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quarta-feira, 23 de março de 2011

Lobby sodomita consegue censurar aplicativo informático Cristão

O lobby sodomita conseguiu que uma organização privada removesse o aplicativo que oferecia ajuda a quem de livre vontade quisesse abandonar o auto-destrutivo e muito pouco saudável vício da homossexualidade.

Estes activistas são exactamente os mesmos que querem entrar nas nossas escolas públicas e "ensinar" aos filhos alheios que os seus desejos sexuais (que incluem inserir o órgão sexual, a boca, um objecto ou um animal no ânus doutro homem) é "normal".

As mesmas pessoas que durante anos lutaram para a "igualdade" agora usam a plataforma que os marxistas culturais lhes ofereceram para tratar os que se opõem aos seus pervertidos gostos "sexuais" de forma agressiva e desrespeitosa.

Felizmente que a libertação de jovens presos no vício da homossexualidade não depende da Apple ou de um outro aplicativo do iPhone (ou coisa que se pareça), Os activistas podem tentar usar todos os meios possíveis para manter as pessoas no pecado, mas aqueles que verdadeiramente querem sair do pecado da homossexualidade irão conseguir. Isto acontece porque quando um homem se move para Deus, Deus move-se para ele1, e ninguém pode parar o Poder Libertador do Criador2. Se assim é, é fútil lutar contra Deus.

Os activistas homossexuais podem até ter algumas vitórias simbólicas mas estão a perder a guerra mais importante das suas vidas: a guerra pelas suas próprias almas.

Em baixo vêmos o testemunho de um homem que foi liberto do vício da homossexualidade. É para censurar vidas como esta que organizações como a TWO (activistas homossexuais) lutam e atacam ministérios de libertação como a Exodus.

Mas Deus ainda é Deus, e o homem ainda é uma criatura.


1. "Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações." - Tiago 4:8

2. "Porque, para Deus, nada é impossível." - Lucas 1:37

terça-feira, 22 de março de 2011

Apple sob fogo devido à intolerância da gaystapo

Uma aplicação iPhone feita para ministrar pessoas que tenham atracção homossexual indesejada está a ser o alvo de críticas pelo sempre exigente lobby homossexual. Este mesmo grupo - que pede tolerância mas que é muito pouco tolerante - qualifica o programa de "odioso e intolerante". Infelizmente os activistas homossexuais não dizem onde está o ódio em oferecer ajuda a quem tenha desejos e atracções dos quais se queira vêr livre.

A aplicação, criada pelo ministério internacional "Exodus International" e disponível através da loja online da iTunes, recebeu uma qualificação de 4+, o que significa que não contém nenhum conteúdo condenável. A aplicação serve de ponte para as notícias, blogues, podcasts e outras redes sociais do ministério.

O grupo homossexual "Truth Wins Out" (TWO), que se dedica a "combater as mentiras anti-gays e o mito ex-gay", lançou sem demora um protesto. A organização fascista alega que já recolheu mais de 100,000 assinaturas contra a aplicação no site Change.org.

O líderes do grupo TWO prometeram que, se a Apple não se submeter às suas exigências, eles farão uma conferência de imprensa à porta dos escritórios com "vítimas do grupo Exodus" como forma de pressionar a companhia informática.

John Becker, director de comunicação da TWO afirma:

Não tem conteúdo condenável? Nós discordamos . A mensagem da Exodus é odiosa e intolerante. . . . . A Apple não permite aplicações racistas ou anti-semitas, no entanto dá luz verdade a uma aplicação escrita por grupo extremista anti-gay que ataca os jovens de uma minoria sexual com mensagens de que eles são 'pecadores' e 'perversos'.
Reparem no ridículo em que este defensor da homossexualidade cai. Ele tenta dizer que, da mesma forma que a companhia Apple não pactua com material racista, eles não deveriam pactuar com aplicações que ofereçam suporte a quem deseje sair da vida homossexual.

Mas isto é problemático uma vez que racismo é uma ideologia que ataca uma ou mais pessoas devido àquilo que são (não devido ao seu comportamento) enquanto que a aplicação da Exodus oferece suporte contra um comportamento. Como é normal, os activistas não só se tentam colocar no papel de vítimas ("minoria sexual"), como também tentam equivaler a raça com um gosto sexual.

A aplicação da Apple não obriga ninguém a mudar de comportamento, nem se força na vida privada de ninguém. Quem precisar de ajuda, pode contactar o grupo Exodus. Quem estiver satisfeito com a sua homossexualidade e der de frente com essa aplicação, pode simplesmente passar a frente ou não comprar material informático com tal aplicação.

Mas isto não é suficiente para a Gaystapo. Não só eles não querem sair da sua vida homossexual, como também não querem que se saiba que é possível sair da vida homossexual.

Alan Chambers e Randy Thomas do ministério Exodus International já condenaram "os emails terríveis e verdadeiramente maldosos, os tweets e os comentários no facebook" que foram dirigidos à organização desde que a campanha Change.org iniciou.

Jeff Buchanan da Exodus afirmou à CBN:

[Esta campanha] representa realmente uma falta de tolerância, uma falta de diversidade que existe em várias áreas da nossa cultura. . . . . O que nós queremos é simplesmente o direito e a oportunidade . . . . para uma representação igual na plataforma iTunes dentro da Apple para representar a nossa mensagem Bíblica sobre a sexualidade.

Um petição semelhante na Change.org levou à remoção de uma aplicação em favor da Declaração de Manhattan em Novembro último uma vez que esta foi considerara "cheia de ódio" por suportar o casamento normal. Ou seja, segundo os activistas homossexuais, dizer que o casamento é entre um homem e uma mulher é uma expressão de "ódio". Veja-se o ridículo a que chegamos.

Victoria Pynchon, da revista Forbes, defendeu a aplicação da Exodus e questionou os ataques às aplicações da iPhone por parte de alguns grupos.

Sob o risco de me colocar no meio de uma tempestade de desaprovação, tenho a dizer que o que vi e li na aplicação da Exodus não foi discurso de ódio mas sim a expressão de crenças religiosas em relação as quais eu, e muitas outras pessoas estão em desacordo.

Faz parte da nossa identidade nacional que nós, o povo, tenhamos o direito de acreditar no que nós bem quisermos.

Pynchon avisou ainda para o perigo de transformar uma empresa informática como a Apple no vigia dos portões em relação ao que é pensamento aceitável e pensamento censurável.

Os activistas homossexuais tem algo a esconder e por isso não querem que se saiba que há pessoas que trabalham com homossexuais e ajudam-nos a abandonar esse estilo de "vida". Como nada podem fazer contra a verdade, os activistas tentam usar a censura de opiniões distintas da sua.

A Apple tem todo o direito de colocar o que bem entender nos seus dispositivos e a Exodus tem todo o direito de oferecer ajuda a quem queira se vêr livre dos seus desejos homossexuais.

Mas, claro, as leis do mundo ocidental só se aplicam aos outros. Os grupos que podem de alguma forma atacar a superior civilização judaico cristã já não estão vinculadas a estas leis. A censura só é censura quando limita o discurso da gaystapo.

domingo, 20 de março de 2011

A chantagem psicológica gayliban

Uma pessoa deixou-nos uma acusação muito grave nos comentários que aqui tem colocado:

"Sim acho que um blog destes leva muitos jovens em fase de pouca aceitação ao suicidio"

"Um miudo em fase de negação ou em sofrimento que veja um blog destes pior se sentirá e terá logo maior risco de suicidio sim"

Segue a nossa defesa,

As nossas críticas ao movimento gayzista, ideológico e político, não podiam ser melhor resumidas por Justin Raymondo, um homossexual, " Um gay comenta a indecência dos actuais movimentos gays" Transcrição de algumas declarações fortes deste homossexual, que certamente já provocaram milhares, senão mesmo milhões, de suicídios entre jovens. Repito para que não existam dúvidas, é um homossexual quem afirma o seguinte:

-Hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade.

-Um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

-Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

-Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz.

-Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual.

-Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável.

-Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.- Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha... mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais.

-A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

-O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder (...) tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

-É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

-A busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio.

-Não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

-Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes.

-Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

-Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

-Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

Quanto à nossa posição sobre o movimento gayzysta, caso arrumado. Ela está acima dos desejos sexuais que as pessoas possam ter. Tanto assim é, que subscrevemos a posição de Justin Raymondo sobre os movimentos revolucionários gayzistas.

Depois, também temos textos neste blogue que tratam a prática homossexual como pecaminosa. Não sei como as pessoas se podem matar por ligarem àquilo que dizemos, sobretudo quando nunca dissemos que o suicídio era o remédio para o problema ou pecado menos grave. Pelo contrário, o suicídio é um pecado ainda pior. Se alguém se importar com aquilo que dizemos, seguramente não se irá matar.

Por último, a pessoa que nos fez esta acusação, é a mesma que veio aqui perseguir e incomodar alguém, outro comentador, porque este se livrou de tendências homossexuais. Referiu-se a essa pessoa como "ele é homossexual". Ao mesmo tempo que nos acusa de provocar o suicídio de pessoas com tendências homossexuais, o indivíduo persegue aqueles que se querem livrar delas. Imaginem um jovem que passe por esse problema. Da nossa parte, ele apenas terá de suportar o nosso direito a considerarmos pecado aquilo que bem entendermos e ouvir que não existem comportamentos inalteráveis. Afirmamos ainda que o estado não deve puni-lo pela sua conduta de vida, nem a nós por discordarmos dela.

Da parte do gayzista taliban, a conversa é outra: por ele, o jovem confuso está obrigado a ser homossexual até ao fim da vida, e se tentar alterar isso merece ser perseguido e apontado como "ele é homossexual". Aqui aplica-se a resposta que já demos no tópico das Perguntas Frequentes e Comuns:

Os autores deste blogue querem obrigar os homossexuais a abandonar o homossexualismo?

Não. Só gostamos de ridicularizar os homossexuais que querem impedir outros de o fazer. Quando eles chegam ao ponto de tirar a carteira de psiquiatra e/ou psicólogo a profissionais que comprovadamente conseguiram ajudar pessoas que pediram apoio nesse sentido; gostamos de os denunciar como ditadores de comportamentos que são.

A imposição de comportamentos está do lado da agenda política do gayzismo. Por vontade desta, todas as pessoas com tendências homossexuais só poderiam ter como alternativa adaptarem-se a essa condição, adoptando-a como estilo de vida.

O que será pior de dizer a um jovem com esse problema?

1) A homossexualidade não tem solução, tens de gostar dessa tua tendência! Se pensares o contrário e criticares a homossexualidade, vou perseguir-te e chamar-te homossexual sempre que te vir!

2) Não tenho nada a ver com a tua intimidade. No dia em que quiseres alterar esse comportamento, existem profissionais que te podem ajudar. Até lá, não queiras impor aos outros como fonte de direito e acima de qualquer crítica, aquilo que ninguém te quer proibir de fazer.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Homofobia, por João César das Neves

Hoje quem manifeste oposição ou desagrado pelas práticas homossexuais é logo repudiado violentamente como homofóbico. Isto nasce de dois erros elementares acerca dos direitos democráticos.

Uma atitude chauvinista ou xenófoba é justamente repudiada entre nós porque manifesta desagrado por aquilo que outro cidadão é em si mesmo, o que viola o princípio da igualdade em que a nossa sociedade se baseia. Mas na homossexualidade não se trata do que a pessoa é, mas do que faz. Não é raça ou sexo, mas acção, modo de vida. As pessoas nascem com as suas características étnicas e físicas, não com opções sexuais.

Os activistas têm-se esforçado por demonstrar que a orientação sexual é genética e natural. Mas, mesmo que o consigam (o que está longe), nunca podem ir além de uma inclinação, orientação. As pessoas não vivem pré-determinadas nem perdem a capacidade de escolha. Também há quem nasça com temperamento colérico e agressivo e isso não nos impede de repudiar a violência.

Em segundo lugar, é preciso lembrar que existe um crime muito grave chamado homofobia, que consiste em agredir e prejudicar alguém por ser homossexual. Mas isso é muito diferente da liberdade de opinião acerca da prática. Também há quem seja abertamente contra a Igreja, o que é legítimo na sociedade livre, sem que tal se confunda com a perseguição religiosa concreta, proibida pela lei.

Na cultura actual a homossexualidade é geralmente tolerada. O direito que hoje sofre discriminação é a liberdade de expressão dos que pensam que ela é uma perversão.

(Fonte)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Gaylibans

A maior demonstração de que a homossexualidade não é uma característica ontológica, é a capacidade de alguns homossexuais para pensarem o movimento político gayzista para além da sua preferência sexual. É o caso do norte-americano Justin Raymondo :

-Hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade.

-Um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

-Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

-Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz.

-Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual.

-Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável.

-Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

- Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha... mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais.

-A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

-O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder (...) tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

-É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

-A busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio.

-Não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

-Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes.

-Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

-Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

-Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.


O artigo completo encontra-se aqui.

O gayzismo resume-se à estupidez de elevar um desejo sexual acima de qualquer crítica e considerá-lo fonte de direitos.
Eu não tenho nada contra os gays. Tal como não tenho contra os bêbados. Por "não ter nada contra", entenda-se: não os quero matar, prender,torturar, desalojar ou obrigar à alteração de comportamentos à força. Aliás, de nada vale dizer que não quero fazer isso, porque mesmo que quisesse, a lei condenar-me-ia. E muito bem.
Isso não significa que não sinta repugnância por esses hábitos e estilos de vida. Sinto mesmo.Ou que não defenda tais práticas como condenáveis do ponto de vista moral. Defendo. Se me apetecer dar a minha opinião sobre esses assuntos, dou-a. Por norma, tenho mais em que pensar. No entanto, há homossexuais que, não satisfeitos com a liberdade para viverem em paz, querem que toda a gente reconheça a homossexualidade como natural, saudável, banal e acima de qualquer consideração moral. Ou seja: hoje em dia há um desejo e uma prática sexual que, dizem, têm ser protegidos e elevados acima de qualquer crítica. Em Portugal, isto já se tornou critério para escolher deputados parlamentares. Determinado indivíduo foi tornado candidato, por ter determinado desejo e prática sexual. Aquilo que o habilitou a ocupar a vaga, foi ser possuidor de um sentimento/comportamento sexual.E eleito, cumpriu a sua função em tal órgão de soberania, em nome da dignificação e sacralização oficial do seu desejo e prática sexual. Se o rídiculo ainda não está óbvio: imaginem que o senhor da fotografia abaixo, era eleito deputado porque sente atracção sexual por mulheres. Motivo: garantir que o parlamento dignificava oficialmente a conduta sexual desenfreada que ele, com orgulho, assume ter.



Um deputado sério, para defender os direitos dos promíscuos liberais!

Vota Zezé!



PS- Se o camarada acima algum dia for eleito para esse propósito, avisem-me para eu retirar esta piada, antes dele aprovar alguma lei que criminalize a promíscuofobia que acabei de cometer

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