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quarta-feira, 6 de maio de 2015

A ascenção do fascismo homossexual

Por Gary DeMar

Se prestarmos atenção ao que a comunidade "gay" e ao que os seus elogiadores dizem, são os Cristãos que estão a impor a sua moralidade sobre eles, mas tal como pode ser visto actualmente, há muitos "gays" que não são nada gays [inglês para "alegre"], mas sim nada mais que desagradáveis, assustadores, vingativos e perigosos.

- Washington: A florista Barronell Stutzman foi multada pelo estado por não fornecer flores para um "casamento gay". Agora, a sua casa e as suas poupanças encontram-se em perigo.

- New Mexico: A fotógrafa Elaine Huguenin foi condenada pelo estado a pagar $7,000 a uma lésbica por se recusar a tirar para um "casamento" lésbico.

- Oregon: Aaron e Melissa Klein foram multados em $150,000 por parte do estado por se recusarem a fazer um bolo lésbico devido às suas convicções religiosas

- Kentucky: Blaine Adamson foi ordenado pela cidade de Lexington a tomar parte em "treino de sensibilidade" por se recusar a imprimir t-shirts para um festival de orgulho gay.

E, claro, temos também as acções levadas a cabo pelos homossexuais como forma de causar a que a "Memories Pizza" fosse fechada - mas não se negarem a servir alguém, mas por afirmar que nunca confeccionariam para um "casamento homossexual".

Houve algum indício de que as pessoas que se identificam como "gays" haviam sido de alguma forma vítimas de discriminação por parte da "Memories Pizza"? De maneira nenhuma. De facto, quem é que pede uma pizza dizendo algo do tipo "Bom dia. Eu sou homossexual e gostaria de encomendar uma pizza com queijo duplo, pepperoni, e salsicha"? É ridículo.

Alguns esquerdistas estão a começar a entender o que está a acontecer, e não estão a gostar nem um pouco. Ele observam o cripto-fascismo junto de muitos homossexuais: observância forçada duma visão do mundo particular sob pena de lei. A não-observância pode levar não só ao ostracismo social como à ruína financeira.

Será as empresas têm quer ser forçadas a tomar parte em eventos e acções com origem em grupos com quem eles não concordem? Esta é uma questão absurda visto que é bem fácil de ser respondida: Não! Só uma mente esquerdista é que complica a questão e caracterizam-na como leis parecidas às leis Jim Crow ou às leis relativas aos bebedouros separados.

Um esquerdista com este tipo de pensamento publicou um artigo onde levanta algumas boas questões em torno do lobby homossexual e das suas tácticas. O título de tal artigo é "Should Mom-and-Pops That Forgo Gay Weddings Be Destroyed?" escrito por Conor Friedersdorf para o "The Atlantic".

Quando vi o tal artigo publicado no Facebook, escrevi o comentário seguinte:

Sim, para terem o que querem, muitos homossexuais destruirão o que for necessário.

O comentário que se segue, por parte de Conor Friedersdorf, tocou no busílis da questão:

Embora a recusa de se atender um casamento [sic] homossexual afecte, na melhor das hipóteses, as pessoas num dia, isso não lhes nega o acesso a qualquer instalação pública, e parece enviar a mensagem de que há um certo desconforto com a instituição do casamento [sic] homossexual mais do que animosidade para com os homossexuais (desde que falemos de negócios que alegremente sirvam os homossexuais).

Suspeito também que o tipo de empresa que não se sente à vontade em servir um hipotético casamento [homossexual]  não têm uma aversão única para com eventos onde duplas homossexuais celebram a suas núpcias [sic].

Aposto também que, por exemplo, eles sintam uma obrigação religiosa de evitar servir exibições de arte cheias de peças sacrílegas tais como "Piss Christ", cerimónias de premiação de profissionais de pornografia, uma festa sazonal da "Planned Parenthood", um evento onde Richard Dawkins esteja a dar uma palestra.

Exactamente. Eis aqui a pessoa que entende a questão. Embora Conor Friedersdorf pense que os donos do "Memories Pizza" estão "errados no que a sua fé Cristã lhes pede", e acredita que "a sua posição em relação ao casamento [sic] homossexual esteja equivocada,” ele acredita também "que a posição que diz 'Eu alegremente servirei clientes homossexuais mas a minha fé impede-me de servir casamentos [sic] homossexuais' tem muito menos ódio que a posição que diz 'Vamos queimar o negócio daquela família por completo!"

Querer queimar a "Memories Pizza" não é uma situação hipotética. Uma professora duma escola local tuitou uma tal sugestão.

Claro que isto não é típico. Em vez de queimar o seu lugar, eles estão contentes em queimar o seu negócio e levá-los à bancarrota.

- http://goo.gl/If61CG

* * * * * * *

Como já foi dito várias vezes, o grupo de pessoas que fomenta estas coisas são os esquerdistas e não os homossexuais. Eu não tenho forma alguma de saber isto, mas se fosse feita uma pesquisa junto dos homossexuais (se eles concordam ou não com a destruição duma empresa que se recusa a disponibilizar serviços a um *evento* e não a uma  *pessoa* homossexual), é bem provável que a maioria dos homossexuais dissesse que não.

No entanto, o esquerdista, que odeia o Cristianismo, usa os homossexuais para atacar os Cristãos e erradicar o Cristianismo da sociedade.O problema não são os homossexuais mas os esquerdistas. Quem faz estas coisas não o faz para "proteger" os homossexuais mas para atacar os Cristãos. O que os move não é o "amor" pelos homossexuais mas o ódio ao Cristianismo.

Para se ver que o propósito é atacar os Cristãos basta levar em conta que as mesmas pessoas que lançam críticas aos Cristãos por não fazerem bolos para eventos homoeróticos nada ou pouco dizem dos muçulmanos que também se recusam a fazer bolos ou prestar serviços para eventos homossexuais.

A tragédia disto é que quando o pêndulo da História voltar para o seu lugar normal, quem vai sofrer com isso muito provavelmente serão os homossexuais - e não os esquerdistas que causaram esta guerra cultural. Os homossexuais que se alinham com estas medidas esquerdistas estão, na verdade, a preparar o caminho para a sua própria derrota.

Por outro lado, os homossexuais que defendem a liberdade têm que seguir os passos do Conor Friedersdorf e denunciar estas prácticas como nada mais que um uso da lei por parte da elite esquerdista para se atacar um grupo religioso específico - os Cristãos.



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Transgéneros" Americanos enfrentam um maior risco de suicídio

Por Clara Moskowitz

Segundo uma pesquisa, uns impressionantes 41 porcento dos "transgéneros" Americanos já tentaram levar a cabo um suicídio. Estas estatísticas são apenas alguns dos factos preocupantes extraídos duma pesquisa efectuada a mais de 7,000 "transgéneros" e levada a cabo pelos grupos activistas homossexuais "National Center for Transgender Equality" e o "National Gay and Lesbian Task Force".

Para além dum maior risco de suicídio, os "transgéneros" enfrentam probabilidades mais problemáticas para os outros assuntos relacionados à sua saúde. Por exemplo, a pesquisa apurou que 2,64 porcento dos transgéneros estão infectados com o HIV - isto é, mais de 4 vezes mais que a média nacional (que é 0,6 porcento).

Embora muitos peritos já soubessem que a situação é complicada, os resultados desta pesquisa - a primeira a ser levada a cabo com uma amostra nacional representativa da população de "transgéneros" - ainda são surpreendentes. A psicóloga-clínica Gail Knudson, professora no departamento da medicina sexual na "University of British Columbia" e directora médica do "Transgender Health Program" no "Vancouver Coastal Health", declara:

Eu já sabia a magnitude era elevada, mas não estava à espera que as tentativas de suicídio fossem tão elevadas.

Esta taxa de suicídio na ordem dos 41 porcento junto dos "transgéneros" é 25 vezes mais elevada que a população geral, que é de 1,6 porcento. E entre os "trans" com idades compreendidas entre os 18 e os 44 a taxa de tentativa de suicídio é de 45 porcento.

(...)

Fontes: Sex Change Regret - MSNBC

* * * * * * *
Como é normal, os média tentam (sem sucesso) atribuir estas elevadas taxas ao "preconceito" e à "discriminação", mas isto é claramente falso. O problema não é externo aos "transgéneros" mas sim algo inerente do seu "estilo de vida". Dito de outra forma, os "transgéneros" têm mais problemas psicológicos devido ao que são, e não devido à forma como são tratados.

Um exemplo disto são as taxas de contágio com o HIV: que tipo de "preconceito" e "discriminação" levam a que um homem ou uma mulher se envolvam em actos sexuais potencialmente perigoso? A resposta é clara: nenhuma. As pessoas fazem isso porque querem - porque pensam que daí obterão algo de benéfico - e não porque foram vítimas de algum tipo de tratamento que os deixou psicologicamente afectados.

Dado isto, urge perguntar: se um estilo de vida leva a que quase metade dos seus aderentes tenham vontade de acabar com a sua vida, será moralmente correcto promover esse mesmo "estilo de vida" como normal? Não é mais sensato alertar as pessoas para o facto deste "estilo de vida" ser clinicamente e psicologicamente auto-destrutivo?

domingo, 10 de agosto de 2014

O movimento homossexual como arma da Nova Ordem Mundial

Por Servando Gonzalez

Actualmente, os líderes homossexualistas Americanos, com todo o apoio dos "presstitutes" [prostitutes + press] dentro dos média controlados pelo "Council of Foreign Relations" (CFR) estão a tentar convencer o povo Americano de que Cuba, o país mais repressivo do hemisfério Ocidental, tornou-se subitamente num céu para os homossexuais.

Mas é preciso ser-se muito ingénuo para se pensar que Cuba de Castro, país onde as mulheres, os negros, os trabalhadores, os homossexuais efeminados e practicamente todas as pessoas que não apoiam por inteiro o governo não têm direitos, os homossexuais repentinamente se tornaram nos únicos com direitos.

As paradas. na verdade, mostram que, tal como em todo o mundo, os homossexuais apoiam os opressores, incluindo os opressores de homossexuais, que, apesar das  alegações em contrário, ainda existem em Cuba de Castro. Apesar das alegações do movimento homossexual Americano em contrário, não há orgulho nenhum em ignorar o assédio que os homossexuais sofrem em Cuba, e em vez disso apoiar os seus opressores.

O movimento homossexual Americano pinta-se de liberal, progressista e socialmente consciente, mas na verdade, esse movimento tornou-se numa arma secreta do CFR, que muito provavelmente é a organização mais reaccionária dos Estados Unidos, onde magnatas do petróleo, banqueiros de Wall Street, e CEOs de empresas trans-internacionais conspiram para instalar a sociedade comunisto-fascista que eles eufemisticamente chamam de "Nova Ordem Mundial". Isto explica o porquê de não haver qualquer tipo de literatura homossexual a condenar a tirania que os conspiradores da NOM estão a forçar aos Americanos bem como aos povos de todo o mundo - incluindo os homossexuais. Isto também explica o porquê de não haver qualquer bandeira-arco-iris com as pessoas que protestam junto dos encontros Bilderberg.

Desde que o governo Russo declarou que não iria tolerar propaganda pró-homossexual durante os Jogos Olímpios de Inverno que uma enchente de propaganda anti-Rússia explodiu junto da impressa controlada pelo CRF em torno do assédio dos homossexuais na Rússia. O que o autor pró-homossexualismo que escreveu sobre o tal assédio não diz, no entanto, é que os militantes homossexuais são conhecidos por levarem a cabo ataques falsos como forma de passarem a imagem de vítimas e demonizar os seus adversários.

Mal Ronald Reagan chegou à Casa Branca, começou a trabalhar duramente para dar seguimento ao seu sonho de colocar um fim ao império Soviético. Reagan não odiava o povo Russo, e nem queria destruir a Rússia. O que ele queria era que eles fossem livres do opressivo regime Soviético. Não é de admirar que Reagan tenha sido alvo do ódio dos conspiradores do CFR que haviam criado e mantinham artificialmente vivo o império maligno que estava a escravizar o povo Russo.

Num daqueles paradoxos da História, em apenas alguns anos a Rússia tornou-se no país que Reagan tinha em mente, enquanto que os Estados Unidos, sob o controle de alguns psicopatas, está a caminho de se tornar no império maligno que ele tanto odiava. Alguns Republicanos "conservadores" não aceitam a possibilidade da Rússia se estar a transformar num país Cristão. Bem, não os posso culpar visto que se há vinte anos atrás alguém me tivesse dito que os Estados Unidos se tornariam numa ditadura  comunisto-fascista anti-Cristã, eu não teria acreditado, mas isso está a acontecer bem à nossa frente.


VLADIMIR PUTIN


Sem dúvida alguma, que Putin, tal como a família Bush, os Clintons e Obama, pode ser um político corrupto e sedento de poder. Mas há uma grande diferença que faz com que ele seja um inimigo feroz dos comspiradores da NOM: ao contrário dos seus pares Americanos, Putin ama o seu país, e o seu sonho é o de tornar a Rússia num país industrializado e de primeira classe, com uma ampla classe média.

Mais ainda, Putin não está associado ao CRF, nem ao Grupo Bilderberg, nem ao "World Economic Forum" e nem a qualquer outra organização globalista. Ele não está a conspirar na sombra para eliminar a soberania da Rússia e criar a Nova Ordem Mundial - um governo global controlado por magnatas do petróleo, banqueiros internacionais, e CEOs de empresas trans-internacionais.

Ao contrario dos seus inimigos dentro do CFR, o objectivo de Putin não é o de recuar no tempo, e voltar a colocar a Rússia como a sociedade medieval  .... que os conspiradores do CFR impuseram ao povo Russo durante mais de meio século, e têm planos de fazer o mesmo em todo o mundo - incluindo os Estados Unidos. E isso faz toda a diferença. Os conspiradores globalistas do CFR odeiam Putin pelos mesmos motivos que odiavam Kennedy e Reagan, os últimos presidentes que realmente amavam a América. No entanto, não será assim tão fácil para eles verem-se livres de Putin da mesma forma que se viram livres de Kennedy e tentaram eliminar Reagan.

Apesar de toda a propaganda anti-Rússia em torno dos Jogos Olímpicos de Sochi, os líderes Russos não odeiam os homossexuais; eles pura e simplesmente não querem que o movimento homossexual transforme o evento numa plataforma de promoção da agenda da Nova Ordem Mundial que faz parte do movimento homossexual. 

Uma evidência para isto é o facto do Presidente Putin ter congratulado e abraçado a abertamente homossexual atleta Ireen Wust devido à sua medalha de ouro.

Uma evidência de que a crítica dos conspiradores do CRF às políticas anti-homossexualismo por parte de Putin são politicamente motivadas é o facto de aliados dos Estados Unidos tais como o Afeganistão, o Bangladesh, o Paquistão, o Qatar, os Emiratos Árabes Unidos, a Arábia Saudita, Singapura, o Iémen, o Uganda e o Quénia terem leis anti-homossexualismo mais severas que as leis Russas, mas isso nunca ser mencionado pelos média sob o controle do CFR.

O facto da maioria dos Russos hoje sabe quem foi que impôs o Comunismo no seu país, e o facto de alguns Cristãos dos EUA actualmente olharem para a Rússia como um aliado só prova que as pessoas estão a acordar da letargia induzida pelos média. Não é possível enganar todas as pessoas para sempre.

Aquelas pessoas que actualmente nos querem convencer de que o comunismo ainda se encontra a controlar a Rússia são os mesmos que nos disseram que Saddam Hussein era uma ameaça para os EUA porque ele tinha armas de destruição maciça. [ed: Saddam provavelmente não era uma ameaça para os Americanos mas era um tirano genocida que usava armas químicas contra o seu próprio povo.] Aparentemente, a colaboração entre o governo Americano e os mesmos grupos terroristas que foram inicialmente culpados pelos eventos do 11 de Setembro tornou-se tão óbvia que a "Guerra ao Terror" era insustentável e deixou de ser útil. Logo, eles voltaram a usar o mesmo antigo e fiável pseudo-inimigo: o comunismo Soviético.

Mas apesar dos seus melhores desejos, o comunismo morreu na Rússia.

Por outro lado, tal como um morto-vivo, o comunismo está a reencarnar nos Estados Unidos. Portanto, se aqueles super-patriotas estão assim tão desejosos de combater o comunismo, eles não precisam de procurar muito - e muito menos aprender Russo. O simples olhar em seu redor é suficiente para que eles se deparem com comunismo em quantidades suficientes contra o qual eles podem lutar, aqui, na América temente a Deus.

O ponto principal é que a Rússia se tornou no obstáculo principal dos planos dos conspiradores globalistas de imposição da sua Nova Ordem Mundial homossexual; é por isso que eles têm estado a rodear a Rússia, tentando colocá-la de joelhos. Actualmente, qualquer ataque à Rússia é um ataque aos amantes da liberdade do mundo, particularmente aos amantes da liberdade Americanos. Não devemos sucumbir perante a propaganda dos nossos verdadeiros inimigos.

Como uma ferramenta activa e útil da Nova Ordem Mundial, o movimento homossexual tornou-se num inimigo dos Americanos amantes da liberdade. Temos de desmascarar o movimento homossexual, e mostrar às pessoas o que ele realmente é: um movimento político reaccionário disfarçado de movimento social progressista.


* * * * * * *

Tal como dito aqui, o aqui, o "neo-conservadorismo" e "Cristianismo" de Putin são suspeitos; para além disso, afirmar que o "comunismo morreu na Rússia" muito provavelmente é um exagero, mas o que não é exagero é que Putin é sem dúvida um dos maiores inimigos da agenda globalista.

O que interessa ressalvar do texto é que a agenda homossexual em nada está relacionada com os desejos e as ambições dos homossexuais (facto que é bem óbvio, se levarmos em conta que este movimento pouco ou nada diz do tragédia dos homossexuais nos países islâmicos) mas sim relacionada com a agenda globalista.

O ódio a Putin, portanto, centra-se na sua oposição à agenda globalista e não no facto dele e os Russos não quererem que propaganda homossexual seja exibida às crianças.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Polícia do Uganda ataca projecto que prepara jovens para a homossexualidade


A polícia do Uganda entrou nos escritórios de uma organização norte-americana que presta auxílio a homossexuais infectados com o vírus HIV, na primeira acção pública das autoridades para fazerem cumprir a lei anti-gay aprovada há duas semanas.

A operação tinha sido negada por um porta-voz da polícia ugandesa, Patrick Onyango, mas foi depois confirmada por um responsável do Governo, Ofwono Opondo.

Onyango disse que as autoridades estavam à procura de um homem que se fez passar por polícia eque ameaçou os funcionários do Projecto Walter Reed, uma organização localizada na Universidade Makerere, em Kampala.

Mais tarde, um porta-voz do Governo, Ofwono Opondo, confirmou a acção policial através da sua conta na rede social Twitter: "A polícia entrou no Projecto Walter Reed na Universidade Makerere, que prepara jovens para a homossexualidade."

O mesmo responsável escreveu que "um diplomata de topo" é suspeito de "pagar 100.000 shillings ugandeses [cerca de três cêntimos de euro] por cada masturbação".

Os responsáveis pela organização anunciaram o "encerramento temporário das actividades", depois de a polícia ter "detido um cidadão ugandês nas instalações do projecto em Kampala". "O indivíduo foi libertado sem qualquer acusação no mesmo dia. Estamos a trabalhar com a polícia para perceber as circunstâncias em que esta pessoa foi detida. Até termos uma ideia mais clara sobre a base legal desta acção policial, o programa está temporariamente suspenso para garantir a sua integridade e a segurança dos funcionários", lê-se num comunicado publicado no site da organização.

Os responsáveis do Projecto Walter Reed dizem também que estão a "trabalhar directamente com os pacientes para garantir que o seu tratamento não é interrompido".

Um dos mais destacados activistas dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) no Uganda, Frank Mugisha, destacou a importância do Projecto Walter Reed, que é resultado de uma parceria entre a Universidade Makerere e o Programa de Investigação de HIV das forças armadas norte-americanas. "Muitas pessoas LGBT iam lá receber o seu tratamento anti-retroviral", disse à agência Associated Press Frank Mugisha, distinguido com o Prémio de Direitos Humanos Robert F. Kennedy em 2011.

O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, promulgou no dia 24 de Março uma lei que torna a homossexualidade um crime punível com prisão perpétua. Aprovada em Dezembro de 2013 no Parlamento por uma larga maioria, a nova lei considera igualmente crime a promoção da homossexualidade e a ausência de denúncia.

A assinatura da lei foi acompanhada de fortes aplausos de funcionários governamentais. "Há uma tentativa de imperialismo social, de impor valores sociais. Lamentamos ver que vocês [o Ocidente] vivem da maneira como vivem, mas mantemos silêncio sobre o assunto", disse Museveni.

Os doadores internacionais ameaçaram cortar o auxílio se a lei entrasse em vigor e o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a nova legislação – que descreveu como "um passo atrás para os ugandeses" – complicaria as relações entre os dois países.

Poucos dias depois da aprovação da lei, o Banco Mundial anunciou o adiamento de um empréstimo de 90 milhões de dólares (mais de 67 milhões de euros) ao Uganda, mas o país pode beneficiar do facto de ser um importante aliado dos países ocidentais na luta contra o extremismo islâmico na Somália, onde os seus militares constituem o núcleo essencial da força de paz da União Africana.


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Isto tem toda a aparência de ser mais um caso dos EUA a usar o "combate à SIDA" como forma de promover o homossexualismo.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

'Newsweek' apresenta Obama como 'primeiro presidente gay'

A edição da revista norte-americana 'Newsweek' que chega às bancas no dia 21 apresenta na capa Barack Obama como o "primeiro presidente gay". A fotografia do ocupante da Casa Branca tem sobreposta uma auréola com as cores do arco-íris, que simboliza a homossexualidade, dias depois de Obama ter afirmado numa entrevista que defende o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O tema de capa é um artigo assinado por Andrew Sullivan, colunista assumidamente homossexual, que vê nas palavras de Obama um marco na sociedade norte-americana.

A designação de Barack Obama como o "primeiro presidente gay" está longe de ser uma denúncia de homossexualidade do líder norte-americano, que é casado e tem duas filhas, surgindo como uma versão do cognome de "primeiro presidente negro" atribuída a Bill Clinton.

A 'Newsweek' procura conseguir pelo menos tanta atenção quanto a obtida pela concorrente 'Time', que pôs na capa uma criança com quase quatro anos a mamar nos seios da mãe.

Fonte

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Uma vez que várias vozes afirmam que Obama é mesmo homossexual, a Newsweek pode estar mais certa do que imagina.

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