domingo, 25 de janeiro de 2015

A mentira do amor "gay"

Por Andrew Comiskey

O facto do mal aparecer sob a forma de luz, de fidelidade, de renovação, de necessidade histórica, de justiça social, é, para o observador com senso comum, algo que confirma a profundidade da sua maldade.

Todos nós experimentamos e reconhecemos a realidade ética não através da astúcia, não através da invenção de truques, mas apenas e só por nos posicionarmos de forma directa na verdade de Deus, e olhando para essa verdade com olhos por ela criada de forma simples e sábia. -  Dietrich Bonhoeffer

A cultura Ocidental actual foi cativada pela mentira do amor "gay". Do ídolo que nós fizemos da expressão sexual, fortalecidos pelas injustiças que nós cometemos contra as pessoas fracas na sua segurança sexual, o nosso inimigo comum idealizou uma das estratégias mais divisionistas do nosso século: ou é a maneira "gay", ou não há maneira alguma.

Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 

Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay".

Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 

A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.

Fiquei chocado com a entrevista dada pelo Cardeal Schonborn (pessoa por quem tenho profundo respeito) depois do Sínodo sobre a Família onde ele disse:

Conheço um maravilhoso casal "gay" na minha diocese e eles realmente preocupam-se um com o outro.

Com base nisto, Schonborn encorajou (e, acredito eu, falsas) mudanças na abordagem da Igreja Católica em relação às pessoas com atracção homossexual.

O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.

A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo.

Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem".

Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "descomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final.

Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor dum inimigo que "veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10).

Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.

Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos do nosso Senhor Jesus Cristo, Os quais vos diziam que, nos últimos tempos, haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.

Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos, sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia do nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna; E apiedai-vos de alguns, que estão duvidosos; E salvai alguns, arrebatando-os do fogo; tende deles misericórdia, com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne. (Judas 17-23)

- http://goo.gl/F7k2RO

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A verdade, as mentiras e o homossexualismo

Por Bill Muehlenberg

Para além da Bíblia ser clara como cristal em torno da condição pecaminosa e anormal do homossexualismo, ela diz-nos também o porquê das pessoas que se encontram dentro deste estilo de vida se rodearem de mentiras e de decepções. Os estilos de vida iníquos e rebeldes resultam numa rejeição da verdade e este ponto generalizador encontra-se bem expresso em Hebreus 3:13 onde lemos sobre "o engano do pecado". Para além disso, Romanos 1 claramente salienta este ponto, deixando-nos sem qualquer dúvida em relação ao porquê do pecado e da mentira encontrarem-se tão fortemente associadas. Em Romanos 1:18 lemos o seguinte:

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça.

Nos versículos 24-27 o Apóstolo Paulo dá-nos o seu exemplo primário disto mesmo - o pecado do homossexualismo - e no versículo 25, Paulo declara que eles "Trocaram a verdade de Deus pela mentira". Mais uma vez observamos uma ligação clara entre a imoralidade e a supressão da verdade. É por isso que sempre que lidamos com pessoas que fazem publicidade do seus estilos de vida pecaminosos no geral - o homossexualismo em particular - ficamos a saber que as mentiras e a decepção caracterizam o que eles dizem.

Eles odeiam a verdade, suprimem a verdade, e trocam a verdade de Deus pelas mentiras do inimigo. Os ataques selvagens e pervertidos aos meus dois últimos livros (dos três que escrevi em torno deste assunto) são um exemplo claro disso mesmo.

Esses dois volumes têm mais de 1200 referências, e muitas centenas deles são citações directas presentes em livros, revistas e outras fontes homossexuais. No entanto, os activistas [homossexuais] ainda assim rejeitam tudo o que por lá se encontra. Ou seja, eu cito os próprios homossexuais, eles perdem a cabeça e tentam atacar-me. Isto ocorre não só devido ao facto deles terem sido endurecidos contra a verdade, mas também porque eles preferem viver uma mentira, envolvendo-se mais ainda no seu estilo de vida imoral.

Devido a isto, quando um deles aparece em público, e tenta ser mais honesto, eles ficam loucos. Um artigo recente escrito por um homossexual Americano prova isto mesmo. No artigo "O Porquê de Já Não Querer Ser Homossexual", Luis Pabon atreve-se a dizer as coisas tal como elas são, e devido a isso, os seus amigos [homossexuais] voltaram-se contra ele. Deixem-me partilhar partes do seu texto:

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente.

O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.
(...)
Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

Este é um testemunho importante, e tudo o que temos que fazer é ler os comentários odiosos e totalmente diabólicos presentes na secção de comentários desse artigo para termos uma ideia do que eu estava a falar. Ele cometeu uma heresia gigantesca: ele admitiu que o estilo de vida homossexual é sórdido, perverso, e decadente.

As pessoas que os militantes homossexuais mais odeiam são aqueles que abandonaram por completo o estilo de vida homossexual. Um ex-homossexual desse tipo é Andrew Comiskey, que não só teve a sua vida totalmente voltada do avesso por parte do Senhor Jesus Cristo, mas que também se encontra preocupado com a mentira e com a decepção - até aquelas que se encontram dentro das igrejas actuais. No seu artigo com o título de “The Lie of ‘Gay’ Love” ele diz:
Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 
Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay". 
Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 
A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.
Ele conclui:
O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.  
A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo. Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem". 
Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "discomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final. 
Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor "dum inimigo que veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10). 
Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.
Temos aqui, portanto, dois indivíduos, um atrevendo-se a ser honesto relativamente ao seu estilo de vida, e outro sendo corajoso e confrontando as mentiras que existem dentro das nossas igrejas. Em ambos os casos, a verdade é suprema, e é essa verdade que tem que ser promovida se por acaso queremos ajudar as pessoas.

O Senhor Jesus deixou as coisas bem claras quando disse:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” ( João 8:32)

Independentemente do assunto ser o homossexualismo ou outra coisa qualquer, nós estamos desesperadamente necessitados de ouvir a verdade.

- http://ow.ly/ER4sA

domingo, 18 de janeiro de 2015

Robin Teresa Beck: Não existe um estilo de vida homossexual 'saudável'

Por Pete Baklinski

Robin Teresa Beck, de 59 anos, não tem medo de dizer aos outros, até ao Papa Francisco, que o homossexualismo transformou a sua vida num inferno diário de sofrimento, escuridão, sonhos desfeitos, e arrependimento duradouro. Depois de 35 anos de comportamento homossexual e 12 relacionamentos, Robin sabe exactamente do que está a falar:

Segundo a minha experiência, é impossível ter uma vida homossexual saudável visto que ela está em oposição à forma como Deus nos criou.

Robin qualificou de "cruel" o facto de haver líderes religiosos que olham de forma favorável para tais relacionamentos.

Foi só há 5 anos atrás que tudo mudou para Robin, que era um Protestante fervorosa que perverteu as Escrituras como forma dela se adaptar ao seu estilo de vida, quando um dia - seguindo uma vontade repentina - ele tomou a decisão de entrar uma Igreja Católica como forma de receber cinzas durante o culto de Cinzas da Quaresma. Ela só veio para as cinzas mas Deus tinha outros planos.

Robin conta a história dramática da sua vida no seu livro de 2012 com o título de I just came for Ashes. Ela cresceu num lar desunido onde ambos os pais eram alcoólicos. O seu pai era fisicamente abusivo para com a sua mãe, para além de ter problemas com o seu temperamento raivoso. 

Enquanto ainda era jovem, Robin testemunhou a forma como o seu pai batia, empurrava e "fazia coisas degradantes" à sua mãe. Ela lembra-se de estar por perto e observar a sua mãe a chorar enquanto sofria abuso. Robin vivia com medo do pai, acreditando que ele poderia matá-la à mínima provocação. 

Ela só tem uma memória de ternura por parte da sua mãe. Tinha ela cerca de 3 anos quando a sua mãe, de forma inesperada, pegou nela e confortou-a nos seus braços. Essa foi a única altura durante toda a vida infantil de Robin que ela se sentiu "segura e feliz".

A religião era uma via escapatória para Robin; ir aos cultos com a sua irmã mais velha passou a ser a sua vida. Ela ansiava que Deus a viesse salvar do abuso verbal, emocional e físico diário que ela sofria em casa. Robin ficará para sempre assombrada com o dia em que ela ficou a saber que o seu pai havia saído de casa de vez; tinha ela 7 anos. Ela lembra-se de sair de casa, olhar para o céu e gritar:

Porquê, Deus?!! Com tantas crianças no mundo, porque é que deixaste que isto acontecesse com a minha família?

Desesperada por Amor

Robin encontrava-se agora na escola secundária; o seu pai estava fisicamente ausente e a sua mãe batalhava contra uma doença debilitante. Olhando para trás no tempo, Robin entende agora que não só sentia um enorme vazio no seu coração, como encontrava-se desesperada que alguém - quem quer que fosse - lhe amasse.

Um professor de música da escola secundária reconheceu nela um dom para cantar. Ele começou a tratá-la como a filha que ele nunca havia tido. Ela deliciava-se com a atenção dele, chegando a passar muitos momentos felizes com a família dele, saboreando uma vida de amor e riso que era tão ausente na sua vida, mas que era ao mesmo tempo refrescante e tonificante. Mas depois dela acabar o ensino secundário, o relacionamento esfumou-se e Robin sentiu-se traída. Ela determinou-se a nunca mais deixar que um homem entrasse no seu coração.

Quando ela se encontrava na universidade, Robin conheceu uma mulher que a convidou para um encontro de oração carismático, onde ela sentiu o derramamento do amor de Deus e passou a estar totalmente incendiada pela fé Cristã. Robin foi ficando mais próxima da sua nova amiga. Uma relação íntima teve início, e esta rapidamente se tornou sexual. Esta relação durou sete meses, e Robin ficou devastada e de coração partido quando ela acabou.

Robin tentou fugir dos seus problemas trocando para uma universidade Bíblica. Ela ficou furiosa por descobrir um dia que a sua antiga parceira havia começado a namorar com um homem. Ela buscou aconselhamento junto das suas professoras, só para dar início a uma amizade que se tornou íntima e depois sexual no espaço de alguns meses. Robin lembra-se de estar "totalmente desorientada" durante esse período, e ter concluído que havia "algo terrivelmente errado comigo".

A relação homossexual das duas mulheres eventualmente chegou aos ouvidos da administração da universidade, que queriam despedir a professora e mandar embora Robin; no entanto, eles permitiram que ela terminasse o semestre.

Robin e a professora viveram juntas um certo número de anos, e começaram a tomar parte numa congregação onde os homossexuais congregam. Logo cedo, elas decidiram colocar um ponto final na sua actividade homossexual. Robin tinha a esperança que o relacionamento durasse para sempre, mas não durou. Robin acredita que as suas batalhas coma raiva, insegurança, possessibilidade e inveja, eventualmente afastaram a mulher de si.

"Em busca da mãe que nunca tive"

A vida de Robin continua numa espiral descendente. Na igreja homossexual [sic] que ela frequentava, Robin conheceu outra mulher que lhe convenceu que ela era verdadeiramente e realmente lésbica, mas esta relação também não durou. Mulher após mulher, relação após relação, Robin buscou desesperadamente amor que durasse, amor que realmente lhe preenchesse o desejo do seu coração.

As coisas começavam bem, e eu estava sempre segura que desta vez eu havia encontrado a parceira certa. Mas em menos de um ano, eu sentia-me miserável, questionando o que é que eu estava a fazer, a abandonar a relação.

Ela saltou de um relacionamento lésbico para outro, frequentemente sobrepondo-os, assegurando-se que ele nunca passasse um momento onde ela se encontrasse sozinha e mal-amada. Olhando em retrospectiva, Robin apercebe-se agora que ela continuamente escolheu parceiras que, como ela, tinham problemas psicológicos.

Eu tinha a esperança de encontrar uma mulher estável, amorosa e carinhosa que curasse o meu coração (ou seja, eu estava em busca da mãe que nunca tive).

Robin disse à LifeSiteNews que hoje ela acredita que "a maior parte das lésbicas que anseiam ter um relacionamento com outras mulheres têm uma deficiência no seu relacionamento com as suas mães"

Sei que isto é verdade para mim. Eu nunca obtive o carinho que precisava da parte da minha mãe. Eu tinha estas feridas com a minha mãe, e tentei curá-las voltando-me para outras mulheres, pedindo-lhes que me dessem o que a minha mãe foi incapaz.

Robin tinha agora 46 anos e estava no seu décimo-primeiro relacionamento com uma mulher casada e com filhos.

Eu deveria ter fugido dali o mais rapidamente possível, mas eu, pessoa lamentável e com pouca força de vontade, cedi às minhas necessidades emocionais e envolvi-me com ela.

Uma doença séria levou-a ao hospital durante duas semanas. Ela recuperou parcialmente a sua saúde apenas para descobrir que a sua parceira já havia tomado a decisão de acabar com o relacionamento.

Foi um dos dias mais dolorosos e de cortar o coração da minha vida.

O desgosto deu à Robin a oportunidade de examinar a sua vida.

Analisei os 11 relacionamentos conturbados e soube que Deus queria que eu organizasse os destroços, mas durante a maior parte dos dias eu não conseguia lidar com isso. Eu deitava-me n chão, com a cara para baixo, e clamava "Oh, Deus, por favor, diz-me que isto não é a minha vida!" Eu mantinha a esperança de que iria acordar e que tudo isto mais não era que um pesadelo. Mas isto era a minha vida, e eu tinha que a assumir por completo.

‘Arrependam-se e acreditem no Evangelho’

Foi por volta desta altura que, seguindo um capricho, ela entrou numa Igreja Católica numa Quarta-Feira de Cinzas, e foi à frente para receber as cinzas abençoadas. Estas cinzas foram traçadas na sua testa segundo o sinal da cruz e com as palavras: "Arrependam-se e acreditem no Evangelho." Robin sentiu que Deus estava a agitar o seu coração.

Ela fez-se presente na Missa do Domingo seguinte, e sentiu-se inexplicavelmente atraída à hóstia branca que o sacerdote deu o nome de o "Corpo de Cristo". Ela continuou a participar nas missas de Domingo.

Mas Robin não se convenceu de que o homossexualismo estava errado, continuando a acreditar que o seu problema era que ela não sabia como estabelecer "um relacionamento homossexual saudável". Outra mulher entrou na sua vida, mas desta vez Robin avançou devagar, esperando que a amizade se desenvolvesse num relacionamento para a vida toda.

As más e tristes notícias é que aquilo que havia começado como uma amizade surpreendente, que havida demorado 2 anos a ser construída, acabou em ruínas quando começamos a atravessar os limites e a avançar para áreas sobre as quais Deus havia dito "Não Avancem Mais!" E tal como havia sido a realidade com os 11 relacionamentos anteriores, este também se tornou doido e disfuncional literalmente do dia para a noite. Todas as esperanças duma união abençoada evaporaram-se (ou, melhor ainda, explodiram na minha cara).

Robin havia agora batido no fundo da sua vida, aceitando que "nunca poderia existir um relacionamento 'certo' com outra mulher". Durante a sua angustia e o seu quebrantamento, ela clamou a Deus para que Ele a ajudasse. Ele recebeu ajuda para entregar a sua sexualidade a Deus, comprometendo-se a seguir a Sua Palavra daí para a frente, independentemente das consequências. Isto aconteceu há cinco anos atrás, no fim de semana do seu 54º aniversário.

Por mais doloroso que o fim de semana do meu aniversário tenha sido, estou imensamente grata que ele tenha sido suficientemente doloroso para me acordar, e me devolver a sanidade (para além de me colocar de joelhos). Abandonei o meu estilo de vida homossexual e nem por um momento voltei a pensar em regressar.

Robin começou a receber instrução na fé Católica Romana, e recebida pela Igreja Católica durante a Páscoa de 2010. Ela acaba de celebrar o que ela chama de "caminhar em vitória". Ela acredita que este é um "milagre enorme".

E o milagre é que durante os últimos cinco anos eu tenho estado muito bem, sabendo que eu sou "alguém" especial para Deus. Tenho estado BEM com o facto de acordar por mim mesma e acordar alegrando-me com o facto de ter o relacionamento certo com Deus. É a sua graça espantosa que me sustém devido ao facto de estar sozinha. Isto é um milagre.

Se alguém lhe perguntar, Robin dirá que os últimos cinco anos da sua vida apanharam-lhe de surpresa. Ela conclui o seu livro dizendo:

Vocês têm que acreditar no que vos digo: eu nunca planeei nada disto. Fui apanhada totalmente despreparada, tomada de surpresa, ludibriada, e emboscada pela misericórdia Soberana. Estou a falar a sério! É a verdade - eu renasci das cinzas.


* * * * * * *

Para os activistas homoeróticos, pessoas com força de vontade suficiente para abandonar o seu auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual não existem visto que se elas existirem, ficamos a saber que ser homossexual é uma escolha e um gosto - e não algo genético.

Claramente, o homossexualismo é uma escolha, e uma escolha clinicamente auto-destrutiva. A melhor coisa que se pode dizer a um homossexual é que, se ele ou ela quiser, ela ou ela pode abandonar esse "estilo de vida", e encontrar liberdade e plenitude nos Braços de Deus.



quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.

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sábado, 10 de janeiro de 2015

Padeiros pró-lgbt recusam-se a fazer bolo em favor do casamento natural

Por Theodore Shoebat

Dizer que "o bestialismo está errado" ou que "a poligamia está errada" não é considerado discurso de ódio, mas se por acaso dissermos que "O 'casamento' homossexual está errado", o mundo inteiro agita-se, chamando à pessoa que disse isso de "racista", "intolerante" ou "odiosa". Isto tornou-se numa norma politicamente correcta, mas independentemente do que se diga, isto é supressão da liberdade de expressão.

Ninguém atacou as padarias pró-homossexualismo mas os activistas homoeróticos atacaram as padarias Cristãs. Uma padaria Cristã recusou-se a colocar a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" num bolo requisitado para um evento em favor da agenda homossexual. No entanto, as padarias Cristãs que se recusam a fazer bolos de "casamento" em favor do homossexualismo estão a ser processedas a torto e a direito; elas são multadas, ameaçadas de morte, e perdem os seus negócios.

A experiência que se segue tem como propósito mostrar como a agenda homossexual tem como propósito suprimir a liberdade de expressão e não dar às pessoas a liberdade de practicar a sua preferência sexual. Como forma de demonstrar o nosso caso, disponibilizamos 3 vídeos, o terceiro deles revelando activistas homossexuais da Irlanda a forçarem padarias Cristãs a fazer bolos com a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" para um evento homoerótico. A padaria recusou-se e isso causou a que ela sofresse uma perda tremenda de clientela. Várias padarias Cristãs foram já processadas nos Estados Unidos, e muitas delas perderam o seu negócio; nós estamos a declarar agora que já chega.

Devido a isso, o site Shoebat.com decidiu telefonar para 13 padarias proeminentes que estão do lado da agenda homossexual. Cada uma destas padarias pró-homossexualismo negou-nos o direito de ter um bolo com a frase "O Casamento Homossexual Está Errado", e uma dessas padarias pró-homossexualistas chegou a vocalizar insultos e obscenidades contra nós. Um dos padeiros disse todo o tipo de profanidades contra os Cristãos, e terminou a conversa afirmando que me iria dar um bolo com um falo sobre ele. Tudo isto foi gravado.

Estes vídeos irão mostrar ao povo Americano o quão militantes e intolerantes os padeiros homossexuais são. Mesmo depois de termos finalizado a nossa experiência, recebemos muitas mensagens dizendo que somos pessoas "odiosas" simplesmente por lhes termos dado um pouco do seu próprio veneno. Eles disseram que o slogan "O Casamento Homossexual Está Errado" não é o mesmo que "Apoiem o Casamento Homossexual", como se o ponto de vista que está em oposição a outro fosse cheia de ódio.

Se isto fosse assim, isto significaria que a maior parte dos Americanos que é contra o "casamento" homossexual é composta por pessoas "cheias de ódio" e "intolerantes". "Apoiem a Poligamia" ou "A Poligamia Está Errada" são pontos de vista, no entanto, sendo o primeiro um que recebe o apoio dos muçulmanos e o segundo um que a maioria dos Americanos iria apoiar, ambas são opiniões protegidas pela liberdade de expressão.

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Youtube: 1, 2, 3

O activista homossexual deste terceiro vídeo disse que não se pode escolher a quem servir, como se ele estivesse a assumir uma posição puramente objectiva, mas quando perguntamos pela mensagem oposta, de repente a frase "não se pode escolher a quem servir" já não se aplicava aos Cristãos.

O NOSSO OBJECTIVO

Eis aqui, então, o nosso propósito: um Cristão que faça um bolo que diga "Apoiem o Casamento Homossexual" está agir contra a sua fé, tal como um homossexual que seja forçado a fazer um bolo a dizer "O Casamento Homossexual Está Errado". Obviamente que honramos o seu direito de dizer não, mas o que dizer do direito dos Cristãos dizer que não?

CONCLUSÃO:

A grande farsa da agenda homossexual é esta: eles alegam que estão a militar em favor da igualdade e da tolerância, mas isto falso. Se isto é assim, então qual é o propósito da sua agenda? Lutar contra a intolerência? Muitos dizem que nós somos as pessoas "intolerantes", "fóbicas", "fomentadoras de ódio", e os seus argumentos típicos são:

A frase "Apoiem o Casamento Homossexual" não prejudica a ninguém e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Homossexual Está Erradoo" ou qualquer outro tipo de comentário fóbico, ofende e magoas as pessoas.

Pode-se contestar esta declaração aplicando um padrão moral distinto:

A frase "Apoiem o Casamento Polígamo" não prejudica ninguém, e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Polígamo Está Errado", ou outro tipo de comentário polígamo-fóbico, ofende e magoa os muçulmanos e os mórmons que acreditam na poligamia. De facto, a última posição não é um tópico em torno duma preferência sexual mas uma crença religiosa.

O que seria bom para o homossexual, também seria bom para o polígamo. Quais são os limites?

Um homossexual que alegou ser professor duma universidade Católica chegou a comentar no nosso blogue com a seguinte frase:

Vocês sabiam que os homossexuais têm cérebros maiores, funções cognitivas, memória espacial e capacidades verbais superiores? Isto nada mais é que um facto biológico da realidade.

Mas este ponto de vista é o ponto de vista das tiranias. Os Nazis e outros acreditavam em coisas assim sem sentido. As tiranias usam-se da pseudo-ciência e todas elas têm um complexo de superioridade. Isto acontece com todas as seitas depravadas e com todos os movimentos tirânicos.

Qual é o propósito de atacar as padarias Cristãs? Tal visão não é diferente do que Christoph Meiners promoveu; após estudar a "anatomia do Negro", Meiners chegou à conclusão de que "os Negros têm dentes e mandíbulas maiores que todas as outras raças, visto que os Negros são carnívoros". Meiners alegou que o crânio do Negro era maior mas que o "cérebro do Negro era menor que o das outras raças". Meiners alegou que o Negro "era a raça menos saudável da Terra devido à sua dieta pobre e devido ao seu estilo de vida vazio de moral".

A agenda homossexual alega que os heterossexuais têm um cérebro menor. Logo, todas estas pessoas que nos chamam de "odiosas" e "homofóbicas" e afins, são pessoas que deveriam aplicar estes termos a elas mesmas. A nossa resposta às pessoas que nos atacam é:

Muitos homens e mulheres morreram pelo vosso direito de nos chamar "intolerantes" e "fóbicos", e "fomentadores de ódio", mas essas mesmas pessoas que morreram pelo vosso direito de nos chamar esses nomes, também morreram pelo nosso direito de sermos livres e não nos importarmos com esses nomes.

Aqui, no nosso site Shoebat.com somos frequentemente atacados porque, segundo muitos, o Senhor Jesus Cristo ensina-nos que devemos amar os homossexuais, e que promover a ideia de que o "casamento homossexual está errado" faz de nós "homofóbicos". A esta acusação nós perguntamos: Deus ama os homossexuais mas odeia só os homofóbicos? Ou será que o ponto de vista que rejeita uma agenda [a agenda homossexual] é sempre qualificada como "odiosa" e "fóbica", e por isso mesmo é que somos caracterizados como "islamofóbicos" e "homofóbicos"?

O mundo preenchido pelas pessoas que são contra os "rótulos" é aquele onde são inventados os rótulos que têm como propósito coagir os indivíduos a conformarem-se a uma certa forma de pensar. Na verdade, as pessoas que nos acusam de "ódio", para além de serem mentirosas, são culpadas daquilo que nos acusam. E uma vez que o "ódio" é sempre usado em argumentos em favor da tese de que Deus ensinou-nos que não devemos odiar, Deus tem uma resposta para eles. Eis as coisas que Ele odeia:

Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;
Coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal;
Testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos. (Provérbios 6:16-19)

Quando se fala em tais agendas, o ponto principal não é a liberdade, a tolerância, o amor, o ódio ou a igualdade, mas sempre qual é o lado que vence. Ponto final. Esta é a situação com as agendas, quer seja a Cristã, a Nazi, a Homossexual, a Comunista ou a Islâmica.

Ninguém consegue parar o que está por vir através da canalização do mal, mas alegrem-se; os Nazis vieram para destruir a Igreja, tal como o vieram os Comunistas, mas estas tiranias vieram e foram, e no final, a Igreja encontrava-se vitoriosa. Nós estamos do lado dos vencedores porque Deus estabeleceu as normas e construiu os padrões lógicos para a vida. Se Ele diz "Não temas", porque é que as pessoas estão com medo de enfrentar esta tirania emergente?

A vida Cristã centra-se para lutar e nunca desistir até que vençamos; e nós vamos vencer. Se alguém duvida da vitória, perguntem aos Nazis, aos Comunistas, aos Gregos e aos Romanos, visto que os seus impérios sempre caíram ao mesmo tempo que Cristo reina Vitorioso.

Mas por enquanto, fiquem com esta certeza: todas as agendas anti-Cristãs começam com a inserção de fermento que, com o passar do tempo, destrói o lote inteiro. Começa com "Don't Ask Don't Tell", e termina com a imposição da agenda homossexual dentro das forças militares, com os direitos das padarias a serem colocados de lado, e pouco a pouco, estamos no meio duma tirania.

As tiranias começam com um bocado de fermento, e foi isso que o Senhor Jesus ensinou. Não sei o porquê da Igreja se encontrar com medo de confrontar a agenda homossexual a menos que a mesma Igreja tenha sido infiltrada pelo fermento. Temos que ser nós a remover o fermento.

E não é "amor pelos homossexuais" declarar-lhes os perigos do seu estilo de vida? Quais são as consequências do sexo homoerótico? Morte e doenças acompanhadas por  um estilo de vida promíscuo e actividade sexual anti-higiénico.

Entre 70% a 78% dos homossexuais reportou ter tido uma DST [doença sexualmente transmissível]. As taxas de homossexuais com parasitas intestinais (minhocas, vermes, ameba) variava de 25% a 39%. Por volta de 1992, 83% de toda a SIDA entre os brancos Americanos havia ocorrido entre os homens homossexuais. O estudo de diário sexual de Seattle reportou que os homens homossexuais haviam, em média anual,

1. Feito sexo oral a 108 homens, e engolido o sémen de 48;

2. Trocado saliva com 96 homens;

3. Experimentado 68 penetrações do anûs.

e

4. Ingerido material fecal de 19 homens.

Não admira que 10% deles tenha obtido hepatite B e 7% deles tenha contraído hepatite A durante o estudo com a duração de 6 meses.

Os obituários de 6,516 homens homossexuais provenientes de 16 revistas homossexuais Americanas durante os últimos 12 anos foram comparados com uma amostra alargada de obituários de jornais regulares. Os obituários revistos eram semelhantes às médias Americanas no que toca à longevidade; a idade média de morte dos homens casados era 75 anos, e 80% deles morreram de velhice (com 65 ou mais anos).

Para os homens solteiros ou divorciados a idade média de morte eram os 57, e 32% deles morreu na velhice. As mulheres casadas morreram, em média, com 79 anos; 85% delas morreu na velhice. As mulheres solteiras ou divorciadas morreram, em média, com 71 anos, e 61% delas morreu na velhice.

A idade média de morte para os homossexuais era, no entanto, virtualmente idêntica a nível nacional - e, de modo geral, menos de 2% dos homens homossexuais chegou à velhice. Se a SIDA era a causa de morte, a idade média de morte era 39 anos. Para 829 homens homossexuais que morreram por motivos outros que a SIDA, a idade média de morte era 42 anos, e 9% deles chegou à velhice. As 163 lésbicas estudadas tinham uma idade média de morte de 44, e 20% morreu na velhice.

2,8% dos homens homossexuais morreu de morte violenta. Eles eram 116 mais susceptíveis de serem assassinados, 24 vezes mais susceptíveis de cometer suicídio, e tinham uma taxa de acidente de viação 18 mais elevada que os homens com idades semelhantes. Os ataques do coração, cancro e falhas no fígado eram coisas excepcionalmente comuns.

Vinte porcento das lésbicas morreram por assassinato, suicídio ou acidente - uma taxa 478 vezes mais elevada que a taxa existente entre as mulheres brancas com idades compreendidas entre os 25 aos 44. A distribuição etária das amostras de homossexuais analisadas pela literatura cientifica entre 1989 e 1992 sugerem as mesmas durações de vida encurtadas.(...)

- http://goo.gl/J2QYvy.

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