sábado, 25 de abril de 2015

6 evidências de que os relacionamentos homoeróticos são prejudiciais e destrutivos


Temos estado a testemunhar um aumento da tolerância perante o "casamento" homossexual: 

Segundo um estudo levado a cabo pela Pew Reserch Center, uma pesquisa efectuada com uma amostra de 1821 adultos por todos os Estados Unidos, sugere que "O apoio ao casamento [sic] homossexual tem aumentado dramaticamente durante a última década, mas ainda há uma diferença substancial entre as gerações.

Actualmente, 68% dos Milenares [ed: pessoa nascida entre 1981 a 1990] são a favor que se permita que os gays e as lésbicas se casem [sic], comparados a 55% da geração X [nascidos entre 1965 a 1980], 48% dos "Boomers" [1946-1964], e 38% dos membros da Geração Silenciosa  [1925-1963].

O apoio é uma coisa, mas o impacto é outra totalmente diferente; nesta breve análise de algumas poucas, mas importantes, questões associadas, irei argumentar que o "casamento" homossexual causa dor às pessoas envolvidas.

No entanto, um esclarecimento tem que ser feito:

- Embora não tema as repercussões do que eu muito respeitosamente escrevo, ou do que as pessoas pensam, não quero que pensem que sou uma pessoa beligerante, ou intolerante, tal como os críticos do "casamento" homossexual são muito frequentemente caracterizados.

Em vez disso, é preciso levar em conta que a discórdia não é ódio, tal como eu posso discordar com alguém que possa apoiar uma equipa desportiva adversária da minha, ou tal como eu posso discordar com um ateu. Em qualquer dos casos, de forma alguma eu tenho ódio às pessoas que não estão de acordo comigo, e nem vou tentar forçar o meu ponto de vista juntos dos outros e nem dizer como é que ele deve viver a vida dele.

Mas ninguém me pode impedir de ter uma opinião, e por acaso eu tenho uma opinião em relação a este caso sensível. Irei livremente expressar aqui o que penso, mas se por acaso eu ofender alguém sem ser a minha intenção, peço desculpas, e deixem a vossa opinião na secção de comentários.

1. É negada à criança a possibilidade de ter um pai ou uma mãe.

Os relacionamentos homossexuais são particularmente prejudiciais para as crianças que se encontram no seio de um, e como tal, sempre foi, e sempre vai ser, do melhor interesse da criança ser educada pelo pai natural e pela mãe natural. Isto é confirmado pelas dificuldades enfrentadas por muitas crianças que são órfãs ou que foram educadas por um só pai ou parente. O "casamento" homossexual significa que a criança não será educada pelos pais num relacionamento natural, e um dos pais não terá qualquer tipo de relação de sangue com a criança. A criança ficará para sempre privada do exemplo do pai biológico ou da mãe biológica à medida que ela for crescendo.

Um estudo levado a cabo junto de 2988 pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 39 sugere que:

Os jovens adultos provenientes de lares desfeitos onde um dos pais teve um relacionamento homossexual reportaram, de modo modesto, mais problemas sociais e psicológicos nas suas vidas actuais do que os seus pares provenientes de famílias que haviam passado por divórcios e outros tipos de perturbações.....o que agita um debate amargo entre os apoiantes do casamento [sic] homossexual.

Outros dados apurados a partir do estudo sugerem que "38% daqueles que haviam tido uma mãe lésbica disseram que se encontravam actualmente a receber assistência pública, comparados com os 31% cujos pais se haviam divorciado mais tarde, e os 10% daqueles que haviam crescido numa família tradicional" e que "aqueles que haviam crescido pais homossexuais reportaram, em média, menos educação e mais parceiros sexuais; o mesmo foi apurado junto daqueles que haviam crescido em lares não-tradicionais, mas num grau inferior."

Tal como o sociólogo Penn Amato, que é um apoiante do "casamento" homossexual, comentou:

Sabemos, por exemplo, que muitas pessoas criadas por um pai homossexual foram, essencialmente, criadas numa família adoptiva, e passaram por um divórcio - ambos factores associados a desvantagens modestas mas reais. (Carey, Benedict, ‘Debate on a Study Examining Gay Parents’, New York Times)

2) Os relacionamentos homossexuais irão muito provavelmente causar a que as crianças cresçam "sexualmente confusas" 

A psicóloga Trayce Hansen, que se especializou nas áreas do casamento, da paternidade, das distinções masculinas e femininas, e do homossexualismo, comenta:
Os defensores do "casamento" homoerótico acreditam que a única coisa que as crianças precisam é de amor. As pesquisas revelam que a estrutura familiar ideal para a  criança se desenvolver é aquela composta pelo pai e pela mãe. Só este tipo familiar tradicional dá à criança a chance de se relacionar, ao mesmo tempo, com um pai do mesmo sexo e outro do sexo oposto.
Embora as pesquisas relativas à paternidade homossexual sejam limitadas, algumas já existentes parecem sugerir que as crianças criadas em lares homossexuais são mais susceptíveis de ficarem sexualmente confusas, e mais susceptíveis de terem experiências sexuais. 
Para além disso, se o "casamento" homossexual for permitido, o mesmo abre a porta para outros tipos de "casamento" não-tradicionais, tais como os relacionamentos polígamos. As duplas homossexuais claramente podem ser tão amorosas para a criança como os casais, mas o amor não chega. (Hansen, Trayce, Same-Sex Marriage: Not in the Best Interest of Children)
Com isto em mente, e como sociedade, temos que proteger aqueles que se encontram numa posição mais vulnerável e que são mais facilmente influenciáveis - neste caso, as crianças. E embora o "casamento" homossexual possa ser no melhor interesse dos homossexuais adultos, ele na verdade é prejudicial para as crianças envolvidas. Para além disso, e falando dos benefícios do casamento natural, Hansen escreve:

. . . as crianças educadas em tais famílias [um pai e uma mãe] são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outro tipo de arranjo familiar.

Um estudo Sueco com a duração de 20 anos, e que incluiu mais de 22,000 crianças, apurou que os pais [figura masculina] reduzem os problemas comportamentais nos rapazes e os problemas psicológicos nas raparigas, para além de aumentarem o desenvolvimento cognitivo, e diminuírem a delinquência. O estudo publicado no PubMed diz:

Existe um certo tipo de evidências que demonstram que a coabitação com a mãe e com o seu parceiro masculino está associada a uma menor exteriorização de problemas comportamentais. Uma relação activa e envolvida com a criança gera uma vasta gama de resultados positivos, embora nenhuma forma específica de relacionamento tenha sido demonstrado como gerando um resultado melhor que o outro.

O envolvimento paterno [do pai] parece ter efeitos distintos nos resultados desejados ao reduzir a frequência de problemas comportamentais nos rapazes, e problemas psicológicos nas jovens raparigas, para além de aumentar o desenvolvimento cognitivo ao mesmo tempo que diminui a delinquência e as desvantagens económicas nas famílias SES. (Pubmed, Fathers involvement and children’s developmental outcomes: systematic review of longitudinal studies)

3) O "casamento" homossexual falha ao não criar uma família, produzindo em seu lugar uma união estéril: 

Imaginemos que, subitamente, todas as pessoas passavam a ser homossexuais; a raça humana iria desaparecer no espaço dum século visto que os relacionamentos homossexuais não produzem descendência, enquanto que os heterossexuais geram famílias. Para além disso, para que as duplas homossexuais possam ter filhos têm que ser  usados métodos artificias dispendiosos

Logo, não é uma tendência natural tais uniões gerarem famílias, e devido a isso, não posso de maneira nenhuma qualificar a união homossexual como "casamento", ou conferir-lhe os benefícios do casamento genuíno. Paul Nathanson, ele mesmo um homossexual, identificou pelo menos cinco funções que o casamento executa, e todas elas têm que ser levadas pela cultura se é que ela tem planos de sobreviver e prosperar:

* Promover um laço entre homens e mulheres
* Promover a natalidade e a consequente educação de crianças
* Promover o laço entre homens e crianças
* Promover algum tipo de identidade masculina saudável.
* Promover a transformação dos adolescentes em adultos sexualmente responsáveis.

Tais parâmetros têm que ser satisfeitos, ou nós como espécie havemos de morrer.

De que outras formas é que os relacionamentos homossexuais dificultam o progresso da nossa sociedade? Segundo o parágrafo inicial da Constituição Americana, algo que tem o nome de preâmbulo, lemos:

Nós, o Povo dos Estados Unidos da América, e de forma a formarmos uma união mais perfeita, estabelecer a justiça, garantir a tranquilidade doméstica, providenciar uma defesa comum, promover o bem-estar geral, e assegurar as bênçãos da liberdade para nós e para a nossa descendência, estabelecemos esta constituição dos Estados Unidos da América.

O que este texto explicitamente declara é que o seu propósito é garantir o bem-estar do povo Americano, e garantir posteridade. Mais uma vez, o "casamento" homossexual está em conflicto com isto, e não iria promover o bem-estar geral da sociedade - e de facto, o "casamento" homossexual irá impedir o processo.

4) O "casamento" homossexual é potencialmente perigoso e "infiel"

Segundo um estudo presente no "Australian and New Zealand Journal of Sociology", "Os relacionamentos homossexuais monogâmicos dificilmente são fiéis. "Monogâmico" parece significar algum tipo de compromisso [afectivo] primário, ao mesmo tempo que o sexo casual prossegue em oculto."

Para além disso, esse estudo levado a cabo junto de 535 homens bissexuais e homossexuais na Austrália sugere que "O coito anal sem preservativo encontra-se num escalão físico e emocional bem elevado, embora se saiba que é relativamente arriscado no que toca a transmissão do vírus da imunodeficiência humana.”

Em 1991, e noutro estudo dos relacionamentos homossexuais levado a cabo por um sexólogo e homossexual Alemão, o Dr. Martin Dannecker, foram estudados 900 homossexuais que viviam no que eles definiram "relacionamento estável".

No entanto, Dannecker ficou a saber que 83% desses homens haviam tido numerosos encontros sexuais fora da sua parceria durante um período de 1 ano.

A sua conclusão diz que "diferenças claras na maneira de se obter a gratificação sexual" entre o homem homossexual solteiro e não-solteiro eram exactamente o contrário do que ele esperava. Sobre os homens que se encontram num relacionamento estável, ele escreveu que "O número médio de contactos homossexuais havia sido de 115 no ano anterior", enquanto que os homens homossexuais solteiros haviam tido apenas 45 encontros sexuais. (Wittmeier, Carmen. ‘Now They Know The Other Half’)

O que isto ilustra é que o conceito de homem e mulher a entrar num compromisso para toda a vida é radicalmente violado, e desde logo, e segundo o estudo, os relacionamentos homossexuais parecem ser chocantes e perigosos.

Noutro artigo bastante informativo encontrado na revisita homossexual com o nome de Genre, uma pesquisa levada a cabo junto de 1037 leitores (em Outubro de 1996) forneceu mais alguns dados. Os resultados foram os seguintes:

Um dos grupos singulares dentro da comunidade homossexual que ainda está a passar por um aumento do contágio com o HIV são as duplas supostamente monogâmicas.

Para além disso, 52% deles teve relações sexuais no parque, 45% já participou num menage-a-trois, 42% teve sexo com mais do que 100 parceiros, e 16% alegou ter tido entre 40 a 100 parceiros. (‘Sex Survey Results,’ Genre, October 1996). Isto sugere que, de maneira óbvia, os relacionamentos homossexuais encorajam um elevado nível de promiscuidade e infidelidade.

5) O casamento heterossexual é um "bem intrínseco”:

Barack Obama declarou, "Sou de opinião que as duplas homossexuais deveriam poder casar". Mas será que aquilo que se conclui com base no que se pensa que seria bom, é uma boa forma de raciocínio? Claro que não. O filósofo Francis Beckwith, no seu artigo “Wedding Bell Blues; Understanding the Same-Sex Marriage Debate”, comenta:

Uma vez que o casamento é um bem intrínseco, tal como a justiça é um bem intrínseco, a cultura que não alimenta, encoraja e protege o casamento tradicional, fá-lo sob sua conta e risco, tal como se colocaria em perigo se por acaso não entendesse a justiça como um bem intrínseco... O governo republicano ("r" pequeno) resulta de cidadãos bons, civilizados pelas  seguintes instituições: a família, trabalho honesto e uma boa religião. 

Se, para citar Aristóteles, o estadismo é a obra da alma, então o propósito do estado deveria ser produzir bons cidadãos e desde logo, conceder privilégios e proteger as posições destas instituições. O estado, consequentemente, deveria tratar o casamento tradicional com privilégio e protecção em relação a qualquer outra alternativa.

Os relacionamentos e "casamentos" homossexuais negam as auto-evidentes distinções biológicas, psicológicas que existem entre homens e mulheres, ao mesmo tempo que os relacionamentos heterossexuais disponibilizam estes benefícios complementares; logo, estes últimos são, como disse Beckwith, intrinsecamente bons.

6) No fundo, no fundo, todos nós sabemos que não é "natural"

Acho que para a maior parte das pessoas não é, e nem nunca será normal, por exemplo, o facto de dois homens peludos a chuparem a língua um do outro numa via pública; isto é suficiente para que muitos voltem a sua cara para outro sítio. Nós nem estaríamos a ter este debate na nossa sociedade se o "casamento" e os relacionamentos homossexuais fossem considerados naturais e apropriados.

Quer se goste ou não, o casamento tradicional sempre foi entre um homem e uma mulher, e as sociedades são privilegiadas com o mesmo (e não há nada que possa ser usado contra ele). Logo, segundo isso, chamar a algo de "casamento" não o transforma num casamento visto que este sempre foi um laço íntimo entre um homem e uma mulher dentro do qual são geradas e educadas crianças (e onde é promovido o bem-estar e a unidade do marido e da mulher na relação). Tal como disse o antropólogo Kingsley Davis:

O traço único do que é normalmente chamado de casamento é o reconhecimento e a aprovação social..... duma dupla envolvida em relacionamento sexual, gerando e cuidando de crianças.
  
Para além disso, Maggie Gallagher comenta que "por todas as sociedades, o casamento é a união sexual que cria obrigações de parentesco e a partilha de recursos entre o homem, a mulher e as crianças que a sua união sexual pode produzir.”

Alguns dos defensores do "casamento" homossexual querem destruir o casamento heterossexual


Embora esta não seja razão para se discordar dos relacionamentos e dos "casamentos" homossexuais, é, mesmo assim, chocante, e desde logo, importante mencionar: alguns dos defensores do "casamento" homossexual têm planos para destruir o casamento heterossexual.

Numa entrevista dada à Xtra, Ryan Conrad, membro do grupo Americano com o nome de Against Equality, comenta:

E afinal de contas, estamos a propor a destruição da centralidade do casamento e da família nuclear.

Segundo: Sally Kohn no seu artigo ‘Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!’ escreve:

Mas talvez o próximo passo não seja, mais uma vez, expandir a limitada definição de casamento, mas abolir duma vez por todas esta distinção entre famílias casadas e as outras não-reconhecidas mas igualmente válidas parcerias.

Consequentemente, e nas palavras de Alex Gabriel:

Não seria a morte do casamento como instituição estatal, incluindo para os heterossexuais, a melhor solução? ... Risquem o registo civil; não façam distinção (aos olhos do estado) entre os cidadãos casados e os solteiros. (Gabriel, Alex. ‘Comment: Gay marriage has its queer critics, too’)

O que isto sugere é que para alguns, não é tanto a aceitação do "casamento" homossexual que importa, mas a destruição intencional do casamento heterossexual. Como diz o "Gay Liberation Front Manifesto" declara:
Temos que apontar para a destruição da família de modo a que o sistema sexista e supremacista masculino não possa mais ser fomentado dentro dela.
Embora eu não leve muito a sério estes pontos de vista extremamente radicais, mesmo assim acredito que é importante iluminar as verdadeiras intenções de alguns defensores do "casamento" homossexual.

Conclusão:


Com o conhecimento já avançado, ficamos a saber que os "casamentos" e os relacionamentos homossexuais são frequentemente infiéis (New Zealand Journal of Sociology), prejudiciais e "não são no melhor interesse das crianças" (Trayce Hansem & Pubmed), potencialmente perigosos em relação às doenças sexualmente transmitidas (‘Sex Survey Results‘, Genre), extremamente promíscuos (Martin Dannecke & Wittmeier, Carmen. ‘Now They Know The Other Half), militam contra os cinco aspectos necessários para a sobrevivência da sociedade (Paul Nathanson), encontram-se contra a Constituição Americana que tem como plano a prosperidade da nação  (US Constitution, Preâmbulo), e são antitéticos em relação ao casamento heterossexual (Maggie Gallagher & Kingsley Davis).

Vários defensores do "casamento" homossexual são também radicalmente virulentos: Ryan Conrad, Sally Kohn, Alex Gabriel, e as palavras do Gay Liberation Front: Manifesto. Isto é antitético e diametricamente oposto ao bem intrínseco do casamento heterossexual que disponibiliza as auto-evidentes e complementares distinções biológicas, fisiológicas, psicológicas entre o homem e a mulher.

Finalizando, e embora eu nunca venha forçar os meus pontos de vista sobre os outros, antes que venha a ser justamente acusado de intolerante, não posso, de consciência limpa, e pelos motivos listados, ser a favor dos relacionamentos e "casamentos" homossexuais. Não só os vejo como prejudiciais para as pessoas envolvidas neles, como os vejo como potencialmente perigosos para a sociedade no geral. 

O meu coração está com as pessoas que sinceramente batalham contra tais tentações, bem com aqueles que sofrem com as consequências.


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