quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pela liberdade, resistir ao lobby LGBT

Por André Azevedo Alves

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas.

Nos dias que correm, defender a liberdade implica, cada vez mais, resistir à ofensiva do poderoso lobby LGBT. Para que não haja confusões, importa começar por explicar que denunciar a ameaça do lobby LGBT não equivale, naturalmente, a ter qualquer hostilidade para com as pessoas em função da sua orientação sexual. Não se trata sequer necessariamente de denunciar quem defende posições ditas “progressistas” nestas matérias. Há, felizmente, muitos exemplos de pessoas que defendem essas posições e com as quais é possível ter debates produtivos e mutuamente enriquecedores.

O que está aqui em causa é denunciar uma minoria activista de pendor claramente totalitário que visa usar o poder do Estado para moldar a sociedade na exacta medida dos seus planos de engenharia social pervertida. O perigo dessa minoria é directamente proporcional à sua ampla influência nas estruturas políticas (em especial nas transnacionais), na comunicação social e nos sistemas de ensino e investigação: veja-se, por exemplo, o império dos chamados “estudos de género” e a orientação dominante – para não dizer hegemónica – desse tipo de estudos.

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas. Um bom exemplo desse ódio foram as reacções contra declarações do insuspeito Ricardo Araújo Pereira, em que este se terá queixado da crescente opressão do politicamente correcto nestes domínios.

Um exemplo irónico porque RAP tem sido desde há anos um instrumento útil nas campanhas do lobby mas também paradigmático porque, como a história política dos movimentos radicais amplamente demonstra, chega sempre o momento em que a Revolução decapita os seus filhos pródigos.

No contexto das reacções, este artigo de Isabel Moreira merece destaque por ter a virtude de dissociar explicitamente a esquerda (ou pelo menos a esquerda na qual Isabel Moreira e outros activistas similares se inserem) da defesa da liberdade, colocando-se euforicamente no campo anti-liberal. Como explicou Maria João Marques:

A defesa da liberdade não é de esquerda. De esquerda é a igualização (à força, se preciso) dos indivíduos. E são Isabel Moreira e seus amigos (os deuses nos livrem e guardem) que sabem aquilo em que devemos usar a nossa autocontida liberdade. Não é de esquerda a defesa da liberdade de expressão, tal como não é de esquerda a defesa da liberdade de cada um de nós dar o destino que bem entende ao dinheiro que ganha com a sua profissão. Também conhecida como liberdade de não sermos continuamente e crescentemente abalroados na conta bancária por via fiscal.”

É a esta ofensiva anti-liberal que urge resistir, organizando meios de resistência que devem unir todos quantos defendem a liberdade contra o ódio e a intolerância do radicalismo do lobby LGBT. A recente criação em Espanha da Plataforma por las Libertades é um bom exemplo mas está quase tudo por fazer neste domínio, ainda para mais considerando a magnitude dos poderes e interesses que é preciso enfrentar.

Chegados a este ponto, importa recordar uma passagem da importante palestra dada pelo liberal Hayek na conservadora Heritage Foundation no início dos anos 1980, intitulada “Our Moral Heritage” (pedindo desde já desculpa por não arriscar uma tradução rápida do eloquente original):

"If you look at the present world, you will find that, with the exception of communism, all the worldwide religions (whether the monotheistic creeds of the West, or the exotic religions of the East) support the two principles of private property and the family. Even though thousands of religious founders have reacted against this and have advocated religious beliefs opposed to these two institutions, their religions have not lasted very long. ‘Not very long’, in this sense, means not more than roughly a hundred years. I think that we are presently watching one such experiment already in the state of decline before its hundred years are over. Communism is, of course, one of these religions, which are anti-property, and anti-religion, which had its time, and which is now declining rapidly. We are watching one instance where the process of the natural selection of religious beliefs disposes of yet another mistaken one, and restores the basic beliefs in property and the family.”

Embora o comunismo – pelo menos na sua versão “científica” clássica – se encontre hoje quase completamente desacreditado, o testemunho da guerra contra a família passou nos nossos dias para o lobby LGBT e para os defensores da agenda radical “do género”. Tal como aconteceu múltiplas vezes no passado, importa que todos quantos valorizam a preservação e continuidade da civilização europeia e ocidental e da sua ampla matriz de liberdades se posicionem solidamente do lado certo.

Votos de um Santo Natal para todos os leitores.

Professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Fonte: Observador http://bit.ly/2htHKPz

sábado, 1 de outubro de 2016

Pesquisadora lésbica afirma que ninguém nasce homossexual

Pe. Mark Hodges

Pesquisadora renomeada que trabalhou com a American Psychological Association (APA), e activista lésbica, reconheceu que os homossexuais não "nasceram assim". A Dra. Lisa Diamond, co-editora-chefe do "APA Handbook of Sexuality and Psychology" e uma das "mais respeitadas associadas" da APA, afirmou que a orientação sexual é "fluída" e não imutável.

Como psicóloga clínica, a Dra. Laura A. Haynes resumiu os capítulos de Diamond no "APA Handbook", no seu livro e nas palestras do YouTube, afirmando, "A batalha para refutar a crença 'Nascidos assim e não dá para mudar' terminou, e (Diamond) está a dizer aos activistas LGBT para pararem de promover o mito."

Ao contrário do argumento típico de que os homossexuais "nascem homossexuais", e "é assim que eles são", e que não conseguem mudar, a APA reconheceu oficialmente (em 2011) que a orientação sexual pode mudar. Diamond resumiu achados importantes na sua palestra na "Cornell University" (2013),  declarando que pesquisas abundantes têm agora confirmado que a orientação sexual - incluindo a atracção, o comportamento e a auto-identidade - são fluídas tanto para os adolescentes como para os adultos de ambos os sexos.

Estas novas alegações chocam de frente com as leis recentes, promovidas pelos activistas homossexuais e aprovadas por vários estados, banindo a "terapia reparativa", que visa ajudar os pacientes que sofrem de atracção homossexual indesejada.

A justificação usada para as leis banindo a "terapia reparativa" é que todas as pessoas que sentem atracção homossexual não só são homossexuais nascidas homossexuais, mas também que isso é um facto imutável, e a a "terapia reparativa" (dizem eles) não só é infrutífera como é também cruel. O argumento é mais ou menos assim: "Tu não consegues mudar quem tu és".

Para além disso, muitos activistas homossexuais qualificam a sua orientação sexual de "o assunto actual mais importante em relação aos direitos civis", análogo à raça.  No entanto, a APA e Diamond refutam este argumento.

O Padre Johannes Jacobse, fundador do "The American Orthodox Institute", qualificou o "correcção de curso" de Diamond de "reversão surpreendente" em relação às frequentemente repetidas justificações dos homoeróticos:

O desejo sexual é fluido, o desejo homossexual não está "fixo"; o slogan "nasci assim e não posso mudar" é um mito; os sentimentos não superam a vontade (o comportamento é uma escolha, e as pessoas não precisam de agir segundo todos os sentimentos - especialmente no que toca aos sentimentos sexuais); o argumento "nasci assim" é um argumento político e não científico; a orientação sexual encontra-se sujeita à mudança, tal como outros sentimentos.

A ideia de que o que a pessoa sente é o que ela é - o que Deus lhe criou para ser - é falsa. Se a pessoa sente desejos homossexuais, isso não significa que Deus lhe tenha criado homossexual. Se pessoa decide enveredar pelo comportamento homossexual, essa é uma decisão tomada livremente, mesmo que o desejo não o seja. Se a pessoa sente o desejo homossexual mas deseja mudar para uma heterossexualidade mas normativa, existem evidências abundantes que revelam que tal mudança é de facto possível.


O comentador Hieromonk Mark salientou que esta revelação "tem implicações profundas nas acções políticas dos anos recentes, basicamente invalidando quaisquer apelos feitos à ciência para justificar a legislação recente em áreas relacionadas com a sexualidade, tais como o reconhecimento do "casamento" homossexual, a imposição de acesso aos lavabos com base nos "sentimentos" ou na "auto-identificação" dos indivíduos em torno do seu sexo, e a restrição de liberdade de escolha em torno das opções terapêuticas, especialmente em relação aos menores, nas áreas da atracção sexual indesejada, confusão sexual ou disforia."

O Padre Jacobse disse à LifeSiteNews que a admissão de Diamond e da APA "assola as bases dos activistas homossexuais que alegam que o homossexualismo está embutido na pessoa, da mesma forma que a heterossexualidade o está. O 'nascido assim' já não vai voltar a funcionar"

Em vez disso, a APA descobriu que o desejo sexual é fluído, pode mudar, e frequentemente é isso que acontece. Dito isto, pode-se dizer então que o desejo sexual está fundamentado em algo mais que a genética, e que as questões em torno do que são as divisórias válidas e necessárias no que toca à sexualidade humana - as áreas da lei natural, moralidade, e religião - são muito importantes em moldar as nossas ideias em torno do florescimento pessoal e social.
 
O Padre Jacobse disse que as implicações da pesquisa de Diamond significa que os terapeutas podem ajudar aqueles que se querem ver livres de atracção homossexual não-desejada.

Têm que ser dadas mais considerações às pessoas que podem estar a sentir desejo homossexual indesejado. Antigamente, os conselheiros eram desaconselhados a ajudar os clientes nas suas tentativas de mudar duma orientação homossexual rumo à heterossexualidade natural sob a rubrica da ideologia "nascido assim". Até os estados foram envolvidos ao banirem a "terapia reparativa" (entre outras abordagens) em resposta ao activismo homossexual.

A realidade dos factos é que as pessoas mudam o tempo todo, e os conselheiros que têm uma pré-disposição ideológica em favor do homossexualismo deveriam ser excluídos do aconselhamento a clientes que não têm essa pré-disposição, em vez de dissuadirem o cliente de que mudar é algo de anti-natural.

~ http://bit.ly/2dcF5V

domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

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Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lésbicas acusadas de espancar um rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.

domingo, 31 de janeiro de 2016

A origem diabólica do homossexualismo e a "voz interior do inferno"

Por Joseph Sciambra

Tal como a própria natureza humana resiste de forma profunda estes males, e falta da distinção sexual é uma aberração, é mais claro que a luz que eles nunca se teriam atrevido a ter qualquer envolvimento em tais perversões a menos que espíritos malignos os tivessem possuído como "os vasos da ira, preparados para a perdição."

Mas quando eles os começam a possuir, eles derramam o veneno infernal da sua malícia por dentro do corpo que eles estão a possuir, de forma que eles podem agora desejar avidamente não aquelas coisas que são o movimento natural que o corpo exige, mas aquilo que só o diabólico fornece.

Porque quando o homem se empurra sobre outro homem para cometer actos impuros, isso não vem dum impulso natural, mas é apenas o estímulo do impulso diabólico. 


Líder espiritual lgbt Bob Barzan escreveu:

As pessoas homossexuais que saem do armário descobrem o bem fundamental da sexualidade e do amor seguindo a sua voz interior. [ênfase de Barzan]

O padre homossexual não-assumido Henry Nouwen escreveu um livro inteiro em torno da "voz interior". No livro “The Inner Voice of Love,” no capítulo com o título de “Trust the Inner Voice,” Nouwen recomendou:

Tens que confiar na voz interior que te mostra o caminho. Tu conheces a voz interior. Tu voltas-te a ela com frequência. [ênfase de Nouwen]

No entanto, embora não existam evidências de que Nouwen chegou a violar o seu celibato, ele estava claramente em conflicto em relação a este assunto:

Os meus pensamentos e as minhas emoções em relação a este assunto estão em conflicto. Anos de educação Católica e formação no seminário levaram a que eu internalizasse a posição da Igreja Católica. Mesmo assim, o meu desenvolvimento emocional e as minhas amizades com pessoas homossexuais, bem como a mais recente literatura em torno do assunto, levantaram questões em mim. Há uma diferença enorme entre a minha homofobia internalizada e a minha convicção crescente de que a homossexualidade não é uma maldição mas sim uma bênção para a nossa sociedade.

Independentemente dos seus méritos, ou da importância dos seus muitos livros, Nouwen e várias das suas obras são tidas pela comunidade homossexual Cristã [sic] como um tipo de mapa generalizado para a felicidade, com um ênfase específico na "voz interior". Mas o que o foco na "voz interior" faz dentro do contexto homossexual moderno é acentuar a experiência já-de-si totalmente personalizada e egoísta do que a espiritualidade e a religião são - ou podem não ser.

Esta atitude flutuante e totalmente relativista é parte integral das discussões infindáveis e do "diálogo" que ocorre em muitas redes homossexuais Cristãs [sic], e por vezes dentro da Igreja Católica. (Ver: “Living the Truth in Love” author to speak at pro-gay conferencehttp://bit.ly/1KjcYOq)

Só que, um ênfase num tipo de revelação pessoal pode ser especialmente perigoso nesta população, visto que, na maior parte das vezes, estamos a lidar com um grupo de pessoas que, segundo a sua própria propaganda, sofreram com a homofobia intensa da sociedade e da cultura, e que, segundo a homossexual Católica [sic] Eve Tushnet, também foram ".....profundamente magoados pela forma como as igrejas lidam com a homossexualidade." Na verdade, a maior parte do abuso que ocorreu dentro da comunidade "gay", ocorre com o rapaz ou com a rapariga pré-homossexual nas suas casas, e normalmente como resultado de negligência emocional e/ou abuso físico ou sexual.

(Ver:

1) Scientific Studies Prove That Homosexuality is Trauma Based http://bit.ly/1lhRLxA
2) Homosexuality as the universal untreated mental illness http://bit.ly/1PXngKn
3) Why some parents would rather embrace “gay” than face the truth http://bit.ly/1OwVXC5 )

Isto coloca em acção uma situação onde aqueles que foram psicologicamente e emocionalmente abandonados e torturados tornam-se ainda mais insulares, mesmo enquanto crianças, associando-se a subculturas perversas; isto causa coisas como a recente história dum rapaz de 8 anos que ficou tão obcecado pelo tatuado maquilhador drag  Jeffree Star que a sua própria mãe permitiu que ele recebesse instrução sobre a nobre arte de pintar sombras nos olhos e aplicação do bâton por parte dum homem homossexual.

Também se pode ver isto na obsessão dos homens homossexuais (normalmente acompanhada por um conhecimento volumoso de factos de bisbilhotice) pela falsa beleza de entretenimento: desde Rex Reed a Perez Hilton. Num fenómeno mais amplo, e mais sombrio, este movimento transregressivo pode ser visto de forma clara nos exemplos de transgenerismo adolescente que frequentemente inclui terapia pré-operação sexual.

De onde vem isto tudo?

Por vezes, e devido à atracção sexual, aqueles que por vezes experimentam estes sentimentos não desejados, e devido ao facto da sua vida familiar estar num caos perpétuo, a criança em particular irá criar um mundo de fantasia interior para ela mesma. Na era da internet, isto inclui sempre a pornografia. Dentro do mundo da pornografia, as crianças são submergidas numa dimensão quase-ritualista de submissão sexual e dominação.

Mesmo assim, por vezes isto existe, ao mesmo tempo, como um universo dualista excitante e assustador, e, também como algo a ser visto como algo acolhedor e confortante. Para o rapaz pré-homossexual, o mundo de sonho homossexual que existe dentro da sua fantasia torna-se num lugar onde homens incrivelmente masculinos e confiantes te querem amar, tal como os “The Village People” cantaram em YMCA:

“Young man, are you listening to me?
I said, young man, what do you want to be?
I said, young man, you can make real your dreams.
But you got to know this one thing!”

Isto foi feito mais uma vez nos anos 80 com a música “Smalltown Boy” dos Bronski Beat e outra vez em 2012 com a música “Same Love” dos Macklemore: todas são dirges de iniciação que exigem a auto-aceitação - ou então ficarás miserável para sempre.

A provocante escritora lésbica Camille Paglia, falando das formas extremas da pornografia homossexual, disse que elas ".....tinham a solenidade e as trevas dum ritual pagão.” O famoso historiador “queer” Michael Bronski escreveu o seguinte em relação aos clubes homossexuais
comercializados:


..... como sempre, em algumas dimensões, era uma igreja. Todas as noites, isto era para mim algo surpreendente e sagrado, chegando a ser até santo.

E normalmente, é isto que forma e informa a "voz interior" homossexual.

Como um rapaz solitário e perturbado a viver na década 70, posso confirmar que este processo pode até ocorrer através das aparentemente inócuas páginas da revista "Playboy". Por exemplo, quando se está a ser implacavelmente gozado na escola, quando se está a ter dificuldade para encontrar novos amigos, e quando os teus pais estão demasiado ocupados para notar, um homem bonito (ou uma mulher bonita) a olhar para ti através da superfície lustrosa da página central rapidamente se torna na tua musa, porque eles acenam, seduzem, e prometem. E, de forma real, isto torna-se na tua "voz interior".

Para outros, nascidos um pouco mais tarde que eu, a "voz interior" era algo ainda mais tortuoso. Um dos meus primeiros amigos dentro da comunidade homossexual em Castro [São Francisco] era um jovem saloio excessivamente efeminado do Midwest que viajou para o distrito por necessidade visto que ele era o único homossexual da sua povoação.

Havendo crescido nos anos 80, era normal ele agitar-se pela casa - ao ritmo de música da Madonna - com uma jaqueta amarrada à cintura e a usar as jóias da sua mãe, tentando desesperadamente imitar as saias e o rosário usados pela cantora. Ele disse-me de forma bem clara, e visto que ambos amávamos a Madonna e nunca parávamos de falar nela, que as músicas dela falavam directamente para ele; ela disse ao rapaz para pura e simplesmente "se expressar" [“Express Yourself”].

Tal como vim a aprender, a sua experiência não era incomum.

O que era na altura uma inclinação semi-privada de alguns rapazes confusos tornou-se numa indústria gigantesca através da mercantilização em massa de
decadentes máscaras Halloween de “Katy Perry”, para raparigas.....e para rapazes, através da aceitação de rapazes como "rainhas de baile", e através da punição legal de escolas Católicas que se recusam a aceitar que rapazes tragam os seus namorados para as danças escolares. Levando as coisas até ao seu extremo, o programa de televisão com o nome de “My Strange Addiction” traçou recentemente o perfil dum homem que passou por 19 operações como forma de se parecer mais com a Madonna.

É opinião minha que isto aconteceu porque existe um fenómeno colectivo de possessão demoníaca a ocorrer - especialmente dentro da comunidade homossexual - através da influência dos média, da música, da televisão, e, de maneira mais pervasiva, da internet. A forma através da qual a possessão ocorre é  através da introdução e tomada de poder por parte da "voz interior", ou, de forma mais exacta, a mal-informada, ingénua e corrompida "voz interior".


Embora em pessoas tais como Henry Nouwen, que são pessoas altamente cultas e espiritualmente maduras, a "voz interior" esteja, simultaneamente, totalmente formada e venha dum lugar de genuína santidade, no homossexual comum ninguém pode afirmar o mesmo. Na maior parte das vezes essa "voz interior" deriva desses ícones homossexuais dentro da cultura popular: seguindo uma linha directa desde Madonna através de Britney Spears até chegar a Lady Gaga, Miley Cyrus e Ariana Grande; tudo mulheres que são maiores do que a vida e têm um largo número de seguidores homossexuais masculinos.

Para selar o acordo, as músicas, os vídeos e os concertos destas figuras geralmente têm imagens pseudo-espirituais; os exemplos maiores são “Like a Prayer” de Madonna; “Wild Horses” de Katy Perry; e “Born this Way” de Lady Gaga.

Na maior parte da cultura homossexual, canções tais como estas tornaram-se em assim-chamados "hinos gay", enfeitiçando gerações futuras através do seu aparentemente inocente apelo para o entendimento e para a felicidade. Mas tal como todas as decepções demoníacas, o glamour cobre de forma leve a verdade do que tu estás realmente a adquirir: no caso da homossexualismo masculino, é o desespero, a doença, e por fim, a morte.


Soluções possíveis:

Pelo menos inicialmente, aqueles que estão a sair do homossexualismo têm que aprender a não ouvir de forma tão atenta, ou a não ouvir de todo, a "voz interior" visto que foi essa mesma "voz" que os fez mergulhar no estilo de vida homossexual.

No meu caso, eu fui totalmente abençoado visto que depois de ter sido salvo dessa existência infernal, o Senhor enviou-me um orientador espiritual. Embora eu estivesse excessivamente emotivo, magoado e totalmente seguro da minha auto-suficiência, ele era uma pessoa mais moderada, um homem completo, e continuamente humilde perante Deus; enquanto que eu queria seguir este ou aquele caminho, ele orientava-me quase sempre na direcção contrária; por vezes, eu odiava os seus conselhos porque eu sabia mais; e por vezes eu escutava e por vezes eu não escutava; e quando eu não escutava, as coisas acabavam em desastre.

Mas eu precisava de mais tentações e testes como forma de chegar mais perto da orla da humildade. O meu orientador espiritual não era do tipo de ter conversinhas femininas; nós nunca "dialogamos" ou "discursamos". Quando eu tentava impor a minha vontade, explicando de modo infindável as minhas razões (que na verdade eram tentativas de o convencer e de me convencer), ele cortava-me a meio e afirmava "Não! Isto é o que tu tens que fazer."

De forma quase universal, os homens homossexuais precisam de homens assim: resolutos, de pensamento claro, e confiantes (em Cristo); a minha "voz interior" foi transformada.

E é aqui que Nouwen se torna numa figura trágica porque, rumo ao final da sua vida, a "voz interna" homossexual tornou-se "na voz", e daí a sua declaração: "Anos de educação Católica e formação como seminarista causaram a que eu internalizasse a posição da Igreja Católica", e consequentemente, essa internalização causou "a minha homofobia internalizada."

O mantra da assim chamada homofobia "internalizada" realmente tornou-se na resposta de grupo dos psicólogos modernos e dos apologistas homossexuais para explicar tudo desde as elevadas taxas de doenças mentais ao explosivo número de infecções com o HIV dentro da comunidade homossexual.
(Ver: http://www.josephsciambra.com/2016/01/homosexuality-as-universal-untreated.html)

E é aqui que se encontra a tragédia, nomeadamente, que Nouwen tenha mudado a sua posição, não porque a Igreja mudou, mas sim porque "....o meu desenvolvimento emocional e as minhas amizades com muitas pessoas homossexuais, bem como a literatura mais recente em torno o tópico...." Mais uma vez, este tipo de "discurso" está a influenciar o pensamento Católico e o pensamento Cristão em relação à forma de abordar o homossexualismo com ênfase no "escutar" e no "diálogo".

Mas, inexoravelmente associada à "voz interior" está a consciência, tal como São João Paulo disse:
Alegar que alguém tem o direito de agir de acordo com a consciência, mas sem, ao mesmo tempo, reconhecer o dever de conformar a consciência de acordo com a verdade e de acordo com lei que o Próprio Deus escreveu nos nossos corações, pouco mais significa que a imposição da limitada opinião pessoal 
 - http://goo.gl/Ek9gyU
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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

7 coisas que eu gostaria que soubessem sobre o meu homossexualismo

Por Jean Lloyd

Passaram-se mais de 30 anos desde que a minha atracção homossexual emergiu de dentro da minha visão do mundo como criança de 12 anos. Esta atracção foi espontânea e indesejada, mas foi ao mesmo tempo forte e atraente. Como Cristã, o conflicto entre a minha sexualidade e a minha fé tornar-se-ia no mais intenso e o mais profundo da minha vida.

Hoje, na casa dos 40, passei de estar no armário, para lésbica assumida, para celibatária, para casada heterossexualmente. O facto de ter que qualificar a minha união marital como heterossexual revela o quanto que a paisagem cultural mudou durante todo esse tempo - da mesma forma que a minha também mudou, mas de forma muito diferente. Durante a minha infância, ouvi muitos sermões fogosos em torno do homossexualismo. Actualmente, eu oiço declarações em torno do amor. Eles fazem-me gritar de alegria. Amén! As coisas deveriam ter sido sempre assim.

Mas ao mesmo tempo, no entanto, muitos pastores começaram a acompanhar este amor com afastando-se da moralidade sexual Bíblica qualificando-a de opressiva, pouco razoável, ou pouc caridosa. Consequentemente, amar os homossexuais começa a significar afirmar e encorajar o comportamento homossexual e as relações homossexuais. Embora eu esteja de acordo com este desejo de agir com base no amor, este não é o amor genuíno que pessoas como eu precisam. Amem-me melhor do que isso!

O estudioso da obras de Tomás de Aquino Josef Pieper colocou as coisas desta forma:

O amor não é sinónimo de aprovação indiferenciada de tudo o que a pessoa amada pensa ou faz com a sua vida..... [e nem é] desejar que a pessoa amada se sinta bem em todas as situações, e que essa pessoa seja, em todas as circunstâncias, poupada da dor ou da mágoa. A mera "bondade" que tolera tudo menos o sofrimento [da pessoa amada] de maneira alguma está relacionado com o amor genuíno. . . . Nenhuma pessoa que ama pode olhar com facilidade e observar a pessoa que ama a escolher o conveniente acima do bem.

Amar-me com este tipo de amor não é rápido e nem é fácil, mas o conhecimento e a verdade podem-nos ajudar a lutar contra a crescente onda de capitulação moral. À luz disto, eis aqui 7 coisas que eu gostaria que vocês soubessem sobre o homossexualismo.

1. Gostaria que vocês soubessem que, apesar de eu não ter escolhido esta orientação [sic], não segue que eu tenha "nascido assim" ou que "Deus me tenha feito assim".

Embora a genética tenha influência sobre estas características, não existe uma pré-determinação imutável; ela não se encontra embutida tal como um olho ou a cor da pele. Eu posso olhar para trás na minha vida, e ver onde foi que ela [a preferência sexual] surgiu. Claro que as experiências dos outros podem ser distintas da minha, mas, de forma geral, a etiologia não importa.

A actividade homossexual está fora do design e dos plano perfeito de Deus. Alegar o contrário exige que se ignorem as Escrituras, a autoridade do Cristianismo histórico, e a lei natural. Portanto, eu preciso de ajudar para viver uma vida casta, independentemente da forma como surgiram os meus desejos homossexuais.

2. Gostaria que vocês conhecessem uma forma melhor de honrar o meu corpo vivendo de acordo com o design do Criador.

Eu nasci desta forma: fêmea. Deus criou-me como mulher. Por favor não caiam no dualismo gnóstico que divide a minha vida espiritual da vida que eu vivo actualmente no corpo. Cristo encarnou; o meu corpo agora faz parte do Seu Corpo, o tempo do Espírito Santo. Agir contra o seu design em actividade homossexual prejudica a dignidade do meu corpo.

Para os meus irmãos que têm atracção homossexual, o sexo homossexual prejudica os seus corpos mais ainda devido ao seu design fisiológico e os efeitos físicos de agir contra esse design. Estes corpos serão ressuscitados, e eles são importantes.

3. Gostaria que soubessem que não me estão a ajudar a seguir a Jesus quer seja a exigir que as minhas atracções mudem ou ao não permitirem que elas mudem.

Ninguém me pode prometer que as minhas atracções irão mudar; certamente que Jesus não prometeu isso. Mas não me neguem também essa possibilidade (especialmente se sou uma adolescente!). Tanto a ciência secular como a experiência humana atestam em favor da fluidez sexual e o potencial para mudar.

4. Gostaria que conhecessem uma forma mulher para definir "mudança".

Durante muitos anos, a minha experiência com a atracção homossexual passou de estar num fogo contínuo, para estar num estalido ocasional. O homem que ainda sente atracção homossexual mas que está feliz casado com uma mulher, quando ele não via possibilidade de ocorrer algum tipo de relacionamento heterossexual, de facto mudou.

5. Gostaria que soubessem que devem-me creditar a mesma capacidade e a mesma responsabilidade moral que a qualquer pessoa da comunidade homossexual.
Se os heterossexuais solteiros são chamados ao celibato, e presume-se que, em Cristo, eles têm o poder para viver segundo os Seus Mandamentos, o mesmo pode ser dito de mim. Lidar comigo segundo um outro padrão é reduzir a minha dignidade perante Deus; também eu fui chamada para ser santa.

6. Gostaria que soubessem que Deus ensina muito mais que "Não" em torno da conduta homossexual.

Ele de facto ensina isso, mas a verdade em torno do corpo, do sexo, e  design e o telos da criação revelam muito mais.

7. Gostaria que soubessem que não honra a Deus, e nem a mim, quando pedem desculpas pelo Seu design ou pelo Seu plano.

Gosto da empatia em relação à dor que os meus anseios mal canalizados podem causar, mas Deus não está a reter algo de bom para mim de modo arbitrário. Ele está a mostrar o que leva à vida e ao florescimento humano, ao mesmo tempo que mantém longe de mim o que irá causar dor. "Que o amor seja sem dissimulação". Amem-me e digam-me a verdade.

Posso fazer um pedido? Continuem a amar-me mas vocês não podem ser mais misericordiosos que Deus. E não é misericórdia afirmar que os actos homossexuais são bons. Practiquem a compaixão de acordo com o significado original de "compaixão": sofram comigo. Não distorçam a verdade; ajudem-me a viver de acordo com ela.

Peço que me ajudem a pegar na minha cruz e a seguir Jesus.

http://bit.ly/1W8b2iu

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O abuso sexual que ocorre dentro das igrejas centra-se no homossexualismo

Por  Christine Niles

Uma das maiores mentiras em torno dos escândalos de abuso sexual dentro das igrejas é a noção de que os responsáveis são os "padres pedófilos".


Apesar da merecida aclamação que o filme "Spotlight" recebeu, e o mesmo salienta o trabalho de investigação da Boston Globe expondo o enorme abafo dos abusos sexuais sob o Cardeal Bernard Law, o filme não é perfeito.

Nomeadamente, ele exibe um claro desconforto ao apontar o dedo ao homossexualismo - o mesmo desconforto exibido  em larga parte pela hierarquia da Igreja, que, apesar das duras medidas implementadas depois da crise dos abusos sexuais, falha ao não olhar para a causa da crise: os padres homossexuais e os bispos simpatéticos que os protegem.

O filme foge da questão, e numa das cenas uma das personagens insiste que "Isto não está de maneira alguma relacionado com o homossexualismo." A personagem alega que o abuso aconteceu tanto com rapazes como com raparigas - e para salientar este ponto, o filme termina numa cena onde estão duas raparigas pequenas numa  conferência dentro dum escritório de advocacia, ao mesmo tempo que o seu advogado, Mitchell Garabedian (desempenhado por Stanley Tucci), deixa bem claro que há mais vítimas que precisam de ajuda.

Estatisticamente falando, as raparigas são uma pequena fracção das vítimas do abuso sexual levado a cabo por membros da igreja. Depois da crise ter-se revelado maior do que os Católicos pensavam, alargando-se muito para além de Boston - até hoje, pelo menos 11 dioceses declararam bancarrota durante a última década como resultado dos processos legais contra elas (Duluth sendo a mais recente) e com acordos legais a totalizar centenas de milhões de dólares - em 2002 a "U.S. Conference of Catholic Bishops" comissionou um estudo para examinar as causas da crise.

O "National Review Board", recrutando uma equipa de pesquisa da "John Jay College of Criminal Justice", emitiu o seu relatório inicial em 2004, e os resultados foram conclusivos: Este não foi um escândalo de "pedofilia" mas sim um escândalo homossexual.

Oitenta por cento das alegadas vítimas eram do sexo masculino, quase 90% eram pós-púberes, e "só uma pequena percentagem de padres foram alvo de alegações em torno do abuso de crianças jovens."

Um relatório actualizado emitido em 2011 revelou resultados semelhantes: 81% dos abusados eram rapazes, e 78% eram pós-púberes. Ambos os achados negam a alegação frequente de que este foi um escândalo de "padres pedófilos".

Pedofilia? Não. Homossexualismo.

A pedofilia em si envolve crianças com menos de 12 anos, mas o estudo de 2011 por parte da John Jay revelou que a maior parte das vítimas de abuso eram adolescentes jovens com idades que iam dos 11 aos 17 anos - uma patologia mais correctamente identificada como "efebofilia". Até a Newsweek reconheceu a distinção em 2002:

A larga maioria dos casos que estão agora perante a Igreja não envolve a pedofilia mas a efebolifia, que é atracção por jovens pós-púberes.

Mas nem todas as pessoas concordam com a fraseologia. Por exemplo, a autora Mary Eberstadt chama a isto de "distinção pseudo-científica" que é "inútil" na categorização dos infractores. Alguns dos abusadores do clero abusaram tanto os jovens como os adolescentes, e muitos tinham relações sexuais com adultos. Havia  cruzamentos tal como o caso do padre Paul Shanley, um dos nomes mais sonantes do ocultação dos abusos sexuais de Boston.

Segundo Eberstadt, Shanley não era um pedófilo mas "um homossexual activo com um gosto por crianças e adolescentes." Não só ele era um membro activo da comunidade homossexual, como dava com frequência palestras junto com o grupo [homossexual] Dignity USA, falava em vários seminários, e ele e o seu parceiro eram donos dum "resort" homossexual. Shanley era um homossexual antes de ser um pedófilo.

A subcultura homossexual sempre envolveu atracção por jovens, e é algo muito bem aceite dentro do estilo de vida homossexual. (O termo "twink" denota um parceiro sexual adolescente, algo muito comum junto dos homossexuais activos.) E as evidências demonstram que os homossexuais abusam as crianças muito mais que os heterossexuais. Segundo um estudo,

os homens homossexuais abusam os rapazes a taxas grosseiramente desproporcionais segundo as quais os homens heterossexuais abusam de meninas.

Isto chama a atenção:
Embora os homossexuais sejam só 1-3% da população, eles estão a cometer até 33% de todos os casos de abuso sexual de crianças.
(....)

- http://bit.ly/1n5dV80.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Os meus momentos de "monogamia" como homem homossexual e a impossibilidade dum mundo sem mulheres.

Por Joseph Sciambra

Embora eu não o soubesse na altura, a minha primeira e genuína relação "homossexual" foi também a minha primeira incursão para dentro da "monogamia" homossexual. 

Por essa altura, eu não estava conscientemente em busca de algo a longo prazo mas uma vez que eu estava tão sozinho, amedrontado e desesperadamente carente, eu teria ido para casa com qualquer pessoa que me esse a mínima atenção.

Quando alguém me deu atenção, e como normalmente acontece, ele era um homem mais velho e mais experiente, uma incrível sensação de aceitação, afirmação e segurança varreram-me como a droga mais poderosa da Terra; eu não conseguia estar satisfeito e queria ficar nesse estado semi-dormente para sempre.

Durante algum tempo, o facto de nós os dois estarmos junto era o suficiente para gerar uma quantidade incrível d calor, e esse fogo era o que me levava a voltar como forma de sentir o amor. Quase imediatamente, paramos de sair - quer fosse individualmente ou como casal [sic]. Ficávamos em casa muitas vezes, e só ocasionalmente é que socializávamos com duplas igualmente emparelhadas. Mas, e de modo rápido, comecei a perceber que ele estava a ficar farto. Olhando para trás, posso dizer que eu precisava mais dele do que ele de mim.

Numa noite, enquanto estávamos com outro assim-chamada dupla "monogâmica", o meu namorado sugeriu que os quatro fôssemos para o quarto. Eu não estava de maneira alguma chocado visto que, embora eu fosse relativamente novo na cena homossexual, eu já sabia como era que as coisas funcionavam. E, mais ainda, eu faria de tudo para agradar alguém que eu pensava que se preocupava comigo e que me amava.

Esta situação prosseguiu durante algumas semanas até que todos nós avançamos a festa para os bares e para os clubes de dança na Castor [distrito homossexual de São Francisco]; não muito lentamente, o nosso círculo de parceiros sexuais casuais expandiu-se e então nós tornamo-nos numa daquelas duplas que fingia ser um casal; inicialmente, eu pensei que fazia o que fazia para o manter feliz, mas apercebi-me mais tarde que estava a ficar mais e mais atraído a outros homens.

Eu reparava que este homem era mais masculino que o meu namorado, ou que aquele outro era mais agressivo, ou que outro ainda tinha uma voz mais grossa ou braços mais longos ou mãos maiores. Na minha mente, eu estava a criar e a procurar por um tipo de ícone homossexual masculino - um ídolo perfeito da masculinidade que me poderia salvar. Era uma fixação incessante derivada da minha infância passada com uma obsessão pela pornografia, e período durante o qual o corpo masculino se havia transformado num super-homem, e depois monstruoso nas suas proporções exageradas e foco compulsivo no tamanho.

Depois disto, a minha primeira relação homossexual "monogâmica" acabou calmamente: numa visita particular a um dos antros homossexuais da Castro,  e dentro dum dos jogos mutuamente aceites, eu pura e simplesmente sai com outro homem.

Com cerca de 25 anos, e no meio da minha carreira dentro da vida homossexual, voltei-me a juntar com outro homem, mas com alguém com uma idade mais próxima da minha. Desta vez, no entanto, em vez de ser o rapaz fracote em busca de orientação e segurança, senti-me como alguém no mesmo nível e queria ter esta união dentro das minhas regras.

Mas o que realmente me levou a buscar um tipo de abrigo no relacionamento um-com-um foi o meu medo crescente da morte e a minha frustração total com um estilo de vida que matou cada um dos amigos que eu havia feito quando tinha 18 anos. Agora, a meio dos meus anos 20, estava a pressentir uma solidão crescente que me fazia sentir como se eu tivesse voltado a ser um rapaz.

Eu não sabia o que fazer, e como tal, tomei a decisão de viver na periferia do homossexualismo; voltar para casa todas as noites com o mesmo homem, mas mantendo ainda a minha aliança com tudo: tomando parte das paradas, festivais e comícios como um pleno homem homossexual.

No entanto, este auto-exílio só durou alguns meses visto que, tal como tinha acontecido com o meu namorado de há 8 anos atrás, comecei gradualmente a ficar aborrecido e inquieto. Igualmente, o meu parceiro estava a sentir o mesmo e devido a isso, abrimos as coisas um bocado e convidamos um terceiro homem, e depois um quarto, e depois um quinto. Finalmente, dentro do nosso grupo de amigos, nós havíamos criado a nossa pequena sauna gay.

Mais uma vez, eu avancei, e à medida que o círculo de parceiros homossexuais continuou a expandir, ele eventualmente consumiu qualquer sentido de relacionamento e nós passamos a ser o que muitos dão o nome de "f##kbuddies".

Alguns anos mais tarde, eu voltei a tentar tudo outra vez, só que desta vez eu estava perto dos meus 30 anos, e o meu parceiro tinha 40 e qualquer coisa. Uma vez que eu já estava dentro do estilo de vida homossexual há mais de 10 anos, já havia tentado quase tudo, ficado desiludido vez após vez, e ainda estava mesmo assim decidido e ainda em busca, as coisas tornaram-se particularmente doentias para mim.

Quase todas as semanas o meu novo parceiro trazia para casa um homem jovem pateticamente inexperiente e normalmente demasiado drogado. As coisas tornaram-se canibalescas; havia sempre este sensação sombria de conquistar e submeter: o impulso era avançado através duma fome insaciável que nunca permitia ficar de barriga cheia; era um certo tipo de bulimia: o devorar e a satisfação temporária seguida duma auto-purga e depois então o regresso imediato do desejo sobrepujante de voltar a ser satisfeito.

A psique pervasiva de todos envolvidos é o desconhecimento avassalador da nossa imperfeição; logo, a nossa existência centra-se em obter algum tipo de inteireza.

Depois de duas décadas a experimentar todas estas fúrias e estes devaneios, cheguei a uma conclusão: um mundo sem mulheres é impossível. Parece simples, mas para mim foi uma revelação. Porque, havendo crescido durante o "poder feminino" dos anos 70, do ERA, e dos anúncios publicitários da Charlie, sempre pensei que a única diferença que existia entre os homens e as mulheres resumia-se a algo entre as pernas.

Inicialmente, a realidade das distinções entre os sexos tornou-se totalmente óbvia quando me envolvi pela primeira vez com uma mulher prostituta, e, para choque e desalento  meu, ela revelou-se um bocado puritana. Vejam: até aquele momento, todas as minhas experiências sexuais haviam sido com homens homossexuais. Estupidamente, eu pensei que as mulheres se comportavam da mesma maneira - pelo menos as mulheres mais promiscuas.

Só que não era verdade.

Em Berkeley, durante uma prolongada fase bissexual, namorei outra estudante, uma rapariga hippie sem qualquer tipo de inibição que, apesar da sua forma livre de pensar, precisava de ser romanceada constantemente antes que pudesse ocorrer algo físico. Como alguém habituado a usar outros homens como escape sexual, rapidamente descobri que as mulheres eram demasiado exigentes e faziam com que eu perdesse muito tempo.

No distrito de Castro, eu nem precisava de falar com um potencial parceiro; um contacto visual através da discoteca cheia era o suficiente - tu simplesmente ias para a casa de banho e esperavas. 

Nenhuma mulher, nem mesmo a mulher de rua (a menos que seja mentalmente doente), irá seguir um homem desconhecido para uma casa de banho (sem porta) e terá relações sexuais com ele perto dum banheiro público sujo. No entanto, os homens "gays" fazem isto todos os dias.

Os excessos sexuais do mundo homossexual masculino são indisputáveis, só que, ao contrário de muitos que promovem uma nova imagem higienizada, livre de doenças, do homem homossexual moderno, esta perversidade é inevitável - até mesmo entre os assim-chamados "casados" e "monogâmicos". Isto prende-se principalmente com o simples facto de que uma sociedade totalmente masculina entrará em colapso porque a testosterona dos homens nunca é moderada com o estrogénio das mulheres.

Na verdade, o domínio não controlado dos hormonas masculinos gera o síndrome sexual da China, onde os homens, e especificamente os homens homossexuais que cresceram alienados e desesperados por afeição masculina, congregam-se juntos, encontram um fornecimento infindável de outros homens igualmente magoados dispostos a ter sexo. Então, e sem malícia, e através dos seus excessos, eles dão início a uma cascata de morte.

Depois do movimento de emancipação homossexual dos anos 70, este desastre tomou a forma da SIDA; hoje, embora a ciência tenha aperfeiçoado novas formas de manter os homens homossexuais vivos, o colapso continua com um sempre crescente número de infecções sexualmente transmitidas resistentes a anti-bióticos que só parecem surgir dentro das entranhas dos homens homossexuais.

O inevitável destino parece ser sempre a doença e a morte, até mesmo entre aqueles que tentam escapar a este horror fazendo uma parceria e abraçando alguma forma estranha de "monogamia homossexual" - quando mais de metade das infecções com o HIV entre os homens homossexuais ocorrem quando estes estão num relacionamento.

A inquietação generalizada e a necessidade de idolatrar a masculinidade sempre mostra a sua cara feia; em termos de homens e mulheres, há uma diferença incrível entre o fascínio que os homens têm com a pornografia, com a muito menor percentagem das mulheres que assistem a pornografia; "os homens são 543% mais susceptíveis de assistir a pornografia que as mulheres."

Logo, os homens que têm atracção um pelos outros formam uma cultura sem mulheres, e as forças sexuais dentro do masculino são libertadas sem que haja a moderação das mulheres: o corpo é objectificado até a um ponto que se torna doentio; o sexo é constante e desenfreado, e a única coisa que pára a perversidade é a doença.

O todo-feminino mundo das lésbicas, embora tenha taxas muito baixas de DST, também têm os seus problemas.

Sem a testosterona, o excesso de estrogénio gera um universo de emocionalismo excessivo que tende para drama excessivo a roçar a violência.
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The evidence:
“Almost half of the participants (48.7%) were monogamous, slightly fewer (42.1%) reported non-monogamous sexual agreements with some conditions or restrictions, and a relatively small number (9.2%) reported sexual agreements with absolutely no restrictions on sex with outside partners. A third of the participants (32.4%) reported breaking their agreement in the preceding 12 months and 14.8% reported having UAI in the preceding 3 months with an outside partner of discordant or unknown serostatus.”
“Development and Validation of the Sexual Agreement Investment Scale”
Torsten B. Neilands, PhD, et al.
J Sex Res. 2010 Jan; 47(1): 24–37.

“Ninety nine percent of couples reported having an agreement. Specifically, 45% had monogamous agreements, 47% had open agreements, and 8% reported discrepant agreements.”
Relationship Characteristics and Motivations behind Agreements among Gay Male Couples: Differences by Agreement Type and Couple Serostatus
Colleen C. Hoff, PhD, et al.
AIDS Care. 2010 Jul; 22(7): 827–835.

“Nearly 70% of HIV+ MSM (men who have sex with men) are estimated to have contracted HIV from a main partner…Our data suggest that reported monogamy may sometimes reflect intent or a non-traditional definition of monogamy rather than engagement in sex with only one partner. Nearly a quarter of men who indicated that they had only had sex with their partner for the duration of their relationship also reported engagement in anal sex with at least one non-main partner in the past 90 days. This supports previous research showing “monogamy” to be an ambiguous term…”
“Open, Closed, or In Between: Relationship Configuration and Condom Use among Men Who Use the Internet to Seek Sex with Men”
Sonya S. Brady, et al.
AIDS Behav. 2013 May; 17(4): 1499–1514.

“The Monopoly data indicate that while a majority of gay and bisexual men report having a ‘regular partner’, a very substantial proportion of these, probably more than half, may be ‘f##kbuddy’style arrangements rather than the ‘boyfriend’style ‘relationships’ that is often implied by the use of the term ‘regular partner.’”
“Monopoly A study of gay men’s relationships 2014”
Garrett Prestage, et al.
The Kirby Institute, University of New South Wales. 2015.

“Sixty-eight percent of HIV transmissions were from main sex partners…”
Estimating the proportion of HIV transmissions from main sex partners among men who have sex with men in five US cities.
Sullivan PS, et al.
AIDS. 2009 Jun 1;23(9):1153-62.

“78% of lesbians report that they have either defended themselves or fought back against an abusive partner.”
“Domestic Violence and Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender Relationships”
The Public Policy Office of the National Coalition Against Domestic Violence
http://www.uncfsp.org/projects/userfiles/file/dce-stop_now/ncadv_lgbt_fact_sheet.pdf.

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