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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pela liberdade, resistir ao lobby LGBT

Por André Azevedo Alves

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas.

Nos dias que correm, defender a liberdade implica, cada vez mais, resistir à ofensiva do poderoso lobby LGBT. Para que não haja confusões, importa começar por explicar que denunciar a ameaça do lobby LGBT não equivale, naturalmente, a ter qualquer hostilidade para com as pessoas em função da sua orientação sexual. Não se trata sequer necessariamente de denunciar quem defende posições ditas “progressistas” nestas matérias. Há, felizmente, muitos exemplos de pessoas que defendem essas posições e com as quais é possível ter debates produtivos e mutuamente enriquecedores.

O que está aqui em causa é denunciar uma minoria activista de pendor claramente totalitário que visa usar o poder do Estado para moldar a sociedade na exacta medida dos seus planos de engenharia social pervertida. O perigo dessa minoria é directamente proporcional à sua ampla influência nas estruturas políticas (em especial nas transnacionais), na comunicação social e nos sistemas de ensino e investigação: veja-se, por exemplo, o império dos chamados “estudos de género” e a orientação dominante – para não dizer hegemónica – desse tipo de estudos.

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas. Um bom exemplo desse ódio foram as reacções contra declarações do insuspeito Ricardo Araújo Pereira, em que este se terá queixado da crescente opressão do politicamente correcto nestes domínios.

Um exemplo irónico porque RAP tem sido desde há anos um instrumento útil nas campanhas do lobby mas também paradigmático porque, como a história política dos movimentos radicais amplamente demonstra, chega sempre o momento em que a Revolução decapita os seus filhos pródigos.

No contexto das reacções, este artigo de Isabel Moreira merece destaque por ter a virtude de dissociar explicitamente a esquerda (ou pelo menos a esquerda na qual Isabel Moreira e outros activistas similares se inserem) da defesa da liberdade, colocando-se euforicamente no campo anti-liberal. Como explicou Maria João Marques:

A defesa da liberdade não é de esquerda. De esquerda é a igualização (à força, se preciso) dos indivíduos. E são Isabel Moreira e seus amigos (os deuses nos livrem e guardem) que sabem aquilo em que devemos usar a nossa autocontida liberdade. Não é de esquerda a defesa da liberdade de expressão, tal como não é de esquerda a defesa da liberdade de cada um de nós dar o destino que bem entende ao dinheiro que ganha com a sua profissão. Também conhecida como liberdade de não sermos continuamente e crescentemente abalroados na conta bancária por via fiscal.”

É a esta ofensiva anti-liberal que urge resistir, organizando meios de resistência que devem unir todos quantos defendem a liberdade contra o ódio e a intolerância do radicalismo do lobby LGBT. A recente criação em Espanha da Plataforma por las Libertades é um bom exemplo mas está quase tudo por fazer neste domínio, ainda para mais considerando a magnitude dos poderes e interesses que é preciso enfrentar.

Chegados a este ponto, importa recordar uma passagem da importante palestra dada pelo liberal Hayek na conservadora Heritage Foundation no início dos anos 1980, intitulada “Our Moral Heritage” (pedindo desde já desculpa por não arriscar uma tradução rápida do eloquente original):

"If you look at the present world, you will find that, with the exception of communism, all the worldwide religions (whether the monotheistic creeds of the West, or the exotic religions of the East) support the two principles of private property and the family. Even though thousands of religious founders have reacted against this and have advocated religious beliefs opposed to these two institutions, their religions have not lasted very long. ‘Not very long’, in this sense, means not more than roughly a hundred years. I think that we are presently watching one such experiment already in the state of decline before its hundred years are over. Communism is, of course, one of these religions, which are anti-property, and anti-religion, which had its time, and which is now declining rapidly. We are watching one instance where the process of the natural selection of religious beliefs disposes of yet another mistaken one, and restores the basic beliefs in property and the family.”

Embora o comunismo – pelo menos na sua versão “científica” clássica – se encontre hoje quase completamente desacreditado, o testemunho da guerra contra a família passou nos nossos dias para o lobby LGBT e para os defensores da agenda radical “do género”. Tal como aconteceu múltiplas vezes no passado, importa que todos quantos valorizam a preservação e continuidade da civilização europeia e ocidental e da sua ampla matriz de liberdades se posicionem solidamente do lado certo.

Votos de um Santo Natal para todos os leitores.

Professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Fonte: Observador http://bit.ly/2htHKPz

quarta-feira, 20 de maio de 2015

É a ciência, estúpido!

Por JOÃO MIGUEL TAVARES

Não é aceitável fingir que não existe um problema e desatar a lançar a cartada homofóbica sem analisar minimamente o que está em causa.

Como imaginam, o que nunca me falta todas as semanas é gente a discordar de mim, e muitas vezes por boas razões. Mas o nível de destrambelhamento das reacções ao meu texto sobre a impossibilidade de os gays doarem sangue foi tão elevado que me sinto obrigado a regressar ao tema.

Se as reacções em matilha nunca devem muito à inteligência, aquelas que confundem questões médicas sérias com combates ideológicos são, além de estúpidas, perigosas. Praticamente ninguém se deu ao trabalho de parar 30 segundos para pensar no que estava a dizer ou justificar as razões da sua discordância com algo mais do que o batido argumento homofóbico. Para alguém, como eu, que defendeu publicamente o casamento gay e a co-adopção por casais homossexuais, a acusação é indecente e bizarra.

Miguel Vale de Almeida chegou a resumir no seu Facebook o meu texto da seguinte forma: “No fundo, [ele] diz que eu pertenço a uma subespécie. Deve ser o Homo Sapiens Homo.” Na verdade, a ter de escolher uma subespécie para Miguel Vale de Almeida, eu optaria pelo Homo Sapiens Brutus: a proibição de os gays (ou, para ser mais exacto, de os homens que têm sexo com homens) doarem sangue, seja indefinidamente seja através da exigência de abstinência sexual superior a um ano, está em vigor em países como a Alemanha, a França, o Reino Unido, a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Noruega, a Holanda, o Canadá, os Estados Unidos, a Austrália, e muitos, muitos mais. Há excepções, como a Espanha, mas perante tal lista, que inclui alguns dos países mais liberais do mundo, dificilmente alguém com dois dedos de testa poderá achar que a principal justificação para tal proibição é uma homofobia galopante.

No último surveillance report europeu sobre VIH/sida da OMS, encontramos os seguintes dados de 2013, respeitantes a Portugal: 330 novos indivíduos infectados por MSM (“men who have sex with men”) e 665 através de relações heterossexuais. Muita gente chegou então à brilhante conclusão de que estes números demonstravam que a incidência de contágio era o dobro nos heterossexuais, esquecendo um pequeno detalhe: a dimensão dos dois grupos. Se considerarmos os homossexuais masculinos 5% da população portuguesa, isso significa que a probabilidade de infecção por MSM é dez vezes superior à probabilidade de infecção por contacto heterossexual.  

E quando olhamos para a evolução dos números de novos contágios ao longo dos últimos anos, o que encontramos é isto: 1273 infecções por relações hétero em 2004, contra 260 infecções por MSM no mesmo ano. E no caso de contágio devido à toxicodependência: 608 em 2004 contra 78 em 2013. Ou seja, no intervalo de uma década, o contágio VIH hétero caiu para metade, o contágio devido ao uso de drogas diminuiu 87%, e o contágio por MSM aumentou 27%. Repito: aumentou 27% quando todos os outros caíram. Razão: à medida que a mortalidade por sida diminui, os comportamentos de risco entre gays tendem a aumentar.

Ora, a infecciologia trabalha com dados estatísticos, que valorizam grupos em detrimento de comportamentos individuais, pela razão óbvia de que uns são muito mais estáveis do que os outros. O inquérito é só um dos meios de despistagem. Donde, se há aqui alguma fobia, é em relação à ciência. Mais uma vez: nada disto significa que a questão da doação não mereça ser discutida. Claro que merece. O que não é aceitável é fingir que não existe um problema e desatar a lançar a cartada homofóbica sem analisar minimamente o que está em causa.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O HIV e a loucura do politicamente correcto.


Quando o jogo político e o politicamente correcto superam a medicina, a segurança e a saúde pública, todos nós sofremos com isso. Nós vemos isso a acontecer demasiadas vezes mas actualmente tornou-se procedimento padrão quando se fala do homossexualismo e do mortífero HIV. Por todo o mundo ocidental as elites governantes, os políticos, e até comunidades médicas politizaram o HIV/ SIDA e, consequentemente, colocaram vidas em risco. O deus do homossexualismo não pode nunca ser desafiado, questionado ou colocado em causa. Tudo tem que dar lugar a este estilo de vida perigoso e de elevado risco.

O governo Victoriano [ed: Austrália] é um exemplo perfeito do quanto que líderes descuidados e irresponsáveis dobraram o joelho em favor da religião homossexualista, colocando de lado o senso comum e o bem comunitário. O governo de Hon Denis Napthine está actualmente a distanciar-se da conferência pró-família que brevemente se irá realizar lá, qualificando-a de "homofóbica". Ao mesmo tempo. o Ministro da Saúde veio ao público afirmar que atacar aqueles que deliberadamente propagam o HIV está errado. Sim, ouviram-me correctamente. Eis o que uma agência noticiosa diz:
A única lei Australiana que criminaliza a transmissão intencional do vírus do HIV será alvo de uma reforma, afirmou o ministro da Saúde de Victória, David Davis, anúncio que foi alvo duma ovação por parte de pesquisadores do HIV . . . durante um evento satélite do "Aids 2014 Symposium" em Melbourne. (...) 
Actualmente, a lei diz que "causar intencionalmente uma doença séria" é uma ofensa criminosa em Victoria - com "doença séria" definida com o entendimento exclusivo de infecção por via do HIV. 
Davis declara ainda que, "Comprometemo-nos, juntamente com as comunidades médicas, de pesquisa e de apoio relativas ao HIV, a rever e reformar esta secção como forma de garantir que ela é não-discriminatória."
Que conversa sem sentido é esta de ser "não-discriminatória"? Nós já sabemos o que os factos revelam: a esmagadora maioria dos casos de HIV devem-se ao sexo entre homens, ou às drogas intravenosas. Se nós sabemos de modo preciso quais são os principais grupos de risco, então naturalmente que devemos colocar em foco esses mesmos grupos. E enquanto os governos fazem estas coisas, um pouco por todo o mundo as pessoas continuam a contrair o HIV devido às políticas medrosas, ao poder dos demolidores homossexuais, e também devido ao furioso politicamente correcto.

Pelo menos em alguns sítios este comportamento ainda é considerado perigoso e, consequentemente, ilegal. Levemos em consideração um caso que ocorreu no Missouri (EUA) onde um homem foi judicialmente acusado de propagar o HIV:

Magnum enfrenta agora acusações de exposição imprudente à infecção do HIV depois da polícia declarar que ele admitiu ter tido mais de 300 parceiros sexuais (..).

Como consequência do politicamente correcto entorpecedor mental e moralmente irresponsável, o HIV continua a ser uma problema enorme na Austrália. Um notícia revela:
O número de pessoas com o HIV na Austrália permanece em máximos de 20 anos. Dados anuais divulgados por parte do "Kirby Institute" revela que 1,235 novos casos foram diagnosticados no ano passado. Estes números foram divulgados antes da conferência global da SIDA que ocorrerá no próximo mês. Os dados mostram que as taxas de HIV têm estado a subir de modo consistente na Austrália desde 1999 e mais de 26,000 pessoas vivem actualmente com esse vírus. Os pesquisadores afirmam que estão preocupados com a complacência e com o facto do sexo desprotegido levado a cabo por parceiros casuais masculinos poder ser o contribuidor principal por trás do aumento.
Levemos também em consideração o que se segue, acabadinho de chegar dos EUA:
Novo relatório do "U.S. Centers for Disease Control and Prevention" declara que embora a taxa anual do diagnóstico de HIV tenha baixado em um terço na população geral, a percentagem está a aumentar entre os jovens bissexuais e homossexuais masculinos. O HIV, o virus que causa a SIDA, tem estado em queda junto dos heterossexuais, dos consumidores de drogas, e entre as mulheres, mas a taxa entre os jovens homossexuais e bissexuais aumentou em 100%.
No meu livro "Strained Relations" falo muito deste assunto, e como tal, permitam-me que finalize com algum do material do livro:

Uma vez que os procedimentos normais associados às doenças infectuosas não foram usados no caso da SIDA - devido ao medo do protestos homossexuais - é bastante claro, como já foi dito por alguns, que a SIDA tornou-se na primeira doença politicamente protegida da nação. Mas a SIDA tem que ser tratada como um assunto médico e não um tópico político. A SIDA é uma epidemia de saúde, que precisa de medidas rigorosas.

Estas medidas têm que incluir os métodos normais de prevenção de transmissão: os Departamentos de Saúde Pública devem ser capazes de saber quem tem a doença (através de monitorização de casos e rastreamento); testes de rotina têm que ser levados a cabo; a notificação dos portadores tem que ser obrigatória. Tal como disse um autor, "Temos que parar de romantizar a SIDA". Como o co-fudador da "Children’s AIDS Fund in America" colocou as coisas:

Nunca na história da medicina fizemos com que a responsabilidade pelo término duma epidemia recaísse no indivíduo portador duma doença infectuosa ou contagiosa. Durante os primeiros 15 anos da epidemia HIV/SIDA as comunidades médicas e de saúde pública retiraram-se do papel interventivo, através de diagnósticos agressivos e relatórios consistentes com a sua abordagem a doenças semelhantes.

É precisamente porque nos recusamos a tratar do HIV/SIDA como qualquer outro risco de saúde pública que actualmente pagamos um preço terrível. Um médico coloca as coisas desta forma:

Se uma nação estrangeira atacasse as nossas costas e matasse 10,000 Americanos, isso seria considerado um acto de guerra. No entanto, milhões de Americanos foram já desnecessariamente infectados por esta epidemia e irão quase de certeza morrer. A tragédia é que isto nunca deveria ter acontecido.

Basicamente, a SIDA não é primariamente um assunto de saúde mas sim um tópico que se centra num comportamento. Se o comportamento for parado (actividade homossexual, uso de drogas através de agulhas, etc), é bem possível que a doença seja parada. E isto não são os pensamentos de direitistas intolerantes, visto que uma lésbica coloca as coisas desta forma:

Vamos ser honestos. Há uma forma de parar a propagação da SIDA - chama-se abster-se do sexo. Ao contrário da doença do Alzheimer, da doença de Parkinson, ou das diabetes, pode-se tomar a decisão de não contrair a SIDA (com algumas excepções infelizes tais como a criança infectada pela mãe ou a vítima uma transfusão de sangue contaminado). Levando em conta a sua evitabilidade, não há desculpas para que a SIDA seja a maior crise de saúde que as pessoas enfrentam.

Outro homossexual, escrevendo para uma importante revista homossexual Americana, The Advocate, diz que os jovens homossexuais "encontram-se ignorantes duma doença que já está entre nós há mais de 20 ano. E se eles são homossexuais e homens, então eles são duplamente merecedores. Nós já vimos em primeira mão o que a SIDA pode fazer, mas escolhemos permanecer ignorantes em favor dos nossos desejos carnais."

Felizmente, alguma sanidade está a entrar no debate. Um importante grupo homossexual da Califórnia decidiu sair do armário - isto é, decidiu voltar para a verdade em torno da SIDA. O grupo "L.A. Gay and Lesbian Center" está a tentar atingir os homens homossexuais que se  tornaram complacentes em relação ao HIV e à SIDA. Este mesmo grupo deu início a uma enorme campanha publicitária com uma admissão franca:

O HIV é uma doença homossexual.


* * * * * * *
O motivo pelo qual o HIV não foi tratado como outra epidemia qualquer centra-se na utilidade ideológica do comportamento homossexual. Seria muito difícil para os terroristas culturais dar legitimidade ao comportamento homossexual (como forma de destruir o casamento natural) ao mesmo tempo que a comunidade médica frontalmente tenta acabar com uma das muitas consequências médicas desse mesmo comportamento.

Logo, em vez de tentar acabar com o perigo do HIV, o que teria que ser associado à propaganda contra o homossexualismo, a elite cultural do ocidente propositadamente deixou a ameaça propagar-se, evitando assim ter que se defender da sua posição pró-homossexualista.

Ou seja, as pessoas que nada fizeram para controlar o HIV são essencialmente as mesmas pessoas que defendem a normalidade do homossexualismo.

Para além disso, não é fora do contexto levar em conta os planos de "controle populacional" por parte da mesma elite que defende o homossexualismo. Segundo algumas fontes, algumas famílias globalistas usam o homossexualismo para reduzir a população do mundo (especialmente em África).

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Russos dizem "Nyet" à adopção de crianças russas por duplas homeróticas suecas.

A Federação Russa colocou um fim a todas as adopções feitas por pais Suecos seguindo uma decisão legal que proíbe a adopção internacional para países que legalizaram o pseudo-casamento homorético. Jonas Friberg da agência "Adoptioncentrum" na Suécia disse o seguinte à "Sveriges Television" (SVT):

Isto é terrível. Temos 13 crianças em orfanatos Russos que já foram oferecidos a pais Suecos e com quem até já se encontraram.

Representantes das autoridades Russas e da embaixada Sueca encontraram-se ontem para discutir a situação legal em torno da adopção de crianças Russas. Segundo a reportagem da SVT, a Rússia busca formas de estabelecer acordos com os países em questão de modo a que estes se certifiquem de que as crianças Russas não acabarão  nas mãos e pais lgbt.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Sueco já confirmou que ainda não houve início de negociações formais, mas que os encontros tem como propósito esclarecer o alcance práctico da nova lei.

Entretanto, durante uma entrevista emitida na Quinta-Feira, Vitaly Milonov (político Russo) qualificou os homossexuais de "pervertidos", alegando que as crianças estariam melhores ficando nos orfanatos Russos:

Os pervertidos? Não, isso não é aceitável. Os homossexuais são uns pervertidos e nunca deveriam ter permissão para adoptar crianças. . . . As crianças que crescem nesse tipo de ambiente ficam psicologicamente destruídas.

No dia 30 de Junho deste ano, o Presidente Russo Vladimir Putin assinou uma proposta de lei que proíbe a propaganda homossexual e "outro tipo de relações sexuais não-tradicionais junto de menores".  Os críticos da lei alegam que a terminologia da lei é vaga, e que ela ilegaliza todas as expressões dos "direitos lgbt", incluindo as paradas de Orguluho Homossexual, as mãs dadas e os beijos em público.

Para além disso, esta nova lei  está a servir de base para que os grupos afiliados aos "direitos lgbt" desenvolvam esforços tendo em vista o boicote dos Jogos de Inverno que se irão realizar em Sochi. O apelo ao boicote foi já rejeitado por alguns activistas lgbt russos, alegando que o gesto seria contra-produtivo.

A atleta Sueca Emma Green Tregarocaused provocou já algum tumulto no mundo do desporto ao pintar as unhas segundo o padrão do arco-iris como forma de "protesto silencioso" contra a lei Russa. Por outro lado, a atleta Russa Yelena Isinbayeva atacou a Cueca, afirmando que a sua atitude foi uma "falta de respeito para com o nosso país".

Fonte: http://www.thelocal.se/50596/20131004/

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Algumas pessoas podem ficar alarmadas com a frontalidade Russa em relação ao comportamento homossexual, mas há uma coisa que os distingue da Europa Ocidental: os Russos não se vergaram perante o deus com o nome de politicamente correcto, e devido a isso, eles dizem o que realmente pensam. Aqui no Ocidente, a maioria das pessoas não fala da mesma forma, não porque não pensa da mesma forma, mas porque teme represálias por parte da Gaystapo e dos seus lacaios governamentais.

Os Russos não são nem mais nem menos do que o resto da humanidade: o que se passa é que eles são livres para dizer o que pensam do comportamento homossexual.

Quando o politicamente correcto for finalmente destruído no Ocidente, muitos homossexuais ficarão genuinamente surpreendidos ao se aperceberem que a opinião que os Russos têm do comportamento homossexual é a opinião consensual entre toda a humanidade.

sábado, 13 de abril de 2013

A ditadura homossexual veio para ficar?


Um estudante de Fort Worth, Texas, foi enviado para o escritório do director da escola por declarar a um colega que acredita que o homossexualismo é uma práctica sexual errada. Holly Pope afirmou que ficou "totalmente surpreendida" quando recebeu uma chamada do assistente do director da escola (Western Hills High School) informando que o seu filho, Dakota Ary, havia sido enviado para a suspensão escolar.

O Dakota é um jovem de 14 anos com os pés bem assentes na terra,” afirmou Hollu Pope à Fox News Radio, ressalvando que o seu filho é um excelente aluno, joga na equipa de futebol da escola, e é um membro activo do grupo de jovens da igreja. “Ele tem estado na igreja desde que nasceu, e como consequência ele foi ensinado a firmar-se naquilo em que acredita.

E foi isso que lhe causou problemas. 

Dakota encontrava-se numa aula de Alemão quando a conversa passou a centrar-se na religião e no homossexualismo na Alemanha. A dada altura da conversa, Dakota virou-se para um amigo e disse que ele era um Cristão e que "ser homossexual está errado." Dakota afirmou à Fox que:
O que eu disse não foi dirigido a ninguém senão ao meu amigo que estava sentado atrás de mim. Provavelmente o professor ouviu-me. Ele começou a gritar. e disse que escreveria uma nota de infracção e enviar-me para o escritório.
Dakota foi sentenciado a um dia de suspensão na escola, e dois dias de suspensão completa.
 

* * * * * * *
Como já dito por várias pessoas no passado, o movimento gay é um movimento político que visa silenciar as vozes conservadoras, e todas as vozes que se levantam contra a agenda política da esquerda militante. Pensar que o movimento gay representa os homossexuais é o mesmo que pensar que os Nazis representavam os alemães.

Mas o mais importante nesta história é mesmo a perseguição que está ser feita aos Cristãos. uma vez que, aparentemente, não lhes é permitido ter uma opinião contrária àquela que a esquerda militante quer que a sociedade tenha. Mas esta perseguição é bastante selectiva uma vez que os muçulmanos no Ocidente dizem coisas piores que estas (apelando atè à morte dos homossexuais) mas não sofrem qualquer tipo de retaliação. Isto leva-nos a concluir que o ódio dos activistas homossexuais é dirigido exclusivamente aos Cristãos.
 
Gayzismo
 
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terça-feira, 9 de abril de 2013

Rapazes adoptados abusados sexualmente por dupla homossexual


Que tipo de pessoa normal adopta 9 pequenos rapazes? Resposta? Ninguém. Mas também, George Harasz, 49 anos, e Douglas Wirth, 45 anos, (Glastonbury, Connecticut) não eram pessoas normais.

Para início de conversa, eles "casaram-se" um com o outro em 2000, lucrando com as leis locais que elevaram artificialmente a sodomia para o estatuto mantido exclusivamente pela heterossexualidade. Depois de se "casarem", e como seria de esperar, eles adoptaram legalmente nove crianças pequenas. Nota: todos do sexo masculino (porque será?).

Quando um dos rapazes começou a alegar ter sido sido abusado sexualmente pelos dois homossexuais (a partir dos seus 6 anos), Harasz e Wirth arranjaram um bom advogado - um daqueles advogados perito nos "direitos" LGBT que usou como forma de defesa acusações de "preconceito" e "ignorância". Afinal, só uma pessoa ignorante e preconceituosa faria alguma tipo de ligação entre o homossexualismo destes homens e o seu apetite por rapazinhos, certo? 

Errado.

Os advogados alegaram que as acusações de abuso sexual eram impossíveis de provar sem qualquer tipo de evidência forense; devido a isso, acusarem o rapaz de ser mentiroso por ter inventado a história ou por ter sido abusado por outros pais adoptivos mas ter transferido a história para Haraz e Wirth. Foi arranjado um acordo legal conveniente que daria à dupla homossexual penas suspensas e algum tempo de monitorização policial.

Foi então que 3 outros rapazes "adoptados" pela mesma dupla homossexual vieram a público e alegaram terem, também eles, sido vítimas de abuso sexual. Todos eles afirmam terem sido violados e molestados durante o tempo em que viviam nesta "família" bizarra. Coincidência incríve, certo? O caso vai agora para tribunal.

Esta tragédia (abuso sexual de PELO MENOS 4 rapazes) nunca teria acontecido se os esquerdistas não se tivessem aliado à agenda homossexual, e aceite os argumentos produzidos pelos activistas LGBT de que a "paternidade" homossexual é "natural" e é um "direito" seu. Não é um direito seu.

Fonte, Via

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Antigo presidente da APA afirma que a mudança é possível


Fonte

Um antigo presidente da APA (American Psychological Association) afirma que o politicamente correcto e a ideologia homossexualista controlam a organização, e que abandonar o "estilo de vida" homossexual é possível - posição contrária àquela mantida pelas entidades responsáveis pela APA.


Dr. Nicholas Cummings, o homem que esteve à frente do movimento que lutou com sucesso para a remoção do homossexualismo da lista das doenças mentais, afirmou junto da NARTH - organização composta por profissionais de psicologia dedicados a ajudar homossexuais a pôr término ao seu auto-destrutivo comportamento sexual (como forma de levarem a cabo vidas vidas adultas normais) - afirma que é um ávido defensor dos "direitos dos homossexuais."  No entanto, ele afirmou sem reservas que os homossexuais podem mudar, e que a actual posição da APA - que declara que a mudança é impossível - é falsa.

O psicólogo Joseph Nicolosi entrevistou Cummings e este disse que, não só é possível abandonar o estilo de vida homossexual, como é um "absurdo" afirmar que os homossexuais não podem mudar. "Já passei por isso mais do que uma vez", diz ele. Para além disso, Cummings afirmou que 20% dos homossexuais que buscou a sua ajuda para abandonar o homossexualismo foram bem sucedidos.

Cummings disse que ele tinha que se "prender" à determinação do paciente, tal como aquela energizada pela religião. Mas ele afirma que os grupos dos "direitos dos homossexuais", bem como outros grupos, afirmam que estes pacientes deveriam deixar de lado a sua religião e aceitar o seu "estilo de vida." Cummings afirma que aqueles que forçam os pacientes a colocar de lado o seu desejo de parar a erotopatia não respeitam as necessidades psicológicas dos pacientes.

Cummings disse que alguns homossexuais abandonam o seu estilo de vida mas mais tarde regressam, tal como acontece com os alcoólicos e os drogados, mas há relatos de sucesso. Cummings disse também que o comité da APA que considerou a possibilidade do sucesso da terapia reparativa não permitiu que apoiantes dessa terapia fizessem parte do comité. [Ou seja, fizeram um comité para analisar a validade duma hipótese mas não permitiram que um defensor dessa hipótese fizesse parte do comité.]

Por baixo da sua aparência científica, este tipo de viés domina a APA. Ela [APA] tornou-se monolítica . . . politicamente correcta. O politicamente correcto domina, e não a ciência.
Numa segunda entrevista, Cummings descreveu a resolução de remover o homossexualismo da lista das doenças mentais.

Tomei a resolução de que gay não era uma doença mental, mas que era caracteriológico. Não só ela foi aprovada pelo Conselho de Representantes, como foi o primeiro tópico a ser levantado. Eu disse também que, com isto, a APA, caso aprovasse a resolução, votaria para continuar com as pesquisas de modo a revelar o que quer que as pesquisas demonstrassem. Ou seja, pesquisa sem viés e totalmente aberta. Nunca aconteceu.

Por esta altura, o grupo dos psiquiátras adoptou o Princípio Leona Tyler (PLT) que mandatou a disponibilização de evidências científicas para todas as suas posições públicas. Tal princípio era primordial.

Cummings disse que a APA “respeitava o PLT." No entanto "[D]e repente as coisas começaram a mudar à medida que as coisas se tornaram mais políticas que científicas” e o PLT "desapareceu". O Princípio nunca foi retirado, afirma Cummings, mas não se encontra nos anais da APA e por meados da década 90 "foi completamente esquecido". Dentro da APA, disse ele, a política começou a dominar a ciência, e os membros "escolhiam os resultados" de modo a que estes se ajustassem às suas ideias políticas esquerdistas. Uma pesquisa pelos termos "leona tyler" no site da APA não revela qualquer resultado.

Cummings diz que "o movimento gay mais ou menos que capturou a APA." (....)

A mudança aconteceu porque as posições de liderança são alternadas com membros do mesmo grupo de oficiais esquerdistas .

Há anos que cerca de 200/250 membros controlam a APA . . e eles são um grupo muito selecto.

Eles são ultra-liberais. Como tudo o que não era ultra-liberal era anátema, questionar algumas declarações em torno dos "direitos" dos gays e das lésbicas não era aceite. Isto tornou estes assuntos em assuntos relacionados com os direitos civis e não com a ciência.

Cummings ressalvou que ele é a favor dos "direitos gay" e do "casamento" homossexual, mas afirma que cada indivíduo deve decidir o que fazer com a sua orientação, e não a APA ou os activistas homossexuais. Ele afirma que as pessoas têm o direito de discordar com os "direitos dos gays" e com o "casamento homossexual", mas "entre a liderança da APA isso não é permitido. Só se ouve um dos lados do assunto."

Cumming disse que a APA precisa de fazer pesquisas honestas e levar a cabo um diálogo mais aberto em torno da terapia reparativa.

Desconectados com a realidade

Em 2006, Cummings falou numa convenção da APA e ofereceu uma longa lista de posições da APA que demonstravam que esta instituição não só estava completamente desligada do resto da sociedade, como se havia tornado numa anedota. A APA havia até tomado posição em relação ao nome das mascotes das equipas atléticas.
Este não é um assunto primordial que a sitiada profissão e ciência da psicologia enfrente.

Depois disto, ele forneceu alguns dados que demonstram como a APA está totalmente desligada dos americanos:

Embora um enorme corpo de evidências exteriores à psicologia demonstrem que crianças criadas só por um dos pais são mais susceptíveis de se envolver em problemas durante a adolescência e durante a vida adulta, porque é que a psicologia não está a analisar isto? Não será porque é politicamente incorrecto questionar as alternativas ao casamento tradicional? A mulher tem o direito de ser mãe solteira, mas não temos nós a obrigação de a ajudar a tomar uma decisão mais informada?

As raparigas adolescentes que são sexualmente activas são três mais susceptíveis de sofrer de depressão, e de levar a cabo tentativas de suicídio, do que as raparigas que não são sexualmente activas. Onde está a pesquisa psicológica em torno disto? Será porque é politicamente correcto aconselhar as adolescentes a usar latex mas incorrecto encorajá-las a evitar o sexo precoce ?

Cummings queria também saber o porquê dos psicólogos não estudarem o papel da oxitocina, hormona feminino libertado após actividade sexual, que pode "justificar o porquê das jovens mulheres se sentirem mais devastadas que os homens com a casualidade do sexo casual."

Seria de interesse prioritário os psicólogos estudarem que a emissão da oxitocina pode ser condicionada, normalmente com consequências inesperadas - tais como causando que a fêmea seja mais susceptível que os homens a entrar em depressão durante relações superficiais. Ou então confiar demasiado em homens que não mereçam. Onde está a pesquisa psicológica? É politicamente incorrecto afirmar que os homens não são iguais aos homens, neste ponto?

Os médicos não hesitam em avisar as mulheres de que elas são duas vezes mais susceptíveis que o homem de contrair cancro do pulmão. Eles não hesitam em dizer às mulheres que elas são várias vezes mais susceptíveis que os homens de sofrer algum tipo de doença devido a consumo excessivo de álcool. Será que eles têm um compromisso mais forte com a ciência e mais fraco com o politicamente correcto do que nós? 

Outra falta de harmonia entre os psicólogos e os americanos envolve a religião, diz ele: “60% dos físicos e dos químicos nas faculdades professam algum tipo de afiliação religiosa, ao mesmo tempo que só 10% dos psicólogos o faça.”

A religião é vista como não-científica. Serão os físicos menos científicos do que nós, que habitamos dentro das assim-conhecidas ciências inexactas, ou estão eles menos preocupados com o politicamente correcto? Quase 90% dos americanos expressa crença em Deus. Será que esta desarmonia está a causar a que mais e mais americanos religiosos desconfiem da psicoterapia e peçam por mais conselheiros com filiação religiosa, resultando na rápida prolifieração de centros de aconselhamento baseados na fé religiosa?

Os homossexuais podem mudar

Cummings descreveu também de forma detalhada o seu trabalho com homossexuais. Durante os seus 20 anos de exercício junto dos homossexuais de São Francisco, ele e a sua equipa viram cerca de 18,000 pacientes. Segundo Cummings, a maioria deles não queria mudar, mas chegavam ao seu consultório ....

. . devido aos mais variados motivos e insatisfações em torno do seu estilo de vida, que eventualmente expressavam um desejo de mudança. Estes motivos incluiam a natureza transitória dos seus relacionamentos, repugnância ou sentimentos de culpa devido à promiscuidade, medo das doenças, o desejo de ter uma família tradicional, etc..

Não sei exactamente quantos é que expressaram à partida um desejo de mudar, mas era uma minoria - possivelmente menos de 10% dos 18,000 pacientes (...)


* * * * * * *

Assumindo os 18,000 reportados pelo Dr Cummings, e sabendo que 20% dos 10% de homossexuais que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo eram bem sucedidos, isto significa que 360* homossexuais foram bem sucedidos em abandonar o homossexualismo. Isto só com um profissional.

Levando em conta os 20 anos de exercício de actividade, podemos também deduzir que cerca de 18 homossexuais abandonavam o homossexualismo todos os anos (mais do que um por mês!). E isto é aquilo que os esquerdistas e os activistas homossexuais afirmam ser "impossível".

* 10% de 18,000 (aqueles que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo) = 1800
* 20% dos 1800 (aqueles que eram bem sucedidos) = 360

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dr. Rick Fitzgibbons: as consequências médicas do homossexualismo estão a ser ignoradas por motivos ideológicos

Em 2003 a Zenit News publicou uma entrevista alongada com o Dr. Rick Fitzgibbons onde foram discutidas as  consequências médicas sérias do comportamento homossexual que estão a ser ignoradas - senão suprimidas - durante o actual debate em torno do homossexualismo. O Dr. Fitzgibbons não só é o principal contribuinte da declaração "Homosexuality and Hope" levada a cabo pela "Catholic Medical Association", como é também alguém que já falou inúmeras vezes deste assunto.

Fitzgibbons indicou que as recentes alterações históricas em torno da visão institucional do homossexualismo não ajudaram aqueles que se encontram a agir de acordo com esta disposição. Ele afirma que "O homossexualismo foi diagnosticado e tratado como doença do foro psiquiátrico - comportamento anormal - até 1973, quando foi retirado da "Diagnostic and Statistical Manual" meramente como resultado de pressão política."

Ele continua afirmando que "As prácticas sexuais nas quais os homossexuais se envolvem acarretam consigo riscos de saúde sérios e doenças. Especificamente, a sodomia como um comportamento sexual está associada a significativos problemas que podem colocar a vida em risco." Durante a entrevista, e de modo mais detalhado, Fitzgibbons  fornece as evidências que confirmam as suas alegações e os resultados das pesquisas que ele e outros levaram a cabo em torno deste assunto.

Em torno das consequências mentais, Fitzgibbons declara que existe "uma forte ligação entre o sexo homossexual e o suicídio, bem como uma conexão entre o homossexualismo e problemas emocionais e mentais."

Os jovens que exibem este tipo de desordens eram quatro vezes mais susceptíveis que os seus pares de sofrer depressão séria, três vezes mais susceptível de sofrer desordem de ansiedade generalizada, quase quatro vezes mais susceptíveis de exibir desordens comportamentais, cinco vezes mais susceptíveis de ter uma dependência com a nicotina, seis vezes mais susceptíveis de sofrer de desordens múltiplas, e de serem mais de seis vezes mais susceptíveis de ter tentado o suicídio.

Os activistas homossexualistas afirmam que a causa primária por trás dos problemas mentais experimentados pelas pessoas que tomam parte em actos homossexuais é a falta de aceitação social, mas Fitzgibbons disponibiliza evidências que refutam esta alegação. Ele reporta que um extensivo estudo levado a cabo na Holanda, onde o homossexualismo foi aceite há já algum tempo - sendo até protegido pela lei - indica que  a "doença psiquiátrica não pode ser atribuída à rejeição social ou à homofobia".

A elevada taxa de desordens psiquiátricas associadas ao comportamento homossexual na Holanda contradiz a alegação dos activistas homossexuais em torno da causa destes transtornos presentes junto dos homossexualistas.

Fitzgibbons expressa preocupação de que as pessoas envolvidas no homossexualismo tenham sido abandonadas num estilo de vida de elevado risco pela maior parte dos grupos médicos  que "adoptaram a agenda homosexual e estão a promover este estilo de vida, apesar de todos os estudos científicos e evidências médicas demonstrarem a existência de riscos médicos e psicológicos."

Fitzgibbons diz ainda que "a agenda homossexual politicamente correcta está a sobrepor-se à ciência."
 

...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pedofilia ou assédio homossexual?

A revista New York Times Magazine contém um longo artigo que conta a história de professores (homens) duma escola dispendiosa de Nova York (NY) que, há uma geração atrás, actuaram de forma inapropriada com os alunos masculinos.
Prep-School Predators
The Horace Mann School’s Secret History of Sexual Abuse

A Horace Mann é uma escola K-12 mas quase todos os exemplos dados no artigo envolvem turmas 7-12. Por exemplo, o artigo da NYT descreve um incidente onde o director homossexual da Horace Mann e o seu namorado de meia-idade encheram o autor, então com 17 anos, e o seu colega Eric (também de 17 anos) com álcool ao mesmo tempo que ignoravam o irmão mais novo do autor (que tinha 12 anos):
No final do jantar, eu e o Eric vocalizamos uma frase de saída pré-combinada, agradecemos os nossos anfitriões, agarramos no meu irmão e conduzimos dali para fora, bêbados, deixando que os dois homens pagassem a conta e terminassem a noite como eles bem entendessem.
Estes homens de meia idade foram motivados pela pedofilia ou pelo normal comportamento homossexual? Isto é o mesmo que perguntar se o pai do Barack Obama foi motivado pela pedofilia ou pelo normal comportamento heterossexual quando engravidou a mãe do actual presidente americano quando esta tinha 17 anos.

Se formos ver a definição da palavra "pedophilia" na Wikipedia, lemos:
Este artigo centra-se no interesse sexual dirigido a crianças pré-púberes Para o acto sexual, ver "Abuso sexual de crianças". Para o interesse sexual primário dirigido a pubescentes com idades entre os 11-14 ver Hebefilia. Para o interesse em adolescentes com idades entre os 15 e 19, ver efebofilia.
Como diagnóstico médico, a pedofilia, ou paedofilia, é definida como uma desordem psiquiátrica presente nos adultos, ou adolescentes mais velhos (com mais de 16 anos), tipicamente caracterizado por interesse primário ou exclusivo em crianças pré-púberes (geralmente com 13 ou idades inferiores).
Fico sempre fascinado como a mente humana tem dificuldade em ter opiniões mistas em relação a alguém. Isto leva-nos a dicotomizações na sabedoria convencional. Por exemplo, durante a minha vida, Charles Darwin tem sido promovido de um estatuto de santo para um estatuto quase divino. Ao mesmo tempo, o seu meio-primo e sucessor Francis Galton tem sido demonizado como o bode expiatório, culpado por todas as consequências infelizes da revolução Darwiniana.

De modo semelhante, durante a última geração nós temos sido instruídos em torno da tese "Gay é Bom", ao mesmo tempo que atravessamos frenesins de repugnância dirigidos à pedofilia. Devido a isto, nada de mau pode estar relacionado com o homossexualismo: tem que ser a pedofilia.

Hão-de reparar que o conceito de "assédio homossexual" practicamente não existe na nossa cultura. Do mesmo modo, a apropriada noção de "máfia gay" não é popular quando se fala neste tipo de acobertamentos, onde alguns infractores têm margem de manobra para levar a cabo as suas prácticas durante anos, enquanto outros são dispensados de forma silenciosa e com uma boa carta de recomendação.

Em 1948 George Orwell ressalvou a vantagem política da inexistência de termos.

Fonte

* * * * * * *

Essencialmente o que o texto diz é que, por motivos puramente ideológicos [politicamente correcto] certos grupos sociais - neste caso, a minoria homossexual - vêem o seu estilo de vida elevado para um patamar de tal pureza moral que nada de mau pode ser associado ao mesmo.

Quando, por exemplo, se vê homossexuais a predar sobre jovens de 13-17 anos, a sabedoria actual diz-nos que isso nada tem a ver com o homossexualismo, mas é, sim, algo que deve ser discutido exclusivamente dentro do âmbito da pedofilia. Não passa pela cabeça dos engenheiros sociais que uma não invalida a outra.

domingo, 3 de junho de 2012

Ciência politicamente incorrecta

Terapia de Conversão, que ajuda homossexuais que lutam para acabar com atracção indesejada, foi banida pelo Senado do Estado da Califórnia. Este gesto nada mais é que um apoio político a um estilo de vida conhecido por causar o suicídio, doenças e depressão.

Christopher H. Rosik, Ph.D. da National Association for Research and Therapy of Homosexuality escreveu uma resposta detalhada aqui.

O que isto significa é que se tu és um homossexual que vive na Califórnia e queres abandonar esse estilo de vida auto-destrutivo, provavelmente vais ter que sair do Estado para procurar ajuda profissional.

Por aqui se vê que o activismo sodomita é um ataque à liberdade.

Independentemente de se ser contra ou a favor do comportamento homossexual, usar o poder político para se impedir profissionais de saúde de assistir quem voluntariamente busque a sua ajuda está errado.

Uma coisa é alguém esta "feliz" nesse estilo de vida mas outra é alguém estar infeliz e buscar ajuda profissional. Segundo o activismo gay, é preferível alguém estar infeliz mas dentro do homossexualismo do que alguém pedir ajuda para sair dum estilo de vida que o deixa insatisfeito.

Para além de tudo o resto, incidentes como este demonstram que não são os conservadores que são anti-ciência mas sim a esquerda militante. Para os esquerdistas, ciência só é válida se puder ser usada em seu favor. Se por acaso um dado científico ou experiência médica mitigar contra alguma das suas "vacas sagradas", então eles usam o poder político para o censurar.

sábado, 19 de novembro de 2011

Governo canadiano em vias de repelir cláusula "discurso de ódio"

O governo federal canadiano oficialmente apoiou um projecto de lei que visa repelir uma provisão polémica conhecida por "discurso de ódio". Há já alguns anos que a mesma tem sido consistentemente usada para perseguir Cristãos e movimentos conservadores.

Os Conservadores canadianos, para além de possuírem uma maioria considerável em ambas as casas do governo, esperam atrair algum tipo de apoio entre as bancadas opositoras.

O MP Conservador Brian Storseth disse:

O nosso governo defende que a secção 13 não é um método eficiente para combater a propaganda de ódio. Acreditamos que o Código Criminal é o melhor veículo para processar tais crimes.

Aos nossos opositores políticos, nós dizemos, coloquem-se do lado dos média. A revista Maclean, o National Post e até o Toronto Star defendem que esta secção tem que ser rejeitada.

Há já algum tempo que os críticos defendem que esta polémica cláusula é o equivalente a um "crime de pensamento". A cláusula proíbe "qualquer tipo de material que possa ser susceptível de expor pessoas ou grupos ao ódio e ao desprezo" se a pessoa ou os grupos são "identificáveis com base numa plataforma de descriminação proibida".

Esta provisão tem sido usada para atacar de modo particular os Cristãos e os conservadores, especialmente aqueles que defendem a visão Cristã do auto-destrutivo comportamento homossexual. Nos anos mais recentes, a provisão tem sofrido oposição crescente muito devido aos casos mediáticos envolvendo escritores conservadores como o Ezra Levant ou o colunista Mark Steyn e as suas críticas ao extremismo islâmico.

O Partido Conservador aprovou a resolução com mais de 90% de apoio. Até mesmo o tribunal Canadiano dos Direitos Humanos determinou em 2009 que a secção 13 era inconstitucional. Este passo determinou o fim da taxa de condenação a 100% que a secção havia atingido. Dito de outra forma, todas as pessoas que haviam sido acusadas com base nesta secção, haviam sido declaradas culpadas.

Falando no seu programa, The Source, Ezra Levant disse que, com o apoio governamental, "o projecto de lei era practicamente uma lei governamental".

Com maiorias em ambas as casas [House e Senate], este projecto de lei practicamente já foi aprovado. A partir de agora acabaram as caças às bruxas por parte da Comissão Canadiana dos Direitos Humanos [CCDH] , acabaram as perseguições aos seus inimigos, que eram tão frequentes como os seus inimigos religiosos.
Durante os últimos 10 anos, ressalvou Ezra, a CCDH "efectivamente declarou que o Cristianismo era ofensivo e discurso de ódio".
Hoje é um grande dia, não só para os conservadores e para os Cristãos, mas para todos os canadianos que acreditam nos verdadeiros direitos humanos; o direito humano à liberdade de expressão e liberdade religiosa.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Pode a normalização da pedofilia estar eminente?

Não era preciso uma bola de cristal para se vêr que, depois da homossexualidade, a pedofilia seria próxima perversão a ser oficialmente normalizada pelos líderes da esquerda Para além dos esquerdistas, poucas pessoas negam a ligação entre a pedofilia e a homossexualidade.

Segundo nos relata esta notícia, se um pequeno grupo de psiquiatras e outros profissionais de saúde mental conseguirem levar a cabo os seus planos numa conferência a realizar esta semana, os próprios pedófilos poderão desempenhar um papel importante na remoção da pedofilia da lista de desordens mentais da "bíblia" dos psiquiatras, a "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM).

A edição de 2013 vai ser alvo de uma revisão significativa e como tal, os pedófilos querem usar o mesmo método usado pelos sodomitas no passado: fazer pressão junto dos profissionais como forma de validar a sua perversa atracção sexual por crianças. Os críticos justificadamente avisam que isto pode levar à descriminalização da pedofilia.

A conferência a realizar em Baltimore daqui a 2 dias é patrocinada pelo B4U-ACT, um grupo composto por "profissionais" de saúde mental pró-pedofilia e activistas simpatéticos. De acordo com a brochura da conferência, o evento irá examinar "formas como as pessoas com atracção por menores [pedófilos] podem estar envolvidos no processo de revisão do DSM 5" e como a percepção popular em relação à pedofilia pode ser reajustada como forma de encorajar a tolerância.

Lá está a palavra mágica do esquerdismo político: "tolerância". Todos nós temos que aprender a ser tolerantes das perversões que ajudem os esquerdistas a ter maior controle sobre as nossas vidas - quer seja a destruição da família através do aborto e da promoção da sexualidade, quer seja com a imigração em massa como forma de aumentar o número de pessoas que votam à esquerda.

Até 1973, a homossexualidade era qualificada pelo DSM como uma doença mental. Isso agora mudou devido a uma forma mais severa de doença mental chamada de "politicamente correcto". Agora, a aceitação da depravação sodomita é mandatória. O mesmo vai eventualmente acontecer com o abuso sexual de crianças, se a esquerda política conseguir levar a cabo os seus planos.

A Drª Judith Reisman, defensora das crianças, afirmou que a conferência faz parte duma estratégia que tem em vista o condicionamento das pessoas para a futura aceitação da pedofilia.

A primeira coisa que eles fazem é livrar a pessoa dos pensamento em torno do que o agressor faz criminalmente, e pô-las a pensar no estado emocional do pedófilo - para pensarem nele como alguém que considera o seu estado emocional, e gerarem empatia e simpatia.

Tu não mudas a nação duma só assentada; tens que mudá-los condicionando-os. O propósito e pôr os pedófilos fora da prisão.

Segundo a Drª Reisman, os pedófilos geralmente abusam várias crianças antes de serem finalmente apanhados.

Os dados relativos aos pedófilos em liberdade condicional confirmam que não só estes predadores repetem os seus crimes contra as crianças, como em algumas situações eles escalam-nos até ao assassínio.

Mas o mais importante não é a segurança das crianças, mas sim que os pedófilos não sejam vítimas de descriminação e "intolerância". Mais alguns anos e vai ser ilegal despedir de centros infantis pessoas que se venha a saber mais tarde terem um passado pedófilo.

Reisman avisa que a desclassificação da pedofilia como uma doença mental pode resultar na remoção dos estatutos que visam a defesa das crianças uma vez que a lei segue sempre o conselho dos psiquiatras. Ela dá como exemplo a normalização (por parte dos psiquiátras) do sado-masoquismo, exibicionismo. e a homossexualidade como precedentes.

-Fonte-


A sociedade deveria ter traçado uma linha não transponível há muitos atrás mas a maioria moral foi recuando sob receios de ser acusada de "retrógada" ou "intolerante".

Pois bem: eis aí os resultados desse recuo: os activistas homossexuais e as aborcionistas agora entram pelas escolas a dentro e "ensinam" qual o melhor comportamento sexual - que, sem surpresa alguma, é sempre um que está de acordo com o que esses grupos minoritários pensam.

nambla
Tolerância.

“O mundo é frequentemente mau, superintendente. Nada podemos contra isso. No entanto, temos sempre de lutar contra o mal.
(“Crime no Museu Britânico” , J.B. Livingstone, página 212)

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." - 2 Timóteo 4:7

terça-feira, 5 de julho de 2011

Fascismo Sodomita Anti-Cristão

VIENA, Áustria, 13 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Nem mesmo a profissional experiente em guerra cultural estava preparada para as intimidações que recebeu num encontro oficial de direitos humanos da União Europeia. Ela também não estava preparada para presenciar o que viu: ativistas homossexuais dando vivas por condutas violentas contra os cristãos.
Dra. Gudrun Kugler
A Dra. Gudrun Kugler dirige uma organização de direitos humanos com sede em Viena chamada Observatório da Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa, a qual monitora e registra o que alguns chamam de “cristianofobia”.

O professor Joseph Weiler da Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque inventou o termo depois que Rocco Buttiglione foi rejeitado em 2004 para um cargo de elevada posição na Comissão Europeia por suas convicções cristãs acerca da homossexualidade.

A discriminação contra os cristãos por suas convicções está crescendo no mundo inteiro, inclusive no que alguns consideram ser a Europa tolerante. Alguns meses atrás, um casal cristão foi informado de que não mais poderia trabalhar como pais adotivos pelo fato de que tinham a opinião cristã sobre a homossexualidade. Um eletricista governamental do Reino Unido recentemente enfrentou demissão por mostrar um crucifixo no painel de instrumentos da van de sua empresa. Uma multidão em Bruxelas deu vivas quando um arcebispo foi atacado com tortas de creme.
No ano passado, Kugler foi aceita na comissão consultiva da Plataforma de Direitos Fundamentais da Agência de Direitos Fundamentais, uma convenção de organizações não governamentais preocupadas com direitos humanos.

A aceitação dela não ocorreu sem polêmica. Kugler é conhecida por se opor a adoções de crianças por duplas gays. Ela foi investigada por um funcionário da Agência por três meses para garantir que a “oposição dela à adoção de crianças por duplas gays não seja uma violação de direitos fundamentais”.

O que Kugler sabe é que boa parte da discriminação contra os cristãos na Europa vem dos grupos homossexuais de pressão política e legal e que muitas vezes a agenda homossexual triunfa sobre a liberdade de religião em áreas oficiais.
No mês passado Kugler apresentou um documento elaborado por sua organização, o Relatório de Cinco Anos de Intolerância contra os Cristãos na Europa, na conferência sobre sociedade civil da Agência. Num informe no site MercatorNet.com Kugler disse que “estava consciente de que minha audiência não seria favorável, já que o combate à homofobia é sempre a principal preocupação desses encontros”.
Apesar disso, Kugler sugeriu para a organização que a realização de um “beijaço” na Catedral de Notre Dame em Paris não era algo que demonstrava respeito aos cristãos. Ela disse que imagens anticristãs em paradas homossexuais, inclusive deboches do crucifixo, eram demonstrações semelhantes de falta de respeito.
Kugler sugeriu: “Ninguém deveria ser mandado para a cadeia por declarar de forma respeitosa uma opinião que não defende o uso de violência”. A multidão de direitos humanos gritou “Não!” Alguns responderam: “As pessoas deveriam ir para a cadeia pelo que dizem, se for um comentário negativo contra um grupo minoritário vulnerável…” [Excepto se o grupo minoritário for um grupo Cristão - Mats] Kugler disse que um funcionário da Agência de Direitos Fundamentais fez com a cabeça sinal de que estava concordando.
Kugler também relatou para o grupo como uma farmácia de Berlim sofreu vandalismo por recusar vender a pílula do dia seguinte, que tem função às vezes micro-abortiva. As janelas da casa do farmacêutico foram quebradas e sua farmácia foi destroçada. Um dos participantes gritou: “Muito justo!”
Kugler escreveu no MercatorNet que ela “ama os direitos humanos, e estou contente com o fato de que os direitos humanos estejam ocupando um lugar tão proeminente na sociedade de hoje. Mas eles são vulneráveis ao fundamentalismo e às ideologias. Enquanto os direitos fundamentais forem usados para promover a agenda de alguns grupos radicais, eles nunca serão plenamente respeitados”.
Publicado com a permissão de C-Fam.org
Artigos relacionados:

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Homocéptico

por Orlando Braga

O médico inglês P. J. Saunders, recorrendo ao Urban Dictionary, faz a distinção entre “homofobia” e “homocepticismo”.


Segundo o Urban Dictionary, “um homocéptico é alguém que não odeia homossexuais, mas que não concorda com o princípio da homossexualidade em termos morais e/ou éticos”.

Esta é a definição de “homocéptico”, ou seja, é a sua noção.

Saunders elabora o conceito de “homocepticismo” a partir da noção extraída do Urban Dictionary, acrescentando-lhe algumas características secundárias, a ver:

  • A homossexualidade não é determinada geneticamente;

  • A tendência homossexual não é imutável;

  • A tendência sexual não é uma característica biológica — como são características biológicas a raça, o sexo, e a cor da pele ou a cor dos olhos, etc.;

  • A atracção homossexual não deve ser incentivada pelo sistema de ensino; pelo contrário, deve ser contrariada com apoio médico especializado.

Quando alguém te chamar “homófobo”, responde-lhe que és “homocéptico”. Para além de eventualmente poderes baralhar o teu interlocutor, ele vai ser obrigado a dizer que “homofobia” é a mesma coisa que “homocepticismo” — e aí poderás invocar, como toda a legitimidade, o argumento segundo o qual o gayzismo é uma ideologia política totalitária.

sexta-feira, 4 de março de 2011

A Revolta

Curiosa irritação, só porque ouviu um indivíduo a dizer que os gays que conhecia não eram felizes.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Homofobia, por João César das Neves

Hoje quem manifeste oposição ou desagrado pelas práticas homossexuais é logo repudiado violentamente como homofóbico. Isto nasce de dois erros elementares acerca dos direitos democráticos.

Uma atitude chauvinista ou xenófoba é justamente repudiada entre nós porque manifesta desagrado por aquilo que outro cidadão é em si mesmo, o que viola o princípio da igualdade em que a nossa sociedade se baseia. Mas na homossexualidade não se trata do que a pessoa é, mas do que faz. Não é raça ou sexo, mas acção, modo de vida. As pessoas nascem com as suas características étnicas e físicas, não com opções sexuais.

Os activistas têm-se esforçado por demonstrar que a orientação sexual é genética e natural. Mas, mesmo que o consigam (o que está longe), nunca podem ir além de uma inclinação, orientação. As pessoas não vivem pré-determinadas nem perdem a capacidade de escolha. Também há quem nasça com temperamento colérico e agressivo e isso não nos impede de repudiar a violência.

Em segundo lugar, é preciso lembrar que existe um crime muito grave chamado homofobia, que consiste em agredir e prejudicar alguém por ser homossexual. Mas isso é muito diferente da liberdade de opinião acerca da prática. Também há quem seja abertamente contra a Igreja, o que é legítimo na sociedade livre, sem que tal se confunda com a perseguição religiosa concreta, proibida pela lei.

Na cultura actual a homossexualidade é geralmente tolerada. O direito que hoje sofre discriminação é a liberdade de expressão dos que pensam que ela é uma perversão.

(Fonte)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Propostas de Reacção

Para o caso de ser bem sucedida a pressão que se faz por estes dias para que este cartaz seja distribuido às crianças da escola pública, deixo aqui algumas sugestões de slogans e mensagens para uma campanha de reacção ao gayzismo nas escolas públicas. Se o homossexualismo puder ser promovido na escola pública como normal e natural, a crítica ao homossexualismo como desviante e destrutivo, também terá de ser respeitada e admitida no mesmo local. Nos folhetos a distribuir nas escolas sugiro:

-Há adultos que têm comportamentos sodomitas e lesbianos. A escola não serve para te preocupares com aquilo que excita sexualmente determinados adultos. Se um adulto estranho, como um professor, te questionar sobre a tua intimidade, práticas ou desejos sexuais, chama a polícia e alerta os teus pais!

Pode-se também usar fotos de crianças e colocar as seguintes mensagens:

-Elas são do sexo feminimo. O lesbianismo não é característica identitária.

-Eles são do sexo masculino. Não existe gene gay.

-Não existe identidade homossexual. Os bebés nascem meninos e meninas.

A imagem de um bebé recém-nascido podia ser assim legendada:

-Achas que as pessoas perguntam se o bebé é gay ou lésbica; ou se é menino ou menina?

Mais ideias que me ocorreram:

-Como aprendeste nas aulas de biologia, há o aparelho digestivo, e há o aparelho reprodutor. Não aceites boleias, conversas ou amizades com adultos que dizem não existir diferença entre os dois.

Para não dizerem que eu não me importa com o terrível flagelo da violência "homofóbica" nas escolas portuguesas ( ainda esta semana foram mais dez mortos):

-Jovem, meter medo e bater nos colegas que têm tiques, não jogam à bola e só brincam com as meninas, é fácil. Prova a tua honra e virilidade na equipa de rugby da nossa escola . Incrições abertas.

Vá lá, não me digam que não é genial. Combate-se a "homofobia" e promove-se o desporto escolar. Mais sugestões:

-Se a tua mãe fosse lésbica, haveria alguma diferença? Só o pormenor de tu não existires...

Como o aborto também será ensinado nas aulas de educação sexual, proposta de reacção:

-Se a tua mãe tivesse feito um aborto enquanto te desenvolvias, haveria alguma diferença? Tu não existirias, o que para os defensores do aborto é só um pormenor...

Para verem a minha tolerância e boa vontade com os iluminados do progressismo feministo-gay-abortista, sugiro até uma campanha que eles podem fazer nas escolas, pela nobre causa do aborto:

-Agora que já sabes como se fazem os bebés, queres saber como é que se matam bebés?

Esta mensagem pode ser complementada com fotografias dos instrumentos de desmembramento, perfuração e esmagamento craniano, bem como dos resultados da aplicação destes nos fetos.

Já que os bondosos defensores da causa querem facultar às adolescentes o conhecimento sobre a legislação e locais onde podem abortar os eventuais filhos que não queiram ter, e como dizem sempre que não querem jovens ignorantes sobre os factos da vida, têm que ser coerentes e mostrar a realidade nua e crua daquilo que querem promover junto das crianças como direito humano e prática responsável. Última sugestão, para lançar o debate nas aulas de português:

-Se homossexual é o mesmo que heterossexual, porque são estas palavras antónimas e não sinónimas?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Relíquias

Texto originalmente publicado no blogue Paio Com Ervilhas, a 28 de Junho de 2010.


Este fim-de-semana parece que uns indivíduos tiveram o apoio do município de Lisboa para exibirem em pleno Terreiro do Paço o famoso orgulho pelos desejos e práticas sexuais a que livremente aderem, algo que, em princípio, só lhes diria respeito a eles. Lamentavelmente não tivemos nenhuma choradeira dos laico-republicanos ateus, como sabemos sempre defensores dos bons princípios de neutralidade estatal e boa utilização dos dinheiros públicos. Ontem até deve ter dado para alguns se juntarem à festa.
Quem também não faltou foram as crianças, no simpático espaço a que puseram o nome arraialito. Achei muito graça quando vi, na mesma reportagem televisiva, uns meninos a rabiscarem uns desenhos num espaço que parecia uma creche ao ar livre e, mais à frente, um marmanjo de tronco nu decorado com tiras de cabedal e argolas de metal, a servir cervejas num barraco onde se podia ler "fetiche" e "sado-masoquismo". Aí está um bom ambiente para as crianças explorarem as suas capacidades cognitivo-artísticas, a partir dessas temáticas, infelizmente, nem sempre presentes no dia-a-dia infanto-juvenil.
Não sei porquê, mas há qualquer coisa no ar que me lembra aquele livro do Eça, "A Relíquia"...
Nestes tempos de forte moralismo sexual, as titis são ateias e esquerdistas. A original sofria só de pensar na inevitável necessidade de haver relacionamento sexual para se gerar vida; as actuais ficam em pânico perante a possibilidade de alguém não ter relações sexuais ou de não conhecer todos os pormenores de todas as taras. E então, lançaram uma catequese sexual ateio-progressista toda catita para salvarem os filhos de toda a gente do infernal estado de não prazer sexual. A titi original infernizava a vida do sobrinho Raposo, e porque ele queria. As titis progressistas infernizam a vida de todos, incluindo aqueles que não querem ser seus herdeiros.
Vejamos o caso típico da titi psicóloga/psiquiatra. Caso a senhora, ou o senhor, se tenham especializado em estudos sexuais, aparecem com o título de "sexólogos" e isto basta-lhes para se considerarem médicos/psicólogos de toda a população portuguesa. Se numa sociedade sadia as pessoas procuram um "sexólogo" se assim o entenderem por causa de algum distúrbio psíquico ou fisiológico, no Portugal de hoje os sexólogos são elevados à categoria de filósofos de Ética e referências morais. Supostamente são especialistas em doenças e disfunções, mas acabam como coordenadores dos conteúdos das aulas de educação sexual escolar. Se isto não é tratar a população portuguesa como um bando de atrasos mentais, sobre os quais uns iluminados positivistas têm o dever e o direito de levar a cabo uma reconversão moral, nada o será. Chegámos a um ponto em que técnicos de áreas científicas, acham-se no direito de impor como discurso único aquilo que é ou não normal em termos comportamentais, atentando contra a epistemologia mais básica, liberdade individual, e direito dos pais a educarem os seus filhos com os valores que considerem mais apropriados. O estado vai deixar de ser laico e o fim da neutralidade começará pelo reconhecimento de uma moral oficial sobre sexualidade.
Para percebermos que moral é essa, nada melhor do que dar a palavra a uma famosa titi sexóloga,digna representante da brigada de bons costume que vos falo:
"Os miúdos deviam brincar com preservativos desde a 4.ª classe, para se habituarem a usá-los e encará-los como uma segunda pele" (...) Hoje, normal é tudo o que os parceiros envolvidos consintam"
Quando os jornalista são confrontados com alarvidades destas, ficam maravilhados. Afinal, é uma "especialista" e "doutora" quem afirma tais coisas, e não há possibilidade de as colocar em causa. Seria preciso muito atrevimento para questionar a titi, em que medida a sua licenciatura lhe dá autoridade profissional para classificar preservativos como brinquedos infantis ou condutas comportamentais como "normais", pela referência "tudo o que consintam". Com silêncios cúmplices perante coisas destas, ao longo dos anos as titis ganharam terreno e agora elas é que mandam. Não será de admirar que, mais dia menos dia, as crianças que frequentam os arraialitos do louvor à sodomia e sado-masoquismo, não sejam só os filhos e sobrinhos das titis progressistas. Não lhes será muito difícil lembrarem-se de convidar escolas a organizarem excursões e visitas de estudo a espaço tão didáctico. Uma verdadeira terra prometida, em que os pobres raposinhos guardarão para sempre tesourinhos e relíquias na memória..

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Espaço infantil do Festival "Queres casar? Casa no arraial. Com ele, com ela, com o que tu quiseres."



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