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quinta-feira, 19 de julho de 2018

Homossexual esfaqueado no Porto foi morto pelo ex-namorado


A Polícia Judiciária confirmou, esta quinta-feira, que o jovem esfaqueado esta quarta-feira no Porto foi morto pelo ex-namorado. 

A confirmação foi feita através de comunicado enviado à comunicação social. O homem de 28 anos foi detido por homicídio qualificado.

O detido é um logista sem antecedentes criminais e vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas. Miguel Ribeiro foi esfaqueado múltiplas vezes no interior da sua própria casa pelo ex-companheiro.


Fonte: http://bit.ly/2uK9iFO
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- Minds.com
- Medium.com

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Estilo de vida homossexual repleto de violência doméstica

Pe. Mark Hodges

O "National Intimate Partner and Sexual Violence Survey" (NISVS) feito pelo "Centers for Disease Control" apurou que, de maneira desproporcional, os homossexuais sofrem e infligem violência uns aos outros. A pesquisa da CDC é a primeira deste tipo a apresentar uma comparação da vitimização separada pela preferência sexual dos homens e das mulheres. Os dados indicam que os homossexuais sofrem taxas de violência doméstica muito mais elevadas do que os homens e as mulheres heterossexuais.

Vinte e seis porcento dos homens homossexuais e 37% dos homens bissexuais sofrem violação sexual, violência física, e/ou perseguição ["stalking"] por parte dum parceiro íntimo a dada altura da sua vida.

Quarenta e oito porcento das lésbicas e 61% das mulheres bissexuais sofrem violação sexual, violência física e/ou perseguição por parte da parceira íntima no decorrer das suas vidas. Metade (48%) das mulheres bissexuais que foram violadas, sofreram a sua primeira violação completa entre os 11 e os 17 anos de idade.

O relatório do CDC apurou que, para muitos transsexuais homossexuais e para muitas mulheres bissexuais, a violência sexual teve início durante a infância. No entanto, o CDC não extraiu qualquer tipo de conclusão em relação à violência sexual durante a infância ter sido a causa dos homens se tornarem homossexuais ou das mulheres se tornarem bissexuais.

O grupo activista homossexual com o nome de "Human Rights Campaign" cita a "pobreza, a estigmatização e a marginalização" como causas da violência, mas os críticos da agenda homoerótica afirmam que a violência é intrínseca dos conflictos internos da preferência homossexual.

"Nós enfrentamos também taxas mais elevadas de violência motivadas pelo ódio" alegou a "Human Rights Campaign" e "as formas através das quais a sociedade.....estigmatiza os nossos relacionamentos podem levar à violência entre os parceiros íntimos que emana da homofobia internalizada e da vergonha." Mas os críticos afirmam que a sodomia em si é um violento acto de ódio, e não de amor, e que as elevadas taxas de violência entre os homossexuais não são surpreendentes.

Lauren Paulk, do grupo "National Center for Lesbian Rights'", afirma que a comunidade homossexual tem ignorado a violência sexual:

Até a bem pouco tempo, a violência sexual intra-comunitária [entre as pessoas lgbtq] era, em larga escala, ignorada, especialmente entre as mulheres que têm sexo com outras mulheres.

Paulk admite que:

Uma dinâmica particularmente perturbadora aparece quando a violência é levada a cabo por outro membro da comunidade lgbt. Negação, desconhecimento e a rejeição da preocupação oriunda de pessoas que estão fora da comunidade lgbt, qualificando-a de homofobia latente, são exemplos de respostas que são dadas à violência que ocorre entre membros da comunidade lgbt.

Os sobreviventes de violência podem não saber a quem recorrer, quer seja por pensarem que ninguém irá acreditar neles ou dar-lhes algum tipo de apoio, ou quer seja porque eles não querem caluniar outro membro da comunidade ou reforçar os estereótipos negativos.

A taxa de perseguição entre os as mulheres bissexuais (37%) é mais do dobro daquela que ocorre entre as mulheres heterossexuais. Quase uma em cada 3 mulheres bissexuais (37%) foi ferida como resultado duma violação, violência física, e/ou perseguição por parte duma parceira íntima.

- http://bit.ly/1R2eOJp

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O argumento da infertilidade para o "casamento" homossexual

Por  Bill Vallicella

Imaginemos que um casal de 70 anos resolve casar. Eles podem fazê-lo e o seu casamento será reconhecido como válido pela lei. E isso apesar de casais com essa idade não poderem procriar. Mas em muitos locais, a lei não reconhece o "casamento" entre duplas do mesmo sexo que, obviamente, também não podem procriar. Qual é a diferença entre os casais heterossexuais e as duplas homossexuais? Qual é a diferença que justifica a diferença no reconhecimento legal? (É preciso levar em conta que estamos a falar do reconhecimento legal do casamento; o ponto aqui não é a assim-chamada união civil.).

Vamos assumir que ambos os tipos de união - a heterossexual e a homossexual - são orientados pelas normas seguintes: monogamia, permanência, e exclusividade. Para pouparmos tempo nesta discussão, vamos assumir que a união heterossexual infértil e a união homossexual são monogâmicas, exclusivas e não-procriativas. Qual é então a distinção entre estes dois casos que justifica a diferença de tratamento?

Se a única diferença é que um tipo de união é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo, então essa é a diferença e ela não justifica a diferença de tratamento. Dizer que uma é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo é dizer o que ja sabemos, e isso não justifica a diferença de tratamento.

Eis aqui a diferença relevante; é biologicamente impossível que uma união homossexual produza descendência. É biologicamente possível, e, de facto, biologicamente provável, que as uniões heterossexuais produzam descendência. Esta é uma diferença profunda fundamentada num facto biológico e não na lei ou em algo convencional. Este é o facto subjacente que justifica, ao mesmo tempo, o interesse estatal na regulação do casamento, e na restrição estatal do casamento para as duplas com sexos opostos.

Temos aqui dois pontos, e ambos têm que ser discutidos. O primeiro centra-se na justificação do envolvimento estatal no casamento. É óbvio, espero eu, que o estado não se deva envolver em todas as formas de associação humana. O envolvimento do estado num tipo particular de associação humana tem que ser, desde logo, justificada. Nós queremos o envolvimento do estado o quanto for necessário, mas não mais do que isso.

Por natureza, o estado é coercivo (e tem mesmo que ser assim se por acaso ele quer ser capaz de aplicar os seus mandatos e exercer as suas funções legítimas) e como tal, está em oposição à liberdade e à autonomia dos cidadãos. É óbvio que o governo nunca se deveria envolver no negócio so casamento; ele é que justificar a sua intervenção e a sua regulação.

Mas há um motivo que justifica o envolvimento do estado. O estado tem um interesse legítimo na sua perpetuação e na sua manutenção através da produção de crianças, a sua socialização, a sua protecção, e a sua transformação em cidadãos produtivos que irão contribuir para o bem comum.  (O meu uso de "o estado" não tem que envolver uma hipostatização ilícita.) Este é o interesse que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento como a união entre um homem e uma mulher.

Acabei de especificar um motivo para o envolvimento estatal no casamento, mas esta justificação está ausente no caso das duplas homossexuais visto que elas não são, e nem pode ser, produtoras de crianças. Temos aqui portanto o porquê do estado não dever reconhecer o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. O mesmo facto biológico justifica, ao mesmo tempo, a regulamentação e o reconhecimento estatal do casamento, e justifica a restrição de tal reconhecimento para as duplas homossexuais. Mais uma vez, o facto é que só os heterossexuais é que podem procriar.

Os defensores do "casamento" homossexual não ficarão satisfeitos com o que foi mencionado em cima, e continuarão a sentir que há algo de injusto "discriminador", isto é, injustamente discriminador, em torno do reconhecimento estatal da união entre heterossexuais como casamento válido, mas não das uniões homossexuais. (Obviamente que nem toda a discriminação é injusta).

Levemos em conta o argumento que se segue, sugerido num artigo recente por William Saletan, com o título de "Homossexualidade como Infertilidade".  Saletan escreve:

As pessoas que são contra o casamento [sic] homossexual podem vir aceitá-lo como moralmente válido mal eles entendam que a homossexualidade é um tipo de infertilidade.

O ponto aqui não é se o "casamento" homossexual é moralmente válido, mas som se ele deve ser legalmente reconhecido como casamento. Deixando de parte este jogo de palavras, o artigo de Saletan avança com o seguinte argumento:
1. As duplas homossexuais são inférteis tal como as duplas heterossexuais inférteis são inférteis; não há diferença no que toca à infertilidade.
2. As duplas heterossexuais têm permissão legal para casar.
3. Casos parecidos têm que ser tratados da mesma forma.
... Logo
4. As duplas homossexuais deveriam ter permissão legal para casar.
Pode-se ver o porquê de algumas pessoas sentirem-se tentadas a usar este argumento, mas o mesmo é infundados visto que a premissa é falsa.

Para demonstrar isto, irei inicialmente conceder alo que talvez não deva ser concedido, nomeadamente, que o predicado "infértil" pode ser correctamente aplicado às duplas homossexuais. A justificação para esta concessão seria a proposição de que qualquer coisa que não seja F, mesmo que não possa ser F, é não-F. Logo, qualquer coisa que não seja fértil, mesmo que não possa ser fértil, é infértil. Portanto, as duplas homossexuais são inférteis tal como os números, os rolamentos de esferas, e os pensamentos são inférteis.

Mesmo com esta concessão, existe uma diferença importante entre as duplas homossexuais e as duplas heterossexuais. As primeiras são essencialmente inférteis enquanro que as duplas heterossexuais são acidentalmente inférteis. Com estas últimas isto significa que não há nada na natureza que impeça que as uniões heterossexuais de procriar, mas no caso das uniões homossexuais, a própria natureza da união invalida a possibilidade da procriação.

Portanto, o ponto (1) mencionado em cima é falso. As duplas homossexuais não são inférteis da mesma forma que as duplas heterossexuais o são; as primeiras são inférteis por natureza enquanto que as últimas não o são. Esta é a diferença que justifica a diferença de tratamento. Obviamente que temos que tratar casos iguais da mesma maneira, mas o que mostrei em cima é que os dois casos não são iguais.

O ponto fica ainda mais claro se adoptarmos o ponto de vista de que "fértil" "infértil" são predicados que só podem ser aplicados de forma coerente àqueles cuja natureza inclui o poder e procriar. Consequentemente, as duplas homossexuais são tão inférteis tal como os martelos e os pregos são sem vida.

Nós temos aqui duas opções interpretativas, e ambas disponibilizam uma distinção que justifica a diferença no tratamento.

Opção A: Aquilo que não é fértil é infértil; logo, as uniões homossexuais são inférteis. Mas elas não são inférteis da mesma forma que as uniões heterossexuais o são. As uniões homossexuais são essencialmente inférteis devido à sua própria natureza, enquanto que as uniões heterossexuais, quando são inférteis, são-no acidentalmente. (É por isto que as duplas heterossexuais inférteis podem às vezes ficar férteis através da intervenção médica).

Opção B: Se x ou é fértil ou infértil, então x tem uma natureza que inclui o poder de procriar. Logo, as duplas homossexuais não são nem férteis e nem inférteis

Em qualquer uma das opções a posição de Saletan de que "a homossexualidade é um tipo de infertilidade" é falsa. Isto fica ainda mais claro se levarmos em conta que uma dupla é chamada de "infértil" porque um dos dois da dupla ou é infértil ou é impotente. Mas a união de dois homossexuais na sua maioria dos casos inclui duas mulheres férteis ou dois homens potentes.

Desde logo, chamar de "infértil" a uma dupla homossexual é usar esse termo duma forma diferente daquela que é usada quando se chama a duma dupla heterossexual de "infértil". As duplas homossexuais são inférteis porque, falando de forma directa, os dildos e os dedos dentro duma vagina ou o pénis no ânus não levam à procriação - e não devido a algum defeito ou anormalidade ou impedimento etário por parte dos parceiros.

Acabei de mostrar que o argumento (1)-(4) que visa ampliar o reconhecimento legal de casamento às duplas homossexuais não é convincente. Mesmo assim, ainda existirão pessoas que irão sentir que há algo de injusto com o facto de, por exemplo, duas pessoas com 70 anos terem permissão para casar mas as duplas homossexuais não. Pode parecer irrelevante o facto da natureza das uniões heterossexuais não colocar de parte a procriação da mesma forma que as uniões homossexuais o fazem. Porque é que um homem e uma mulher com 70 anos podem ver a sua união reconhecida como casamento embora ela seja incapaz de gerar filhos?

Neste ponto, gostaria de lembrar o leitor que a lei não pode satisfazer a vontade de casos individuais e nem a uma classe pouco usual de casos. Tomemos como exemplo as leis que regulam a idade acima da qual se pode conduzir; se a idade legal para conduzir são 16 anos, isto é injusto para todas as pessoas com idades que vão dos 13 aos 16 anos que são condutores competentes. (Por exemplo, rapazes e raparigas do campo que aprenderam a trabalhar com maquinaria pesada antes dos 16 anos.)

Se por acaso a lei fosse satisfazer todos estes casos, ela tornar-se-ia excessivamente complexa e a sua aplicação e a sua execução seriam bem mais complicadas. Uma legislação práctica tem que estabelecer uma demarcação que é clara e facilmente reconhecida, e desde logo, "injusta" para alguns.

Uma melhor analogia é a capacidade de voto. Para se poder votar é preciso que a pessoa satisfaça alguns requerimentos mínimos tais como a idade, a residência, etc. Desde logo, a lei em torno do voto sanciona uma situação onde os votos informados e maduros provenientes de pessoas maduras, bem sucedidas e membros produtivos da sociedade têm o mesmo peso os votos de pessoas que, por vários motivos, não têm que ter lugar num ponto de voto.

Por exemplo, nós não impedimos que um idoso senil vote embora essas pessoas vivam no passado, totalmente desconhecedoras dos tópicos do dia, e incapazes de pensar de forma coerente em relação aos mesmos. Nós não os excluímos, e nem excluímos outros grupos, por motivo muito bom: isso iria complicar em muito a lei em relação do voto, e duma forma bem complicada. (Mentalizem a imagem de panteras grisalhas a deambular pelos corredores do Congresso, armados com focados.)

Claro que há uma certa dose de injustiça nesta permissividade: é injusto que votantes bem-pensantes e competentes vejam os seus votos cancelados por parte dos descuidados e dos incompetentes. Mas nós que fazemos parte da tribo dos competentes e bem-pensantes simplesmente temos que "comer" (isto é, aceitar) a injustiça como uma consequência inevitável de estarmos perante uma lei de voto operacional.

Semelhantemente, qualquer que seja a injustiça residual para com os homossexuais que exista com o facto de se dar o estatuto de casamento aos idosos que se casem embora estejam para além da idade fértil (e depois dos meus argumentos anteriores terem sido totalmente digeridos), essa é uma injustiça que nós simplesmente temos aceitar se por acaso quisermos termos leis matrimoniais operacionais.

Resumindo. O lugar certo para se começar este debate é com a questão lógica antecedente: o que é que justifica o envolvimento do estado no casamento? A única boa resposta para isto é que o envolvimento do estado justifica-se porque é do interesse do estado a sua própria perpetuação através da produção de crianças e do seu desenvolvimento em cidadãos produtivos. (Temos também, em segunda instância, a protecção daquelas sobre quem recai o peso da procriação, isto é, as mulheres.)

É a possibilidade da procriação que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento, mas não há possibilidade de procriação dentro das uniões homossexuais. Logo, estas uniões não merecem ser reconhecidas pelo estado como "casamento". Isto não é para levantar oposição às uniões civis que tornam possível a transferência de benefícios sociais, etc..

O argumento da infertilidade que tenta ampliar o reconhecimento estatal do casamento para as uniões homossexuais foi neutralizado com as palavras prévias.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

"Aceitando a minha desordem homossexual e apercebendo-me que só Jesus me poderia curar"

Por Joseph Sciambra
"Deus criou-nos para amar e para sermos amados, e desde logo, é um teste de Deus escolher um caminho ou o outro. Qualquer negligência em amar pode levar uma pessoa a dizer Sim ao mal, e quando isso acontece, nós não temos ideia de como isso se pode propagar. Essa é a parte má. Quando alguém escolhe o mal, é então levantado um obstáculo entre essa pessoa e Deus, e a pessoa que se encontra sobrecarregada de maneira alguma consegue ver Deus." ~ Madre Teresa de Calcutá
É possível que eu tenha uma interpretação demasiado ampla, ou demasiado limitada, da citação prévia da Madre Teresa, mas a frase que é muito crucial em termos de homossexualismo é esta:

Qualquer negligência em amar pode levar uma pessoa a dizer Sim ao mal.

Tendo como base a minha experiência como um ex-homossexual, e a experiência de muitos outros que desesperadamente ou de forma convincente gritaram "Sim, sou homossexual!", a negligência a que ela se refere é aquela que ocorre na infância daqueles que ela chamou de "os sobrecarregados". 

Neste ponto, vários estudos demonstraram de forma consistente que os homossexuais adultos são significativamente mais susceptíveis de ter passado por abuso infantil, negligência, ou sentimentos de indiferença por parte de um ou dos dois pais (nos homens homossexuais, é com o pai), e/ou abuso sexual, violência física, ou intimidação por parte de pessoas do mesmo sexo. (Ver notas  1-3)

Desde logo, aqueles que estão sobrecarregados pela sua educação deficiente, ou sadista, são frequentemente abandonados como adultos que têm que lidar sozinhos em termos do seu homossexualismo. Aceitar a orientação e "sair do armário" são considerados actos de coragem, enquanto que pensamentos relativos à cura practicamente não existem ou são considerados como falsa ciência ou homofobia psiquiátrica.

No entanto, os homens homossexuais sofreram um certo tipo de negligência - quer tenha sido por parte dos pais ou devido à rejeição proveniente dos outros rapazes - resultando numa mal-canalizada atracção por pessoas do mesmo sexo. Consequentemente, o desejo por afeição e por amor masculino que os homens homossexuais têm é transferido para os homens, normalmente com a fantasia da afirmação masculina confirmada por uma figura paterna hiper-masculina.

Isto explica a imensa e perene popularidade da assim-chamada pornografia do "papá" dentro da comunidade homossexual. Por este motivo, não é de todo incomum descobrir uma enorme diferença etária entre os parceiros homossexuais masculinos, com o parceiro mais jovem a assumir com frequência o papel passivo e o parceiro mais velho o papel mais dominante. (Ver notas 4 e 5).

Quando são questionados sobre o porquê de voluntariamente enveredarem por comportamentos sexuais de elevado risco, a maior parte dos homossexuais mencionou:

... ansiedade, solidão, depressão....[e] uma forma de buscar prazer e união emocional com outros homens. (6)

Devido ao facto de se experimentar excitação imediata de afirmação masculina através do sexo, o jovem homossexual, já de si extremamente só e em busca de atenção masculina, mal ele entra no mundo homossexual embarca numa viajem normalmente desenfreada e, essencialmente, auto-destrutiva de excesso sexual porque pela primeira vez na vida, ele sente como se a necessidade há muito enterrada está a ser satisfeita.

Um estudo focado nos homens homossexuais e nos seus hábitos sexuais iniciais apurou que os mesmos "eram caracterizados por taxas relativamente elevadas de sexo anal sem protecção e por um reportório sexual em expansão acelerada." (7)

A minha própria vida encaixa-se de forma perfeita neste cenário do rapaz perdido e isolado que entra na comunidade homossexual inicialmente não em busca de sexo , mas simplesmente em busca de amor. Mas, e tal como avisou a Madre Teresa, sem nunca perceber o quão longe isto avançaria. Como o Homem foi feito para dar e receber amor, quando nos apercebemos que nem recebemos e nem damos amor, passamos a ficar inquietos e mais inclinados a fazer qualquer coisa para que isso aconteça.

Foi devido a isto que eu, e no ponto mais alto da primeira crise da SIDA, arrisquei a minha própria vida para encontrar o amor que eu desesperadamente precisava. Tal como muitos da minha geração, dei por mim com homens com o dobro da minha idade. Inicialmente, foi uma experiência surpreendente ser gostado e desejado por outros homens, depois de passar anos e anos à parte, fazendo amizade com as raparigas e não com os rapazes, e a desesperadamente admirar os homens de longe.

De repente, eu já não era um estranho e tudo parecia certo e bom. Era como se a minha vida anterior, cheia de dor, solidão e isolamento, tivesse finalmente chegado ao fim; que ser homossexual, e aceitar que eu era homossexual, tivesse dado início à realização de quem eu realmente estava destinado a ser; lá, pensei eu, iria por fim encontrar felicidade duradoura.

O problema é que o sexo é fugaz, e as associações e as relações dentro do mundo homossexual são normalmente transitórias, na melhor das hipóteses, e altamente susceptíveis à pervasiva monotonia sexual do homossexualismo masculino que rotineiramente precisa de "aberturas" da relação a parceiros externos. (8) Porque, ao contrário das duplas heterossexuais que envelhecem e vão ficando mais confortáveis um com o outro, a agitação normalmente é a regra dentro dos espinhosos relacionamentos 100% masculinos, que continuamente se desintegram à medida que a novidade das primeiras aventuras sexuais juntos se vão tornado mais rotineiras. (9)

Descobri que isto é o que aconteceu vez após vez, à medida que os meus namorados, que eram sempre mais velhos - especialmente nos primeiros anos depois de ter "saído do armário", -  terem de certa forma preenchido a minha necessidade adolescente por atenção e encorajamento masculino. De forma bem doentia, fiquei para sempre atrofiado como um rapaz.

Por exemplo, tu finges e começas a chamá-lo de "papá" durante o acto sexual, e de forma curiosa começas a sentir confiança e de certa forma reconhecido na tua masculinidade.  Só que mais tarde te apercebes que este homem não é o teu pai, e nem é o rapaz que gozou contigo quando eras criança, e nem é o rapaz heterossexual por quem te apaixonaste na escola secundária - aquele que nem sabia que existias.

Consequentemente, sentir atracção por homens e ter sexo com eles não resolve nada; de facto, quando nos conformamos com a orientação, subscrevemos a ideia de que estas atracções são saudáveis, ou pelo menos proporcionalmente benignas, e que, apesar da vasta maioria da população masculina ser heterossexual, nós não somos anormais mas apenas únicos.

É então que a dor da infância é enterrada mais profundamente a cada relação subsequente. Só que quanto mais tempo ficamos no mundo homossexual, mais rapidamente nos apercebemos que estamos longe de sermos excepcionais, e que quase todos os outros homens homossexuais partilham uma história espantosamente semelhante à nossa.

Depois de 10 anos no mundo homossexual, e depois de, involuntariamente, mas mesmo assim, de forma metódica, ter reencenado quase todos os traumas que ocorreram durante a minha infância - desde a minha obsessão pré-púbere pela pornografia para a minha tristeza sobrepujante por ter sido rejeitado por muitos dos homens da minha vida - entendi de maneira subconsciente que já nada estava a funcionar, e fiquei cada vez mais desesperado e disposto a correr ainda mais riscos.

Curiosamente, eu ainda busquei a salvação nos braços de outro homem; quem quer que fosse esse rapaz perturbado fosse dentro de si, ele apenas foi empurrado mais para o fundo. Na minha cabeça, a resposta ainda existia fora de mim, algures dentro da realidade da minha orientação homossexual; devido a isso, eu ainda precisava de um homem e tinha que ser amado por um. Por vezes esta fixação era tão forte que eu deixava tudo, e dirigia-me apressadamente para a loja pornográfica mais próxima, ou sauna mais próxima, como forma de me encontrar com qualquer estranho.

Tudo isto era triste e descuidado, mas pelo menos era alguma coisa. No entanto, esta atitude faz parte do estilo de vida homossexual: quanto mais tu ficas dentro dele, mais preso tu ficas. Invariavelmente tu és usado e largado pelos teus primeiros amantes, contrais algumas DSTs, vais ficando cada vez mais amargo e desconfiado, o tormento da infância regressa à medida que te começas a sentir rejeitado e esquecido por parte dos homens.

Podes até passar a ser seropositivo, e nesse ponto, ficas com a sensação de que pouco ou nada tens a perder. Mais perto do fim, não havia nada que eu não fizesse como forma de, duma vez por todas, acabar com esta dor no meu coração - mesmo que tivesse que morrer tentando.

Antes disso, assisti impotente os meus amigos a serem abatidos pela SIDA; um deles havia crescido sem o amor do pai; o outro havia sido [emocionalmente] sufocado pela mãe; o outro havia sido vítima dum horrível abuso infantil. Acho que todos nós lidávamos com as coisas como podíamos. A dada altura, os nossos caminhos convergiram até São Francisco, e de forma colectiva, nós pensamos que havíamos encontrado a nossa cidade sobre o monte.

Quando eles morreram, um a um, a minha reacção foi relativamente estanha; não cheguei a lamentar, mas caminhei penosamente para frente, rumo ao meu objectivo. Orgulhosamente, pensei comigo que seria diferente. Só que acabei por me afundar no mesmo poço de desolação e trevas dentro do qual eles haviam mergulhado. Mas mesmo assim, eu ainda acreditava. O sonho homossexual nunca chegou a morrer na minha imaginação. De alguma forma, e algum lugar para além do arco-íris, este peso iria milagrosamente desaparecer.

Só que não desapareceu. Lentamente, voltei ao isolamento da minha juventude; os meus amigos e os meus amantes morreram; os poucos que continuaram vivos envolveram-se em cenas fetiches bizarras. Outros houve que se uniram e saíram da ansiedade [da vida homossexual], e de modo intermitente convidaram-me para um trio sexual. Longe estava a explosão e excitação que senti quando, com 18 anos, fui pela primeira vez abordado quando me encontrava num bar homossexual, pouco depois de ter "saído do armário".

Eu sabia instintivamente que ninguém me iria salvar. Eu não sabia o que fazer visto que não havia nada mais em que acreditar. Devido a isso, não fiz nada. Eu não conseguia ver uma saída; eu era homossexual e não existiam outras opções.

Eu não sei o porquê de eu ter sido poupado enquanto outros não o foram, mas eu não sou diferente deles visto que eu teria ficado. No entanto, e totalmente do nada, apareceu um Homem. Inicialmente, tal como todos os homens que eu havia encontrado no passado, tive vontade de estar com Este Homem, mas ao mesmo tempo. tive medo. Dentro do meu deturpado sentido de cosmologia, unido com a percepção que unia tudo com o sexo homossexual, pensei para comigo:

Será que Ele será o meu Novo "papá", o meu novo Pai? Mas Ele não era também o Filho?

Pelo contrário, Cristo transcendia tudo isso, mas ao mesmo tempo, Ele transformava e preenchia tudo. Porque quando Cristo me tocou, Ele tocou-me como Pai e como Filho; como compassivo, protector, a Figura Forte que eu havia passado toda a minha vida em busca. Mas, Ele também era o Filho - no sentido Pai-Filho.

Elevado até ao Divino, passei por um processo de cura através do qual partilhei com Cristo a Sua infância até Se tornar num Homem. Tudo começou com a minha adopção como o "filho de José", "Não é Este o Filho de José?" (Lucas 4:22)

Muito provavelmente esta foi a parte mais dolorosa e mais realizadora do processo de cura - aceitar o papel e a importância da paternidade e da masculinidade na minha vida; como as coisas haviam corrido mal durante a minha infância, incluindo os meus sentimentos de inadequação, rejeição masculina, e o frequente e sobrepujante desejo de receber aprovação por parte dos outros homens - e estas conflituosas e dolorosas emoções que por fim me levaram a acreditar que era homossexual, e me levaram a entrar dentro do estilo de vida homossexual.

Durante esta viagem inicial, uma presença constante era o arquétipo masculino representado por São José - alguém que era forte e silencioso, mas pacientemente cuidadoso; enormemente masculino, mas só atingido o estado de perfeição ao dar amor ao Filho; em Cristo, este amor atinge a sua afirmação mais completa. Finalmente, consumado e recebido através do Espírito Santo; então, houve a cura decisiva quando ouvi as palavras:

Tu és o Meu Filho Amado, em Ti Me comprazo. - Lucas 3:22

Em Cristo, encontrei o Único homem que me poderia consertar: que poderia curar o amedrontado rapaz que se encontrava no interior, aquele que não sabia atirar uma bola, que foi espancado na escola, que se sentiu mal-amado, que pensou que era homossexual. Jesus tomou todo o peso e deu-me algo novo; Ele mostrou-me o que nenhum toque dum homem humano poderia suplantar, ou substituir, o que Deus já havia pré-determinado: que eu partilhava de modo infinito no Amor completo do Pai pelo Seu Filho.

- http://goo.gl/2YFWwU

1. “This retrospective study compares memories of the father-son relationship between lifelong socially well-adjusted, non-patient homosexual and heterosexual men. No homosexual subject reported the presence of a reasonably intact, positive relationship with his father or father surrogate during preadolescent years, whereas 12 of the 17 heterosexual men did. Previous investigators have hypothesized that a constructive, supportive father-son relationship precludes the development of homosexual orientation. This hypothesis stemmed from investigation of men who in general suffered from significant global psychopathology. The data in the present investigation supports the notion that a meaningful association, which is not attributable to confounding psychopathology, exists between quality of father-son relationship during early life and male sexual orientation.”
“Fathers, sons, and sexual orientation: replication of a Bieber hypothesis.”
Friedman RC, Stern LO.
Psychiatr Q. 1980 Fall;52(3):175-89.

2. “Homosexual/bisexual men reported higher rates than heterosexual men of childhood emotional and any physical maltreatment (including major physical maltreatment) by their mother/maternal guardian and major physical maltreatment by their father/paternal guardian. In contrast, homosexual/bisexual women, as compared to heterosexual women, reported higher rates of major physical maltreatment by both their mother/maternal guardian and their father/paternal guardian. Differences among individuals with differing sexual orientations were most pronounced for the more extreme forms of physical maltreatment.”
“Reports of parental maltreatment during childhood in a United States population-based survey of homosexual, bisexual, and heterosexual adults.”
Heather L. Corliss, Susan D. Cochran, corresponding author and Vickie M. Maysb
Child Abuse Negl. 2002 Nov; 26(11): 1165–1178.

3. “Results indicated that homosexual seminarians feel more emotional distance from their fathers than heterosexual seminarians. Whether these accurately reflect the emotional distance between the father and seminarian during earlier childhood is not definitive. Attachment theory (Bowlby, 1969, 1973, 1980) and family of origin theory posit that the structure of relationships with one’s parent is lifelong, a ‘straightforward continuation’ (Bowlby, 1969, p. 208) of attachments in childhood. More recent studies suggest that attachments can be modified through ongoing interactions (Bartholomew & Perlman, 1994; Shaver & Hazan, 1993). These findings are consistent with the ‘weak father’ theory of the etiology of homosexuality, however, cross-sectional associations do not directly address the underlying causal role of emotionally absent fathers. These findings can speak of a lack of childhood male role model (Bieber et al., 1962; Socarides, 1990), especially in the area of intimacy and relationships, or they could speak of the poverty of a present satisfying emotional connection with the father, needed to promote the development of a healthy sexual identity (Alexander, 1997).”
“Emotionally Absent Fathers: Furthering the Understanding of Homosexuality”
Ray A. Seutter, Martin Rovers
Journal of Psychology and Theology
2004, Vol. 32, No. 1, 43-49

4. http://www.josephsciambra.com/2015/06/gay-marriage-its-not-about-being-gay-or.html

5. “Do differences in age between sexual partners affect sexual risk behaviour among Australian gay and bisexual men?”
Prestage G, Jin F, Bavinton B, Scott SA, Hurley M.
Sex Transm Infect. 2013 Dec;89(8):653-8.

6. “Assessing motivations to engage in intentional condomless anal intercourse in HIV-risk contexts (“bareback sex”) among men who have sex with men.”
José A. Bauermeister, MPH, PhD, Alex Carballo-Diéguez, PhD, Ana Ventuneac, PhD, and Curtis Dolezal, PhD
AIDS Educ Prev. 2009 Apr; 21(2): 156–168.

7. “Early male partnership patterns, social support, and sexual risk behavior among young men who have sex with men.”
Glick SN, Golden MR.
AIDS Behav. 2014 Aug;18(8):1466-75.

8. “Specifically, 45% had monogamous agreements, 47% had open agreements, and 8% reported discrepant agreements.”
“Relationship Characteristics and Motivations behind Agreements among Gay Male Couples: Differences by Agreement Type and Couple Serostatus.”
Colleen C. Hoff, PhD et al.
AIDS Care. 2010 Jul; 22(7): 827–835.

9. “As relationship length increased, the proportion of couples who disagreed about their current agreement type increased. No direct trend was found for recent adherence to an agreement; however, the likelihood of ever breaking an agreement increased as relationship length increased.”
“Aspects of gay male couples' sexual agreements vary by their relationship length.”
Mitchell JW
AIDS Care. 2014;26(9):1164-70.

10. “…36.0% reported participating in at least one GSE [group sex event] in the prior year. In multivariable logistic regression analysis, attendance at a GSE in the past year was significantly associated with older age, full/part time employment and being HIV positive. Of the men who attended a GSE, more than half reported condomless anal sex (CAS) with at least one of their partners (insertive: 57.7%; receptive: 56.3%).”
“Engagement in group sex among geosocial networking mobile application-using men who have sex with men.”
Phillips G, Grov C, Mustanski B.
Sex Health. 2015 Aug 10.

sábado, 4 de julho de 2015

Agenda homossexual é arma de engenharia social

Por Erik Rush

Agora que os progressistas cultivaram uma quantidade suficiente de disfuncionalidade dentro das famílias Americanas, existe agora  - convenientemente - um número crescente de adolescentes que passam por ambivalência na sua emergente sexualidade, e/ou questões em torno da sua identidade sexual. Dado o encorajamento por parte de figuras autoritárias esquerdistas, e também por parte da imprensa e outras fontes mediáticas, os mais jovens estão a manifestar isto cada vez mais cedo nas suas vidas - em vez de ficarem "dentro do armário" até à vida adulta, ou nunca revelarem ao mundo as suas propensões.

No dia 17 de Abril, a Gay, Lesbian and Straight Education Network (GLSEN) levou a cabo o seu "Dia do Silêncio", onde estudantes de escolas primárias e secundárias que tomaram parte do evento permaneceram em silêncio durante todo o dia escolar como forma de  "sensibilizar as pessoas em relação ao efeito silenciador da intimidação, do assédio [ed: "bullying"] e discriminação sofrida pelos lgbts.”


Informação pertinente (mas não por mim): A GLSEN foi fundada por Kevin Jennings, activista homossexual e antigo czar responsável  por uma "Escola Segura", e provável pedófilo.


Dada à natureza conturbada da adolescência e do facto destes adolescentes disfuncionais serem uma minoria, muitos sofrem ridicularização, assédio e outras formas de escárnio normalmente conhecidas por “bullying.” Isto é também muito conveniente para a radical agenda esquerdista, se posso acrescentar, visto que ela lhes permite "justificar" campanhas enormes ostensivamente focadas em - preparados? - salvar as crianças. Neste caso, salvar as crianças da intolerância dos seus pares heterossexuais. Ou melhor ainda, para explorar estes emergentes cidadãos desta "classe protegida" para os seus próprios fins políticos. 

Com os esquerdistas, claro que as coisas nunca são feitas em favor dos supostos beneficiários da generosidade, tal como Penny Nance salientou, escrevendo para o  Breitbart durante a semana passada:

Os activistas homossexuais estão determinados em capturar os vossos filhos, e as escolhas estão a pactuar com isso. 

Nancy salienta ainda que os operativos "da GLSEN têm-se infiltrado de forma sistemática nas escolas e têm assedido e intimidado os estudantes que têm uma crença tradicional e religiosa em relação à sexualidade e o casamento." Será que ela disse "intimidar" [bullying]? Sem dúvida, que sim.

Mais recentemente, Amanda Simpson [ed: antigo piloto com o nome de Michael Simpson], Director-Executivo do U.S. Army Office of Energy Initiatives e o primeiro transsexual a ser nomeado por Obam, apelou para uma proibiçâo da "terapia de conversão" que, segundo ele, está a "atacar" a comunidade lgbt, seja lá o que isso for.

Levando em contra que a American Psychological Association é horrível com esquerdistas e desviados sexuais, é de alguma forma difícil encontrar uma definição objectiva do que é uma "terapia de conversão". A maior parte das definições da indústria (criada pelo mundo académico, que é terrível com esquerdistas e desviados sexuais( inclui termos tais como "pseudo-cientifica" e "controversa" e "perigosa".

Definido de forma lata, a terapia de "conversão" ou "reparativa" refere-se a uma colecção de protocolos de aconselhamento e psiquiátricos que lidam com as mudanças de atracção sexual ou identidade sexual da pessoa. Alguns, mas não todos, practicantes operam dentro de círculos Cristãos.

Quase sempre, existe uma ambivalência dentro do indivíduo em relação à sua identificação como homossexual antes de buscar tal tratamento, que eles voluntariamente procuram, algo que está em oposiçâo ao cenário de "desprogramação forçada" que está a ser sugerido pelo lobby homossexual. Falando num vídeo oficial da Casa Branca, onde identirica tais terapias de "prejudiciais", ele diz:

Antigamente, costumavamos chamar a estas coisas de lavagem cerebral ou reprogramação.

Simpson disse que a sociedade deveria estar a afastar-se de "como as coisas são, para a forma como as coisas deveriam ser".

E aí está, mais uma vez: o imperativo esquerdista para a implementação da sua visão pervertida do que a sociedade deveria ser. A América está agora a ser "ensinada" em relação a "como as coisas deveriam ser" por parte dum transsexual, e essas "coisas" são determinação totalmente subjectiva por parte daqueles que se encontram na esquerda (que se consideram como os árbitros-máximos não só do certo e do errado, mas da própria realidade).

E qual é o critério que eles usam para chegar a estas conclusões? Ora, o que quer que lhe atraia emocionalmente; o que lhes deixa confortáveis... Isto é suficientemente bom para os esquerdistas. E uma vez que eles são esquerdistas, eles não têm problemas em falsamente caracterizar o que a terapia de conversão realmente é.

Tal como muitos de nós, eu já ouvi histórias de homossexuais que alegam que desde os seus cinco anos que sabiam que tinham atracção por pessoas do mesmo sexo. Não posso provar que estão a mentir, e nem tenho motivos para pensar que estão a mentir. Mas eu também já ouvi testemunhos de pessoas que eram totalmente homossexuais aos 18 anos, mas que aos 23 ou aos 30 haviam descoberto que estavam tristes, deprimidos, confusos, que odiavam o estilo de vida, e que já não estavam seguros em relação à sua verdadeira atracção sexual. Muitos destes relatos terminam com os indivíduos a buscar terapia reparativa, e emergindo mais tarde alegando serem heterossexuais felizes.

Não quero ver homossexuais a serem raptados de noite e lançados para uma carrinha preta como forma de serem "desprogramados", se é que isso é possível. Pela mesma ordem de ideias, banir as terapias que têm como propósito lidar com a confusão sexual que alguns homossexuais têm, é uma medida igualmente draconiana (para não dizer totalitária). No entanto, quando até membros lgbt com inclinação mais intelectual como Simpson estão a avançar com estas medidas, aparentemente está tudo bem e não se passa nada.

Como nota marginal, já me perguntei que tipo de solidariedade uma pessoa transsexual pode ter com homossexuais, a menos que esteja relacionado com uma agenda - particularmente depois de ter tido conversas com transsexuais que não só não partilhavam de qualquer solidariedade com homossexuais, como também não queriam ter nada a ver com a comunidade lgbt - e foram consequentemente atacados publicamente por ambos os grupos.

Existem milhões de pessoas dos mais variados quadrantes políticos que foram enganadas pela insidiosa mentira propagada pela esquerda de que os homossexuais só querem "permissão para amar". É provável que muitos deles queiram, mas é importante mencionar que os progressistas usaram da mesma táctica ideológica no princípio dos anos 70 durante o debate em torno do aborto. O aborto seria raríssimo e os pró-aborcionistas disseram que tudo o que queriam era impedir que as mulheres fizessem abortos em becos mortíferos ou com cabides - e dar-lhes uma alternativa em relação a darem à luz filhos concebidos numa violação ou num incesto.

Hoje sabemos como isso acabou, com o aborto a transformar-se numa industria, "aborto-de-bebés-parcialmente-nascidos," e o complexo científico-industrial a fazer pressão política para que fique com as partes de bebés abortados. Na Grã-Baetanha, os cientistas já propuseram que a definição legal de aborto seja alargada de modo a que passe a incluir babes nascidos vivos mas que cujos pais ou o estado determinem como de difícil acomodação.

Se não fizermos nada, a história voltará a repetir-se.

Durante a semana passada a TruthRevolt.org fez referência a um artigo feito por um colunista Canadiano detalhando as assustadoras consequências da "legalização" do "casamento" homossexual. Para começar, como forma de acomodar os novos parâmetros da instituição do casamento, a convenção legal de "pai natural" passou a ser conhecida como "pai legal", o que se traduz na usurpação dos direitos de todos os pais por parte do governo.

Inteligente, não?

Então, preferências sexuais protegidas pela nova lei marital criaram a desordenadamente influente “Human Rights Commissions”, que tem o poder de processar indivíduos e empresas (o que normalmente significa a bancarrota dos acusados), monitorizar e regular as comunicações, entrar em residências, apreender propriedades, tudo segundo a palavra de um único homossexual. Estas comissões podem também recomendar acusação por motivos de "discurso de ódio", e eles têm uma invejosa taxa de condenação de 100% durante os últimos 30 anos.

Os activistas homossexuais e os seus simpatizantes espiam igrejas e grupos religiosos, tendo ouvidos atentos a tudo que eles possam considerar remotamente discriminatória (discriminatório segundo a sua definição, tal como já estamos a experimentar isso aqui nos Estados Unidos), de modo a que se possam dirigir aos escritórios mais próximos da Human Rights Commission e dar entrada a uma queixa.

Isso é exactamente o que os Estados Unidos precisam, não é?

Muito bem, tenho um aviso para os militantes homossexuais, cuspidores de fogo: Vocês não vão conseguir estigmatizar-nos a todos - nós somos 50 vezes mais numerosos que vocês, a propósito - devido à vossa visão distorcida do que a sociedade deveria ser, e devido também ao facto de serem emocionalmente imaturos para pensarem que tudo deveria tal como vocês querem, "porque sim".

Se toda esta perversão e anulação constitucional chegar a ocorrer nos Estados Unidos durante a minha vida, é bem provável que eu rapidamente acabe por ser preso porque estou certo que serei silenciado. Eu sei, tal como muitos outros Americanos - quer eles sejam profissionais da equivocados ou militantes que-fornicam-nas-paradas-homossexuais, este pequeno grupo de pessoas está meramente a ser usado pelos radicais como forma de consolidar o seu poder.

Uma parte integrante desta consolidação de poder por parte dos radicais é a erradicação dos conceitos tradicionais de moralidade para que eles possam alterar o vínculo que as pessoas têm com Deus, e estabelecê-lo com o Estado.

E isso, caro leitor, é maligno. 


* * * * * * *

Como já dito várias vezes, a agenda homossexual pouco ou nada tem a ver com os genuínos desejos da maioria dos homossexuais; esta agenda nada mais é que o governo a tentar estabelecer padrões morais que tornem as pessoas mais fáceis de controlar.

O Cristianismo, ao avançar com Uma Autoridade acima do governo (Deus), e ao postular uma forma de valor individual que se encontra em choque com o colectivismo esquerdista, torna-se sempre o primeiro alvo a abater. É por isso que as feministas, os activistas homossexuais e todos os grupos esquerdistas têm um ódio particular e único ao Cristianismo.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como o pseudo-casamento homossexual afecta negativamente toda a sociedade

I. Redefine a Pessoalidade

O "casamento" homossexual (tal como avançando pelo movimento lgbt) tornou-se numa ponte para que se deixe que pessoas com uma multitude de "identidades" não-biológicas vejam essa condição reconhecida e legalmente legitimada em todos os níveis da sociedade, e, de modo importante, dentro da instituição do casamento.

Logo, uma vez que a pessoalidade já não tem a biologia como o seu cerne fundamental, então o que significa ser uma pessoa muda de algo cimentado e concreto e imutável como a biologia, para algo subjectivo, mutável e com uma base instável nos sentimentos e na forma de pensar: http://wapo.st/1DBI4At , http://bit.ly/1IXSrP3

=====


II. Redefine a Paternidade (Corta a ligação e entre a Biologia e a Paternidade)


* a) Neutraliza toda a terminologia que existe na lei familiar que é um reflexo das distinções paternais biológicas: http://bit.ly/1DXi6tl

* b) Cria múltiplos pais, equivalentes perante a lei: http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1anA4XV , http://bit.ly/1ar9f5l

* c) Muda a presunção de paternidade para a presunção genericamente neutra de paternidade, e/ou deixa uma parente lésbica não-biológica assumir a presunção de paternidad:  http://wapo.st/1GGMokr , http://bit.ly/1GGMybC

* d) Cria e abre a porta a novas categorias de "pas" visto que a biologia é ainda mais separada da paternidade - parente de facto, parente psicológico, parente intencional, mãe-biológica, parente gestacional: http://bit.ly/1DDU70d , http://bit.ly/1H3jiu7

* e) Promove ainda mais a remoção do nome dum parente biológico do certificado de nascimento da criança, substituindo-o com o nome do "parente" não-biológico gay/lésbico/trans: http://usat.ly/1aOrQc6 , http://bit.ly/1aOrX7x

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III. Redefine o Casamento


* a) Muda o foco [do casamento] das crianças para o amor entre duas pessoas: http://herit.ag/1HnWlCg

* b) Altera a lei familiar em torno do casamento para se ajustas as normas lgbtq, que por sua vez faz com que a lei familiar fique desajustada em relação às famílias heterossexuais (o modelo único não funciona) e, em última análise, prejudica as crianças: http://bit.ly/1DZ8bDD , http://bit.ly/1CF3H , http://bit.ly/1DXi6tl

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IV. Perturna a Ordem Social Sexual


* a) O advento dos Direitos dos Trans e dos Direitos dos Não-Genericamente Binários deformou a sociedade de modo a deixar que os indivíduos que são do  sexo oposto àquele do qual se identificam, obtenham o "direito" de serem incluídos em:

1. Instalações do Sexo Oposto: http://bit.ly/1ari13k , http://bit.ly/1PHKYc0 , 

2. Estatísticas de Saúde do sexo do oposto: http://bit.ly/1CF6dCh

3. Equipas atléticas do sexo oposto: http://bit.ly/1yqO3bk

4. Abrigos para o sexo oposto: http://bit.ly/1FFqngh

5. Grupos Só-Para-Mulheres ou Só-Para-Homens (grupos de apoio, festivais, reuniões, encontros): http://bit.ly/1CF83mE


7. Situações onde se louvam homens que imitam mulheres: http://ti.me/1IIqQ7K

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V. Promove e Reforça métodos abusivos de obter crianças


* a) Barrigas de aluguer: http://bit.ly/1JGZKvl , http://bit.ly/1DE54yH

* b) Doação de Esperma / Fertilização in Vitro:  http://bit.ly/1FQzLjM

* c) Adopção (quando há melhores alternativas para a mãe da criança): http://bit.ly/1DeHHKH

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VI. Promove crianças que se identificam como "transgéneras"


O "casamento" homossexual abriu todas as questões em torno dos lgbtq e causou a que elas viessem para a linha da frente da sociedade como forma de receberem legitimidade e serem promovidas; o transgenerismo de crianças é um bom exemplo disso mesmo: http://bit.ly/1OalL6t , http://bit.ly/1GH1arf , 


quarta-feira, 6 de maio de 2015

A ascenção do fascismo homossexual

Por Gary DeMar

Se prestarmos atenção ao que a comunidade "gay" e ao que os seus elogiadores dizem, são os Cristãos que estão a impor a sua moralidade sobre eles, mas tal como pode ser visto actualmente, há muitos "gays" que não são nada gays [inglês para "alegre"], mas sim nada mais que desagradáveis, assustadores, vingativos e perigosos.

- Washington: A florista Barronell Stutzman foi multada pelo estado por não fornecer flores para um "casamento gay". Agora, a sua casa e as suas poupanças encontram-se em perigo.

- New Mexico: A fotógrafa Elaine Huguenin foi condenada pelo estado a pagar $7,000 a uma lésbica por se recusar a tirar para um "casamento" lésbico.

- Oregon: Aaron e Melissa Klein foram multados em $150,000 por parte do estado por se recusarem a fazer um bolo lésbico devido às suas convicções religiosas

- Kentucky: Blaine Adamson foi ordenado pela cidade de Lexington a tomar parte em "treino de sensibilidade" por se recusar a imprimir t-shirts para um festival de orgulho gay.

E, claro, temos também as acções levadas a cabo pelos homossexuais como forma de causar a que a "Memories Pizza" fosse fechada - mas não se negarem a servir alguém, mas por afirmar que nunca confeccionariam para um "casamento homossexual".

Houve algum indício de que as pessoas que se identificam como "gays" haviam sido de alguma forma vítimas de discriminação por parte da "Memories Pizza"? De maneira nenhuma. De facto, quem é que pede uma pizza dizendo algo do tipo "Bom dia. Eu sou homossexual e gostaria de encomendar uma pizza com queijo duplo, pepperoni, e salsicha"? É ridículo.

Alguns esquerdistas estão a começar a entender o que está a acontecer, e não estão a gostar nem um pouco. Ele observam o cripto-fascismo junto de muitos homossexuais: observância forçada duma visão do mundo particular sob pena de lei. A não-observância pode levar não só ao ostracismo social como à ruína financeira.

Será as empresas têm quer ser forçadas a tomar parte em eventos e acções com origem em grupos com quem eles não concordem? Esta é uma questão absurda visto que é bem fácil de ser respondida: Não! Só uma mente esquerdista é que complica a questão e caracterizam-na como leis parecidas às leis Jim Crow ou às leis relativas aos bebedouros separados.

Um esquerdista com este tipo de pensamento publicou um artigo onde levanta algumas boas questões em torno do lobby homossexual e das suas tácticas. O título de tal artigo é "Should Mom-and-Pops That Forgo Gay Weddings Be Destroyed?" escrito por Conor Friedersdorf para o "The Atlantic".

Quando vi o tal artigo publicado no Facebook, escrevi o comentário seguinte:

Sim, para terem o que querem, muitos homossexuais destruirão o que for necessário.

O comentário que se segue, por parte de Conor Friedersdorf, tocou no busílis da questão:

Embora a recusa de se atender um casamento [sic] homossexual afecte, na melhor das hipóteses, as pessoas num dia, isso não lhes nega o acesso a qualquer instalação pública, e parece enviar a mensagem de que há um certo desconforto com a instituição do casamento [sic] homossexual mais do que animosidade para com os homossexuais (desde que falemos de negócios que alegremente sirvam os homossexuais).

Suspeito também que o tipo de empresa que não se sente à vontade em servir um hipotético casamento [homossexual]  não têm uma aversão única para com eventos onde duplas homossexuais celebram a suas núpcias [sic].

Aposto também que, por exemplo, eles sintam uma obrigação religiosa de evitar servir exibições de arte cheias de peças sacrílegas tais como "Piss Christ", cerimónias de premiação de profissionais de pornografia, uma festa sazonal da "Planned Parenthood", um evento onde Richard Dawkins esteja a dar uma palestra.

Exactamente. Eis aqui a pessoa que entende a questão. Embora Conor Friedersdorf pense que os donos do "Memories Pizza" estão "errados no que a sua fé Cristã lhes pede", e acredita que "a sua posição em relação ao casamento [sic] homossexual esteja equivocada,” ele acredita também "que a posição que diz 'Eu alegremente servirei clientes homossexuais mas a minha fé impede-me de servir casamentos [sic] homossexuais' tem muito menos ódio que a posição que diz 'Vamos queimar o negócio daquela família por completo!"

Querer queimar a "Memories Pizza" não é uma situação hipotética. Uma professora duma escola local tuitou uma tal sugestão.

Claro que isto não é típico. Em vez de queimar o seu lugar, eles estão contentes em queimar o seu negócio e levá-los à bancarrota.

- http://goo.gl/If61CG

* * * * * * *

Como já foi dito várias vezes, o grupo de pessoas que fomenta estas coisas são os esquerdistas e não os homossexuais. Eu não tenho forma alguma de saber isto, mas se fosse feita uma pesquisa junto dos homossexuais (se eles concordam ou não com a destruição duma empresa que se recusa a disponibilizar serviços a um *evento* e não a uma  *pessoa* homossexual), é bem provável que a maioria dos homossexuais dissesse que não.

No entanto, o esquerdista, que odeia o Cristianismo, usa os homossexuais para atacar os Cristãos e erradicar o Cristianismo da sociedade.O problema não são os homossexuais mas os esquerdistas. Quem faz estas coisas não o faz para "proteger" os homossexuais mas para atacar os Cristãos. O que os move não é o "amor" pelos homossexuais mas o ódio ao Cristianismo.

Para se ver que o propósito é atacar os Cristãos basta levar em conta que as mesmas pessoas que lançam críticas aos Cristãos por não fazerem bolos para eventos homoeróticos nada ou pouco dizem dos muçulmanos que também se recusam a fazer bolos ou prestar serviços para eventos homossexuais.

A tragédia disto é que quando o pêndulo da História voltar para o seu lugar normal, quem vai sofrer com isso muito provavelmente serão os homossexuais - e não os esquerdistas que causaram esta guerra cultural. Os homossexuais que se alinham com estas medidas esquerdistas estão, na verdade, a preparar o caminho para a sua própria derrota.

Por outro lado, os homossexuais que defendem a liberdade têm que seguir os passos do Conor Friedersdorf e denunciar estas prácticas como nada mais que um uso da lei por parte da elite esquerdista para se atacar um grupo religioso específico - os Cristãos.



sexta-feira, 1 de maio de 2015

Homossexual contra o "casamento" homossexual

Por Richard Waghorne

Não sou fá de pessoas que fazem argumentos em torno do que, ou de quem, elas são. Quando, há um ano atrás, fiz o argumento contra o "casamento" homossexual, não senti a necessidade de mencionar que eu mesmo sou homossexual. Os argumentos são validados ou refutados através aquilo que alegam, e não através força da pessoa que por acaso os está a afirmar. Para além disso, e não me importo de acrescentar, eu não quis arrastar a minha vida pessoal para o que normalmente é um debate acalorado. Mas estou suficientemente preocupado com a forma como as coisas estão para abrir um excepção.

Dizer às pessoas que és contra o "casamento" homossexual mesmo sendo tu um homossexual, tende a gerar, inicialmente, uma resposta perplexa. Isto é compreensível dada à forma rápida como o debate em torno do "casamento" homossexual pode descambar para alegações de homofobia. A mensagem, implícita ou explícita, é frequentemente que ser contra o "casamento" homossexual é, de alguma forma, ser contra os homossexuais.

Tenho observado com irritação crescente a forma como opositores do "casamento" (com princípios) têm sofrido uma vastas gama de abuso por explicarem a sua oposição.

As figuras públicas que tentam fazer isto têm frequentemente que lidar com acusações de que são homofóbicos intolerantes. Quando Lucinda Creighton (Fine Gael) confirmou a sua oposição ao "casamento" homossexual durante a campanha das eleições gerais, houve apelos para que ela fosse despedida por parte de Enda Kenny. Por fazer argumentos semelhantes, David Quinn, do grupo pró-casamento Iona Institute", é constantemente atacado com termos extraordinários.

Eles não são os únicos; a resposta reflexiva por parte de muitos defensores do "casamento" homossexual tem como objectivo caracterizar os adversários como pessoas com algum tipo de preconceito, como se os únicos motivos para se defender o casamento tal como ele tem existido até hoje estejam fundamentados em algum tipo de intolerância ou desequilíbrio psicológico.

Na verdade, os homossexuais deveriam defender o entendimento tradicional do casamento de forma tão vincada como todas as outras pessoas. Dado que esta instituição está a ser fragilizada em nome dos homossexuais, com consequências para gerações futuras, é ainda mais importante que os homossexuais que são contra o "casamento" homossexual falem.

Esta semana marca o início do registo das primeiras uniões civis desde que as mesmas passaram a ser oficias desde que foram aprovadas numa legislação do ano passado. Isto garante que aos homossexuais quase todas as provisões legais. Muitos de nós conhecemos pessoas que irão ser beneficiadas com isto agora, ou num futuro próximo. Usando um cliché comum, esta era uma boa altura para declarar vitória e voltar para casa.

Em vez disso, a exigência agora é o "casamento" homossexual em cima disto tudo, algo que o "Programme for Government" se compromete a explorar. Isto não só é desnecessário como é egoísta.

O apoio e o estatuto que o casamento tem não é um bónus social por alguém se apaixonar por alguém, e concordar em fazer com que a relação dure. Isto, claro está, não quer dizer que o amor e o romance não são partes importantes do casamento. Mas estas coisas não são os motivos que conferem ao casamento o seu estatuto especial. Se o romance fosse motivo suficiente para se apoiar o casamento, então não existiriam motivos para se distinguir quais os relacionamentos que deveriam ser incluídos e quais os que não deveriam. Mas essa não é e nunca foi a natureza do casamento.

O casamento é o pano de fundo vital dentro do qual as crianças podem ser criadas de modo a que se tornem em homens e mulheres. Obviamente que nem todos os casamentos envolvem a educação de crianças, e claro está, há há duplas homossexuais a educar crianças. Mas a realidade é que os casamentos pendem em direcção às crianças enquanto que os relacionamentos homossexuais não.

Eu estou bem ciente disto quando levo em consideração o meu próprio círculo de amizades, alguns dos quais se casaram recentemente ou irão fazê-lo brevemente no futuro. Muitos, se não todos, irão educar crianças. Se, no entanto, eu ou amigos homossexuais formarmos uniões civis, estas estão muito pouco inclinadas a envolver a educação de crianças. Portanto, a questão é: Porque é que os relacionamentos homossexuais deveriam ser tratados como um casamento, apesar desta diferença fundamental?

Uma riqueza de pesquisas demonstram que o casamento entre um homem e uma mulher disponibilizam para a criança o melhor dos resultados para a sua vida, e que as crianças de casamentos que permanecem têm os melhores resultados em toda a linha. Isto certamente que não é forma de lançar calúnias sobre as outras famílias, mas é preciso salientar a importância do casamento como instituição.

É por isso que a exigência em favor do "casamento" homossexual está duplamente errado. Ela não é uma exigência em favor da extensão do casamento para os homossexuais, mas sim uma exigência em favor da redefinição do casamento. O entendimento do casamento como uma instituição que existe e é apoiada pelo bem das famílias fortes para um entendimento onde o casamento meramente é o ponto final do romance.

Se as duplas homossexuais forem consideradas igualmente elegíveis para "casamento", embora os relacionamentos homossexuais não tendam para a educação de crianças e não podem, por definição, dar à criança um pai e uma mãe, o entendimento crucial do propósito fulcral do casamento foi descartado.

O que isto gera é um tipo de "casamento" que coloca os interesses dos adultos acima dos interesses das crianças . Isso, na minha opinião, é, em última análise, um gesto egoísta e um preço demasiado elevado para ser pago simplesmente  pelo gesto simbólico de tratar da mesma forma os relacionamentos heterossexuais e os relacionamentos homossexuais. E ele nada mais é que um gesto simbólico.

Não é senso comum tratar situações distintas de maneira distinta? Colocando as coisas de maneira pessoal, eu não me sinto de maneira nenhuma discriminado com o facto de não poder me casar [sic] com alguém do mesmo sexo. Eu entendo isso e aceito que existem bons motivos para isso ser assim.

Embora os homossexuais e os relacionamentos homossexuais se estejam a tornar cada vez mais visíveis, não me surpreenderia nada se por acaso no futuro os argumentos em favor do "casamento" homossexual enfraqueçam. A maior parte do apoio ao "casamento" homossexual que actualmente existe é instintivo, emanando do facto das pessoas não quererem ser vistas como anti-homossexuais. Mas o próprio impulso só existe porque ainda vivemos à sombra do passado recente.

Num futuro já visível, as atitudes anti-homossexuais serão tudo menos impensáveis, da mesma forma que a homofobia actual já tem uma qualidade antiquada, vagamente atemorizadora.

Certamente que já é hora de termos uma conversa séria em torno do "casamento" homossexual, uma conversa onde as pessoas não mais são forçadas a sentir que, se não derem um apoio automático a ele, serão classificadas de anti-homossexuais. Só então irá a essência e o verdadeiro motivo de se apoiar o casamento tradicional terá permissão de vir à tona. O melhor interesse das crianças da nação tem sempre que estar em primeiro lugar.

- http://wp.me/p1oELK-1w


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sábado, 25 de abril de 2015

6 evidências de que os relacionamentos homoeróticos são prejudiciais e destrutivos


Temos estado a testemunhar um aumento da tolerância perante o "casamento" homossexual: 

Segundo um estudo levado a cabo pela Pew Reserch Center, uma pesquisa efectuada com uma amostra de 1821 adultos por todos os Estados Unidos, sugere que "O apoio ao casamento [sic] homossexual tem aumentado dramaticamente durante a última década, mas ainda há uma diferença substancial entre as gerações.

Actualmente, 68% dos Milenares [ed: pessoa nascida entre 1981 a 1990] são a favor que se permita que os gays e as lésbicas se casem [sic], comparados a 55% da geração X [nascidos entre 1965 a 1980], 48% dos "Boomers" [1946-1964], e 38% dos membros da Geração Silenciosa  [1925-1963].

O apoio é uma coisa, mas o impacto é outra totalmente diferente; nesta breve análise de algumas poucas, mas importantes, questões associadas, irei argumentar que o "casamento" homossexual causa dor às pessoas envolvidas.

No entanto, um esclarecimento tem que ser feito:

- Embora não tema as repercussões do que eu muito respeitosamente escrevo, ou do que as pessoas pensam, não quero que pensem que sou uma pessoa beligerante, ou intolerante, tal como os críticos do "casamento" homossexual são muito frequentemente caracterizados.

Em vez disso, é preciso levar em conta que a discórdia não é ódio, tal como eu posso discordar com alguém que possa apoiar uma equipa desportiva adversária da minha, ou tal como eu posso discordar com um ateu. Em qualquer dos casos, de forma alguma eu tenho ódio às pessoas que não estão de acordo comigo, e nem vou tentar forçar o meu ponto de vista juntos dos outros e nem dizer como é que ele deve viver a vida dele.

Mas ninguém me pode impedir de ter uma opinião, e por acaso eu tenho uma opinião em relação a este caso sensível. Irei livremente expressar aqui o que penso, mas se por acaso eu ofender alguém sem ser a minha intenção, peço desculpas, e deixem a vossa opinião na secção de comentários.

1. É negada à criança a possibilidade de ter um pai ou uma mãe.

Os relacionamentos homossexuais são particularmente prejudiciais para as crianças que se encontram no seio de um, e como tal, sempre foi, e sempre vai ser, do melhor interesse da criança ser educada pelo pai natural e pela mãe natural. Isto é confirmado pelas dificuldades enfrentadas por muitas crianças que são órfãs ou que foram educadas por um só pai ou parente. O "casamento" homossexual significa que a criança não será educada pelos pais num relacionamento natural, e um dos pais não terá qualquer tipo de relação de sangue com a criança. A criança ficará para sempre privada do exemplo do pai biológico ou da mãe biológica à medida que ela for crescendo.

Um estudo levado a cabo junto de 2988 pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 39 sugere que:

Os jovens adultos provenientes de lares desfeitos onde um dos pais teve um relacionamento homossexual reportaram, de modo modesto, mais problemas sociais e psicológicos nas suas vidas actuais do que os seus pares provenientes de famílias que haviam passado por divórcios e outros tipos de perturbações.....o que agita um debate amargo entre os apoiantes do casamento [sic] homossexual.

Outros dados apurados a partir do estudo sugerem que "38% daqueles que haviam tido uma mãe lésbica disseram que se encontravam actualmente a receber assistência pública, comparados com os 31% cujos pais se haviam divorciado mais tarde, e os 10% daqueles que haviam crescido numa família tradicional" e que "aqueles que haviam crescido pais homossexuais reportaram, em média, menos educação e mais parceiros sexuais; o mesmo foi apurado junto daqueles que haviam crescido em lares não-tradicionais, mas num grau inferior."

Tal como o sociólogo Penn Amato, que é um apoiante do "casamento" homossexual, comentou:

Sabemos, por exemplo, que muitas pessoas criadas por um pai homossexual foram, essencialmente, criadas numa família adoptiva, e passaram por um divórcio - ambos factores associados a desvantagens modestas mas reais. (Carey, Benedict, ‘Debate on a Study Examining Gay Parents’, New York Times)

2) Os relacionamentos homossexuais irão muito provavelmente causar a que as crianças cresçam "sexualmente confusas" 

A psicóloga Trayce Hansen, que se especializou nas áreas do casamento, da paternidade, das distinções masculinas e femininas, e do homossexualismo, comenta:
Os defensores do "casamento" homoerótico acreditam que a única coisa que as crianças precisam é de amor. As pesquisas revelam que a estrutura familiar ideal para a  criança se desenvolver é aquela composta pelo pai e pela mãe. Só este tipo familiar tradicional dá à criança a chance de se relacionar, ao mesmo tempo, com um pai do mesmo sexo e outro do sexo oposto.
Embora as pesquisas relativas à paternidade homossexual sejam limitadas, algumas já existentes parecem sugerir que as crianças criadas em lares homossexuais são mais susceptíveis de ficarem sexualmente confusas, e mais susceptíveis de terem experiências sexuais. 
Para além disso, se o "casamento" homossexual for permitido, o mesmo abre a porta para outros tipos de "casamento" não-tradicionais, tais como os relacionamentos polígamos. As duplas homossexuais claramente podem ser tão amorosas para a criança como os casais, mas o amor não chega. (Hansen, Trayce, Same-Sex Marriage: Not in the Best Interest of Children)
Com isto em mente, e como sociedade, temos que proteger aqueles que se encontram numa posição mais vulnerável e que são mais facilmente influenciáveis - neste caso, as crianças. E embora o "casamento" homossexual possa ser no melhor interesse dos homossexuais adultos, ele na verdade é prejudicial para as crianças envolvidas. Para além disso, e falando dos benefícios do casamento natural, Hansen escreve:

. . . as crianças educadas em tais famílias [um pai e uma mãe] são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outro tipo de arranjo familiar.

Um estudo Sueco com a duração de 20 anos, e que incluiu mais de 22,000 crianças, apurou que os pais [figura masculina] reduzem os problemas comportamentais nos rapazes e os problemas psicológicos nas raparigas, para além de aumentarem o desenvolvimento cognitivo, e diminuírem a delinquência. O estudo publicado no PubMed diz:

Existe um certo tipo de evidências que demonstram que a coabitação com a mãe e com o seu parceiro masculino está associada a uma menor exteriorização de problemas comportamentais. Uma relação activa e envolvida com a criança gera uma vasta gama de resultados positivos, embora nenhuma forma específica de relacionamento tenha sido demonstrado como gerando um resultado melhor que o outro.

O envolvimento paterno [do pai] parece ter efeitos distintos nos resultados desejados ao reduzir a frequência de problemas comportamentais nos rapazes, e problemas psicológicos nas jovens raparigas, para além de aumentar o desenvolvimento cognitivo ao mesmo tempo que diminui a delinquência e as desvantagens económicas nas famílias SES. (Pubmed, Fathers involvement and children’s developmental outcomes: systematic review of longitudinal studies)

3) O "casamento" homossexual falha ao não criar uma família, produzindo em seu lugar uma união estéril: 

Imaginemos que, subitamente, todas as pessoas passavam a ser homossexuais; a raça humana iria desaparecer no espaço dum século visto que os relacionamentos homossexuais não produzem descendência, enquanto que os heterossexuais geram famílias. Para além disso, para que as duplas homossexuais possam ter filhos têm que ser  usados métodos artificias dispendiosos

Logo, não é uma tendência natural tais uniões gerarem famílias, e devido a isso, não posso de maneira nenhuma qualificar a união homossexual como "casamento", ou conferir-lhe os benefícios do casamento genuíno. Paul Nathanson, ele mesmo um homossexual, identificou pelo menos cinco funções que o casamento executa, e todas elas têm que ser levadas pela cultura se é que ela tem planos de sobreviver e prosperar:

* Promover um laço entre homens e mulheres
* Promover a natalidade e a consequente educação de crianças
* Promover o laço entre homens e crianças
* Promover algum tipo de identidade masculina saudável.
* Promover a transformação dos adolescentes em adultos sexualmente responsáveis.

Tais parâmetros têm que ser satisfeitos, ou nós como espécie havemos de morrer.

De que outras formas é que os relacionamentos homossexuais dificultam o progresso da nossa sociedade? Segundo o parágrafo inicial da Constituição Americana, algo que tem o nome de preâmbulo, lemos:

Nós, o Povo dos Estados Unidos da América, e de forma a formarmos uma união mais perfeita, estabelecer a justiça, garantir a tranquilidade doméstica, providenciar uma defesa comum, promover o bem-estar geral, e assegurar as bênçãos da liberdade para nós e para a nossa descendência, estabelecemos esta constituição dos Estados Unidos da América.

O que este texto explicitamente declara é que o seu propósito é garantir o bem-estar do povo Americano, e garantir posteridade. Mais uma vez, o "casamento" homossexual está em conflicto com isto, e não iria promover o bem-estar geral da sociedade - e de facto, o "casamento" homossexual irá impedir o processo.

4) O "casamento" homossexual é potencialmente perigoso e "infiel"

Segundo um estudo presente no "Australian and New Zealand Journal of Sociology", "Os relacionamentos homossexuais monogâmicos dificilmente são fiéis. "Monogâmico" parece significar algum tipo de compromisso [afectivo] primário, ao mesmo tempo que o sexo casual prossegue em oculto."

Para além disso, esse estudo levado a cabo junto de 535 homens bissexuais e homossexuais na Austrália sugere que "O coito anal sem preservativo encontra-se num escalão físico e emocional bem elevado, embora se saiba que é relativamente arriscado no que toca a transmissão do vírus da imunodeficiência humana.”

Em 1991, e noutro estudo dos relacionamentos homossexuais levado a cabo por um sexólogo e homossexual Alemão, o Dr. Martin Dannecker, foram estudados 900 homossexuais que viviam no que eles definiram "relacionamento estável".

No entanto, Dannecker ficou a saber que 83% desses homens haviam tido numerosos encontros sexuais fora da sua parceria durante um período de 1 ano.

A sua conclusão diz que "diferenças claras na maneira de se obter a gratificação sexual" entre o homem homossexual solteiro e não-solteiro eram exactamente o contrário do que ele esperava. Sobre os homens que se encontram num relacionamento estável, ele escreveu que "O número médio de contactos homossexuais havia sido de 115 no ano anterior", enquanto que os homens homossexuais solteiros haviam tido apenas 45 encontros sexuais. (Wittmeier, Carmen. ‘Now They Know The Other Half’)

O que isto ilustra é que o conceito de homem e mulher a entrar num compromisso para toda a vida é radicalmente violado, e desde logo, e segundo o estudo, os relacionamentos homossexuais parecem ser chocantes e perigosos.

Noutro artigo bastante informativo encontrado na revisita homossexual com o nome de Genre, uma pesquisa levada a cabo junto de 1037 leitores (em Outubro de 1996) forneceu mais alguns dados. Os resultados foram os seguintes:

Um dos grupos singulares dentro da comunidade homossexual que ainda está a passar por um aumento do contágio com o HIV são as duplas supostamente monogâmicas.

Para além disso, 52% deles teve relações sexuais no parque, 45% já participou num menage-a-trois, 42% teve sexo com mais do que 100 parceiros, e 16% alegou ter tido entre 40 a 100 parceiros. (‘Sex Survey Results,’ Genre, October 1996). Isto sugere que, de maneira óbvia, os relacionamentos homossexuais encorajam um elevado nível de promiscuidade e infidelidade.

5) O casamento heterossexual é um "bem intrínseco”:

Barack Obama declarou, "Sou de opinião que as duplas homossexuais deveriam poder casar". Mas será que aquilo que se conclui com base no que se pensa que seria bom, é uma boa forma de raciocínio? Claro que não. O filósofo Francis Beckwith, no seu artigo “Wedding Bell Blues; Understanding the Same-Sex Marriage Debate”, comenta:

Uma vez que o casamento é um bem intrínseco, tal como a justiça é um bem intrínseco, a cultura que não alimenta, encoraja e protege o casamento tradicional, fá-lo sob sua conta e risco, tal como se colocaria em perigo se por acaso não entendesse a justiça como um bem intrínseco... O governo republicano ("r" pequeno) resulta de cidadãos bons, civilizados pelas  seguintes instituições: a família, trabalho honesto e uma boa religião. 

Se, para citar Aristóteles, o estadismo é a obra da alma, então o propósito do estado deveria ser produzir bons cidadãos e desde logo, conceder privilégios e proteger as posições destas instituições. O estado, consequentemente, deveria tratar o casamento tradicional com privilégio e protecção em relação a qualquer outra alternativa.

Os relacionamentos e "casamentos" homossexuais negam as auto-evidentes distinções biológicas, psicológicas que existem entre homens e mulheres, ao mesmo tempo que os relacionamentos heterossexuais disponibilizam estes benefícios complementares; logo, estes últimos são, como disse Beckwith, intrinsecamente bons.

6) No fundo, no fundo, todos nós sabemos que não é "natural"

Acho que para a maior parte das pessoas não é, e nem nunca será normal, por exemplo, o facto de dois homens peludos a chuparem a língua um do outro numa via pública; isto é suficiente para que muitos voltem a sua cara para outro sítio. Nós nem estaríamos a ter este debate na nossa sociedade se o "casamento" e os relacionamentos homossexuais fossem considerados naturais e apropriados.

Quer se goste ou não, o casamento tradicional sempre foi entre um homem e uma mulher, e as sociedades são privilegiadas com o mesmo (e não há nada que possa ser usado contra ele). Logo, segundo isso, chamar a algo de "casamento" não o transforma num casamento visto que este sempre foi um laço íntimo entre um homem e uma mulher dentro do qual são geradas e educadas crianças (e onde é promovido o bem-estar e a unidade do marido e da mulher na relação). Tal como disse o antropólogo Kingsley Davis:

O traço único do que é normalmente chamado de casamento é o reconhecimento e a aprovação social..... duma dupla envolvida em relacionamento sexual, gerando e cuidando de crianças.
  
Para além disso, Maggie Gallagher comenta que "por todas as sociedades, o casamento é a união sexual que cria obrigações de parentesco e a partilha de recursos entre o homem, a mulher e as crianças que a sua união sexual pode produzir.”

Alguns dos defensores do "casamento" homossexual querem destruir o casamento heterossexual


Embora esta não seja razão para se discordar dos relacionamentos e dos "casamentos" homossexuais, é, mesmo assim, chocante, e desde logo, importante mencionar: alguns dos defensores do "casamento" homossexual têm planos para destruir o casamento heterossexual.

Numa entrevista dada à Xtra, Ryan Conrad, membro do grupo Americano com o nome de Against Equality, comenta:

E afinal de contas, estamos a propor a destruição da centralidade do casamento e da família nuclear.

Segundo: Sally Kohn no seu artigo ‘Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!’ escreve:

Mas talvez o próximo passo não seja, mais uma vez, expandir a limitada definição de casamento, mas abolir duma vez por todas esta distinção entre famílias casadas e as outras não-reconhecidas mas igualmente válidas parcerias.

Consequentemente, e nas palavras de Alex Gabriel:

Não seria a morte do casamento como instituição estatal, incluindo para os heterossexuais, a melhor solução? ... Risquem o registo civil; não façam distinção (aos olhos do estado) entre os cidadãos casados e os solteiros. (Gabriel, Alex. ‘Comment: Gay marriage has its queer critics, too’)

O que isto sugere é que para alguns, não é tanto a aceitação do "casamento" homossexual que importa, mas a destruição intencional do casamento heterossexual. Como diz o "Gay Liberation Front Manifesto" declara:
Temos que apontar para a destruição da família de modo a que o sistema sexista e supremacista masculino não possa mais ser fomentado dentro dela.
Embora eu não leve muito a sério estes pontos de vista extremamente radicais, mesmo assim acredito que é importante iluminar as verdadeiras intenções de alguns defensores do "casamento" homossexual.

Conclusão:


Com o conhecimento já avançado, ficamos a saber que os "casamentos" e os relacionamentos homossexuais são frequentemente infiéis (New Zealand Journal of Sociology), prejudiciais e "não são no melhor interesse das crianças" (Trayce Hansem & Pubmed), potencialmente perigosos em relação às doenças sexualmente transmitidas (‘Sex Survey Results‘, Genre), extremamente promíscuos (Martin Dannecke & Wittmeier, Carmen. ‘Now They Know The Other Half), militam contra os cinco aspectos necessários para a sobrevivência da sociedade (Paul Nathanson), encontram-se contra a Constituição Americana que tem como plano a prosperidade da nação  (US Constitution, Preâmbulo), e são antitéticos em relação ao casamento heterossexual (Maggie Gallagher & Kingsley Davis).

Vários defensores do "casamento" homossexual são também radicalmente virulentos: Ryan Conrad, Sally Kohn, Alex Gabriel, e as palavras do Gay Liberation Front: Manifesto. Isto é antitético e diametricamente oposto ao bem intrínseco do casamento heterossexual que disponibiliza as auto-evidentes e complementares distinções biológicas, fisiológicas, psicológicas entre o homem e a mulher.

Finalizando, e embora eu nunca venha forçar os meus pontos de vista sobre os outros, antes que venha a ser justamente acusado de intolerante, não posso, de consciência limpa, e pelos motivos listados, ser a favor dos relacionamentos e "casamentos" homossexuais. Não só os vejo como prejudiciais para as pessoas envolvidas neles, como os vejo como potencialmente perigosos para a sociedade no geral. 

O meu coração está com as pessoas que sinceramente batalham contra tais tentações, bem com aqueles que sofrem com as consequências.


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