segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Os fantasmas da Castro Street

Por Joseph Sciambra

Sempre que eu regresso para o enclave homossexual do Distrito Castro (em São Francisco), o meu pensamento é imediatamente inundado com memórias de antigos amigos que entretanto morreram. 

Há muitos anos atrás, quando tinha 18 anos, caminhei pela vizinhança como um sonhador de olhos brilhantes pensando que as minhas fantasias homo-pornográficas e memórias do passado em torno do grupo "The Village People" estavam à beira de se materializarem.

Embora eu tenha visto a minha quota de homens bonitos que pareciam ser as versões vivas dos desenhos feitos por "Tom of Finland", vi também um bom número de corpos andantes, com a pele manchada e faces afundadas, que apenas estavam a ganhar tempo até que a SIDA que navegava nas suas veias finalmente lhes abatesse para sempre.

Regressei agora para dar aos meus irmãos homossexuais um outro estilo de vida; uma oportunidade de felicidade e redenção com o Senhor Jesus Cristo.

Mas, ocasionalmente, vejo sombras, pequenas faíscas de recordação, pedaços de memória a pairar no ar; quase sinto a presença dos meus antigos amigos, Andy (na foto), Scott, e até o Nick, visões fugazes caminhando pelos cantos.

Viro-me de repente, e apercebo-me que não está lá ninguém. Vem-me à memória que eles já não existem. No entanto, ainda posso vê-los claramente e parece que foi ontem, e não há mais de 20 anos, que eles desapareceram.

Frequentemente, quando penso neles, não consigo parar de chorar.

Mas naquelas ruas, onde nós caminhamos juntos, eles chamam por mim: "Basta....", "Agora, mais sangue será inutilmente derramado." "Basta....."

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Pornografia homossexual involuntariamente revela as causas do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

Na pornografia homossexual, uma das cenas mais antigas que há é a do pai envolvido sexualmente com o filho: esta cena normalmente nada mais é que um homem mais velho a seduzir um homem mais novo. Por vezes ocorrem referências simuladas a um relacionamento incestuoso entre um pai e o seu filho, ou um tio e o sobrinho, ou ainda um irmão com um irmão mais novo.

Na cultura pop, este truísmo remota às novelas homossexuais de celulose dos anos 50 e 60; essas novelas foram as primeiras manifestações da pornografia homoerótica comercialmente produzida. Um dos primeiros filmes pornográficos que eu alguma vez vi foi um vídeo dos anos 80 com o título de “Chip off the Old Block”, que descrevia detalhadamente um acampamento levado a cabo por um grupo de pais e os seus filhos. Durante o fim de semana, todos eles envolvem-se nas mais variadas relações sexuais.

Com a explosão da pornografia nos anos 90 e no início do século 21, a maior parte dos homens dispostos a se envolver na pornografia, incluindo aqueles com mais de 50 e 60 anos, expandiram o sub-texto incestuoso; consequentemente, houve também um grande influxo de homens bem jovens, muitos só com 18 anos, a entrar na indústria do sexo. Infelizmente, os octogenários mais velhos e os adolescentes eram frequentemente emparelhados. E da mesma forma que a pornografia heterossexual banaliza e distorce o acto conjugal entre o homem e a mulher, a pornografia homossexual corrompe o Divinamente ordenado laço entre o pai e o filho.

Mas de que forma é que esta obsessão com o sexo intergeracional está relacionada com as origens do homossexualismo? Tal como escrevi no meu livro, muitos, se não a larga maioria, dos homens homossexuais que conheci eram frequentemente assombrados com relacionamentos inexistentes ou insatisfatórios com os seus pais. Isto gerou um ânsia subconsciente por amor e aceitação masculina. Esta ferida é subsequentemente mal interpretada, ou determinada por outros, como homossexualismo.

Depois disto, tem início a busca pelo amante final que irá, de maneira mágica, apagar toda a dor. Tragicamente, isso nunca acontece. E um amante segue-se atrás de outro amante, até que passam a ser demasiados para serem contados. A pornografia homossexual alimenta esta busca por uma figura paterna ao publicitar um rol infindável de devaneios sexuais que falsamente caracterizam os deformados emparelhamentos de pais protectores e afectuosos preocupados com os seus alienados e necessitados filhos homossexuais.

É um ciclo que também ressoa no "mundo real" homossexual. Tal como eu rapidamente descobri, quando entrei no estilo de vida homossexual, quando era um miúdo estúpido de 19 anos, a primeira coisa que encontrei na Castro [zona homossexual da Califórnia] foi uma enorme parede de homens homossexuais mais velhos a babar através dos quais todos tinham que passar de modo a que fossem aceites no universo masculino do sexo homossexual. No final de tudo, a pessoa sai disto tudo não a sentir-se amada mas sim usada.

A maior verdade a emergir da cultura homossexual nas últimas décadas provavelmente foi a música de Elton John com o nome de “The Last Song” (1992), que fala dum jovem rapaz a morrer de SIDA, e que pôde finalmente seguir o seu caminho em paz depois da visita do seu alienado pai. Inevitavelmente, tudo isto é triste.

A imagem predominante: o pai a levantar o seu filho no ar, algo feito pelo artista Keith Haring (que também morreu de SIDA nos anos 90 com 31 anos.) Este é o clamor definitivo do século 20: a necessidade que o rapaz tem que o pai o sustente acima dos males do mundo e o proteja de todo o mal

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

Porque é que as duplas homoeróticas se "divorciam" mais que os casais?

Por Jason Richwine

No blogue Power Line blog, o meu antigo colega na AEI, Steve Hayward, ressalva que o primeiro "divórcio" homossexual do estado do Indiana ocorreu há algumas semanas atrás. Será que as duplas homossexuais acabarão por se "divorciar" mais que os casais?

Steve justificadamente pondera que os cientistas sociais Americanos estarão dispostos a estudar a durabilidade dos relacionamentos homoeróticos, dada à caça às bruxas levada a cabo contra Mark Regnerus e contra outros que publicaram dados que colocam sob péssima luz tais relacionamentos.

Uma vez que Steve cita também a comoção em torno da minha pesquisa politicamente incorrecta (em torno da imigração), posso também apontar para alguns estudos em relação aos "divórcios" homossexuais que ocorrem no norte da Europa, onde as uniões homossexuais foram legalmente reconhecidas há mais tempo que nos Estados Unidos. Embora a pesquisa seja preliminar, os dados gerais demonstram que, sim, as duplas homoeróticas são mais susceptíveis de se "divorciarem" que os casais.

O melhor estudo que já vi focava-se na Escandinávia, onde as uniões civis homossexuais - essencialmente, são casamentos em tudo menos no nome - já são legais há cerca de 20 anos. Os autores tiveram acesso a dados administrativos ao nível da população que geraram uma amostra com mais de 1500 uniões homossexuais.

Depois de se controlar a idade, a região, o país, o local de nascimento, a educação, e a duração da parceira, as duplas homossexuais masculinas na Suécia eram 35% mais prováveis de se "divorciarem" do que os casais, e as duplas lésbicas eram 200% mais prováveis de se divorciarem. O facto de terem ou não terem filhos não fazia qualquer tipo de diferença nos dados relativos.

Estudos em torno das duplas coabitantes são menos informativas - não estou convencido de que os colegas de quarto platónicos tenham sido adequadamente excluídos da categoria de "duplas" - mas os resultados apontam na mesma direcção.

Na Holanda, por exemplo, os pesquisadores examinaram os registos fiscais bem como os registos populacionais como forma de localizar o estatuto da relação das pessoas que davam entrada a declarações fiscais, incluindo 731 duplas homossexuais. A taxa de dissolução para as duplas homossexuais não-casadas era mais de o dobro da taxa dos casais em regime de coabitação.

Um pequeno estudo levado a cabo junto dos coabitantes Britânicos apurou que, quando comparados com os heterossexuais casados, os coabitantes heterossexuais eram 2.7 vezes mais susceptíveis de se separarem no espaço de 5 anos, enquanto que os coabitantes homossexuais eram 5.25 vezes mas susceptíveis de terminar o relacionamento no mesmo espaço de tempo.

Na literatura Americana, normalmente por baixo das manchetes de estudos levados a cabo junto de amostras pequenas, existem alguns indícios de resultados semelhantes. Mas, de modo geral, será que os pesquisadores irão produzir estudos em larga escala aqui nos EUA?

E será que eles irão sugerir que os seus estudos podem ter implicações nas políticas levadas a cabo? Infelizmente, neste clima politico, tudo pode depender do tipo de resultados que forem apurados.

Fonte.

quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

O HIV e a loucura do politicamente correcto.


Quando o jogo político e o politicamente correcto superam a medicina, a segurança e a saúde pública, todos nós sofremos com isso. Nós vemos isso a acontecer demasiadas vezes mas actualmente tornou-se procedimento padrão quando se fala do homossexualismo e do mortífero HIV. Por todo o mundo ocidental as elites governantes, os políticos, e até comunidades médicas politizaram o HIV/ SIDA e, consequentemente, colocaram vidas em risco. O deus do homossexualismo não pode nunca ser desafiado, questionado ou colocado em causa. Tudo tem que dar lugar a este estilo de vida perigoso e de elevado risco.

O governo Victoriano [ed: Austrália] é um exemplo perfeito do quanto que líderes descuidados e irresponsáveis dobraram o joelho em favor da religião homossexualista, colocando de lado o senso comum e o bem comunitário. O governo de Hon Denis Napthine está actualmente a distanciar-se da conferência pró-família que brevemente se irá realizar lá, qualificando-a de "homofóbica". Ao mesmo tempo. o Ministro da Saúde veio ao público afirmar que atacar aqueles que deliberadamente propagam o HIV está errado. Sim, ouviram-me correctamente. Eis o que uma agência noticiosa diz:
A única lei Australiana que criminaliza a transmissão intencional do vírus do HIV será alvo de uma reforma, afirmou o ministro da Saúde de Victória, David Davis, anúncio que foi alvo duma ovação por parte de pesquisadores do HIV . . . durante um evento satélite do "Aids 2014 Symposium" em Melbourne. (...) 
Actualmente, a lei diz que "causar intencionalmente uma doença séria" é uma ofensa criminosa em Victoria - com "doença séria" definida com o entendimento exclusivo de infecção por via do HIV. 
Davis declara ainda que, "Comprometemo-nos, juntamente com as comunidades médicas, de pesquisa e de apoio relativas ao HIV, a rever e reformar esta secção como forma de garantir que ela é não-discriminatória."
Que conversa sem sentido é esta de ser "não-discriminatória"? Nós já sabemos o que os factos revelam: a esmagadora maioria dos casos de HIV devem-se ao sexo entre homens, ou às drogas intravenosas. Se nós sabemos de modo preciso quais são os principais grupos de risco, então naturalmente que devemos colocar em foco esses mesmos grupos. E enquanto os governos fazem estas coisas, um pouco por todo o mundo as pessoas continuam a contrair o HIV devido às políticas medrosas, ao poder dos demolidores homossexuais, e também devido ao furioso politicamente correcto.

Pelo menos em alguns sítios este comportamento ainda é considerado perigoso e, consequentemente, ilegal. Levemos em consideração um caso que ocorreu no Missouri (EUA) onde um homem foi judicialmente acusado de propagar o HIV:

Magnum enfrenta agora acusações de exposição imprudente à infecção do HIV depois da polícia declarar que ele admitiu ter tido mais de 300 parceiros sexuais (..).

Como consequência do politicamente correcto entorpecedor mental e moralmente irresponsável, o HIV continua a ser uma problema enorme na Austrália. Um notícia revela:
O número de pessoas com o HIV na Austrália permanece em máximos de 20 anos. Dados anuais divulgados por parte do "Kirby Institute" revela que 1,235 novos casos foram diagnosticados no ano passado. Estes números foram divulgados antes da conferência global da SIDA que ocorrerá no próximo mês. Os dados mostram que as taxas de HIV têm estado a subir de modo consistente na Austrália desde 1999 e mais de 26,000 pessoas vivem actualmente com esse vírus. Os pesquisadores afirmam que estão preocupados com a complacência e com o facto do sexo desprotegido levado a cabo por parceiros casuais masculinos poder ser o contribuidor principal por trás do aumento.
Levemos também em consideração o que se segue, acabadinho de chegar dos EUA:
Novo relatório do "U.S. Centers for Disease Control and Prevention" declara que embora a taxa anual do diagnóstico de HIV tenha baixado em um terço na população geral, a percentagem está a aumentar entre os jovens bissexuais e homossexuais masculinos. O HIV, o virus que causa a SIDA, tem estado em queda junto dos heterossexuais, dos consumidores de drogas, e entre as mulheres, mas a taxa entre os jovens homossexuais e bissexuais aumentou em 100%.
No meu livro "Strained Relations" falo muito deste assunto, e como tal, permitam-me que finalize com algum do material do livro:

Uma vez que os procedimentos normais associados às doenças infectuosas não foram usados no caso da SIDA - devido ao medo do protestos homossexuais - é bastante claro, como já foi dito por alguns, que a SIDA tornou-se na primeira doença politicamente protegida da nação. Mas a SIDA tem que ser tratada como um assunto médico e não um tópico político. A SIDA é uma epidemia de saúde, que precisa de medidas rigorosas.

Estas medidas têm que incluir os métodos normais de prevenção de transmissão: os Departamentos de Saúde Pública devem ser capazes de saber quem tem a doença (através de monitorização de casos e rastreamento); testes de rotina têm que ser levados a cabo; a notificação dos portadores tem que ser obrigatória. Tal como disse um autor, "Temos que parar de romantizar a SIDA". Como o co-fudador da "Children’s AIDS Fund in America" colocou as coisas:

Nunca na história da medicina fizemos com que a responsabilidade pelo término duma epidemia recaísse no indivíduo portador duma doença infectuosa ou contagiosa. Durante os primeiros 15 anos da epidemia HIV/SIDA as comunidades médicas e de saúde pública retiraram-se do papel interventivo, através de diagnósticos agressivos e relatórios consistentes com a sua abordagem a doenças semelhantes.

É precisamente porque nos recusamos a tratar do HIV/SIDA como qualquer outro risco de saúde pública que actualmente pagamos um preço terrível. Um médico coloca as coisas desta forma:

Se uma nação estrangeira atacasse as nossas costas e matasse 10,000 Americanos, isso seria considerado um acto de guerra. No entanto, milhões de Americanos foram já desnecessariamente infectados por esta epidemia e irão quase de certeza morrer. A tragédia é que isto nunca deveria ter acontecido.

Basicamente, a SIDA não é primariamente um assunto de saúde mas sim um tópico que se centra num comportamento. Se o comportamento for parado (actividade homossexual, uso de drogas através de agulhas, etc), é bem possível que a doença seja parada. E isto não são os pensamentos de direitistas intolerantes, visto que uma lésbica coloca as coisas desta forma:

Vamos ser honestos. Há uma forma de parar a propagação da SIDA - chama-se abster-se do sexo. Ao contrário da doença do Alzheimer, da doença de Parkinson, ou das diabetes, pode-se tomar a decisão de não contrair a SIDA (com algumas excepções infelizes tais como a criança infectada pela mãe ou a vítima uma transfusão de sangue contaminado). Levando em conta a sua evitabilidade, não há desculpas para que a SIDA seja a maior crise de saúde que as pessoas enfrentam.

Outro homossexual, escrevendo para uma importante revista homossexual Americana, The Advocate, diz que os jovens homossexuais "encontram-se ignorantes duma doença que já está entre nós há mais de 20 ano. E se eles são homossexuais e homens, então eles são duplamente merecedores. Nós já vimos em primeira mão o que a SIDA pode fazer, mas escolhemos permanecer ignorantes em favor dos nossos desejos carnais."

Felizmente, alguma sanidade está a entrar no debate. Um importante grupo homossexual da Califórnia decidiu sair do armário - isto é, decidiu voltar para a verdade em torno da SIDA. O grupo "L.A. Gay and Lesbian Center" está a tentar atingir os homens homossexuais que se  tornaram complacentes em relação ao HIV e à SIDA. Este mesmo grupo deu início a uma enorme campanha publicitária com uma admissão franca:

O HIV é uma doença homossexual.


* * * * * * *
O motivo pelo qual o HIV não foi tratado como outra epidemia qualquer centra-se na utilidade ideológica do comportamento homossexual. Seria muito difícil para os terroristas culturais dar legitimidade ao comportamento homossexual (como forma de destruir o casamento natural) ao mesmo tempo que a comunidade médica frontalmente tenta acabar com uma das muitas consequências médicas desse mesmo comportamento.

Logo, em vez de tentar acabar com o perigo do HIV, o que teria que ser associado à propaganda contra o homossexualismo, a elite cultural do ocidente propositadamente deixou a ameaça propagar-se, evitando assim ter que se defender da sua posição pró-homossexualista.

Ou seja, as pessoas que nada fizeram para controlar o HIV são essencialmente as mesmas pessoas que defendem a normalidade do homossexualismo.

Para além disso, não é fora do contexto levar em conta os planos de "controle populacional" por parte da mesma elite que defende o homossexualismo. Segundo algumas fontes, algumas famílias globalistas usam o homossexualismo para reduzir a população do mundo (especialmente em África).

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

10 mitos avançados pelos activistas homossexuais

Por Gisele Roy e Christopher Doyle

A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.

Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.

A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.


Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.

MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.

Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.

Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.

Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.

Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2:  A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo

Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!" 
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que  posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível." 
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida,  que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e  feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."
O uso de tal definição de "mudança",  exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.

Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.

Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):

  1. Voice of Change
  2. LDS/Mormon Voices of Hope
  3. Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
  4. Dennis Jernigan’s Story of Change
  5. Prodigal Magazine
  6. Homosexual Anonymous Testimonies of Change
  7. The Heart of the Father Ministries
  8. International Healing Foundation: Real Stories of Healing
  9. JONAH Stories of Change
  10. The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
Mito #4: Não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e de livros lgbt é discriminação, viés e censura. No entanto, não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e livros sobre ex-homossexuais é um acto moralmente responsável. Não podemos permitir que as nossas crianças sejam expostas a "prejudiciais" histórias de mudança.

No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:

Todos os animais são iguais mas alguns animais são mais iguais que outros.

Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.

Mito #5:  Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso. 

A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:

A linguagem política . . . . está construída para fazer com que as mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável, e para dar a aparência de solidez ao vento puro.

Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.

Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.

A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que  bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!

Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.

Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.

Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.

Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.

Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)

Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.

Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem  alterar a sua orientação [sic] sexual.

Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.

Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)
Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias.  Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.

Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.

Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council",  a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.

Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual

Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.

Há esperança.  O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Tu podes também ser guiado pelo Espírito de modo a encontrar a graça, a paz, a castidade e a cura. Só Deus muda os corações. Que a Sua vontade seja feita.

Fonte:  http://bit.ly/1n0QM2H

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