domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A "desordem" do estilo de vida homossexual: uma defesa do Catolicismo

Por Joseph Sciambra

A maior consternação relativa aos ensinamentos da Igreja em relação ao homossexualismo, até mesmo entre aqueles que abandonaram o estilo de vida homoerótico e estão a abraçar a castidade, centra-se em torno do uso do termo "desordem" no Catecismo da Igreja Católica. Um padre Jesuíta disse o seguinte:

Nos meus mais de 20 anos de ministério lgbt Católico, não houve nada que tivesse gerado mais raiva, e mais dúvida e mais confusão, que o uso do Vaticano dos termos "intrinsecamente desordenados" ou "objectivamente desordenada" para descrever, respectivamente, os actos homossexuais e a orientação homossexual. Estes são termos que não são facilmente entendidos, e, mesmo quando são, eles causam muito dano pastoral e mais má-informação.

Mas a ligação de "desordenada" com o homossexualismo vai mais além dentro da História da Igreja que apenas o Catecismo.

No ano de 1975, a "Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith" publicou “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics,” que incluia a declaração: "....os actos homossexuais são intrinsicamente desordenados e não podem de maneira alguma ser aprovados." Só que esta não é apenas uma construção moderna visto que São Tomás de Aquinas escreveu o seguinte na "Summa Theologica:"

O homem, tal como qualquer outro ser, tem um apetite natural pelo bem; e como tal, se o seu apetite se inclina para o mal, isto deve-se à corrupção ou à desordem de alguns dos princípios do homem: porque é assim que o pecado ocorre na acção das coisas naturais
.
Ele continua:

Quando as potências inferiores são movidas de forma poderosa rumo aos seus objectos, o resultado é que as potências superiores são impedidas e desordenadas nos seus actos. O efeito de tal defeito da vontade é que o apetite inferior, nomeadamente, o concupiscível, fica de modo mais firme focado no seu objecto, a saber, o objecto do seu prazer, segundo a veemência do prazer. Consequentemente, os poderes superiores, nomeadamente, a razão e a vontade, são gravemente desordenados pela luxúria.

No entanto, existe um exemplo ainda mais antigo, de Santo Agostinho, nos seus Sermões em torno do Novo Testamento:

Portanto, também o olho do coração, quando é desordenado e ferido, vira-se para longe da luz da justiça e não se atreve e não pode contemplá-la.

E aqui, com a sabedora de Santo Agostinho, é revelado o motivo por trás de tais dificuldades em torno da palavra "desordem": porque nós fomos feridos, nós estamos desordenados; e é a ferida com a qual ninguém quer lidar.

Como apurou Agostinho, quando estamos feridos e confusos, a resposta instintiva é afastar; é parte medo, parte vergonha: vergonha pelo que aconteceu connosco; nos homens, esta é uma reacção arquetípica visto que a masculinidade, especialmente junto daqueles que nunca foram totalmente ou adequadamente formado em homens, é falsamente baseada na noção de força e solidez inexpugnáveis..

É por isso que os homossexuais são sempre atraídos para fantasia do ideal hiper-masculino: forte, sexualmente potente, mas ilusório; um padrão altamente errático de busca do macho e depois recuando para os encontros de uma noite e promiscuidade alimentada pelas doenças; um anseio indescritível pela masculinidade mas um medo de chegar a atingi-la.

Devido a isto, os homens homossexuais estão encurralados num ciclo interminável de imprudência sexual e purga emocional; eles estão literalmente e metaforicamente em busca da next big thing.

Eventualmente, isto fica triste e desesperante; e, então, a desordem verdadeiramente domina sobre tudo. Eu vi isto em primeira mão à medida que rapazes tímidos e reservados provenientes de zonas remotas da América chegavam à zona homossexual de São Francisco, e no espaço de alguns meses descendiam para a  degeneração sexual.

A obsessão actual pelo "casamento" homossexual - conceito que foi de modo firme desconsiderado como uma mediocridade Victoriana, mesmo no ponto mais alto da crise da SIDA - é um último esforço de tentar fazer algum sentido dum estilo de vida que se tem tornado cada vez mais sem sentido.

Só que, e mais uma vez, este acto nega a causa da infelicidade: a falta de vontade de curar, ou de admitir a necessidade de cura; é a negação da desordem presente nas nossas vidas. No entanto, fingir que tudo está bem, não muda as coisas. A defesa do auto-esquecimento só prova o quão confusos nós realmente nos temos tornado

 - http://bit.ly/1KdSHxi.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Homossexuais admitem que não nasceram assim e que o abuso sexual que sofreram os levou ao homossexualismo

Por WND

Um vídeo-documentário que busca influenciar a decisão dos juízes do Tribunal Supremo (à medida que eles decidem sobre o casamento) exibe uma investigação que coloca em causa a crença de que os homossexuais "nascem assim", e que, portanto, têm que ter direitos especiais.

Equipado com uma câmara oculta, o jornalista Ryan Sorba foi para um bar "gay" onde registou respostas francas às suas perguntas. O que ele descobriu foi que muitos homens que se identificam como "gays" foram sexualmente abusados quando eram jovens.

Ele afirma que os dados por ele apurados podem ter implicações junto do tribunal supremo à medida que decide se a definição tradicional de casamento discrimina ou não as pessoas que se identificam como "gays". Segundo Ryan, muitos dos "gays" que ele entrevistou não são foram abusados durante a sua juventude, como passaram a ser eles mesmos abusadores sexuais.

Na parte inicial do seu documentário, Sorba diz:

Entrevistei indivíduos durante uma noite comum num bar gay, e descobri que eu estava literalmente rodeado de violadores de menores e pessoas que foram vitimas de abuso quando eram menores.

Sorba diz que fez o vídeo "como uma peça informativa para os juízes" e defende que muitos Americanos não entendem a questão do homossexualismo. Ele começa perguntando aos homossexuais, "Acreditas que ser gay é estritamente genético?" Ele diz que o apurou foi chocante:

Aprendi que muitos atribuem a sua orientação [sic] sexual ao seu abuso sexual.

Ele diz que depois de apurar o número de pessoas que se dizem "gays" porque foram vítimas de abuso sexual, ele tomou a decisão de alterar o script como forma de "tentar saber quem é que estava a cometer os abusos". Ryan ficou a saber que os homens mais velhos não são os únicos culpados.

Lamentavelmente, aprendi que depois de terem sido vítimas de abuso sexual por parte de homens mais velhos, muitas crianças e muitos adolescentes irão ensinar aos seus amigos o que eles aprenderam do seu violador.

Ele avisa que o conteúdo do vídeo é explícito mas "necessário".

Pais, fiquem atentos. Se por acaso vierem a saber que uma criança ou um adolescente desenvolveu atracção homossexual, que estas imagens sejam um aviso para vocês. Isso é um aviso de que a criança foi abusada por um adulto, um adolescente ou por outra criança.

Ele termina com um pedido para o Tribunal Supremo:

Se por acaso não sabem ou não entendem o que estou em vias de vos mostrar, então apelo a que practiquem limitação judicial e mantenham a vontade de mais de 50 milhões de Americanos e milénios de experiência humana. A América precisa de mais tempo para entender este assunto, as suas causas e as suas consequências.

Sorba deixa bem claro que ele não acredita que todas as pessoas que se identificam como "gays" são abusadores de menores, mas "muitas pessoas que se identificam como gays foram abusadas, e muitas crianças e adolescentes irão ensinar a outras crianças da sua idade, ou mais novas, o que eles aprenderam junto da pessoa que lhes abusou."


video


sábado, 18 de julho de 2015

O porquê do "casamento" homossexual não funcionar

Por Joseph Sciambra 

Durante os mais de 10 anos que passei dentro do estilo de vida homossexual, por duas vezes me tornei no "outro homem" dentro do assim-chamado "casamento homossexual". Por aquela altura, e visto que o "casamento" homossexual ainda não havia sido reconhecido nos EUA, ambas as duplas haviam sido "casadas" em cerimónias privadas realizadas por um clérigo prestativo. Uma das duplas encontrava-se na casa dos 40 enquanto que a outra estava na casa dos 50.

De forma geral, ambas as duplas haviam chegado a San Francisco (provenientes de outras partes do país) durante a agitação inicial do movimento dos direitos dos homossexuais da década 70. Naqueles dias, e segundo o que todos eles me disseram, cada pessoa tomou o seu lugar activo dentro do hedonismo e da promiscuidade que iria mais tarde causar a epidemia da SIDA. De facto, um dos homens havia-se tornado seropositivo, perdido o seu antigo parceiro, e "casado" mais tarde com o [na altura] actual e seronegativo parceiro.

As histórias pessoais eram contorcidas e as associações eram frequentemente complicadas; por vezes, todos eles "brincavam" juntos, noutras vezes, "brincavam" separadamente. Ocasionalmente, a inveja entrava em cena, mas mais frequentemente existia uma penetrante atmosfera de depressão e ansiedade que englobava tudo e todos. Curiosamente, nestes relacionamentos, frequentemente com os participantes a viverem dentro de ambientes Victorianos muito bem restaurados em redor da zona Castro, eu desejei internamente por alguns momentos de paz doméstica.

Surpreendentemente, eu vi que eles eram tão disfuncionais como o resto de nós, que éramos jovens e ainda tomávamos parte das discotecas, dos balneários e dos clubes de sexo. O "casamento" homossexual não havia mudado ninguém - apenas havia dado um bocado de consolo para os sobre-sexuados e para os cansados. 

De forma geral, como era o caso (e mais ainda depois da revolução sexual), os homens homossexuais entram nesse estilo de vida quando se encontram no final da adolescência, no princípio dos seus anos 20. Durante essa fase etária, há muitas oportunidades para a pessoa se expressar e para fazer experiências. Este poder recém-descoberto pode ser ocasionalmente arrebatador.

Por exemplo, a dada altura tu foste o rapaz que ninguém queria na equipa, ou o rapaz com o pai demasiado crítico e com falta de amor, ou o rapaz assustadiço que foi tocado por alguém. De repente, tu estavas com pessoas que, de modo geral, haviam passado pelas mesmas coisas, embora nunca chegassem a admitir. Em vez disso, todas as pessoas agem de modo teatral segundo o trauma pelo qual passaram durante a infância numa cerimónia bizarra de reencenação como cura.

Agora, pode-se dançar na multidão, sentir os corpos quentes perto do teu, e imaginar que finalmente fazes parte dum grupo; os homens mais velhos, que querem que tu lhes chames de "pai", convidam-te para sair. Aquele momento de vergonha e embaraço da nossa infância já não parece tão estranho ou horripilante porque o mesmo pode ser vivido vez após vez, e pode-se obter prazer sob aquilo que tu pensas estar a acontecer segundo os teus próprios termos.

Quando eu estava nos meus anos 20, este cenário passou por diversas vezes na minha vida. No entanto, as coisas foram ficando sempre mais perigosas, mas eu acreditava que valia a pena correr os riscos como forma de encontrar o amor. Só que, e à medida que ia vendo cada vez mais amigos meus a morrerem de SIDA, drogas e suicídio, muitos daqueles que se encontravam ao meu redor - pessoas a entrar na casa dos 40 ou 50 - começaram a abandonar esta vida. Tal como eu, a perigosa imprudência de se ser jovem e homossexual começou a perder o seu fascinio, e, então, talvez uma nova forma de felicidade se pudesse encontrar na forma mais madura da monogamia homossexual.

À periferia do existência homossexual - no era pré-"casamento" homossexual dos anos 90 - existiam pequenos enclaves de homens de meia idade que haviam atravessado a perversidade de sua juventude, e sobrevivido, só para se tornarem um poucos mais deliberados, mas de modo incremental mais alienados da sexualidade exuberante do que é ser-se homossexual. 

Parte deste exílio auto-imposto era o resultado directo da obsessão homossexual pela juventude e pela forma musculada da virilidade. Alguns lutaram contra isto, recriando-se a eles mesmo (através do uso de tratamentos com hormonas e exercício físico infindável) em "pais" hiper-masculinos; alguns antigos twinks regressaram dentro na pornografia como tops; (twink é calão homossexual para o jovem submisso e top refere-se ao homossexual mais dominante e insertivo.)

Muitos homossexuais continuaram fora, escolhendo iniciar uma relação com outros homens da mesma faixa etária. A SIDA frequentemente tomava muitos amigos e amantes, e isto trazia consigo um medo que se canalizava para um certo tipo de monogamia forçada. Mas havia uma difusa sensação de desconforto que azedava tudo.

No ano de 1989, quase 10 anos mais tarde, eu era o intruso ou o "outro homem" dentro dum relacionamento homossexual ("casamento"). Durante a maior parte do tempo, eu era trazido acrimoniosamente - para "brincar" com um ou com o outro - porque o fervor inicial e o medo que haviam causado o relacionamento estavam lentamente a caminhar para uma apatia conjugal e aborrecimento sexual. 

Na primeira vez, os parâmetros e as fronteiras psico-sexuais foram claramente definidas à partida; embora eu estivesse a ser aceite como um participante erótico na relação, nenhum dos dois haveria de ficar emocionalmente envolvido comigo. Por essa altura, sendo jovem como era, isso era suficiente para mim; só o facto de estar perto de dois homossexuais aparentemente bem-ajustados, e que eram aparentemente haviam saído ilesos dos míticos anos 70, era uma pausa dos constantes mas insignificantes encontros duma noite ou encontros nas saunas. Talvez isso também representasse algo que era indefinível - que através do infindável sexo eu buscava apenas uma pessoa a quem amar. Só que esta versão pervertida de amor marital foi tudo o que eu encontrei - e por alguns momentos, parecia real.

A segunda vez ocorreu quando eu era muito mais velhos, e a rapidamente a ficar queimado, e chegando à idade onde eu não mais conseguiria acompanhar fisicamente ou mentalmente o acelerado ritmo fogoso do homossexualismo moderno. Fiquei chocado por dar por mim a ser chamado de "pai" com a idade de 28 anos; parecia que não havia sido há muito tempo que eu era o jovem e o impressionável em busca dos mais vividos e dos mais experientes.

Ser chamado de "pai" fez-me sentir prematuramente velho ao lado do novo grupo de adolescentes, mas também trouxe até mim uma entorpecente sensação de falhanço: a felicidade que eu não havia encontrado enquanto era um jovem núbil sob a tutelagem de homossexuais mais velhos, teria que encontrar agora, sendo um suposto instrutor mais velho.

Não encontrei, e como tal, voltei-me para homens ainda mais velhos. Esta nova dupla, que por essa altura estava nos seus nos 50, era um par de antigos libertinos. Tal como todas as pessoas que haviam escapado da foice indiscriminada da SIDA, eles encontraram alguma segurança quando se tornaram em colegas de quarto "com benefícios".

Quando eu os encontrei, a sua vida sexual era segura, mas rotineira. Eu fui trazido para o meio deles como forma de mudar tudo isso. Embora eu tenha observado afeição  genuína entre eles, ela era parecida à camaradagem instantânea que liga de maneira indelével todos os sobreviventes do horror. Esta era a característica que eu havia testemunhado em todas as duplas homossexuais - isto é, um laço de sofrimento inflamado pelas suas memórias comuns da infância que havia dado errado - pais fracassados, histórias de rapazes vítimas de bullying, e noites longas a chorar em busca de amor.

Este era um "casamento" forjado através da experiência - experiência de sair do armário, de sentir um orgulho inicial e uma esperança dentro do estilo de vida homossexual, e de ser mais tarde esmagado pela realidade do egocentrismo colectivo homossexual e da sua propensão para o sexo sem-sentido.  Eles fogem disto, e ao fazê-lo, revelam a sua inerente disfuncionalidade.

Mas essa instabilidade apenas é miniaturizada e refinada quando ela ocorre dentro duma relação. As coisas rapidamente se tornam ou em pulverização catódica ou em combustível. Devido à ausência da complementaridade entre os pólos opostos do macho e da fémea, o choque de testosterona agita e antagoniza. A aparente felicidade  harmoniosa decai e o calor inicial entre os parceiros arrefece; eles tornam-se co-dependentes mas sedentos duma plenitude que nunca se materializou durante a sua união. 

Tal como o mais alargado mundo do homossexualismo masculino, a sua relação torna-se doentia; o sexo é o denominador comum, tal como o seu controle fascista sobre aqueles que aceitam e se sujeitam à sua dominação, e eles ficam impotentes contra a necessidade espinhosa de extinguir o fogo inextinguível do amor não-realizado - o homem perfeito ainda por ser encontrado.

Como o "outro homem", senti de modo instintivo este desconforto, um armistício inquietante que acabava sempre em frustração sexual. Isto acontecia porque a relação homossexual era uma irmandade nascida da ansiedade e da apreensão; a realização de que o mundo homossexual gira para fora de controle, picando de modo incessante cada grupo de recém-chegados.

Logo, a obsessão actual pelo "casamento" homossexual não é um passo rumo a uma versão da monogamia heterossexual transladada para a mente dos homens homossexuais, mas uma fuga rumo à segurança, e a realização inconsciente de que até agora, nada (descriminalização, emancipação sexual e aceitação) funcionaram.

Eu vi isto em ambas as duplas do meu passado, visto existir um orgulho palpável que se glorificava na sua habilidade de aparentemente terem superado o estereótipo do homossexual maluco por sexo, tornando-se mais políticos à medida que os anos 90 iam passando.

Mas isso cobria a realidade da situação; que estes pactos eram formados como uma resposta desesperada à realidade da depravação homossexual, e à expulsão forçada de certos homens homossexuais considerados demasiado velhos para serem desejáveis; a tendência destes homens de se esconderem em círculos protectores; a natureza transitória de monogamias tensas dentro destes relacionamentos, e a rápida re-invasão da forma de pensar homossexual; a abertura dos pares homossexuais; a firme arrogância dos homens que "já estão juntos há anos" apesar da sua historia mútua de aventurismo sexual contínuo. 

No fim, tudo isto não passa dum faz-de-conta, um último esforço para se salvar um estilo de vida que é intrinsecamente auto-destrutivo. 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infelicidade do homem homossexual


Por Joseph Sciambra

A EMIS 2010 Project ("European Men-Who-Have-Sex-With-Men Internet Survey") foi a maior pesquisa transnacional levada a cabo junto dos MSM [inglês para "men who have sex with men"] - quer em número de participantes, número de países avaliados, e o número de línguas distintas em relação às versões da pesquisa.

Algumas coisas presentes no relatório publicado:
Entre os inquiridos pela EMIS, 38,6% afirmou não estar feliz com a sua vida sexual, sugerindo que a infelicidade sexual é muito comum entre os MSM.
Mesmo na ultra-permissiva França, 28,8% dos inquiridos afirmou não se encontrar feliz com o seu homossexualismo:
Dois dos três motivos principais em torno da infelicidade sexual centram-se na preocupação em estabelecer e manter relacionamentos sexuais estáveis.
Esta insatisfação que existe dentro do estilo de vida homossexual prende-se com a natureza inquieta e transitória dos emparelhamentos sexuais da homossexualidade masculina, que têm a tendência de ser largamente incidentais e altamente casuais. Por exemplo, 67% dos avaliados reportou ter tido relações sexuais com um parceiro não-estável durante os últimos 12 meses. E em 74% desses encontros casuais ocorreu a penetração anal.

As razões principais por trás da infelicidade dos homens homossexuais prendem-se com parceiros estáveis, querer mas não ter relacionamentos estáveis, e os desafios de ter manter um.

No entanto, e apesar disto, ainda existe um tipo de temperamento esquizofrénico junto dos homens homossexuais visto que eles também reportaram querer "relacionamentos abertos" bem como "relacionamentos poliamorosos".

Portanto, há uma realização inata de que o homossexualismo status quo não funciona, mas também que existe uma necessidade inevitável pela satisfação sexual que não é propícia para um relacionamento tradicional vis-à-vis a versão homossexual do casamento heterossexual.

Isto acontece porque nos relacionamentos homossexuais falta-lhes a complementaridade entre os sexos: na homossexualidade masculina, a sobre-saturação de testosterona desenfreada resulta na promiscuidade sexual que eventualmente se vira contra ela mesma - e, portanto, daí nos chega o aumento da SIDA e a contínua elevada infecção por parte dos jovens homens homossexuais.

O relatório original: The Emis Project (PDF)

Fonte

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Se um estilo de vida causa a que cerca de 40% dos seus aderentes se sintam infelizes, será moralmente correcto promover esse comportamento como "normal", "natural" e aceitável? Quem assim age, está a condenar +/- 40% dos homens homossexuais a uma vida de infelicidade.

Por isso é que é importante afirmar que os activistas homossexuais não querem a felicidade dos homossexuais, mas sim usá-los como ferramentas políticas no seu jogo de poder marxista cultural. 

Quem realmente quer ver os homens homossexuais felizes são as pessoas 1) que buscam formas de os alertar das consequências graves e potencialmente letais desse comportamento, e 2) que disponibilizam ajuda para aqueles que voluntariamente querem sair dessa vida.
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Também por isso é que é moralmente condenável desenvolver medidas legais que visem impedir que os jovens e os adultos homossexuais recebam ajuda (por parte de profissionais de saúde e organizações religiosas) para abandonar um estilo de vida onde eles têm ~40% de possibilidade  de se sentirem sexualmente insatisfeitos.

Quem quer o bem dos homossexuais, estende a mão de ajuda. Quem não quer o bem dos homossexuais, empurra-os para dentro do homossexualismo.
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