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sábado, 1 de outubro de 2016

Pesquisadora lésbica afirma que ninguém nasce homossexual

Pe. Mark Hodges

Pesquisadora renomeada que trabalhou com a American Psychological Association (APA), e activista lésbica, reconheceu que os homossexuais não "nasceram assim". A Dra. Lisa Diamond, co-editora-chefe do "APA Handbook of Sexuality and Psychology" e uma das "mais respeitadas associadas" da APA, afirmou que a orientação sexual é "fluída" e não imutável.

Como psicóloga clínica, a Dra. Laura A. Haynes resumiu os capítulos de Diamond no "APA Handbook", no seu livro e nas palestras do YouTube, afirmando, "A batalha para refutar a crença 'Nascidos assim e não dá para mudar' terminou, e (Diamond) está a dizer aos activistas LGBT para pararem de promover o mito."

Ao contrário do argumento típico de que os homossexuais "nascem homossexuais", e "é assim que eles são", e que não conseguem mudar, a APA reconheceu oficialmente (em 2011) que a orientação sexual pode mudar. Diamond resumiu achados importantes na sua palestra na "Cornell University" (2013),  declarando que pesquisas abundantes têm agora confirmado que a orientação sexual - incluindo a atracção, o comportamento e a auto-identidade - são fluídas tanto para os adolescentes como para os adultos de ambos os sexos.

Estas novas alegações chocam de frente com as leis recentes, promovidas pelos activistas homossexuais e aprovadas por vários estados, banindo a "terapia reparativa", que visa ajudar os pacientes que sofrem de atracção homossexual indesejada.

A justificação usada para as leis banindo a "terapia reparativa" é que todas as pessoas que sentem atracção homossexual não só são homossexuais nascidas homossexuais, mas também que isso é um facto imutável, e a a "terapia reparativa" (dizem eles) não só é infrutífera como é também cruel. O argumento é mais ou menos assim: "Tu não consegues mudar quem tu és".

Para além disso, muitos activistas homossexuais qualificam a sua orientação sexual de "o assunto actual mais importante em relação aos direitos civis", análogo à raça.  No entanto, a APA e Diamond refutam este argumento.

O Padre Johannes Jacobse, fundador do "The American Orthodox Institute", qualificou o "correcção de curso" de Diamond de "reversão surpreendente" em relação às frequentemente repetidas justificações dos homoeróticos:

O desejo sexual é fluido, o desejo homossexual não está "fixo"; o slogan "nasci assim e não posso mudar" é um mito; os sentimentos não superam a vontade (o comportamento é uma escolha, e as pessoas não precisam de agir segundo todos os sentimentos - especialmente no que toca aos sentimentos sexuais); o argumento "nasci assim" é um argumento político e não científico; a orientação sexual encontra-se sujeita à mudança, tal como outros sentimentos.

A ideia de que o que a pessoa sente é o que ela é - o que Deus lhe criou para ser - é falsa. Se a pessoa sente desejos homossexuais, isso não significa que Deus lhe tenha criado homossexual. Se pessoa decide enveredar pelo comportamento homossexual, essa é uma decisão tomada livremente, mesmo que o desejo não o seja. Se a pessoa sente o desejo homossexual mas deseja mudar para uma heterossexualidade mas normativa, existem evidências abundantes que revelam que tal mudança é de facto possível.


O comentador Hieromonk Mark salientou que esta revelação "tem implicações profundas nas acções políticas dos anos recentes, basicamente invalidando quaisquer apelos feitos à ciência para justificar a legislação recente em áreas relacionadas com a sexualidade, tais como o reconhecimento do "casamento" homossexual, a imposição de acesso aos lavabos com base nos "sentimentos" ou na "auto-identificação" dos indivíduos em torno do seu sexo, e a restrição de liberdade de escolha em torno das opções terapêuticas, especialmente em relação aos menores, nas áreas da atracção sexual indesejada, confusão sexual ou disforia."

O Padre Jacobse disse à LifeSiteNews que a admissão de Diamond e da APA "assola as bases dos activistas homossexuais que alegam que o homossexualismo está embutido na pessoa, da mesma forma que a heterossexualidade o está. O 'nascido assim' já não vai voltar a funcionar"

Em vez disso, a APA descobriu que o desejo sexual é fluído, pode mudar, e frequentemente é isso que acontece. Dito isto, pode-se dizer então que o desejo sexual está fundamentado em algo mais que a genética, e que as questões em torno do que são as divisórias válidas e necessárias no que toca à sexualidade humana - as áreas da lei natural, moralidade, e religião - são muito importantes em moldar as nossas ideias em torno do florescimento pessoal e social.
 
O Padre Jacobse disse que as implicações da pesquisa de Diamond significa que os terapeutas podem ajudar aqueles que se querem ver livres de atracção homossexual não-desejada.

Têm que ser dadas mais considerações às pessoas que podem estar a sentir desejo homossexual indesejado. Antigamente, os conselheiros eram desaconselhados a ajudar os clientes nas suas tentativas de mudar duma orientação homossexual rumo à heterossexualidade natural sob a rubrica da ideologia "nascido assim". Até os estados foram envolvidos ao banirem a "terapia reparativa" (entre outras abordagens) em resposta ao activismo homossexual.

A realidade dos factos é que as pessoas mudam o tempo todo, e os conselheiros que têm uma pré-disposição ideológica em favor do homossexualismo deveriam ser excluídos do aconselhamento a clientes que não têm essa pré-disposição, em vez de dissuadirem o cliente de que mudar é algo de anti-natural.

~ http://bit.ly/2dcF5V

domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

* * * * * * *

Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Onde os Cristãos têm falhado quando lidam com o homossexualismo

Por Joseph Sciambra

Quando o Senhor me salvou do triste e solitário mundo do homossexualismo, rapidamente me apercebi que os meus problemas - passados, presentes e futuros - iriam desaparecer para além da minha luta em favor duma forma de castidade. De facto, no princípio, a castidade era algo bastante fácil de se levar a cabo.

Era mais ou menos assim: quando eu era criança, e por algumas vezes, normalmente durante a Páscoa ou  Halloween, eu tomava para mim uma grande quantidade de doces. Sem o conhecimento dos meus pais, eu escondia quantidades enormes desses doces, e comia-os até ficar satisfeito. Subsequentemente, eu ficava tão doente do estômago que a ideia de voltar a comer doce era-me revoltante. E durante algum período de tempo, eu ficava de todo longe deles, e nem sentia saudades.

Durante alguns anos, foi isto que aconteceu comigo e com o sexo. A liberdade da concupiscência fez com que eu tivesse vontade de aprofundar ainda mais; eu sabia que poderia ser casto, mas o que eu queria saber era o porquê de eu inicialmente me ter tornado homossexual.

Depois de regressar à Igreja Católica, notei um foco imediato na castidade, especialmente no que toca as iniciativas que visavam a comunidade homossexual ou aqueles que queriam abandonar o estilo de vida homossexual.

Tudo isto estava certo visto que o alcoólico que quer parar de beber, ou o viciado em heroína que quer parar de se injectar, tem que parar imediatamente; não se passa de duas garrafas de vodka por dia para uma, e também não se reduz para metade a quantidade de heroína que se consome; todas as pessoas que já passaram por vícios sabem que isto é uma receita para desastre.

O que se faz é parar por completo, passar pelos sintomas de abstinência, e depois começar de novo. É aqui que o verdadeiro trabalho começa. Depois de ter sido curada na clínica Betty Ford, a ícone homossexual e viciada crónica Elizabeth Taylor disse o seguinte:

Na [clínica] Betty Ford tive que encarar coisas que nunca havia encarada no passado. Aprendi que eu havia passado anos a conter os meus sentimentos verdadeiros.... Todos esses anos a encobrir a dor e a não falar dela criaram várias cicatrizes.

No entanto, não existe uma Clinica Betty Ford Católica, e a minha percepção era a de que a Igreja, pelo no menos no que toca aos seus esforços de alcance aos homossexuais, parece deixar os homossexuais como um tipo de bêbados abstémicos; ainda são homossexuais mas já não têm relações sexuais.

Para mim, isto era totalmente inadequado. Primeiro que tudo, como é que eu poderia controlar ou dominar os meus impulsos - a atracção homossexual - se eu não sabia de onde eles vinham?

Segundo: a castidade sem a cura parecia forçada e pouco natural; com a minha orientação homossexual ainda intacta, sempre senti que me estava a negar a mim próprio, que Deus e a Igreja me haviam tirado alguma coisa, que eles estavam a impor a sua vontade.

Terceiro: Eu ainda estava a sofrer; eu era exteriormente casto mas não era feliz. Tal como Taylor, eu tinha muitas cicatrizes e eu nem entendia que as tinha (ver notas 1-5). Durante a maior parte tempo, eu, tal como muitos homens homossexuais, sofria de algo chamado Anosognosia, ou a incapacidade de entender que se tem uma doença mental séria; cerca de metade dos esquizofrénicos sofre com esta condição.

Com isto em mente, toda a conversa em torno da castidade, da importância da oração, e da necessidade de camaradagem, não iriam significar nada até que eu pudesse finalmente admitir que estava doente, que estava danificado - que estava desordenado (6). É aqui se encontra o problema de algumas iniciativas baseadas na fé visto que existe com frequência alguma discussão em relação a este ponto; por exemplo: "--- a atracção é uma desordem, mas a pessoa não é".

Se formos seguir esta forma de pensar, a inclinação desordenada é então entendida como algo que existe fora da pessoa; o que se segue é que a escolha de permanecer casto torna-se uma batalha infindável contra uma assombrosa força invisível. Este esforço é incrivelmente nobre, mas exaustivo e dado a recaídas, desencorajamento e eventual regresso à actividade homossexual.

Este cíclo de reincidência e Confissão normalmente fecha os homens dentro da orientação porque a fonte e a causa dessas feridas profundas que geraram o homossexualismo nunca são totalmente examinadas. Sem este doloroso mergulho dentro da frágil psique, os esforços para se lidar com o problema do homossexualismo ficam focados nos "actos homossexuais como actos de depravação grave" ao mesmo tempo que esta importante declaração é ignorada:

Embora a inclinação particular da pessoa homossexual não seja um pecado, ela é mais ou menos uma forte tendência orientada rumo a um mal moral intrínseco; e desde logo, a inclinação tem que ser vista com uma desordem objectiva.*

Desde logo, de forma a nos orientarmos literalmente em direcção a Cristo, a abordagem fundamentada na fé tem que incluir a cura do corpo, da mente e do espírito. Isto tem que começar com a aceitação de que o que estou a sentir está errado e que essas afeições, embora eu não esteja a agir segundo as mesmas, são desordenadas. Com esta  clareza simples, torna-se óbvio que de forma a manter-me casto, o motivo desses desejos desordenados têm que ser explorados.

Por esta altura, qualquer falta de vontade em explorar os nossos próprios corações sombrios normalmente é um apego orgulhoso aos antigos caminhos e uma recusa em reconhecer que a orientação homossexual é, em última análise, a origem do problema. Actualmente, este conceito de negação homossexual tem-se materializado na tendência de alguns Católicos se auto-identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que exortam a castidade.

No entanto, e como forma de avançarmos, temos que confiar no Nosso Senhor Jesus Cristo, e frequentemente isto é difícil porque, como homens homossexuais, carregamos a dor de termos sido traídos e magoados pelos outros, por vezes por parte de pessoas que nos são próximas, o que faz com que o acto de dar acesso ao nosso pequeno e protegido mundo de falsa segurança seja uma experiência assustadora.

No entanto, a dada altura da vida de todos os homossexuais, deixamos que algo entrasse dentro de nós - normalmente foi a promessa de felicidade que seria obtida ao admitirmos que éramos homossexuais; podemos chamar a isto de demónio homossexual, mas nós aceitamo-lo e deixamos que ele entrasse. Mais tarde, um padre perfeitamente corajoso finalmente me libertou desta possessão horrível.

Segundo a minha própria experiência, seguindo exactamente como Cristo nos ensinou a passarmos a "ser como criancinhas" como forma de sermos curados, foi exactamente isso que eu fiz; tive que voltar para todo o tumulto, para o abuso, e para o ódio da minha infância. De forma geral, este trauma homossexual colectivo tem sido subconscientemente reconhecido pela comunidade homossexual através do projecto com o nome "It Gets Better", que reconta o terror mas que depois avança rapidamente para a fantasia de felicidade eterna que só pode ser atingida através da auto-realização homossexual.

Na verdade, entrar no homossexualismo só enterra a dor, e durante muitos anos, foi isso mesmo que eu fiz. E rapidamente, com frequência através da cobertura duma espessa neblina de pornografia que encheu a minha cabeça a partir dos meus 8 anos, comecei a esquecer que essa dor existia. Agora, eu tinha que me lembrar porque essas memórias subterradas estavam a controlar a minha vida, e com frequência a direccionar as minhas acções e a determinar as minhas atracções.

De facto, muitos homens homossexuais que passam por algum tipo de trauma durante a infância, mais tarde recriam o abuso numa tentativa vã de, de alguma forma, o normalizar. (7) Por exemplo, quando era uma pequena criança, um agressivo e mal-intencionado rapaz constantemente fazia pouco de mim devido à forma como eu andava, falava, agitava os meus braços, e da minha envergonhada aparência amaricada.

Mais tarde, quando me envolvi no BDSM, a última paragem ultra-pervertida no já-de-si bizarro no mundo do sexo homossexual, todas estas humilhações da minha infância anteriormente submergidas voltaram. De forma geral, reviver estas experiências apenas me ajudaram durante alguns breves momentos. Da mesma forma, abraçar unicamente a castidade parecia também suprimir a dor.

Só quando eu já não temia o que iria encontrar no meu passado é que permiti que o Nosso Senhor Jesus Cristo me curasse por inteiro. Só no meio leito de morte é que clamei por Jesus, e Ele salvou-me. Depois de muita batalha, entendi que Deus não queria apenas que eu ficasse casto e homossexual:

E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde.
- Actos 3:16

- http://goo.gl/kAcMUW


1. “Gay and bisexual men were more likely than heterosexual men to be diagnosed with at least one of the five mental health disorders assessed in the MIDUS, after we adjusted for possible demographic confounding. In particular, gay and bisexual men were 3.0 times more likely to meet criteria for major depression and 4.7 times more likely to meet criteria for a panic disorder than were heterosexual men. Further, nearly 20% of gay–bisexual men overall were comorbid for two or more disorders, a prevalence exceeding that seen among heterosexual men. Differences observed between gay–bisexual and heterosexual men were unchanged when effects associated with treatment for HIV or AIDS in the prior year were considered…”
“Prevalence of Mental Disorders, Psychological Distress, and Mental Health Services Use Among Lesbian, Gay, and Bisexual Adults in the United States”
Susan D. Cochran, J. Greer Sullivan, and Vickie M. Mays
Published in final edited form as:
J Consult Clin Psychol. 2003 Feb; 71(1): 53–61.

2. “Meta-analyses revealed a two fold excess in suicide attempts in lesbian, gay and bisexual people. The risk for depression and anxiety disorders (over a period of 12 months or a lifetime) on meta-analyses were at least 1.5 times higher in lesbian, gay and bisexual people and alcohol and other substance dependence over 12 months was also 1.5 times higher.”
A systematic review of mental disorder, suicide, and deliberate self-harm in lesbian, gay and bisexual people”
Michael King, corresponding author…
BMC Psychiatry. 2008; 8: 70.
Published online 2008 Aug 18. doi:  10.1186/1471-244X-8-70

3. “The 7-day prevalence of depression in men who have sex with men was 17.2%, higher than in adult U.S. men in general…Depression was also associated with histories of attempted suicide, child abuse, and recent sexual dysfunction.”
“Distress and depression in men who have sex with men: the Urban Men's Health Study.”
Mills TC et al.
Am J Psychiatry. 2004 Feb;161(2):278-85.

4. “Lifetime major depressive episode (MDE) affected 33.2% of the youth. Lifetime conduct disorder (23.6%), alcohol abuse/dependence (19.6%), posttraumatic stress disorder (PTSD; 16.0%), and nicotine dependence (10.7%) were also common…Most participants with mental disorders never received treatment, and comorbidity was common.”
“Mental health disorders in young urban sexual minority men.”
Burns MN et al.
J Adolesc Health. 2015 Jan;56(1):52-8. doi: 10.1016/j.jadohealth.2014.07.018. Epub 2014 Oct 5.

5. “Gay, lesbian, and bisexual young people were at increased risks of major depression, generalized anxiety disorder, conduct disorder, nicotine dependence, other substance abuse and/or dependence, multiple disorders, suicidal ideation, and suicide attempts…Findings support recent evidence suggesting that gay, lesbian, and bisexual young people are at increased risk of mental health problems, with these associations being particularly evident for measures of suicidal behavior and multiple disorder.”
“Is sexual orientation related to mental health problems and suicidality in young people?”
Fergusson DM1, Horwood LJ, Beautrais AL.
Arch Gen Psychiatry. 1999 Oct;56(10):876-80.

6. “The number of men and women who have deep-seated homosexual tendencies is not negligible. This inclination, which is objectively disordered, constitutes for most of them a trial. They must be accepted with respect, compassion, and sensitivity. Every sign of unjust discrimination in their regard should be avoided. These persons are called to fulfill God’s will in their lives and, if they are Christians, to unite to the sacrifice of the Lord’s Cross the difficulties they may encounter from their condition.”

7. “Childhood sexual abuse is associated with high-risk sexual behavior in men who have sex with men…Results indicated that men who have a history of childhood sexual abuse were more likely to: engage in high-risk sexual behavior (i.e., unprotected receptive anal intercourse), trade sex for money or drugs, report being HIV positive, and experience non-sexual relationship violence. Results of this study extend previous research to show that men who have sex with men and who have a history of child sexual abuse are more likely to be at high risk for HIV infection.”
“Trauma symptoms, sexual behaviors, and substance abuse: correlates of childhood sexual abuse and HIV risks among men who have sex with men.”
Kalichman SC1
J Child Sex Abus. 2004;13(1):1-15.

* “Letter on the Pastoral Care of Homosexual Persons” (1986).

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Os homossexuais não são pessoas felizes

Por Joseph Sciambra

Uma análise recente, que lista mais de 100 estudos e revistas académicas, combinada com o feedback de milhares de homossexuais por todo o país, está a revelar uma imagem mais clara do que nunca em relação à comunidade lgbt Americana. Uma estatística bem reveladora é aquela onde se lê que só 18% dos membros da comunidade lgbt se consideram "muito felizes" comparados com 30% do público geral.

Doug Hattaway, Presidente do "Hattaway Communications" organizador da pesquisa e membro da comunidade homossexual, disse o seguinte ao "The Advocate"

Ficamos surpreendidos por descobrir a existência desta diferença na felicidade. (...). Dadas todas as conversas positivas relativas as vitórias com o casamento [sic], foi esclarecedor ver que as pessoas não olham para as suas vidas de modo positivo.

Na Austrália, estudos contidos na pesquisa anual "Household, Income and Labor Dynamics" revelou uma marcada diferença nas experiências pessoais tendo como base a sua identidade sexual [sic] embora os homossexuais sejam mais altamente qualificados e "rendimentos equivalentes sejam mais elevados entre os homossexuais". O Professor Roger Wilkins, do "Melbourne's Institute of Applied Economic and Social Research", disse:

A diferença na satisfação de vida média entre as pessoas lgbt comparada com as pessoas heterossexuais é comparável em magnitude à diferença que vemos entre as pessoas com uma deficiência moderada e as pessoas sem deficiência.

As pessoas heterossexuais tiveram índices mais elevados de saúde genal, e saúde mental significativamente mais elevada.

É verdadeiramente impressionante que (a saúde e o bem estar das pessoas homossexuais) seja vincadamente inferior que as pessoas heterossexuais. Isto é totalmente inesperado visto que não há não haver nada inerente à identidade sexual que possa ter implicações na saúde e no bem estar.

O relatório salientou que as pessoas homossexuais eram menos susceptíveis de viver com um parceiro, e quando viviam, elas não eram tão felizes com os heterossexuais. Os homossexuais reportaram níveis vincadamente inferiores de satisfação, e eram ligeiramente mais susceptíveis de desejar nunca terem iniciado a relação, para além de serem mais susceptíveis de admitir que as suas uniões não haviam sido bem o que elas haviam fantasiado.

Nota do autor [Joseph Sciambra]: No ano de 1973, a American Psychiatric Association (APA)  retirou o homossexualismo da lista de desordem mental  do seu Diagnostic and Statistical Manual Of Mental Disorders (DSM-II), mas esta mudança não teve como base qualquer estudo científico ou dado algum.

Um estudo recente apurou que entre 32,3% a 51,5% dos seronegativos ou homossexuais sem conhecimento do seu estado em relação ao HIV levava a cabo sexo anal sem protecção.* Isto aponta para uma doença mental, embora não seja considerada como tal, que ainda opera como uma doença mental.

De facto, "A maior parte da literatura desta área sugere que em comparação com indivíduos sem BPD [="Borderline Personality Disorder" = "Transtorno da Personalidade Borderline"], aqueles com BPD evidenciam uma maior impulsividade sexual tal como indicado pelos níveis mais elevados de preocupação sexual, exposição sexual precoce, mais relacionamentos sexuais casuais, um maior número de parceiros sexuais distintos, promiscuidade, e experiências homossexuais..”

Dados relacionados:

Uma comparação entre MSM (homens que têm relações sexuais com outros homens) com os homens que reportaram só terem relações com mulheres (não-MSM), os MSM eram mais susceptíveis de terem tido a primeira relação sexual antes dos 15 anos (31,9% vs 17,3%). Os MSM eram também mais susceptíveis de terem tido 10 ou mais parceiros sexuais no curso das suas vidas (73,6% vs 40,8%), e terem tido 2 ou mais parceiros sexuais nos últimos 12 meses (41,0% vs 18,4%).

O número médio de parceiros sexuais para os MSM era de 19,1 enquanto que para os não-MSM era 6,3.

(Extraído de “Men Who Have Sex With Men in the United States: Demographic and Behavioral Characteristics and Prevalence of HIV and HSV-2 Infection: Results from National Health and Nutrition Examination Survey 2001–2006”
Xu, Fujie MD, PHD; Sternberg, Maya R. PHD; Markowitz, Lauri E. MD
"Sexually Transmitted Diseases:" June 2010 - Volume 37 - Issue 6 - pp 399-405

*“Unprotected Anal Intercourse With Casual Male Partners in Urban Gay, Bisexual, and Other Men Who Have Sex With Men”
David W. Pantalone, PhD, Julia C. Tomassilli, PhD, Tyrel J. Starks, PhD, Sarit A. Golub, PhD, MPH, and Jeffrey T. Parsons, PhD
American Journal of Public Health: January 2015, Vol. 105, No. 1, pp. 103-110.

- http://bit.ly/1gKhugH

domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

-  http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Homossexuais admitem que não nasceram assim e que o abuso sexual que sofreram os levou ao homossexualismo

Por WND

Um vídeo-documentário que busca influenciar a decisão dos juízes do Tribunal Supremo (à medida que eles decidem sobre o casamento) exibe uma investigação que coloca em causa a crença de que os homossexuais "nascem assim", e que, portanto, têm que ter direitos especiais.

Equipado com uma câmara oculta, o jornalista Ryan Sorba foi para um bar "gay" onde registou respostas francas às suas perguntas. O que ele descobriu foi que muitos homens que se identificam como "gays" foram sexualmente abusados quando eram jovens.

Ele afirma que os dados por ele apurados podem ter implicações junto do tribunal supremo à medida que decide se a definição tradicional de casamento discrimina ou não as pessoas que se identificam como "gays". Segundo Ryan, muitos dos "gays" que ele entrevistou não são foram abusados durante a sua juventude, como passaram a ser eles mesmos abusadores sexuais.

Na parte inicial do seu documentário, Sorba diz:

Entrevistei indivíduos durante uma noite comum num bar gay, e descobri que eu estava literalmente rodeado de violadores de menores e pessoas que foram vitimas de abuso quando eram menores.

Sorba diz que fez o vídeo "como uma peça informativa para os juízes" e defende que muitos Americanos não entendem a questão do homossexualismo. Ele começa perguntando aos homossexuais, "Acreditas que ser gay é estritamente genético?" Ele diz que o apurou foi chocante:

Aprendi que muitos atribuem a sua orientação [sic] sexual ao seu abuso sexual.

Ele diz que depois de apurar o número de pessoas que se dizem "gays" porque foram vítimas de abuso sexual, ele tomou a decisão de alterar o script como forma de "tentar saber quem é que estava a cometer os abusos". Ryan ficou a saber que os homens mais velhos não são os únicos culpados.

Lamentavelmente, aprendi que depois de terem sido vítimas de abuso sexual por parte de homens mais velhos, muitas crianças e muitos adolescentes irão ensinar aos seus amigos o que eles aprenderam do seu violador.

Ele avisa que o conteúdo do vídeo é explícito mas "necessário".

Pais, fiquem atentos. Se por acaso vierem a saber que uma criança ou um adolescente desenvolveu atracção homossexual, que estas imagens sejam um aviso para vocês. Isso é um aviso de que a criança foi abusada por um adulto, um adolescente ou por outra criança.

Ele termina com um pedido para o Tribunal Supremo:

Se por acaso não sabem ou não entendem o que estou em vias de vos mostrar, então apelo a que practiquem limitação judicial e mantenham a vontade de mais de 50 milhões de Americanos e milénios de experiência humana. A América precisa de mais tempo para entender este assunto, as suas causas e as suas consequências.

Sorba deixa bem claro que ele não acredita que todas as pessoas que se identificam como "gays" são abusadores de menores, mas "muitas pessoas que se identificam como gays foram abusadas, e muitas crianças e adolescentes irão ensinar a outras crianças da sua idade, ou mais novas, o que eles aprenderam junto da pessoa que lhes abusou."




segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infelicidade do homem homossexual


Por Joseph Sciambra

A EMIS 2010 Project ("European Men-Who-Have-Sex-With-Men Internet Survey") foi a maior pesquisa transnacional levada a cabo junto dos MSM [inglês para "men who have sex with men"] - quer em número de participantes, número de países avaliados, e o número de línguas distintas em relação às versões da pesquisa.

Algumas coisas presentes no relatório publicado:
Entre os inquiridos pela EMIS, 38,6% afirmou não estar feliz com a sua vida sexual, sugerindo que a infelicidade sexual é muito comum entre os MSM.
Mesmo na ultra-permissiva França, 28,8% dos inquiridos afirmou não se encontrar feliz com o seu homossexualismo:
Dois dos três motivos principais em torno da infelicidade sexual centram-se na preocupação em estabelecer e manter relacionamentos sexuais estáveis.
Esta insatisfação que existe dentro do estilo de vida homossexual prende-se com a natureza inquieta e transitória dos emparelhamentos sexuais da homossexualidade masculina, que têm a tendência de ser largamente incidentais e altamente casuais. Por exemplo, 67% dos avaliados reportou ter tido relações sexuais com um parceiro não-estável durante os últimos 12 meses. E em 74% desses encontros casuais ocorreu a penetração anal.

As razões principais por trás da infelicidade dos homens homossexuais prendem-se com parceiros estáveis, querer mas não ter relacionamentos estáveis, e os desafios de ter manter um.

No entanto, e apesar disto, ainda existe um tipo de temperamento esquizofrénico junto dos homens homossexuais visto que eles também reportaram querer "relacionamentos abertos" bem como "relacionamentos poliamorosos".

Portanto, há uma realização inata de que o homossexualismo status quo não funciona, mas também que existe uma necessidade inevitável pela satisfação sexual que não é propícia para um relacionamento tradicional vis-à-vis a versão homossexual do casamento heterossexual.

Isto acontece porque nos relacionamentos homossexuais falta-lhes a complementaridade entre os sexos: na homossexualidade masculina, a sobre-saturação de testosterona desenfreada resulta na promiscuidade sexual que eventualmente se vira contra ela mesma - e, portanto, daí nos chega o aumento da SIDA e a contínua elevada infecção por parte dos jovens homens homossexuais.

O relatório original: The Emis Project (PDF)

Fonte

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Se um estilo de vida causa a que cerca de 40% dos seus aderentes se sintam infelizes, será moralmente correcto promover esse comportamento como "normal", "natural" e aceitável? Quem assim age, está a condenar +/- 40% dos homens homossexuais a uma vida de infelicidade.

Por isso é que é importante afirmar que os activistas homossexuais não querem a felicidade dos homossexuais, mas sim usá-los como ferramentas políticas no seu jogo de poder marxista cultural. 

Quem realmente quer ver os homens homossexuais felizes são as pessoas 1) que buscam formas de os alertar das consequências graves e potencialmente letais desse comportamento, e 2) que disponibilizam ajuda para aqueles que voluntariamente querem sair dessa vida.
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Também por isso é que é moralmente condenável desenvolver medidas legais que visem impedir que os jovens e os adultos homossexuais recebam ajuda (por parte de profissionais de saúde e organizações religiosas) para abandonar um estilo de vida onde eles têm ~40% de possibilidade  de se sentirem sexualmente insatisfeitos.

Quem quer o bem dos homossexuais, estende a mão de ajuda. Quem não quer o bem dos homossexuais, empurra-os para dentro do homossexualismo.
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domingo, 21 de junho de 2015

Mães dominantes e filhos homossexuais

Apesar de enorme publicidade que lhes é conferida, os estudos que supostamente provam que a homossexualismo masculino é causado pelos genes ou por anomalias cerebrais revelaram-se como sendo na sua maioria sem qualquer fundamento.

Estudo publicados recentemente encontraram poucas ou nenhumas evidências genéticas, a mesmo tempo que há um enorme corpo de evidências que sugerem que o homossexualismo  tem um significativo componente ambiental.

Os homens homossexuais são duas vezes mais susceptíveis que os heterossexuais  de virem duma família disfuncional, metade pintando a seguinte imagem da sua adolescência:

* A mãe era o centro da sua atenção, e eles eram anormalmente próximos;

* Ela olha para as brincadeiras mais energéticas como perigosas, e fica excessivamente ansiosa em relação à segurança e saúde dele;

* Isto inibe a sua agressividade, e está muito agarrado e ansioso perante a perspectiva de ficar separado dela.

* Na parte inicial da sua adolescência, ela pode até flirtar com ele

* Ela é uma mãe dominante, poderosa e pouco confortável com a masculinidade; ela chega até a emasculá-lo;

* Ela toma mais decisões familiares que o pai, e é a personalidade forte;

* O pai encontra-se rejeitado, ou retirado, ou é fraco, está ausente - emocionalmente, literalmente ou uma combinação destas

* O relacionamento marital dos pais é um desastre.


Os homens homossexuais tendem a ter um relacionamento negativo com os pais, metade deles (comparados com 1/4 dos heterossexuais) sentido raiva, ressentimento e medo dos pais, que eles consideram ser frio, hostil, desligado e submisso. Eles não olham para os pais como exemplo.

Mais de 70% dos homens homossexuais sentem-se diferentes dos pais enquanto crescem, (contra 1/3 dos heterossexuais), e mais parecidos com as mães. Cerca de metade sente que as suas mães não querem que eles cresçam e fiquem iguais aos pais, e mais de 2/3 sente que as suas mães dominaram os seus pais.

- http://goo.gl/Al2pGq
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domingo, 7 de junho de 2015

É possível mudar a preferência sexual?

Por Kathleen Gilbert

Os terapeutas que buscam formas de normalizar o homossexualismo dizem que é impossível mudar a "orientação" sexual, e que qualquer tentativa de modificação é inerentemente prejudicial. No entanto, os resultados dum estudo de longo alcance publicados no Journal of Sex and Marital Therapy (revisto por pares) juntaram-se às centenas de outros estudos ao concluir que não só é possível, como é preferível para muitos indivíduos.

Os psicólogos Stanton L. Jones (Wheaton College) e Mark A. Yarhouse (Regent University) são os autores do estudo longitudinal, que acompanhou indivíduos que haviam buscado mudança na "orientação" sexual através do envolvimento numa variedade de ministérios Cristãos afiliados com a Exodus International.

Os autores notaram que este estudo supera uma crítica primária levantada contra os dados terapêuticos da atracção pelo mesmo sexo [ed: em inglês "same-sex atraction" = SSA] - que os resultados não são adequadamente documentados durante um certo período de tempo - ao avaliar os 98 candidatos durante um período de seis a sete anos depois do fim da terapia.

Os resultados de Jones e Yarhouse revelam que a maioria do candidatos foram bem sucedidos no seu objectivo de alterar a "orientação" sexual, e que, em média, as tentativas não foram prejudicais. Dos 98 sujeitos, e aquando da última avaliação, 61 foram categorizados como bem sucedidos na superação geral.

Cinquenta e três porcento dos avaliados foram categorizados como resultados de sucesso; especificamente, 23 porcento reportaram sucesso na forma de mudança essencial para a "orientação" e funcionalidade heterossexual, ao mesmo tempo que uns adicionais 30 porcento reportaram não mais se identificarem como homossexuais ao mesmo tempo que mantinham um estável comportamento de castidade. Na marca dos seis anos, 20 porcento dos avaliados reportou abraçar por completo uma auto-identificação homossexual.

Entretanto, os autores disseram que, em média, a aferição do stress psicológico não reflectia um aumento de stress psicológico associado à tentativa de mudança. Um comunicado de imprensa anunciando o estudo declara:

Estes resultados não provam que uma mudança categórica  de "orientação" sexual é possível para todas as pessoas ou para qualquer pessoa, mas sim que mudanças significativas através dum contínuum, que constitui uma mudança real, é possível para algumas pessoas.

O comunicado também salienta:

Estes resultados não provam que ninguém é alguma vez prejudicado pela tentativa de mudança, mas sim que a tentativa de mudança não parece, em média, ser prejudicial ou inerentemente prejudicial.

O Dr. Jones disso à LifeSiteNews.com que o estudo muito provavelmente estava enviesado em favor do optimismo para com a terapia visto que não foi possível contabilizar os candidatos que abandonaram o processo no início.

Ele disse, no entanto, que o estudo permanece acima do outros devido ao seu valor como uma avaliação a longo-prazo da viabilidade da terapia junto das pessoas com atracção homossexual. Num email enviado na Quinta-Feira, Jones escreveu:

O "padrão prateado" [dos estudos relativos à atracção homossexual] é uma estudo longitudinal que segue as pessoas repetidamente durante um período de múltiplos anos, e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o princípio da mudança. Segundo sei, o nosso é o primeiro estudo a fazer isso.

O "padrão dourado" seria um estudo completamente experimental e longitudinal que iria também atribuir aleatoriamente vários participantes a grupos de tratamento distintos, com tratamentos altamente definidos; somos de opinião que tal estudo seria, no entanto, impossível de ser levado a cabo.

Uma meta-análise baseada em mais de 100 anos de pesquisas em torno da terapia à atracção homossexual, e publicada em Junho de 2009, apurou que o homossexualismo não é imutável, e que os indivíduos que buscam mudança podem ser beneficiados com a terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu mais de 600 relatórios de clínicos, pesquisadores, antigos clientes, publicados  essencialmente em publicações profissionais e revistas por pares.

Embora a American Psychological Association desencoraje os profissionais de saúde a oferecer terapia de "reorientação" sexual, a posição oficial do grupo em relação a tais terapias é que "há evidências insuficientes" que comprovem ou desacreditem tal práctica.

O homossexualismo foi desclassificado como desordem mental do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) em 1973 - o padrão universal para a classificação das doenças mentais - depois de anos de forte pressão por parte dos activistas homossexuais. A mudança deu início a uma mudança de política por parte dos profissionais de topo, que hoje em dia são totalmente contra a terapia de mudança de "orientação" sexual.

O Dr. Robert Spitzer, que esteve no comando da mudança do DSM, reverteu a sua posição em relação à terapia para a atracção homossexual indesejada quase 30 anos depois, passando a apoiar tais terapias depois de ter levado a cabo as suas pesquisas.

- http://goo.gl/NVuHcp

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A palavra "orientação" [sexual] aparece entre aspas porque biologicamente falando, só há uma "orientação" sexual -. a heterossexual. O homossexualismo não é uma "orientação" sexual mas um PREFERÊNCIA sexual (algo que a pessoa escolhe fazer).

Os homoactivistas preferem o termo "orientação sexual" porque ela tem uma conotação mais psicológica, imutável e biológica, e menos sociológica, mas as evidências claramente demonstram que o homossexualismo é comportamento social adquirido (e não algo inerente na pessoa).

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Se é possível deixar de ser heterossexual, é possível deixar de ser homossexual?

Por Joseph Sciambra

Eu nasci heterossexual; a minha primeira paixão infantil foi por uma pequena menina loira que fazia parte da minha turma da 2ª classe. Um ano depois apaixonei-me por   Lindsay Wagner do filme “The Bionic Woman”. As coisas começaram a mudar com a minha próxima paixão - Dorothy Stratten, Playmate Playboy do Ano de 1980. Por essa altura, eu tinha cerca de 10 anos, e já estava a ler revistas da Playboy há cerca de 2 anos. Isso foi o princípio do meu vício pela pornografia.

Lentamente, comecei a ficar imune a um leque cada vez mais decadente de imagens sexuais. Da Playboy passei para a Hustler, e da Hustler passei para vídeos pornográficos; a pornografia com sexo lésbico, os menage-à-trois, e o Sadomasoquismo tomaram o lugar das mulheres das páginas centrais. 

Por volta da minha adolescência eu era practicamente inexcitável. Durante os anos 80, e sob o estigma da SIDA, a última grande perversão ainda por explorar era o homossexualismo masculino; era depravado, proibido e até mortífero; (infelizmente, hoje em dia, a última fronteira pornográfica ainda por explorar é normalmente a pornografia infantil.) Finalmente, na pornografia homossexual, encontrei algo que nunca tinha visto anteriormente. Com isso, gradualmente sucumbi à ideia de que eu deveria ser homossexual.

A pornografia homossexual também desempenhou um papel no que toca os meus medos, as minhas vergonhas e os sentimentos de inadequação masculina; por alguns momentos, consegui resolvê-los.

O passo lógico seguinte era viver as fantasias mal eu atingisse os meus 18 anos. Dentro do mundo homossexual, encontrei uma lista infindável de homens dispostos a aceitar-me como um deles. E com isso, a pergunta parece respondida e aceitação da orientação consolida-se.

Para mim, rumar em direcção ao homossexualismo começou com a pornografia. Ou não? Durante a maior parte das vezes, a minha atracção imediata pela pornografia era um sintoma e não a doença. Como um rapaz relativamente solitário, a dimensão imaginária da pornografia servia como um escape ideal - mais ainda quando eu atingi a puberdade e fui ficando cada vez menos seguro da minha identidade: eu era inseguro e sensível, admirando frequentemente os rapazes que pareciam ser confiantes, destemidos, fisicamente coordenados.

No mundo da pornografia. pude viver essa fascínio. Logo, na minha opinião, o ponto de maior maleabilidade continua a ser a minha infância; mal a pessoa passa da imaginação para o mundo físico, é por vezes demasiado tarde para reverter o processo. Então, fica a pergunta: pode o homossexualismo ser revertido?

Sem dúvida que as crianças podem ser curadas da mentalidade homossexual. A resposta encontra-se em escavar e curar a causa ou as causas principais. No meu caso, a fixação pela pornografia escondia uma mágoa e um rapaz assustado que encontrou consolo dentro da falsa beleza da pornografia.

Na actual idade da internet, o processo de se descobrir dentro da pornografia é mais rápido e mais facilidado ainda pelos média pró-homossexualismo; as crianças definem-se numa idade mais jovem e daí a tendência alarmante de adolescentes travestidos. Na internet há um palpável sub-conjunto de fetishes criados como forma de mascarar todas as feridas emocionais: pais e filhos, twinks aterrorizados, gag the fag ["amordaça o homossexual"]. A instabilidade psicológica passa a ficar codificada com uma imagem 

Ao remover o acesso à pornografia, é menos provável que a criança que é susceptível a sentimentos de atracção homossexual se fixe; sem a pornografia a nublar e a complicar o o problema, um terapeuta profissional Cristão será capaz de detectar a origem da ferida, e com a ajuda dos pais, curar a criança.

Uma vez que eu já era adulto, e totalmente indoutrinado com as mentiras do homossexualismo, foi muito mais difícil desfazer os estragos que haviam sido feitos em mim. Mas mesmo assim, é possível, e eu sou a prova viva de que,  “A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei” (Eze 34:16)


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Transgéneros" Americanos enfrentam um maior risco de suicídio

Por Clara Moskowitz

Segundo uma pesquisa, uns impressionantes 41 porcento dos "transgéneros" Americanos já tentaram levar a cabo um suicídio. Estas estatísticas são apenas alguns dos factos preocupantes extraídos duma pesquisa efectuada a mais de 7,000 "transgéneros" e levada a cabo pelos grupos activistas homossexuais "National Center for Transgender Equality" e o "National Gay and Lesbian Task Force".

Para além dum maior risco de suicídio, os "transgéneros" enfrentam probabilidades mais problemáticas para os outros assuntos relacionados à sua saúde. Por exemplo, a pesquisa apurou que 2,64 porcento dos transgéneros estão infectados com o HIV - isto é, mais de 4 vezes mais que a média nacional (que é 0,6 porcento).

Embora muitos peritos já soubessem que a situação é complicada, os resultados desta pesquisa - a primeira a ser levada a cabo com uma amostra nacional representativa da população de "transgéneros" - ainda são surpreendentes. A psicóloga-clínica Gail Knudson, professora no departamento da medicina sexual na "University of British Columbia" e directora médica do "Transgender Health Program" no "Vancouver Coastal Health", declara:

Eu já sabia a magnitude era elevada, mas não estava à espera que as tentativas de suicídio fossem tão elevadas.

Esta taxa de suicídio na ordem dos 41 porcento junto dos "transgéneros" é 25 vezes mais elevada que a população geral, que é de 1,6 porcento. E entre os "trans" com idades compreendidas entre os 18 e os 44 a taxa de tentativa de suicídio é de 45 porcento.

(...)

Fontes: Sex Change Regret - MSNBC

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Como é normal, os média tentam (sem sucesso) atribuir estas elevadas taxas ao "preconceito" e à "discriminação", mas isto é claramente falso. O problema não é externo aos "transgéneros" mas sim algo inerente do seu "estilo de vida". Dito de outra forma, os "transgéneros" têm mais problemas psicológicos devido ao que são, e não devido à forma como são tratados.

Um exemplo disto são as taxas de contágio com o HIV: que tipo de "preconceito" e "discriminação" levam a que um homem ou uma mulher se envolvam em actos sexuais potencialmente perigoso? A resposta é clara: nenhuma. As pessoas fazem isso porque querem - porque pensam que daí obterão algo de benéfico - e não porque foram vítimas de algum tipo de tratamento que os deixou psicologicamente afectados.

Dado isto, urge perguntar: se um estilo de vida leva a que quase metade dos seus aderentes tenham vontade de acabar com a sua vida, será moralmente correcto promover esse mesmo "estilo de vida" como normal? Não é mais sensato alertar as pessoas para o facto deste "estilo de vida" ser clinicamente e psicologicamente auto-destrutivo?

domingo, 2 de novembro de 2014

Os perigos da sodomia

O Centers for Disease Control (CDC) acaba de emitir o seu relatório e mais uma vez ele ressalva os perigos potencialmente letais do sexo anal. No seu mais recente Morbidity and Mortality Weekly Report, a agência de saúde disse que embora os homens com atracção homoerótica só sejam cerca de 2 porcento da população total do país, em 2010 eles foram 63 porcento dos recém-diagnosticados casos de HIV/SIDA. Mais de metade de todas as pessoas com SIDA nos EUA são homens homossexuais, e a maior parte deles contraiu o vírus através do sexo anal.

O CDC escreveu no relatório do dia 26 de Setembro, que foi publicado como forma de coincidir com o “National Gay Men’s HIV/AIDS Awareness Day” do dia 27 de Setembro, diz:

A maior parte dos homens homossexuais contrai o HIV através do sexo anal, que é o tipo de sexo mais arriscado para se obter ou transmitir o HIV.

Tendo como base os recentes estudos, o CDC estima que cerca de 18 porcento dos homens homossexuais encontra-se infectado com o HIV; mais assustador ainda é o facto de 1/3 desses homens homossexuais não saber que contraiu o vírus mortal (fazendo com que eles sejam mais susceptíveis de o passar a outro ao não tomarem as preocupações necessárias). O CDC afirma que a desenfreada promiscuidade que existe dentro da comunidade homossexual só piora as coisas:

Uma vez que eles têm mais parceiros sexuais que os outros homens, os homens bissexuais e os homens homossexuais têm mais oportunidades de ter sexo com alguém que lhes pode transmitir o HIV ou outra DST. Semelhantemente, entre os homens homossexuais, aqueles que têm mais parceiros sexuais são aqueles mais susceptíveis de contrair o HIV.

O relatório do CDC chega pouco depois dum relatório da Public Health England (PDF) ter revelado problemas semelhantes no Reino Unido: um homossexual em cada 34 tem o HIV, e em Londres, o número aumenta para 1 homossexual em cada 12. O sexo anal é responsável por mais de metade dos novos casos de HIV anualmente diagnosticados no Reino Unido, embora os homossexuais sejam igualmente apenas 2 porcento da população total. O relatório afirma:

[Os homens homossexuais] reportam níveis mais elevados de comportamento sexual de risco, incluindo números mais elevados de parceiros sexuais e de sexo anal desprotegido, apesar do facto da maioria ser alvo de actividade de prevenção do HIV e a maioria ter acesso aos preservativos.

O uso do preservativo também não é uma bala mágica contra o HIV uma vez que a sodomia é inerentemente mais áspera que o sexo normal, e com frequência os preservativos se rompem. Um estudo recente proveniente da Tailândia apurou que mesmo com 100 porcento de uso de preservativo, um homossexual em cada cinco  contraiu o HIV no espaço de cinco anos depois do seu primeiro acto de sexo anal.

O HIV não é um único perigo letal que pode ser causado com o sexo anal; o cancro anal é outro risco mortífero. Segundo o CDC, os homens que se envolvem na sodomia são 17 vezes mais susceptíveis de contrair o cancro anal, que mata cerca de 40 porcento das suas vitimas no espaço de cinco anos.


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Esta é uma faceta do comportamento homossexual que os activistas têm o cuidado de nunca mencionar em público: segundo a Medicina, o sexo anal e a promiscuidade são receita para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Uma sociedade com age de acordo com a lei natural não deve em situação alguma normalizar nenhuma das duas, mas o que nós temos observado nos dias de hoje é que tanto um comportamento como o outro são elevados para lugares que estão para além da crítica racional.

Um argumento que os militantes pró-sodomia usam é o de afirmar que "os heterossexuais também fazem sexo anal". Isto é verdade, mas isso não altera as suas consequências:



terça-feira, 28 de outubro de 2014

Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido

A Universidade do Texas em Austin afirmou que levou a cabo uma investigação e não encontrou qualquer evidência de má-conduta no estudo que apurou que as crianças de "famílias" homossexuais "são mais susceptíveis de 1) reportarem estar sem emprego, 2) serem menos saudáveis, 3) serem mais deprimidos, 4) terem traído o/a esposo/a  ou o/a parceiro/a, 5) fumar,  6) ingerir drogas, 7) terem tido problemas com a lei" do que as crianças de famílias tradicionais pai-mãe. Num comunicado da Universidade do Texas, emitido recentemente, lê-se:

A Universidade do Texas determinou que nenhuma investigação formal é necessária em torno das alegações de má-conduta científica apresentadas contra o professor assistente Mark Regnerus em relação ao seu artigo de Julho último publicado na revista Social Science Research.

O comunicado dizia ainda que o painel consultivo composto por 4 altos-membros do corpo docente da universidade foi consultado, para além dum consultor externo com o nome de Alan Price, a quem foi pedido que revisse as acusações como parte do inquérito que a universidade estava a fazer devido às alegações feitas pelo homossexual  Scott Rosensweig numa carta enviada à escola.

A conclusão foi a de que os assuntos listados englobavam-se na cláusula de que "erros comuns, diferenças bem intencionadas de interpretação dos dados, desacordos académicos ou políticos, opiniões pessoais ou profissionais bem intencionadas, ou comportamentos ou pontos de vista morais e éticos não são má-conduta."

A universidade disse que considera o assunto fechado depois de Robert Peterson, Oficial da Integridade na Pesquisa, ter dito aos oficiais que "nenhuma das alegações de má conduta científica avançadas pelo senhor [Rosensweig]  foram confirmadas pelos dados físicos, pelo material escrito ou pela informação disponibilizada durante as entrevistas." Ele escreveu que "não existiam evidências" que apoiavam a inferência de Rosensweig de que, como ele acreditava que havia falhas no estudo, então tinha que ter ocorrido má-conduta científica.

Regnerus (na foto) havia escrito um comentário em torno do seu estudo no Slate.com, onde ele dizia que um "tema recorrente" entre os adultos, educados por "pais" do mesmo sexo e que reportavam "mais parceiros e parceiras sexuais, mais vitimização sexual, e eram mais prováveis de olhar negativamente para a sua infância" que as crianças de famílias pai-mãe, era "a instabilidade familiar, e muita dela."

Ele explicou que este estudo "recolheu dados de modo aleatório entre os jovens adultos Americanos - que, para além dos censos, foi o maior conjunto de dados populacional preparado para responder a questões em torno de famílias onde as mães ou os pais estavam num relacionamento homossexual."

Regnerus disse que todos os participantes que responderam de modo afirmativo foram entrevistados:

Como viemos a saber mais tarde, as diferenças eram numerosas. Por exemplo, 28 porcento dos adultos que foram educados por mulheres envolvidas numa relação homossexual encontravam-se presentemente sem emprego, comparados com os 8 porcento daqueles que foram educados em famílias compostas por um pai e uma mãe.

Quarenta porcento dos primeiros [educados por lésbicas]  admitem terem tido um caso enquanto já se encontravam casados ou em regime de coabitação, comparados com os 13 porcento daqueles que foram educados por um pai e uma mãe.

Dezanove porcento dos primeiros disse que se encontravam por essa altura, ou haviam estado recentemente, em psicoterapia devido a problemas com a ansiedade, depressão, ou com relacionamentos, comparados com os 8 porcento dos últimos. 
Estas são apenas 3 das 25 diferenças que descobri.

Ele disse que o ponto principal do estudo é que "os cientistas sociais, os pais, e os proponentes fariam uma decisão mais sensata se daqui para a frente simplesmente evitassem assumir que as crianças estão bem."

Num comentário também presente no Slte, William Saletan escreveu:

Mark Regnerus é intolerante e cheio de ódio. ... A sua mais recente pesquisa em torno da paternidade homossexual [sic] é intencionalmente enganadora, e busca rebaixar os pais gays e as mães lésbicas .... A sua "ciência-lixo" não merece cobertura ou credibilidade.

Rosensweig havia alegado que existiam problemas com o estudo de Regnerus devido ao facto dele ter "aparentemente falsificado os dados", "ter construído a metodologia de pesquisa duma forma aparentemente inadequada e inapropriada", ter sido "mal-intencionado, usado comparações inválidas" e que ele "aparentemente alimenta a confusão difamatória da NOM que associa os homossexuais com os pedófilos."

Mas a universidade determinou que "visto que nenhuma evidência foi disponibilizada que confirmasse que o comportamento em questão tenha sido fruto de má-conduta científica, nenhuma investigação formal é necessária.”

A Alliance Defending Freedom disse que o estudo da New Family Structures “sugere que existem distinções nos resultados para os jovens adultos criados nos mais variados ambientes, com experiências familiares distintas”. David Hacker, consultor jurídico sénior da ADF, afirmou:

As universidades Americanas devem sempre servir de mercados livres de busca da verdade. Discordar com as conclusões dum estudo não é o suficiente para se levantarem acusações de má-conduta. ... Nós não estamos surpreendidos com o facto dessas acusações terem sido determinadas como sem fundamento. Este estudo compreensivo, revisto por pares, foi composto por académicos e pesquisadores das mais variadas disciplinas e com pontos de vista ideológico distintos, num espírito de cordialidade e razoável averiguação dos factos. Concordamos com as conclusões do inquérito levado a cabo pela AT-Austin.

Fonte http://bit.ly/1mKXTys

* * * * * * *

Agora que o estudo cientifico do Professor Mark Regnerus está confirmado como válido, as suas conclusões têm que ser levadas em conta por quem realmente acha que o ambiente homoerótico é um ambiente saudável para o desenvolvimento normal duma criança. A ciência claramente revela que esse ambiente não é benéfico para as crianças, mas as nossas elites, na sua sede de destruir a ordem social, continuarão a avançar com a sua agenda. Quem perde com isso são as crianças.



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