segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Estilo de vida homossexual repleto de violência doméstica

Pe. Mark Hodges

O "National Intimate Partner and Sexual Violence Survey" (NISVS) feito pelo "Centers for Disease Control" apurou que, de maneira desproporcional, os homossexuais sofrem e infligem violência uns aos outros. A pesquisa da CDC é a primeira deste tipo a apresentar uma comparação da vitimização separada pela preferência sexual dos homens e das mulheres. Os dados indicam que os homossexuais sofrem taxas de violência doméstica muito mais elevadas do que os homens e as mulheres heterossexuais.

Vinte e seis porcento dos homens homossexuais e 37% dos homens bissexuais sofrem violação sexual, violência física, e/ou perseguição ["stalking"] por parte dum parceiro íntimo a dada altura da sua vida.

Quarenta e oito porcento das lésbicas e 61% das mulheres bissexuais sofrem violação sexual, violência física e/ou perseguição por parte da parceira íntima no decorrer das suas vidas. Metade (48%) das mulheres bissexuais que foram violadas, sofreram a sua primeira violação completa entre os 11 e os 17 anos de idade.

O relatório do CDC apurou que, para muitos transsexuais homossexuais e para muitas mulheres bissexuais, a violência sexual teve início durante a infância. No entanto, o CDC não extraiu qualquer tipo de conclusão em relação à violência sexual durante a infância ter sido a causa dos homens se tornarem homossexuais ou das mulheres se tornarem bissexuais.

O grupo activista homossexual com o nome de "Human Rights Campaign" cita a "pobreza, a estigmatização e a marginalização" como causas da violência, mas os críticos da agenda homoerótica afirmam que a violência é intrínseca dos conflictos internos da preferência homossexual.

"Nós enfrentamos também taxas mais elevadas de violência motivadas pelo ódio" alegou a "Human Rights Campaign" e "as formas através das quais a sociedade.....estigmatiza os nossos relacionamentos podem levar à violência entre os parceiros íntimos que emana da homofobia internalizada e da vergonha." Mas os críticos afirmam que a sodomia em si é um violento acto de ódio, e não de amor, e que as elevadas taxas de violência entre os homossexuais não são surpreendentes.

Lauren Paulk, do grupo "National Center for Lesbian Rights'", afirma que a comunidade homossexual tem ignorado a violência sexual:

Até a bem pouco tempo, a violência sexual intra-comunitária [entre as pessoas lgbtq] era, em larga escala, ignorada, especialmente entre as mulheres que têm sexo com outras mulheres.

Paulk admite que:

Uma dinâmica particularmente perturbadora aparece quando a violência é levada a cabo por outro membro da comunidade lgbt. Negação, desconhecimento e a rejeição da preocupação oriunda de pessoas que estão fora da comunidade lgbt, qualificando-a de homofobia latente, são exemplos de respostas que são dadas à violência que ocorre entre membros da comunidade lgbt.

Os sobreviventes de violência podem não saber a quem recorrer, quer seja por pensarem que ninguém irá acreditar neles ou dar-lhes algum tipo de apoio, ou quer seja porque eles não querem caluniar outro membro da comunidade ou reforçar os estereótipos negativos.

A taxa de perseguição entre os as mulheres bissexuais (37%) é mais do dobro daquela que ocorre entre as mulheres heterossexuais. Quase uma em cada 3 mulheres bissexuais (37%) foi ferida como resultado duma violação, violência física, e/ou perseguição por parte duma parceira íntima.

- http://bit.ly/1R2eOJp

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X
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domingo, 15 de novembro de 2015

Ex-homossexual afirma: A Igreja Católica está certa em qualificar o homossexualismo de "desordem"

Por Joseph Sciambra

Um dos Bispos do Sínodo afirmou que uma nova abordagem das iniciativas de alcance que a Igreja faz junto dos homossexuais deveria incluir uma revisão da terminologia:

Há um apoio muito forte em favor duma abordagem menos condenatória e a linguagem está no centro disso.

Há já muitos anos que tem existido controvérsia em torno do termo "intrinsecamente desordenados". Durante a década 70, Dignity, uma organização homossexual Católica compostas por membros leigos, suprimida na maior parte das dioceses Católicas Americanas, fez desta queixa parte integral da sua plataforma oficial:

Oramos e trabalhamos pelo dia de reconciliação quando a Igreja Católica Romana passar a não considerar os seus filhos GLBT como "intrinsecamente desordenados", mas irá receber e aceitar todas as pessoas como filhos de Deus, possuidores e abençoados com dons, talentos e orientações únicos que têm que ser apoiados, celebrados e desenvolvidos para o louvor e gloria de Deus.

Desde então, pouco mudou em relação ao que muitos consideram como ofensivo e, nas melhor das hipóteses, uma descrição não-pastoral do homossexualismo; há pouco tempo atrás, um membro do grupo “Spiritual Friendship”, um agrupamento de "homossexuais Católicos" que superficialmente apoia a posição Católica em relação ao sexo for do casamento mas que, ao mesmo tempo, agarra-se à orientação "gay", disse o seguinte em relação ao assunto:

Mais importante do que ser de direita ou de esquerda, no entanto, é o clamor aturdido da pessoa que se encontra no meio, a pessoa que é ou ama alguém que é homossexual. O uso e o mau uso da descrição da inclinação homossexual como "objectivamente desordenada" faz com que a pessoa olhe para isso, não como âncora moral, mas como a negação total da pessoa, fazendo com que a conversa em torno da dignidade das pessoas humanas se esvazie de conteúdo. Sou de opinião de que estas pessoas são o motivo pelo qual nós deveríamos ter cuidado no uso desta linguagem.

Eu nunca me senti assim: quando me deparei pela primeira vez com os termos "intrinsecamente desordenados" e "objectivamente desordenados" no "Catecismo da Igreja Católica", fui de opinião de que os mesmos eram relativamente simpáticos e bastante generosos. Antes disso, eu havia passado anos dentro do estilo de vida "gay" em busca de paz e de contentamento, sem no entanto encontrar. Logo, quando li pela primeira vez o "Catecismo", eu já era uma alma severamente abatida e ferida. Porque, durante algum tempo, toda a minha "pessoalidade" estava indelevelmente associada à minha crença de que eu era "homossexual".

No entanto, durante todos esses anos, a minha fé em todas as coisas "gay" começaram-se a deteriorar tal como o meu corpo em decadência; durante os meus dias finais dentro do mundo "gay", eu fiquei escruciantemente magro, o meu ânus sofreu um prolapso, e os antibióticos que engolia continuamente já não faziam qualquer efeito contra a série infindável de DSTs.

No passado, eu havia tido orgulho; agora, a minha aparência tinha desaparecido. Com frequência eu molhava as minhas calças com sangue e com fezes, e eu cheirava mal. Eu passava noites inteiras nas casas de banho públicas, mas mesmo lá eu era rejeitado por homens que, 10 anos antes, eu nem sequer me rebaixaria para falar.

Mas eu havia sido teimoso. Humilhado e quase completamente sozinho, havia Alguém que me queria. Não tendo opções, eu dirigi-me a Ele. Não podia sequer começar a entender o porquê DEle me ter salvo; afinal de contas, muitos daqueles que eu havia conhecido e amado, que era muitos menos perversos que eu, assisti impotente à medida que caíam esquecidos nos túmulos.

Embora eu me sentisse abençoado, eu olhava para o Nosso Senhor Jesus como Um Deus Imprevisível que ajudava uns, mas deixava que outros apodrecer. Consequentemente, eu queria conhecer mais sobre Ele, mas ao mesmo tempo, eu temia-O; e eu não confiava NEle. Rapidamente, Cristo colocou dois livros nas minhas mãos: "A Bíblia Sagrada" e "O Catecismo da Igreja Católica;" num, eu iria aprender sobre Ele, no outro, sobre a Sua Lei.

Nas Escrituras, eu ficava mais atraído ao Poder de Cristo para curar; todas as pessoas em que Ele tocava, o pecador, o doente, o possuído - eram imediatamente curadas. Eu queria ser um deles, mas eu tinha medo de ficar perto DEle. No "Catecismo", abri o livro, olhei para o índex, e abri imediatamente na secção relativa ao homossexualismo. A minha primeira reacção foi "É isso!"

Parecia haver tão pouco na página, mas foquei-me nessa palavra: "desordenada". Olhei imediatamente para o meu corpo destruído. Eu conseguia ver a desordem porque o sexo "gay" havia literalmente desequilibrado todos os órgãos, todos os membros, e todas as células; e eu estava a sofrer devido a isso. Mas, e mais uma vez, o meu foco estava no facto de eu querer ser curado.

Instintivamente eu sabia que a cura de alguma forma dependia dessa palavra: "desordenada". Mas, pensei eu inicialmente, visto que eu já não me envolvia com sexo homossexual, a parte "desordenada" de mim tinha acabado. Só que não tinha. Dentro de mim havia algo que não estava bem. Imediatamente, eu culpei a Deus. Eu pensava, orgulhosamente, que já havia dado da parte mais importante da minha vida a Ele, eu havia abdicado da minha habilidade de expressar o meu amor por outros seres humanos, e de receber o mesmo amor por parte deles - "Porquê, então, é que Ele não cura este meu desejo?"

Na minha cabeça, este Deus, Aquele que me havia criado com estas atracções, era uma divindade sadista e vingativa; dando a alguns de nós a inclinação, ao mesmo tempo que proibia que qualquer pessoa agisse segundo a mesma. Eu pensava que haveria de passar o resto da minha vida como um  emagrecido rapaz das ruas - olhando constantemente através da janela da padaria, quase sempre louco de fome, mas nunca recebendo permissão para entrar e comer.

Mas, por alguma razão desconhecida, eu permaneci casto, totalmente "gay", mas gradualmente pesaroso por algo mais; algo melhor - talvez um dia sem esta dor roedora dentro de mim. Na minha tristeza e na minha frustração, voltei-me repetidamente para as Escrituras; as minhas passagens favoritas - o poder curador de Cristo e a simplicidade quase infantil daqueles que O buscavam e daqueles em quem Ele reparava: a pecadora pública que fugia dos seus atormentadores; o homem aleijado que não conseguia rastejar suficientemente rápido para as águas curativas; e a mulher que freneticamente alcançou a bainha do casado de Cristo.

Lentamente, passei a olhar para mim como um destes; o rapaz solitário e intimidado que sempre se sentia isolado e rejeitado, fugindo não para o perdão mas rumo ao sempre elusivo arco-íris "gay" da felicidade; o pervertido homem homossexual, tão acostumado à sua "desordem" da vida inteira que Cristo teve que lhe perguntar: "Queres ficar são?" E, finalmente, o pobre miserável que se estava a esvair em sangue, precariosamente perto da morte, que ele esticou a sua mão como o seu último acto de desespero.

Finalmente entendi: a "desordem" dentro da minha vida tinha que ser curada, mas eu também tinha que ser curado. O que começou como a minha realização inicial, embora, levando em conta as minhas horríveis experiências dentro do estilo de vida "gay", não fosse difícil de entender, que todos os actos homossexuais eram "desordenados", depois de muita oração e trabalho, comecei a entender que eu mesmo estava "desordenado".

Em retrospectiva, pode-se dizer que foi uma conclusão simples: afinal de contas, de que forma é que a escolha de me envolver em actos homossexuais, que emergiu dos meus desejos homossexuais, ter surgido em alguém que se encontrava totalmente saudável e livre de qualquer desordem? A minha conclusão final: o sexo em si, e o desejo por esse sexo, certamente que eram doentios, mas eu também estava doente.

Quando eu recebi a Graça, tornei-me mais como uma criança, passei a ser mais como aqueles que Jesus curou. Permiti que Cristo entrasse em todos os aspectos da minha vida, mesmo até dentro daquelas memórias que há muito se encontravam esquecidas e suprimidas. Sem qualquer esforço, Cristo passou pela multitude de impostores que eu havia passado anos a criar: o rapaz hipersensível que pensava que era homossexual, o adolescente impressionável que seguia qualquer pessoa até à sua casa, o aspirante a estrela de pornografia, o sadista cheio de ódio, o auto-destrutivo prostituto de rua; todos eles eram uma fachada colectiva que escondiam o rapaz chorão que se encontrava na parte de trás do quarto. Cristo dirigiu-Se directamente a ele, ignorando todos os outros, visto que quando o rapaz doente foi curado, todos os outros desapareceram. E o "homossexual" desapareceu com eles.

E traziam-lhe meninos, para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele. E, tomando-os nos seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou. - Lucas 10:13-16

Eu estava finalmente livre, finalmente curado, e, por fim, já não estava "desordenado".

Mas o que é que teria acontecido se os termos "intrinsecamente desordenados" e "objectivamente desordenados" não estivessem incluídos na secção relativa ao homossexualismo do "Catecismo", ou se, mais tarde, esses termos tivessem sido removidos, e e eu nunca tivesse visto a palavra "desordenados"?

Olhando para trás, acho que as coisas teriam sido muito diferentes para mim.

Recentemente, o Arcebispo Chaput comentou o tipo de linguagem que está a ser usado no Sínodo, escrevendo:

....... de forma geral, o texto produz um tipo de desespero. Isto causa um espírito de transigência com certos padrões de vida pecaminosos e à redução das verdades Cristãs em torno do casamento  e da sexualidade para um conjunto de ideias bonitas - o que, então causa um impedimento à missão redentora da Igreja. Temos que apelar às pessoas à perseverança na graça e na confiança na grandeza que Deus planeou para eles - e não fechá-los dentro dos seus erros.

Numa declaração posterior, ele prosseguiu afirmando:

Tal como os pensamentos moldam a linguagem que usamos, também a linguagem que usamos molda o nosso pensamento bem como conteúdo das nossas discussões. Linguagem imprecisa leva a um pensamento confuso, e por vezes isso pode ter resultados infelizes.

Com um "Catecismo" mais simpático e mais gentil, há a grande possibilidade de isso poder ter acontecido comigo - de eu ter ficado para sempre confirmado nos meus erros, preso à orientação homossexual e nunca curado da mesma; porque a palavra "desordem", apesar da sua aparente severidade e falta de amor, foi incrivelmente desafiadora.

Ela foi uma palavra desconfortável, tal como o conselho que obtemos dos nossos pais quando eles estão no seu melhor, ou dos nossos amigos de verdade, a alma corajosa que não te apadrinha ou que não concorda com todos os seus desejos, pensando que é isso que um bom "amigo" faz. A palavra "desordem" chocou-me para longe da minha complacência homossexual e forçou-me a questionar a forma como eu me olhava e a sempre olhar de forma mais profunda.

Em contraste, certos prelados da Igreja já expressaram a sua opinião sobre s origens do homossexualismo, fazendo frequentemente declarações erradas que não ajudam em nada, e que só causarão a que aqueles que sofrem com atracção homossexual fiquem encurralados dentro da orientação homossexual.

"Para mim, esta inclinação é um ponto e interrogação: não reflecte o design original de Deus mas no entanto, ela é uma realidade porque tu nasces homossexual".

Certamente que para os perdidos, para os vulneráveis, e para aqueles que buscam respostas, ouvir declarações como esta, especialmente se eles se encontram reticentes sobre o deixar para trás a orientação homossexual - tal como eu estive - irá "confirmar" as suas aderências frequentemente flutuantes à crença de que tu apenas foste feito assim; portanto; como é possível tu lutares contra, mudar ou seres curado de algo que faz parte inerente do teu ser porque "tu nasceste homossexual"?

Ninguém nasce homossexual, tal como ninguém nasce "desordenado" - nós tornamo-nos homossexuais e nós tornamo-nos "desordenados". Com frequência, nós não conseguimos ver isto porque a "desordem" entra na nossa vida numa idade incrivelmente jovem; consequentemente, aquilo que é claramente desarticulado sempre nos pareceu pleno aos nossos sentidos.

Só que quando deixamos que o homossexualismo siga o seu caminho, e nós emergimos do outro lado com nada, só então é que começamos a questionar essas pressuposições inicias. Para aqueles que passaram um longo período de tempo no intestino do homossexualismo, nós saímos de lá vazios de qualquer armadura. Então, na nossa humilhação, voltamos a ser crianças, a mesma criança rejeitada que abraçou o homossexualismo como se fosse resposta a uma oração; por fim, também passamos a ser mais uma vez a mesma criança "desordenada" e desconsiderada - aquela que o Senhor Jesus simplesmente quer curar.

- http://bit.ly/1KM8A94

Como a "desordem" entra na vida dos homens e das mulheres:

1. Across all studies, the highest estimates reported were for LSA (lifetime sexual assault victimization) of LB (lesbian and bisexual) women (85.0%), CSA (childhood sexual assault) of LB women (76.0%), and CSA (childhood sexual assault) of GB (gay and bisexual) men (59.2%).
“The Prevalence of Sexual Assault Against People Who Identify as Gay, Lesbian, or Bisexual in the United States: A Systematic Review”
Emily F. Rothman
Trauma Violence Abuse April 2011 vol. 12 no. 2 55-66

2. “Sexual minorities tend to be disproportionately exposed to ACEs (adverse childhood experiences.) Associations between ACE domains and age at sexual debut differed by sexual orientation. The strongest association between physical/psychological abuse, sexual abuse, and parental incarceration and psychopathology and age at sexual debut =14 years was observed among MSM.”
“Sex and sexual orientation disparities in adverse childhood experiences and early age at sexual debut in the United States: Results from a nationally representative sample”
Monique J. Brown et al.
Child Abuse Negl. Author manuscript; available in PMC 2015 Aug 6.

3. “…for same-sex attracted men stressful childhood experiences might reflect an aspect of etiology.”
“Depression and anxiety in patients with and without same-sex attraction: differences in clinical expression, lifestyle factors, and vulnerability indicators”
Henny M W Bos et al.
Brain Behav. 2015 Sep; 5(9): e00363.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

As crianças não estão bem: Filha de lésbica revela a verdade.

Por Brandi Walton

Caros membros da comunidade lgbt:

Não sou filha vossa. Nunca levantei uma bandeira numa das vossas paradas de orgulho homossexual. Nunca escrevi uma carta em vosso nome a um congressista ou a qualquer outra pessoa, e nunca senti a necessidade de fazer as pessoas aceitar o facto de eu ser filha duma lésbica. Isto talvez seja consequência do facto dela nunca ter tido necessidade de forçar as pessoas a aceitar como ela era.

Não, eu nunca me iria alinhar com uma comunidade tão intolerante e tão imersa dento dela mesma como a comunidade lgbt, uma comunidade que exige tolerância com fervor e com paixão, no entanto é incapaz de dar isso aos outros - por vezes, nem mesmo aos seus próprios membros. De facto, esta comunidade ataca qualquer pessoa que não concorde com ela, independentemente do quão amorosa a diferença de opinião seja expressa.

Eu mesmo sou o produto da Revolução Lésbica dos anos 80. A minha mãe sempre soube que gostava de raparigas, mas fez um esforço enorme para ser uma boa, heterossexual, rapariga sulista da igreja Baptista. Quando eu tinha 1 ano, ela deixou o meu pai por outro homem, com quem viveu até eu ter cerca de 4 anos. Depois do divórcio, ela disse ao meu pai para se ir embora, e ele foi porque, segundo ele, "eu sabia que não haveria de lutar contra toda a família para ter ver."

Não me lembro bem do homem com quem ela passou a viver depois de ter deixado o meu pai, mas lembro-me de ter sido feliz com ele. Não durou muito tempo, e quando ela o deixou. deixou-o por outra mulher.

Impedir as pessoas de falar sobre o homossexualismo não mudará o que as crianças conseguem ver

Eu sabia desde a minha tenra idade que viver com duas mulheres não era natural. De modo especial, eu poderia ver isso nas casas dos meus amigos que tinham uma mãe e uma pai. Eu passava o máximo de tempo que podia com eles. Eu ansiava pela afeição que os meus amigos recebiam dos seus pais. Eu queria saber como era ser recolhida nos braços dum homem, ser estimada por um, e como era viver com um diariamente.

Tanto quanto eu sabia, eu já tinha uma mãe; não precisava de outra. O meu sonho era que a minha mãe tomasse a decisão de voltar a estar com os homens outra vez, mas, obviamente, esse sonho nunca se chegou a realizar. Os meus avós e os meus tios fizeram os possíveis para levar a cabo as actividades pai-filha, mas não era o mesmo que ter um pai a tempo inteiro, e eu sabia disso. Eu via estas tentativas como actividades de segunda categoria.

Crescer sem a presença dum homem em casa danificou-me de modo pessoal. Tudo o que eu queria desde que era uma menina pequena era ter uma família normal. Quando acabei a escola secundária, os meus pensamentos não se encontravam onde eles tinham que estar. Enquanto os meus amigos estavam ansiosos por chegar a altura da universidade, eu sabia que me faltava uma parte de mim, e sabia que nunca me sentiria plena sem a encontrar.

Os homens precisam das mulheres e as mulheres precisam dos homens.

Ao contrário de muitas outras pessoas, eu tinha o desejo de criar a minha própria família e ter estabilidade, e isto causou a que eu tivesse relacionamentos muito pouco saudáveis. Felizmente, consegui ver-me livre de ambos, mas depois de ter sido magoada e usada de forma tão maligna, tomei a decisão de que a felicidade não era para mim. Pouco depois conheci o meu marido, e tudo se encaixou.

Pela primeira vez, senti-me viva e completa. Ter filhos e pela primeira vez ver um homem a cuidar duma criança era bonita e inspirador. Isso só reforçou a minha crença de que a criança precisa duma mãe e dum pai, e que a "paternidade" homossexual e as casas onde só há um pai são muito inferiores à paternidade heterossexual quando esta última é feita da forma correcta.

Saber quase nada sobre os homens dificilmente é a parte mais complicada de ser educado por duas mulheres. De certeza que não é surpresa para ninguém que crescer em  Podunk, Oklahoma, não foi fácil. Ao contrário das outras crianças que que aparentemente são educadas em utopias homossexuais, eu cresci sozinha e isolada. Eu era filha única e perto de mim não existiam outras crianças com quem falar ou com quem me relacionar. Ninguém perto de mim sabia o que eu passava todos os dias, e eu não tive outra opção se não guardar tudo dentro de mim.

Quando cheguei à idade adulta, tentei falar com a minha mãe sobre o quão difícil a minha vida foi, mas ela não se consegue identificar porque ela cresceu com um pai e com uma mãe. Quando eu era criança, também não teria falado sobre a forma como estava a ser educada. Amo a minha mãe. Ela era o centro da minha vida e a ideia de dizer algo aos de fora que lhe pudesse magoar devastava-me. Escrever esta carta neste momento já é devastador.

Os homossexuais e as suas crianças não pensam da mesma forma.

Mas mesmo assim, eu escrevo a carta. Estou a fazer isto porque as pessoas têm que saber que nem tudo são rosas. Os efeitos de se crescer da forma como cresci ainda desempenham um papel na minha vida actual. Eu estava para além de auto-consciente quando era criança, e estava constantemente preocupada com o que os outros iriam pensar de mim.

Eu tinha um medo terrível de alguém vir a descobrir que a minha mãe era uma lésbica e nunca mais querer ter algum tipo de contacto comigo. Durante a maior parte da minha vida, aquilo que eu pensava serem as opiniões dos outros em relação a mim dominaram, s só recentemente é que fui capaz de deixar isso de lado.

Isto é só a ponta do iceberg. Os estudos que alegam que nós [crianças criadas por homossexuais] temos um desempenho superior ao dos nossos pares criados por heterossexuais dificilmente podem ser considerados científicos, e nem chegam a ser representativos. As pessoas têm que saber que algumas crianças de pais homossexuais não concordam com a adopção e nem com o "casamento" homossexual, tal como alguns homossexuais também não concordam. Mas irão notar que esse facto não se encontra nas manchetes.

O Huffington Post publicou duas respostas à recente carta de Heather Barwick aqui para o The Federalist, e ambas foram escritas por pessoas que foram criadas por membros do sexo oposto - um homem criado por mulheres e uma mulher que tinha os irmãos presentes. Faz todo o sentido que as suas experiências não tenham sido iguais à minha ou a da Heather visto que ambas fomos educadas por mulheres.

E só porque um produto da inseminação artificial não sente que ela foi roubada não significa que os outros não o sintam. Estou ciente que existem por aí crianças que discordam com o meu ponto de vista, tal como há muitos homossexuais por aí que não não concordam com o ponto de vista da comunidade lgbt.

Mas sugerir que isto não é motivo para validar ou escutar um punhado de crianças educadas por homossexuais, e que são contra isso, é ridículo. Afinal de contas, só um pequeno grupo de pessoas é que está a militar em favor da redefinição do casamento e da paternidade, e todos nós estamos a ver como isso está a avançar.
Sinceramente Não Vossa, 
Brandi Walton

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O argumento da infertilidade para o "casamento" homossexual

Por  Bill Vallicella

Imaginemos que um casal de 70 anos resolve casar. Eles podem fazê-lo e o seu casamento será reconhecido como válido pela lei. E isso apesar de casais com essa idade não poderem procriar. Mas em muitos locais, a lei não reconhece o "casamento" entre duplas do mesmo sexo que, obviamente, também não podem procriar. Qual é a diferença entre os casais heterossexuais e as duplas homossexuais? Qual é a diferença que justifica a diferença no reconhecimento legal? (É preciso levar em conta que estamos a falar do reconhecimento legal do casamento; o ponto aqui não é a assim-chamada união civil.).

Vamos assumir que ambos os tipos de união - a heterossexual e a homossexual - são orientados pelas normas seguintes: monogamia, permanência, e exclusividade. Para pouparmos tempo nesta discussão, vamos assumir que a união heterossexual infértil e a união homossexual são monogâmicas, exclusivas e não-procriativas. Qual é então a distinção entre estes dois casos que justifica a diferença de tratamento?

Se a única diferença é que um tipo de união é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo, então essa é a diferença e ela não justifica a diferença de tratamento. Dizer que uma é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo é dizer o que ja sabemos, e isso não justifica a diferença de tratamento.

Eis aqui a diferença relevante; é biologicamente impossível que uma união homossexual produza descendência. É biologicamente possível, e, de facto, biologicamente provável, que as uniões heterossexuais produzam descendência. Esta é uma diferença profunda fundamentada num facto biológico e não na lei ou em algo convencional. Este é o facto subjacente que justifica, ao mesmo tempo, o interesse estatal na regulação do casamento, e na restrição estatal do casamento para as duplas com sexos opostos.

Temos aqui dois pontos, e ambos têm que ser discutidos. O primeiro centra-se na justificação do envolvimento estatal no casamento. É óbvio, espero eu, que o estado não se deva envolver em todas as formas de associação humana. O envolvimento do estado num tipo particular de associação humana tem que ser, desde logo, justificada. Nós queremos o envolvimento do estado o quanto for necessário, mas não mais do que isso.

Por natureza, o estado é coercivo (e tem mesmo que ser assim se por acaso ele quer ser capaz de aplicar os seus mandatos e exercer as suas funções legítimas) e como tal, está em oposição à liberdade e à autonomia dos cidadãos. É óbvio que o governo nunca se deveria envolver no negócio so casamento; ele é que justificar a sua intervenção e a sua regulação.

Mas há um motivo que justifica o envolvimento do estado. O estado tem um interesse legítimo na sua perpetuação e na sua manutenção através da produção de crianças, a sua socialização, a sua protecção, e a sua transformação em cidadãos produtivos que irão contribuir para o bem comum.  (O meu uso de "o estado" não tem que envolver uma hipostatização ilícita.) Este é o interesse que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento como a união entre um homem e uma mulher.

Acabei de especificar um motivo para o envolvimento estatal no casamento, mas esta justificação está ausente no caso das duplas homossexuais visto que elas não são, e nem pode ser, produtoras de crianças. Temos aqui portanto o porquê do estado não dever reconhecer o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. O mesmo facto biológico justifica, ao mesmo tempo, a regulamentação e o reconhecimento estatal do casamento, e justifica a restrição de tal reconhecimento para as duplas homossexuais. Mais uma vez, o facto é que só os heterossexuais é que podem procriar.

Os defensores do "casamento" homossexual não ficarão satisfeitos com o que foi mencionado em cima, e continuarão a sentir que há algo de injusto "discriminador", isto é, injustamente discriminador, em torno do reconhecimento estatal da união entre heterossexuais como casamento válido, mas não das uniões homossexuais. (Obviamente que nem toda a discriminação é injusta).

Levemos em conta o argumento que se segue, sugerido num artigo recente por William Saletan, com o título de "Homossexualidade como Infertilidade".  Saletan escreve:

As pessoas que são contra o casamento [sic] homossexual podem vir aceitá-lo como moralmente válido mal eles entendam que a homossexualidade é um tipo de infertilidade.

O ponto aqui não é se o "casamento" homossexual é moralmente válido, mas som se ele deve ser legalmente reconhecido como casamento. Deixando de parte este jogo de palavras, o artigo de Saletan avança com o seguinte argumento:
1. As duplas homossexuais são inférteis tal como as duplas heterossexuais inférteis são inférteis; não há diferença no que toca à infertilidade.
2. As duplas heterossexuais têm permissão legal para casar.
3. Casos parecidos têm que ser tratados da mesma forma.
... Logo
4. As duplas homossexuais deveriam ter permissão legal para casar.
Pode-se ver o porquê de algumas pessoas sentirem-se tentadas a usar este argumento, mas o mesmo é infundados visto que a premissa é falsa.

Para demonstrar isto, irei inicialmente conceder alo que talvez não deva ser concedido, nomeadamente, que o predicado "infértil" pode ser correctamente aplicado às duplas homossexuais. A justificação para esta concessão seria a proposição de que qualquer coisa que não seja F, mesmo que não possa ser F, é não-F. Logo, qualquer coisa que não seja fértil, mesmo que não possa ser fértil, é infértil. Portanto, as duplas homossexuais são inférteis tal como os números, os rolamentos de esferas, e os pensamentos são inférteis.

Mesmo com esta concessão, existe uma diferença importante entre as duplas homossexuais e as duplas heterossexuais. As primeiras são essencialmente inférteis enquanro que as duplas heterossexuais são acidentalmente inférteis. Com estas últimas isto significa que não há nada na natureza que impeça que as uniões heterossexuais de procriar, mas no caso das uniões homossexuais, a própria natureza da união invalida a possibilidade da procriação.

Portanto, o ponto (1) mencionado em cima é falso. As duplas homossexuais não são inférteis da mesma forma que as duplas heterossexuais o são; as primeiras são inférteis por natureza enquanto que as últimas não o são. Esta é a diferença que justifica a diferença de tratamento. Obviamente que temos que tratar casos iguais da mesma maneira, mas o que mostrei em cima é que os dois casos não são iguais.

O ponto fica ainda mais claro se adoptarmos o ponto de vista de que "fértil" "infértil" são predicados que só podem ser aplicados de forma coerente àqueles cuja natureza inclui o poder e procriar. Consequentemente, as duplas homossexuais são tão inférteis tal como os martelos e os pregos são sem vida.

Nós temos aqui duas opções interpretativas, e ambas disponibilizam uma distinção que justifica a diferença no tratamento.

Opção A: Aquilo que não é fértil é infértil; logo, as uniões homossexuais são inférteis. Mas elas não são inférteis da mesma forma que as uniões heterossexuais o são. As uniões homossexuais são essencialmente inférteis devido à sua própria natureza, enquanto que as uniões heterossexuais, quando são inférteis, são-no acidentalmente. (É por isto que as duplas heterossexuais inférteis podem às vezes ficar férteis através da intervenção médica).

Opção B: Se x ou é fértil ou infértil, então x tem uma natureza que inclui o poder de procriar. Logo, as duplas homossexuais não são nem férteis e nem inférteis

Em qualquer uma das opções a posição de Saletan de que "a homossexualidade é um tipo de infertilidade" é falsa. Isto fica ainda mais claro se levarmos em conta que uma dupla é chamada de "infértil" porque um dos dois da dupla ou é infértil ou é impotente. Mas a união de dois homossexuais na sua maioria dos casos inclui duas mulheres férteis ou dois homens potentes.

Desde logo, chamar de "infértil" a uma dupla homossexual é usar esse termo duma forma diferente daquela que é usada quando se chama a duma dupla heterossexual de "infértil". As duplas homossexuais são inférteis porque, falando de forma directa, os dildos e os dedos dentro duma vagina ou o pénis no ânus não levam à procriação - e não devido a algum defeito ou anormalidade ou impedimento etário por parte dos parceiros.

Acabei de mostrar que o argumento (1)-(4) que visa ampliar o reconhecimento legal de casamento às duplas homossexuais não é convincente. Mesmo assim, ainda existirão pessoas que irão sentir que há algo de injusto com o facto de, por exemplo, duas pessoas com 70 anos terem permissão para casar mas as duplas homossexuais não. Pode parecer irrelevante o facto da natureza das uniões heterossexuais não colocar de parte a procriação da mesma forma que as uniões homossexuais o fazem. Porque é que um homem e uma mulher com 70 anos podem ver a sua união reconhecida como casamento embora ela seja incapaz de gerar filhos?

Neste ponto, gostaria de lembrar o leitor que a lei não pode satisfazer a vontade de casos individuais e nem a uma classe pouco usual de casos. Tomemos como exemplo as leis que regulam a idade acima da qual se pode conduzir; se a idade legal para conduzir são 16 anos, isto é injusto para todas as pessoas com idades que vão dos 13 aos 16 anos que são condutores competentes. (Por exemplo, rapazes e raparigas do campo que aprenderam a trabalhar com maquinaria pesada antes dos 16 anos.)

Se por acaso a lei fosse satisfazer todos estes casos, ela tornar-se-ia excessivamente complexa e a sua aplicação e a sua execução seriam bem mais complicadas. Uma legislação práctica tem que estabelecer uma demarcação que é clara e facilmente reconhecida, e desde logo, "injusta" para alguns.

Uma melhor analogia é a capacidade de voto. Para se poder votar é preciso que a pessoa satisfaça alguns requerimentos mínimos tais como a idade, a residência, etc. Desde logo, a lei em torno do voto sanciona uma situação onde os votos informados e maduros provenientes de pessoas maduras, bem sucedidas e membros produtivos da sociedade têm o mesmo peso os votos de pessoas que, por vários motivos, não têm que ter lugar num ponto de voto.

Por exemplo, nós não impedimos que um idoso senil vote embora essas pessoas vivam no passado, totalmente desconhecedoras dos tópicos do dia, e incapazes de pensar de forma coerente em relação aos mesmos. Nós não os excluímos, e nem excluímos outros grupos, por motivo muito bom: isso iria complicar em muito a lei em relação do voto, e duma forma bem complicada. (Mentalizem a imagem de panteras grisalhas a deambular pelos corredores do Congresso, armados com focados.)

Claro que há uma certa dose de injustiça nesta permissividade: é injusto que votantes bem-pensantes e competentes vejam os seus votos cancelados por parte dos descuidados e dos incompetentes. Mas nós que fazemos parte da tribo dos competentes e bem-pensantes simplesmente temos que "comer" (isto é, aceitar) a injustiça como uma consequência inevitável de estarmos perante uma lei de voto operacional.

Semelhantemente, qualquer que seja a injustiça residual para com os homossexuais que exista com o facto de se dar o estatuto de casamento aos idosos que se casem embora estejam para além da idade fértil (e depois dos meus argumentos anteriores terem sido totalmente digeridos), essa é uma injustiça que nós simplesmente temos aceitar se por acaso quisermos termos leis matrimoniais operacionais.

Resumindo. O lugar certo para se começar este debate é com a questão lógica antecedente: o que é que justifica o envolvimento do estado no casamento? A única boa resposta para isto é que o envolvimento do estado justifica-se porque é do interesse do estado a sua própria perpetuação através da produção de crianças e do seu desenvolvimento em cidadãos produtivos. (Temos também, em segunda instância, a protecção daquelas sobre quem recai o peso da procriação, isto é, as mulheres.)

É a possibilidade da procriação que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento, mas não há possibilidade de procriação dentro das uniões homossexuais. Logo, estas uniões não merecem ser reconhecidas pelo estado como "casamento". Isto não é para levantar oposição às uniões civis que tornam possível a transferência de benefícios sociais, etc..

O argumento da infertilidade que tenta ampliar o reconhecimento estatal do casamento para as uniões homossexuais foi neutralizado com as palavras prévias.

sábado, 31 de outubro de 2015

Crianças Suecas forçadas a tomar parte num evento de "Orgulho Gay"

Cerca de 120 crianças foram forçadas a assistir a uma parada homossexual organizada pelo lobby HBT Sueco na cidade de Gotemburgo. A parada levada a cabo pela creche foi organizada pela segunda vez em dois anos como parte do evento sexual com o nome de West Pride - evento onde adultos pertencentes a vários tipos de minorias sexuais desfilam, normalmente semi-nus, pelas estradas de Gotemburgo.

Foi dito às crianças que repetissem o slogan “who are you allowed to love – whoever you want”. Quando foi perguntado à professora Sara Ghazi o porquê de crianças da creche terem tomado parte do evento, ela disse:

Todos os dias falamos da igualdade humana, e que não interessa a sexualidade ou a cor da pessoa.

Este evento nada mais é do que lavagem cerebral a crianças inocentes, e o facto do estado Sueco permitir a manipulação das crianças por parte degenerados nada mais é que o estado a permitir o abuso de menores.

Crianças quem nem são suficientemente maduras para saber ler e nem escrever são forçadas e pensar que o desvio da normalidade é aceitável a todo o custo. Isto é a destruição duma geração levada a cabo pela sociedade Sueca.

Infelizmente, isto não é uma questão de "Se" mas de "Quando" é que estas práctics nojentas serão propagadas para o resto da Europa. Cabe-nos a nós lutar para que as crianças tenham uma infância que não esteja preenchida por pervertidos e degenerados visto que mais ninguém parece interessado em salvar a sua inocência.

Nós pura e simplesmente não podemos assistir impávidos e deixar que isto aconteça. Temos que fazer tudo o que está ao nosso alcance e levar a cabo manifestações nas ruas, unindo forças organizações locais que estão dispostas a fazer com que as suas vozes sejam ouvidas.

O tempo de ter medo de perder o emprego ou perder uma amizade acabou. Chegou a altura de cada um de nós tomar uma posição e fazer algo. Quando a inocência das crianças está a ser alvo de ataque, isso é um ataque frontal ao futuro dos nossos países.

Estas crianças irão crescer e passarão a ser adultas, e algumas podem até vir a ter poder político. Imaginem o que um líder que tenha sido alvo duma lavagem cerebral fará no futuro, e vejam como é urgente impedir que este tipo de coisas continue.
http://goo.gl/QB3TY8

sábado, 24 de outubro de 2015

Cristão acusado de "crime de ódio" por encomendar um bolo com mensagem Bíblica

Por Warner Todd Huston

As controvérsias em torno dos bolos continuam a ocorrer, mas desta vez em reverso visto que um pastor Cristão pediu a uma pastelaria "homossexual" que fizesse um bolo com uma mensagem Cristã, mas viu-lhe negado o serviço. Mas em vez da pastelaria ser alvo dum processo legal, parece que o pastor é que pode vir a enfrentar algum tipo de acção legal.

Há alguns dias atrás falamos dum pastor do Arizona chamado Joshua Feuerstein, que gere um popular canal do Youtube. Feuerstein avisou que os Cristãos estão a enfrentar um crescente ataque por parte do Estado, e eles deveriam ter atenção redobrada neste elevado clima anti-Cristão.

Feuerstein fez também um vídeo onde ele fez uma chamada à senhora Sharon Haller, dona da pastelaria com o nome de "Cut the Cake" em Longwood (Flórida) e pediu que ela fizesse um bolo que tivesse sobre ele a frase "Nós Não Apoiamos o Casamento Homossexual".

Ela recusou-se a fazer o bolo mas Feuerstein postou o vídeo da sua recusa no seu canal do YouTube. Mais tarde, Haller exigiu que Feuerstein apagasse o vídeo do canal, o que ele fez. Mas Haller voltou a colocar o vídeo online, e usou-o para atacar Feuerstein. Depois disto, a dona da loja entrou em contacto com o FBI e pediu que eles processam Feuerstein por "crime de ódio".

"Haller queixou-se de telefonemas "desagradáveis" e "gestos negativos". Ela disse que perdeu dinheiro e que estava a analisar as opções legais, salientando que telefonemas gravados são ilegais na Flórida. Segundo a Lifesite, Haller disse que ela havia entrado em contacto com o FBI tendo em vista um possível caso de crime de ódio.

"Tenho medo devido ao tipo de chamadas que temos recebido, e tenho medo que alguém me ataque em casa," disse Haller à News 13. Na internet, a pastelaria pediu ajuda: "Por favor, ajudem-nos a colocar um ponto final em pessoas como Joshua Feuerstein."

Vejamos então: os homossexuais podem causar a que os Cristãos sejam presos e causar a que as suas empresas sejam fechadas devido ao facto destes se recusarem a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Mas os homossexuais podem negar servir os Cristãos sem enfrentar qualquer tipo de consequência.

Torna-se cada vez mais óbvio que o único grupo que não está protegido pela lei, tal como ela é practicada hoje, são os Cristãos.

- http://goo.gl/3Yd2iz

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

"Aceitando a minha desordem homossexual e apercebendo-me que só Jesus me poderia curar"

Por Joseph Sciambra
"Deus criou-nos para amar e para sermos amados, e desde logo, é um teste de Deus escolher um caminho ou o outro. Qualquer negligência em amar pode levar uma pessoa a dizer Sim ao mal, e quando isso acontece, nós não temos ideia de como isso se pode propagar. Essa é a parte má. Quando alguém escolhe o mal, é então levantado um obstáculo entre essa pessoa e Deus, e a pessoa que se encontra sobrecarregada de maneira alguma consegue ver Deus." ~ Madre Teresa de Calcutá
É possível que eu tenha uma interpretação demasiado ampla, ou demasiado limitada, da citação prévia da Madre Teresa, mas a frase que é muito crucial em termos de homossexualismo é esta:

Qualquer negligência em amar pode levar uma pessoa a dizer Sim ao mal.

Tendo como base a minha experiência como um ex-homossexual, e a experiência de muitos outros que desesperadamente ou de forma convincente gritaram "Sim, sou homossexual!", a negligência a que ela se refere é aquela que ocorre na infância daqueles que ela chamou de "os sobrecarregados". 

Neste ponto, vários estudos demonstraram de forma consistente que os homossexuais adultos são significativamente mais susceptíveis de ter passado por abuso infantil, negligência, ou sentimentos de indiferença por parte de um ou dos dois pais (nos homens homossexuais, é com o pai), e/ou abuso sexual, violência física, ou intimidação por parte de pessoas do mesmo sexo. (Ver notas  1-3)

Desde logo, aqueles que estão sobrecarregados pela sua educação deficiente, ou sadista, são frequentemente abandonados como adultos que têm que lidar sozinhos em termos do seu homossexualismo. Aceitar a orientação e "sair do armário" são considerados actos de coragem, enquanto que pensamentos relativos à cura practicamente não existem ou são considerados como falsa ciência ou homofobia psiquiátrica.

No entanto, os homens homossexuais sofreram um certo tipo de negligência - quer tenha sido por parte dos pais ou devido à rejeição proveniente dos outros rapazes - resultando numa mal-canalizada atracção por pessoas do mesmo sexo. Consequentemente, o desejo por afeição e por amor masculino que os homens homossexuais têm é transferido para os homens, normalmente com a fantasia da afirmação masculina confirmada por uma figura paterna hiper-masculina.

Isto explica a imensa e perene popularidade da assim-chamada pornografia do "papá" dentro da comunidade homossexual. Por este motivo, não é de todo incomum descobrir uma enorme diferença etária entre os parceiros homossexuais masculinos, com o parceiro mais jovem a assumir com frequência o papel passivo e o parceiro mais velho o papel mais dominante. (Ver notas 4 e 5).

Quando são questionados sobre o porquê de voluntariamente enveredarem por comportamentos sexuais de elevado risco, a maior parte dos homossexuais mencionou:

... ansiedade, solidão, depressão....[e] uma forma de buscar prazer e união emocional com outros homens. (6)

Devido ao facto de se experimentar excitação imediata de afirmação masculina através do sexo, o jovem homossexual, já de si extremamente só e em busca de atenção masculina, mal ele entra no mundo homossexual embarca numa viajem normalmente desenfreada e, essencialmente, auto-destrutiva de excesso sexual porque pela primeira vez na vida, ele sente como se a necessidade há muito enterrada está a ser satisfeita.

Um estudo focado nos homens homossexuais e nos seus hábitos sexuais iniciais apurou que os mesmos "eram caracterizados por taxas relativamente elevadas de sexo anal sem protecção e por um reportório sexual em expansão acelerada." (7)

A minha própria vida encaixa-se de forma perfeita neste cenário do rapaz perdido e isolado que entra na comunidade homossexual inicialmente não em busca de sexo , mas simplesmente em busca de amor. Mas, e tal como avisou a Madre Teresa, sem nunca perceber o quão longe isto avançaria. Como o Homem foi feito para dar e receber amor, quando nos apercebemos que nem recebemos e nem damos amor, passamos a ficar inquietos e mais inclinados a fazer qualquer coisa para que isso aconteça.

Foi devido a isto que eu, e no ponto mais alto da primeira crise da SIDA, arrisquei a minha própria vida para encontrar o amor que eu desesperadamente precisava. Tal como muitos da minha geração, dei por mim com homens com o dobro da minha idade. Inicialmente, foi uma experiência surpreendente ser gostado e desejado por outros homens, depois de passar anos e anos à parte, fazendo amizade com as raparigas e não com os rapazes, e a desesperadamente admirar os homens de longe.

De repente, eu já não era um estranho e tudo parecia certo e bom. Era como se a minha vida anterior, cheia de dor, solidão e isolamento, tivesse finalmente chegado ao fim; que ser homossexual, e aceitar que eu era homossexual, tivesse dado início à realização de quem eu realmente estava destinado a ser; lá, pensei eu, iria por fim encontrar felicidade duradoura.

O problema é que o sexo é fugaz, e as associações e as relações dentro do mundo homossexual são normalmente transitórias, na melhor das hipóteses, e altamente susceptíveis à pervasiva monotonia sexual do homossexualismo masculino que rotineiramente precisa de "aberturas" da relação a parceiros externos. (8) Porque, ao contrário das duplas heterossexuais que envelhecem e vão ficando mais confortáveis um com o outro, a agitação normalmente é a regra dentro dos espinhosos relacionamentos 100% masculinos, que continuamente se desintegram à medida que a novidade das primeiras aventuras sexuais juntos se vão tornado mais rotineiras. (9)

Descobri que isto é o que aconteceu vez após vez, à medida que os meus namorados, que eram sempre mais velhos - especialmente nos primeiros anos depois de ter "saído do armário", -  terem de certa forma preenchido a minha necessidade adolescente por atenção e encorajamento masculino. De forma bem doentia, fiquei para sempre atrofiado como um rapaz.

Por exemplo, tu finges e começas a chamá-lo de "papá" durante o acto sexual, e de forma curiosa começas a sentir confiança e de certa forma reconhecido na tua masculinidade.  Só que mais tarde te apercebes que este homem não é o teu pai, e nem é o rapaz que gozou contigo quando eras criança, e nem é o rapaz heterossexual por quem te apaixonaste na escola secundária - aquele que nem sabia que existias.

Consequentemente, sentir atracção por homens e ter sexo com eles não resolve nada; de facto, quando nos conformamos com a orientação, subscrevemos a ideia de que estas atracções são saudáveis, ou pelo menos proporcionalmente benignas, e que, apesar da vasta maioria da população masculina ser heterossexual, nós não somos anormais mas apenas únicos.

É então que a dor da infância é enterrada mais profundamente a cada relação subsequente. Só que quanto mais tempo ficamos no mundo homossexual, mais rapidamente nos apercebemos que estamos longe de sermos excepcionais, e que quase todos os outros homens homossexuais partilham uma história espantosamente semelhante à nossa.

Depois de 10 anos no mundo homossexual, e depois de, involuntariamente, mas mesmo assim, de forma metódica, ter reencenado quase todos os traumas que ocorreram durante a minha infância - desde a minha obsessão pré-púbere pela pornografia para a minha tristeza sobrepujante por ter sido rejeitado por muitos dos homens da minha vida - entendi de maneira subconsciente que já nada estava a funcionar, e fiquei cada vez mais desesperado e disposto a correr ainda mais riscos.

Curiosamente, eu ainda busquei a salvação nos braços de outro homem; quem quer que fosse esse rapaz perturbado fosse dentro de si, ele apenas foi empurrado mais para o fundo. Na minha cabeça, a resposta ainda existia fora de mim, algures dentro da realidade da minha orientação homossexual; devido a isso, eu ainda precisava de um homem e tinha que ser amado por um. Por vezes esta fixação era tão forte que eu deixava tudo, e dirigia-me apressadamente para a loja pornográfica mais próxima, ou sauna mais próxima, como forma de me encontrar com qualquer estranho.

Tudo isto era triste e descuidado, mas pelo menos era alguma coisa. No entanto, esta atitude faz parte do estilo de vida homossexual: quanto mais tu ficas dentro dele, mais preso tu ficas. Invariavelmente tu és usado e largado pelos teus primeiros amantes, contrais algumas DSTs, vais ficando cada vez mais amargo e desconfiado, o tormento da infância regressa à medida que te começas a sentir rejeitado e esquecido por parte dos homens.

Podes até passar a ser seropositivo, e nesse ponto, ficas com a sensação de que pouco ou nada tens a perder. Mais perto do fim, não havia nada que eu não fizesse como forma de, duma vez por todas, acabar com esta dor no meu coração - mesmo que tivesse que morrer tentando.

Antes disso, assisti impotente os meus amigos a serem abatidos pela SIDA; um deles havia crescido sem o amor do pai; o outro havia sido [emocionalmente] sufocado pela mãe; o outro havia sido vítima dum horrível abuso infantil. Acho que todos nós lidávamos com as coisas como podíamos. A dada altura, os nossos caminhos convergiram até São Francisco, e de forma colectiva, nós pensamos que havíamos encontrado a nossa cidade sobre o monte.

Quando eles morreram, um a um, a minha reacção foi relativamente estanha; não cheguei a lamentar, mas caminhei penosamente para frente, rumo ao meu objectivo. Orgulhosamente, pensei comigo que seria diferente. Só que acabei por me afundar no mesmo poço de desolação e trevas dentro do qual eles haviam mergulhado. Mas mesmo assim, eu ainda acreditava. O sonho homossexual nunca chegou a morrer na minha imaginação. De alguma forma, e algum lugar para além do arco-íris, este peso iria milagrosamente desaparecer.

Só que não desapareceu. Lentamente, voltei ao isolamento da minha juventude; os meus amigos e os meus amantes morreram; os poucos que continuaram vivos envolveram-se em cenas fetiches bizarras. Outros houve que se uniram e saíram da ansiedade [da vida homossexual], e de modo intermitente convidaram-me para um trio sexual. Longe estava a explosão e excitação que senti quando, com 18 anos, fui pela primeira vez abordado quando me encontrava num bar homossexual, pouco depois de ter "saído do armário".

Eu sabia instintivamente que ninguém me iria salvar. Eu não sabia o que fazer visto que não havia nada mais em que acreditar. Devido a isso, não fiz nada. Eu não conseguia ver uma saída; eu era homossexual e não existiam outras opções.

Eu não sei o porquê de eu ter sido poupado enquanto outros não o foram, mas eu não sou diferente deles visto que eu teria ficado. No entanto, e totalmente do nada, apareceu um Homem. Inicialmente, tal como todos os homens que eu havia encontrado no passado, tive vontade de estar com Este Homem, mas ao mesmo tempo. tive medo. Dentro do meu deturpado sentido de cosmologia, unido com a percepção que unia tudo com o sexo homossexual, pensei para comigo:

Será que Ele será o meu Novo "papá", o meu novo Pai? Mas Ele não era também o Filho?

Pelo contrário, Cristo transcendia tudo isso, mas ao mesmo tempo, Ele transformava e preenchia tudo. Porque quando Cristo me tocou, Ele tocou-me como Pai e como Filho; como compassivo, protector, a Figura Forte que eu havia passado toda a minha vida em busca. Mas, Ele também era o Filho - no sentido Pai-Filho.

Elevado até ao Divino, passei por um processo de cura através do qual partilhei com Cristo a Sua infância até Se tornar num Homem. Tudo começou com a minha adopção como o "filho de José", "Não é Este o Filho de José?" (Lucas 4:22)

Muito provavelmente esta foi a parte mais dolorosa e mais realizadora do processo de cura - aceitar o papel e a importância da paternidade e da masculinidade na minha vida; como as coisas haviam corrido mal durante a minha infância, incluindo os meus sentimentos de inadequação, rejeição masculina, e o frequente e sobrepujante desejo de receber aprovação por parte dos outros homens - e estas conflituosas e dolorosas emoções que por fim me levaram a acreditar que era homossexual, e me levaram a entrar dentro do estilo de vida homossexual.

Durante esta viagem inicial, uma presença constante era o arquétipo masculino representado por São José - alguém que era forte e silencioso, mas pacientemente cuidadoso; enormemente masculino, mas só atingido o estado de perfeição ao dar amor ao Filho; em Cristo, este amor atinge a sua afirmação mais completa. Finalmente, consumado e recebido através do Espírito Santo; então, houve a cura decisiva quando ouvi as palavras:

Tu és o Meu Filho Amado, em Ti Me comprazo. - Lucas 3:22

Em Cristo, encontrei o Único homem que me poderia consertar: que poderia curar o amedrontado rapaz que se encontrava no interior, aquele que não sabia atirar uma bola, que foi espancado na escola, que se sentiu mal-amado, que pensou que era homossexual. Jesus tomou todo o peso e deu-me algo novo; Ele mostrou-me o que nenhum toque dum homem humano poderia suplantar, ou substituir, o que Deus já havia pré-determinado: que eu partilhava de modo infinito no Amor completo do Pai pelo Seu Filho.

- http://goo.gl/2YFWwU

1. “This retrospective study compares memories of the father-son relationship between lifelong socially well-adjusted, non-patient homosexual and heterosexual men. No homosexual subject reported the presence of a reasonably intact, positive relationship with his father or father surrogate during preadolescent years, whereas 12 of the 17 heterosexual men did. Previous investigators have hypothesized that a constructive, supportive father-son relationship precludes the development of homosexual orientation. This hypothesis stemmed from investigation of men who in general suffered from significant global psychopathology. The data in the present investigation supports the notion that a meaningful association, which is not attributable to confounding psychopathology, exists between quality of father-son relationship during early life and male sexual orientation.”
“Fathers, sons, and sexual orientation: replication of a Bieber hypothesis.”
Friedman RC, Stern LO.
Psychiatr Q. 1980 Fall;52(3):175-89.

2. “Homosexual/bisexual men reported higher rates than heterosexual men of childhood emotional and any physical maltreatment (including major physical maltreatment) by their mother/maternal guardian and major physical maltreatment by their father/paternal guardian. In contrast, homosexual/bisexual women, as compared to heterosexual women, reported higher rates of major physical maltreatment by both their mother/maternal guardian and their father/paternal guardian. Differences among individuals with differing sexual orientations were most pronounced for the more extreme forms of physical maltreatment.”
“Reports of parental maltreatment during childhood in a United States population-based survey of homosexual, bisexual, and heterosexual adults.”
Heather L. Corliss, Susan D. Cochran, corresponding author and Vickie M. Maysb
Child Abuse Negl. 2002 Nov; 26(11): 1165–1178.

3. “Results indicated that homosexual seminarians feel more emotional distance from their fathers than heterosexual seminarians. Whether these accurately reflect the emotional distance between the father and seminarian during earlier childhood is not definitive. Attachment theory (Bowlby, 1969, 1973, 1980) and family of origin theory posit that the structure of relationships with one’s parent is lifelong, a ‘straightforward continuation’ (Bowlby, 1969, p. 208) of attachments in childhood. More recent studies suggest that attachments can be modified through ongoing interactions (Bartholomew & Perlman, 1994; Shaver & Hazan, 1993). These findings are consistent with the ‘weak father’ theory of the etiology of homosexuality, however, cross-sectional associations do not directly address the underlying causal role of emotionally absent fathers. These findings can speak of a lack of childhood male role model (Bieber et al., 1962; Socarides, 1990), especially in the area of intimacy and relationships, or they could speak of the poverty of a present satisfying emotional connection with the father, needed to promote the development of a healthy sexual identity (Alexander, 1997).”
“Emotionally Absent Fathers: Furthering the Understanding of Homosexuality”
Ray A. Seutter, Martin Rovers
Journal of Psychology and Theology
2004, Vol. 32, No. 1, 43-49

4. http://www.josephsciambra.com/2015/06/gay-marriage-its-not-about-being-gay-or.html

5. “Do differences in age between sexual partners affect sexual risk behaviour among Australian gay and bisexual men?”
Prestage G, Jin F, Bavinton B, Scott SA, Hurley M.
Sex Transm Infect. 2013 Dec;89(8):653-8.

6. “Assessing motivations to engage in intentional condomless anal intercourse in HIV-risk contexts (“bareback sex”) among men who have sex with men.”
José A. Bauermeister, MPH, PhD, Alex Carballo-Diéguez, PhD, Ana Ventuneac, PhD, and Curtis Dolezal, PhD
AIDS Educ Prev. 2009 Apr; 21(2): 156–168.

7. “Early male partnership patterns, social support, and sexual risk behavior among young men who have sex with men.”
Glick SN, Golden MR.
AIDS Behav. 2014 Aug;18(8):1466-75.

8. “Specifically, 45% had monogamous agreements, 47% had open agreements, and 8% reported discrepant agreements.”
“Relationship Characteristics and Motivations behind Agreements among Gay Male Couples: Differences by Agreement Type and Couple Serostatus.”
Colleen C. Hoff, PhD et al.
AIDS Care. 2010 Jul; 22(7): 827–835.

9. “As relationship length increased, the proportion of couples who disagreed about their current agreement type increased. No direct trend was found for recent adherence to an agreement; however, the likelihood of ever breaking an agreement increased as relationship length increased.”
“Aspects of gay male couples' sexual agreements vary by their relationship length.”
Mitchell JW
AIDS Care. 2014;26(9):1164-70.

10. “…36.0% reported participating in at least one GSE [group sex event] in the prior year. In multivariable logistic regression analysis, attendance at a GSE in the past year was significantly associated with older age, full/part time employment and being HIV positive. Of the men who attended a GSE, more than half reported condomless anal sex (CAS) with at least one of their partners (insertive: 57.7%; receptive: 56.3%).”
“Engagement in group sex among geosocial networking mobile application-using men who have sex with men.”
Phillips G, Grov C, Mustanski B.
Sex Health. 2015 Aug 10.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Onde os Cristãos têm falhado quando lidam com o homossexualismo

Por Joseph Sciambra

Quando o Senhor me salvou do triste e solitário mundo do homossexualismo, rapidamente me apercebi que os meus problemas - passados, presentes e futuros - iriam desaparecer para além da minha luta em favor duma forma de castidade. De facto, no princípio, a castidade era algo bastante fácil de se levar a cabo.

Era mais ou menos assim: quando eu era criança, e por algumas vezes, normalmente durante a Páscoa ou  Halloween, eu tomava para mim uma grande quantidade de doces. Sem o conhecimento dos meus pais, eu escondia quantidades enormes desses doces, e comia-os até ficar satisfeito. Subsequentemente, eu ficava tão doente do estômago que a ideia de voltar a comer doce era-me revoltante. E durante algum período de tempo, eu ficava de todo longe deles, e nem sentia saudades.

Durante alguns anos, foi isto que aconteceu comigo e com o sexo. A liberdade da concupiscência fez com que eu tivesse vontade de aprofundar ainda mais; eu sabia que poderia ser casto, mas o que eu queria saber era o porquê de eu inicialmente me ter tornado homossexual.

Depois de regressar à Igreja Católica, notei um foco imediato na castidade, especialmente no que toca as iniciativas que visavam a comunidade homossexual ou aqueles que queriam abandonar o estilo de vida homossexual.

Tudo isto estava certo visto que o alcoólico que quer parar de beber, ou o viciado em heroína que quer parar de se injectar, tem que parar imediatamente; não se passa de duas garrafas de vodka por dia para uma, e também não se reduz para metade a quantidade de heroína que se consome; todas as pessoas que já passaram por vícios sabem que isto é uma receita para desastre.

O que se faz é parar por completo, passar pelos sintomas de abstinência, e depois começar de novo. É aqui que o verdadeiro trabalho começa. Depois de ter sido curada na clínica Betty Ford, a ícone homossexual e viciada crónica Elizabeth Taylor disse o seguinte:

Na [clínica] Betty Ford tive que encarar coisas que nunca havia encarada no passado. Aprendi que eu havia passado anos a conter os meus sentimentos verdadeiros.... Todos esses anos a encobrir a dor e a não falar dela criaram várias cicatrizes.

No entanto, não existe uma Clinica Betty Ford Católica, e a minha percepção era a de que a Igreja, pelo no menos no que toca aos seus esforços de alcance aos homossexuais, parece deixar os homossexuais como um tipo de bêbados abstémicos; ainda são homossexuais mas já não têm relações sexuais.

Para mim, isto era totalmente inadequado. Primeiro que tudo, como é que eu poderia controlar ou dominar os meus impulsos - a atracção homossexual - se eu não sabia de onde eles vinham?

Segundo: a castidade sem a cura parecia forçada e pouco natural; com a minha orientação homossexual ainda intacta, sempre senti que me estava a negar a mim próprio, que Deus e a Igreja me haviam tirado alguma coisa, que eles estavam a impor a sua vontade.

Terceiro: Eu ainda estava a sofrer; eu era exteriormente casto mas não era feliz. Tal como Taylor, eu tinha muitas cicatrizes e eu nem entendia que as tinha (ver notas 1-5). Durante a maior parte tempo, eu, tal como muitos homens homossexuais, sofria de algo chamado Anosognosia, ou a incapacidade de entender que se tem uma doença mental séria; cerca de metade dos esquizofrénicos sofre com esta condição.

Com isto em mente, toda a conversa em torno da castidade, da importância da oração, e da necessidade de camaradagem, não iriam significar nada até que eu pudesse finalmente admitir que estava doente, que estava danificado - que estava desordenado (6). É aqui se encontra o problema de algumas iniciativas baseadas na fé visto que existe com frequência alguma discussão em relação a este ponto; por exemplo: "--- a atracção é uma desordem, mas a pessoa não é".

Se formos seguir esta forma de pensar, a inclinação desordenada é então entendida como algo que existe fora da pessoa; o que se segue é que a escolha de permanecer casto torna-se uma batalha infindável contra uma assombrosa força invisível. Este esforço é incrivelmente nobre, mas exaustivo e dado a recaídas, desencorajamento e eventual regresso à actividade homossexual.

Este cíclo de reincidência e Confissão normalmente fecha os homens dentro da orientação porque a fonte e a causa dessas feridas profundas que geraram o homossexualismo nunca são totalmente examinadas. Sem este doloroso mergulho dentro da frágil psique, os esforços para se lidar com o problema do homossexualismo ficam focados nos "actos homossexuais como actos de depravação grave" ao mesmo tempo que esta importante declaração é ignorada:

Embora a inclinação particular da pessoa homossexual não seja um pecado, ela é mais ou menos uma forte tendência orientada rumo a um mal moral intrínseco; e desde logo, a inclinação tem que ser vista com uma desordem objectiva.*

Desde logo, de forma a nos orientarmos literalmente em direcção a Cristo, a abordagem fundamentada na fé tem que incluir a cura do corpo, da mente e do espírito. Isto tem que começar com a aceitação de que o que estou a sentir está errado e que essas afeições, embora eu não esteja a agir segundo as mesmas, são desordenadas. Com esta  clareza simples, torna-se óbvio que de forma a manter-me casto, o motivo desses desejos desordenados têm que ser explorados.

Por esta altura, qualquer falta de vontade em explorar os nossos próprios corações sombrios normalmente é um apego orgulhoso aos antigos caminhos e uma recusa em reconhecer que a orientação homossexual é, em última análise, a origem do problema. Actualmente, este conceito de negação homossexual tem-se materializado na tendência de alguns Católicos se auto-identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que exortam a castidade.

No entanto, e como forma de avançarmos, temos que confiar no Nosso Senhor Jesus Cristo, e frequentemente isto é difícil porque, como homens homossexuais, carregamos a dor de termos sido traídos e magoados pelos outros, por vezes por parte de pessoas que nos são próximas, o que faz com que o acto de dar acesso ao nosso pequeno e protegido mundo de falsa segurança seja uma experiência assustadora.

No entanto, a dada altura da vida de todos os homossexuais, deixamos que algo entrasse dentro de nós - normalmente foi a promessa de felicidade que seria obtida ao admitirmos que éramos homossexuais; podemos chamar a isto de demónio homossexual, mas nós aceitamo-lo e deixamos que ele entrasse. Mais tarde, um padre perfeitamente corajoso finalmente me libertou desta possessão horrível.

Segundo a minha própria experiência, seguindo exactamente como Cristo nos ensinou a passarmos a "ser como criancinhas" como forma de sermos curados, foi exactamente isso que eu fiz; tive que voltar para todo o tumulto, para o abuso, e para o ódio da minha infância. De forma geral, este trauma homossexual colectivo tem sido subconscientemente reconhecido pela comunidade homossexual através do projecto com o nome "It Gets Better", que reconta o terror mas que depois avança rapidamente para a fantasia de felicidade eterna que só pode ser atingida através da auto-realização homossexual.

Na verdade, entrar no homossexualismo só enterra a dor, e durante muitos anos, foi isso mesmo que eu fiz. E rapidamente, com frequência através da cobertura duma espessa neblina de pornografia que encheu a minha cabeça a partir dos meus 8 anos, comecei a esquecer que essa dor existia. Agora, eu tinha que me lembrar porque essas memórias subterradas estavam a controlar a minha vida, e com frequência a direccionar as minhas acções e a determinar as minhas atracções.

De facto, muitos homens homossexuais que passam por algum tipo de trauma durante a infância, mais tarde recriam o abuso numa tentativa vã de, de alguma forma, o normalizar. (7) Por exemplo, quando era uma pequena criança, um agressivo e mal-intencionado rapaz constantemente fazia pouco de mim devido à forma como eu andava, falava, agitava os meus braços, e da minha envergonhada aparência amaricada.

Mais tarde, quando me envolvi no BDSM, a última paragem ultra-pervertida no já-de-si bizarro no mundo do sexo homossexual, todas estas humilhações da minha infância anteriormente submergidas voltaram. De forma geral, reviver estas experiências apenas me ajudaram durante alguns breves momentos. Da mesma forma, abraçar unicamente a castidade parecia também suprimir a dor.

Só quando eu já não temia o que iria encontrar no meu passado é que permiti que o Nosso Senhor Jesus Cristo me curasse por inteiro. Só no meio leito de morte é que clamei por Jesus, e Ele salvou-me. Depois de muita batalha, entendi que Deus não queria apenas que eu ficasse casto e homossexual:

E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde.
- Actos 3:16

- http://goo.gl/kAcMUW


1. “Gay and bisexual men were more likely than heterosexual men to be diagnosed with at least one of the five mental health disorders assessed in the MIDUS, after we adjusted for possible demographic confounding. In particular, gay and bisexual men were 3.0 times more likely to meet criteria for major depression and 4.7 times more likely to meet criteria for a panic disorder than were heterosexual men. Further, nearly 20% of gay–bisexual men overall were comorbid for two or more disorders, a prevalence exceeding that seen among heterosexual men. Differences observed between gay–bisexual and heterosexual men were unchanged when effects associated with treatment for HIV or AIDS in the prior year were considered…”
“Prevalence of Mental Disorders, Psychological Distress, and Mental Health Services Use Among Lesbian, Gay, and Bisexual Adults in the United States”
Susan D. Cochran, J. Greer Sullivan, and Vickie M. Mays
Published in final edited form as:
J Consult Clin Psychol. 2003 Feb; 71(1): 53–61.

2. “Meta-analyses revealed a two fold excess in suicide attempts in lesbian, gay and bisexual people. The risk for depression and anxiety disorders (over a period of 12 months or a lifetime) on meta-analyses were at least 1.5 times higher in lesbian, gay and bisexual people and alcohol and other substance dependence over 12 months was also 1.5 times higher.”
A systematic review of mental disorder, suicide, and deliberate self-harm in lesbian, gay and bisexual people”
Michael King, corresponding author…
BMC Psychiatry. 2008; 8: 70.
Published online 2008 Aug 18. doi:  10.1186/1471-244X-8-70

3. “The 7-day prevalence of depression in men who have sex with men was 17.2%, higher than in adult U.S. men in general…Depression was also associated with histories of attempted suicide, child abuse, and recent sexual dysfunction.”
“Distress and depression in men who have sex with men: the Urban Men's Health Study.”
Mills TC et al.
Am J Psychiatry. 2004 Feb;161(2):278-85.

4. “Lifetime major depressive episode (MDE) affected 33.2% of the youth. Lifetime conduct disorder (23.6%), alcohol abuse/dependence (19.6%), posttraumatic stress disorder (PTSD; 16.0%), and nicotine dependence (10.7%) were also common…Most participants with mental disorders never received treatment, and comorbidity was common.”
“Mental health disorders in young urban sexual minority men.”
Burns MN et al.
J Adolesc Health. 2015 Jan;56(1):52-8. doi: 10.1016/j.jadohealth.2014.07.018. Epub 2014 Oct 5.

5. “Gay, lesbian, and bisexual young people were at increased risks of major depression, generalized anxiety disorder, conduct disorder, nicotine dependence, other substance abuse and/or dependence, multiple disorders, suicidal ideation, and suicide attempts…Findings support recent evidence suggesting that gay, lesbian, and bisexual young people are at increased risk of mental health problems, with these associations being particularly evident for measures of suicidal behavior and multiple disorder.”
“Is sexual orientation related to mental health problems and suicidality in young people?”
Fergusson DM1, Horwood LJ, Beautrais AL.
Arch Gen Psychiatry. 1999 Oct;56(10):876-80.

6. “The number of men and women who have deep-seated homosexual tendencies is not negligible. This inclination, which is objectively disordered, constitutes for most of them a trial. They must be accepted with respect, compassion, and sensitivity. Every sign of unjust discrimination in their regard should be avoided. These persons are called to fulfill God’s will in their lives and, if they are Christians, to unite to the sacrifice of the Lord’s Cross the difficulties they may encounter from their condition.”

7. “Childhood sexual abuse is associated with high-risk sexual behavior in men who have sex with men…Results indicated that men who have a history of childhood sexual abuse were more likely to: engage in high-risk sexual behavior (i.e., unprotected receptive anal intercourse), trade sex for money or drugs, report being HIV positive, and experience non-sexual relationship violence. Results of this study extend previous research to show that men who have sex with men and who have a history of child sexual abuse are more likely to be at high risk for HIV infection.”
“Trauma symptoms, sexual behaviors, and substance abuse: correlates of childhood sexual abuse and HIV risks among men who have sex with men.”
Kalichman SC1
J Child Sex Abus. 2004;13(1):1-15.

* “Letter on the Pastoral Care of Homosexual Persons” (1986).

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Joseph Sciambra: "O porquê de eu ter sido homossexual"

Por Joseph Sciambra

Todas as pessoas que conheci dentro do mundo homossexual chegaram a um ponto das suas vidas onde elas "saíram do armário" com uma história. E não era um história qualquer, mas uma história pessoal de tragédia, mágoa, solidão, luta interna e a eventual auto-afirmação. Algumas poucas tornaram-se adeptas em recontar a história, lembrando-se de quase tudo em relação a um intimidador ["bully"] do recreio infantil, das emoções que sentiram quando, depois de todos terem sido escolhidos, tu passas a ser a última pessoa de pé e ninguém te querer na equipa deles, ou da forma como o teu pai se zangou contigo porque tu estas a dançar de forma inocente como - nas palavras dele - um maricas.

Mais frequentemente, estas narrativas centram-se em redor do pai, que ou estava ausente, ou era desligado, ou era demasiado crítico, violento ou abusivo. Concomitantemente, havia também uma anormal relação de proximidade com a mãe, especialmente aqueles cujas mães vinham frequentemente a São Francisco para lhes visitar, nunca acompanhadas pelos pais mas que mesmo assim falavam de forma suspeitosamente positiva dos seus pais sem no entanto revelarem muitos detalhes.

Por essa altura, não pensei muito nisso porque eu tinha um bom número de memórias do meu passado. Algumas destas histórias eram semelhantes às histórias dos meus amigos, mas outras nem tanto, mas todos nós tínhamos a determinação comum de seguir em frente, superando aquelas dificuldades iniciais, vivendo segundo as nossas regras e tomando conta dos nossos destinos. Só que nós não nos apercebemos que esta falsa sensação de poder nos seria retirada para sempre através do desespero, das doenças, e da morte.

Quando eu era um pequeno rapaz, eu não queria ser gay. Gay era o estranho alter-ego de Jack Tripper em “Three’s Company;” era o primo demasiadamente-feminino do filme “Zorro - The Gay Blade,” e era o que os outros rapazes me chamavam quando eu deixava a bola cair de forma interminável durante as aulas de Educação Física. Eu não queria ser isso.

Mas quando as coisas estavam fora do meu controle - e quando eu não sabia mais do que sabia na altura - uma rapariga mais velha aproveitou-se de mim. Imediatamente fiquei assustado mas ao mesmo tempo fiquei fascinado. Muito provavelmente no mesmo ano, quando tinha cerca de 8 anos, fui exposto à pornografia. Aquelas mulheres estáticas das revistas eram objectos de desejo e evitação. Basta eu olhar para elas para ficar excitado, mas algo dentro de mim não gostava desse sentimento. 

Foi então, sendo já um rapaz circunspecto e tímido, que me tornei ainda mais recluso. Ainda me lembro de passar quase um dia inteiro sem dizer uma única palavra; eu tinha alguns poucos amigos, mas gradualmente comecei a acreditar que eu era tolerado por parte de um grupo similar de miúdos gordos e desajeitados hiper-activos. Quando eu me separava deles, vulnerável e sozinho, ocasionalmente ouvia a palavra "fag" a ser gritada na minha direcção.

Na maior parte das vezes, as raparigas assustavam-me, mas quando atingi a adolescência, por vezes senti-me mais à vontade junto delas do que junto de rapazes. Isto acontecia porque entre a minha primeira e aterradora experiência sexual e a puberdade, comecei a ficar cada vez mais incerto em relação às mulheres: as modelos sem vida da Playboy eram de modo franco do outro mundo no que toca à sua beleza, mas também distantes e icónicas - quase atingido proporções divinas; elas eram de alguma forma seres superiores. 

O feminino em osso e carne quente era aterrador; tal como as imgens pornográficas que ganhavam vida, elas eram controladoras e eu senti que poderia desabar rumo a feminilidade - que seria devorado por ela.  Por outro lado, os rapazes ofereciam algo. Primeiro, eles não eram mulheres, e eles eram mais familiares e menos ameaçadores.

Mas também eles se tornavam estranhos e de alguma forma distantes de mim e da minha percepção de quem eu era visto que eles eram masculinos, e isso era algo que eu admirava e precisava. Eu queria ser como eles, mas não sabia como. Durante o caminho as coisas ficaram confusas e, pensei eu, a masculinidade era algo que eles me poderiam dar, e eu acreditei que isso só poderia ocorrer através do sexo homossexual.

Com o passar dos anos, comecei a acreditar que o homossexualismo ocorre nos rapazes porque há um medo dos homens e uma adulação deles, simbolizado pelo desejo de ser amado pelo pai ausente ou pai que o rejeitou, mas também é medo das mulheres. Regressando para as as histórias dos homens homossexuais, uma amigo meu, que morreu de overdose de drogas, disse-me (alguns anos antes de morrer) que o seu pai abusava dele repetidamente quando ele era criança, e a sua mãe estava por perto, totalmente abstraída e a passando o seu tempo a orar.

Outro amigo meu, um homem que estava sempre a batalhar com o peso, falou da mãe sufocadora que o sobre-alimentou como se ele fosse o marido adulto que lhe abandonou (a ela e aos filhos). E [outro amigo meu], um homossexual rebelde punker, que foi expulso de casa no dia em que veio para casa com um mohawk e um anel no nariz, mas só depois de passar anos a ser depreciativamente comparado o seu colegialmente atlético irmão macho. Este último amigo meu morreu de SIDA.

Devido aos nossos panos-de-fundo igualmente difíceis, cada um de nós chegou a um ponto de auto-aceitação homossexual com experiências diferentes mas também espantosamente semelhantes de rejeição masculina e a inevitável busca por afeição masculina. Todos os nossos pais falharam das mais variadas maneiras, mas as nossas mães ou ficaram por perto sem emoção, e observaram tudo, ou protegeram-nos demasiadamente, e, consequentemente, transformaram-nos em rapazes perpétuos ou rapazes temerosos duma assumida hegemonia feminina.

Portanto, como grupo. nós estávamos tão focados na nossa atracção pelo mesmo sexo, numa tentativa de afirmar a nossa masculinidade, que nós nunca a poderíamos dar a outro. Descobrir que, à medida que fui envelhecendo e me tornei mais sexualmente agressivo e mais dominante com os meus parceiros sexuais, ao colocar a minha personalidade hyper-masculina, eu era elogiado pelos outros homens. Mas ao sobrepujá-los sexualmente eu nada mais estava a fazer do que a tentar provar o meu pervertido  sentido de masculinidade perdida.

Os homens homossexuais, com a nossa masculinidade nunca realizada na plenitude, instintivamente unimo-nos em bandos, quer seja a submetermo-nos perante aqueles que nós entendemos que exibem qualidades mais masculinas, ou a elevar as apostas e a tentar forçosamente provar a nossa superioridade tomando outros homens.

Neste cíclo sem fim de sempre buscar atingir a nossa masculinidade, acabando por perdê-la sempre, não há espaço para o feminino. De forma geral, os homens homossexuais relacionam-se melhor com a mulher quando ela está parcialmente masculinizada na forma de drag queen, ou através da adoração de mulheres agressivas e altamente determinadas, especialmente artistas facilmente caricaturadas - desde Joan Crawford e Beyonce.

Segundo esta ordem de ideias, os homens homossexuais frequentemente têm relacionamentos anormalmente próximos com mulheres, muitas vezes mulheres da família, ao mesmo tempo que ficam totalmente indiferentes aos homens da família. Numa recente Folsom Street Fair conheci um homem jovem, que só estava a usar um jock-strap e que frequentava pela primeira vez, acompanhado pela mãe e pela irmã. No entanto, isto não é anormal visto que as mulheres que têm homens homossexuais na família ou no círculo de amizades, tratam os homossexuais não como homens mas como amigas.

Semelhantemente, os homens homossexuais acham isto incrivelmente confortável, tal como eu fiz quando era adolescente e frequentemente andava perto das raparigas, porque estas mulheres tornam-se não-ameaçadoras tal como quem imita as mulheres. Na escola secundária, embora eu ainda não o tivesse aceite, todas as minhas amigas pensavam que eu era homossexual.

Então, o homossexualismo dos homens torna-se num escudo para com o feminino porque os homens homossexuais têm medo das mulheres; porque os homens heterossexuais são capazes de dar a sua masculinidade às mulheres e vice-versa, mas os homens homossexuais sabem que eles não têm masculinidade para oferecer; porque a busca pela masculinidade é sempre um trabalho em progresso; é o Santo Graal que nunca é atingido; e, consequentemente, nunca dado.

No fim de tudo, tudo o que os homens homossexuais fazem e agarrarem-se às suas histórias porque isto é tudo o que eles têm e é tudo o que lhes define. Consequentemente, os homossexuais nunca se podem mudar para fora deles mesmos, e eles não podem sair para fora do seu sexo visto que tudo aponta para dentro deles, tentando acalmar a criança magoada que se encontra lá escondida.

- http://goo.gl/5oNf4Y

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