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terça-feira, 25 de julho de 2017

Mãe de traficante julgará ação de homofobia no Mato Grosso do Sul

A desembargadora e seu filho traficante

Preso com 130 quilos de maconha, uma arma e 270 munições, o filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) Tânia Garcia de Freitas Borges, Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, alegou estado de “insanidade mental” e pediu à Justiça a suspensão do seu processo.

Breno Fernando conseguiu uma liminar no Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) para substituir sua prisão preventiva por internação médica. Ele deixou o presídio na última sexta-feira e foi para uma clínica, cujo nome não foi divulgado.

A defesa alegou que Breno sofre de Síndrome de Borderline, conhecida como transtorno de personalidade que leva seu portador a alternar momentos estáveis com surtos psicóticos, e não seria responsável por seus atos.

Divulgamos em maio deste ano que Tânia Garcia de Freitas Borges, além de mãe deste traficante, vem a ser a relatora da Apelação numa Ação Civil Pública movida em desfavor do jornalista Roberto Flávio Cavalcanti, em razão de suposto “conteúdo homofóbico” veiculado em seu blogue de internet no ano de 2007, dando conta de críticas à distribuição de verbas públicas a uma associação de travestis.

Em primeira instância, Roberto Flávio Cavalcanti foi condenado a indenizar um fundo público ligado aos travestis e transexuais do Mato Grosso do Sul na cifra de R$ 15 mil reais.

O jornalista recorreu da sentença, e embora sua apelação não tenha ainda sido julgada, vem sustentando que Tânia Garcia de Freitas Borges não ostenta isenção para julgar o caso, pois além de ter envidado esforços como corregedora do TJMS para aprovar ato administrativo que converteu uniões homossexuais em casamento homossexual[1], foi agraciada com o “Troféu Apolo Amigos da Causa”, da Rede Apolo/Rede de Homens Gays e Bissexuais de Mato Grosso do Sul, conjuntamente à Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos, que subscreveu a referida Ação Civil Pública[2].

Por conta disso, o jornalista ingressou com um incidente de suspeição em face de Tânia Garcia Borges, que acabou por ela rejeitado e, recentemente, julgado improcedente pelo Desembargador Amaury da Silva Kuklinski.

Ao que parece, estaremos diante de mais um julgamento inidôneo do já desmoralizado Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul.



[1] Disponível em <http://diarionline.com.br/index.php?s=noticia&id=56556> Último Acesso em 25/07/2017
[2] Disponível em <https://amp-ms.jusbrasil.com.br/noticias/118538518/ministerio-publico-recebe-trofeu-por-criar-promotoria-para-combater-a-discriminacao-e-preconceito> Último Acesso em 25/07/2017

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A existência de Cristãos oprime os homossexuais

Por Geoffrey Grider

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. Romanos 1:26,27

O Vice-Presidente Americano Joe Biden aifmrou hoje que os direitos das pessoas lgbt são violados pela "condenação religiosa". Ele está a referir-se directamente a versículos tais como aquele  que está postado no topo deste artigo.

Os esquerdistas progressistas estão bem cientes de que é Deus, através do Seu Espírito Santo que fala na Bíblia, Quem condena o homossexualismo nas suas variadas formas. Segundo Biden, os Cristãos que areditam na Bíblia e que aceitam o que a Bíblia diz, estão a violar os "direitos" dos lgbt ao confiar na Palavra de Deus. E é por isso que a pregação tradicional vai ser brevemente qualificada de "crime de ódio" visto que os esquerdistas não a aceitam.

Outra coisa a notar é que Biden classificou os direitos dos lgbt como mais importantes que os direitos dos Cristãos.

Eis aqui uma cópia das suas palavras:

O meu pai ensinou-me a simples noção de que todas as pessoas, e em todos os sítios, devem ser tratadas com dignidade e com respeito. Quando falamos nas pessoas lgbt, essa proposição simples tem sido dolorosamente difícil de atingir com o passar dos anos.

Mas na última década, graças à  surpreendente bravura das pessoas lgbt e daqueles que avançaram com a sua causa, os Estados Unidos tem feito um progresso espantoso rumo ao propósito final de igualdade na vida e perante a lei. O nosso progresso está incompleto mas o momento já mudou na direcção certa.

O progresso tem sido feito em muitos lugares por todo o mundo, mas em muitos sítios, a vida das lésbicas, dos gays, dos bissexuais e dos transgéneros tem ficado pior. Em muitos locais, os membros da comunidade lgbt enfrenta violência sem impunidade, mau tratamento por parte da policia, negação de tratamento médico, condenação religiosa e isolamento social.

A melhor forma de enfrentar este ódio é falar em favor dos direitos humanos universais. As vozes de apoio têm que ser ouvidas. Hoje e todos os dias, temos que continuar a defender os direitos das pessoas lgbt - quer seja nas cidades mais próximas como também nas povoações mais distantes. Não podemos descançar até que todas as pessoas recebem a dignidade, o respeito e o mesmo tratamento perante a lei que todas as pessoas merecem.

Em vez de "respeitarmos os direitos humanos universais", a Bíblia diz que o homossexualismo é uma abominação da qual as pessoas têm que se arrepender. É verdade que o Senhor Jesus Cristo foi para cruz como forma de redimir o homossexual, mas Ele não foi para a cruz como forma de preservar o homossexualismo, mas sim como forma de abolir o homossexualismo e todo o pecado.

O "casamento homossexual" não existe da mesma forma que um homem a casar com o seu cão não faz disso um "casamento". Dormir na tua garagem não faz de ti um carro. Não há um único exemplo na Bíblia de Deus a apoiar, em qualquer altura, qualquer coisa que esteja relacionada com o homossexualismo. As "igrejas" que levam a cabo cerimónias de "casamento" homossexual fazem-no totalmente fora da benção de Deus, e, de facto, estão a atrair a ira de Deus. A marca de Icabode é gravada na porta de todas as igrejas que dão o seu apoio ao movimento lgbt.

A América de Obama, com as elevadas taxas de aborto, vício nos jogos durante 24 horas, 7 dias por semana, drogas legalizadas e consumo acelerado, alcoolismo, e agora como promotora do movimento lgbt, está a tornar-se em tudo o que a Biblia diz que Deus odeia.

Ainda no outro dia fui verbalmente agredido e atacado por uma lésbica zangada que disse que eu "não tinha o direito" a ter as minhas crenças, e que este site e "discurso de ódio". Isto é engraçado, visto que ela disse isto ao mesmo tempo que exigia que eu respeitasse o seu "direito" de ser homossexual. E então o meu direito de seguir a Bíblia? Aparentemente, eu não tenho direitos.

E é precisamente por isso que as declarações de Biden têm que ser levadas a sério. Tal como já dissemos no passado, e vamos continuar a dizer no futuro, os lgbt não estão interessados na "tolerância" e nem querem "aceitação". O que eles querem é o domínio total e completo, e é isso que Obama e os seus escravos lhes estão a dar.

“Woe unto them that call evil good…”

- http://bit.ly/1em5qkw

* * * * * * *

Note-se que os esquerdistas são sempre muito vocais e relação aos "direitos" dos homossexuais quando se encontram no Ocidente, mas bastante omissos quando estão nos países muçulmanos. Será que para os esquerdistas a vida dum homossexual muçulmano vale menos que a vida dum homossexual ocidental? Certamente, que essa é a ideia que parece.

Ou isso, ou então a "luta pelos direitos dos homossexuais" é só uma fachada que os esquerdistas usam como forma de avançar com a sua agenda política.

domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

-  http://goo.gl/g7T3F6

* * * * * * *

Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Magistrado Inglês suspenso por dizer que as crianças precisam dum pai e duma mãe

Um magistrado foi disciplinado por expressar a sua opinião de que as crianças deveriam ser educadas tanto por uma mãe como por um pai. Richard Page falou com colegas seus em segredo durante um caso de adopção, e disse-lhes que era opinião sua de que é melhor a criança ser educada por uma família tradicional do que por uma dupla homossexual. Ele ficou chocado por ficar a saber - uma semana mais tarde - que ele havia sido denunciado aos grupos que monitorizam os juízes por alegado "preconceito", sendo seguidamente impedido de julgar casos legais familiares.

O Sr Page, um experiente gerente do NHS [serviço de saúde Britânico], foi considerado culpado de "má-conduta séria" por parte do lorde Chanceler Chris Grayling - que havia previamente falado em favor do casal Cristão que recusou a alugar um quarto a uma dupla homoerótica. Ele foi também ordenado a tomar parte dum curso de igualdade antes de poder voltar a exercer a sua profissão.

Foi dito ao jurista de 68 anos, casado, que ele havia "quebrado o juramento" feito por todos os Juízes da Paz, bem como violado o controverso Equality Act do Partido Trabalhista ao ser motivado pela sua visão religiosa e ter descriminado os pais adoptivos homossexuais. Os críticos afirmaram que este era mais um exemplo de pessoas com pontos de vista Cristãos a verem negada a sua liberdade de expressão, e a terem grande dificuldade em ter um emprego público na Grã-Bretanha moderna.

O Sr Page disse ao The Mail que:

Há uma pressão enorme para se manter a boca fechada e seguir o que é politicamente correcto. Todas as pessoas têm permissão para falar segundo as suas crenças, excepto os Cristãos.

Em Julho último o Sr Page foi chamado para considerar um caso de adopção num tribunal familiar. Como um juiz leigo, não é necessário que eles seja legalmente qualificado, e isso tem como propósito "trazer uma vasta gama de experiências para o assento" no momento de se tomar uma decisão. Devido à controversa natureza secreta de tais audiências, o The Mail on Sunday não pode publicar detalhes do caso.

Mas como é padrão em tais casos, os assistentes sociais apresentaram os seus relatórios relativos aos casos de adopção na sala de tribunal, e o Sr Page foi para uma distinta  sala de reunião com os seus colegas magistrados para discutirem se deveriam ou não aprovar a ordem de colocação com os prováveis pais. Foi por esta altura, por trás de portas fechadas, que o Sr Page levantou várias questões em torno da sabedoria de se aprovar a adopção, mencionando que seria melhor a criança ser educada por uma mãe e uma pai do que ser educada pelos prováveis pais que eram dois homens.

Sou de opinião de que há algo em torno dum homem, duma mulher e dum bebé que é natural, e desde logo, o resto não é. Foi este comentário que fiz. Logo, uma vez que a minha função é decidir o que é melhor para a criança, o meu sentimento foi, de modo razoável, que um homem e uma mulher seriam o melhor para a criança.

Uma lei rigorosa significa que os detalhes da queixa disciplinar contra o Sr Page tem que permanecer confidenciais.

O Sr page já é um magistrado há 15 anos, com um registo imaculado, e os seus pontos de vista como Cristão Evangélico nunca causaram problemas no passado - quer tenha sido na sala de tribunal, que tenha sido como gerente dum agência de saúde mental que faz parte da NHS.

Ele e a sua esposa, que têm três filhos adultos, já foram eles mesmos pais adoptivos e esperavam que este dado lhes fosse útil quando ele se tornasse num Juiz da Paz. Portanto, ele ficou surpreendido quando descobriu uma semana mais tarde que havia sido apresentada uma queixa formal relativa ao seu alegado comentário preconceituoso que foi feito num encontro secreto do qual não fizeram parte os dois homossexuais que tencionavam adoptar a criança.

O que me deixou surpreso foi que eles disseram que eu era um Cristão e desde logo eu era preconceituoso. Eles foram muito mais preconceituosos na sua queixa do que eu alguma vez fui.

O Sr Page disse que tinha a crença de que a discussão era tal como muitas outras que ocorrem entre os magistrados quando eles não concordam com um caso, e têm que usar o seu julgamento para poder tomar uma decisão.

Qual é a propósito de se terem magistrados se eles não têm permissão para terem pontos de vista distintos? Todos nós temos pontos de vista e é isso que temos que trazer para o momento em que vamos tomar uma decisão. Os meus pontos de vista são Cristãos.

Ele aceita que a sua decisão foi influenciada pela sua crença religiosa, mas insistiu que:

Isso é permitido porque é para isso que aqui estamos. O nosso trabalho é fazer o que é o melhor para a criança, e isso é algo que está relacionado com a visão do magistrado e não com o acto de marcar um quadrado.

O Sr Page foi levado perante um painel de conduta local, onde lhe foi dito que ele havia violado o juramento judicial que requer que o magistrado "faça o bem a todo o tipo de pessoas", "sem medo ou favorecimento, afeição ou má-intenção". Mas ele ressalvou que o juramento também inclui "Assim me ajude Deus", e que desde logo, ele estava a seguir o juramento e a fazer o melhor para a criança com a ajuda de Deus.

Durante o mês passado, foi dito ao Sr Page por parte do lorde Chanceler Chris Grayling e pelo lorde Chefe de Justiça, que decide sobre assuntos disciplinares para os juízes e para s Juízes da Paz, que ele havia violado o Equality Act do Partido Trabalhista, que proíbe a discriminação com base na escolha sexual da pessoa.

Uma pequena declaração publicada pelo "Judicial Conduct Investigations Office" declara que o Sr Page recebeu um reprimenda por ter "sido influenciado pelas suas convicções religiosas e não pelas evidências", algo que é considerado uma "má conduta séria", para além de lhe ter sido dito que ele se deveria recusar a julgar o caso.

Ele tem, agora, que passar por uma treino em torno da lei da igualdade e dizer o juramento judicial antes de poder retomar a sua posição.

O Sr Page é o mais recente duma série de Cristãos que ou têm sido disciplinados ou têm sido forçados para fora dos seus empregos por expressarem publicamente o seu ponto de vista. Andrea Williams, líder do grupo Cristão Christian Concern e que tem aconselhado o Sr Page, disse:

Ninguém parece levar em conta que ele pode ter agido assim por compaixão para com a criança. Eles apenas pensam que ele é preconceituoso e que as pessoas com pontos de vista semelhantes ao seu não o podem expressar a partir dum cargo público. Nós precisamos de mais pessoas como o Sr Page na vida pública.

Porque é que ele, depois de anos e anos de serviço, deveria a passar a ter algum tipo de marca no seu registo só por pensar que a criança deveria viver com um pai e com uma mãe?

Os Cristãos têm decidir se querem permanecer calados, sem dizer nada, só porque se eles revelarem o que pensam, e afirmarem coisas supostamente controversas tais como as criança precisam duma mãe e dum pai, eles podem-se ver em perigo com os patrões e as organismos profissionais.

-  http://goo.gl/65vJz3

* * * * * * *

Portanto, o Sr Page deu a sua opinião sobre o que é melhor para a criança, e devido a isso, ele foi criticado por "se basear nas suas convições religiosas" e por ter violado um juramento que tem por base . . .. uma convicção religiosa. Faz todo o sentido..

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Escola força equipas femininas a incluir rapazes "transgéneros"

Por "These Last Days News" (17 de Dezembro de 2014)

O conselho estadual que supervisiona o desporto das escolas preparatórias em Minnesota votou de modo maciço em favor de se permitir que os estudantes "transgéneros" (isto é, rapazes que se identificam como "meninas") possam participar nos desportos femininos.

Depois duma tentativa falhada no início deste ano de instalar regras novas controversas "inclusivas" para os atletas "transgéneros" das disciplinas desportivas do ensino secundário, o Minnesota State High School League votou 18-1, com uma abstenção, para aprovar a medida que visa permitir que rapazes que se identificam como meninas participem dos desportos para meninas.

Em Outubro, o conselho administrativo da Minnesota State High School League votou em favor duma discussão da política de modo a dar aos mais de 500 membros mais tempo para darem o feedback das suas ideias. A primeira vez que a liga escolar se reuniu para considerar o voto gerou uma tempestade de controvérsia. Essas críticas foram os motivos que levaram a que o conselho adiasse a consideração das regras até agora.

A Twincities.com reportou:

A proposta, que sofreu muitas revisões durante o ano passado, encontra-se subdivido em três categorias como forma de ajudar os membros escolares com as determinações em torno da ilegibilidade: a pessoa transgenera, a identidade de género, e expressão de género. A política existirá para todas as escolas que fazem parte do MSHSL, mas algumas excepções dentro dos estatutos de Minnesota existem para as escolas privadas e para as escolas com afiliações religiosas.

Autumn Leva, porta-voz do Minnesota Family Council, disse o seguinte ao jornal:

Parte do que a liga tem dito é que eles precisam de oferecer algum tipo de orientação de modo a que o estudante-atlera transgénero [sic] possa participar num desporto contrário ao seu sexo actual. Somos de opinião que este é um ponto justo. Nós só queremos ver algum tipo de transparência sem levantar questões em torno da privacidade, liberdade religiosa, e as preocupações em torno da segurança que esta política levanta. Tivemos muitas boas respostas por parte das escols públicas e não-públicas dizendo que esta é a solução preferida.

Scott McCready, presidente do conelho, disse:

Tem sido cansativo. Fiquei contente com input que recebemos de todas pessoas de ambos os lados. As pessoas têm uma paixão muito forte em relação a isto. Acreditamos que fomos abertos e transparentes em relação a isto por mais de um ano.

De facto, as emoções em relação a isto têm sido intensas. Depois do conselho ter anunciado que estava a considerar regras para os transgéneros, aqueles que eram contra protestaram perante o conselho, e alguns até publicaram imagens no jornal Star Tribune como forma de alertar o público que as regras estavam a ser consideradas.

Mas as emoções não foram incendiadas só pela oposição; em respostas às imagens, um escritor do ESPN que deu o seu apoio às regras, disse ao Huffington Post que as imagens expostas no jornal, publicadas pelos opositores da regras transgéneras, haviam agido tal como os Nazis e como o Ku Klux Klan.

- http://goo.gl/Us9tGe

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Portanto, querer impedir os rapazes de participar em desportos femininos é algo parecido com o que os esquerdistas da Nacional Socialista fizeram durante a segunda guerra mundial, e parecido ao que os Democratas [esquerdistas] do KKK fizeram aos Negros. As meninas que começarão a ver os seus desportos invadidos por rapazes com problemas psicológicos certamente que terão uma opinião diferente.

Quanto tempo ainda irá demorar até que as mulheres se apercebam que a agenda homossexual milita contra os interesses das mulheres heterossexuais?


domingo, 23 de novembro de 2014

Empresa Cristã forçada a imprimir t-shirts para evento homoerótico

Na Quarta-Feira a Christian News reportou que um examinador da Comissão dos Direitos Humanos de Kentucky havia ordenado uma serigrafia Cristã a imprimir t-shirts pró-homossexualismo e a se submeter a um "treino de diversidade" devido ao facto de, há dois anos atrás, ela se ter recusado a fazer t-shirts para uma celebração de "orgulho gay".

No ano de 2012, a "Gay and Lesbian Services Organization of Lexington" (GLSO) apresentou uma queixa junto da Lexington-Fayette Urban County Human Rights Comission (HRC) depois do gerente da Hands On Originals, Blaine Adamson, se ter recusado a imprimir t-shirts para o Festival de Orgulho Gay de Lexington devido às suas convicções religiosas. Na Terça-Feira, o examinador do HRC determinou que a recusa de Blaine Adamson de violar as suas convicções religiosas violavam o Lexington Fairness Ordinance, determinando que Adamson havia "discrimanado contra a GLO devido à orientação [sic] actual ou imputada dos seus membros".

Quando a queixa legal foi inicialmente feita, Adamson citou as suas convicções Bíblicas que afirmam que o homem não pode tomar parte nos pecados de outro homem (1 Timóteo 5:22, Efésios 5:7), e rejeitou a noção de que ele havia discriminado contra alguém:
Não se dá o caso de eu ter uma sinal à porta onde se lê "Não é permitida a entrada a homossexuais" Nós trabalhamos com qualquer pessoa, mas se existe uma mensagem específica que entra em rota de colisão com as minhas convicções religiosas, então eu não a posso promover.
Aaron Baker, representante da GLSO, reconheceu que a decisão legal significava de modo eficaz que empresas com donos homossexuais teriam que imprimir t-shirts para organizações como a Westboro Baptist Church, conhecida pelas suas mensagens anti-homossexualismo, consequência que Baker aceitou [ed: porque sabe que dificilmente isso irá acontecer]:
Acredito que qualquer empresa de impressão cujos donos sejam homossexuais teria que imprimir t-shirts para a Westboro Baptist Church, e se os membros da mesma dissessem algo do tipo, "Vejam uma coisa: nós somos uma igreja e estamos a promover os valores da nossa igreja ao imprimir os nossos nomes na t-shirt", não vejo de que forma é que isso poderia ser negado.
A Alliance Defending Freedom (ADF), o grupo legal Cristão que está  a prestar assistência à empresa Hands On Originals, discorda de modo firme com as conclusões de Bajer, e Jim Campbell  - assessor jurídico sénior - escreveu que os cidadãos não deveriam ser forçados a promover algo com a qual não concordam:
Ninguém deveria ser forçado pelo governo - ou por qualquer outro cidadão - a endossar ou promover ideias com as quais eles não concordam. Blaine recusou-se a imprimir as t-shirts não devido a uma característica das pessoas que fizerem esse pedido, mas sim devido à mensagem que tais t-shirts iriam comunicar.
Na sua decisão, Munson determinou que a Hands On Originals tem que aceitar pedidos para imprimir t-shirts ou outros produtos que tenham uma mensagem que promove o homossexualismo; para além disso, ele determinou que a empresa deve tomar parte dum "treino de diversidade".
O respondente [réu] está permanentemente proibido de discriminar contra indivíduos devido à sua orientação sexual [sic] actual ou imputada, ou devido à sua identidade de género. O respondente está ordenado a participar em treino de diversidade, levado a cabo pela Lexington-Fayette Urban County Human Rights Commission, no espaço de 12 meses após a emissão desta ordem.


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A prova de que a recusa de Blaine não está relacionada com as pessoas que fizeram a encomenda mas sim com a mensagem da mesma, é que se um grupo de homens  heterossexuais fizesse o mesmo pedido, o mesmo seria igualmente recusado. Os Cristãos não podem ser obrigados por lei a promover pontos de vista com o qual não concordam. Se os activistas homossexuais e os seus aliados dentro do governo e do sistema legal acham que sim, então eles consideram os Cristãos como pessoas merecedoras de menos direitos que o resto da sociedade - posição claramente discriminatória e ilegal.

Qualquer pessoa vê que o sistema legal está a ser usado para atacar o Cristianismo - e não para defender os homossexuais - e qualquer pessoa tem que levar em conta que este tipo de coisas irá acontecer em todos os lugares onde a agenda homoerótica for ganhando uma maior aceitação pública...

terça-feira, 11 de novembro de 2014

"O meu marido pediu o divórcio, pegou nos nossos 2 filhos e foi viver com o seu amante homossexual"

Por Janna Darnelle

Cada vez que um estado redefine o que é um casamento, as agências noticiosas ficam repletas de histórias felizes em torno de duplas de gays e de lésbicas, bem como das suas famílias. Mas por trás desses sorrisos enormes e fotografias ensolaradas encontram-se histórias dolorosas que são deixadas em locais secretos e sombrios. Essas histórias são suprimidas e aqueles que as contam são silenciados em nome da "igualdade no casamento". Mas eu recuso-me a permanecer calada. Eu represento uma das histórias da vida real que são mantidas nas sombras e eu senti de forma pessoal a dor e a devastação trazidas pela propaganda que destrói as famílias naturais.

O Divórcio

No Outono de 2007, o meu marido com quem eu já me encontrava casada há 10 anos disse-me que era homossexual e que queria o divórcio. Num instante, o mundo que eu havia conhecido e amado - a vida que eu havia construído - foi destruído. Tentei convencê-lo a ficar, a dispor-se para salvar o nosso casamento, mas a minha voz, os meus desejos, as minhas necessidades - bem como as vozes, os desejos e  as necessidades dos nossos dois jovens filhos - já não importavam para ele. 

Nós havíamos obtido o estatuto de descartáveis uma vez que ele havia abraçado uma pequena palavra que se havia tornado na totalidade da sua identidade. Ser homossexual estava acima do compromisso, da responsabilidade, da fé, de ser pai, do casamento, das amizades e da comunidade. Tudo isto foi deixado de lado em favor da sua nova identidade.

Por mais que eu tentasse salvar o nosso casamento, nada fazia diferença para o meu marido. O nosso divórcio não foi decidido através da mediação ou com os advogados. Não, ele foi até ao fim, até ao julgamento. O meu marido queria a guarda primária dos nossos filhos. A plenitude do seu caso pode ser resumido com uma frase:

Sou homossexual e mereço os meus direitos.

Esta táctica funcionou com o juiz uma vez que ele deu ao meu ex-marido virtualmente tudo o que ele queria. A dada altura, ele chegou a dizer ao meu marido o seguinte:

Se você tivesse pedido mais, eu ter-lhe-ia dado.

Eu acredito fortemente que o juiz estava a legislar a partir do seu assento, ignorando os factos do nosso caso particular, e pura e simplesmente a usar-nos - a usar os nossos filhos - como forma de influenciar casos futuros. Na nossa sociedade, os cidadãos lgbt são vistos como vítimas marginalizadas que têm que ser protegidas a todo o custo, mesmo que isso envolva remover os direitos dos demais. Ao ignorar a injustiça cometida contra mim e contra as minhas crianças, o juiz parecia pensar que estava a corrigir uma injustiça maior.

O meu marido havia-nos trocado pelo seu amante homossexual. Eles ganham mais dinheiro que eu. Eles são dois e eu só sou uma. Mesmo assim, o juiz acreditou que eles eram as vítimas. Independentemente do que eu dizia ou fazia, não tive a chance de salvar as nossas crianças de serem lançadas para frente e para trás como pedaços de bagagem.

Uma nova família homossexual - Construída sobre as ruínas da minha

O meu ex-marido e o seu parceiro seguiram o seu caminho e casaram-se [sic]. A sua primeira cerimónia ocorreu antes do nosso estado ter redefinido o casamento. Depois do estado ter criado o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo, eles escolheram repetir a sua performance. Em ambos os casos os meus filhos foram forçados - contra a sua vontade - a participar. 

Na segunda cerimónia, que incluiu mais de 20 duplas, as estações noticiosas locais, bem como os jornais, fizerem-se presentes como forma de documentar a oficialização dos primeiros casamentos [sic] homossexuais do nosso estado. A USA Today tirou uma foto do meu ex-marido com o seu parceiro, com os meus filhos, e até com os avós. Eu não fui notificada de que isto estava para ocorrer, e nem fui consultada para ver se tinha alguma objecção ao facto dos meus filhos terem sido usados nos média como adereços de promoção do casamento [sic] homossexual.

Por alturas da primeira cerimónia, o casamento [homossexual] não era reconhecido no nosso estado, nem na nossa nação e nem na nossa igreja. O novo casamento [sic] do meu ex-marido, tal como a maioria dos relacionamentos entre homens, é um relacionamento "aberto" e não-exclusivo. Isto envia uma mensagem clara aos nossos filhos: os teus sentimentos estão acima das leis, das promessas e das autoridades supremas; podes fazer o que bem quiseres, quando o quiseres - não importa as pessoas que podes prejudicar durante o percurso.

Depois das fotos dos nossos filhos terem sido publicitadas, apareceram enchentes de comentários e de posts em torno delas. Os comentadores exclamaram o quão bonita esta família [sic] homossexual era, e parabenizaram o meu ex-marido e o seu novo parceiro pela família que "criaram". Mas há uma pessoa significante em falta nessas fotos: a mãe e a esposa abandonada. Essa "família homossexual" nunca poderia existir sem mim.

Não existe uma única família [sic] homossexual que tenha sido criada de um modo natural. As famílias [sic] homossexuais só podem existir através da manipulação da natureza. Por trás de toda a feliz fachada de muitas famílias [sic] lideradas por duplas homossexuais, estão relacionamentos que são construídos a partir da divisão. Elas representam pactos que foram quebrados, amores abandonados, e responsabilidades esmagadas. Essas tais "famílias" são construídas sobre traições, mentiras e feridas profundas.

Isto é também verdade das uniões homossexuais que usam tecnologias reprodutivas tais como as barrigas de aluguer ou a doação de esperma como forma de poderem ter filhos. Tais processos exploram os homens e as mulheres devido ao seu potencial reprodutor, tratam as crianças como produtos a serem comprados e vendidos, e propositadamente negam à criança um relacionamento com um dos pais biológicos. A plenitude e o equilíbrio não podem ser encontrados em tais famílias [sic] porque há sempre alguma coisa em falta. Mas eu sou real, e eu represento centenas de milhares de esposas que foram traídas e rejeitadas.

Se o meu marido tivesse escolhido ficar, sei que as coisas não teriam sido fáceis, mas isso é o que o casamento significa: fazer um voto e escolher viver segundo o mesmo, dia após dia. Na doença e na morte, nos momentos bons e nos momentos maus, os cônjuges têm que escolher colocar a outra pessoa em primeiro lugar, amá-los mesmo quando isso é difícil.

Um bom casamento não depende só do desejo sexual, que vem e vai e que normalmente está fora do nosso controle. Um bom casamento depende sim em escolher amar, honrar, e ser fiel a uma pessoa, abandonando todas as outras. É comum os cônjuges sentirem atracção por outras pessoas - normalmente do sexo oposto, mas às vezes do mesmo sexo. Cônjuges que valorizam o seu casamento não operam segundo esses impulsos.

Para as pessoas que dão por si atraídas por pessoas do mesmo sexo, permanecer fiel ao cônjuge do sexo oposto não é uma traição à sua verdadeira identidade, mas sim uma decisão de não se deixarem controlar pelas suas paixões. Permanecer fiel aos votos, lutando de forma consciente para lembrar, honrar e reavivar o amor que tinham pelo cônjuge no momento em que se casaram, mostra profundidade e uma força de carácter.

Os meus filhos mereciam melhor

Os nossos dois jovens filhos foram deliberadamente e intencionalmente inseridos num mundo de conflito e de crenças combativas, de estilos de vida, e de valores, todos em nome dos "direitos dos homossexuais". O seu pai mudou-se para o condomínio do seu novo parceiro, que se encontra localizado num complexo habitado por 16 homens homossexuais. Um dos homens tem um prostituto de 19 anos que ocasionalmente lhe vem servir. Outro homem, que opera como a figura paterna desta comunidade, encontra-se nos anos 60 e tem um namorado na casa dos 20. Os meus filhos são levados para festas homossexuais onde eles são as únicas crianças presentes e onde álcool é servido. Eles são também levados para jogos de basebol transgéneros, festas de beneficência homossexuais, e festivais cinematográficos lgbt.

Ambos os meus filhos enfrentam questões em torno da sua identidade, tal como todas as crianças, mas parece que eles irão enfrentar problemas profundos e únicos devido às acções do meu antigo marido. O meu filho é actualmente um adolescente em amadurecimento e tem um interesse forte por meninas. Mas como é que ele irá aprender como lidar com tal interesse quando ele se encontra rodeado de homens que buscam gratificação sexual junto de outros homens? Como é que ele irá aprender a tratar as raparigas com respeito e com cuidado quando o seu pai as rejeita e as desvaloriza? Como é que ele irá abraçar a sua masculinidade sem o seu pai a viver uma masculinidade autêntica, tratando a esposa e a família com amor, honrando os seus votos matrimoniais mesmo em tempos difíceis?

A minha filha também sofre com esta situação visto que ela precisa dum pai que lhe encoraje a abraçar a sua essência e sua beleza feminina. Mas estas qualidades são alvo de paródia e são distorcidas no mundo em que o seu pai vive. Ele usa maquilhagem e correias de bondage para o Dia das Bruxas e ela é regularmente colocada na presença de  homens vestidos como mulheres. As paredes do condomínio dele estão adornadas com imagens enormes de molduras com mulheres em posições provocadoras. O que é que a minha irá acreditar sobre a sua feminilidade e a sua beleza? O pai dela deveria proteger a sua sexualidade, mas em vez disso, ele está a pervertê-la.

Sem a orientação da mãe e do pai, como é que os meus filhos irão construir as suas identidades e as suas sexualidades que se encontram em desenvolvimento? Sofro em ver os meus filhos a batalhar desesperadamente, tentando fazer sentido do seu mundo.

Os meus filhos e eu sofremos uma perda enorme devido à decisão do meu marido de se identificar como um homem homossexual, lançando para longe a vida que ele tinha connosco. O tempo está a revelar a profundidade dessas feridas, mas não irei permitir que elas me destruam e nem que destruam os meus filhos. Recuso-me a perder a minha fé e a minha esperança. Acredito de forma mais apaixonada no poder do pacto matrimonial entre um homem e uma mulher hoje, do que no dia em que me casei. Há uma outro caminho para aqueles que têm atracção homossexual, e a destruição não é a única opção - nem pode ser. As nossas crianças merecem algo muito melhor da nossa parte.

Este tipo de devastação não deveria acontecer com nenhum outro cônjuge ou com nenhuma outra criança. Eu imploro-vos: defendam o casamento entre um homem e uma mulher. Temos que nos colocar do lado do casmento e do lado das vidas preciosas que o casamento gera.

Fonte: http://bit.ly/1BGsdvF

* * * * * * *

Finalmente as mulheres apercebem-se que o movimento homossexual (liderado na sua esmagadora maioria por homens) é um ataque ao papel da mulher na sociedade. Numa guerra entre o movimento homossexual e os direitos das mulheres, estas últimas claramente estão em desvantagem, mas pelos vistos elas ainda não sabiam disso.

Pode ser que agora que elas se apercebem disso, elas deixem de apoiar a causa do movimento homossexual, e se coloquem do lado das pessoas que sabem que o lugar o apêndice reprodutor masculino é dentro na órgão sexual da mulher, e não dentro no ânus de outro homem.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O porquê dos esquerdistas forçarem o homossexualismo para dentro das igrejas

Por Alexander Griswold

Por esta esta altura, todos nós já ouvimos o refrão que diz que as igrejas Americanas têm que liberalizar os seus ensinamentos em torno da sexualidade e do homossexualismo ou enfrentarão um declínio rápido. A lógica por trás deste argumento é simples: mais e mais Americanos estão a aceitar o homossexualismo e o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, incluindo um crescente número de religiosos Milenares [ed: em inglês a palavra "Millennials" é usada em referência às pessoas que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000]. Enquanto as igrejas se mantiverem como as faces da oposição ao "casamento" homossexual, essas igrejas irão perder fiéis até à sua irrelevância quando o "casamento" e tornar num tópico político decidido (algo que nos é dito ser "inevitável").

Estes argumentos normalmente olham para a aceitação do homossexualismo por parte das igrejas como uma cenoura mas também como um vara. Não se dá o caso de condenar o homossexualismo levar as pessoas a abandonar as igrejas, mas sim que a sua aceitação irá trazer mais pessoas para a igreja. As pessoas envolvidas no movimento lgbt e os apoiantes dessa causa, muitos deles com uma visão bastante negativa da religião depois de décadas de guerra cultural,irão reconsiderar os ensinamentos das igrejas se as denominações removerem as suas restrições ao "casamento" homossexual e à ordenação de homossexuais.

Mas um certo número de denominações Cristãs já deram passos significativos rumo à liberalização da sua posição em torno do homossexualismo e do casamento, e as evidências, até agora, parecem indicar que o homossexualismo dificilmente é uma cura para os problemas de adesão de novos fiéis. Pelo contrário, todas as igrejas Americanas que rumaram em direcção à liberalização doos tópicos sexuais tem visto um declínio rápido dos seus membros.


A Igreja Episcopal


Em 2003, Gene Robinson tornou-se no primeiro homem abertamente homossexual e não-celibatário a ser consagrado como bispo da Igreja Episcopal. Como consequência da sua consagração, dioceses inteiras cortaram laços com a Igreja Episcopal, criando eventualmente a "Anglican Church of North America" (ACNA). Mas a Igreja Episcopal continuou a liberalizar os seus ensinamentos sexuais, colocando um fim à sua moratória a mais bispos homossexuais em 2006, e criando uma "cerimónia abençoada" para as duplas homossexuais em 2009.

Em 2002, o número de membros Americanos baptizados dentro da Igreja Episcopal era de 2.32 milhões. Por volta de 2012 esse número tinha caído para 1.89 milhões, um declínio de 18.4 por cento. Entretanto, a frequência religiosa caiu de uma forma mais acentuada. A frequência religiosa Dominical nas suas igrejas Americanas era de 846,000 em 2002, mas caiu 24.4 por cento por volta de 2012 para apenas 640,000. Outros sinais de vivacidade congregacional caíam ainda mais. Os baptismos caíram em cerca de 39 por cento, e os casamentos cerca de 44.9 por cento.

E quanto a ACNA? Ela, por outro lado, viu a sua membrasia a aumentar em 13 por cento e os seus cultos de Domingo a aumentar em 16 por cento durante os últimos cinco anos. Desde 2009,  ACNA estabeleceu 488 novas congregações, enquanto que durante todo o ano de 2012 tudo o que Igreja Episcopal conseguiu estabelecer foram quatro novas igrejas.


A Igreja Evangélica Luterana da América


A "Evangelical Lutheran Church of America" (ELCA) foi formada no ano de 1987, quando três denominações Luteranas se fundiram para criar a maior igreja Luterana dos Estados Unidos. Durante a maior parte da sua história, sempre foi permitido que os homens e mulheres homossexuais fossem pastores, desde que permanecessem celibatários. Mas após uma votação cerrada em 2009 durante a sua "Churchwide Assembly", a ordenação foi estendida para os homens e mulheres dentro de "relações  monogâmica sérias". Para além disso, a Assembleia aprovou a emenda que permitia as igrejas "reconhecer, apoiar e considerar publicamente os relacionamentos homossexuais monogâmicos duradouros."

Começando no ano da formação da ELCA, de 1987 a 2009 a redução média anual da membrasia era só de 0.62 por cento, mas depois da liberalização da posição da ELCA em relação à sexualidade, a membrasia caiu uns espantosos 5.95 por cento em 2010, e 4.98 por cento em 2011. Desde 20009 que mais de 600 congregações abandonaram a denominação, com dois-terços a unirem-se às denominações Luteranas mais conservadoras tais como "North American Lutheran Church" e "Lutheran Churches in Ministry for Christ".

Por volta dos finais do ano 2012, a ELCA havia perdido 12.3 por cento dos seus membros em três anos - cerca de 600,000 pessoas. Se a taxa actual de deserções se mantiver estável,  a ELCA deixará de existir em apenas duas décadas.


A Igreja Unida de Cristo


Há já muito tempo que a "United Church of Christ" (UCC) tem uma reputação de liberalismo irrestrito, chegando a roçar o radical. Em 2008, por exemplo, o pastor da maior congregação UCC era um tal de Reverendo Jeremiah Wright. A tendência da UCC para forçar as fronteiras tradicionais levou a inquestionáveis desenvolvimentos positivos (tais como o primeiro pastor Afro-Americano no princípio de 1785) e alguns desenvolvimentos idiotas (tais como os hinos que se recusam a identificar o Senhor Jesus como Macho). Sem surpresa alguma, em 2005 a UCC tornou-se na primeira denominação Protestante mainstream a apoiar o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, e tem sido desde então uma voz forte dentro do debate em torno "casamento" homossexual.

Embora a UCC tenha estado a sofrer uma hemorragia de membros há já várias décadas, o seu declínio acelerou rapidamente depois do voto em favor do "casamento" homossexual. Desde 2005, a UCC perdeu 250,000 dos seus membros, um declínio na ordem dos 20.4 por cento em sete anos. Embora anualmente uma média de 39 congregações tenham abandonado a UCC desde 1990 a 2004, mais de 350 congregações abandonaram a UCC nos três anos que se seguiram. O próprio quadro de pensões da UCC chamou ao declínio dos anos 2000 como "a pior década entre as 25 denominações Protestantes que reportaram os seus resultados", e admitiu que "... a taxa de declínio está a acelerar."

O ano de 2013 foi o ano dum marco sombrio para a denominação visto que a membrasia caiu para baixo do milhão. Se a taxa de membrasia pós-2005 não mudar, a denominação cessará de existir em 30 anos.


A Igreja Presbiteriana nos EUA


A "Presbyterian Church U.S.A." (PCUSA) já se encontrava a flertar com o relaxamento dos seus padrões sexuais desde a Assembleia Geral de 2006, quando foi votado de modo a que permitisse os conselhos de ordenação a essencialmente não prestar atenção ao casamento do clero se o candidato "aderisse aos fundamentos da fé Reformada". Por volta de 2010, a Assembleia Geral aprovou uma emenda de modo a remover por completo todos os padrões clericais em torno do comportamento sexual. Durante o ano actual. a Assembleia Geral votou de modo sobrepujante de modo a alterar o seu "Book of Order" de modo a redefinir o casamento como um contracto civil entre "duas pessoas", e permitir que os ministérios levem a cabo "casamentos" homossexuais onde quer que eles sejam legais.

Se tudo correr bem, por esta altura vocês já são capazes de ver onde isto acaba. Em 2006, 2.2 milhões de pessoas abandonaram a PCUSA, número que caiu em 22.4 por cento para 1.85 milhões por volta de 2013. O declínio da PCUSA acelerou de modo significativo depois deles terem aprovado a ordenação de clero homossexual não-celibatário em meados de 2011, o que, em 2012, levou à criação duma denominação alternativa com o nome de "ECO: A Covenant Order of Evangelical Presbyterians". Só em 2012, mais de 100,000 abandonaram a PCUSA.

Mais uma vez, se as tendências pós-2006 se mantiveram, esta denominação deixará de existir por volta de 2037.


Entretanto, as igrejas ortodoxas . . . .


A resposta normal por parte dos Cristãos liberais comuns é afirmar que a frequência às igrejas e e religiosidade está em declínio em todo o lugar, e não só nas denominações que abraçaram o homossexualismo. Mas esta desculpa deixa de lado as denominações conservadores como as Assembleias de Deus, que têm estado a crescer de modo consistente e rápido há mais de 40 anos.

Apesar das muitas mãos que se esfregam devido à altamente conhecida posição contra o homossexualismo por parte da Igreja Católica, ela tem crescido de modo consistente nos EUA. Deus sabe que os Mórmons não têm qualqur tipo de problemas em crescer. Mesmo as denominações teologicamente conservadoras que se encontram em declínio, tais como a "Southern Baptist Convention", começaram o seu declínio muito mais tarde e duma forma menos drástica que as outras  denominações. A "Southern Baptist Convention" só diminuiu 3 por cento desde o seu ponto mais alto em 2007 - uma média de menos de 1 por cento anualmente - e tem, de facto, estado a aumentar as suas congregações.

De maneira geral, os apoiantes do "casamento" homossexual que se identificam como "Cristãos" muito provavelmente olharão para a membrasia da igreja com um tópico marginal. Os Cristãos têm a responsabilidade de aumentar as suas igrejas, mas têm também a responsabilidade de promover o que é justo aos Olhos de Deus. Mas por algum motivo estranho. parece que os Cristãos conservadores não têm que sacrificar uma responsabilidade para cumprir com a outra. 


......

E porque é que as igrejas entram em declínio mal elas aceitam como normal um comportamento sexual que Deus condena? Isto acontece assim porque quando nós decidimos que o entendimento claro das Escrituras não é autoritário nas nossas vidas, simplesmente porque ele interfere com o nosso prazer, então isso é o princípio do fim. No que toca à ética, qualquer Cristão sério irá olhar para a Bíblia como guia para o Carácter de Deus e para as nossas obrigações para com Ele, coisas que fazem parte da nossa relação. Se por acaso eu tenho uma namorada, e vamos a um restaurante, não posso passar o meu tempo a atirar-me à empregada e a olhar para todas as mulheres do restaurante.

Semelhantemente, quando uma pessoa alega ser Cristã, e afirma estar num relacionamento com Deus, isso é uma via de dois sentidos, e as nossas acções têm que respeitar a Deus tal como Ele é. Deus tem um plano para os relacionamentos entre homens e mulheres - um plano que inclui amor, casamento e sexo. Se por acaso nós decidimos que não nos importamos com Quem Ele é quando tomamos decisões em torno do amor, do casamento e do sexo, então a relação com Ele acabou, e tudo se centra em nós mesmos. Mas se é tudo sobre nós, então para quê ir para uma igreja?

A pergunta que decide de que lado estamos é: será que há duas pessoas nesta relação? Será que eu tenho que me preocupar com a Outra Pessoa, ou apenas e só projectar os meus sentimentos e os meus desejos para Ele, de modo que Ele nada mais seja que uma projecção de mim?

No meu relacionamento com Deus, sei que Ele é diferente de mim, e sei como Deus é pelo que leio na Bíblia e pelo que sei da forma como Deus operou no passado. De modo particular, eu posso claramente ver o que o Senhor Jesus fez através da história. Sei que Deus não é como eu, e que Ele valoriza coisas diferentes daquelas que eu valorizo. Sei que o que Ele quer para mim é, a longo prazo, melhor do que as coisas que actualmente me parecem tão importantes.

Estar num relacionamento significa que temos que ouvir a outra pessoa, e pensar na forma respeitá-la no momento em que vamos tomar uma decisão. Mal nós colocamos a nossa felicidade acima das coisas que preocupam a outra pessoa, acabou tudo.

Fonte deste comentário: http://bit.ly/1rnrlXi

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Porque é que os activistas homossexualistas estão interessados em forçar as igrejas a aceitar o homossexualismo? Porque eles sabem que mal isso acontece, essa denominação entre em declínio, e o fim da influência social do Cristianismo é um dos propósitos do movimento homossexual.

O movimento homossexual dentro das igrejas opera como a actividade predatória dos gafanhotos: eles chegam, comem, e quando acabam com a destruição, partem para outro lugar. Sempre foi assim, e sempre vai ser assim. Esta analogia significa também que eles não irão descansar enquanto todas as igrejas não tiverem sido pervertidas, e, consequentemente, entrarem em declínio acelerado.

Resumindo, sempre que ouvirmos um esquerdista afirmar que os Cristãos "têm que se modernizar" se quiserem manter a sua relevância, convém deixar bem claro que todas as denominações que "modernizaram" a sua ética sexual estão em vias de deixarem de existir, enquanto as denominações que se firmam na ética sexual Cristã estão, no geral, em crescimento

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

10 mitos avançados pelos activistas homossexuais

Por Gisele Roy e Christopher Doyle

A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.

Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.

A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.


Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.

MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.

Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.

Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.

Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.

Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2:  A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo

Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!" 
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que  posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível." 
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida,  que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e  feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."
O uso de tal definição de "mudança",  exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.

Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.

Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):

  1. Voice of Change
  2. LDS/Mormon Voices of Hope
  3. Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
  4. Dennis Jernigan’s Story of Change
  5. Prodigal Magazine
  6. Homosexual Anonymous Testimonies of Change
  7. The Heart of the Father Ministries
  8. International Healing Foundation: Real Stories of Healing
  9. JONAH Stories of Change
  10. The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
Mito #4: Não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e de livros lgbt é discriminação, viés e censura. No entanto, não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e livros sobre ex-homossexuais é um acto moralmente responsável. Não podemos permitir que as nossas crianças sejam expostas a "prejudiciais" histórias de mudança.

No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:

Todos os animais são iguais mas alguns animais são mais iguais que outros.

Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.

Mito #5:  Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso. 

A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:

A linguagem política . . . . está construída para fazer com que as mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável, e para dar a aparência de solidez ao vento puro.

Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.

Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.

A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que  bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!

Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.

Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.

Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.

Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.

Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)

Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.

Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem  alterar a sua orientação [sic] sexual.

Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.

Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)
Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias.  Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.

Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.

Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council",  a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.

Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual

Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.

Há esperança.  O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Tu podes também ser guiado pelo Espírito de modo a encontrar a graça, a paz, a castidade e a cura. Só Deus muda os corações. Que a Sua vontade seja feita.

Fonte:  http://bit.ly/1n0QM2H

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