Para o caso de ser bem sucedida a pressão que se faz por estes dias para que este cartaz seja distribuido às crianças da escola pública, deixo aqui algumas sugestões de slogans e mensagens para uma campanha de reacção ao gayzismo nas escolas públicas. Se o homossexualismo puder ser promovido na escola pública como normal e natural, a crítica ao homossexualismo como desviante e destrutivo, também terá de ser respeitada e admitida no mesmo local. Nos folhetos a distribuir nas escolas sugiro:
-Há adultos que têm comportamentos sodomitas e lesbianos. A escola não serve para te preocupares com aquilo que excita sexualmente determinados adultos. Se um adulto estranho, como um professor, te questionar sobre a tua intimidade, práticas ou desejos sexuais, chama a polícia e alerta os teus pais!
Pode-se também usar fotos de crianças e colocar as seguintes mensagens:
-Elas são do sexo feminimo. O lesbianismo não é característica identitária.
-Eles são do sexo masculino. Não existe gene gay.
-Não existe identidade homossexual. Os bebés nascem meninos e meninas.
A imagem de um bebé recém-nascido podia ser assim legendada:
-Achas que as pessoas perguntam se o bebé é gay ou lésbica; ou se é menino ou menina?
Mais ideias que me ocorreram:
-Como aprendeste nas aulas de biologia, há o aparelho digestivo, e há o aparelho reprodutor. Não aceites boleias, conversas ou amizades com adultos que dizem não existir diferença entre os dois.
Para não dizerem que eu não me importa com o terrível flagelo da violência "homofóbica" nas escolas portuguesas ( ainda esta semana foram mais dez mortos):
-Jovem, meter medo e bater nos colegas que têm tiques, não jogam à bola e só brincam com as meninas, é fácil. Prova a tua honra e virilidade na equipa de rugby da nossa escola . Incrições abertas.
Vá lá, não me digam que não é genial. Combate-se a "homofobia" e promove-se o desporto escolar. Mais sugestões:
-Se a tua mãe fosse lésbica, haveria alguma diferença? Só o pormenor de tu não existires...
Como o aborto também será ensinado nas aulas de educação sexual, proposta de reacção:
-Se a tua mãe tivesse feito um aborto enquanto te desenvolvias, haveria alguma diferença? Tu não existirias, o que para os defensores do aborto é só um pormenor...
Para verem a minha tolerância e boa vontade com os iluminados do progressismo feministo-gay-abortista, sugiro até uma campanha que eles podem fazer nas escolas, pela nobre causa do aborto:
-Agora que já sabes como se fazem os bebés, queres saber como é que se matam bebés?
Esta mensagem pode ser complementada com fotografias dos instrumentos de desmembramento, perfuração e esmagamento craniano, bem como dos resultados da aplicação destes nos fetos.
Já que os bondosos defensores da causa querem facultar às adolescentes o conhecimento sobre a legislação e locais onde podem abortar os eventuais filhos que não queiram ter, e como dizem sempre que não querem jovens ignorantes sobre os factos da vida, têm que ser coerentes e mostrar a realidade nua e crua daquilo que querem promover junto das crianças como direito humano e prática responsável. Última sugestão, para lançar o debate nas aulas de português:
-Se homossexual é o mesmo que heterossexual, porque são estas palavras antónimas e não sinónimas?
-Há adultos que têm comportamentos sodomitas e lesbianos. A escola não serve para te preocupares com aquilo que excita sexualmente determinados adultos. Se um adulto estranho, como um professor, te questionar sobre a tua intimidade, práticas ou desejos sexuais, chama a polícia e alerta os teus pais!
Pode-se também usar fotos de crianças e colocar as seguintes mensagens:
-Elas são do sexo feminimo. O lesbianismo não é característica identitária.
-Eles são do sexo masculino. Não existe gene gay.
-Não existe identidade homossexual. Os bebés nascem meninos e meninas.
A imagem de um bebé recém-nascido podia ser assim legendada:
-Achas que as pessoas perguntam se o bebé é gay ou lésbica; ou se é menino ou menina?
Mais ideias que me ocorreram:
-Como aprendeste nas aulas de biologia, há o aparelho digestivo, e há o aparelho reprodutor. Não aceites boleias, conversas ou amizades com adultos que dizem não existir diferença entre os dois.
Para não dizerem que eu não me importa com o terrível flagelo da violência "homofóbica" nas escolas portuguesas ( ainda esta semana foram mais dez mortos):
-Jovem, meter medo e bater nos colegas que têm tiques, não jogam à bola e só brincam com as meninas, é fácil. Prova a tua honra e virilidade na equipa de rugby da nossa escola . Incrições abertas.
Vá lá, não me digam que não é genial. Combate-se a "homofobia" e promove-se o desporto escolar. Mais sugestões:
-Se a tua mãe fosse lésbica, haveria alguma diferença? Só o pormenor de tu não existires...
Como o aborto também será ensinado nas aulas de educação sexual, proposta de reacção:
-Se a tua mãe tivesse feito um aborto enquanto te desenvolvias, haveria alguma diferença? Tu não existirias, o que para os defensores do aborto é só um pormenor...
Para verem a minha tolerância e boa vontade com os iluminados do progressismo feministo-gay-abortista, sugiro até uma campanha que eles podem fazer nas escolas, pela nobre causa do aborto:
-Agora que já sabes como se fazem os bebés, queres saber como é que se matam bebés?
Esta mensagem pode ser complementada com fotografias dos instrumentos de desmembramento, perfuração e esmagamento craniano, bem como dos resultados da aplicação destes nos fetos.
Já que os bondosos defensores da causa querem facultar às adolescentes o conhecimento sobre a legislação e locais onde podem abortar os eventuais filhos que não queiram ter, e como dizem sempre que não querem jovens ignorantes sobre os factos da vida, têm que ser coerentes e mostrar a realidade nua e crua daquilo que querem promover junto das crianças como direito humano e prática responsável. Última sugestão, para lançar o debate nas aulas de português:
-Se homossexual é o mesmo que heterossexual, porque são estas palavras antónimas e não sinónimas?