sexta-feira, 25 de Julho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Como profissionais de saúde mental, é a nossa obrigação moral e ética dar o nosso apoio a políticas que são no melhor interesse das pessoas a quem nós servimos, especialmente aqueles que são mais vulneráveis - nomeadamente, as crianças. O "casamento" homossexual pode ser algo feito no melhor interesse dos homossexuais adultos que buscam reconhecimento social e legal para as suas uniões, mas não é no melhor interesse das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual acreditam que o amor é tudo o que as crianças precisam. Tendo como base esta suposição, eles concluem que é igualmente benéfico a criança ser criada por dois "pais" amorosos do mesmo sexo, tal como o é ser criada por pais do sexo oposto. Mas pressuposição básica - e tudo que daí se ramifica - é  ingenuamente simplista e nega a natureza complexa e as necessidades básicas dos seres humanos.

Segundo décadas de pesquisas, a estrutura familiar ideal para as crianças é aquela formada por dois pais, a família pai-mãe (1,2,3) Estas pesquisa revelam de modo consistente que as crianças criadas em tais lares são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outra configuração familiar.

Pesquisas extensivas revelam que não só as mães, mas também os país são importantes para o desenvolvimento saudável das crianças. Pesquisadores Suecos analisaram os melhores estudos longitudinais de todo o mundo que avaliaram os efeitos dos pais [homens] no desenvolvimento das crianças. A sua revisão analisou 20 anos de estudos e incluiu mais de 22,000 crianças; o mesmo apurou que os pais 1) reduzem os problemas comportamentais dos rapazes e os problemas psicológicos das raparigas, 2) aumentam o desenvolvimento cognitivo, 3) e diminuem a delinquência. (4)

É evidente que as crianças beneficiam do facto de terem tanto o pai e a mãe. Pesquisas médicas recentes confirmam a existência de diferenças geneticamente determinadas entre os homens e as mulheres, e que essas diferenças fundamentais explicam o porquê dos pais e das mães trazerem características paternas únicas que não podem ser replicadas pelo outro seco. Os pais e as mães pura e simplesmente não são intercambiáveis; duas mães podem ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai. A paternidade unissexual - quer seja de um só pai/uma só mãe, ou de uma dupla homossexual, priva as crianças do todo o potencial da paternidade que é oferecido pelas duplas de sexo oposto.

Só as famílias pai-mãe podem dar às crianças a oportunidade de desenvolverem relacionamentos com um progenitor do mesmo sexo, bem como relacionamentos com o progenitor do sexo oposto. Relacionamentos com ambos os sexos na fase inicial da vida facilitam e geram um maior conforto na criança que mais tarde se vai relacionar com ambos os sexos. Essencialmente, ter relacionamentos com o progenitor e com a progenitora aumentam as probabilidades da criança vir a ter relacionamentos sociais e românticos mais bem sucedidos durante a sua vida. (5) Para além disso, pesquisas existentes feitas em crianças educadas por homossexuais não só são cientificamente falhas como são extremamente limitadas (6,7,8); no entanto, alguns estudos indicam que as crianças criadas em ambientes homossexuais encontram-se sob um risco maior de sofrer de uma vasta gama de consequências negativas. (6)

Outros estudos apuraram que crianças educadas por homossexuais são mais susceptíveis de se envolverem em experiências sexuais, de sofrer de confusão sexual, e de se envolverem eles mesmos em actos homossexuais e bissexuais. (5,6,9) E, segundo pesquisas extensivas, aquelas crianças que mais tarde se envolvem em comportamentos não-heterossexuais elas são mais susceptíveis de sofrer com desordens psiquiátricas, de ter problemas com o álcool e com as drogas, (10), de levarem a cabo tentativas de suicídio, (11), de sofrerem de violência doméstica e violência sexual, (12), e encontram-se em risco maior de contrair doenças crónicas, de contrair a SIDA e de ter uma duração de vida mais reduzida.(13,14,15)

Não deveria ser surpresa alguma o facto dos estudos apurarem que as crianças que são educadas em ambientes homossexuais são elas mesmas mais susceptíveis de se envolverem em comportamentos homossexuais. (16,9,17) visto que pesquisas levadas a cabo de modo extensivo em todo o mundo revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como ambientes permissivos que afirmam o homossexualismo como normal, desempenham um papel fulcral no desenvolvimento do comportamento homossexual. (18,19,20,21). Não há qualquer dúvida que a sexualidade humana é fluída e moldável (22); levemos em conta a Grécia antiga e Roma antiga - entre outras civilizações antigas - onde o homossexualismo masculino e o bissexualismo eram ubíquos. Isto não era o resultado do "gene homossexual" mas sim do facto da sexualidade ser maleável e socialmente influenciável.

Sem dúvida que o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens [ed: Esse é o objectivo]. A mensagem implícita e explícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente aceitáveis e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças educadas em lares tradicionais - influenciados pela mensagem todas-as-opções-sexuais-são-válidas - crescerão acreditando que não interessa com quem a pessoa se relaciona ou com quem ela se casa. Manter tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma elas nunca iriam colocar como hipótese.

Tem também que se esperar que, se a sociedade permitir o "casamento" homossexual, se permitam outros tipos de "casamentos" não-tradicionais. A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir o casamento polígamo, o "casamento" poliamoroso, ou outro qualquer  agrupamento marital será também considerado discriminatório. De facto, tal malabarismo legal já teve início; as ramificações emocionais e psicológicas na psique e na sexualidade das crianças destes variados arranjos será desastroso.

Até hoje, muito poucas experiências foram feitas que analisam os efeitos a longo prazo dos "lares" homossexuais sobre as crianças. Segundo, Charlotte Patterson, uma auto-proclamada pesquisadora pró-"casamento" homossexual, só existem dois estudos longitudinais em torno de crianças educadas por lésbicas, (23) e nenhum estudo a  longo prazo sobre crianças criadas por homens homossexuais. Nenhuma organização profissional dedicada ao bem estar dos seus pacientes pode apoiar mudanças drásticas nas políticas sociais tendo como base apenas dois pequenos e não-representativos estudos longitudinais.

Certamente que as duplas homossexuais podem ser tão amorosas para as crianças como os casais, mas as crianças precisam mais do que amor; elas precisam das qualidades distintas e naturezas complementaras do progenitor e da progenitora. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos conclui que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e uma mulher. Esta sabedoria testada pelo tempo é, actualmente, confirmada pelas pesquisas mais avançadas e cientificamente mais sólidas disponíveis.

Mais importante ainda, e para seu crédito, muitos auto-proclamados pesquisadores em favor do "casamento" homossexual admitem que não não existem evidências conclusivas em torno da forma como a "paternidade" homossexual afecta as crianças. Mas mesmo assim, alguns destes mesmos pesquisadores apoiam o "casamento" homossexual porque acreditam que ele disponibilizará um laboratório natural onde se pode avaliar o impacto a longo prazo que ele terá nas crianças. (24) Esta posição é inconsciente e indefensável.

O "casamento" homossexual não é no melhor interesse das crianças. Embora muitas pessoas possam ter empatia com os homossexuais que se querem "casar" e educar crianças, nós não podemos permitir que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da compaixão pelas crianças. Numa guerra entre os desejos de alguns homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos permitir que as crianças percam.

A CAMFT, tal como todas as organizações que lidam com a saúde mental, têm que basear as suas decisões nas evidências científicas e nos dados resultantes de pesquisas, e não nas crenças pessoais ou nas opiniões políticas. Mais importante ainda, eles não podem permitir que as crianças sejam usadas como porquinhos-da-Índia em experiências sociais imprudentes e potencialmente prejudicais.


Fonte: http://bit.ly/1owfF64

Referências.

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Marriage and the Family by Child Trends available at http://www.childtrends.org.

Family Matters: Family Structure and Child Outcomes by the Alabama Policy Institute available at http://www.alabamapolicy.org.

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Biller, H.B. (1993). Fathers and families: Paternal factors in child development. Westport, Connecticut: Auburn House.

Homosexual Parenting: Is It Time For a Change by the American College of Pediatricians available at http://www.acpeds.org.

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Silenzio, V.M.B., Pena, J.B., Duberstein, P.R., Cerel, J., & Knox, K.L. (2007). Sexual orientation and risk factors for suicidal ideation and suicide attempts among adolescents and young adults. American Journal of Public Health, 97 (11), 2017-2019.

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Nurses’ Health Study II available at http://www.gaydata.org.

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Lesbian and Gay Parenting by Charlotte Patterson available at http://www.apa.org.

Gay Marriage, Same-Sex Parenting, and America’s Children by William Meezan and Jonathan Rauch available at http://www.futureofchildren.org.

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

O verdadeiro propósito do "casamento" homossexual

Por Bill Muehlenberg

Muitos homossexuais - talvez a maioria - não estão interessados no "casamento" e como tal, é importante perguntar o porquê de alguns homossexuais insistirem tanto nos "direitos" matrimoniais. O que causa este impulso para "casar" tão forte por (pelo menos) parte de alguns membros da comunidade homossexual?

Tal como muitos homossexuais admitem, um dos grandes motivos que leva a que eles queiram "casar" não é para serem iguais aos heterossexuais, nem é porque eles querem abandonar o seu estilo de vida livre e promiscuo, mas sim devido ao valor simbólico. O "casamento" dar-lhes-á reconhecimento público, aprovação e aceitação, e este tem sido o propósito final do lobby homossexual: aprovação e avalização pública e social, total e completa. Logo, ao obterem os "direitos" matrimoniais, e por sua vez, todos os direitos de adopção - o último obstáculo para os homossexuais - eles irão atingir o seu grande objectivo: a legitimação do estilo de vida homossexual.

Tal como a revista Time admitiu num artigo relativo ao "casamento" homossexual, o verdadeiro propósito é a aceitação social total e a validação do estilo de vida homossexual:

Claro que por fim, a batalha em torno do casamento [sic] homossexual tem sido muito mais do que apenas obter o desconto de segundo motorista no balcão da Avis. De facto, o indivíduo que mais fez pelo casamento [sic] homossexual - um brilhante advogado activista de 43 anos chamado Evan Wolfson - nem se quer tem um namorado. Ele e outros que durante a última década deram entrada a processos legais, não querem nada menos que a igualdade social plena - a validação total e não só o direito de herdar o Cadillac da sogra. Tal como Andrew Sulllivan, a (persistentemente solteira) força intelectual por trás do casamento [sic] homossexual escreveu, "Incluir os homossexuais dentro do casamento seria um meio de conferir a forma mais elevada de aprovação social que se pode imaginar."

Jonathan Rauch, um dos líderes do movimento homossexual americano, que tem também batalhado em favor do "casamento" homossexual, admite que este será um dos efeitos importantes do "casamento" homossexual:

Isso ["casamento" homossexual] irá dar nobreza e dignidade ao amor e ao sexo homossexual, tal como o fez para o amor e para o sexo heterossexual.

Exactamente; mas tal ameaça à saúde e à segurança pública não deveria ser enobrecida e dignificada, muito menos por parte de governos que têm o dever e a responsabilidade de promover a saúde e o bem estar dos cidadãos.

Os activistas homossexuais australianos já admitiram também que a sua tentativa de se juntarem aos heterossexuais no "casamento" centra-se na legitimidade e na aceitação. Tomemos como exemplo as palavras do activista homossexual de longa data Rodney Croome:

Isto não se centra no sexo mas sim no simbolismo. Apesar do, ou se calhar por causa do, um aumento dos relações de facto e dos divórcios, muitos australianos ainda têm o casamento em elevada consideração. Para o bem ou para o mal, o casamento confere ao relacionamento o selo de aprovação social por excelência. É por isso que os conservadores sociais desprezam profundamente a igualdade matrimonial e, como herdeiros dum estigma milenar, é por isso que muitas duplas homossexuais anseiam por ela.

É isto que Rodney Croome e muitos como ele querem: aprovação social. É precisamente por isso que existe um esforço enorme por parte do lobby homossexual tendo em vista a redefinição do casamento. De facto, a base de todo o activismo homossexual é essencialmente esse: aprovação e aceitação social completa. Tal como Kirk e Madsen afirmaram em 1989,

Obter a tolerância e aceitação por parte dos heterossexuais não é só um propósito legítimo do activismo homossexual; ele tem que ser o objectivo principal.

Muitos outros activistas homossexuais admitiram precisamente isto. Por exemplo, Arthur Leonard, defensor do "casamento" homossexual", coloca as coisas desta forma:

O reconhecimento legal das duplas homossexuais teria o efeito de "normalizar" tais relacionamentos. . . . . Aquelas pessoas que alegam que o movimento dos direitos dos homossexuais tenciona transformar a sociedade fazendo com que as pessoas olhem para os homossexuais como "normais" estão totalmente correctos.

Exactamente. Os activistas sabem que a maioria das pessoas não irá aceitar a "normalidade" do estilo de vida homossexual, e como tal, eles recorrem à táctica de passar por cima da vontade pública e do processo legislativo, usando em seu lugar o contundente instrumento do activismo judicial. São os tribunais activistas que estão a forçar o estilo de vida homossexual no resto da sociedade, quer a sociedade queira ou não. Tal como o Afro-Americano Shelby Steele ressalva num artigo onde ele demonstra como o "casamento" homossexual não é um assunto que se centra nos direitos civis,

Dentro do movimento em favor do "casamento" homossexual, o casamento é mais um meio do que um fim, uma arma contra um estigma. O facto do movimento homossexual falar muito pouco da instituição do casamento em si sugere que esse movimento encontra-se mais motivado por um desejo de normalizar a homossexualidade do que algum desejo que esteja relacionado com o casamento em si.

Stanley Kurtz coloca as coisas desta forma:

Por fim, até pode ser que o que se encontra por trás da exigência pelo "casamento" homossexual - quer seja apresentado duma forma conservadora ou como assunto dos "direitos civis" - seja uma tentativa de apagar por completo o estigma associado à homossexualidade. Esta tentava é utópica; tal como os homossexuais radicais como Michael Bronski reconhecem, o estigma nasce da separação fundamental entre a homossexualidade e a reprodução, que é uma forma de dizer que o mundo é, na sua esmagadora maioria, heterossexual. Mesmo assim, na sua busca por este fim utópico, é-nos pedido que transformemos - sem levar em conta os desconhecidos custos que isso pode ter para nós e para as gerações futuras - a instituição central da nossa sociedade.

Ou tal como disse o pesquisador familiar Peter Sprigg:

A resposta mais lógica parece ser que esta campanha não tem nada a ver com o casamento, mas sim com o desesperado desejo que os homossexuais têm que a sociedade como um todo afirme que a homossexualidade (não só os homossexuais como pessoas mas também os actos homossexuais em si) é, de todas as formas - moralmente, socialmente e legalmente -  um equivalente pleno da heterossexualidade.

É precisamente isto. O movimento homossexual nada mais é que uma campanha gigantesca de convulsão social, criada para alinhar a relutante sociedade com as exigências dum pequeno - mas bastante vocal - grupo activista. Toda esta engenharia social centra-se em forçar o resto da comunidade a aceitar por inteiro a agenda homossexual e o estilo de vida homossexual, quer a sociedade queira ou não.

quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Gémeos idênticos provam que o homossexualismo não é genético

Oito estudos maciços levados a cabo junto de gémeos idênticos na Austrália, nos EUA e na Escandinávia durante as últimas duas décadas chegaram todos às mesmas conclusões: os homossexuais não nascem já homossexuais. O Dr. Neil Whitehead afirma que, "na melhor das hipóteses, a genética é um factor mínimo".

Durante 24 anos, o Dr Whitehead trabalhou para o governo da Nova Zelândia como pesquisador científico, e depois disso passou 4 anos a trabalhar para a "United Nations and International Atomic Energy Agency". Mais recentemente, ele tem servido como consultor para universidades Japonesas em torno do tópico dos efeitos da exposição à radiação. O seu doutoramento é em bioquímica e estatística.

Os gémeos idênticos têm os mesmos genes ou o mesmo ADN e eles são criados nas mesmas condições pré-natais. Se o homossexualismo é causado pela genética ou pelas condições pré-natais e um dos gémeos mais tarde se identifica como homossexual, então o outro também deveria ser. O Dr Whitehead ressalva:

Visto que eles têm ADN idêntico, os dois deveriam ser homossexuais em 100% dos casos.

Mas os estudos revelam outra coisa:

Se um gémeo idêntico tem atracção por pessoas do mesmo sexo, as probabilidades do co-gémeo também ter essa mesma atracção são de 11% nos homens, e 14% nas mulheres.

Visto que os gémeos idênticos são sempre geneticamente idênticos, o homossexualismo não pode ser condicionado geneticamente. "Ninguém nasce homossexual", ressalva o Dr Whitehead:

As factores predominantes que causam o homossexualismo num gémeo idêntico e não no outro centram-se em factores pós-natal.

O Dr. Whitehead acredita que a atracção por pessoas do mesmo sexo é causada por "factores não partilhados", coisas que acontecem a um dos gémeos mas não a outro, ou uma resposta pessoal a um evento por parte de um dos gémeos mas não por parte do outro. Por exemplo, um dos gémeos pode ser exposto à pornografia ou ao abuso sexual, mas o outro não. Um dos gémeos pode interpretar e responder ao ambiente familiar e escolar de uma forma diferente do outro.

Estas respostas individuais e idiossincráticas a eventos aleatórios e a eventos ambientais comuns são predominantes.

Segundo o D. Whitehead, o primeiro e colossal estudo fiável de gémeos idênticos foi levado a cabo na Austrália em 1991, seguido por outro estudo também de dimensões consideráveis levado a cabo nos EUA em 1997. Depois disto, a Austrália e os EUA levaram a cabo mais estudos em torno de gémeos idênticos em 2000, seguido por vários estudos na Escandinávia.

Os registos de gémeos idênticos são o fundamento dos estudos em torno dos gémeos idênticos. Actualmente, eles são enormes, e existem nos mais variados países. Um gigantesco registo de gémeos idênticos com uns projectados 600,000 membros está a ser organizado, mas um dos maiores registos actualmente em uso encontra-se na Austrália, com mais de 25,000 bebés gémeos idênticos catalogados.

Um significativo estudo de gémeos entre os adolescentes mostra uma correlação genética ainda mais fraca. No ano de 2002, o estudo "Bearman and Brueckner" analisou milhares de estudantes gémeos nos EUA. A concordância na atracção homossexual entre os gémeos idênticos era de 7,7% para os homens, e 5,3% para as mulheres - valores mais baixos que os 11% e 14% do estudo de Bailey levado a cabo em 2000.

Nos estudos feitos a gémeos idênticos, o Dr Whitehead ficou admirado com a fluidez e a variabilidade presente na identidade sexual.

Pesquisas académicas neutras demonstram que existe uma mudança substancial. Cerca de metade da população homossexual/bissexual (num ambiente não-terapêutico) move-se rumo à heterossexualidade com o passar do tempo. Cerca de 3% da actual população heterossexual chegou a acreditar no passado que era homossexual ou bissexual. A orientação sexual [sic] não está estabelecida em cimento.

Ainda mais espantoso é o facto da maioria das mudanças ocorrerem sem aconselhamento ou terapia:

Estas alterações não são terapêuticamente induzidas, mas acontecem "naturalmente" durante a vida, e algumas duma forma bem rápida. A maior parte das mudanças na orientação sexual [sic] são rumo à heterossexualidade exclusiva.

O número de pessoas que mudou rumo à heterossexualidade exclusiva é maior que o número e homossexuais e bissexuais combinados. Dito de outra forma, os ex-homossexuais são em maior número que os homossexuais.

Esta fluidez é ainda mais vincada junto dos adolescentes, tal como o estudo "Bearman and Brueckner" demonstrou:

Eles apuraram que dos 16 aos 17 anos, se uma pessoa tinha uma atracção romântica por uma pessoa do mesmo sexo, quase todos haviam mudado um ano mais tarde. Estes eram autores pró-homossexualismo e eles comentaram que a única estabilidade que existia era entre os heterossexuais, que ficavam na mesma ano após ano. Os adolescentes são um caso especial, normalmente mudando a sua atracção de ano para ano.

Mesmo assim, muitas más concepções persistem na cultura popular, nomeadamente, a de que o homossexualismo é genético - tão associado à identidade duma pessoa que não pode ser alterado. O Dr Whitehead continua:

Os académicos que trabalham na área não estão contentes com as caracterizações feitas pelos média em torno deste assunto. Mas eles preferem concentrarem-se nas suas pesquisas académicas e não se envolverem no lado activista.

Fonte: "Identical twin studies prove homosexuality is not genetic" -  http://bit.ly/SymKaB.

domingo, 13 de Julho de 2014

Ninguém nasce homossexual, afirmam psiquiatras

Uma declaração feita pelo "Royal College of Psychiatrists", de que as pessoas não nascem homossexuais, tem sido recebida por uma organização de caridade Cristã que ajuda os homens e as mulheres com atracção homossexual indesejada como uma "enorme admissão".

A organização "Core Issues Trust" (CIT), que está a fazer uma campanha contra a proibição à terapia que é oferecida às pessoas que voluntariamente queiram abandonar o estilo de vida homossexual,, afirma que a declaração mais recente do "Royal College" admite o que havia sido previamente negado. O director da CIT, Mike Davidson, afirma:

Eles afirmam agora que as causas do homossexualismo giram em volta duma combinação de "factores ambientais biológicos e pós-natais". Portanto, se a criança não tiver tais experiências pós-natal, ela irá crescer heterossexual.

Davidson afirma que não acredita que apesar desta admissão, de que ser homossexual não está fixo à nascença, o Royal College continue a apoiar a proibição da terapia de alteração da preferência sexual:

O "Royal College" modificou também a sua visão sobre a orientação sexual [sic] pode ser alterada, afirmando que, 'Não se dá o caso da orientação sexual [sic] ser imutável ou não possa variar ao longa da vida da pessoa'. Portanto, como é que estas declarações podem ser consistentes com uma proibição a pessoas que voluntariamente busquem aconselhamento profissional para alterar os seus indesejados sentimentos homossexuais?

* * * * * * *
Mais um duro golpe para os engenheiros sociais que visam reduzir a natalidade promovendo o auto-destrutivo comportamento homoerótico.



quarta-feira, 9 de Julho de 2014

"O meu marido decidiu que era uma 'mulher', e isso acabou com o nosso casamento e com os meus relacionamentos futuros"

O que é que acontece quando uma boa rapariga Católica casa-se com o homens dos seus sonhos e um dia ele diz que ele pensa que é uma mulher? Segundo um artigo autobiográfico presente no Sydney Morning Herald, isso destroça um coração e pavimenta o caminho para uma vida de relacionamentos emocionalmente atrofiados; o mesmo artigo pede à sociedade que leve em consideração "o outro lado" do debate em torno dos transgénero.

A mulher, cujo nome foi mantido secreto, tinha 18 anos quando conheceu "Ryan", um músico que lentamente foi entrando no seu coração. O seu sentido de humor fez com que a auto-definida "boa rapariga Católica" se apaixonasse pelo jovem, que estava a tentar ter sucesso dentro da cena musical Australiana nos anos 80. Quando ele lhe pediu que ambos se mudassem para Melbourne, ela pensou duas vezes. "Eu não queria viver em pecado", escreveu ela, e como tal, ele pediu-lhe em casamento.

Embora ela fosse de opinião que a sua vida era idílica, ele passou a ser taciturno e recluso. Pouco depois, ele abandonou-a, deixando-lhe uma carta onde ele afirma que se sente uma mulher presa dentro do corpo dum homem. Ela diz:

Nessa noite não houve qualquer tipo de conversa, mas só algo do tipo "Amo-te, e vou continuar a amar-te mesmo depois de passar a ser uma mulher". A minha atitude foi algo do tipo "Podes ser um lobisomem ou uma mulher, mas não me abandones".... Acho que o Ryan pensou que tudo continuaria na mesma mesmo depois dele se tornar numa mulher.

Mas um dia ela chegou a casa e ficou chocada por vê-lo a assistir televisão usando uma das roupas dela.

Passei um longo tempo a pensar se quando se ama alguém, o género dessa pessoa realmente importa. Não consegui ter outra resposta que, sim, importa.

Apesar dos seus esforços de manter um casamento saudável, o impulso de Ryan de ter auto-realização e satisfação matou o seu relacionamento e deixou a mulher com o coração partido. Ele saiu de casa e submeteu-se a uma cirurgia de implante mamário, chegando a ligar para a sua esposa a perguntar se ela lhe poderia trazer um sutiã Playtex Cross-Your-Heart tamanho 16.

O nosso divórcio foi mútuo e ele foi finalizado em 1990. Ryan estava tão consumido pela sua mudança que o nosso casamento tornou-se secundário.

Ela disse que o seu ex-marido "avançou rapidamente com a sua vida, encontrando outro transsexual homem-para-mulher num dos encontros entre transgéneros. Eu estava fora do país quando o seu novo parceiro me ligou para dizer que o pénis de Ryan havia sido removido com sucesso."

Ela disse que ficou sem reacção antes de responder que o novo parceiro do ex-marido provavelmente acreditava que isso eram "boas notícias". Mas isso terminou com aquele que foi o capítulo mais feliz da minha vida. "O homem que eu havia amado deixou de existir."

O fim de casamento de cortar o coração deixou-a emocionalmente marcada e incapaz de se comprometer com outra pessoa.

Tive relacionamentos, a maioria deles breves, e não permiti que eu voltasse a apaixonar-me. Não me arrependo do meu casamento, visto que ele me deu alegria durante muitos anos. Certamente que não culpo o Ryan nem a mim mesma pelo que aconteceu, mas lamento as repercussões da sua decisão de alterar a sua anatomia.

A sua história, um conto raro sobre a forma como a transição dum transgénero prejudica aqueles que lhe são próximos e que lhe amam, foi disponibilizada como forma de alargar o debate em torno da práctica (que é mais aceite na Austrália culturalmente liberal).

A maior parte das histórias dos transgénero são contadas do ponto de vista da pessoa que muda, e não do ponto de vista da família. Acho que é importante que se conte o outro lado da história visto que os efeitos têm um alcance bem amplo junto daqueles a quem isto afecta.

Fonte

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