Sábado, 18 de Maio de 2013

O que interessa é que sejam adultos e que haja afectividade

 
Uma mãe e o seu filho fizeram o impensável: apaixonaram-se um pelo outro e, uma vez que a mãe está grávida de 6 meses, querem agora casar.

Mbereko (40), que ficou viúva há 12 anos atrás, tem coabitado com o seu primeiro filho, Farai Mbereko (23). Ela confirma que está gravida de seis meses e que deciddiu que era melhor "casar" com o filho uma vez que não se quer casar com os irmãos mais novos do falecido marido (que, segundo Betty, lhe estão a cortejar).

Na semana passada Betty causou espanto na aldeia quando afirmou publicamente que tinha um affair com o seu filho, e que o mesmo já durava há 3 anos. Ela disse que  depois de ter investido largas somas de dinheiro na educação de Farai (depois da morte do marido), ela sentiu que ela tinha direito ao seu dinheiro e que mais nenhuma mulher tinha esse direito.

Vejam uma coisa: eu batalhei sozinha para colocar o meu filho na escola e por essa altura não tive a ajuda de ninguém. Agora que vocês observam que o meu filho está a trabalhar, vocês acusam-me de fazer algo de errado. Deixem-me saborear dos frutos do meu suor.

Farai afirmou que estava mais do que preparado para se "casar" com a sua mãe, e que ele pagaria as dívidas matrimoniais (ilobola balance) que o seu pai deixou junto dos avós.

Sei que o meu pai morreu antes de acabar de pagar o preço da noiva, mas eu estou preparado para o pagar. . . . . É bom que se publicite o que está a acontecer uma vez que quero que se saiba que fui eu quem engravidou a minha mãe. De outra forma, eles podem acusá-la de promiscuidade. [ed: Porque não há nada de promíscuo em engravidar a própria mãe]

Mas Nathan Muputirwa, um dos líderes locais, diz:

Não podemos permitir que isto acontece na nossa aldeia; mashura chaiwo aya (Certamente que isto é um mau presságio). No passado, eles seriam mortos, mas hoje não podemos fazer nada por causa da polícia.

Nathan avisou-os para cancelarem o casamento ou abandonarem a aldeia. Eles escolheram a última opção e abandonaram a aldeia para um local desconhecido.
 
Direito humano

Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Ex-noiva de Jason Collins diz que «não fazia ideia» que o jogador era homossexual

Jason Collins assumiu a sua homossexualidade e, pelos vistos, surpreendeu muita gente. Uma das pessoas que ficou a saber pela imprensa foi Carolyn Moos, namorada do jogador durante oito anos. Os dois chegaram a estar noivos.

Carolyn disse numa entrevista que «não fazia ideia» que Collins era gay e que, uma vez revelado o segredo, é difícil de entender.

«É um assunto muito emotivo para mim como mulher. Investi oito anos num sonho de ter um marido, uma alma gémea e um melhor amigo. Por isso, isto é tudo difícil de perceber», afirmou em declarações ao site TMZ.

Ainda assim, Carolyn Moos deseja tudo de bom para o jogador da NBA: «Tenho muito carinho pelo Jason e só quero o melhor para ele. Quero que Jason seja feliz na sua vida e que permaneça fiel ao que ele verdadeiramente é, por dentro e por fora.»

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

A normalização do homossexualismo prepara o caminho para o incesto?

O advogado que representa o professor universitário acusado de ter prácticas incestuosas com a sua filha de 24 anos questionou o porquê do alegado affair ter sido tornado público.

David Epstein foi acusado de incesto por alegadamente ter tido uma relação consensual com a sua filha durante 3 anos. O professor de ciência politica da Universidade de Columbia, e de 46 anos, alegadamente dormiu com a sua filha entre 2006 a 2009. Epstein, especialista em política americana e direito de voto, é também acusado de trocar mensagens de texto suspeitas com a filha durante o seu relacionamento.

Matthew Galluzzo, advogado de defesa de Epstein, disse que, embora a sua filha tenha sido qualificada de "vítima", ela pode muito bem "ser descrita como cúmplice". Galluzzo acrescentou ainda:

Academicamente falando, nós somos moralmente e justificadamente contra o incesto. Mas ao mesmo tempo, existe um argumento que pode ser feito no caso Suíço onde se deixa de parte aquilo que ocorre dentro da privacidade dos quartos. É perfeitamente aceitável os homossexuais fazerem oque bem entenderem nas suas casas. Como é que este caso difere?

Temos que arranjar uma forma de determinar o porquê dum comportamento [homossexualismo] ser tolerado, mas o outro [incesto] não.

Fonte

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A lógica do advogado é perfeita: se o que ocorre consentidamente entre adultos é algo fora da jurisdição da lei e, desde logo, tolerável, porque não tolerar o incesto entre adultos? Que métrica é usada para qualificar uma de "normal" e a outra de "imoral"?

Notícias como esta revelam para onde caminha a nossa "moral" sexual, dominada que está pelo relativismo ético.
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Sábado, 11 de Maio de 2013

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Por Micah Clark

Mesmo sabendo que existem radicais em todos os movimento, isso não diminui o impacto da admissão da jornalista lésbica Masha Gessen. Num recente programa de rádio Gessen admitiu que os activistas homossexuais mentem quando falam da sua radical agenda politica. Ela afirma que os activistas homossexuais não querem ter acesso à instituição do casamento, mas sim redefini-la e eventualmente eliminá-la.

Isto foi o que ela disse recentemente numa entrevista de rádio:
É absurdamente natural que (os activistas homossexuais) tenham o direito de casar [sic], mas é também absurdamente óbvio que a instituição do casamento não deveria existir. . . Lutar em favor do casamento [sic] homossexual envolve mentir em relação aos planos que temos para o casamento, mal cheguemos lá - porque mentimos quando dizemos que a intituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira.
A instituição do casamento vai mudar, e tem mesmo que mudar. E digo outra vez, eu acho que nem deveria existir. Para além disso, não gosto de tomar parte na criação de ficção com a minha vida uma vez que não foi com esse propósito que eu "saí do armário" há 30 anos atrás.
Tenho 3 filhos que têm 5 pais, mais ou menos, e não vejo o porquê de não poderem ter 5 pais legalmente. . . . Conheci a minha nova parceira, e ela tinha acabado de ter um bebé, e o pai biológico desse bebé é o meu irmão, e o pai biológico da minha filha é um homem que vive na Rússia, e o meu filho adoptivo considera-o como um pai.
Portanto, os 5 pais dividem-se em grupos de 3 . . . E, sinceramente, eu gostaria de viver debaixo dum sistema legal capaz de aceitar esta realidade, e isso não é compatível com a instituição do casamento.
(Fonte: http://www.abc.net.au/radionational/programs/lifematters/why-get-married/4058506)
Há já algum tempo que os defensores do casamento natural tentam ressalvar que o verdadeiro propósito da agenda homossexual não é a "igualdade no casamento", mas sim a total subversão do casamento e a remoção dos valores tradicionais da sociedade. (Invariavelmente, isto incluirá esforços para silenciar e punir as igrejas que abertamente se mantenham firmes nos sens ensibnos religiosos em torno do casamento e da moral sexual).

Embora poucos homossexualistas tenham sido tão vocais como esta activista lésbica, nós temos vários exemplos que confirmam o seu argumento: sempre que existe a oportunidade de casar [depois da definição de casamento ter sido pervertida de modo a englobar o homossexualismo], quando comparados com os heterossexuais, poucos homossexualistas se dão ao trabalho de "casar". Isto levanta questões em torno da verdadeira necessidade de se subverter o casamento de modo a que os seus benefícios sejam "justamente" extendidos para as duplas homossexuais.

Apenas 12% dos homossexuais holandeses se casam, comparados com 86% dos seus pares heterossexuais. Em 1998 na Califórnia, menos de 20% das duplas homossexuais a viver em regime de coabitação se "casou" quando teve essa possibilidade.  Em contraste, 91% das duplas heterossexuais da Califórnia a viver na mesma casa encontra-se casada.

Claramente, tudo gira em torno duma mudança cultural e da destruição da ética familiar tradicional uma vez que a maior parte dos homossexuais a viver em regime de coabitação não precisa e nem quer casar - embora os activistas tenham planos para alterar de modo radical a instituição do casamento.

Os gays e as lésbicas são livres para viver como eles bem entenderem - nós vivemos numa cultura que rotinamente os aplaude tal como nunca os aplaudiu no passado - mas eles não têm o direito de impor sobre a sociedade a visão e os planos que eles têm para o casamento.



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Como já dito no passado por várias pessoas, a utilidade do movimento homossexual vem com um prazo de validade. Como se pode ver pelas linhas de cima, o movimento homossexual mente quando diz que quer "igualdade no casamento" uma vez que, dada a escolha, os homossexuais universalmente rejeitam casar. Isto leva-nos a concluir que 1) o movimento homossexual não reflecte os verdadeiros propósitos dos homossexuais, mas sim 2) os propósitos duma elite política esquerdista que deseja ardentemente destruir o NOSSO casamento (mantendo o deles intacto).

Olhar para o "casamento homossexual" como uma arma de subversão social (e não como uma genuína aspiração da comunidade homossexual) faz-nos entender o porquê duma minoria ínfima como os homossexuais ter tanto poder político. Na verdade, não são eles que têm essse poder, mas sim a esquerda militante

Quando falamos do "movimento homossexual", portanto, estamos a falar de esquerdistas que usam o homossexualismo como arma contra o Cristianismo (inimigo número um do Marxismo Cultural), contra a tradição, contra a ética social conservadora, e tudo que joga contra a esquerda política. Isto é importante de se reter sempre que algum conservador se sentir constrangido em levantar argumentos contra o homossexualismo.

A verdade dos factos é que existem muitos homossexuais que se encontram do lado dos conservadores na luta pela preservação da instituição do casamento; portanto o homem ou a mulher que levanta críticas ao "movimento homossexual", pode muito bem ter ao seu lado outros gays a apoiar as suas palavras.

Como dito em cima, este "movimento homossexual", vem com um prazo de validade: isto significa que, como ele nada mais é que uma arma de ataque ao Cristianismo, se por acaso os esquerdistas forem bem sucedidos nas suas ofensivas e na sua neutralização das vozes Cristãs, o "movimento homossexual" perde toda a utilidade para a esquerda militante.

Isto leva-nos a concluir que os homossexuais que, directamente ou indirectamente, dão ao seu apoio ao "movimento homossexual", estão a preparar o caminho para uma futura ditadura da esquerda militante. Essa ditadura pode ter várias facetas, mas nenhuma delas será boa para a sociedade (e em especial para os próprios homossexuais).

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Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

Homossexual violou e matou criança de 9 anos

Fonte


O menino João Victor dos Santos, de nove anos foi encontrada morto com sinais de violência na manhã desta Quarta-Feira (03), na praia do Coqueiro em Luís Correia no Piauí. A polícia descobriu que a criança havia saído de casa na noite de Terça-Feira (02) para dormir na casa de um empresário, no Coqueiro da Praia, a convite do caseiro do imóvel, Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos.

Dárcio, ao ser interrogado, disse que ingeriu muita bebida alcoólica à noite e não lembra de nada. Ele negou que havia matado a criança. O corpo de João Victor foi encontrado com ferimento profundo no ombro direito e ferimentos leves no rosto e nas costas.

A Polícia Militar do município de Parnaíba (PI) confirmou que o menino João Victor dos Santos, de nove anos, encontrado morto na praia do Coqueiro em Luís Correia, na manhã desta Quarta-Feira (03), foi assassinado e jogado no mar pelo caseiro Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos. Roupas da criança foram encontradas no quarto do acusado. As investigações apontam que a criança foi espancada ainda na garagem da residência, onde Dárcio ingeria bebida alcoólica.

Segundo a polícia, Dárcio Rodrigues é homossexual e passou a noite de terça-feira (02) em companhia de João Victor. Ele espancou o menino dentro da casa. Após a agressão, o caseiro arrastou o menino da casa até a praia, pois achava que João estava morto. O acusado estrangulou a criança dentro do mar, mas as águas devolveram o corpo para a areia da praia. 

O corpo da criança foi encontrado com marcas de violência, incluindo feridas no ombro, que teriam sido ocasionadas por mordidas de peixe. Agora, a polícia investiga a tia de João Vitor, que é suspeita de ter aliciado o menor para que o mesmo mantivesse relações sexuais com Dárcio Rodrigues.

Vêr também este link para mais informações.



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