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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Activistas homossexuais canadianos perseguem grupos de apoio a ex-homossexuais

Se mais dúvidas houvessem do totalitarismo dos activistas homossexuais (não confundir com os demais homossexuais que vivem a sua vida sem se importarem com o activismo), esta notícia da LifeSiteNews confirma essa posição.

O partido canadiano "New Democrat Party" (NDP) aprovou uma resolução que apela ao governo que remova o estatuto de instituição de caridade aos grupos [maioritariamente Cristãos] que oferecem suporte a todos aqueles e aquelas que voluntariamente buscam formas de superar a atracção homossexual.

Matthew McLaughlin, mentor da resolução e membro da LGBT local, pediu urgência ao governo em remover o estatuto da Exodus Global Alliance ao mesmo tempo que apelou que se "investigassem" as outras organizações ex-gay:

As organizações ex-gay . . . . aproveitam-se das pessoas LGB, muitas delas provenientes de famílias vulneráveis ou imersas em depressão e ódio a si mesmos.
Evidências para esta posição? Dados estatísticos? Qual foi a organização ex-gay que se aproveitou dos LGB? O Matthew não diz, mas temos que acreditar que existem porque ele diz que existem.
[Estas organizações ex-gay] defendem que os LGB nunca vivem vidas felizes, que eles são pouco saudáveis e incompletos, que eles nunca experimentam o amor e que a única esperança está nos seus grupos.
Portanto, dizer "tu não vives uma vida feliz" é crime suficiente para que essa instituição de ajuda social veja o seu estatuto de organização de caridade removido. Se isto é assim, então talvez este gayzista esteja a preparar o caminho para a futura criminalização de todo o Cristianismo, uma vez que os Cristãos alegam que quem vive no pecado nunca é genuinamente feliz.

Mas nós sabemos que a gaystapo nunca iria usar o Estado para atacar os direitos humanos dos Cristão, certo?

Randall Garrison, responsável pelos assuntos "queer" do NDP, afirmou que:

Tais grupos forçam as pessoas a acreditar que os gays, lésbicas e bissexuais estão doentes e levam vidas tristes e solitárias, e que a única esperança é eles passarem a ser heterossexuais.

Pensar que os outros levam vidas solitárias e tristes, e oferecer (sem forçar) ajuda a quem VOLUNTARIAMENTE queira deixar de ser LGB não é motivo suficiente para se remover estatuto de instituição de caridade.

A gaystapo não tem o direito nenhum de censurar instituições que se disponibilizam a assistir a quem combata atracções não desejadas. Se eles defendem que sim - que eles tem o direito de impedir que pessoas recebem ajuda psicológica - então eles é que precisam de ser investigados pela polícia.

Este tipo de "medidas" discriminatórias contra os ministérios ex-gay já foram adoptadas na Nova Zelândia, onde o governo retirou o estatuto de associação de caridade à Exodus Global Alliance em Agosto último.

O ministério Exodus, dedicado a comunicar uma mensagem de "liberdade da homossexualidade", teve estatuto de instituição de caridade na Nova Zelândia durante mais de 10 anos, mas a Comissão de Caridade do governo decidiu que o grupo não habilitado a esse estatuto porque as suas actividades não oferecem "qualquer tipo de benefício público".

Mostrando mais uma vez como a ciência está a ser pervertida e usada para o avanço do esquerdismo, o governo citou o facto da American Psychological Association (APA) ter removido a homossexualidade da sua lista de desordens mentais em 1973, e ter, mais tarde, oferecido oposição à terapia de reorientação alegando que ela pode ser "prejudicial" para os homossexuais.

No entanto, de acordo com aqueles que defendem as instituições que ajudam os homossexuais a sair dessa vida, a "pesquisa" que levou a APA a desqualificar a homossexualidade como uma desordem foi largamente baseada nas pesquisas do pedófilo homossexual Alfred Kinsey e no trabalho de Evelyn Hooker.

A Dr. Judith Reisman revelou que, embora o pedófilo Kinsey tenha apresentado o trabalho como indicativos da população no seu todo, as pesquisas de Kinsey - que mostravam uma larga percentagem de homossexuais na população geral - centraram-se em larga escala nos presidiários e frequentadores de bares homossexuais.

Adicionalmente, embora a pesquisa de Hooker tenha mostrado não haver maior presença de comportamento patológico entre os homossexuais quando comparados com os heterossexuais, foi revelado que os homossexuais que tomaram parte da sua investigação haviam sido escolhidos pela Mattachine Society, um grupo activista homossexual. Não é difícil imaginar estes a escolherem os homossexuais que melhor servissem a agenda e a excluir aqueles que fizessem o reverso.

Afinal, quando está em jogo a hegemonia cultural, os activistas esquerdistas não tem problemas em inventar mentiras.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Lobby sodomita consegue censurar aplicativo informático Cristão

O lobby sodomita conseguiu que uma organização privada removesse o aplicativo que oferecia ajuda a quem de livre vontade quisesse abandonar o auto-destrutivo e muito pouco saudável vício da homossexualidade.

Estes activistas são exactamente os mesmos que querem entrar nas nossas escolas públicas e "ensinar" aos filhos alheios que os seus desejos sexuais (que incluem inserir o órgão sexual, a boca, um objecto ou um animal no ânus doutro homem) é "normal".

As mesmas pessoas que durante anos lutaram para a "igualdade" agora usam a plataforma que os marxistas culturais lhes ofereceram para tratar os que se opõem aos seus pervertidos gostos "sexuais" de forma agressiva e desrespeitosa.

Felizmente que a libertação de jovens presos no vício da homossexualidade não depende da Apple ou de um outro aplicativo do iPhone (ou coisa que se pareça), Os activistas podem tentar usar todos os meios possíveis para manter as pessoas no pecado, mas aqueles que verdadeiramente querem sair do pecado da homossexualidade irão conseguir. Isto acontece porque quando um homem se move para Deus, Deus move-se para ele1, e ninguém pode parar o Poder Libertador do Criador2. Se assim é, é fútil lutar contra Deus.

Os activistas homossexuais podem até ter algumas vitórias simbólicas mas estão a perder a guerra mais importante das suas vidas: a guerra pelas suas próprias almas.

Em baixo vêmos o testemunho de um homem que foi liberto do vício da homossexualidade. É para censurar vidas como esta que organizações como a TWO (activistas homossexuais) lutam e atacam ministérios de libertação como a Exodus.

Mas Deus ainda é Deus, e o homem ainda é uma criatura.


1. "Chegai-vos a Deus, e Ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações." - Tiago 4:8

2. "Porque, para Deus, nada é impossível." - Lucas 1:37

terça-feira, 22 de março de 2011

Apple sob fogo devido à intolerância da gaystapo

Uma aplicação iPhone feita para ministrar pessoas que tenham atracção homossexual indesejada está a ser o alvo de críticas pelo sempre exigente lobby homossexual. Este mesmo grupo - que pede tolerância mas que é muito pouco tolerante - qualifica o programa de "odioso e intolerante". Infelizmente os activistas homossexuais não dizem onde está o ódio em oferecer ajuda a quem tenha desejos e atracções dos quais se queira vêr livre.

A aplicação, criada pelo ministério internacional "Exodus International" e disponível através da loja online da iTunes, recebeu uma qualificação de 4+, o que significa que não contém nenhum conteúdo condenável. A aplicação serve de ponte para as notícias, blogues, podcasts e outras redes sociais do ministério.

O grupo homossexual "Truth Wins Out" (TWO), que se dedica a "combater as mentiras anti-gays e o mito ex-gay", lançou sem demora um protesto. A organização fascista alega que já recolheu mais de 100,000 assinaturas contra a aplicação no site Change.org.

O líderes do grupo TWO prometeram que, se a Apple não se submeter às suas exigências, eles farão uma conferência de imprensa à porta dos escritórios com "vítimas do grupo Exodus" como forma de pressionar a companhia informática.

John Becker, director de comunicação da TWO afirma:

Não tem conteúdo condenável? Nós discordamos . A mensagem da Exodus é odiosa e intolerante. . . . . A Apple não permite aplicações racistas ou anti-semitas, no entanto dá luz verdade a uma aplicação escrita por grupo extremista anti-gay que ataca os jovens de uma minoria sexual com mensagens de que eles são 'pecadores' e 'perversos'.
Reparem no ridículo em que este defensor da homossexualidade cai. Ele tenta dizer que, da mesma forma que a companhia Apple não pactua com material racista, eles não deveriam pactuar com aplicações que ofereçam suporte a quem deseje sair da vida homossexual.

Mas isto é problemático uma vez que racismo é uma ideologia que ataca uma ou mais pessoas devido àquilo que são (não devido ao seu comportamento) enquanto que a aplicação da Exodus oferece suporte contra um comportamento. Como é normal, os activistas não só se tentam colocar no papel de vítimas ("minoria sexual"), como também tentam equivaler a raça com um gosto sexual.

A aplicação da Apple não obriga ninguém a mudar de comportamento, nem se força na vida privada de ninguém. Quem precisar de ajuda, pode contactar o grupo Exodus. Quem estiver satisfeito com a sua homossexualidade e der de frente com essa aplicação, pode simplesmente passar a frente ou não comprar material informático com tal aplicação.

Mas isto não é suficiente para a Gaystapo. Não só eles não querem sair da sua vida homossexual, como também não querem que se saiba que é possível sair da vida homossexual.

Alan Chambers e Randy Thomas do ministério Exodus International já condenaram "os emails terríveis e verdadeiramente maldosos, os tweets e os comentários no facebook" que foram dirigidos à organização desde que a campanha Change.org iniciou.

Jeff Buchanan da Exodus afirmou à CBN:

[Esta campanha] representa realmente uma falta de tolerância, uma falta de diversidade que existe em várias áreas da nossa cultura. . . . . O que nós queremos é simplesmente o direito e a oportunidade . . . . para uma representação igual na plataforma iTunes dentro da Apple para representar a nossa mensagem Bíblica sobre a sexualidade.

Um petição semelhante na Change.org levou à remoção de uma aplicação em favor da Declaração de Manhattan em Novembro último uma vez que esta foi considerara "cheia de ódio" por suportar o casamento normal. Ou seja, segundo os activistas homossexuais, dizer que o casamento é entre um homem e uma mulher é uma expressão de "ódio". Veja-se o ridículo a que chegamos.

Victoria Pynchon, da revista Forbes, defendeu a aplicação da Exodus e questionou os ataques às aplicações da iPhone por parte de alguns grupos.

Sob o risco de me colocar no meio de uma tempestade de desaprovação, tenho a dizer que o que vi e li na aplicação da Exodus não foi discurso de ódio mas sim a expressão de crenças religiosas em relação as quais eu, e muitas outras pessoas estão em desacordo.

Faz parte da nossa identidade nacional que nós, o povo, tenhamos o direito de acreditar no que nós bem quisermos.

Pynchon avisou ainda para o perigo de transformar uma empresa informática como a Apple no vigia dos portões em relação ao que é pensamento aceitável e pensamento censurável.

Os activistas homossexuais tem algo a esconder e por isso não querem que se saiba que há pessoas que trabalham com homossexuais e ajudam-nos a abandonar esse estilo de "vida". Como nada podem fazer contra a verdade, os activistas tentam usar a censura de opiniões distintas da sua.

A Apple tem todo o direito de colocar o que bem entender nos seus dispositivos e a Exodus tem todo o direito de oferecer ajuda a quem queira se vêr livre dos seus desejos homossexuais.

Mas, claro, as leis do mundo ocidental só se aplicam aos outros. Os grupos que podem de alguma forma atacar a superior civilização judaico cristã já não estão vinculadas a estas leis. A censura só é censura quando limita o discurso da gaystapo.

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