segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O movimento homossexual e o abuso de menores

Por Steve Baldwin

Temos assistido nos últimos tempos a avanços consideráveis por parte do movimento homossexual na nossa cultura Judaico-Cristã. Personagens homossexuais são a norma nas comédias de situação ("sicom"); tornou-se comum atacar os Escuteiros; a propaganda homossexual inunda muitas escolas públicas; quase todas as denominações religiosas fizeram uma "revisão" o seu entendimento do ensino Bíblico em torno do homossexualismo; e a agenda legislativa dos "direitos" dos homossexuais tem sido bem sucedida para além das aspirações mais ambiciosas dos proponentes.

No entanto, o impacto destrutivo do homossexualismo na Civilização Ocidental raramente é discutido pelos repórteres, colunistas, líderes religiosos, políticos ou por qualquer pessoa no geral. Até mesmo algumas publicações conservadores escolhem ignorar este tópico, preferindo em seu lugar publicar artigos que promovem uma maior tolerância ao estilo de vida homossexual. De facto, no que toca à questão homossexual, os conservadores parecem divididos entre a atitude "vive e deixa viver" e aquela que conclui que a agenda homossexual terá que ser cerceada se a cultura Judaico-Cristã quiser sobreviver.

No entanto, evidências sobrepujantes dão apoio à tese de que o homossexualismo é um desvio sexual, e que o mesmo normalmente faz-se acompanhar por distúrbios que têm consequências terríveis para a nossa cultura. Uma vasta quantidade de dados (que demonstram a natureza depravada do estilo de vida homossexual) é ignorada pelos média, bem como pelos líderes das profissões psicológicas, psiquiátricas e médicas. É difícil revelar o lado sombrio da cultura homossexual sem parecer ser duro. No entanto, chegou a hora de reconhecer que o comportamento homossexual ameaça o fundamento da civilização Ocidental: a família nuclear.

Uma manifestação inconfundível do ataque à unidade familiar são os esforços do movimento homossexual de atacar as crianças - tanto para satisfação sexual própria, mas também como forma de aumentar a dimensão do movimento homossexual. A comunidade homossexual e os seus aliados mediáticos ridicularizam este argumento, insistindo que isto nada mais é que uma táctica de demonização do movimento homossexual. Afinal, alegam eles, o abuso de menores por parte de heterossexuais é um problema maior.

Infelizmente, a realidade é mais estranha que a ficção. As pesquisas confirmam que não só a taxa de abuso de menores por parte de homossexuais é muito maior que a taxa de abuso de menores por parte de heterossexuais, como também que a cultura homossexual mainstream regularmente promove actividade sexual com crianças. Os líderes homossexuais repetidamente alegam por uma maior liberdade para se envolverem em actos homossexuais "consentidos" com crianças, e pesquisas cegas revelam um elevado e chocante número de homossexuais que admitem terem tido contacto sexual com menores. De facto, quem lidera a campanha mundial de redução da idade de consentimento é a comunidade homossexual.

Esta tendência avança à custa da segurança das nossas crianças. O incidente em Los Angeles, envolvendo casas de abrigo geridas pela organização "Gay and Lesbian Adolescent Social Services" (GLASS) exemplifica este perigo. A GLASS recebe dinheiro dos contribuintes para ajudar jovens problemáticos encaminhados até eles por parte de vários condados do sul da Califórnia, mas o próprio site da GLASS deveria ser aviso suficiente. A GLASS acredita que as crianças nascem homossexuais (um ponto de vista sem qualquer suporte científico) e anunciou que eles se focam em "jovens que se encontram confusos em relação à sua identidade sexual". O site linka-se a uma miríade de sites homossexuais que centrados nos jovens, incluindo um que promove um livro que promove sexo com crianças. A fundadora e antiga directora-executiva da GLASS, Teresa DeCrescenzo, editou um livro que ajuda os jovens a descobrir o seu homossexualismo.

Não foi surpresa alguma o facto do Departamento de Serviços Sociais da Califórnia [DSSC] ter descoberto que "em numerosas ocasiões, começando em 1994, adultos afiliados à GLASS, incluindo membros do staff directivo e voluntários, abusaram sexualmente ou molestaram crianças que haviam sido colocadas sob os cuidados da GLASS." O DSSC apurou que DeCrescenzo, ciente das alegações de abuso, determinou que a conduta do staff não fosse imprópria. Aparentemente, DeCrescenzo acredita que o abuso sexual faz parte do processo de "sair do armário" que ela glorifica nos seus livros.

Seria de pensar que uma fábrica de abuso de menores mascarada de casa de apoio fosse motivo mais do que suficiente para que o Senado da Califórnia fechasse toda a operação de casas de apoio sob a gestão da GLASS. Surpreendentemente, o estado da Califórnia, permitindo que a GLASS continuasse com as suas operações, removeu alguns poucos indivíduos e colocou a organização em "liberdade condicional". Embora incidentes de abuso adicionais tenham ocorrido nas instalações da GLASS em 1999, eles continuam com as suas operações [ed: e provavelmente com as suas molestações] até aos dias de hoje.

Uma investigação levada a cabo pelo Los Angeles Times apurou que, em alguns casos, "ficou a ideia de que as autoridades não investigaram de forma completa estes incidentes." De facto, nenhuma pessoa foi acusada por parte de Bill Lockyer (Procurador-Geral e ávido defensor da agenda homossexual) de abusar ou de colocar em perigo menores. Afinal, isso seria um gesto "odioso". Se tal grupo fosse operado por heterossexuais, as instalações haveriam de ter sido fechadas, as licenças revogadas, e haveriam de ter sido feitas várias acusações criminais.

Os activistas homossexuais não só têm como alvo as casas de grupo para jovens, mas todos os projectos que envolvam jovens. Quando em 1993 uma família da Califórnia processou os Escuteiros por expor o seu filho a um líder de Escuteiros que o abusou, os Escuteiros foram obrigados a entregar aos queixosos 25,000 páginas de documentos. Este olhar sem precedentes ao mundo dos pedófilos dentro dos Escuteiros revelou que milhares de rapazes foram abusados pelos líderes de Escuteiros e outros voluntários entre 1971 e 1991, resultando na expulsão de mais de 1,800 voluntários dos Escuteiros por actividades pedófilas.

Os documentos revelam que alguns líderes de Escuteiros abusaram de mais de 40 rapazes antes de terem sido apanhados, e que muitos, depois de serem apanhados, simplesmente foram para outro grupo de Escuteiros e continuaram a abusar de rapazes.

Os activistas homossexuais distorceram o abuso de crianças dentro dos Escuteiros como um problema heterossexual, no entanto, uma análise aos casos mais importantes revela que os abusadores dentro dos Escuteiros sentem atracção exclusiva por rapazes, e muitos levam estilos de vida homossexual mainstream. John Hemstreet é um exemplo típico. Hemstreet é um abusador de crianças condenado, antigo líder dos Escuteiros, e actualmente é o presidente da filial em Toledo (Ohio) do grupo "Parents and Friends of Lesbians and Gays" (PFLAG) - um dos grupos que actualmente está a levar a cabo uma guerra aos Escuteiros da América.

Incrivelmente, o grupo pró-pedofilia com o nome de "North American Man Boy Love Association" (NAMBLA), que se intitula como um grupo homossexual, escreveu uma carta aos escritórios nacionais dos Escuteiros, apelando.....

......aos Escuteiros da América que colocassem um ponto final da discriminação contra as pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação dos seus líderes de escuteiros e na sua membrasia. Isto irá permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida, e permitir que aqueles que genuinamente queiram servir os rapazes façam isso mesmo.

Usando uma lógica distorcida, os académicos pró-homossexualistas alegaram nas mais variadas publicações científicas que o abuso de rapazes não é um assunto relativo ao estilo de vida homossexual, e que esses homens não eram realmente homossexuais.

É incrível que os propagandistas homossexuais e "peritos" em sexologia tenham sido bem sucedidos na decepção do público e dos média, e que os tenham levado a acreditar que o foco exclusivo de um homem em rapazes jovens não pode ser definido como homossexualismo! Mas se uma atracção exclusiva de homens por outros membros do sexo masculino de qualquer idade não é homossexualismo, então o que é o homossexualismo?

Por um lado, os activistas homossexuais alegam publicamente que o abuso de rapazes não faz parte do estilo de vida homossexual, mas por outro lado, estão, calmamente, a estabelecer os parâmetros legais que isentam o abuso sexual de rapazes de processos legais com base nas leis contra a discriminação. Por exemplo, no Nevada um homem de 42 anos foi preso por abusar sexualmente dum rapaz de 16 anos, mas não foi processado pelo procurador-geral sob a justificação de que acusar este homem de algum crime iria "discriminar contra uma classe de pessoas". O promotor-adjunto acrescentou ainda que acusar o homem "seria destacar os homossexuais".

Há anos que os conservadores alegam que as assim-chamadas leis contra a discriminação iriam eventualmente conferir protecções legais a várias prácticas homossexuais. Parece que esse tempo está a chegar mais cedo do que se pensava.

Pesquisas levadas a cabo ao estilo de vida homossexual confirmam que o mesmo é quase exclusivamente uma cultura voltada para os jovens. Muito poucos homossexuais exibem preferência por homens mais velhos; alguns homossexuais admitem um foco nos adolescentes, outros nos rapazes pré-púberes, e muitos atravessam as categorias; todas estas categorias são sub-conjuntos da depravação homossexual.

Mais ainda, a maior parte dos pedófilos considera-se homossexual. Num estudo de 1988 publicado no Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos qualificou-se como homossexual ou bissexual. A Dr. Jennifer James, perita na prostituição infantil, relata que, nos últimos 15 anos, o número de rapazes prostitutos que se identificam como homossexuais aumentou de 10% para 60%.

A maior parte do público não está ciente da NAMBLA, grupo que promove abertamente a actividade sexual com menores e que alega que os amantes-de-rapazes respondem às necessidades dos rapazes que eles amam. Actualmente, a NAMBLA está a ser alvo duma acção legal colectiva por parte de pais cujos filhos foram sexualmente abusados e, como aconteceu por uma vez, assassinados por pessoas associadas a NAMBLA.

Publicamente, as organizações homossexuais mainstreamdistanciam-se da NAMBLA - algo que tem que ser visto como um truque de relações públicas uma vez que as lideranças dos grupos homossexuais estão cientes que uma associação pública com a NAMBLA iria causar danos sérios aos seus propósitos se o público viesse a descobrir a verdade.

A realidade dos factos é que a NAMBLA não só se descreve como parte da aliança dos direitos dos homossexuais, como há também o facto da sua literatura declarar que um dos seus propósitos é "cooperar com os outros movimentos de lésbicas e de gays, bem como com outros movimentos tendo em vista a liberação sexual." A NAMBLA chega até a "disponibilizar apoio financeiro e outro tipo de assistência aos grupos de jovens GLB [gays, lésbicas e bissexuais]. . . . "

De facto, algumas secções da NAMBLA levam a cabo os seus encontros nos centros de organizações homossexuais mainstream, tais como o "Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center". Os encontros e as conferências da NAMBLA têm sempre líderes homossexuais e palestrantes da corrente principal do movimento homossexual. Por exemplo, Don Kilhefner, do "Los Angeles Gay Community Service Center", deu um discurso aos membros da NAMBLA de Los Angeles NAMBLA sobre o tema "A Importância do Amor Entre Homens e Meninos Dentro da Comunidade Homossexual" ["The Significance of Man/Boy Love in the Gay Community"].

A mais abrangente rede social homossexual, Queer Resource Directory (www.qrd.org), linka-se a todos os grupos homossexuais do país, incluindo a NAMBLA e outros grupos que se focam nos jovens. A NAMBLA toma parte das paradas de "orgulho" gay com o aprovação da liderança homossexual.  Os líderes mais proeminentes do movimento homossexual dão o seu apoio à NAMBLA e aos seus objectivos.

Escritores homossexuais tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault todos escreveram de modo favorável em relação à NAMBLA, ou em favor dos relacionamentos entre homens e rapazes. Harry Hay, que muitos consideram ser o fundador do movimento homossexual Americano, convidou membros da NAMBLA para marcharem com ele na parada dos direitos dos homossexuais em 1993 ("March on Washington"). Ele marchou também na parada de orgulho homossexual de 1986, em Los Angeles, usando uma t-shirt onde se lia "A NAMBLA caminho comigo".

Os jornais e as revistas homossexuais mainstream, tais como a Advocate, Edge, Metroline, The Guide, e The San Francisco Sentinel, não só publicaram artigos e colunas  favoráveis à NAMBLA, como muitos editorializaram em favor da NAMBLA e do sexo com crianças. O editor do The Guide, Ed Hougen, declarou numa entrevista dada à  Lambda Report, que:

Acredito que eles [NAMBLA] estão, de modo geral, interessados nos direitos dos jovens de serem sexuais........ Fico feliz com a existência de grupos como a NAMBLA, grupos que estão dispostos a serem corajosos.

O San Francisco Sentinel foi ainda mais directo:

A posição da NAMBLA em relação ao sexo não é irracional. Quando um rapaz homossexual de 14 anos aborda um homem como forma de ter sexo, então ele quer ter sexo com esse homem.

Temos também o estatuto da NAMBLA como organização que faz parte da "International Lesbian and Gay Association" (ILGA), que a dada altura chegou a ser reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG que representava a comunidade homossexual mundial. Quando a membrasia da NAMBLA dentro da ILGA se tornou pública, um redemoinho de controvérsia internacional teve início. Alguns líderes homossexuais olhavam para esta atenção como algo prejudicial para a imagem e para os propósitos do movimento homossexual e apelaram para a expulsão da NAMBLA por motivos puramente políticos.

No entanto, os média falharam ao não reportar que a própria ILGA albergou palestras sobre a pedofilia, e que em 1985, 1988 e 1990 havia aprovado resoluções que apelavam à abolição das leis da idade de consentimento, alegando que "as leis em torno do consentimento para relacionamentos homossexuais servem mais para oprimir do que proteger", e dando o seu apoio "ao direito de cada indivíduo, independentemente da idade, de explorar e desenvolver a sua sexualidade".

Eventualmente, e em reacção à legislação congressional que ameaçava reduzir em 119 milhões de dólares o apoio financeiro, em 1995 as Nações Unidas expulsaram a ILGA por esta se recusar em colocar um ponto final na sua relação com meia dúzia de grupos-membros que advogavam ou promoviam a pedofilia. De modo bastante revelador, e embora a ILGA tenha expulso a NAMBLA (o que muitos dizem ter sido uma expulsão táctica), a ILGA não conseguiu recolher apoio suficiente entre os seus membros para expulsar organizações pró-pedofilia mais poderosas e mais discretas provenientes da Alemanha e de outros países.

É bastante revelador o facto da maior coligação homossexual do mundo - a ILGA - ter preferido ser excluída das deliberações das Nações Unidas do que levar a cabo uma votação para expulsar os grupos que propõe o sexo com as crianças.

Para além do apoio à NAMBLA por parte das principais organizações homossexuais, existe um vasto leque de evidências que revelam que os homossexuais são a força motora por trás do aumento da epidemia do abuso de menores. De facto, durante os últimos 15 anos a comunidade homossexual e os seus aliados académicos publicaram uma enorme quantidade de artigos alegando que o sexo com crianças não era prejudicial para as crianças, mas, como declarado numa revista homossexual, "constitui um aspecto da vida gay e lésbica".

Tais artigos apareceram em revistas pró-homossexualistas académicas tais como The Journal of Homosexuality, The Journal of Sex Research, Archives of Sexual Behavior, e The International Journal of Medicine and Law. O conselho editorial da mais importante revista académica pedófila, Paidika, encontra-se dominado por académicos homossexuais proeminentes, tais como John DeCecco (professor na "San Francisco State University"), e que por acaso também edita o Journal of Homosexuality.

De facto, o The Journal of Homosexuality é o mais importante jornal académico mainstream do mundo homossexual; no entanto este jornal publicou uma edição-dupla especial sob o título,"Male Intergenerational Intimacy", contendo dezenas de artigos caracterizando a actividade sexual entre um homem e um menor como um relacionamento amoroso. Um dos artigos declara que os pais devem olhar para o pedófilo que ama o seu filho "não como um concorrente ou um rival, não como um ladrão da sua propriedade, mas como um parceiro na educação do rapaz, alguém a ser bem recebido dentro de casa."

De modo semelhante, as publicações homossexuais mainstream não fazem qualquer tipo de esforço para esconder o seu ponto de vista pró-pedofilia. Por exemplo, BLK, uma importante publicação homossexual negra, defende a pedofilia num artigo com o título de "Devem os Homens Que Aman Rapazes Ser Culpados de Má Conduta Sexual?"

O mais importante jornal homossexual de São Francisco, o The Sentinel, editorializou que "O amor ente o homem e os rapazes encontra-se no centro da homossexualidade."  Em 1995, a revista homossexual Guide declarou:
É motivo de orgulho o facto do movimento homossexual ter albergado as poucas vozes que tiveram a coragem de dizer abertamente que as crianças são, naturalmente, seres sexuais, que merecem o direito de expressão sexual com quem quer que eles queiram...... temos que prestar atenção aos nossos profetas. Em vez de termos medo de sermos qualificados de pedófilos, temos que anunciar publicamente que o sexo é bom, incluindo a sexualidade das crianças...... Temos que fazer isto pelo bem das crianças. 
Sem qualquer tipo de equívoco, a Guide está a declarar que os homossexuais devem abusar de crianças para o bem das crianças!

Embora os média convencionas aparentemente se tenham recusado a levar a cabo uma iniciativa investigativa de exposição ao movimento homossexual, não é difícil encontrar apoio ao sexo com crianças junto das publicações de proeminentes líderes homossexuais. Por exemplo, o fundador da ínfame grupo homossexual ACT-UP, Larry Kramer, escreveu no seu livro, "Report from the Holocaust: The Making of an AIDS Activist":

Naquelas situações onde a criança tem relações sexuais com os seus anciãos mais velhos, sejam eles professores ou outra coisa qualquer, eu proponho que frequentemente, muito frequentemente, a criança deseja a actividade - chegando até a solicitá-la.

Numa carta enviada ao editor dum jornal homossexual, Andy Humm, líder importante dum dos maiores grupos de jovens homossexuais dos Estados Unidos - Advocates for Youth - disse:

Ninguém pode ver os seus direitos civis básicos negados devido à sua orientação, quer essa pessoa seja homossexual, heterossexual, transsexual, transvestida, pedófila, sadista, masoquista, assexual, ou o que quer que possa ser imaginado. . . . Estas são, nelas mesmas, variações naturais.

Uma análise de conteúdo levada a cabo em 1995 pela Dra. Judith Reisman (do "Institute for Media Education") com especial foco na publicidade no jornal homossexual mais influente do país - The Advocate - revela que 63% dos anúncios buscavam ou ofereciam serviços de prostituição; muitos deles solicitam abertamente rapazes. O The Advocate também publicita o "Boneco-Rapaz Penetrável . . . disponível em 3 posições provocantes."

Reisman apurou que o número de imagens de rapazes por cada edição do The Advocate era, em média, de 14. Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia com o nome de Update, são suficientemente descarados para publicitar donativos para custos legais de homossexuais presos por abuso de menores.

De facto, a NAMBLA bem como outra literatura pró-pedófila podem ser encontradas onde quer que os homossexuais se reunem (livrarias, balneários, festivais, bares homossexuais e afins...).  Quando Peter LaBarbera, líder do grupo "Americans for Truth About Homosexuality", pediu ao gestor duma das principais livrarias de Boston - Glad Day Bookshop - que parasse de vender literatura pedófila, este último disse:

A nossa política é vender tudo que se encontra disponível para a comunidade [homossexual].

O dono duma proeminente loja de livros de Filadélfia - Giovanni’s Room - retirou a literatura da NAMBLA das suas prateleiras apenas e só depois de ameaças de boicote, mas mesmo assim comentou:

Acho que é um dia estranho para a cultura gay quando começamos a banir coisas só porque elas nos deixam pouco à vontade. . . . especialmente quando essas coisas são o fundamento da literatura homossexual. Se nós retirássemos todos os livros que têm temas sexuais adulto-jovem, não nos sobrariam muitas novelas, memórias ou biografias.

Segundo o escritor Philip Guichard, num artigo presente no "Village Voice", os mais importantes livros de ficção homossexual do mercado actual estão cheios de relatos idílicos de relacionamentos intergeracionais. Em 1998, Doubleday publicou um livro com o nome de "The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read", e ele promovia imensas obras que caracterizavam o sexo com rapazes duma forma positiva. A cadeia de livrarias "Border" vende um livro - "A History of Gay Literature: The Male Tradition" - que inclui um capítulo dedicado à história da literatura pró-pedofilia como parte indisputável da história da literatura homossexual.

A "Gay Men’s Press" publica uma lista de bestsellers onde se fazem presentes livros tais como "Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys", e "For a Lost Soldier". Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedofilia. A autoritária "Encyclopedia of Homosexuality" alega reconhecer que "até recentemente os relacionamentos homem-rapaz eram aceites como parte - e de facto, parte maior - da homossexualidade masculina."

O importante dicionário da cultura homossexual com o nome de "The Queens’ Vernacular" lista 254 das suas 12,000 palavras como termos relacionados ao sexo com rapazes.

Uma das maiores editoras de literatura homossexual e de livros homossexuais - a Alyson Publications - também publica livros simpatéticos com a pedofilia tais como "Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men". Este livro contém instruções detalhadas para os homossexuais que queiram evitar serem descobertos e presos por terem relações sexuais com rapazes:

Evitem situações onde um certo número de homens estão a ter relações com o mesmo rapaz - ou com o mesmo grupo de rapazes - durante um determinado tempo.

O que a maior parte das pessoas não sabe é que a "Alyson Publications" é provavelmente a maior produtora de literatura pró-homossexualismo e material de leitura para as escolas públicas. Infelizmente, este mercado está a crescer a um ritmo tremendo. O livro infame "Heather has Two Mommies", que está a ser actualmente usado nas escolas públicas como forma de educar as crianças em favor do homossexualismo, foi publicado pela "Alyson Publications". Até o alegado lugar de nascimento do movimento homossexual moderno, o "Stonewall Bar" em Nova York, era um lugar conhecido por ser um local onde os homossexuais mais velhos combinavam encontros sexuais com rapazes.

As conferências homossexuais "mainstream" normalmente listam discursos sobre o sexo intergeracional (tal como ele é chamado nos dias de hoje). Por exemplo, numa das maiores reuniões homossexuais do país, a convenção anual do "National Gay Lesbian Task Force" exibiu um workshop durante a sua conferência de 2001 com o título de "Your Eyes Say Yes But the Law Says No", que incluiu um discurso dum activista S&M em torno da forma como as leis estão a afectar o sexo intergeracional. A convenção teve também presente outro workshop com o título de "Drag 101: How to Turn Kids in Make-up into Kings and Queens."

Peguem num jornal homossexual ou numa publicação de viagens de cariz homossexual, e encontrarão anúncios para turismo sexual em Burma, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia, e outros países infames por prostituição de rapazes. A publicação de revelações relativas a tal turismo feita por ex-homossexuais revelou que milhares de homossexuais Americanos estão a "patrocionar" rapazes prostitutos por todo mundo.

O mais famoso guia de viagens homossexual, Spartacus Gay Guides, encontra-se repleto de informação sobre os sítios onde os homossexuais podem encontrar rapazes com quem ter relações sexuais e, como aviso amigável, lista as penas legais aplicadas pelos vários países a quem é apanhado em actos de sodomia com rapazes. O governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 rapazes prostitutos trabalham nas praias como resultado da elevada procura por parte de abastados homossexuais Ocidentais.

Mas o pequeno segredo sujo da comunidade homossexual Americana são os milhares de rapazes prostitutos que os servem dentro das nossas fronteiras.Um livro que revela o mundo da prostituição de rapazes - "For Money or Love, Boy Prostitution in America" - revela que os rapazes não só se estão a vender em cidades como Nova York, Los Angeles, São Francisco, Filadélfia, Chicago, Baltimore, e Nova Orleãs, mas também nas pequenas cidades um pouco por todo o país. No calão de rua, estes rapazes são conhecidos como "chickens" e os seus clientes são conhecidos como "chickenhawks."

Os sites de internet de cariz homossexual não são diferentes; uma busca rápida pelos termos "gays" e "rapazes" facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com rapazes jovens e/ou que contêm pornografia infantil. De facto, foram os grupos homossexuais mainstream que deram entrada a processos legais que visavam bloquear a "Virginia Legislation", aprovada em 2001, que restringia o uso da Internet para sites que se revelassem prejudiciais para as crianças (tais como salas de conversação normalmente usadas pelos pedófilos como forma de encontrar as sua vítimas).

Semelhantemente, a condenação dum pedófilo de Iowa por ter exibido vídeos pornográficos a rapazes menores gerou um protesto geral por parte dos activistas homossexuais depois da condenação ter sido confirmada pelo Tribunal Supremo de Iowa.

O Santo Graal do movimento pedófilo é a redução ou eliminação de todas as leis em torno da idade de consentimento. Os principais guerreiros desta batalha política e legal são os grupos homossexuais "mainstream". Robert Knight e Frank York do grupo "Family Research Council" já documentaram isto de modo minucioso num relatório.

Começando em 1972, o "National Coalition of Gay Organizations" adoptou uma "plataforma dos direitos dos gays" que incluia a "revogação de todas as leis que governam a idade de consentimento sexual".

São os activistas homossexuais dentro das Nações Unidas que estão a fazer pressão de modo a conferir direitos sexuais aos menores. Na Inglaterra, a campanha está a ser liderada pelos grupos homossexuais Outrage! e Stonewall. O grupo homossexual Holandês "Association for the Integration of Homosexuality" foi bem sucedido na redução da idade de consentimento para 12 anos na Holanda. Apoiando os seus esforços estava outro grupo homossexual com o nome de COC, que declarou:
A liberação da pedofilia tem que ser vista como um tópico gay........ [e portanto] as idades de consentimento têm que ser, desde logo, abolidas..... ao reconhecer a afinidade entre a homossexualidade e a pedofilia, o COC muito provavelmente facilitou o trabalho dos homossexuais adultos de se tornarem mais sensíveis aos desejos eróticos dos membros mais jovens do seu sexo, e desde logo, alargando a identidade homossexual.
No Canadá, o esforço de redução da idade de consentimento está a ser liderado pelos activistas homossexuais e por um defensor da NAMBLA com o nome de Gerald Hannon. Na América, para além da NAMBLA, o esforço tem o apoio da maior parte das organizações homossexuais tais como a "National Gay Task Force". Verdadeiramente, a manifestação homossexual anual com o nome de "March on Washington" invariavelmente emite uma "declaração de exigências" que inclui a abolição das idades de consentimento. No Hawaii, os grupos homossexuais locais foram bem sucedidos na redução da idade de consentimento para 14.

Na verdade, é difícil encontrar um defensor da redução da idade de consentimento que não seja um activista homossexual.

O que é que a literatura académica diz, então, da relação entre o homossexualismo e o abuso de crianças? Muito. Os estudos científicos confirmam uma pré-disposição pedofílica muito forte entre os homossexuais. Num artigo de 1985 para o "Psychological Reports", Paul Cameron, psicólogo e fundador do grupo "Family Research Institute", reviu mais de 19 relatórios académicos e estudos analisados por pares e apurou que os homossexuais são responsáveis por entre 25% a 40% de todos os casos de abuso de menores.

Em 1985, os pesquisadores sexuais Freund, Heasman, Racansky, e Glancy, por exemplo, e num artigo presente no "Journal of Sex and Marital Therapy", colocaram o número nos 36%. Erickson, Walbek, Sely, num artigo de 1988 para o "Archives of Sexual Behavior", colocam o número nos 86% quando as crianças são abusadas por um homem.

No entanto, tem que ser salientado que os homossexuais são apenas 2% da população, o que estatisticamente significa que um violador de menores é entre 10 a 20 vezes mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual. Dito de outra forma, os abusos de menores feitos por heterossexuais são proporcionalmente uma fracção quando comparados com os abusos de menores feitos por homossexuais. Os estudos mais recentes confirmam esta estatística. Em 2000, o "Archives of Sexual Behavior" publicou um artigo escrito por 7 pesquisadores sexuais, e o mesmo conclui que "cerca de 40% dos homens com atracção por crianças tem preferência por rapazes. Portanto, a taxa de atracção homossexual é 6-20 vezes mais elevada entre os pedófilos."

Em 1987, Eugene Abel (perito na violência sexual e professor de psicologia) publicou um artigo no "Journal of Interpersonal Violence" onde ele conclui que os homossexuais abusam rapazes com uma incidência cinco vezes mais elevada que o abuso de raparigas. Num artigo de 1992 publicado no "Journal of Sex and Marital Therapy", os pesquisadores sexuais K. Freud e R. I. Watson apuraram que os homens homossexuais são três vezes mais susceptíveis que os heterossexuais de se envolver na pedofilia, e que o pedófilo comum vitimiza entre 20 a 150 rapazes antes de ser preso.

Outros dados vieram entretanto confirmar o facto do sexo com rapazes ser um estilo de vida entre os homossexuais. Em 1993, o "United States Army, Office of Judge Advocate", emitiu um estudo que analisou 102 condenações levadas a cabo por um tribunal marcial relativas a soldados envolvidos em actos homossexuais durante um período de 4 anos. O estudo apurou que em 47% dos casos, os homens homossexuais vitimaram um jovem.

O grupo "Family Research Institute" levou a cabo uma análise de conteúdo às histórias de abuso de rapazes reportadas por cinco grandes jornais e apurou que 40% dessas histórias envolviam homossexuais, embora este número seja inferior ao real devido ao facto de muitos repórteres não revelarem que o violador é homossexual mesmo que o tal repórter saiba que essa é a verdade.

Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores sexuais Alan Bell e Martin Weinberg apurou que 25% dos homossexuais brancos tiveram relações sexuais com rapazes de 16 anos ou com idade inferior. O "Family Research Institute" levou a cabo um estudo e apurou que "os homossexuais eram 11 vezes mais susceptíveis que os heterossexuais exclusivos de ter tido relações sexuais com um homem quando eles tinham menos que 13 anos." Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores e activistas homossexuais   Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais pesquisados haviam tido relações sexuais com rapazes com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, ou mais novos ainda.

Num estudo focado na violação masculina, levado a cabo pelo "American Journal of Psychiatry", foi apurado que 6% das vítimas de violação que se reportaram nos "Philadelphia Rape Crisis Centers" eram rapazes com menos de 16 anos, e eles não haviam sido abusados por mulheres.

No entanto, este tipo de comportamento é considerado normal nos círculos psiquiátricos devido à influência dos psiquiátras homossexuais dentro do "American Psychiatry Association". Foi esta convenção política que se encontra dentro deste grupo que o levou a re-escrever o critério para a pedofilia. A nova definição de pedofilia define o sexo com uma criança como uma desordem psicológica apenas e só se ela causar "sofrimento clinicamente significativo"  no abusador! Segundo esta nova definição, a maior parte das pessoas que abusa menores são pessoas perfeitamente normais!

O "American Psychological Association" parece também ter tido simpatias semelhantes quando publicou um artigo desleixado e cheio de erros no seu "Psychological Bulletin" em Julho de 1998, alegando que não existiam pesquisas que documentavam a alegação de que o abuso de menores era prejudicial para as crianças, e que "um encontro desejado, com reacções positivas, deveria ser apenas classificado de sexo entre um adulto e uma criança", ignorando termos tais como "abuso de crianças" e "vítima".

Não houve qualquer clamor por parte da comunidade homossexual. De facto, eles ou permaneceram calados ou defenderam publicamente o artigo. Um dos jornalistas homossexuais mais proeminentes da nação, Andrew Sullivan, atacou os críticos do estudo no "New York Times". No "National Journal", o jornalista homossexual   Jonathan Rauch apoiou de modo firme o estudo, e alegou que o abuso de menores deveria ser chamado de "sexo entre um adulto e um adolescente".

A epidemia do abuso de rapazes que está a ocorrer ao mesmo tempo que ocorre a ascenção da agressiva subcultura homossexual não é uma coincidencia: devido ao vírus da SIDA, um abuso sexual é frequentemente uma sentença de morte. Para além disso, o "Journal of the American Medical Association" reportou que 50% das vítimas masculinas da SIDA reportaram já terem tido uma relação sexual com um homem adulto quando atingiram os 16 anos de idade, e que 20% reportou já ter tido uma relação com um homem adulto quando haviam atingido os 10 anos de idade.

O "Center of Disease Control" (CDC) reportou recentemente que, por volta do ano 2000, existiam cerca de 31,293 casos de SIDA na faixa etária 13-24. O "The HIV/AIDs Surveillance Reports" mantido pelo CDC demonstra que por volta dos últimos anos, cerca de metade das vitimas do HIV que se encontram faixa etária 13-24 foram infectados devido ao sexo com um adulto.

No entanto, é preciso levar em conta que devido ao período de incubação da doença HIV/SIDA, muitos destes rapazes e destes jovens haviam sido infectados em períodos que poderiam chegar aos 10 anos prévios, antes do seu caso ser reportado. Isto traduz-se mais ou menos em 15,000 rapazes que foram infectados por homens adultos desde que o CDC começou a compilar esta informação. Isto é uma epidemia que ninguém tem a vontade de falar.

A resposta tem sido, em vez disso, um aumento dos esforços da comunidade homossexual de comprometer todos os grupos de jovens possíveis e imaginários, e uma inundação das escolas públicas de currículos, aconselhamento, e actividades socias pró-homossexualistas. O YMCA, as Escuteiras, e os Big Brothers, apesar de também estarem todos eles atormentados com incidentes de abuso sexual, capitularam perante as campanhas de pressão levadas a cabo pelos grupos homossexuais.

De facto, líderes das Escuteiras, escrevendo no livro de 1997 com o título de "On My Honor: Lesbians Reflect on their Scouting Experience", revelam que as Escuteiras encontram-se inundadas com lésbicas - um terço do seu staff profissional é composto por lésbicas - e elas começaram até com um programa de orientação lésbico! Actualmente, na lista de grupos de jovens Americanos com expressão significativa, os Escuteiros encontram-se sozinhos na luta contra a agenda homossexual - e isso explica o porquê deles estarem a ser alvo de tantos ataques legais, legislativos e culturais.

Mais ainda, os média esquerdistas imitem qualquer menção ao homossexualismo da pessoa sempre que falam de incidentes de abuso sexual, e isto é reforçado através da pressão feita por grupos homossexuais. A "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" (GLADD) divulgaram um "guia mediático" aos repórteres nacionais, onde eles apelam a que:
A orientação sexual do criminoso nem sempre é óbvia (ou relevante) tendo como base as circunstâncias do crime. . . . Como regra geral, evitem identificar uma actividade ou emoção de "homossexual" a menos que estejam dispostos a identificar a mesma actividade de "heterossexual" ou "straight" se ela for levada a cabo por alguém com outra orientação sexual.
A comunidade homossexual sabe que a tomada de todos os grupos juvenis é absolutamente necessária para a expansão do seu movimento. Eles sabem o que a maior parte dos cientistas sociais e pesquisadores sexuais sabe mas recusa-se a falar: as crianças que são abusadas homossexualmente são mais susceptíveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. Afinal de contas, uma das características mais comuns entre os violadores homossexuais é que eles mesmos foram abusados durante a sua infância.Um artigo publicado pela "American Medical Association" reportou que:
Os adolescentes que foram abusados, particularmente aqueles que foram vitimados por homens, são mais de 7 vezes mais susceptíveis de se identificarem como homossexuais ou bissexuais do que os seus pares que não foram abusados.
Chegou a hora dos oficiais eleitos pelos Americanos, bem como as autoridades de saúde, os líderes educacionais, e os agentes de autoridade, tomarem acções não só no relato da verdade dura - que o movimento homossexual tem como alvo os jovens Americanos - mas também nas acções que visam reverter esta tendência horrível. Se por acaso eles falharem nisso, consequências desastrosas abater-se-ão sobre a nossa cultura e sobre a saúde das nossas crianças.

- http://goo.gl/hhWLRW


* * * * * * *

Convém deixar bem claro que ninguém está a afirmar que todo o homossexual é pedófilo mas sim que estatisticamente e proporcionalmente falando, o pedófilo é mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual, e que o estilo de vida homossexual tem uma visão favorável da pedofilia e da efebolifia (algo confirmado por um homem homossexual).
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Transgéneros" Americanos enfrentam um maior risco de suicídio

Por Clara Moskowitz

Segundo uma pesquisa, uns impressionantes 41 porcento dos "transgéneros" Americanos já tentaram levar a cabo um suicídio. Estas estatísticas são apenas alguns dos factos preocupantes extraídos duma pesquisa efectuada a mais de 7,000 "transgéneros" e levada a cabo pelos grupos activistas homossexuais "National Center for Transgender Equality" e o "National Gay and Lesbian Task Force".

Para além dum maior risco de suicídio, os "transgéneros" enfrentam probabilidades mais problemáticas para os outros assuntos relacionados à sua saúde. Por exemplo, a pesquisa apurou que 2,64 porcento dos transgéneros estão infectados com o HIV - isto é, mais de 4 vezes mais que a média nacional (que é 0,6 porcento).

Embora muitos peritos já soubessem que a situação é complicada, os resultados desta pesquisa - a primeira a ser levada a cabo com uma amostra nacional representativa da população de "transgéneros" - ainda são surpreendentes. A psicóloga-clínica Gail Knudson, professora no departamento da medicina sexual na "University of British Columbia" e directora médica do "Transgender Health Program" no "Vancouver Coastal Health", declara:

Eu já sabia a magnitude era elevada, mas não estava à espera que as tentativas de suicídio fossem tão elevadas.

Esta taxa de suicídio na ordem dos 41 porcento junto dos "transgéneros" é 25 vezes mais elevada que a população geral, que é de 1,6 porcento. E entre os "trans" com idades compreendidas entre os 18 e os 44 a taxa de tentativa de suicídio é de 45 porcento.

(...)

Fontes: Sex Change Regret - MSNBC

* * * * * * *
Como é normal, os média tentam (sem sucesso) atribuir estas elevadas taxas ao "preconceito" e à "discriminação", mas isto é claramente falso. O problema não é externo aos "transgéneros" mas sim algo inerente do seu "estilo de vida". Dito de outra forma, os "transgéneros" têm mais problemas psicológicos devido ao que são, e não devido à forma como são tratados.

Um exemplo disto são as taxas de contágio com o HIV: que tipo de "preconceito" e "discriminação" levam a que um homem ou uma mulher se envolvam em actos sexuais potencialmente perigoso? A resposta é clara: nenhuma. As pessoas fazem isso porque querem - porque pensam que daí obterão algo de benéfico - e não porque foram vítimas de algum tipo de tratamento que os deixou psicologicamente afectados.

Dado isto, urge perguntar: se um estilo de vida leva a que quase metade dos seus aderentes tenham vontade de acabar com a sua vida, será moralmente correcto promover esse mesmo "estilo de vida" como normal? Não é mais sensato alertar as pessoas para o facto deste "estilo de vida" ser clinicamente e psicologicamente auto-destrutivo?

domingo, 25 de janeiro de 2015

A mentira do amor "gay"

Por Andrew Comiskey

O facto do mal aparecer sob a forma de luz, de fidelidade, de renovação, de necessidade histórica, de justiça social, é, para o observador com senso comum, algo que confirma a profundidade da sua maldade.

Todos nós experimentamos e reconhecemos a realidade ética não através da astúcia, não através da invenção de truques, mas apenas e só por nos posicionarmos de forma directa na verdade de Deus, e olhando para essa verdade com olhos por ela criada de forma simples e sábia. -  Dietrich Bonhoeffer

A cultura Ocidental actual foi cativada pela mentira do amor "gay". Do ídolo que nós fizemos da expressão sexual, fortalecidos pelas injustiças que nós cometemos contra as pessoas fracas na sua segurança sexual, o nosso inimigo comum idealizou uma das estratégias mais divisionistas do nosso século: ou é a maneira "gay", ou não há maneira alguma.

Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 

Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay".

Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 

A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.

Fiquei chocado com a entrevista dada pelo Cardeal Schonborn (pessoa por quem tenho profundo respeito) depois do Sínodo sobre a Família onde ele disse:

Conheço um maravilhoso casal "gay" na minha diocese e eles realmente preocupam-se um com o outro.

Com base nisto, Schonborn encorajou (e, acredito eu, falsas) mudanças na abordagem da Igreja Católica em relação às pessoas com atracção homossexual.

O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.

A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo.

Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem".

Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "descomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final.

Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor dum inimigo que "veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10).

Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.

Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos do nosso Senhor Jesus Cristo, Os quais vos diziam que, nos últimos tempos, haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.

Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos, sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia do nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna; E apiedai-vos de alguns, que estão duvidosos; E salvai alguns, arrebatando-os do fogo; tende deles misericórdia, com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne. (Judas 17-23)

- http://goo.gl/F7k2RO

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A verdade, as mentiras e o homossexualismo

Por Bill Muehlenberg

Para além da Bíblia ser clara como cristal em torno da condição pecaminosa e anormal do homossexualismo, ela diz-nos também o porquê das pessoas que se encontram dentro deste estilo de vida se rodearem de mentiras e de decepções. Os estilos de vida iníquos e rebeldes resultam numa rejeição da verdade e este ponto generalizador encontra-se bem expresso em Hebreus 3:13 onde lemos sobre "o engano do pecado". Para além disso, Romanos 1 claramente salienta este ponto, deixando-nos sem qualquer dúvida em relação ao porquê do pecado e da mentira encontrarem-se tão fortemente associadas. Em Romanos 1:18 lemos o seguinte:

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça.

Nos versículos 24-27 o Apóstolo Paulo dá-nos o seu exemplo primário disto mesmo - o pecado do homossexualismo - e no versículo 25, Paulo declara que eles "Trocaram a verdade de Deus pela mentira". Mais uma vez observamos uma ligação clara entre a imoralidade e a supressão da verdade. É por isso que sempre que lidamos com pessoas que fazem publicidade do seus estilos de vida pecaminosos no geral - o homossexualismo em particular - ficamos a saber que as mentiras e a decepção caracterizam o que eles dizem.

Eles odeiam a verdade, suprimem a verdade, e trocam a verdade de Deus pelas mentiras do inimigo. Os ataques selvagens e pervertidos aos meus dois últimos livros (dos três que escrevi em torno deste assunto) são um exemplo claro disso mesmo.

Esses dois volumes têm mais de 1200 referências, e muitas centenas deles são citações directas presentes em livros, revistas e outras fontes homossexuais. No entanto, os activistas [homossexuais] ainda assim rejeitam tudo o que por lá se encontra. Ou seja, eu cito os próprios homossexuais, eles perdem a cabeça e tentam atacar-me. Isto ocorre não só devido ao facto deles terem sido endurecidos contra a verdade, mas também porque eles preferem viver uma mentira, envolvendo-se mais ainda no seu estilo de vida imoral.

Devido a isto, quando um deles aparece em público, e tenta ser mais honesto, eles ficam loucos. Um artigo recente escrito por um homossexual Americano prova isto mesmo. No artigo "O Porquê de Já Não Querer Ser Homossexual", Luis Pabon atreve-se a dizer as coisas tal como elas são, e devido a isso, os seus amigos [homossexuais] voltaram-se contra ele. Deixem-me partilhar partes do seu texto:

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente.

O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.
(...)
Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

Este é um testemunho importante, e tudo o que temos que fazer é ler os comentários odiosos e totalmente diabólicos presentes na secção de comentários desse artigo para termos uma ideia do que eu estava a falar. Ele cometeu uma heresia gigantesca: ele admitiu que o estilo de vida homossexual é sórdido, perverso, e decadente.

As pessoas que os militantes homossexuais mais odeiam são aqueles que abandonaram por completo o estilo de vida homossexual. Um ex-homossexual desse tipo é Andrew Comiskey, que não só teve a sua vida totalmente voltada do avesso por parte do Senhor Jesus Cristo, mas que também se encontra preocupado com a mentira e com a decepção - até aquelas que se encontram dentro das igrejas actuais. No seu artigo com o título de “The Lie of ‘Gay’ Love” ele diz:
Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 
Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay". 
Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 
A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.
Ele conclui:
O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.  
A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo. Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem". 
Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "discomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final. 
Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor "dum inimigo que veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10). 
Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.
Temos aqui, portanto, dois indivíduos, um atrevendo-se a ser honesto relativamente ao seu estilo de vida, e outro sendo corajoso e confrontando as mentiras que existem dentro das nossas igrejas. Em ambos os casos, a verdade é suprema, e é essa verdade que tem que ser promovida se por acaso queremos ajudar as pessoas.

O Senhor Jesus deixou as coisas bem claras quando disse:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” ( João 8:32)

Independentemente do assunto ser o homossexualismo ou outra coisa qualquer, nós estamos desesperadamente necessitados de ouvir a verdade.

- http://ow.ly/ER4sA

domingo, 18 de janeiro de 2015

Robin Teresa Beck: Não existe um estilo de vida homossexual 'saudável'

Por Pete Baklinski

Robin Teresa Beck, de 59 anos, não tem medo de dizer aos outros, até ao Papa Francisco, que o homossexualismo transformou a sua vida num inferno diário de sofrimento, escuridão, sonhos desfeitos, e arrependimento duradouro. Depois de 35 anos de comportamento homossexual e 12 relacionamentos, Robin sabe exactamente do que está a falar:

Segundo a minha experiência, é impossível ter uma vida homossexual saudável visto que ela está em oposição à forma como Deus nos criou.

Robin qualificou de "cruel" o facto de haver líderes religiosos que olham de forma favorável para tais relacionamentos.

Foi só há 5 anos atrás que tudo mudou para Robin, que era um Protestante fervorosa que perverteu as Escrituras como forma dela se adaptar ao seu estilo de vida, quando um dia - seguindo uma vontade repentina - ele tomou a decisão de entrar uma Igreja Católica como forma de receber cinzas durante o culto de Cinzas da Quaresma. Ela só veio para as cinzas mas Deus tinha outros planos.

Robin conta a história dramática da sua vida no seu livro de 2012 com o título de I just came for Ashes. Ela cresceu num lar desunido onde ambos os pais eram alcoólicos. O seu pai era fisicamente abusivo para com a sua mãe, para além de ter problemas com o seu temperamento raivoso. 

Enquanto ainda era jovem, Robin testemunhou a forma como o seu pai batia, empurrava e "fazia coisas degradantes" à sua mãe. Ela lembra-se de estar por perto e observar a sua mãe a chorar enquanto sofria abuso. Robin vivia com medo do pai, acreditando que ele poderia matá-la à mínima provocação. 

Ela só tem uma memória de ternura por parte da sua mãe. Tinha ela cerca de 3 anos quando a sua mãe, de forma inesperada, pegou nela e confortou-a nos seus braços. Essa foi a única altura durante toda a vida infantil de Robin que ela se sentiu "segura e feliz".

A religião era uma via escapatória para Robin; ir aos cultos com a sua irmã mais velha passou a ser a sua vida. Ela ansiava que Deus a viesse salvar do abuso verbal, emocional e físico diário que ela sofria em casa. Robin ficará para sempre assombrada com o dia em que ela ficou a saber que o seu pai havia saído de casa de vez; tinha ela 7 anos. Ela lembra-se de sair de casa, olhar para o céu e gritar:

Porquê, Deus?!! Com tantas crianças no mundo, porque é que deixaste que isto acontecesse com a minha família?

Desesperada por Amor

Robin encontrava-se agora na escola secundária; o seu pai estava fisicamente ausente e a sua mãe batalhava contra uma doença debilitante. Olhando para trás no tempo, Robin entende agora que não só sentia um enorme vazio no seu coração, como encontrava-se desesperada que alguém - quem quer que fosse - lhe amasse.

Um professor de música da escola secundária reconheceu nela um dom para cantar. Ele começou a tratá-la como a filha que ele nunca havia tido. Ela deliciava-se com a atenção dele, chegando a passar muitos momentos felizes com a família dele, saboreando uma vida de amor e riso que era tão ausente na sua vida, mas que era ao mesmo tempo refrescante e tonificante. Mas depois dela acabar o ensino secundário, o relacionamento esfumou-se e Robin sentiu-se traída. Ela determinou-se a nunca mais deixar que um homem entrasse no seu coração.

Quando ela se encontrava na universidade, Robin conheceu uma mulher que a convidou para um encontro de oração carismático, onde ela sentiu o derramamento do amor de Deus e passou a estar totalmente incendiada pela fé Cristã. Robin foi ficando mais próxima da sua nova amiga. Uma relação íntima teve início, e esta rapidamente se tornou sexual. Esta relação durou sete meses, e Robin ficou devastada e de coração partido quando ela acabou.

Robin tentou fugir dos seus problemas trocando para uma universidade Bíblica. Ela ficou furiosa por descobrir um dia que a sua antiga parceira havia começado a namorar com um homem. Ela buscou aconselhamento junto das suas professoras, só para dar início a uma amizade que se tornou íntima e depois sexual no espaço de alguns meses. Robin lembra-se de estar "totalmente desorientada" durante esse período, e ter concluído que havia "algo terrivelmente errado comigo".

A relação homossexual das duas mulheres eventualmente chegou aos ouvidos da administração da universidade, que queriam despedir a professora e mandar embora Robin; no entanto, eles permitiram que ela terminasse o semestre.

Robin e a professora viveram juntas um certo número de anos, e começaram a tomar parte numa congregação onde os homossexuais congregam. Logo cedo, elas decidiram colocar um ponto final na sua actividade homossexual. Robin tinha a esperança que o relacionamento durasse para sempre, mas não durou. Robin acredita que as suas batalhas coma raiva, insegurança, possessibilidade e inveja, eventualmente afastaram a mulher de si.

"Em busca da mãe que nunca tive"

A vida de Robin continua numa espiral descendente. Na igreja homossexual [sic] que ela frequentava, Robin conheceu outra mulher que lhe convenceu que ela era verdadeiramente e realmente lésbica, mas esta relação também não durou. Mulher após mulher, relação após relação, Robin buscou desesperadamente amor que durasse, amor que realmente lhe preenchesse o desejo do seu coração.

As coisas começavam bem, e eu estava sempre segura que desta vez eu havia encontrado a parceira certa. Mas em menos de um ano, eu sentia-me miserável, questionando o que é que eu estava a fazer, a abandonar a relação.

Ela saltou de um relacionamento lésbico para outro, frequentemente sobrepondo-os, assegurando-se que ele nunca passasse um momento onde ela se encontrasse sozinha e mal-amada. Olhando em retrospectiva, Robin apercebe-se agora que ela continuamente escolheu parceiras que, como ela, tinham problemas psicológicos.

Eu tinha a esperança de encontrar uma mulher estável, amorosa e carinhosa que curasse o meu coração (ou seja, eu estava em busca da mãe que nunca tive).

Robin disse à LifeSiteNews que hoje ela acredita que "a maior parte das lésbicas que anseiam ter um relacionamento com outras mulheres têm uma deficiência no seu relacionamento com as suas mães"

Sei que isto é verdade para mim. Eu nunca obtive o carinho que precisava da parte da minha mãe. Eu tinha estas feridas com a minha mãe, e tentei curá-las voltando-me para outras mulheres, pedindo-lhes que me dessem o que a minha mãe foi incapaz.

Robin tinha agora 46 anos e estava no seu décimo-primeiro relacionamento com uma mulher casada e com filhos.

Eu deveria ter fugido dali o mais rapidamente possível, mas eu, pessoa lamentável e com pouca força de vontade, cedi às minhas necessidades emocionais e envolvi-me com ela.

Uma doença séria levou-a ao hospital durante duas semanas. Ela recuperou parcialmente a sua saúde apenas para descobrir que a sua parceira já havia tomado a decisão de acabar com o relacionamento.

Foi um dos dias mais dolorosos e de cortar o coração da minha vida.

O desgosto deu à Robin a oportunidade de examinar a sua vida.

Analisei os 11 relacionamentos conturbados e soube que Deus queria que eu organizasse os destroços, mas durante a maior parte dos dias eu não conseguia lidar com isso. Eu deitava-me n chão, com a cara para baixo, e clamava "Oh, Deus, por favor, diz-me que isto não é a minha vida!" Eu mantinha a esperança de que iria acordar e que tudo isto mais não era que um pesadelo. Mas isto era a minha vida, e eu tinha que a assumir por completo.

‘Arrependam-se e acreditem no Evangelho’

Foi por volta desta altura que, seguindo um capricho, ela entrou numa Igreja Católica numa Quarta-Feira de Cinzas, e foi à frente para receber as cinzas abençoadas. Estas cinzas foram traçadas na sua testa segundo o sinal da cruz e com as palavras: "Arrependam-se e acreditem no Evangelho." Robin sentiu que Deus estava a agitar o seu coração.

Ela fez-se presente na Missa do Domingo seguinte, e sentiu-se inexplicavelmente atraída à hóstia branca que o sacerdote deu o nome de o "Corpo de Cristo". Ela continuou a participar nas missas de Domingo.

Mas Robin não se convenceu de que o homossexualismo estava errado, continuando a acreditar que o seu problema era que ela não sabia como estabelecer "um relacionamento homossexual saudável". Outra mulher entrou na sua vida, mas desta vez Robin avançou devagar, esperando que a amizade se desenvolvesse num relacionamento para a vida toda.

As más e tristes notícias é que aquilo que havia começado como uma amizade surpreendente, que havida demorado 2 anos a ser construída, acabou em ruínas quando começamos a atravessar os limites e a avançar para áreas sobre as quais Deus havia dito "Não Avancem Mais!" E tal como havia sido a realidade com os 11 relacionamentos anteriores, este também se tornou doido e disfuncional literalmente do dia para a noite. Todas as esperanças duma união abençoada evaporaram-se (ou, melhor ainda, explodiram na minha cara).

Robin havia agora batido no fundo da sua vida, aceitando que "nunca poderia existir um relacionamento 'certo' com outra mulher". Durante a sua angustia e o seu quebrantamento, ela clamou a Deus para que Ele a ajudasse. Ele recebeu ajuda para entregar a sua sexualidade a Deus, comprometendo-se a seguir a Sua Palavra daí para a frente, independentemente das consequências. Isto aconteceu há cinco anos atrás, no fim de semana do seu 54º aniversário.

Por mais doloroso que o fim de semana do meu aniversário tenha sido, estou imensamente grata que ele tenha sido suficientemente doloroso para me acordar, e me devolver a sanidade (para além de me colocar de joelhos). Abandonei o meu estilo de vida homossexual e nem por um momento voltei a pensar em regressar.

Robin começou a receber instrução na fé Católica Romana, e recebida pela Igreja Católica durante a Páscoa de 2010. Ela acaba de celebrar o que ela chama de "caminhar em vitória". Ela acredita que este é um "milagre enorme".

E o milagre é que durante os últimos cinco anos eu tenho estado muito bem, sabendo que eu sou "alguém" especial para Deus. Tenho estado BEM com o facto de acordar por mim mesma e acordar alegrando-me com o facto de ter o relacionamento certo com Deus. É a sua graça espantosa que me sustém devido ao facto de estar sozinha. Isto é um milagre.

Se alguém lhe perguntar, Robin dirá que os últimos cinco anos da sua vida apanharam-lhe de surpresa. Ela conclui o seu livro dizendo:

Vocês têm que acreditar no que vos digo: eu nunca planeei nada disto. Fui apanhada totalmente despreparada, tomada de surpresa, ludibriada, e emboscada pela misericórdia Soberana. Estou a falar a sério! É a verdade - eu renasci das cinzas.


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Para os activistas homoeróticos, pessoas com força de vontade suficiente para abandonar o seu auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual não existem visto que se elas existirem, ficamos a saber que ser homossexual é uma escolha e um gosto - e não algo genético.

Claramente, o homossexualismo é uma escolha, e uma escolha clinicamente auto-destrutiva. A melhor coisa que se pode dizer a um homossexual é que, se ele ou ela quiser, ela ou ela pode abandonar esse "estilo de vida", e encontrar liberdade e plenitude nos Braços de Deus.



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