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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Propostas de Reacção

Para o caso de ser bem sucedida a pressão que se faz por estes dias para que este cartaz seja distribuido às crianças da escola pública, deixo aqui algumas sugestões de slogans e mensagens para uma campanha de reacção ao gayzismo nas escolas públicas. Se o homossexualismo puder ser promovido na escola pública como normal e natural, a crítica ao homossexualismo como desviante e destrutivo, também terá de ser respeitada e admitida no mesmo local. Nos folhetos a distribuir nas escolas sugiro:

-Há adultos que têm comportamentos sodomitas e lesbianos. A escola não serve para te preocupares com aquilo que excita sexualmente determinados adultos. Se um adulto estranho, como um professor, te questionar sobre a tua intimidade, práticas ou desejos sexuais, chama a polícia e alerta os teus pais!

Pode-se também usar fotos de crianças e colocar as seguintes mensagens:

-Elas são do sexo feminimo. O lesbianismo não é característica identitária.

-Eles são do sexo masculino. Não existe gene gay.

-Não existe identidade homossexual. Os bebés nascem meninos e meninas.

A imagem de um bebé recém-nascido podia ser assim legendada:

-Achas que as pessoas perguntam se o bebé é gay ou lésbica; ou se é menino ou menina?

Mais ideias que me ocorreram:

-Como aprendeste nas aulas de biologia, há o aparelho digestivo, e há o aparelho reprodutor. Não aceites boleias, conversas ou amizades com adultos que dizem não existir diferença entre os dois.

Para não dizerem que eu não me importa com o terrível flagelo da violência "homofóbica" nas escolas portuguesas ( ainda esta semana foram mais dez mortos):

-Jovem, meter medo e bater nos colegas que têm tiques, não jogam à bola e só brincam com as meninas, é fácil. Prova a tua honra e virilidade na equipa de rugby da nossa escola . Incrições abertas.

Vá lá, não me digam que não é genial. Combate-se a "homofobia" e promove-se o desporto escolar. Mais sugestões:

-Se a tua mãe fosse lésbica, haveria alguma diferença? Só o pormenor de tu não existires...

Como o aborto também será ensinado nas aulas de educação sexual, proposta de reacção:

-Se a tua mãe tivesse feito um aborto enquanto te desenvolvias, haveria alguma diferença? Tu não existirias, o que para os defensores do aborto é só um pormenor...

Para verem a minha tolerância e boa vontade com os iluminados do progressismo feministo-gay-abortista, sugiro até uma campanha que eles podem fazer nas escolas, pela nobre causa do aborto:

-Agora que já sabes como se fazem os bebés, queres saber como é que se matam bebés?

Esta mensagem pode ser complementada com fotografias dos instrumentos de desmembramento, perfuração e esmagamento craniano, bem como dos resultados da aplicação destes nos fetos.

Já que os bondosos defensores da causa querem facultar às adolescentes o conhecimento sobre a legislação e locais onde podem abortar os eventuais filhos que não queiram ter, e como dizem sempre que não querem jovens ignorantes sobre os factos da vida, têm que ser coerentes e mostrar a realidade nua e crua daquilo que querem promover junto das crianças como direito humano e prática responsável. Última sugestão, para lançar o debate nas aulas de português:

-Se homossexual é o mesmo que heterossexual, porque são estas palavras antónimas e não sinónimas?

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