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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A máfia homossexual dentro da Igreja Católica


Por John-Henry Westen

Durante as últimas semanas um artigo recente feito por um padre doutorado tem circulado o globo e dado mais proeminência às recentes revelações resultantes dum inquérito interno no Vaticano em relação à "máfia gay". Standing with the Pope against homoheresy, ["Do Lado do Papa Contra a Homoheresia"] foi escrito no final de 2012 pelo Padre Dariusz Oko, Ph.D., um padre da arquidiocese de Cracóvia e Professor-Assistente na "John Paul II Pontifical University" também em Cracóvia.

O Pe. Oko nota que a sua descoberta "duma enorme clandestinidade homossexual dentro da Igreja" veio como resultado do seu trabalho na crítica filosófica da propaganda e da ideologia homossexual - um estudo que vários bispos e cardinais o encorajaram a levar a cabo. O Pe. Oko afirma:

Dei início ao meu trabalho olhando para ele como uma luta contra um inimigo externo e mortal do Cristianismo, mas depois descobri que o inimigo não se encontra só fora da Igreja, mas dentro dela também.

Na sua dissertação, o professor de filosofia revela os seus encontros com um grupo de homossexuais dentro da Igreja Católica Romana que bloqueava que justiça fosse feita às pessoas que haviam sido abusadas pelos homossexuais que se encontram dentro da Igreja - neste caso, um bispo homossexual.

Fiquei a saber do Bispo [Juliusz] Paetz [Arcebispo Emérito de Poznań] acidentalmente, a partir dum seminarista emocionado e cheio de terror que me disse ter sido abusado pelo seu próprio ordinário. Ele estava à beira de perder a fé, bem como a integridade mental e espiritual. As nossas intervenções junto dos vários níveis da hierarquia da Igreja foram, no entanto, infrutíferas: depara-mo-nos com uma muralha que não poderia ser atravessada (mesmo em casos auto-evidentes como aquele).

O que finalmente fez com que a muralha fosse atravessada, afirma o Pe Oko, foi "a tremenda emoção nos média e a intervenção do próprio Papa. Antes disso, tudo foi bloqueado nos vários níveis inferiores da hierarquia local ou da hierarquia do Vaticano."  Descrevendo a formação dos grupos exclusivos homossexuais, o Pe. Oko diz:

Eles sabem muito bem, no entanto, que podem ser expostos e humilhados, e como tal, protegem-se uns aos outros disponibilizando apoio mútuo. Eles constroem relações informais que se assemelham a grupos exclusivos ou até a máfia  e, particularmente, buscam formas de assegurar aquelas posições que oferecem poder e dinheiro.

Quando eles chegam a posições onde são tomadas decisões, eles tentam promover e avançar maioritariamente aqueles cuja natureza é igual a deles, ou pelo menos aqueles que são reconhecidos como fracos para lhes levantar oposição. Desta forma, posições-chave da Igreja podem estar nas mãos de pessoas que sofreram feridas internas profundas.

Eles podem obter uma posição dominadora em muitas áreas da hierarquia da igreja, tornando-se numa "elite do quarto dos fundos" que tem, na realidade, um poder tremendo para decidir quais as nomeações importantes, e decidir toda a vida da Igreja. De facto, eles podem até ser demasiado poderosos para serem derrotados por bispos honestos e bem-intencionados.

O Pe. Oko identifica também "o medo e confusão do clero, particularmente em certas dioceses e congregações, quando se deparam" com o tópico do homossexualismo.

Eles recolhem-se para o seu silêncio, incapazes de articular declarações básicas dos ensinamentos da Igreja em torno do assunto. Do que é que eles têm medo? De onde vem esse medo que se encontra entre homens maduros e adultos? Eles devem estar com receio de algum lobby influente e poderoso, em cujo desfavorecimento eles podem cair.

O Papa Bento sabe e ele lutou bravamente.

O Pe. Oko alega que o Papa Bento XVI está bem ciente desta subcultura dentro da Igreja e já se lamentou publicamente desta "imundice" e do estrago que ela causou. O Papa "fez da limpeza da Igreja dos abusos homossexuais e da prevenção da sua recorrência futura uma das prioridades do seu pontificado," afirma o Pe. Oko.

Ele removeu das suas posições, e de modo veemente, clérigos comprometidos. Nos primeiros meses após a sua eleição, ainda em 2005, ele deu instrucções para proibir de modo firme a ordenação de homossexuais não-tratados. A instrucção foi precedida duma carta enviada pela Santa Sé aos bispos de todo o mundo, ordenando que os padres com tendências homossexuais sejam imediatamente removidos de qualquer função educacional nos seminários.

Mais tarde, em 2008, o Papa emitiu uma directiva proibindo até os homossexuais não-practicantes de se tornarem seminaristas.

Demonstrando de forma clara a grave preocupação de Bento XVI, o Pe. Oko cita o seu livro "Luz do Mundo", onde o Santo Padre diz:

A maior atenção é necessária aqui de modo a prevenir a intrusão deste tipo de ambiguidade e impedir uma situação onde o celibato dos padres passasse practicamente a ser identificado com uma tendência para o homossexualismo.

O artigo do Pe. Oko é extraordinário porque ele não só é descritivo mas também prescritivo, disponibilizando as ferramentas necessárias para combater nesta guerra e limpar a "imundice".

Num apelo dirigido aos seus colegas do clero e aos Católicos fiéis, o Pe. Oko relembra o heroísmo do Papa no seu combate ao homolobby, mas diz que "Ele nada pode fazer sozinho." O Papa "precisa de cada um de nós. Ele precisa de apoio e da pregação saudável em todas as igrejas locais. Isto é um assunto que gira em torno da fidelidade da consciência de cada um: defender a veracidade da salvação, por mais que ela nos custe."

O Pe. Oko diz ainda que defender a verdade da fé neste assunto é um tópico existencial para os Católicos Romanos:

Se dermos permissão aos homolobistas para agir de modo livre, no espaço de alguns anos eles podem destruir congregações inteiras e também dioceses. A situação é mais ou menos como o início da Reforma, quando países inteiros e nações abandonaram a Igreja.

O Pe. Oko explica como identificar os culpados e como tomar parte da batalha.

Citando outro padre experiente, o Pe. Oko afirma:

Os padres que são homossexuais activos são mestres da camuflagem. A verdadeira ameaça para a Igreja são os padres homossexuais cínicos que tiram algum tipo de vantagem das suas funções, algumas vezes de formas bem devassas.

O homolobby é o centro de toda oposição interna ao Papa. Os membros desse lobby dentro da Igreja são relativamente pequenos em número, mas eles não só controlam posições-chaves (que eles estão ansiosos por obter), mas criam uma rede de relacionamentos bem próxima e dão apoio uns aos outros, o que os torna perigosos.

Em termos de acção, o Pe. Oko sugere:

A máfia homossexual dentro da Igreja tem que ser lidada duma forma bem profissional. Temos que agir como um acusador legal ou um oficial numa batalha; é importante que encontremos uma grupo enorme de pessoas de boa vontade prontas para nos proteger e dar o seu apoio ao que fazemos. Este grupo deve incluir clérigos - quanto mais elevados eles estiverem na hierarquia, melhor - peritos nos vários campos, especialistas em registos e arquivos, advogados, policias, jornalistas e o maior número possível de crentes.

É sempre bom trocar informação, documentos e evidências. A rede mundial de homolobistas e homomafiosos tem que ser resistida com uma rede de pessoas honestas. A internet é uma ferramenta excelente, que torna possível criar uma comunidade global de pessoas preocupadas com o destino da Igreja. Quanto mais nós soubermos, mais nós podemos fazer. Temos que nos lembrar que em assuntos como este, nós somos como "ovelhas ao meio de lobos" e como tal nós temos que ser "prudentes como as serpentes e símplices como as pombas". (Mateus 10:16)

Temos que ter a coragem de enfrentar os malfeitores, tal como o Senhor Jesus teve a coragem de enfrentar os Fariseus do Seu tempo. Não podemos construir as nossas vidas sobre ilusões doces visto que "a verdade nos libertará" (João 8:32) e é por isto que "Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação". (2 Tim 1:7)

Todas as intervenções devem ser feitas com o máximo de respeito e amor por todas as pessoas, incluindo o abusador.

O Pe. Oko conclui lembrando que, levando em conta que os devemos "reconhecer pelos seus frutos" (Mateus 7:16) - e também os eventos publicados no último quarto de século, a reacção da Santa Sé, e os documentos por ela emitida - temos que admitir de modo claro e explícito: existe um forte sub-mundo homossexual dentro da Igreja.

LifeSite News

* * * * * * *

A esmagadora maioria dos casos de pedofilia dentro das igrejas pode ser directamente conectada com o comportamento homossexual, e com homossexuais que usam da sua posição para abusar sexualmente rapazes e adolescentes Católicos. No entanto, apesar deste facto óbvio, o lobby anti-Cristão do Ocidente resolve centrar-se no Catolicismo - que condena o homossexualismo - deixando de lado o comportamento homossexual - que está muito mais associado à pedofilia

Com este texto do site LifeSite News, ficamos a saber que existe um gigantesco e poderoso homolobby dentro da Igreja Católica, e que aderentes desse comportamento sexual encontram-se hoje em lugares de autoridade, poder e influência, prontos a perturbar a Igreja Católica a partir do seu interior, e proteger os homossexuais que abusam de crianças Católicas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Infiltração homossexual

Os homossexuais que se escondem por trás da batina continuam a trazer vergonha aos Cristãos. Como se lê na noticia citada em baixo, eles são declaradamente homossexuais (e pedófilos) mas em vez de abandonarem a Igreja Católica (que condena ambos os comportamentos) fingem-se de Cristãos enquanto aproveitam o dinheiro Cristão para satisfazer as suas perversões.

Bento XVI já escreveu que os homossexuais não tem lugar no sacerdócio Católico e o que o artigo em baixo mostra é que, mais uma vez, Bento XVI está certo nessa posição.

Este artigo mostra de forma clara que enquanto Cristãos, e quer a nível pessoal ou ao nível de grupo, nós não podemos deixar a falsidade ter liberdade entre nós. porque, invariavelmente, isso vai-nos destruir por dentro.

Tirai, pois, de entre vós, a esse iníquo.
1 Cor 5:13

“Os dois acompanhantes lhe homenageiam, espremendo-o no meio, em um sanduíche. Envolvem-no em uma dança muito sensual. Esfregam-se, rodeiam, esmagam-se, abrem a sua camisa, o acariciam, tocam nele. Dirty dancing a três em uma variação homossexual.

O grupo olha para eles de cima a baixo. Apreciam. Aplaudem. Incitam. Assobiam. Cutucam. O francês [no meio dos acompanhantes] é um padre. Poucos dias antes havia celebrado a missa da manhã na basílica de São Pedro.

Hipocrisia homossexual. Ao Domingo finge ser Cristão, mas na privacidade é um homossexual que usa de acompanhantes. E como é que ele paga a sua perversão? Ora, com dinheiro Cristão.
A cena é de uma festa em Roma, uma entre as muitas nas quais padres, bispos e cardeais exercem a sexualidade que as regras da sua própria Igreja Católica restringem e condenam.
Exacto. O facto destes "padres, bispos e cardeais" se envolverem em perversões sexuais que contrariam a Doutrina Cristã mostra bem quem eles servem.
O fenômeno da sexualidade na Igreja Católica, segundo o autor, é gigantesco e complexo. Fazem parte desse mundo os padres gays que optam por uma vida dupla; os sacerdotes que se relacionam com mulheres clandestinamente; e mesmo os filhos desses relacionamentos, que são abortados, escondidos ou privados de um pai pela vida inteira, para que se evite escândalos.
O artigo tenta relativizar a presença de homossexuais ao apontar outros desviados da Doutrina Cristã.
“Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo”, afirma.
A infiltração homossexual e esquerdista nas Igrejas ocidentais é um fenómeno recorrente.
Em seu livro, o senhor denuncia vários casos de padres que têm uma vida religiosa tradicional ao mesmo tempo em que também exercem sua sexualidade. Como o senhor fez a investigação para chegar a essas histórias? Qual era o seu objetivo em publicar o livro?

Realizei a reportagem com uma câmera escondida, isso com o objetivo de ter provas sobre aquilo que iria contar. O objetivo do meu trabalho é trazer à tona a vida escondida de grande parte do clero católico, como padres que têm uma vida sexual secreta, tanto homossexuais quanto heterossexuais.
Na maioria homossexuais, coisa que o artigo tenta colocar de lado. (Não que viver com uma mulher e ter filhos não seja igualmente grave para quem se comprometeu a ser celibatário).
O senhor diz que o Vaticano conhece a questão dos padres gays e mesmo dos abortos. Quais são as verdadeiras dimensões do fenômeno?

Coletar dados para dimensionar o fenômeno é uma tarefa difícil. Difícil porque, como é óbvio, não há estudos e tabelas oficiais, é preciso se contentar com estimativas parciais, que não têm a pretensão de trazer a verdade científica, mas que podem ajudar a entender quão grande é o terreno sobre o qual caminhamos. As tentativas mais articuladas vêm dos Estados Unidos.

Segundo vários estudos do psiquiatra Richard Sipe, ex-monge beneditino e ex-sacerdote, 25% dos padres americanos tiveram relações com mulheres depois da ordenação. Outros 20% estiveram envolvidos em relações homossexuais ou se identificam como homossexuais ou se sentiram em conflito com essa questão.

Embora os homossexuais sejam menos de 5% entre a população geral, eles aparentemente são 20% do clero, e, de acordo com o Cardeal Bartone, esses 20% de homossexuais entre o sacerdócio Católico são responsáveis por 80% das acusações de pedofilia na Igreja.
O seu livro conta de padres que procuram espaços para expressar a sexualidade, seja em bares, seja na internet, com perfis secretos no Facebook nos quais assumem a homossexualidade, mas que ao mesmo tempo não desejam abandonar a vida religiosa. Depois de tudo que o senhor conheceu, como vê exigência do celibato?

O celibato não funciona, é óbvio.
Que pergunta tão estúpida. Mas o que é que o celibato tem a ver com a orientação sexual, ou neste caso, desorientação sexual? Será que o escritor deste livro está a alegar que se estes homens abandonarem o celibato, deixariam a homossexualidade?

A pergunta mais séria seria "Uma vez que Igreja Católica condena a homossexualidade de forma vigorosa, não acha que esses padres homossexuais se estão a aproveitar dos recursos Cristãos para satisfazerem as suas perversões sexuais?"

Nunca funcionou.
Funciona em várias partes do mundo, com várias pessoas das mais variadas idades.
O sexo é onipresente.
Não, não é.
Estão envolvidos nesses casos não só padres, mas bispos e cardeais. A cultura do sigilo que permeia a Igreja existe há milênios, ditada pelos eclesiásticos. Os eclesiásticos são um círculo restrito que controla toda a igreja e detém todo o poder, e o poder exige um nível de sigilo. O resto do mundo que fique na ignorância.
Provavelmente as mesmas pessoas que se envolvem nessas prácticas homossexuais são as mesmas que "exigem sigilo". Afinal, só que está em erro é que quer esconder esse erro. O próprio Bento XVI já veio a público e disse que homossexuais não têm lugar no sacerdócio.
O Vaticano nega os casos? Como reage a Igreja?

Para o Vaticano, o centro do problema é o escândalo, não o pecado individual.

Mais uma resposta esquerdista. O centro do problema é o pecado e a consequência desse pecado para a Igreja. O que os esquerdistas estão a fazer dentro das Igrejas é mau porque é pecado.
O escândalo coloca o problema de uma Igreja que mantém a seu serviço aqueles que não cumprem com sua missão universal, aqueles que traem essa missão.
Portanto, a culpa não é das pessoas que subvertem a Doutrina Cristã, mas sim de TODA A IGREJA por alegadamente os "manter em serviço".
Em resumo, o escândalo afugenta os fiéis da Igreja.
Esse é o desejo de quem escreveu o livro e não a realidade dos factos. A realidade diz-nos que o número de Cristãos está a aumentar um pouco por todo o mundo.
Durante o tempo em que estive envolvido com essa questão, entendi uma coisa: a Igreja não quer problemas. O respeito aos pobres fiéis ingênuos, salvo raríssimas exceções, é fator secundário.
Exacto. É por isso que o líder da maior instituição Cristã do mundo escreve um livro onde se lê que os causadores de problemas (homossexuais) não podem ser aceites no sacerdócio. Sim, isto é um claro exemplo de como "a Igreja não quer problemas" e "o respeito aos fiéis é secundário".
Muito diligente nas declarações de princípio, muito hipócrita nas questões práticas: esta é hierarquia vaticana.
Sem dúvida, este livro destrói 2000 anos de História Cristã. Mais vale fecharmos todas as igrejas e irmos todos embora, porque este livro claramente mostra que todo o edifício Cristão está errado. OS homossexuais que se escondem dentro das igrejas, esses, não têm culpa nenhuma. Afinal, foram obrigados a ser celibatários e obrigados a ser padres, e como tal, nenhuma culpa têm do seu comportamento desviado.

Não é a Igreja Católica que é hipócrita mas sim as pessoas que se comprometeram a manter um estilo de vida enquanto vivem de modo totalmente contrário. A Igreja mantém e sempre manteve que o sexo é entre um homem e uma mulher dentro do vínculo do casamento,, e que a vida começa na concepção (e não no nascimento). Se alguém que se identifique como Cristão vive de forma que contradiz estas máximas, a culpa é dessa pessoa e não da instituição Cristã onde ela pode estar.

A não ser que o autor do livro consiga demonstrar de forma clara que é o propósito dos Cristãos é esconder o comportamento homossexual de alguns padres, a sua acusação de que "esta é a hierarquia do Vaticano" é pura estupidez esquerdista.

Esta é a Igreja de Roma. Seu primeiro mandamento é salvaguardar sua espécie, uma espécie a caminho da extinção.
Mais um esquerdista que vive com sonhos húmidos de destruir o Cristianismo apenas e só com a publicação de um livro. Daqui a 5 anos ninguém se lembra dele e a Igreja Católica vai tranquilamente continuar com o seu crescimento .

No entanto, o livro revela uma coisa trágica: as instituições Cristãs estão infestadas de esquerdistas (sodomitas, aborcionistas, prostitutos, polígamos, etc) e enquanto nós não os expulsarmos do nosso meio, os esquerdistas vão usar o seu comportamento pervertido como arma contra TODA a Igreja de Cristo.

Esta infiltração começa quando nós começamos a relativizar ou negligenciar um ou mais aspectos da Palavra de Deus (ética sexual, doutrina do casamento, criação, Dilúvio global, etc) e colocamos no seu lugar crenças com origens anti-Cristãs.

A solução para evitar a esquerdização das Igrejas é fazer o inverso: nenhuma parte da Bíblia pode ser comprometida em favor de crenças secularista. Ou a Bíblia é toda ela verdade ou é toda falsa.

Não há meio termo.

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