Mostrar mensagens com a etiqueta Problemas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Problemas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

* * * * * * *

Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

sábado, 25 de abril de 2015

6 evidências de que os relacionamentos homoeróticos são prejudiciais e destrutivos


Temos estado a testemunhar um aumento da tolerância perante o "casamento" homossexual: 

Segundo um estudo levado a cabo pela Pew Reserch Center, uma pesquisa efectuada com uma amostra de 1821 adultos por todos os Estados Unidos, sugere que "O apoio ao casamento [sic] homossexual tem aumentado dramaticamente durante a última década, mas ainda há uma diferença substancial entre as gerações.

Actualmente, 68% dos Milenares [ed: pessoa nascida entre 1981 a 1990] são a favor que se permita que os gays e as lésbicas se casem [sic], comparados a 55% da geração X [nascidos entre 1965 a 1980], 48% dos "Boomers" [1946-1964], e 38% dos membros da Geração Silenciosa  [1925-1963].

O apoio é uma coisa, mas o impacto é outra totalmente diferente; nesta breve análise de algumas poucas, mas importantes, questões associadas, irei argumentar que o "casamento" homossexual causa dor às pessoas envolvidas.

No entanto, um esclarecimento tem que ser feito:

- Embora não tema as repercussões do que eu muito respeitosamente escrevo, ou do que as pessoas pensam, não quero que pensem que sou uma pessoa beligerante, ou intolerante, tal como os críticos do "casamento" homossexual são muito frequentemente caracterizados.

Em vez disso, é preciso levar em conta que a discórdia não é ódio, tal como eu posso discordar com alguém que possa apoiar uma equipa desportiva adversária da minha, ou tal como eu posso discordar com um ateu. Em qualquer dos casos, de forma alguma eu tenho ódio às pessoas que não estão de acordo comigo, e nem vou tentar forçar o meu ponto de vista juntos dos outros e nem dizer como é que ele deve viver a vida dele.

Mas ninguém me pode impedir de ter uma opinião, e por acaso eu tenho uma opinião em relação a este caso sensível. Irei livremente expressar aqui o que penso, mas se por acaso eu ofender alguém sem ser a minha intenção, peço desculpas, e deixem a vossa opinião na secção de comentários.

1. É negada à criança a possibilidade de ter um pai ou uma mãe.

Os relacionamentos homossexuais são particularmente prejudiciais para as crianças que se encontram no seio de um, e como tal, sempre foi, e sempre vai ser, do melhor interesse da criança ser educada pelo pai natural e pela mãe natural. Isto é confirmado pelas dificuldades enfrentadas por muitas crianças que são órfãs ou que foram educadas por um só pai ou parente. O "casamento" homossexual significa que a criança não será educada pelos pais num relacionamento natural, e um dos pais não terá qualquer tipo de relação de sangue com a criança. A criança ficará para sempre privada do exemplo do pai biológico ou da mãe biológica à medida que ela for crescendo.

Um estudo levado a cabo junto de 2988 pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 39 sugere que:

Os jovens adultos provenientes de lares desfeitos onde um dos pais teve um relacionamento homossexual reportaram, de modo modesto, mais problemas sociais e psicológicos nas suas vidas actuais do que os seus pares provenientes de famílias que haviam passado por divórcios e outros tipos de perturbações.....o que agita um debate amargo entre os apoiantes do casamento [sic] homossexual.

Outros dados apurados a partir do estudo sugerem que "38% daqueles que haviam tido uma mãe lésbica disseram que se encontravam actualmente a receber assistência pública, comparados com os 31% cujos pais se haviam divorciado mais tarde, e os 10% daqueles que haviam crescido numa família tradicional" e que "aqueles que haviam crescido pais homossexuais reportaram, em média, menos educação e mais parceiros sexuais; o mesmo foi apurado junto daqueles que haviam crescido em lares não-tradicionais, mas num grau inferior."

Tal como o sociólogo Penn Amato, que é um apoiante do "casamento" homossexual, comentou:

Sabemos, por exemplo, que muitas pessoas criadas por um pai homossexual foram, essencialmente, criadas numa família adoptiva, e passaram por um divórcio - ambos factores associados a desvantagens modestas mas reais. (Carey, Benedict, ‘Debate on a Study Examining Gay Parents’, New York Times)

2) Os relacionamentos homossexuais irão muito provavelmente causar a que as crianças cresçam "sexualmente confusas" 

A psicóloga Trayce Hansen, que se especializou nas áreas do casamento, da paternidade, das distinções masculinas e femininas, e do homossexualismo, comenta:
Os defensores do "casamento" homoerótico acreditam que a única coisa que as crianças precisam é de amor. As pesquisas revelam que a estrutura familiar ideal para a  criança se desenvolver é aquela composta pelo pai e pela mãe. Só este tipo familiar tradicional dá à criança a chance de se relacionar, ao mesmo tempo, com um pai do mesmo sexo e outro do sexo oposto.
Embora as pesquisas relativas à paternidade homossexual sejam limitadas, algumas já existentes parecem sugerir que as crianças criadas em lares homossexuais são mais susceptíveis de ficarem sexualmente confusas, e mais susceptíveis de terem experiências sexuais. 
Para além disso, se o "casamento" homossexual for permitido, o mesmo abre a porta para outros tipos de "casamento" não-tradicionais, tais como os relacionamentos polígamos. As duplas homossexuais claramente podem ser tão amorosas para a criança como os casais, mas o amor não chega. (Hansen, Trayce, Same-Sex Marriage: Not in the Best Interest of Children)
Com isto em mente, e como sociedade, temos que proteger aqueles que se encontram numa posição mais vulnerável e que são mais facilmente influenciáveis - neste caso, as crianças. E embora o "casamento" homossexual possa ser no melhor interesse dos homossexuais adultos, ele na verdade é prejudicial para as crianças envolvidas. Para além disso, e falando dos benefícios do casamento natural, Hansen escreve:

. . . as crianças educadas em tais famílias [um pai e uma mãe] são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outro tipo de arranjo familiar.

Um estudo Sueco com a duração de 20 anos, e que incluiu mais de 22,000 crianças, apurou que os pais [figura masculina] reduzem os problemas comportamentais nos rapazes e os problemas psicológicos nas raparigas, para além de aumentarem o desenvolvimento cognitivo, e diminuírem a delinquência. O estudo publicado no PubMed diz:

Existe um certo tipo de evidências que demonstram que a coabitação com a mãe e com o seu parceiro masculino está associada a uma menor exteriorização de problemas comportamentais. Uma relação activa e envolvida com a criança gera uma vasta gama de resultados positivos, embora nenhuma forma específica de relacionamento tenha sido demonstrado como gerando um resultado melhor que o outro.

O envolvimento paterno [do pai] parece ter efeitos distintos nos resultados desejados ao reduzir a frequência de problemas comportamentais nos rapazes, e problemas psicológicos nas jovens raparigas, para além de aumentar o desenvolvimento cognitivo ao mesmo tempo que diminui a delinquência e as desvantagens económicas nas famílias SES. (Pubmed, Fathers involvement and children’s developmental outcomes: systematic review of longitudinal studies)

3) O "casamento" homossexual falha ao não criar uma família, produzindo em seu lugar uma união estéril: 

Imaginemos que, subitamente, todas as pessoas passavam a ser homossexuais; a raça humana iria desaparecer no espaço dum século visto que os relacionamentos homossexuais não produzem descendência, enquanto que os heterossexuais geram famílias. Para além disso, para que as duplas homossexuais possam ter filhos têm que ser  usados métodos artificias dispendiosos

Logo, não é uma tendência natural tais uniões gerarem famílias, e devido a isso, não posso de maneira nenhuma qualificar a união homossexual como "casamento", ou conferir-lhe os benefícios do casamento genuíno. Paul Nathanson, ele mesmo um homossexual, identificou pelo menos cinco funções que o casamento executa, e todas elas têm que ser levadas pela cultura se é que ela tem planos de sobreviver e prosperar:

* Promover um laço entre homens e mulheres
* Promover a natalidade e a consequente educação de crianças
* Promover o laço entre homens e crianças
* Promover algum tipo de identidade masculina saudável.
* Promover a transformação dos adolescentes em adultos sexualmente responsáveis.

Tais parâmetros têm que ser satisfeitos, ou nós como espécie havemos de morrer.

De que outras formas é que os relacionamentos homossexuais dificultam o progresso da nossa sociedade? Segundo o parágrafo inicial da Constituição Americana, algo que tem o nome de preâmbulo, lemos:

Nós, o Povo dos Estados Unidos da América, e de forma a formarmos uma união mais perfeita, estabelecer a justiça, garantir a tranquilidade doméstica, providenciar uma defesa comum, promover o bem-estar geral, e assegurar as bênçãos da liberdade para nós e para a nossa descendência, estabelecemos esta constituição dos Estados Unidos da América.

O que este texto explicitamente declara é que o seu propósito é garantir o bem-estar do povo Americano, e garantir posteridade. Mais uma vez, o "casamento" homossexual está em conflicto com isto, e não iria promover o bem-estar geral da sociedade - e de facto, o "casamento" homossexual irá impedir o processo.

4) O "casamento" homossexual é potencialmente perigoso e "infiel"

Segundo um estudo presente no "Australian and New Zealand Journal of Sociology", "Os relacionamentos homossexuais monogâmicos dificilmente são fiéis. "Monogâmico" parece significar algum tipo de compromisso [afectivo] primário, ao mesmo tempo que o sexo casual prossegue em oculto."

Para além disso, esse estudo levado a cabo junto de 535 homens bissexuais e homossexuais na Austrália sugere que "O coito anal sem preservativo encontra-se num escalão físico e emocional bem elevado, embora se saiba que é relativamente arriscado no que toca a transmissão do vírus da imunodeficiência humana.”

Em 1991, e noutro estudo dos relacionamentos homossexuais levado a cabo por um sexólogo e homossexual Alemão, o Dr. Martin Dannecker, foram estudados 900 homossexuais que viviam no que eles definiram "relacionamento estável".

No entanto, Dannecker ficou a saber que 83% desses homens haviam tido numerosos encontros sexuais fora da sua parceria durante um período de 1 ano.

A sua conclusão diz que "diferenças claras na maneira de se obter a gratificação sexual" entre o homem homossexual solteiro e não-solteiro eram exactamente o contrário do que ele esperava. Sobre os homens que se encontram num relacionamento estável, ele escreveu que "O número médio de contactos homossexuais havia sido de 115 no ano anterior", enquanto que os homens homossexuais solteiros haviam tido apenas 45 encontros sexuais. (Wittmeier, Carmen. ‘Now They Know The Other Half’)

O que isto ilustra é que o conceito de homem e mulher a entrar num compromisso para toda a vida é radicalmente violado, e desde logo, e segundo o estudo, os relacionamentos homossexuais parecem ser chocantes e perigosos.

Noutro artigo bastante informativo encontrado na revisita homossexual com o nome de Genre, uma pesquisa levada a cabo junto de 1037 leitores (em Outubro de 1996) forneceu mais alguns dados. Os resultados foram os seguintes:

Um dos grupos singulares dentro da comunidade homossexual que ainda está a passar por um aumento do contágio com o HIV são as duplas supostamente monogâmicas.

Para além disso, 52% deles teve relações sexuais no parque, 45% já participou num menage-a-trois, 42% teve sexo com mais do que 100 parceiros, e 16% alegou ter tido entre 40 a 100 parceiros. (‘Sex Survey Results,’ Genre, October 1996). Isto sugere que, de maneira óbvia, os relacionamentos homossexuais encorajam um elevado nível de promiscuidade e infidelidade.

5) O casamento heterossexual é um "bem intrínseco”:

Barack Obama declarou, "Sou de opinião que as duplas homossexuais deveriam poder casar". Mas será que aquilo que se conclui com base no que se pensa que seria bom, é uma boa forma de raciocínio? Claro que não. O filósofo Francis Beckwith, no seu artigo “Wedding Bell Blues; Understanding the Same-Sex Marriage Debate”, comenta:

Uma vez que o casamento é um bem intrínseco, tal como a justiça é um bem intrínseco, a cultura que não alimenta, encoraja e protege o casamento tradicional, fá-lo sob sua conta e risco, tal como se colocaria em perigo se por acaso não entendesse a justiça como um bem intrínseco... O governo republicano ("r" pequeno) resulta de cidadãos bons, civilizados pelas  seguintes instituições: a família, trabalho honesto e uma boa religião. 

Se, para citar Aristóteles, o estadismo é a obra da alma, então o propósito do estado deveria ser produzir bons cidadãos e desde logo, conceder privilégios e proteger as posições destas instituições. O estado, consequentemente, deveria tratar o casamento tradicional com privilégio e protecção em relação a qualquer outra alternativa.

Os relacionamentos e "casamentos" homossexuais negam as auto-evidentes distinções biológicas, psicológicas que existem entre homens e mulheres, ao mesmo tempo que os relacionamentos heterossexuais disponibilizam estes benefícios complementares; logo, estes últimos são, como disse Beckwith, intrinsecamente bons.

6) No fundo, no fundo, todos nós sabemos que não é "natural"

Acho que para a maior parte das pessoas não é, e nem nunca será normal, por exemplo, o facto de dois homens peludos a chuparem a língua um do outro numa via pública; isto é suficiente para que muitos voltem a sua cara para outro sítio. Nós nem estaríamos a ter este debate na nossa sociedade se o "casamento" e os relacionamentos homossexuais fossem considerados naturais e apropriados.

Quer se goste ou não, o casamento tradicional sempre foi entre um homem e uma mulher, e as sociedades são privilegiadas com o mesmo (e não há nada que possa ser usado contra ele). Logo, segundo isso, chamar a algo de "casamento" não o transforma num casamento visto que este sempre foi um laço íntimo entre um homem e uma mulher dentro do qual são geradas e educadas crianças (e onde é promovido o bem-estar e a unidade do marido e da mulher na relação). Tal como disse o antropólogo Kingsley Davis:

O traço único do que é normalmente chamado de casamento é o reconhecimento e a aprovação social..... duma dupla envolvida em relacionamento sexual, gerando e cuidando de crianças.
  
Para além disso, Maggie Gallagher comenta que "por todas as sociedades, o casamento é a união sexual que cria obrigações de parentesco e a partilha de recursos entre o homem, a mulher e as crianças que a sua união sexual pode produzir.”

Alguns dos defensores do "casamento" homossexual querem destruir o casamento heterossexual


Embora esta não seja razão para se discordar dos relacionamentos e dos "casamentos" homossexuais, é, mesmo assim, chocante, e desde logo, importante mencionar: alguns dos defensores do "casamento" homossexual têm planos para destruir o casamento heterossexual.

Numa entrevista dada à Xtra, Ryan Conrad, membro do grupo Americano com o nome de Against Equality, comenta:

E afinal de contas, estamos a propor a destruição da centralidade do casamento e da família nuclear.

Segundo: Sally Kohn no seu artigo ‘Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!’ escreve:

Mas talvez o próximo passo não seja, mais uma vez, expandir a limitada definição de casamento, mas abolir duma vez por todas esta distinção entre famílias casadas e as outras não-reconhecidas mas igualmente válidas parcerias.

Consequentemente, e nas palavras de Alex Gabriel:

Não seria a morte do casamento como instituição estatal, incluindo para os heterossexuais, a melhor solução? ... Risquem o registo civil; não façam distinção (aos olhos do estado) entre os cidadãos casados e os solteiros. (Gabriel, Alex. ‘Comment: Gay marriage has its queer critics, too’)

O que isto sugere é que para alguns, não é tanto a aceitação do "casamento" homossexual que importa, mas a destruição intencional do casamento heterossexual. Como diz o "Gay Liberation Front Manifesto" declara:
Temos que apontar para a destruição da família de modo a que o sistema sexista e supremacista masculino não possa mais ser fomentado dentro dela.
Embora eu não leve muito a sério estes pontos de vista extremamente radicais, mesmo assim acredito que é importante iluminar as verdadeiras intenções de alguns defensores do "casamento" homossexual.

Conclusão:


Com o conhecimento já avançado, ficamos a saber que os "casamentos" e os relacionamentos homossexuais são frequentemente infiéis (New Zealand Journal of Sociology), prejudiciais e "não são no melhor interesse das crianças" (Trayce Hansem & Pubmed), potencialmente perigosos em relação às doenças sexualmente transmitidas (‘Sex Survey Results‘, Genre), extremamente promíscuos (Martin Dannecke & Wittmeier, Carmen. ‘Now They Know The Other Half), militam contra os cinco aspectos necessários para a sobrevivência da sociedade (Paul Nathanson), encontram-se contra a Constituição Americana que tem como plano a prosperidade da nação  (US Constitution, Preâmbulo), e são antitéticos em relação ao casamento heterossexual (Maggie Gallagher & Kingsley Davis).

Vários defensores do "casamento" homossexual são também radicalmente virulentos: Ryan Conrad, Sally Kohn, Alex Gabriel, e as palavras do Gay Liberation Front: Manifesto. Isto é antitético e diametricamente oposto ao bem intrínseco do casamento heterossexual que disponibiliza as auto-evidentes e complementares distinções biológicas, fisiológicas, psicológicas entre o homem e a mulher.

Finalizando, e embora eu nunca venha forçar os meus pontos de vista sobre os outros, antes que venha a ser justamente acusado de intolerante, não posso, de consciência limpa, e pelos motivos listados, ser a favor dos relacionamentos e "casamentos" homossexuais. Não só os vejo como prejudiciais para as pessoas envolvidas neles, como os vejo como potencialmente perigosos para a sociedade no geral. 

O meu coração está com as pessoas que sinceramente batalham contra tais tentações, bem com aqueles que sofrem com as consequências.


domingo, 14 de dezembro de 2014

5 razões pelas quais o "casamento" homossexual é mau para as crianças

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Os defensores do "casamento" homoerótico acreditam que a única coisa que as crianças precisam é de amor. Tendo como base esta crença, eles concluem que é igualmente benéfico as crianças serem educadas por dois pais homossexuais amorosos, tal como o é serem educadas por dois pais heterossexuais amorosos. Infelizmente, esta pressuposição básica - e tudo o que procede da mesma - é falsa uma vez que só o amor não chega!

Em igualdade de circunstâncias, as crianças educadas por um pai e por uma mãe dentro dum casamento desenvolvem-se melhor. É dentro deste ambiente que as crianças são mais susceptíveis de ficar expostas a experiências psicológicas e emocionais que são necessárias para o seu desenvolvimento. Os homens e as mulheres trazem diversidade para a paternidade; cada um faz contribuições únicas para a educação das crianças - contribuições essas que não podem ser replicadas pelo outro. As mães e os pais pura e simplesmente não são permutáveis. Duas mulheres podem ambas ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai.

Eis aqui, portanto, cinco razões do porquê ser do melhor interesse das crianças elas serem educadas tanto pela mãe como pelo pai:

Primeiro: o amor de mãe e o amor de pai - embora ambos importantes - são qualitativamente distintos e produzem tipos de ligação pai-filho distintos. Especificamente, é a combinação do amor de tendência incondicional da mãe e o amor de tendência condicional do pai que é essencial para o desenvolvimento da criança. A presença duma destas formas de amor sem a presença da outra pode ser problemático visto que o que a criança precisa é do equilíbrio complementar que os dois tipos de amor paternal e apego possibilitam.

Só pais heterossexuais oferecem à criança a oportunidade de desenvolver relacionamentos com um pai do mesmo sexo, e outro do sexo oposto [ed: o termo certo é sexo complementar e não "oposto"]. Relacionamentos com ambos os sexos cedo na vida facilitam os relacionamento com ambos os sexos mais tarde na vida. Para a menina, ela irá entender melhor e interagir melhor com o mundo dos homens e sentir-se mais confortável no mundo das mulheres. Para os rapazes, o contrário é também verdade. Ter um relacionamento com o "outro" - pai do sexo oposto - aumenta também a probabilidade da criança ser mais empática e menos narcisista.

Segundo: as crianças crescem segundo etapas de desenvolvimento previsíveis e necessárias. Algumas etapas requerem mais da mãe, ao mesmo tempo que outras requerem mais do pai.. Por exemplo, durante a infância, os bebés de ambos os sexos tendem a se desenvolverem melhor sob os cuidados da mãe. As mães estão mais sintonizadas com as necessidades subtis dos seus filhos, e desde logo, são apropriadamente mais sensíveis. No entanto, a dada altura, se queremos que o jovem rapaz se torne num homem competente, ele tem que se desligar da sua mãe e identificar-se mais com o seu pai. Um rapaz sem pai não tem um homem com quem se identificar e é desde logo mais susceptível de ter problemas na formação duma identidade masculina saudável.

O pai ensina o rapaz a forma como canalizar de forma certa a sua agressividade e os seus impulsos sexuais. Uma mãe não pode ensinar a um filho como controlar os seus impulsos porque ela não é um homem e não tem os mesmos impulsos que um homem. O pai também coloca em práctica uma forma de disciplina junto do filho que a mãe não coloca - um tipo de disciplina e respeito mais prováveis de manter o rapaz controlado. Estas são as razões principais que fazem com que os rapazes que crescem se um  pai sejam mais susceptíveis de se tornarem delinquentes e serem, consequentemente, colocados na prisão.

A necessidade do pai também está embutida na psicologia das meninas. Existem momentos da vida das meninas onde só o pai tem lugar. Por exemplo, o pai oferece um ambiente seguro não-sexual onde ela pode ter a sua primeira relação homem-mulher e ter a sua essência feminina afirmada. Quando a menina não tem um pai para preencher esse lugar, ela é mais susceptível de se tornar promiscua numa tentativa equivocada de tentar satisfazer a sua natural necessidade por atenção e validação masculina.

De forma geral, os pais [homens] desempenham um papel moderador na vida dos filhos. Eles restringem os filhos de agir de forma anti-social, e as filhas de agir de forma sexual. Quando não há um pai para levar a cabo estas funções, terríveis consequências ocorrem tanto para as crianças sem um pai, como para a sociedade onde estas crianças agem segundo os seus instintos não-controlados por um pai.

Terceiro: os rapazes e as raparigas precisam da figura paterna do sexo oposto para os ajudar a moderar as inclinações naturais associadas ao seu sexo. Por exemplo, os rapazes normalmente colocam a razão acima da emoção, as regras acima dos relacionamentos, correr riscos acima da precaução, e padrões acima da compaixão; as raparigas normalmente fazem o contrário. Pais de sexos opostos ajudam as crianças a manter as suas tendências naturais controladas, ao lhes ensinarem - verbalmente ou não - o valor das tendências do sexo oposto. Esse ensino não só facilita a moderação, mas expande também o mundo da criança - ajudando o rapaz ou a rapariga a olhar para além do seu limitado ponto de vista.

Quarto: o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens. A mensagem explícita e implícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente válidas e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças dos lares tradicionais - educadas pela mensagem de que todas-as-opções-sexuais-são-iguais - crescerão a pensar que não importa com quem se relaciona sexualmente ou com quem a pessoa se casa. Adoptar tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens impressionáveis a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma eles nunca iriam contemplar. E as crianças de lares homossexuais,  que já são mais susceptíveis de levar a cabo mais experiências sexuais, irão levar a cabo estas experiências sexuais em números ainda maiores visto que a sua sexualidade  não só teve o exemplo dos seus "pais", como também foi aprovada pela sociedade dentro da qual elas cresceram.

Não existem dúvidas e que a sexualidade humana é maleável. Levemos em contra a Grécia antiga, ou a Roma antiga - entre muitas outras sociedades antigas - onde a homossexualidade masculina e a bissexualidade eram quase omnipresentes. Isto não acontecia porque estes homens nasciam com o "gene homossexual" mas sim porque nessas civilizações o homossexualismo era tolerado. [ed: Homossexualismo na Grécia.] Aquilo que a sociedade sanciona, a sociedade obtém em maior número.

Quinto: se a sociedade permitir os "casamentos" homossexuais, ela terá também que permitir os outros tipos de "casamento". A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir "casamentos" polígamos, poliamorosos, ou qualquer outro tipo de agrupamento marital é também considerado discriminação. As ramificações emocionais e psicológicas destes arranjos variados na psique e na sexualidade das crianças será desastroso.

E o que acontecerá às crianças quando um destes "casamentos" alternativos se dissolver e cada um dos "pais" voltar a "casar"? As crianças podem dar por si com 4 pais, ou dois pais e 4 mães, ou...coloquem a vossa sugestão.

Certamente que as duplas homossexuais pode ser tão amorosas como as duplas heterossexuais, mas a crianças precisam de muito mais do que isso. Elas precisam de disciplina e das naturezas complementares do pai e da mãe. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos revela que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e por uma mulher. Colocar de lado arrogantemente esta sabedoria validada pelo tempo, e usar as crianças como cobaias numa radical experiência é, na melhor das hipóteses, arriscado, e, na pior das hipóteses, cataclísmico.

O "casamento" homossexual certamente que não é no melhor interesse das crianças, e embora nós possamos ter empatia pelos homossexuais que anseiam casar e ter filhos, não podemos deixar que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da nossa compaixão pelas crianças. Numa luta entre os desejos dos homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos deixar que as crianças percam.

Fonte: http://bit.ly/1ojf4IG

Mais artigos da Drª Trayce Hansen:

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis de se envolverem no homossexualismo

De que forma é que o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

-----

Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
....

Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Um estudo revela que pessoas criadas por homossexuais sofrem mais problemas

WASHINGTON DC, 14 Jun. 12 / 03:49 pm (ACI/EWTN Noticias).- O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por duplas homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.

O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de Junho, que a sua pesquisa revela "diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados".

O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de Julho da revista Social Science Research.

De acordo com o documento, as crianças criadas em "lares" homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos económicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.

O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes.

Para Regnerus, a instabilidade no lar é "uma marca" entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem "dirigidos por uma mãe ou um pai".

As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que "nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais".

Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual.

"A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar", disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de Junho.

Regnerus disse que "os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos".

O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto "sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados". Sobre a análise, Regnerus disse que "revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais".

Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de Junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa "é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a actualidade".

O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma "intensa e frequente" crítica, que ele considera como "desproporcionada em relação às limitações do estudo". O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.

Regnerus descreveu o ataque como "desafortunado" que seu próprio estudo "é de alta qualidade e está sendo difamado". 

O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da "ciência normal", que "exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo".




ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...