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quinta-feira, 9 de julho de 2015

7 evidências contra o "casamento" homossexual

Por Jay Richards

Dadas as mais recentes tendências, era inevitável que alguém dissesse que o governo não só se mantivesse fora do negócio do casamento, mas também que o apoio ao "casamento" homossexual fosse, na verdade, uma posição conservadora. Tomemos como exemplo, Young Conservatives for Freedom to Marry.

O seu nome é o seu argumento: os conservadores acreditam na liberdad individual e no governo limitado, e como tal eles deveriam apoiar a "liberdade" das pessoas poderem "casar" com pessas do mesmo sexo. Se dois homens se querem "casar", dizem eles, porque é que o Big Brother tem que lhes dizer que não podem?

Mas a definição do casamento é tudo menos algo conservador, e o mesmo iria na verdade causar uma menor liberdade e a uma maior intromissão do governo. Eis aqui sete evidências:

1. O "casamento" homossexual contradiz a história.

Algumas culturas têm casamentos combinados enquanto outras têm poligamias. Mas virtualmente todas as culturas conhecidas (sem contar com as culturas ocidentais até a 10 minutos atrás) têm entendido que o casamento envolver um pacto público entre um homem e um mulher. Isto inclui civilizações que não tinham qualquer tipo de problema com os actos homossexuais.

Isto não quer dizer que o entendimento perene do casamento está certo ou é o justo, mas sim que o derrube do entendimento básico da instituição do casamento não é um acto conservador, e nem um que o conservador tenha a liberdade para tratar de animo leve. 

2. O "casamento" homossexual contradiz os ensinamentos das tradições religiosos das religiões mais importantes do mundo.

Não percamos muito tempo aqui, visto que ninguém o nega: o Hinduísmo, o Judaísmo, o islão e o Cristianismo sempre entenderam que qualquer coisa chamada "casamento" irá envolver um homem e uma mulher e não duas pessoas do mesmo sexo. Este ponto de vista encontra-se ancorado de modo profundo nestas tradições, ao contrário de, por exemplo, crenças em torno do Sistema Solar. Mesmo aqueles grupos heterodoxos que abandonaram esta visão do casamento - Judaísmo Reformado, a "United Church of Christ", a Igreja Episcopal, e a Igreja Presbiterian (EUA) - sabem que estão a fazer uma rotura com as suas próprias tradições.

Isto não tem nada de conservador.

3. O "casamento" homossexual nega o fundamento do casamento.

Uma vez que culturas tão diversas tais como os Aborígenes e os Anglo-Saxões têm entendido que o casamento envolve um ele e uma ela, o seu fundamento têm que transcender as culturas individuais. De facto, o entendimento encontra-se enraizado na própria natureza humana (dentro até dos factos biológicos mais básicos).

Todas as pessoas saudáveis têm sistemas biológicos que são complementares neles mesmos. Os nossos corações, os nossos pulmões e os nossos estômagos levam a cabo funções próprias como membros do mesmo corpo individual. Só os nossos órgãos sexuais individuais são por natureza incompletos. Eles só podem atingir o seu propósito primário quando se unem a outro ser humano do sexo oposto.

Sem dúvida que é por isso que, até recentemente, poucas culturas debateram a natureza do casamento. É também por isto que o casamento envolvem fundamentalmente um homem e uma mulher: esse é o requerimento básico para se acasalar. Consequentemente, o casamento tem uma relação especial com o facto de gerar e educar crianças.

Não há nada de conservador negar a natureza humana.

4. Redefinir o casamento como forma de incluir as uniões homossexuais leva a violações da liberdade de expressão e liberdade religiosa [ed: esse é o objectivo] 

"Incluir os homossexuais dentro do casamento", observa Andrew Sullivan, um apoiante do "casamento" homossexual, "será uma forma de conferir a mais elevada aprovação social imaginável.” E esse é a questão. Se Adão e João se podem casar tal como Adão e Eva, isso significa que esses relacionamentos são equivalentes. No entanto, estes relacionamentos são, de forma auto-evidente, totalmente diferentes visto que o homem e a mulher são sexualmente complementares e duas pessoas do mesmo sexo não são.

Equivaler legalmente os relacionamentos homossexuais é requer que nos enganemos a nós mesmos. E uma vez que esta é a posição oficial do governo, qualquer pessoa que alegue o contrário - que se recuse a tomar parte desta decepção colectiva - será considerada estúpida ou intolerante, e se alguma lei disser o contrário, essa lei será classificada de injusta.

Com o passar dos meses, temos tido evidências frescas em favor disto. Mal a palavra "casamento" falhe ao não distinguir legalmente o casamento natural dos diferentes relacionamentos que podem ser iniciados por pessoas do mesmo sexo, qualquer pessoa que se recuse a pactuar com isto pode ver destruído o seu negócio, emprego, chamado e reputação publica.

Mal o estado redefina o casamento como forma de incluir as pessoas do mesmo sexo, a adopção e as agências de apoio que insistam em só reconhecer o casamento natural são rejeitadas pelo governo e têm que se render ou bater em retirada. Actualmente, qualquer pessoa que negue esta consequência do "casamento" homossexual ou está a mentir ou há já muito tempo que está de férias da realidade.

5. O "casamento" homossexual viola os direitos das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual não querem falar disto, masl o seu ponto de vista assume que a criança não precisa dum pai e duma mãe, e em relação à paternidade, que os pais e as mães são intercambiáveis como pedaços de Lego. Isto contradiz o senso comum, as nossas experiências básicas, e evidências científicas  preliminares.

Independentemente disto, os defensores do "casamento" homossexual querem submeter milhões de crianças a uma experiência global sem-precedentes. Dentro de 20 anos eles irão reportar os resultados. Mas as vítimas de experiências prévias já começaram a falar e os proponentes do "casamento" homossexual estão a fazer todos os possíveis para os destruir e desacreditar.

Isto não soa nada conservador.

6. O "casamento" homossexual corta os direitos individuais pela raiz.

O "argumento conservador em favor do 'casamento' homossexual" apela aos direitos individuais: os adultos, dizem eles, deveriam ser livres para casar com qualquer adulto com o mesmo sexo. O problema é que, logicamente, isto é um non sequitur.

Se uma mulher diz a um agente federal que ela é Napoleão Bonaparte, o agente não viola os direitos dela se apontar para o passaporte dela e para os seus cromossomas para demonstrar o contrário. Se o casamento envolve, intrinsecamente, um homem e uma mulher, ninguém - homossexual ou não - tem o "direito" de "casar" com alguém do mesmo sexo da mesma forma que ninguém tem o "direito" de ser um número primo. Isto mais não é que uma confusão semântica ou uma decepção intencional.

Na verdade, redefinir o casamento ataca os fundamentos dos direitos individuais. Pensem na forma como operam os direitos operam. Como indivíduos, o governo não dos confere direitos. Tal como diz a nossa Declaração da Independência, os nossos direitos foram conferidos pelo Criador. O individual é uma realidade que veio a existir antes do governo, tal como o casamento é outra realidade pré-política.

Mas aqui, os dois divergem e de certa forma isto tem que nos levar a sentar e a pensar. O casamento é muito mais universalmente reconhecido do que o são os nossos ideais de direitos individuais e igualdade. Cada um de nós é, por natureza, uma pessoa num relacionamento. E o casamento, uma união única entre um homem e uma mulher, é um dos nossos relacionamentos humanos mais básicos. Dito de outra forma, o casamento, tem mais direito de ser uma realidade que transcende o nosso sistema político do que qualquer outro direito individual por nós tido como caro.

Defender como auto-evidentes direitos que a maioria das culturas nunca reconheceu ao mesmo tempo que se nega o testemunho universal da natureza e da cultura em relação ao casamento, é como cortar o ramo sobre o qual nos estamos sentados. E isto claramente não é uma estratégia conservadora.

7. O "casamento" homossexual corrói um fundamento crucial do governo limitado.

Para se alegar, de forma séria que o governo é, e deveria ser limitado, tem que se responder a esta questão: o que é que limita o Estado? A antiga resposta conservadora é: os direitos e as responsabilidades dos indivíduos e as instituições que se encontram fora da jurisdição do Estado. E a instituição que limita o Estado mais do que qualquer outra é a família, precisamente porque ela veio a existir antes do Estado.

A família é iniciada pelo casamento entre um homem e uma mulher. Idilicamente, os seres humanos nascerão, serão alimentados e educados dentro duma família, que por sua vez terá o apoio de outras instituições da sociedade civil em seu redor - vizinhanças, igrejas, associações voluntárias, e assim por adiante - instituições que o Estado deveria reconhecer e respeitar.

Um governo limitado não tenta definir a realidade; ele reconhece a realidade destas realidades pré-políticas que se encontram fora da sua jurisdição. Os governos totalitários, e Orwelianos, do século 20 entenderam isto muito bem, e determinaram-se a fazer exactamente o oposto. Lenine e os outros Marxistas sabiam que para levar a cabo a sua visão, eles tinham que destruir não só a ideia da propriedade privada, mas também a religião e "esta forma presente de casamento.”

O que poderia ser menos conservador que decidir, politicamente e legalmente, que o casamento e a família são meras construções sociais que nós somos livres para alterar mal Tribunal Supremo ou um legislativo estadual assim decida? Se um estado pode redefinir o que é um casamento, o que é que o estado não pode, ou não irá,  redefinir?

A Realidade Conservadora

Dados estes factos, não é de admirar que os grupos "conservadores" que militam em favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo evitem os argumentos de verdade, e foquem-se nos clichés e nas calúnias dos seus compatriotas esquerdistas. Por exemplo, o grupo Young Conservatives for Freedom to Marry afirma que o seu propósito é "remover a linguagem anti-gay da plataforma de 2016 do Partido Republicano", mas não existe tal linguagem nessa plataforma mas sim uma afirmação da realidade do casamento. O seu discurso não está centrado nos Americanos que se identificam como homossexuais. Esses já têm os mesmos direitos e têm que ser tratados da mesma forma que todas as outras pessoas.

Reconhecer o casamento nas nossas leis não é "banir" os relacionamentos homossexuais, e nem punir os homossexuais. “As leis relativas ao casamento não proíbem nada.” Elas apenas reconhecem o que já existe. Muitos homossexuais concordam, mas só aqueles com espinhas de ferro é que estão dispostos a sofrer os ataques brutais que ocorrem quando alguém se prontifica a dizer essas coisas publicamente.

Essencialmente, a questão é esta: Será que iremos reconhecer o verdadeiro casamento nas nossas leis, ou será que o iremos definir de forma infindável? Se a nossa cultura escolhe permitir que um governo descontrolado negue a realidade do casamento, e em seu lugar coloque uma imitação, iremos justificadamente sofrer as consequências de negarmos os precedentes históricos, a sabedoria religiosa, a natureza humana e o senso comum.

Há uma palavra para isso, mas ela não é "conservador."




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sábado, 14 de março de 2015

Argumento secular contra o "casamento" homossexual

Por Adam Kolasinksi

O debate sobre se o estado deveria reconhecer os "casamentos" homossexuais tem-se focado na questão dos direitos civis, mas tal tratamento está errado visto que o reconhecimento estatal do casamento não é um direito universal. Os estados regulam os casamentos de muitas formas, para além de negar aos homens o direito de casar com homens, e mulheres de casar com mulheres.

Em todos os estados [Americanos] é ilegal tentar casar com mais do que uma pessoa, ou citar mais do que uma pessoa como sua cônjuge. Alguns estados proíbem o casamento para as pessoas que sofrem de sífilis ou de outra doença venérea. Logo, os homossexuais não são o único grupo social a quem lhes é negado casar com a pessoa da sua escolha.

Não estou com isto a dizer que todos estes outros tipos de casais (a quem é restrito o casamento com  a pessoa da sua escolha) sejam equivalentes às duplas homossexuais; estou apenas a ilustrar o facto do casamento já ser fortemente regulado e por bons motivos.

Quando um estado reconhece o casamento, ele confere ao casal certos benefícios que são dispendiosos tanto para o estado como para os outros indivíduos. Ficar com o dinheiro da segurança social do parente morto, alegar mais uma isenção de imposto para o cônjuge, e ter o direito de ser coberto pelo plano de saúde do cônjuge são apenas alguns dos exemplos dos benefícios dispendiosos associados ao casamento.

Olhando para as coisas desta forma, um casal recebe um subsídio. E porquê? Porque o casamento entre dois heterossexuais sem parentesco é susceptível de gerar uma família com crianças, e a propagação da sociedade é um interesse estatal convincente. Por este motivo, os estados, e das mais variadas formas, impedem o casamento às pessoas menos susceptíveis de produzir crianças.

Certamente que estas restrições não são absolutas; uma pequena minoria de casais são inférteis, no entanto, impedir as duplas estéreis de casar, em todos menos nos casos mais óbvios tais como parentes de sangue, seria dispendioso. Poucas pessoas que são estéreis sabem que são estéreis, e os testes de fertilidade são demasiado dispendiosos e penosos de se mandatar.

Pode-se alegar que a exclusão dos parentes de sangue do casamento só é necessária como forma de impedir a concepção de crianças geneticamente deficientes, mas os parentes de sangue não se podem casar mesmo que se submetam a uma esterilização. Alguns casais que se casam não planeiam ter filhos, mas sem tecnologia que permita ler as mentes, é impossível excluí-los. Os casais idosos podem-se casar mas esses casos são tão raros que excluí-los nem merece o esforço.

As leis maritais, portanto, garantem, embora de modo imperfeito, que a larga maioria dos casais que venham a desfrutar dos benefícios do casamento sejam aqueles que podem gerar filhos.

Os relacionamentos homossexuais não servem os interesses do estado na propagação da sociedade, e como tal, não há motivos para o estado conferir a estas uniões os dispendiosos benefícios do casamento (a menos que sirvam algum outro interesse do estado). O ónus da prova, portanto, está sobre aqueles que promovem o "casamento" homossexual; eles é que têm que mostrar de que forma é que o estado fica a ganhar com os mesmos. Até hoje, esse ónus ainda não foi resolvido.

Pode-se alegar que as lésbicas são capazes de procriar através da inseminação artificial, e como tal, o estado tem sim um interesse em reconhecer os "casamentos" lésbicos; mas o relacionamento sexual lésbico, com ou sem compromisso, não tem a capacidade de gerar uma descendência. 

Pode ser que seja do interesse do estado reconhecer o "casamento" homossexual como forma de facilitar a adopção homossexual, no entanto existem numerosas evidências (vejam, por exemplo, "Life Without Father" de David Popenoe) de que as crianças precisam tanto do pai como da mãe como forma de terem um desenvolvimento adequado.

Infelizmente, amostras pequenas e outros problemas metodológicos tornam impossível obter algum tipo de conclusão a partir dos estudos que examinam de modo directo o efeito da paternidade homossexual. No entanto, a  empiricamente verificada sabedoria comum sobre a importância da mãe e do pai no desenvolvimento da criança tem que fazer com que os defensores da adopção homossexual parem para pensar. 

As distinções entre os homens e as mulheres vão para além da anatomia, e como tal, para a criança é essencial ser educada por pais de ambos os sexos se o propósito é levar a criança aprender a funcionar numa sociedade composta por ambos os sexos.

Será sensato ter políticas sociais que encorajam arranjos familiares que negam às crianças coisas tão essenciais? Os homossexuais não são necessariamente maus pais, e eles não irão necessariamente causar a que os seus filhos sejam homossexuais, mas eles não podem conferir às crianças um conjunto paternal que inclui tanto o homem como a mulher.

Algumas pessoas chegam a comparar a proibição do "casamento" homossexual com a proibição do casamento interracial. Esta analogia falha porque a fertilidade não depende da raça, o que faz da raça algo irrelevante para o interesse estatal no casamento. Por contraste, o homossexualismo é altamente relevante visto que o mesmo preclui a procriação.

Algumas pessoas alegam que os "casamentos" homossexuais servem os interesses do estado porque permitem que os homossexuais vivam dentro duma relação com compromisso. No entanto, nada impede os homossexuais de viveram tais relacionamentos hoje. 

Os defensores do "casamento" homossexual afirmam que as duplas homossexuais precisam do casamento como forma de virem a ter direitos de visitas hospitalares e direitos de herança, mas eles podem facilmente obter estes direitos escrevendo um testamento e fazendo com que cada um dos parceiros designe o outro como um administrador e herdeiro.

Não há nada que impeça os homossexuais de assinar um contracto de locação conjunta ou serem donos conjuntos duma casa, tal como muitos heterossexuais fazem com parceiros de quarto. Os únicos benefícios do casamento dos quais as duplas homossexuais estão impedidas de obter são aqueles que são dispendiosos para o estado e para a sociedade.

Algumas pessoas alegam que a ligação entre o casamento e a procriação já não é tão forte como era, e eles estão certo. Até recentemente, e em todas as sociedades do mundo, o propósito primário do casamento era a procriação. Com a chegada do século 20, muitas sociedades Ocidentais minimizaram o aspecto procriativo do casamento, muito para seu detrimento. Como resultado, a felicidade dos parceiros de casamento, e não o bem das crianças e a ordem social, passaram a ser o fim primário do casamento, com as consequências desastrosas que conhecemos.

Quando as pessoas que se encontram dentro dum casamento se preocupam mais com elas mesmas do que com as responsabilidades para com os seus filhos e as responsabilidades para com a sociedade, elas ficam mais susceptíveis de abandonar essas responsabilidades, causando lares desfeitos, uma taxa de natalidade em queda livre, e muitas outras patologias sociais que se tornaram galopantes durante os últimos 40 anos.

O "casamento" homossexual não é a causa de nenhuma destas patologias, mas ele irá exacerbá-las visto que conferir benefícios maritais a uma categoria de relacionamentos sexuais que são necessariamente estéreis só irá alargar ainda mais a separação entre o casamento e a procriação.

O maior perigo que o "casamento" civil homossexual apresenta é o encapsulamento em lei da noção de que o amor sexual, independentemente da sua fecundidade, é o critério único para o casamento. Se o estado tem que reconhecer o "casamento" entre dois homens apenas e só porque eles se "amam", então com que base se pode negar o reconhecimento marital a um grupo de dois homens e três mulheres, ou um irmão estéril e a sua irmã que alegam que se amam? Os activistas homossexuais protestam de que só querem que todos os casais sejam tratados de forma igual. Mas porque é que o amor sexual entre duas pessoas vale mais que o amor sexual entre três? Ou cinco?

Quando o propósito do casamento é a procriação, a resposta torna-se óbvia. Se o amor sexual se torna no propósito primário, então a restrição do casamento apenas para casais perde toda a sua base lógica, o que gera o caos marital.

- http://goo.gl/tDs8lI

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