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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Escola força equipas femininas a incluir rapazes "transgéneros"

Por "These Last Days News" (17 de Dezembro de 2014)

O conselho estadual que supervisiona o desporto das escolas preparatórias em Minnesota votou de modo maciço em favor de se permitir que os estudantes "transgéneros" (isto é, rapazes que se identificam como "meninas") possam participar nos desportos femininos.

Depois duma tentativa falhada no início deste ano de instalar regras novas controversas "inclusivas" para os atletas "transgéneros" das disciplinas desportivas do ensino secundário, o Minnesota State High School League votou 18-1, com uma abstenção, para aprovar a medida que visa permitir que rapazes que se identificam como meninas participem dos desportos para meninas.

Em Outubro, o conselho administrativo da Minnesota State High School League votou em favor duma discussão da política de modo a dar aos mais de 500 membros mais tempo para darem o feedback das suas ideias. A primeira vez que a liga escolar se reuniu para considerar o voto gerou uma tempestade de controvérsia. Essas críticas foram os motivos que levaram a que o conselho adiasse a consideração das regras até agora.

A Twincities.com reportou:

A proposta, que sofreu muitas revisões durante o ano passado, encontra-se subdivido em três categorias como forma de ajudar os membros escolares com as determinações em torno da ilegibilidade: a pessoa transgenera, a identidade de género, e expressão de género. A política existirá para todas as escolas que fazem parte do MSHSL, mas algumas excepções dentro dos estatutos de Minnesota existem para as escolas privadas e para as escolas com afiliações religiosas.

Autumn Leva, porta-voz do Minnesota Family Council, disse o seguinte ao jornal:

Parte do que a liga tem dito é que eles precisam de oferecer algum tipo de orientação de modo a que o estudante-atlera transgénero [sic] possa participar num desporto contrário ao seu sexo actual. Somos de opinião que este é um ponto justo. Nós só queremos ver algum tipo de transparência sem levantar questões em torno da privacidade, liberdade religiosa, e as preocupações em torno da segurança que esta política levanta. Tivemos muitas boas respostas por parte das escols públicas e não-públicas dizendo que esta é a solução preferida.

Scott McCready, presidente do conelho, disse:

Tem sido cansativo. Fiquei contente com input que recebemos de todas pessoas de ambos os lados. As pessoas têm uma paixão muito forte em relação a isto. Acreditamos que fomos abertos e transparentes em relação a isto por mais de um ano.

De facto, as emoções em relação a isto têm sido intensas. Depois do conselho ter anunciado que estava a considerar regras para os transgéneros, aqueles que eram contra protestaram perante o conselho, e alguns até publicaram imagens no jornal Star Tribune como forma de alertar o público que as regras estavam a ser consideradas.

Mas as emoções não foram incendiadas só pela oposição; em respostas às imagens, um escritor do ESPN que deu o seu apoio às regras, disse ao Huffington Post que as imagens expostas no jornal, publicadas pelos opositores da regras transgéneras, haviam agido tal como os Nazis e como o Ku Klux Klan.

- http://goo.gl/Us9tGe

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Portanto, querer impedir os rapazes de participar em desportos femininos é algo parecido com o que os esquerdistas da Nacional Socialista fizeram durante a segunda guerra mundial, e parecido ao que os Democratas [esquerdistas] do KKK fizeram aos Negros. As meninas que começarão a ver os seus desportos invadidos por rapazes com problemas psicológicos certamente que terão uma opinião diferente.

Quanto tempo ainda irá demorar até que as mulheres se apercebam que a agenda homossexual milita contra os interesses das mulheres heterossexuais?


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O efeito "irmão mais velho"


Estudo revela que rapazes com irmãos mais velhos são mais susceptíveis de se tornarem homossexuais do que os rapazes com irmãs, irmãos mais novos ou sem irmãos. 
Os estudos revelaram que, em média, os homens homossexuais tinham mais irmãos mais velhos do que os homens heterossexuais. Por cada irmão mais velho que um rapaz tem, as probabilidades dele acabar vir a ser homossexual aumentam 33 porcento.

(. . . .)

Há já algumas décadas que os académicos discutem o "nature versus nurture" [natureza ou criação/educação] - se os indivíduos nascem homossexuais, ou se se tornam homossexuais devido ao sítio onde crescem, ou a forma como são educados. Agora, o psicólogo canadiano Ray Blanchard afirma que a resposta depende do número de irmãos que ele tem.

Blanchard estudou os ambientes familiares de 302 homens homossexuais e os ambientes familiares de 302 homens heterossexuais (todos caucasianos e nenhum era gémeo). Os homens homossexuais tinham, em média, 1,32 irmãos mais velhos, comparados aos 0,96 que os heterossexuais tinham.

Practicamente não havia diferenças no número dos outros irmãos - sugerindo que não existe qualquer tipo de verdade na teoria de que o filho único ou o rapaz com muitas irmãs é mais susceptível de se tornar homossexual.

O Dr Blanchard (Centre of Addiction and Mental Health - Toronto) disse que inicialmente considerava um "absurdo" e "pseudociência" a ideia de que ser homossexual era mais provável se o homem tivesse irmãos mais velhos.  Mas os seus estudos mostraram que aqueles com 2,5 irmãos mais velhos eram, em média, duas vezes mais susceptíveis de se tornarem homossexuais do que aqueles sem irmãos mais velhos. Aqueles que tinham 4 irmãos mais velhos eram três vezes mais susceptiveis de se tornarem homossexuais.

A sua pesquisa recebeu o apoio de John Manning (University of Central Lancashire in Preston) que disse:

Este é um dos poucos correlacionados da homossexualidade que eu conheço.

( . . .)


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