Pure Life Ministries, tem 35 "conselheiros Bíblicos e equipa de apoio" a tempo inteiro que, segundo o site, dedicam-se a "trazer esperança, cura e restauração encontrados apenas em Cristo a todos aqueles que foram tocados com a lepra e com o pecado sexual".

Ambas as organizações defendem a práctica da Terapia Reparativa, que tem como propósito ajudar os homossexuais que voluntariamente busquem formas de abandonar o seu homossexualismo.

Sem surpresa alguma, a organização gayzista "Truth Wins Out" não pode aceitar que existam organizações a ajudar os homossexuais, e como tal, eles dizem:

A "Harvest USA" e a "Pure Life Ministries" são duas organizações destrutivas [sic] dedicadas a demonizar as pessoas lgbt. O Exercito da Salvação fez o correcto ao remover estes grupos "ex-gays" do seu site antes que ele pudessem prejudicar mais vítimas inocentes.

A declaração da passada Terça-Feira por parte do Exército da Salvação indica o seu abandono total das raízes Bíblicas e a acomodação ao status quo sexual da era actual. Será interessante saber se quando a pedofilia for normalizada (e já esteve mais longe de ser normalizada) o suposto Exército da "Salvação" também se irá acomodar.

Uma coisa que os Cristãos podem fazer imediatamente é alertar os líderes religiosos das suas congregações para pararem de dar qualquer apoio financeiro a uma organização que se diz "Cristã" mas que chama a Deus de Mentiroso ao afirmar que o homossexualismo não é um pecado.

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros,
nem os efeminados, nem os sodomitas,
nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados,
nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10

(Com informação deste site.)

sábado, 30 de novembro de 2013

Como as duplas lésbicas prejudicam o desenvolvimento das crianças


Embora no passado tenha sido conhecimento comum o facto das crianças terem melhores hipóteses de vencer na vida se fossem criados num ambiente estável e com ambos os pais biológicos, um certo número de escritores populares e revistas têm afirmando que as duplas homossexuais são igualmente boas a educar crianças, e no caso das lésbicas, até melhores que os casais. Um estudo recente proveniente do Canadá lança sérias dúvidas a estas alegações.

Segundo Mark Regnerus (professor na University of Texas Austin), de todas organizações domésticas estudadas, as crianças das duplas lésbicas têm os piores resultados:
Embora no US Census as casas de duplas homossexuais tenham quer ser adivinhadas com base no género [sic] e no número reportado de chefes da família, foi perguntado aos jovens adultos do censo Canadiano, “És a criança duma dupla homossexual masculina, feminina ou de um dupla homossexual a viver sob a 'lei comum'?" 
Embora o autor do estudo e economista  Douglas Allen tenha notado que muitas das crianças do Canadá a viver com um parente gay ou homossexual vive, na verdade, com uma mãe solteira - um achado que está de acordo com o que foi detectado em 2012 no New Family Structures Study - ele foi capaz de isolar e analisar centenas de crianças que viviam com uma dupla gay ou lésbica (quer seja casados [sic] ou numa relação "lei comum" semelhante a coabitação).
Portanto, o estudo é capaz de comparar - lado a lado - os jovens adultos provenientes de casas lideradas por duplas homossexuais, os jovens adultos criados por um casal e os jovens criados por qualquer outro tipo de organização doméstica..
Três dados-chave ressaltaram imediatamente a Allen:
- crianças provenientes de famílias com um pai e uma mãe têm uma taxa de licenciamento elevada, quando comparadas com as outras; 
- crianças de famílias lésbicas [sic] têm uma taxa de licenciamento muito baixa, quando comparadas com as outras crianças; 
- e os outros 4 tipos [lei comum, gays (dois homens),  mãe solteira, pai solteiro] são semelhantes umas as outras, encontrando-se entre as crianças de casais (1 pai e uma mãe) e crianças educadas por lésbicas.
Empregando modelos regressivos e uma série de variáveis de controle, Allen concluiu que uma performance substancialmente abaixo do padrão não pode ser atribuída a uma menor frequência escolar ou a uma educação mais modesta dos gays ou das lésbicas. 
Na verdade, os pais [sic] do mesmo sexo eram caracterizados por terem um nível de educação superior e as suas [sic] crianças eram mais susceptíveis de estarem alistados na escola que as crianças dos casais. No entanto, as suas [sic] crianças são notavelmente mais susceptíveis de se atrasarem na finalização dos seus estudos.
O mesmo se passa com os jovens adultos de duplas sob a "lei comum", tal como de mães solteiras, pais solteiros, ressalvando o quão pouco - quando se depende de amostras  de dimensões consideráveis e de qualidade elevada - os dados se alteraram nas últimas décadas. 
As casas onde se encontram o pai biológico e a mãe biológica continuam a ser o padrão dourado para o progresso escolar das crianças. 
O que é surpreendente nos dados Canadianos é a revelação de que as crianças de duplas lésbicas têm resultados piores que as crianças de mães ou pais solteiros.
O facto das crianças educadas por duplas lésbicas obterem resultados piores que as crianças educadas por mães solteiras tem implicações sóbrias. Isto sem dúvida que levanta questões éticas em torno das doações de esperma (gostarias que os teus filhos fossem educados num ambiente lésbico?), mas também demonstra o quão descuidadas as nossas elites culturais têm sido ao perturbarem o modelo familiar com provas dadas. 

Parece que o bem estar das crianças não tem qualquer tipo de importância quando se tenta estabelecer um ponto em torno da"igualdade", por mais prejudicial que ela seja. (...)

* * * * * * *
O autor do texto está errado ao afirmar que a elite cultural tem sido "descuidada" ao perturbar a família natural, visto que a perturbação da família - e a sua consequente destruição - é o propósito dessa mesma elite cultural. Não se pode qualificar de "descuido" aquilo que tem sido o seu plano desde o início.




quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A máfia homossexual dentro da Igreja Católica


Por John-Henry Westen

Durante as últimas semanas um artigo recente feito por um padre doutorado tem circulado o globo e dado mais proeminência às recentes revelações resultantes dum inquérito interno no Vaticano em relação à "máfia gay". Standing with the Pope against homoheresy, ["Do Lado do Papa Contra a Homoheresia"] foi escrito no final de 2012 pelo Padre Dariusz Oko, Ph.D., um padre da arquidiocese de Cracóvia e Professor-Assistente na "John Paul II Pontifical University" também em Cracóvia.

O Pe. Oko nota que a sua descoberta "duma enorme clandestinidade homossexual dentro da Igreja" veio como resultado do seu trabalho na crítica filosófica da propaganda e da ideologia homossexual - um estudo que vários bispos e cardinais o encorajaram a levar a cabo. O Pe. Oko afirma:

Dei início ao meu trabalho olhando para ele como uma luta contra um inimigo externo e mortal do Cristianismo, mas depois descobri que o inimigo não se encontra só fora da Igreja, mas dentro dela também.

Na sua dissertação, o professor de filosofia revela os seus encontros com um grupo de homossexuais dentro da Igreja Católica Romana que bloqueava que justiça fosse feita às pessoas que haviam sido abusadas pelos homossexuais que se encontram dentro da Igreja - neste caso, um bispo homossexual.

Fiquei a saber do Bispo [Juliusz] Paetz [Arcebispo Emérito de Poznań] acidentalmente, a partir dum seminarista emocionado e cheio de terror que me disse ter sido abusado pelo seu próprio ordinário. Ele estava à beira de perder a fé, bem como a integridade mental e espiritual. As nossas intervenções junto dos vários níveis da hierarquia da Igreja foram, no entanto, infrutíferas: depara-mo-nos com uma muralha que não poderia ser atravessada (mesmo em casos auto-evidentes como aquele).

O que finalmente fez com que a muralha fosse atravessada, afirma o Pe Oko, foi "a tremenda emoção nos média e a intervenção do próprio Papa. Antes disso, tudo foi bloqueado nos vários níveis inferiores da hierarquia local ou da hierarquia do Vaticano."  Descrevendo a formação dos grupos exclusivos homossexuais, o Pe. Oko diz:

Eles sabem muito bem, no entanto, que podem ser expostos e humilhados, e como tal, protegem-se uns aos outros disponibilizando apoio mútuo. Eles constroem relações informais que se assemelham a grupos exclusivos ou até a máfia  e, particularmente, buscam formas de assegurar aquelas posições que oferecem poder e dinheiro.

Quando eles chegam a posições onde são tomadas decisões, eles tentam promover e avançar maioritariamente aqueles cuja natureza é igual a deles, ou pelo menos aqueles que são reconhecidos como fracos para lhes levantar oposição. Desta forma, posições-chave da Igreja podem estar nas mãos de pessoas que sofreram feridas internas profundas.

Eles podem obter uma posição dominadora em muitas áreas da hierarquia da igreja, tornando-se numa "elite do quarto dos fundos" que tem, na realidade, um poder tremendo para decidir quais as nomeações importantes, e decidir toda a vida da Igreja. De facto, eles podem até ser demasiado poderosos para serem derrotados por bispos honestos e bem-intencionados.

O Pe. Oko identifica também "o medo e confusão do clero, particularmente em certas dioceses e congregações, quando se deparam" com o tópico do homossexualismo.

Eles recolhem-se para o seu silêncio, incapazes de articular declarações básicas dos ensinamentos da Igreja em torno do assunto. Do que é que eles têm medo? De onde vem esse medo que se encontra entre homens maduros e adultos? Eles devem estar com receio de algum lobby influente e poderoso, em cujo desfavorecimento eles podem cair.

O Papa Bento sabe e ele lutou bravamente.

O Pe. Oko alega que o Papa Bento XVI está bem ciente desta subcultura dentro da Igreja e já se lamentou publicamente desta "imundice" e do estrago que ela causou. O Papa "fez da limpeza da Igreja dos abusos homossexuais e da prevenção da sua recorrência futura uma das prioridades do seu pontificado," afirma o Pe. Oko.

Ele removeu das suas posições, e de modo veemente, clérigos comprometidos. Nos primeiros meses após a sua eleição, ainda em 2005, ele deu instrucções para proibir de modo firme a ordenação de homossexuais não-tratados. A instrucção foi precedida duma carta enviada pela Santa Sé aos bispos de todo o mundo, ordenando que os padres com tendências homossexuais sejam imediatamente removidos de qualquer função educacional nos seminários.

Mais tarde, em 2008, o Papa emitiu uma directiva proibindo até os homossexuais não-practicantes de se tornarem seminaristas.

Demonstrando de forma clara a grave preocupação de Bento XVI, o Pe. Oko cita o seu livro "Luz do Mundo", onde o Santo Padre diz:

A maior atenção é necessária aqui de modo a prevenir a intrusão deste tipo de ambiguidade e impedir uma situação onde o celibato dos padres passasse practicamente a ser identificado com uma tendência para o homossexualismo.

O artigo do Pe. Oko é extraordinário porque ele não só é descritivo mas também prescritivo, disponibilizando as ferramentas necessárias para combater nesta guerra e limpar a "imundice".

Num apelo dirigido aos seus colegas do clero e aos Católicos fiéis, o Pe. Oko relembra o heroísmo do Papa no seu combate ao homolobby, mas diz que "Ele nada pode fazer sozinho." O Papa "precisa de cada um de nós. Ele precisa de apoio e da pregação saudável em todas as igrejas locais. Isto é um assunto que gira em torno da fidelidade da consciência de cada um: defender a veracidade da salvação, por mais que ela nos custe."

O Pe. Oko diz ainda que defender a verdade da fé neste assunto é um tópico existencial para os Católicos Romanos:

Se dermos permissão aos homolobistas para agir de modo livre, no espaço de alguns anos eles podem destruir congregações inteiras e também dioceses. A situação é mais ou menos como o início da Reforma, quando países inteiros e nações abandonaram a Igreja.

O Pe. Oko explica como identificar os culpados e como tomar parte da batalha.

Citando outro padre experiente, o Pe. Oko afirma:

Os padres que são homossexuais activos são mestres da camuflagem. A verdadeira ameaça para a Igreja são os padres homossexuais cínicos que tiram algum tipo de vantagem das suas funções, algumas vezes de formas bem devassas.

O homolobby é o centro de toda oposição interna ao Papa. Os membros desse lobby dentro da Igreja são relativamente pequenos em número, mas eles não só controlam posições-chaves (que eles estão ansiosos por obter), mas criam uma rede de relacionamentos bem próxima e dão apoio uns aos outros, o que os torna perigosos.

Em termos de acção, o Pe. Oko sugere:

A máfia homossexual dentro da Igreja tem que ser lidada duma forma bem profissional. Temos que agir como um acusador legal ou um oficial numa batalha; é importante que encontremos uma grupo enorme de pessoas de boa vontade prontas para nos proteger e dar o seu apoio ao que fazemos. Este grupo deve incluir clérigos - quanto mais elevados eles estiverem na hierarquia, melhor - peritos nos vários campos, especialistas em registos e arquivos, advogados, policias, jornalistas e o maior número possível de crentes.

É sempre bom trocar informação, documentos e evidências. A rede mundial de homolobistas e homomafiosos tem que ser resistida com uma rede de pessoas honestas. A internet é uma ferramenta excelente, que torna possível criar uma comunidade global de pessoas preocupadas com o destino da Igreja. Quanto mais nós soubermos, mais nós podemos fazer. Temos que nos lembrar que em assuntos como este, nós somos como "ovelhas ao meio de lobos" e como tal nós temos que ser "prudentes como as serpentes e símplices como as pombas". (Mateus 10:16)

Temos que ter a coragem de enfrentar os malfeitores, tal como o Senhor Jesus teve a coragem de enfrentar os Fariseus do Seu tempo. Não podemos construir as nossas vidas sobre ilusões doces visto que "a verdade nos libertará" (João 8:32) e é por isto que "Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação". (2 Tim 1:7)

Todas as intervenções devem ser feitas com o máximo de respeito e amor por todas as pessoas, incluindo o abusador.

O Pe. Oko conclui lembrando que, levando em conta que os devemos "reconhecer pelos seus frutos" (Mateus 7:16) - e também os eventos publicados no último quarto de século, a reacção da Santa Sé, e os documentos por ela emitida - temos que admitir de modo claro e explícito: existe um forte sub-mundo homossexual dentro da Igreja.

LifeSite News

* * * * * * *

A esmagadora maioria dos casos de pedofilia dentro das igrejas pode ser directamente conectada com o comportamento homossexual, e com homossexuais que usam da sua posição para abusar sexualmente rapazes e adolescentes Católicos. No entanto, apesar deste facto óbvio, o lobby anti-Cristão do Ocidente resolve centrar-se no Catolicismo - que condena o homossexualismo - deixando de lado o comportamento homossexual - que está muito mais associado à pedofilia

Com este texto do site LifeSite News, ficamos a saber que existe um gigantesco e poderoso homolobby dentro da Igreja Católica, e que aderentes desse comportamento sexual encontram-se hoje em lugares de autoridade, poder e influência, prontos a perturbar a Igreja Católica a partir do seu interior, e proteger os homossexuais que abusam de crianças Católicas.

domingo, 24 de novembro de 2013

As mentiras em torno do assassinato de Matthew Shepard

Por Andrea Peyser

Stephen Jimenez não se tinha determinado a ser o mais perigoso jornalista da Terra. Melhor ainda, o mais perigoso jornalista homossexual da Terra. Mas Jimenez desenterrou uma história que poucas pessoas querem ouvir visto que coloca em causa a vida e a morte dum dos maiores ícones da nossa era: Matthew Shepard, estudante universitário, 21 anos, assassinado por ser homossexual.

Ou não?

O livro de Jimenez com o nome de “The Book of Matt: Hidden Truths About the Murder of Matthew Shepard,” desafia todos os mitos culturais em redor da curta vida de Shepard e a sua morte indescritível. Depois de 13 anos de  pesquisas, incluindo entrevistas com mais de 100 fontes - incluindo os assassinos de Shepard - Jimenez faz a sugestão radioactiva: o assassinato macabro, que ocorreu há 15 anos atrás, não foi um crime de ódio.

A morte trágica e prematura de Shepard pode não ter sido motivada pela sua orientação sexual [sic] mas pelas drogas uma vez que Shepard tinha já concordado em trocar anfetaminas por sexo - e isso matou-o.

Porquê levantar isto agora? A resposta de Jimenez surpreendeu-me:

Como homossexual, senti que era moralmente certo fazer isto.

Aaron McKinney e Russell Henderson, a cumprir prisão perpétua por assassínio, não eram homofóbicos, escreve Jimenez. Shepard foi atraído para fora dum bar e levado para a periferia de Laramie, Wyo., onde ele foi assaltado. McKinney espancou de modo selvagem Shepard com uma pistola. Por fim, os homens penduraram Matthew, descalço, com frio e quase morto, numa cerca e numa pose com a aparência duma crucificação. Ele morreu seis dias mais tarde.

Mas McKinney não era um desconhecido. Sem anfetaminas há mais de uma semana antes do assassinato, escreve Jimenez, McKinney muito provavelmente foi o amante homossexual ou bissexual de Shepard. 

Jimenez afirma:

Entender quem Matthew realmente era, alterar a percepção que temos dele como um ícone, não vai danificar os direitos dos homossexuais. Eu não acredito nisso. Acho que não temos nada a perder em dizer a verdade..

Activistas, jornalistas, políticos e realizadores que, mesmo tendo as melhores intenções, basearam as suas carreiras no assassinato de Shepard, estão furiosos. Mas Jimenez insiste que ele está disposto a trocar a imagem irrepreensível de Shepard por uma discussão séria sobre as drogas. As anfetaminas, disse ele, assombram os ambientes homossexuais, trazendo consigo uma praga de ultra-violência, novas infecções do HIV - e ataques verbais aos gays.

Se este livro salvar uma só vida, então terá valido a pena.

Jimenez, de 60 anos e nativo de Brooklyn, viu como o seu trabalho foi atacado por organizações tais como "Gay and Lesbian Alliance Against Defamation" (GLAAD) e também pela Fundação Matthew Shepard, que desenvolveu esforços para a aprovação da lei federal contra os crimes de ódio que foi aprovada em 2009, e que recebeu o nome de Shepard e de James Byrd Jr., um negro que foi amarrado a uma carrinha e arrastado pelo chão até à morte em 1998.

O "New York Times Magazine" comissionou, mas depois cancelou, um artigo de Jimenez em 2004. (O editor alega que "não era bom".) Mas o programa "20/20" da ABC emitiu uma história que Jimenez produziu, que venceu dois prémios importantes conferidos a programas de televisão.  No entanto, o blogue Hatewatch (da Southern Poverty Law Center) acusou recentemente Jimenez de servir de cão amestrado para "especialistas, apresentadores de rádio e blogueiros de direita."

Em Washington, DC, activistas homossexuais infestaram as livrarias como forma de cancelar o aparecimento de Jimenez. Lá se vai a liberdade de expressão.

É ofensivo," diz Jimenez. 

Eu acho ofensivo que um jornalista homossexual seja tratado duma maneira diferente da forma como seria tratado um jornalista heterossexual. Mas todas as palavras de Jimenez foram vetadas pelos protectores da Matthew Inc. como forma de determinar a sua agenda. Será que ele é um traidor à causa?

Jimenez não é o inimigo, mas sim um homem que revelou uma verdade desconfortável tal como ele a viu.

Ele tem que se orgulhar do que fez.

New York Post

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