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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

sábado, 18 de julho de 2015

O porquê do "casamento" homossexual não funcionar

Por Joseph Sciambra 

Durante os mais de 10 anos que passei dentro do estilo de vida homossexual, por duas vezes me tornei no "outro homem" dentro do assim-chamado "casamento homossexual". Por aquela altura, e visto que o "casamento" homossexual ainda não havia sido reconhecido nos EUA, ambas as duplas haviam sido "casadas" em cerimónias privadas realizadas por um clérigo prestativo. Uma das duplas encontrava-se na casa dos 40 enquanto que a outra estava na casa dos 50.

De forma geral, ambas as duplas haviam chegado a San Francisco (provenientes de outras partes do país) durante a agitação inicial do movimento dos direitos dos homossexuais da década 70. Naqueles dias, e segundo o que todos eles me disseram, cada pessoa tomou o seu lugar activo dentro do hedonismo e da promiscuidade que iria mais tarde causar a epidemia da SIDA. De facto, um dos homens havia-se tornado seropositivo, perdido o seu antigo parceiro, e "casado" mais tarde com o [na altura] actual e seronegativo parceiro.

As histórias pessoais eram contorcidas e as associações eram frequentemente complicadas; por vezes, todos eles "brincavam" juntos, noutras vezes, "brincavam" separadamente. Ocasionalmente, a inveja entrava em cena, mas mais frequentemente existia uma penetrante atmosfera de depressão e ansiedade que englobava tudo e todos. Curiosamente, nestes relacionamentos, frequentemente com os participantes a viverem dentro de ambientes Victorianos muito bem restaurados em redor da zona Castro, eu desejei internamente por alguns momentos de paz doméstica.

Surpreendentemente, eu vi que eles eram tão disfuncionais como o resto de nós, que éramos jovens e ainda tomávamos parte das discotecas, dos balneários e dos clubes de sexo. O "casamento" homossexual não havia mudado ninguém - apenas havia dado um bocado de consolo para os sobre-sexuados e para os cansados. 

De forma geral, como era o caso (e mais ainda depois da revolução sexual), os homens homossexuais entram nesse estilo de vida quando se encontram no final da adolescência, no princípio dos seus anos 20. Durante essa fase etária, há muitas oportunidades para a pessoa se expressar e para fazer experiências. Este poder recém-descoberto pode ser ocasionalmente arrebatador.

Por exemplo, a dada altura tu foste o rapaz que ninguém queria na equipa, ou o rapaz com o pai demasiado crítico e com falta de amor, ou o rapaz assustadiço que foi tocado por alguém. De repente, tu estavas com pessoas que, de modo geral, haviam passado pelas mesmas coisas, embora nunca chegassem a admitir. Em vez disso, todas as pessoas agem de modo teatral segundo o trauma pelo qual passaram durante a infância numa cerimónia bizarra de reencenação como cura.

Agora, pode-se dançar na multidão, sentir os corpos quentes perto do teu, e imaginar que finalmente fazes parte dum grupo; os homens mais velhos, que querem que tu lhes chames de "pai", convidam-te para sair. Aquele momento de vergonha e embaraço da nossa infância já não parece tão estranho ou horripilante porque o mesmo pode ser vivido vez após vez, e pode-se obter prazer sob aquilo que tu pensas estar a acontecer segundo os teus próprios termos.

Quando eu estava nos meus anos 20, este cenário passou por diversas vezes na minha vida. No entanto, as coisas foram ficando sempre mais perigosas, mas eu acreditava que valia a pena correr os riscos como forma de encontrar o amor. Só que, e à medida que ia vendo cada vez mais amigos meus a morrerem de SIDA, drogas e suicídio, muitos daqueles que se encontravam ao meu redor - pessoas a entrar na casa dos 40 ou 50 - começaram a abandonar esta vida. Tal como eu, a perigosa imprudência de se ser jovem e homossexual começou a perder o seu fascinio, e, então, talvez uma nova forma de felicidade se pudesse encontrar na forma mais madura da monogamia homossexual.

À periferia do existência homossexual - no era pré-"casamento" homossexual dos anos 90 - existiam pequenos enclaves de homens de meia idade que haviam atravessado a perversidade de sua juventude, e sobrevivido, só para se tornarem um poucos mais deliberados, mas de modo incremental mais alienados da sexualidade exuberante do que é ser-se homossexual. 

Parte deste exílio auto-imposto era o resultado directo da obsessão homossexual pela juventude e pela forma musculada da virilidade. Alguns lutaram contra isto, recriando-se a eles mesmo (através do uso de tratamentos com hormonas e exercício físico infindável) em "pais" hiper-masculinos; alguns antigos twinks regressaram dentro na pornografia como tops; (twink é calão homossexual para o jovem submisso e top refere-se ao homossexual mais dominante e insertivo.)

Muitos homossexuais continuaram fora, escolhendo iniciar uma relação com outros homens da mesma faixa etária. A SIDA frequentemente tomava muitos amigos e amantes, e isto trazia consigo um medo que se canalizava para um certo tipo de monogamia forçada. Mas havia uma difusa sensação de desconforto que azedava tudo.

No ano de 1989, quase 10 anos mais tarde, eu era o intruso ou o "outro homem" dentro dum relacionamento homossexual ("casamento"). Durante a maior parte do tempo, eu era trazido acrimoniosamente - para "brincar" com um ou com o outro - porque o fervor inicial e o medo que haviam causado o relacionamento estavam lentamente a caminhar para uma apatia conjugal e aborrecimento sexual. 

Na primeira vez, os parâmetros e as fronteiras psico-sexuais foram claramente definidas à partida; embora eu estivesse a ser aceite como um participante erótico na relação, nenhum dos dois haveria de ficar emocionalmente envolvido comigo. Por essa altura, sendo jovem como era, isso era suficiente para mim; só o facto de estar perto de dois homossexuais aparentemente bem-ajustados, e que eram aparentemente haviam saído ilesos dos míticos anos 70, era uma pausa dos constantes mas insignificantes encontros duma noite ou encontros nas saunas. Talvez isso também representasse algo que era indefinível - que através do infindável sexo eu buscava apenas uma pessoa a quem amar. Só que esta versão pervertida de amor marital foi tudo o que eu encontrei - e por alguns momentos, parecia real.

A segunda vez ocorreu quando eu era muito mais velhos, e a rapidamente a ficar queimado, e chegando à idade onde eu não mais conseguiria acompanhar fisicamente ou mentalmente o acelerado ritmo fogoso do homossexualismo moderno. Fiquei chocado por dar por mim a ser chamado de "pai" com a idade de 28 anos; parecia que não havia sido há muito tempo que eu era o jovem e o impressionável em busca dos mais vividos e dos mais experientes.

Ser chamado de "pai" fez-me sentir prematuramente velho ao lado do novo grupo de adolescentes, mas também trouxe até mim uma entorpecente sensação de falhanço: a felicidade que eu não havia encontrado enquanto era um jovem núbil sob a tutelagem de homossexuais mais velhos, teria que encontrar agora, sendo um suposto instrutor mais velho.

Não encontrei, e como tal, voltei-me para homens ainda mais velhos. Esta nova dupla, que por essa altura estava nos seus nos 50, era um par de antigos libertinos. Tal como todas as pessoas que haviam escapado da foice indiscriminada da SIDA, eles encontraram alguma segurança quando se tornaram em colegas de quarto "com benefícios".

Quando eu os encontrei, a sua vida sexual era segura, mas rotineira. Eu fui trazido para o meio deles como forma de mudar tudo isso. Embora eu tenha observado afeição  genuína entre eles, ela era parecida à camaradagem instantânea que liga de maneira indelével todos os sobreviventes do horror. Esta era a característica que eu havia testemunhado em todas as duplas homossexuais - isto é, um laço de sofrimento inflamado pelas suas memórias comuns da infância que havia dado errado - pais fracassados, histórias de rapazes vítimas de bullying, e noites longas a chorar em busca de amor.

Este era um "casamento" forjado através da experiência - experiência de sair do armário, de sentir um orgulho inicial e uma esperança dentro do estilo de vida homossexual, e de ser mais tarde esmagado pela realidade do egocentrismo colectivo homossexual e da sua propensão para o sexo sem-sentido.  Eles fogem disto, e ao fazê-lo, revelam a sua inerente disfuncionalidade.

Mas essa instabilidade apenas é miniaturizada e refinada quando ela ocorre dentro duma relação. As coisas rapidamente se tornam ou em pulverização catódica ou em combustível. Devido à ausência da complementaridade entre os pólos opostos do macho e da fémea, o choque de testosterona agita e antagoniza. A aparente felicidade  harmoniosa decai e o calor inicial entre os parceiros arrefece; eles tornam-se co-dependentes mas sedentos duma plenitude que nunca se materializou durante a sua união. 

Tal como o mais alargado mundo do homossexualismo masculino, a sua relação torna-se doentia; o sexo é o denominador comum, tal como o seu controle fascista sobre aqueles que aceitam e se sujeitam à sua dominação, e eles ficam impotentes contra a necessidade espinhosa de extinguir o fogo inextinguível do amor não-realizado - o homem perfeito ainda por ser encontrado.

Como o "outro homem", senti de modo instintivo este desconforto, um armistício inquietante que acabava sempre em frustração sexual. Isto acontecia porque a relação homossexual era uma irmandade nascida da ansiedade e da apreensão; a realização de que o mundo homossexual gira para fora de controle, picando de modo incessante cada grupo de recém-chegados.

Logo, a obsessão actual pelo "casamento" homossexual não é um passo rumo a uma versão da monogamia heterossexual transladada para a mente dos homens homossexuais, mas uma fuga rumo à segurança, e a realização inconsciente de que até agora, nada (descriminalização, emancipação sexual e aceitação) funcionaram.

Eu vi isto em ambas as duplas do meu passado, visto existir um orgulho palpável que se glorificava na sua habilidade de aparentemente terem superado o estereótipo do homossexual maluco por sexo, tornando-se mais políticos à medida que os anos 90 iam passando.

Mas isso cobria a realidade da situação; que estes pactos eram formados como uma resposta desesperada à realidade da depravação homossexual, e à expulsão forçada de certos homens homossexuais considerados demasiado velhos para serem desejáveis; a tendência destes homens de se esconderem em círculos protectores; a natureza transitória de monogamias tensas dentro destes relacionamentos, e a rápida re-invasão da forma de pensar homossexual; a abertura dos pares homossexuais; a firme arrogância dos homens que "já estão juntos há anos" apesar da sua historia mútua de aventurismo sexual contínuo. 

No fim, tudo isto não passa dum faz-de-conta, um último esforço para se salvar um estilo de vida que é intrinsecamente auto-destrutivo. 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá

Por Diane Robertson

Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.

Até agora.

A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:

1. Paternidade.

As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.

Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:

Se por acaso vocês ensinam aos vossos filhos que os relacionamentos homoeróticos estão errados, e que todas as crianças merece um pai e uma mãe, e que o único sexo que é permitido é o que ocorre dentro do casamento entre um homem e a sua esposa, vocês podem correr o risco de ver a polícia a vir-vos fazer perguntas em relação às crenças, especialmente se os vossos filhos as discutem dentro das salas de aulas.

Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.

2. Liberdade de Expressão

O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.

A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a  Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas  emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt

3. Liberdade Religiosa

Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.

De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:

A liberdade de associação e liberdade de expressão em relação a tópicos centrados no casamento homem-mulher, na família e na sexualidade encontra-se restritos. Os activistas muitas vezes tomam parte de cultos e serviços religiosos, prestando atenção a qualquer coisa que eles consideram discriminador contra os lgbt, para depois reportarem à Human Rights Commission. A maior parte dos líderes comunitários passou a ser politicamente correcta como forma de evitar multas e perda do estatuto de instituição de caridade

Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.

Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.

- http://goo.gl/HjYjQo

* * * * * * *

Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.

Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.

Aquilo que as pessoas vêem é um governo a "defender" os homossexuais mas o que as pessoas têm que ver é um governo a aumentar o seu poder e a usar esse poder para silenciar as pessoas que não concordam com a sua agenda cultural e moral. Por enquanto, os governos ocidentais estão ocupados a atacar os Cristãos, mas mal a oposição Cristã esteja vencida, eles vão-se virar para outros "inimigos" (tal como Estaline começou a atacar os membros do seu próprio partido mal viu o seu poder consolidado).

terça-feira, 24 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

sábado, 14 de março de 2015

Argumento secular contra o "casamento" homossexual

Por Adam Kolasinksi

O debate sobre se o estado deveria reconhecer os "casamentos" homossexuais tem-se focado na questão dos direitos civis, mas tal tratamento está errado visto que o reconhecimento estatal do casamento não é um direito universal. Os estados regulam os casamentos de muitas formas, para além de negar aos homens o direito de casar com homens, e mulheres de casar com mulheres.

Em todos os estados [Americanos] é ilegal tentar casar com mais do que uma pessoa, ou citar mais do que uma pessoa como sua cônjuge. Alguns estados proíbem o casamento para as pessoas que sofrem de sífilis ou de outra doença venérea. Logo, os homossexuais não são o único grupo social a quem lhes é negado casar com a pessoa da sua escolha.

Não estou com isto a dizer que todos estes outros tipos de casais (a quem é restrito o casamento com  a pessoa da sua escolha) sejam equivalentes às duplas homossexuais; estou apenas a ilustrar o facto do casamento já ser fortemente regulado e por bons motivos.

Quando um estado reconhece o casamento, ele confere ao casal certos benefícios que são dispendiosos tanto para o estado como para os outros indivíduos. Ficar com o dinheiro da segurança social do parente morto, alegar mais uma isenção de imposto para o cônjuge, e ter o direito de ser coberto pelo plano de saúde do cônjuge são apenas alguns dos exemplos dos benefícios dispendiosos associados ao casamento.

Olhando para as coisas desta forma, um casal recebe um subsídio. E porquê? Porque o casamento entre dois heterossexuais sem parentesco é susceptível de gerar uma família com crianças, e a propagação da sociedade é um interesse estatal convincente. Por este motivo, os estados, e das mais variadas formas, impedem o casamento às pessoas menos susceptíveis de produzir crianças.

Certamente que estas restrições não são absolutas; uma pequena minoria de casais são inférteis, no entanto, impedir as duplas estéreis de casar, em todos menos nos casos mais óbvios tais como parentes de sangue, seria dispendioso. Poucas pessoas que são estéreis sabem que são estéreis, e os testes de fertilidade são demasiado dispendiosos e penosos de se mandatar.

Pode-se alegar que a exclusão dos parentes de sangue do casamento só é necessária como forma de impedir a concepção de crianças geneticamente deficientes, mas os parentes de sangue não se podem casar mesmo que se submetam a uma esterilização. Alguns casais que se casam não planeiam ter filhos, mas sem tecnologia que permita ler as mentes, é impossível excluí-los. Os casais idosos podem-se casar mas esses casos são tão raros que excluí-los nem merece o esforço.

As leis maritais, portanto, garantem, embora de modo imperfeito, que a larga maioria dos casais que venham a desfrutar dos benefícios do casamento sejam aqueles que podem gerar filhos.

Os relacionamentos homossexuais não servem os interesses do estado na propagação da sociedade, e como tal, não há motivos para o estado conferir a estas uniões os dispendiosos benefícios do casamento (a menos que sirvam algum outro interesse do estado). O ónus da prova, portanto, está sobre aqueles que promovem o "casamento" homossexual; eles é que têm que mostrar de que forma é que o estado fica a ganhar com os mesmos. Até hoje, esse ónus ainda não foi resolvido.

Pode-se alegar que as lésbicas são capazes de procriar através da inseminação artificial, e como tal, o estado tem sim um interesse em reconhecer os "casamentos" lésbicos; mas o relacionamento sexual lésbico, com ou sem compromisso, não tem a capacidade de gerar uma descendência. 

Pode ser que seja do interesse do estado reconhecer o "casamento" homossexual como forma de facilitar a adopção homossexual, no entanto existem numerosas evidências (vejam, por exemplo, "Life Without Father" de David Popenoe) de que as crianças precisam tanto do pai como da mãe como forma de terem um desenvolvimento adequado.

Infelizmente, amostras pequenas e outros problemas metodológicos tornam impossível obter algum tipo de conclusão a partir dos estudos que examinam de modo directo o efeito da paternidade homossexual. No entanto, a  empiricamente verificada sabedoria comum sobre a importância da mãe e do pai no desenvolvimento da criança tem que fazer com que os defensores da adopção homossexual parem para pensar. 

As distinções entre os homens e as mulheres vão para além da anatomia, e como tal, para a criança é essencial ser educada por pais de ambos os sexos se o propósito é levar a criança aprender a funcionar numa sociedade composta por ambos os sexos.

Será sensato ter políticas sociais que encorajam arranjos familiares que negam às crianças coisas tão essenciais? Os homossexuais não são necessariamente maus pais, e eles não irão necessariamente causar a que os seus filhos sejam homossexuais, mas eles não podem conferir às crianças um conjunto paternal que inclui tanto o homem como a mulher.

Algumas pessoas chegam a comparar a proibição do "casamento" homossexual com a proibição do casamento interracial. Esta analogia falha porque a fertilidade não depende da raça, o que faz da raça algo irrelevante para o interesse estatal no casamento. Por contraste, o homossexualismo é altamente relevante visto que o mesmo preclui a procriação.

Algumas pessoas alegam que os "casamentos" homossexuais servem os interesses do estado porque permitem que os homossexuais vivam dentro duma relação com compromisso. No entanto, nada impede os homossexuais de viveram tais relacionamentos hoje. 

Os defensores do "casamento" homossexual afirmam que as duplas homossexuais precisam do casamento como forma de virem a ter direitos de visitas hospitalares e direitos de herança, mas eles podem facilmente obter estes direitos escrevendo um testamento e fazendo com que cada um dos parceiros designe o outro como um administrador e herdeiro.

Não há nada que impeça os homossexuais de assinar um contracto de locação conjunta ou serem donos conjuntos duma casa, tal como muitos heterossexuais fazem com parceiros de quarto. Os únicos benefícios do casamento dos quais as duplas homossexuais estão impedidas de obter são aqueles que são dispendiosos para o estado e para a sociedade.

Algumas pessoas alegam que a ligação entre o casamento e a procriação já não é tão forte como era, e eles estão certo. Até recentemente, e em todas as sociedades do mundo, o propósito primário do casamento era a procriação. Com a chegada do século 20, muitas sociedades Ocidentais minimizaram o aspecto procriativo do casamento, muito para seu detrimento. Como resultado, a felicidade dos parceiros de casamento, e não o bem das crianças e a ordem social, passaram a ser o fim primário do casamento, com as consequências desastrosas que conhecemos.

Quando as pessoas que se encontram dentro dum casamento se preocupam mais com elas mesmas do que com as responsabilidades para com os seus filhos e as responsabilidades para com a sociedade, elas ficam mais susceptíveis de abandonar essas responsabilidades, causando lares desfeitos, uma taxa de natalidade em queda livre, e muitas outras patologias sociais que se tornaram galopantes durante os últimos 40 anos.

O "casamento" homossexual não é a causa de nenhuma destas patologias, mas ele irá exacerbá-las visto que conferir benefícios maritais a uma categoria de relacionamentos sexuais que são necessariamente estéreis só irá alargar ainda mais a separação entre o casamento e a procriação.

O maior perigo que o "casamento" civil homossexual apresenta é o encapsulamento em lei da noção de que o amor sexual, independentemente da sua fecundidade, é o critério único para o casamento. Se o estado tem que reconhecer o "casamento" entre dois homens apenas e só porque eles se "amam", então com que base se pode negar o reconhecimento marital a um grupo de dois homens e três mulheres, ou um irmão estéril e a sua irmã que alegam que se amam? Os activistas homossexuais protestam de que só querem que todos os casais sejam tratados de forma igual. Mas porque é que o amor sexual entre duas pessoas vale mais que o amor sexual entre três? Ou cinco?

Quando o propósito do casamento é a procriação, a resposta torna-se óbvia. Se o amor sexual se torna no propósito primário, então a restrição do casamento apenas para casais perde toda a sua base lógica, o que gera o caos marital.

- http://goo.gl/tDs8lI

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terça-feira, 24 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
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sábado, 26 de abril de 2014

Homossexuais contra o "casamento" homossexual

Dois comentadores homossexuais afirmaram que o "casamento" homossexual altera de um modo fundamental a definição da instituição de casamento, e apenas alguns poucos "protestantes" homossexuais é que queriam essa alteração.

O crítico de arte Brian Sewell e o colunista Andrew Pierce fizeram os seus comentários no momento em que os "casamentos" homossexuais começavam a ocorrer no Reino Unido. Escrevendo para o The Telegraph, Sewell disse que as uniões civis "pareciam ser a reforma final necessária":

Mas dentro de todas as minorias há um cerne de políticos e protestantes focados num só tópico que nunca estão satisfeitos e exigem sempre mais; entre os homossexuais, tanto homens como mulheres, isso não é excepção. Foi este núcleo barulhento que exigiu o casamento [sic] homossexual e, vendo um punhado de votos nisso, que levou David Cameron a dar o seu apoio.

Sewell comentou que, embora ele tenha "calmamente feito a minha parte na campanha pela igualdade", o "casamento" homossexual é "um direito que eu deploro". Ele disse ainda que a sociedade Britânica encontra-se "enraizada" no Cristianismo, e que a maior parte dos homossexuais "estão satisfeitos em respeitar a crença sincera e profunda mantida por Cristãos sérios e informados" que dão o seu apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Sewell concluiu que foram "desperdiçados" recursos na "campanha errada".

Escrevendo para o Daily Mail, Andrew Pierce disse que o "casamento" homossexual teve o apoio do "políticos heterossexuais casados tais como David Cameron, que viram uma oportunidade cínica para polir as suas melosas credenciais liberais ao forçar o casamento [sic] homossexuals".

No entanto, disse Pierce, a introdução do "casamento" homossexual foi "politicamente, um erro de cálculo desastroso". Ele acrescentou que os políticos "ofenderam milhões de pessoas ao redefinirem arrogantemente o significado da relação entre um homem e uma mulher que há milhares de anos tem sido o pilar da sociedade":

Eles colocaram a Igreja numa posição desagradável ao sugerirem que ela tinha o dever moral de executar cerimónias homossexuais quando a larga maioria do clero e dos membros das congregações são contra elas. Pior ainda, os casamentos [sic] homossexuais que foram instalados não tornaram as duplas homossexuais mais "iguais" de qualquer forma significativa.

Fonte

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Estes homossexuais revelam o que já se sabia: a maior parte dos homossexuais não está interessada no "casamento" homossexual; só uma minoria de homossexuais politicamente motivada é que desenvolve esforços para perverter a definição de casamento.

Mas esta minoria de homossexuais não seria bem sucedida se não fosse a existência de políticos que olham com bons olhos a destruição da instituição do casamento. É essa elite política que é responsável pelo sucesso aparente da agenda homoerótica nos países Ocidentais. 

Resumindo: "Casamento" homossexual é uma manobra política que visa destruir o casamento natural, e não algo feito para beneficiar os homossexuais. Quem se opõe ao "casamento" homossexual não o faz motivado por ódio aos homossexuais, mas sim por amor à sociedade.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A homofobia da Coca-Cola

A companhia Coca-Cola encontra-se a defender as suas acções depois de receber críticas por parte dos activistas homossexuais por ter cortado uma cena dum comercial de televisão que foi emitido na Irlanda. A companhia de bebida está actualmente a publicitar o seu produto na Europa correndo um comercial que faz parte da sua mais recente campanha "Reasons to Believe" [Razões para Acreditar].

A dita campanha tem como propósito inspirar o público mostrando que para cada situação negativa na vida há uma experiência positiva. A anúncio comercial inclui uma sequência de experiências negativas, tais como perder um combate ou vandalismo público, contraposto com uma situação positiva, tal como uma mãe a preparar um bolo ou pessoas a dançar ao som de música pública.

A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."


A decisão de substituir a cena do pseudo-casamento homoerótico com um casal interracial fez com que os activistas homossexuais rapidamente passassem a lançar críticas à companhia através da internet. A Coca-Cola tornou-se num termo em voga na Irlanda à medida que as pessoas de ambos os lados partilhavam a sua opinião em relação à crítica.

Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].

Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:

O objectivo principal é o de que as vinhetas nos anúncios ressoem com as pessoas de cada país e que elas sejam realmente representativas dos tópicos culturais com os quais eles estão acostumados e que eles valorizam. Observarão, por exemplo, que a cena do Dia de São Patrício só está presente na versão Irlandesa da campanha uma vez que, em termos culturais, é só lá que isso é relevante.

Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.


A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:

Eu proporia que eles reinstalassem essa parte do anúncio. A Coca Cola já fez grandes campanhas no passado, e como tal, eles não deveriam marginalizar ou alienar ou discriminar nenhuma pessoa da ilha.

Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.

Os activistas homossexuais usaram a aprovação da nova legislação como forma de criticar o país, embora muitos tenham vindo a público afirmar que os activistas de outras nações deveriam respeitar a escolha dos Russos de se governarem segundo as suas leis.

Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.

domingo, 3 de novembro de 2013

Jeremy Irons e as consequências do homossexualismo

Jeremy Irons, actor Britânico vencedor de pelo menos um Óscar, provocou raiva geral  sugerir que as leis em torno do pseudo-casamento homoerótico podem levar a que um pai se "case" com o seu próprio filho como forma de evitar o imposto de herança. Para além disso, Irons expressou receios de que a batalha pelos direitos iguais possa vulgarizar a lei em torno do casamento.

O actor de 64 disse que "não tenho sentimentos fortes para qualquer um dos lados" no que toca ao "casamento" homossexual, mas sugeriu que ele pode ser manipulado de modo a que os pais passem os seus bens os filhos sem serem taxados. Ele disse "Pode um pai não casar com o seu filho?"

Quando ele foi lembrado de que existem leis que proíbem as relações sexuais entre membros familiares, ele respondeu "Não é incesto se for entre homens", acrescentando que "o incesto existe para nos proteger da endogamia, mas os homens não se reproduzem entre si."

Como é normal, a comunidade lgbt e os seus idiotas úteis evitaram de lidar com o argumento levantado por Irons, e em vez disso, trataram de o atacar pessoalmente nas redes sociais. Um utilizador do Twitter escreveu: "Odeio pessoas que declaram não ter sentimentos fortes em relação a algo, mas procedem vomitando sentimentos ofensivos e ignorantes. Outro utilizador disse que isto "era a evidência de que um sotaque Britãnico posh não era sinal de inteligência".

Um porta-voz do grupo homossexual Stonewall disse que, "Poucas pessoas irão concordar com as 'preocupações' bizarras em torno da igualdade no casamento." Levando em conta o seu papel como Papa Alexandre VI na série televisiva "Os Bórgias", o porta-voz disse ainda, "Infelizmente, os seus comentários parecem indicar que ele levou o seu papel de Papa na série Os Bórgias demasiado a sério."

Jeremy Irons disse ao Huffington Post que deseja "toda a sorte do mundo que quem vive com outra pessoa porque isso é fantástico. . . . Viver com outro animal, quer seja um marido ou um cão, é muito bom. É adorável ter alguém a quem amar e acho que o sexo não importa. O que se chama a isso não importa de todo".

Irons, que tem dois filhos e foi casado com a actriz Irlandesa Sinead Cusack durante 34 anos, deu também a sua opinião em torno do "casamento" homossexual versus a união civil:

Parece-me que estão a lutar pelo mesmo. O que me preocupa é que isso signifique que nós vulgarizemos ou alteremos o que o casamento realmente é. Eu só me preocupo com isso.

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Se as leis em torno do "casamento" homossexual não tivessem o objectivo de mudar radicalmente a ideia que temos do casamento, essas leis não teriam qualquer tipo de utilidade. O propósito primário do "casamento" homossexual é mesmo alterar para sempre a definição de casamento de modo a que isso afecte toda a sociedade (e não só os homossexuais).

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Russos dizem "Nyet" à adopção de crianças russas por duplas homeróticas suecas.

A Federação Russa colocou um fim a todas as adopções feitas por pais Suecos seguindo uma decisão legal que proíbe a adopção internacional para países que legalizaram o pseudo-casamento homorético. Jonas Friberg da agência "Adoptioncentrum" na Suécia disse o seguinte à "Sveriges Television" (SVT):

Isto é terrível. Temos 13 crianças em orfanatos Russos que já foram oferecidos a pais Suecos e com quem até já se encontraram.

Representantes das autoridades Russas e da embaixada Sueca encontraram-se ontem para discutir a situação legal em torno da adopção de crianças Russas. Segundo a reportagem da SVT, a Rússia busca formas de estabelecer acordos com os países em questão de modo a que estes se certifiquem de que as crianças Russas não acabarão  nas mãos e pais lgbt.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sueco já confirmou que ainda não houve início de negociações formais, mas que os encontros tem como propósito esclarecer o alcance práctico da nova lei.

Entretanto, durante uma entrevista emitida na Quinta-Feira, Vitaly Milonov (político Russo) qualificou os homossexuais de "pervertidos", alegando que as crianças estariam melhores ficando nos orfanatos Russos:

Os pervertidos? Não, isso não é aceitável. Os homossexuais são uns pervertidos e nunca deveriam ter permissão para adoptar crianças. . . . As crianças que crescem nesse tipo de ambiente ficam psicologicamente destruídas.

No dia 30 de Junho deste ano, o Presidente Russo Vladimir Putin assinou uma proposta de lei que proíbe a propaganda homossexual e "outro tipo de relações sexuais não-tradicionais junto de menores".  Os críticos da lei alegam que a terminologia da lei é vaga, e que ela ilegaliza todas as expressões dos "direitos lgbt", incluindo as paradas de Orguluho Homossexual, as mãs dadas e os beijos em público.

Para além disso, esta nova lei  está a servir de base para que os grupos afiliados aos "direitos lgbt" desenvolvam esforços tendo em vista o boicote dos Jogos de Inverno que se irão realizar em Sochi. O apelo ao boicote foi já rejeitado por alguns activistas lgbt russos, alegando que o gesto seria contra-produtivo.

A atleta Sueca Emma Green Tregarocaused provocou já algum tumulto no mundo do desporto ao pintar as unhas segundo o padrão do arco-iris como forma de "protesto silencioso" contra a lei Russa. Por outro lado, a atleta Russa Yelena Isinbayeva atacou a Cueca, afirmando que a sua atitude foi uma "falta de respeito para com o nosso país".

Fonte: http://www.thelocal.se/50596/20131004/

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Algumas pessoas podem ficar alarmadas com a frontalidade Russa em relação ao comportamento homossexual, mas há uma coisa que os distingue da Europa Ocidental: os Russos não se vergaram perante o deus com o nome de politicamente correcto, e devido a isso, eles dizem o que realmente pensam. Aqui no Ocidente, a maioria das pessoas não fala da mesma forma, não porque não pensa da mesma forma, mas porque teme represálias por parte da Gaystapo e dos seus lacaios governamentais.

Os Russos não são nem mais nem menos do que o resto da humanidade: o que se passa é que eles são livres para dizer o que pensam do comportamento homossexual.

Quando o politicamente correcto for finalmente destruído no Ocidente, muitos homossexuais ficarão genuinamente surpreendidos ao se aperceberem que a opinião que os Russos têm do comportamento homossexual é a opinião consensual entre toda a humanidade.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A consequência lógica do pseudo-casamento homoerótico.

Em mais um gesto rumo a destruição da instituição do casamento, dupla homossexual usada pelo Governo Britânico como forma de "vender" a ideia da legislação em favor do pseudo-casamento homoerótico, alegou agora que esta medida não vai suficientemente longe, e que estão a planear processar a Igreja.

Barrie Drewitt-Barlow afirmou que ele e o seu parceiro civil Tony levarão o assunto para os tribunais como forma de forçar as igrejas a albergar "casamentos" homossexuais. Ele afirmou ao Essex Chronicle que ele tomará as acções legais necessárias porque "Ainda não estou a obter o que quero".


Quando o governo Britânico deu os primeiros passos rumo à legalização do pseudo-casamento homoerótico, os críticos alegaram que os activistas não ficariam satisfeitos com a sua nova "igualdade", e que forçariam as instituições Cristãs a executar cerimónias homossexuais. Este novo desenvolvimento veio dar razão aos críticos.

A lei governamental legalizando o "casamento" homossexual foi aprovada recentemente pelo parlamento, mas a mesma incluia medidas que visavam proteger as igrejas de serem forçadas a realizar "casamentos" homossexuais. Drewitt-Barlow disse: 
Para nós, a única forma de avançar e desafiarmos a Igreja nos tribunais.
A dupla homoerótica ganhou fama em 1999 quando se tornou na primeira dupla homossexual britânica a ser nomeada nos certificados de nascimento dos filhos [sic]. Eles deram início à sua união civil em 2006 e alegadamente Barrie Drewitt-Barlow doou cerca de £500,000 para grupos de lobby que fazem activismo em favor da destruição do casamento.

Durante o ano passado, a Igreja de Inglaterra avisou que os planos do Governo de redefinir o casamento pode gerar problemas legais e acabar com a união de 500 anos entre a Igreja e o Estado.

Em Janeiro último um jurista eminente lançou um aviso premonitório, afirmando que os planos do governo colocavam a Igreja de Inglaterra aberta a ataques legais; o PM Britânico David Cameron recebeu uma cópia da opinião de Lord Carey, um antigo Arcebispo de Canterbury. Em Junho de 2012, Crispin Blunt MP, que era na altura o Ministro da Justiça, admitiu que os planos do Governo poderiam gerar questões legais. Blunt afirmou que o Governo busca formas de "proteger, e na verdade, evitar que as instituições religiosas tomem parte nos casamentos [sic] homossexuais", mas que "legalmente, isso pode ser problemático".


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Notaram que os activistas homossexuais só estão a processar os Cristãos embora exista outra confissão religiosa numerosa em Inglaterra que não "casa" os homoeróticos. Porque será que o foco dos activistas homossexuais se centra no Cristianismo?

"Casamento" entre dois homens?!!
Eles não se focam nos não-Cristãos porque a agenda homossexual foi especialmente criada para atacar o Cristianismo (e não para ajudar os homossexuais). Os homossexuais muçulmanos não têm qualquer tipo de protecção por parte dos gayzistas porque a agenda gay não foi feita para outra coisa que não seja reduzir a influência Cristã na cultura.

Devido a isto é seguro afirmar que o avanço da agenda homossexual depende sempre dum ataque à liberdade religiosa dos Cristãos. Se amanhã de manhã todas as denominações Cristãs se afirmarem em favor do gaysamento, o activismo homossexual deixa de existir (mesmo que os homossexuais continuem a ser vítima de violência física).

sábado, 3 de agosto de 2013

Parlamento da Nigéria aprova projecto contra pseudo-casamento homoerótico

O parlamento da Nigéria aprovou nesta quinta-feira um projecto de lei que prevê penas de até 14 anos de prisão para quem se casar [sic] com uma pessoa do mesmo sexo, informou a agência de notícias estatal do país africano, NAN. "O casamento [sic] ou a união civil entre pessoas do mesmo sexo não será formalizado em nenhum local de culto, seja igreja ou mesquita, nem em nenhum lugar da Nigéria", diz o texto aprovado.

O texto também torna ilegal a formação de grupos ou organizações homossexuais. Quem for testemunha do casamento [sic] ou ajudar o casal [sic] de qualquer forma pode ser condenado a até dez anos de prisão, pena máxima prevista também para quem registrar, colocar em funcionamento ou participar de clubes, organizações ou sociedades gays. Também está sujeito à pena qualquer um que der demonstrações públicas de estar em uma relação amorosa homossexual.

Aprovado pelo Senado em 2011, o projecto passou agora pela Câmara dos Deputados com algumas pequenas alterações. Uma comissão com membros das duas casas devem chegar a um acordo sobre o texto final que será encaminhado ao presidente Goodluck Jonathan para sanção.

O sexo gay é proibido no país. Em todo o continente, vários países já preveem penas de prisão para a homossexualidade. A proposta votada na Nigéria chamou a atenção de países europeus, alguns dos quais já ofereceram asilo a minorias sexuais com base em relações de gênero. O governo britânico recentemente ameaçou cortar a ajuda a países africanos que violam os direitos de cidadãos homossexuais.

Na Grã-Bretanha está em discussão um projecto no sentido contrário, de legalizar o casamento gay.


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