sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Transgéneros" Americanos enfrentam um maior risco de suicídio

Por Clara Moskowitz

Segundo uma pesquisa, uns impressionantes 41 porcento dos "transgéneros" Americanos já tentaram levar a cabo um suicídio. Estas estatísticas são apenas alguns dos factos preocupantes extraídos duma pesquisa efectuada a mais de 7,000 "transgéneros" e levada a cabo pelos grupos activistas homossexuais "National Center for Transgender Equality" e o "National Gay and Lesbian Task Force".

Para além dum maior risco de suicídio, os "transgéneros" enfrentam probabilidades mais problemáticas para os outros assuntos relacionados à sua saúde. Por exemplo, a pesquisa apurou que 2,64 porcento dos transgéneros estão infectados com o HIV - isto é, mais de 4 vezes mais que a média nacional (que é 0,6 porcento).

Embora muitos peritos já soubessem que a situação é complicada, os resultados desta pesquisa - a primeira a ser levada a cabo com uma amostra nacional representativa da população de "transgéneros" - ainda são surpreendentes. A psicóloga-clínica Gail Knudson, professora no departamento da medicina sexual na "University of British Columbia" e directora médica do "Transgender Health Program" no "Vancouver Coastal Health", declara:

Eu já sabia a magnitude era elevada, mas não estava à espera que as tentativas de suicídio fossem tão elevadas.

Esta taxa de suicídio na ordem dos 41 porcento junto dos "transgéneros" é 25 vezes mais elevada que a população geral, que é de 1,6 porcento. E entre os "trans" com idades compreendidas entre os 18 e os 44 a taxa de tentativa de suicídio é de 45 porcento.

(...)

Fontes: Sex Change Regret - MSNBC

* * * * * * *
Como é normal, os média tentam (sem sucesso) atribuir estas elevadas taxas ao "preconceito" e à "discriminação", mas isto é claramente falso. O problema não é externo aos "transgéneros" mas sim algo inerente do seu "estilo de vida". Dito de outra forma, os "transgéneros" têm mais problemas psicológicos devido ao que são, e não devido à forma como são tratados.

Um exemplo disto são as taxas de contágio com o HIV: que tipo de "preconceito" e "discriminação" levam a que um homem ou uma mulher se envolvam em actos sexuais potencialmente perigoso? A resposta é clara: nenhuma. As pessoas fazem isso porque querem - porque pensam que daí obterão algo de benéfico - e não porque foram vítimas de algum tipo de tratamento que os deixou psicologicamente afectados.

Dado isto, urge perguntar: se um estilo de vida leva a que quase metade dos seus aderentes tenham vontade de acabar com a sua vida, será moralmente correcto promover esse mesmo "estilo de vida" como normal? Não é mais sensato alertar as pessoas para o facto deste "estilo de vida" ser clinicamente e psicologicamente auto-destrutivo?

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