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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O abuso sexual que ocorre dentro das igrejas centra-se no homossexualismo

Por  Christine Niles

Uma das maiores mentiras em torno dos escândalos de abuso sexual dentro das igrejas é a noção de que os responsáveis são os "padres pedófilos".


Apesar da merecida aclamação que o filme "Spotlight" recebeu, e o mesmo salienta o trabalho de investigação da Boston Globe expondo o enorme abafo dos abusos sexuais sob o Cardeal Bernard Law, o filme não é perfeito.

Nomeadamente, ele exibe um claro desconforto ao apontar o dedo ao homossexualismo - o mesmo desconforto exibido  em larga parte pela hierarquia da Igreja, que, apesar das duras medidas implementadas depois da crise dos abusos sexuais, falha ao não olhar para a causa da crise: os padres homossexuais e os bispos simpatéticos que os protegem.

O filme foge da questão, e numa das cenas uma das personagens insiste que "Isto não está de maneira alguma relacionado com o homossexualismo." A personagem alega que o abuso aconteceu tanto com rapazes como com raparigas - e para salientar este ponto, o filme termina numa cena onde estão duas raparigas pequenas numa  conferência dentro dum escritório de advocacia, ao mesmo tempo que o seu advogado, Mitchell Garabedian (desempenhado por Stanley Tucci), deixa bem claro que há mais vítimas que precisam de ajuda.

Estatisticamente falando, as raparigas são uma pequena fracção das vítimas do abuso sexual levado a cabo por membros da igreja. Depois da crise ter-se revelado maior do que os Católicos pensavam, alargando-se muito para além de Boston - até hoje, pelo menos 11 dioceses declararam bancarrota durante a última década como resultado dos processos legais contra elas (Duluth sendo a mais recente) e com acordos legais a totalizar centenas de milhões de dólares - em 2002 a "U.S. Conference of Catholic Bishops" comissionou um estudo para examinar as causas da crise.

O "National Review Board", recrutando uma equipa de pesquisa da "John Jay College of Criminal Justice", emitiu o seu relatório inicial em 2004, e os resultados foram conclusivos: Este não foi um escândalo de "pedofilia" mas sim um escândalo homossexual.

Oitenta por cento das alegadas vítimas eram do sexo masculino, quase 90% eram pós-púberes, e "só uma pequena percentagem de padres foram alvo de alegações em torno do abuso de crianças jovens."

Um relatório actualizado emitido em 2011 revelou resultados semelhantes: 81% dos abusados eram rapazes, e 78% eram pós-púberes. Ambos os achados negam a alegação frequente de que este foi um escândalo de "padres pedófilos".

Pedofilia? Não. Homossexualismo.

A pedofilia em si envolve crianças com menos de 12 anos, mas o estudo de 2011 por parte da John Jay revelou que a maior parte das vítimas de abuso eram adolescentes jovens com idades que iam dos 11 aos 17 anos - uma patologia mais correctamente identificada como "efebofilia". Até a Newsweek reconheceu a distinção em 2002:

A larga maioria dos casos que estão agora perante a Igreja não envolve a pedofilia mas a efebolifia, que é atracção por jovens pós-púberes.

Mas nem todas as pessoas concordam com a fraseologia. Por exemplo, a autora Mary Eberstadt chama a isto de "distinção pseudo-científica" que é "inútil" na categorização dos infractores. Alguns dos abusadores do clero abusaram tanto os jovens como os adolescentes, e muitos tinham relações sexuais com adultos. Havia  cruzamentos tal como o caso do padre Paul Shanley, um dos nomes mais sonantes do ocultação dos abusos sexuais de Boston.

Segundo Eberstadt, Shanley não era um pedófilo mas "um homossexual activo com um gosto por crianças e adolescentes." Não só ele era um membro activo da comunidade homossexual, como dava com frequência palestras junto com o grupo [homossexual] Dignity USA, falava em vários seminários, e ele e o seu parceiro eram donos dum "resort" homossexual. Shanley era um homossexual antes de ser um pedófilo.

A subcultura homossexual sempre envolveu atracção por jovens, e é algo muito bem aceite dentro do estilo de vida homossexual. (O termo "twink" denota um parceiro sexual adolescente, algo muito comum junto dos homossexuais activos.) E as evidências demonstram que os homossexuais abusam as crianças muito mais que os heterossexuais. Segundo um estudo,

os homens homossexuais abusam os rapazes a taxas grosseiramente desproporcionais segundo as quais os homens heterossexuais abusam de meninas.

Isto chama a atenção:
Embora os homossexuais sejam só 1-3% da população, eles estão a cometer até 33% de todos os casos de abuso sexual de crianças.
(....)

- http://bit.ly/1n5dV80.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Os homossexuais não são pessoas felizes

Por Joseph Sciambra

Uma análise recente, que lista mais de 100 estudos e revistas académicas, combinada com o feedback de milhares de homossexuais por todo o país, está a revelar uma imagem mais clara do que nunca em relação à comunidade lgbt Americana. Uma estatística bem reveladora é aquela onde se lê que só 18% dos membros da comunidade lgbt se consideram "muito felizes" comparados com 30% do público geral.

Doug Hattaway, Presidente do "Hattaway Communications" organizador da pesquisa e membro da comunidade homossexual, disse o seguinte ao "The Advocate"

Ficamos surpreendidos por descobrir a existência desta diferença na felicidade. (...). Dadas todas as conversas positivas relativas as vitórias com o casamento [sic], foi esclarecedor ver que as pessoas não olham para as suas vidas de modo positivo.

Na Austrália, estudos contidos na pesquisa anual "Household, Income and Labor Dynamics" revelou uma marcada diferença nas experiências pessoais tendo como base a sua identidade sexual [sic] embora os homossexuais sejam mais altamente qualificados e "rendimentos equivalentes sejam mais elevados entre os homossexuais". O Professor Roger Wilkins, do "Melbourne's Institute of Applied Economic and Social Research", disse:

A diferença na satisfação de vida média entre as pessoas lgbt comparada com as pessoas heterossexuais é comparável em magnitude à diferença que vemos entre as pessoas com uma deficiência moderada e as pessoas sem deficiência.

As pessoas heterossexuais tiveram índices mais elevados de saúde genal, e saúde mental significativamente mais elevada.

É verdadeiramente impressionante que (a saúde e o bem estar das pessoas homossexuais) seja vincadamente inferior que as pessoas heterossexuais. Isto é totalmente inesperado visto que não há não haver nada inerente à identidade sexual que possa ter implicações na saúde e no bem estar.

O relatório salientou que as pessoas homossexuais eram menos susceptíveis de viver com um parceiro, e quando viviam, elas não eram tão felizes com os heterossexuais. Os homossexuais reportaram níveis vincadamente inferiores de satisfação, e eram ligeiramente mais susceptíveis de desejar nunca terem iniciado a relação, para além de serem mais susceptíveis de admitir que as suas uniões não haviam sido bem o que elas haviam fantasiado.

Nota do autor [Joseph Sciambra]: No ano de 1973, a American Psychiatric Association (APA)  retirou o homossexualismo da lista de desordem mental  do seu Diagnostic and Statistical Manual Of Mental Disorders (DSM-II), mas esta mudança não teve como base qualquer estudo científico ou dado algum.

Um estudo recente apurou que entre 32,3% a 51,5% dos seronegativos ou homossexuais sem conhecimento do seu estado em relação ao HIV levava a cabo sexo anal sem protecção.* Isto aponta para uma doença mental, embora não seja considerada como tal, que ainda opera como uma doença mental.

De facto, "A maior parte da literatura desta área sugere que em comparação com indivíduos sem BPD [="Borderline Personality Disorder" = "Transtorno da Personalidade Borderline"], aqueles com BPD evidenciam uma maior impulsividade sexual tal como indicado pelos níveis mais elevados de preocupação sexual, exposição sexual precoce, mais relacionamentos sexuais casuais, um maior número de parceiros sexuais distintos, promiscuidade, e experiências homossexuais..”

Dados relacionados:

Uma comparação entre MSM (homens que têm relações sexuais com outros homens) com os homens que reportaram só terem relações com mulheres (não-MSM), os MSM eram mais susceptíveis de terem tido a primeira relação sexual antes dos 15 anos (31,9% vs 17,3%). Os MSM eram também mais susceptíveis de terem tido 10 ou mais parceiros sexuais no curso das suas vidas (73,6% vs 40,8%), e terem tido 2 ou mais parceiros sexuais nos últimos 12 meses (41,0% vs 18,4%).

O número médio de parceiros sexuais para os MSM era de 19,1 enquanto que para os não-MSM era 6,3.

(Extraído de “Men Who Have Sex With Men in the United States: Demographic and Behavioral Characteristics and Prevalence of HIV and HSV-2 Infection: Results from National Health and Nutrition Examination Survey 2001–2006”
Xu, Fujie MD, PHD; Sternberg, Maya R. PHD; Markowitz, Lauri E. MD
"Sexually Transmitted Diseases:" June 2010 - Volume 37 - Issue 6 - pp 399-405

*“Unprotected Anal Intercourse With Casual Male Partners in Urban Gay, Bisexual, and Other Men Who Have Sex With Men”
David W. Pantalone, PhD, Julia C. Tomassilli, PhD, Tyrel J. Starks, PhD, Sarit A. Golub, PhD, MPH, and Jeffrey T. Parsons, PhD
American Journal of Public Health: January 2015, Vol. 105, No. 1, pp. 103-110.

- http://bit.ly/1gKhugH

domingo, 30 de agosto de 2015

Católicos não podem convidar duplas homoeróticas para a sua casa.

Por Joseph Sciambra

Uma coisa que me é perguntada vez após vez: "O meu irmão/minha irmã/tio/primo é homossexual. O que é que faça durante os eventos familiares?"

A minha resposta inicial é que todas as acções têm que ter como base o amor e a caridade, e não a raiva, a frustração ou o ódio. Segundo: não nos podemos esquecer que Deus ama todos os Seus filhos, até aqueles que estão perdidos.

Logo, temos que ser sempre faróis de luz dentro das trevas que são os dias de hoje. Terceiro, nós fazemos isto vivendo uma genuína vida Católica que não só aceita os Ensinamentos da Igreja, mas também os mantém e os promove:

Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. 2 Timóteo 4:2

A "Congregation for the Doctrine of the Faith" no secção “Considerações Relativas a Propostas Que Visam Conceder Reconhecimento Legal às Uniões entre Pessoas Homossexuais" declarou de forma clara a obrigação de todos os Cristãos em relação ao homossexualismo:

A consciência moral exige que, em todas as ocasiões, os Cristãos dêem testemunho de toda a verdade moral, que é contradicta com a aprovação de actos homossexuais e com a discriminação injusta de pessoas homossexuais. Logo, acções discretas e prudentes podem ser eficazes, e elas podem envolver: desmascarar a forma como tal tolerância pode ser explorada ou usada ao serviço duma ideologia; declarar de forma clara a natureza imoral destas uniões; ....e, acima de tudo, evitar expor os mais jovens a ideias erradas sobre a sexualidade e o casamento, o que os pode impedir de ter as defesas necessárias e contribuir para a propagação desse fenómeno.

Dentro da Igreja Doméstica, a família e casa, esta directiva é imperativa para o fiel comum: há que amar mas nunca aceitar; nunca fechem a porta para o confuso sincero e honesto mas há que ter um cuidado extremo com o flagrante e com o blasfemo.

Conviver com uma só pessoa que se encontra totalmente enredada no homossexualismo tem que ser algo muito bem pensado e fortalecido com jejum e oração; a discrição deve ser sempre aderida quando se convidam para casa tais visitantes que são abertamente homossexuais: as crianças nunca podem estar presentes, embora a pessoa deva ser tratada com respeito e com gentileza, ela tem que (antecipadamente) entender exactamente e de forma simples quais são os ensinamentos da Igreja; depois disto, e a menos que a pessoa esteja a contemplar abandonar o estilo de vida homossexual, esse muito provavelmente será o vosso último contacto com ela.

Esta vossa rejeição inicial não é necessariamente uma coisa má.

Outra coisa totalmente diferente, e em oposição a ter uma pessoa homossexual na vossa casas, é convidar ou permitir que uma dupla homossexual entre na vossa casa. Mais uma vez, a questão é totalmente diferente se por acaso elas vieram pedir algum tipo de conselho pessoal ou espiritual. Numa circunstância casual, tal como um jantar de família ou um aniversário, as duplas homoeróticas nunca podem ser convidadas.

Cruel?

Pelo contrário, recusar participar na destruição física e moral doutra pessoa é um princípio Cristão básico. Neste ponto, e frequentemente, a linha entre a afeição pessoal e a camaradagem com a dupla homossexual é confundida com o facto dele ou dela estar a participar num estilo de vida que as Escrituras condenam como sendo uma "depravação séria"

Concordar, mesmo silenciosamente numa reunião social, ou mesmo voltar a cara, é entregar, sem luta, a pessoa aos poderes do inferno. Mais ainda, o teu exemplo, ou falta dum, especialmente se tu fores publicamente conhecido como um Católico practicante, envia uma mensagem poderosa às outras pessoas. Portanto, se forem convidados para a casa de outra pessoa e se ficarem a saber antecipadamente que estará presente uma dupla homoerótica, recusem o convite de maneira respeitosa.

Para quê causar todos estes maus sentimentos? Para quê causar perturbações juntos dos familiares e estragar um jantar de Natal? É melhor que existam alguns lugares vazios à mesa do que mais tarde tomar parte dum funeral da pessoa que morreu com SIDA, ou cancro anal, ou falha no fígado. Porque todas as almas perdidas precisam de alguém nas suas vidas que seja uma luz brilhante.

Quando eu me encontrava perdido na fantasia do homossexualismo, eu nunca consegui olhar para além dos limites do Distrito de Castro. A minha infância havia sido marcada por uma séire de padres, irmãs e professores religiosos horrivelmente ineptos e pobremente catequizados. Já como adulto, a minha própria família havia-se desviado da Fé, e eu, de modo literal, não tinha para quem me voltar. Foi só através da Graça de Deus e da Sua imensa pena de mim, que eu fui salvo. Enquanto isso, à minha volta, amigos em situação similar caiaram nos túmulos.

No entanto, se todos os homossexuais tiverem alguém - um homem ou mulher - que a dada altura lhes disse a Verdade, contra a qual eles [os homossexuais] se viraram - e que rapidamente os baniu da sua vida; se essa pessoa estiver sempre à espera que eles regressem, então eles [os homossexuais] terão sempre um lugar seguro de refúgio.

Porque há muitos que estão presos dentro do homossexualismo, que choram todas as noites quando adormecerem - que estão com medo e sozinhos, e eles precisam de ajuda.

Nota do autor: Em Abril deste ano, falei em São Francisco, onde avisei as pessoas que se encontravam por lá para não convidarem duplas homossexuais para as suas casas. Postei uma versão áudio no YouTube, e imediatamente comecei a receber mensagens e comentários.

A reacção foi zelosa; aqueles que previamente haviam apoiado o meu trabalho, rapidamente se voltaram contra mim. Essas pessoas disseram-me que eu era intolerante, cheio de ódio, e de mente curta. Para a maior deles, o que eu tinha dito tinha-os afectado de forma bem pessoal; durante anos eles haviam sorrido e levado a cabo conversas educadas com amigos e parentes, e com os seus parceiros homossexuais, durante vários eventos familiares e outros reuniões - e depois, atacaram o forcing actual em favor do "casamento" homossexual.

Muitos ligaram-me para me dizer que estavam desiludidos com o que eu tinha dito; pior ainda, muitos vieram até à minha loja para dizer o que pensavam de mim. É fácil ser-se Católico quando não se defende nada.

- http://goo.gl/6XN1P2

domingo, 16 de agosto de 2015

O homossexualismo causa cancro

Por Joseph Sciambra

Num estudo recente, a maioria dos homossexuais masculinos seronegativos acusou positivamente para o HPV:

O ADN da HPV foi encontrado no canal anal de 57% dos participantes. A prevalência da infecção com o HPV não se alterou com a idade ou localização geográfca.

A infecção com o HPV estava independentemente associada com as relações sexuais anais receptivas. (1)

As probabilidades de se contrair o HPV, que causa o cancro anal, aumentavam mal alguém se tornava seropositivo:

Noventa e dos porcento dos MSM [homens que têm sexo com outros homens] seropositivos tinham pelo menos um tipo de HPV anal, 80% tinham pelo menos 1 tipo de HPV oncogênico, e 42% tinham HPV 16. (2)

No entanto, e segundo um estudo Dinamarquês, até aqueles homens homossexuais que se encontravam em relacionamentos "registados" estavam também expostos a um risco acrescido de se contrair cancro anal:

As mulheres em parcerias homossexuais estavam tão expostas aos riscos de cancro como as mulheres Dinamarquesas no geral....

De modo geral, os homens em parcerias homossexuais encontravam-se expostos a um risco maior…O carcinoma escamoso anal também ocorra em excesso. (3)

- http://bit.ly/1Hm6fzW

Referências:
1. "Age-Specific Prevalence of Anal Human Papillomavirus Infection in HIV-Negative Sexually Active Men Who Have Sex with Men: The EXPLORE Study" Peter V. Chin-Hong, Eric Vittinghoff, Ross D. Cranston, Susan Buchbinder, Daniel Cohen, Grant Colfax, Maria Da Costa, Teresa Darragh, Eileen Hess, Franklyn Judson, Beryl Koblin, Maria Madison and Joel M. PalefskyPresented in part: Human Papillomavirus 21st International Conference, Mexico City, Mexico, 20–26 February 2004 (abstract 538).
2. "Risk factors for anal human papillomavirus infection type 16 among HIV-positive men who have sex with men in San Francisco." Hernandez AL1, Efird JT, Holly EA, Berry JM, Jay N, Palefsky JM.J Acquir Immune Defic Syndr. 2013 Aug 1;63(4):532-9. doi: 10.1097/QAI.0b013e3182968f87.
3. "Cancer in a Population-based Cohort of Men and Women in Registered Homosexual Partnerships" Morten Frisch1, Else Smith2, Andrew Grulich3 and Christoffer JohansenOxford Journals Medicine & Health American Journal of Epidemiology Volume 157, Issue 11Pp. 966-972.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Homossexuais admitem que não nasceram assim e que o abuso sexual que sofreram os levou ao homossexualismo

Por WND

Um vídeo-documentário que busca influenciar a decisão dos juízes do Tribunal Supremo (à medida que eles decidem sobre o casamento) exibe uma investigação que coloca em causa a crença de que os homossexuais "nascem assim", e que, portanto, têm que ter direitos especiais.

Equipado com uma câmara oculta, o jornalista Ryan Sorba foi para um bar "gay" onde registou respostas francas às suas perguntas. O que ele descobriu foi que muitos homens que se identificam como "gays" foram sexualmente abusados quando eram jovens.

Ele afirma que os dados por ele apurados podem ter implicações junto do tribunal supremo à medida que decide se a definição tradicional de casamento discrimina ou não as pessoas que se identificam como "gays". Segundo Ryan, muitos dos "gays" que ele entrevistou não são foram abusados durante a sua juventude, como passaram a ser eles mesmos abusadores sexuais.

Na parte inicial do seu documentário, Sorba diz:

Entrevistei indivíduos durante uma noite comum num bar gay, e descobri que eu estava literalmente rodeado de violadores de menores e pessoas que foram vitimas de abuso quando eram menores.

Sorba diz que fez o vídeo "como uma peça informativa para os juízes" e defende que muitos Americanos não entendem a questão do homossexualismo. Ele começa perguntando aos homossexuais, "Acreditas que ser gay é estritamente genético?" Ele diz que o apurou foi chocante:

Aprendi que muitos atribuem a sua orientação [sic] sexual ao seu abuso sexual.

Ele diz que depois de apurar o número de pessoas que se dizem "gays" porque foram vítimas de abuso sexual, ele tomou a decisão de alterar o script como forma de "tentar saber quem é que estava a cometer os abusos". Ryan ficou a saber que os homens mais velhos não são os únicos culpados.

Lamentavelmente, aprendi que depois de terem sido vítimas de abuso sexual por parte de homens mais velhos, muitas crianças e muitos adolescentes irão ensinar aos seus amigos o que eles aprenderam do seu violador.

Ele avisa que o conteúdo do vídeo é explícito mas "necessário".

Pais, fiquem atentos. Se por acaso vierem a saber que uma criança ou um adolescente desenvolveu atracção homossexual, que estas imagens sejam um aviso para vocês. Isso é um aviso de que a criança foi abusada por um adulto, um adolescente ou por outra criança.

Ele termina com um pedido para o Tribunal Supremo:

Se por acaso não sabem ou não entendem o que estou em vias de vos mostrar, então apelo a que practiquem limitação judicial e mantenham a vontade de mais de 50 milhões de Americanos e milénios de experiência humana. A América precisa de mais tempo para entender este assunto, as suas causas e as suas consequências.

Sorba deixa bem claro que ele não acredita que todas as pessoas que se identificam como "gays" são abusadores de menores, mas "muitas pessoas que se identificam como gays foram abusadas, e muitas crianças e adolescentes irão ensinar a outras crianças da sua idade, ou mais novas, o que eles aprenderam junto da pessoa que lhes abusou."




terça-feira, 19 de maio de 2015

Activistas em favor do "casamento" homossexual atacam menina de 10 anos

Por Fernando Sanchez

Uma menina de 10 anos foi hospitalizada depois de ter sofrido um ataque não-provocado num evento levado a cabo pelos manifestantes em favor do "Não" à redefinição do casamento. Muireann DeClár, com 10 anos, encontrava-se sentada junto a um camião publicitário que tinha um placard com um "Não", quando o evento foi perturbado por um gangue de jovens que atirava mísseis, incluindo ovos.

Muireann é alérgica aos ovos, e consequentemente sofreu uma reacção alérgica e imediatamente sofreu um grave ataque alérgico. A vida de Muireann foi salva pela acção pronta da sua mãe, que lhe administrou adrenalina no local. Desde então, a criança foi hospitalizada, e a sua condição está qualificada como estável.

O incidente ocorreu por volta das 16:30 desta tarde [ed: no dia em que o texto foi publicado] perto do centro comercial Navan, onde os militantes em favor do Não liderados por Paddy Manning estavam a falar com as pessoas que iam passando. Falando do incidente, Manning disse:

Em todos os meus anos de activismo político, nunca testemunhei um acto tão negligente, ou uma cena tão deprimente.Embora os atacantes não tivessem forma de saber que Muireann tinha uma alergia, eles tinham todas as formas de saber que havia uma criança com cerca de 10 anos por perto. A atmosfera tóxica criada pelos activistas em favor do SIM é parcialmente responsável por este incidente, e disso não podem existir dúvidas.

O evento em questão era um encontro onde os activistas em favor do "Não" estavam a tentar falar com as pessoas de forma amigável em torno da decisão perante o país no espaço duma semana. Que a resposta a este envolvimento por parte de quem não concorda connosco tenha sido mandar uma criança para o hospital é algo que está para além dos limites.

Apelo de forma firme a uma condenação absoluta e o distanciamento em relação a este incidente por parte dos líderes da campanha do "Sim", incluindo aqueles que se encontram à frente de partidos políticos.

Gostaria de endereçar as minhas simpatias, e as simpatias de todos dentro da campanha do "Não" à Muireann e à sua família. Eles tornaram-se em vítimas infelizes duma campanha que perdeu todo o sentido de perspectiva.

- http://bit.ly/1PlgKhd

* * * * * * * *

Não é de admirar que os esquerdistas que usam o activismo homossexual como forma de atacar a família natural não tenham qualquer tipo de consideração pela vida de crianças, visto que são estes mesmos esquerdistas que defendem que crianças sejam entregues a uniões que, com base na ciência, não são boas para as crianças.



quarta-feira, 18 de março de 2015

A "homofobia" de Domenico Dolce e de Stefano Gabbana

Os dois homossexuais responsáveis pela marca Dolce & Gabbana - uma das marcas de moda mais importantes do mundo - afirmam que as "famílias" homossexuais não são famílias no verdadeiro sentido do termo.

Domenico Dolce e Stefano Gabbana, ícones do mundo da moda, parceiros de negócios há décadas, e parceiros sexuais até se terem separados há alguns anos atrás, não só não apoiam o "casamento" homossexual, como vêem a público criticá-lo.

Numa entrevista dada à revista Panorama e traduzida para a LGBT News Italia, a antiga dupla e designers bilionários veio a público de maneira decidida:

A única família que existe é a família tradicional. Nenhuma descendência química ou útero alugado: a vida tem o seu ciclo natural, e há coisas que não deveriam ser alteradas.

O site de noticias Italiano ABC.es disponibilizou mais comentários à sua entrevista para a Panorama. A procriação "tem que ser um acto de amor", disse Domenico Dolce. "Eu chamo às crianças provenientes da química, crianças sintéticas;: úteros alugados, sémen escolhido num catálogo."

"A família não é uma moda" adiciona Stefano Gabbana. "Nela há a sensação sobrenatural de pertença."

A sua posição contra o "casamento" homossexual não é nova - é  uma que eles já defendem há anos - mas atacar "famílias" lideradas por duplas homossexuais é nova. Numa entrevista de 2013  dada ao Londrino The Telegraph, Dolce menciona, “Sou Católico practicante."

Foi perguntado aos dois designers se eles alguma vez consideraram "casar" um com o outro. "O quê?!! Nunca!" responderam eles em coro. "Não acredito no casamento [sic] homossexual" ri-se Dolce. Na Itália Católica, a sua sexualidade alguma vez foi um problema? "Não. Nunca," responde Dolce. "O mundo da moda está cheio de homossexuais."

Em 2006, Stefano Gabbana disse ao Daily Mail que "Sou contra a ideia duma criança crescer com dois pais homossexuais."


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quinta-feira, 5 de março de 2015

Como Madonna Louise Ciccone selou o destino eterno de muitos homossexuais

Por Joseph Sciambra 

Regressando para a comunidade homossexual passados que estavam 10 anos, a poeira e os detritos deixados para trás pela minha geração acalmou ou então foram recolhidos e colocados no caixote de lixo da história; para mim, a ausência promoveu claridade. No entanto, e às vezes, enquanto ando pelas ruas de Castro em West Hollywood, e bem ao virar da esquina, ainda consigo ouvir as reverberações dos antigos batimentos de musica disco, emanando de algumas localizações de clubes de dança que no passado eram armazéns que desde então foram demolidos ou re-ajustados de modo a que passassem a ser um café.

Muitos daqueles que eu amei, desejei e abusei, estão há muito mortos; aqueles que sobreviveram normalmente narram histórias de excessos e de ódios. Numa dessas histórias, um homem homossexual, hoje com 40 anos, queimado e rejeitado pela cena homossexual, reconta como em 1989 (um ano depois de eu ter chegado à Castro) ele quis sair desta vida.

Havendo chegado à mesma realização a que eu cheguei no final dos anos 90, ele havia descoberto que o estilo de vida homossexual era tudo menos glamoroso. No entanto, depois de ouvir e ver a música, e o clip de vídeo respectivo, “Express Yourself” (de Madonna), ele tomou a decisão de ficar. Ansiosos por um nível de amor e excitação que não se encontram presentes no amante actual, Madonna grita:

"Come on girls, do you believe in love…don’t go for second best baby, put your love to the test…make him express how he feels…”

Então, e durante os anos 80, quando os vídeos de música ainda tinham algum tipo de poder junto do público, o vídeo razoavelmente calmo com o nome de “Like a Prayer” foi o suficiente para selar o seu multimilionário contrato de patrocínio com a Pepsi, e o vídeo “Express Yourself” atingiu um apogeu de propaganda ritualizada com a Madonna a enfeitiçar um grupo de homens musculosos escravizados à medida que ela os liberta através da magia do sexo.


O vídeo é inquestionavelmente extasiante, e tal como a maior parte da arte moderna (inspirada na pornografia), o vídeo é uma mistura bizarra do belo e do feio. Em homenagem ao filme Alemão “Metropolis”, Madonna anda um pouco por todo o lado num sobrecarregado ambiente de Art-Deco; usando verde brilhante, ela é a Bruxa Malvada do Leste e é parcialmente Glinda de “The Wizard of Oz.”

Com o seu familiar por perto, um gato preto perfeito, Madonna envia o seu espírito - olhos brilhantes no meio da escuridão - como forma de dar esperança às massas - isto é, os homens que se encontram escravizados num patamar inferior (metáfora dos afligidos e aprisionados homens homossexuais). Tal como o olho de Hórus, ela vê tudo, sabe tudo, ordena (não pede), gera seguidores junto das pessoas confusas, e dá um propósito e ordem à mistura de rapazes que se encontra perdida. Lentamente, eles ouvem a música, e um deles solta-se da prisão, encontrando consolo e liberdade na cama da Madonna.

Quando ouvi a música pela primeira vez, num balneário homossexual de San Francisco, tal como a música de Gloria Gaynor “I Will Survive”  da década anterior ela tornou-se imediatamente num grito de guerra; depois da destruição da SIDA, o medo resultante e a devastação que levou muitos homens homossexuais para o mundo clandestino, a era pós-SIDA queria a falta de restrições desfrutada por aqueles que haviam vivido antes do flagelo: eles queriam-se expressar.

No entanto, e tal como o próprio vídeo, tudo era que uma ilusão; tal como salientou Santo Agostinho, "as maçãs de Sodoma", lindas e maduras, suculentas para o olhar, evaporando-se em pó mal são tocadas.

A imagem tinha poder para balançar os corações de muitos; alguns ficaram e morreram. Outros, tal como eu, giraram ao som da música da Madonna por mais 10 anos, sobrevivendo não se sabe como para ver mais um amanhecer.

Hoje, uma nova geração continua o que Madonna começou: olhos brilhantes com promessas que escondem a presença genuína do inferno. E, tal como a própria Lady Gaga se refere a eles, os "pequenos monstros" da próxima geração ficarão ainda mais doentes. 


- http://goo.gl/sxrozg.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O movimento homossexual e o abuso de menores

Por Steve Baldwin

Temos assistido nos últimos tempos a avanços consideráveis por parte do movimento homossexual na nossa cultura Judaico-Cristã. Personagens homossexuais são a norma nas comédias de situação ("sicom"); tornou-se comum atacar os Escuteiros; a propaganda homossexual inunda muitas escolas públicas; quase todas as denominações religiosas fizeram uma "revisão" o seu entendimento do ensino Bíblico em torno do homossexualismo; e a agenda legislativa dos "direitos" dos homossexuais tem sido bem sucedida para além das aspirações mais ambiciosas dos proponentes.

No entanto, o impacto destrutivo do homossexualismo na Civilização Ocidental raramente é discutido pelos repórteres, colunistas, líderes religiosos, políticos ou por qualquer pessoa no geral. Até mesmo algumas publicações conservadores escolhem ignorar este tópico, preferindo em seu lugar publicar artigos que promovem uma maior tolerância ao estilo de vida homossexual. De facto, no que toca à questão homossexual, os conservadores parecem divididos entre a atitude "vive e deixa viver" e aquela que conclui que a agenda homossexual terá que ser cerceada se a cultura Judaico-Cristã quiser sobreviver.

No entanto, evidências sobrepujantes dão apoio à tese de que o homossexualismo é um desvio sexual, e que o mesmo normalmente faz-se acompanhar por distúrbios que têm consequências terríveis para a nossa cultura. Uma vasta quantidade de dados (que demonstram a natureza depravada do estilo de vida homossexual) é ignorada pelos média, bem como pelos líderes das profissões psicológicas, psiquiátricas e médicas. É difícil revelar o lado sombrio da cultura homossexual sem parecer ser duro. No entanto, chegou a hora de reconhecer que o comportamento homossexual ameaça o fundamento da civilização Ocidental: a família nuclear.

Uma manifestação inconfundível do ataque à unidade familiar são os esforços do movimento homossexual de atacar as crianças - tanto para satisfação sexual própria, mas também como forma de aumentar a dimensão do movimento homossexual. A comunidade homossexual e os seus aliados mediáticos ridicularizam este argumento, insistindo que isto nada mais é que uma táctica de demonização do movimento homossexual. Afinal, alegam eles, o abuso de menores por parte de heterossexuais é um problema maior.

Infelizmente, a realidade é mais estranha que a ficção. As pesquisas confirmam que não só a taxa de abuso de menores por parte de homossexuais é muito maior que a taxa de abuso de menores por parte de heterossexuais, como também que a cultura homossexual mainstream regularmente promove actividade sexual com crianças. Os líderes homossexuais repetidamente alegam por uma maior liberdade para se envolverem em actos homossexuais "consentidos" com crianças, e pesquisas cegas revelam um elevado e chocante número de homossexuais que admitem terem tido contacto sexual com menores. De facto, quem lidera a campanha mundial de redução da idade de consentimento é a comunidade homossexual.

Esta tendência avança à custa da segurança das nossas crianças. O incidente em Los Angeles, envolvendo casas de abrigo geridas pela organização "Gay and Lesbian Adolescent Social Services" (GLASS) exemplifica este perigo. A GLASS recebe dinheiro dos contribuintes para ajudar jovens problemáticos encaminhados até eles por parte de vários condados do sul da Califórnia, mas o próprio site da GLASS deveria ser aviso suficiente. A GLASS acredita que as crianças nascem homossexuais (um ponto de vista sem qualquer suporte científico) e anunciou que eles se focam em "jovens que se encontram confusos em relação à sua identidade sexual". O site linka-se a uma miríade de sites homossexuais centrados nos jovens, incluindo um que promove um livro que promove sexo com crianças. A fundadora e antiga directora-executiva da GLASS, Teresa DeCrescenzo, editou um livro que ajuda os jovens a descobrir o seu homossexualismo.

Não foi surpresa alguma o facto do Departamento de Serviços Sociais da Califórnia [DSSC] ter descoberto que "em numerosas ocasiões, começando em 1994, adultos afiliados à GLASS, incluindo membros do staff directivo e voluntários, abusaram sexualmente ou molestaram crianças que haviam sido colocadas sob os cuidados da GLASS." O DSSC apurou que DeCrescenzo, ciente das alegações de abuso, determinou que a conduta do staff não fosse imprópria. Aparentemente, DeCrescenzo acredita que o abuso sexual faz parte do processo de "sair do armário" que ela glorifica nos seus livros.

Seria de pensar que uma fábrica de abuso de menores mascarada de casa de apoio fosse motivo mais do que suficiente para que o Senado da Califórnia fechasse toda a operação de casas de apoio sob a gestão da GLASS. Surpreendentemente, o estado da Califórnia, permitindo que a GLASS continuasse com as suas operações, removeu alguns poucos indivíduos e colocou a organização em "liberdade condicional". Embora incidentes de abuso adicionais tenham ocorrido nas instalações da GLASS em 1999, eles continuam com as suas operações [ed: e provavelmente com as suas molestações] até aos dias de hoje.

Uma investigação levada a cabo pelo Los Angeles Times apurou que, em alguns casos, "ficou a ideia de que as autoridades não investigaram de forma completa estes incidentes." De facto, nenhuma pessoa foi acusada por parte de Bill Lockyer (Procurador-Geral e ávido defensor da agenda homossexual) de abusar ou de colocar em perigo menores. Afinal, isso seria um gesto "odioso". Se tal grupo fosse operado por heterossexuais, as instalações haveriam de ter sido fechadas, as licenças revogadas, e haveriam de ter sido feitas várias acusações criminais.

Os activistas homossexuais não só têm como alvo as casas de grupo para jovens, mas todos os projectos que envolvam jovens. Quando em 1993 uma família da Califórnia processou os Escuteiros por expor o seu filho a um líder de Escuteiros que o abusou, os Escuteiros foram obrigados a entregar aos queixosos 25,000 páginas de documentos. Este olhar sem precedentes ao mundo dos pedófilos dentro dos Escuteiros revelou que milhares de rapazes foram abusados pelos líderes de Escuteiros e outros voluntários entre 1971 e 1991, resultando na expulsão de mais de 1,800 voluntários dos Escuteiros por actividades pedófilas.

Os documentos revelam que alguns líderes de Escuteiros abusaram de mais de 40 rapazes antes de terem sido apanhados, e que muitos, depois de serem apanhados, simplesmente foram para outro grupo de Escuteiros e continuaram a abusar de rapazes.

Os activistas homossexuais distorceram o abuso de crianças dentro dos Escuteiros como um problema heterossexual, no entanto, uma análise aos casos mais importantes revela que os abusadores dentro dos Escuteiros sentem atracção exclusiva por rapazes, e muitos levam estilos de vida homossexual mainstream. John Hemstreet é um exemplo típico. Hemstreet é um abusador de crianças condenado, antigo líder dos Escuteiros, e actualmente é o presidente da filial em Toledo (Ohio) do grupo "Parents and Friends of Lesbians and Gays" (PFLAG) - um dos grupos que actualmente está a levar a cabo uma guerra aos Escuteiros da América.

Incrivelmente, o grupo pró-pedofilia com o nome de "North American Man Boy Love Association" (NAMBLA), que se intitula como um grupo homossexual, escreveu uma carta aos escritórios nacionais dos Escuteiros, apelando.....

......aos Escuteiros da América que colocassem um ponto final da discriminação contra as pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação dos seus líderes de escuteiros e na sua membrasia. Isto irá permitir que os escuteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida, e permitir que aqueles que genuinamente queiram servir os rapazes façam isso mesmo.

Usando uma lógica distorcida, os académicos pró-homossexualistas alegaram nas mais variadas publicações científicas que o abuso de rapazes não é um assunto relativo ao estilo de vida homossexual, e que esses homens não eram realmente homossexuais.

É incrível que os propagandistas homossexuais e "peritos" em sexologia tenham sido bem sucedidos na decepção do público e dos média, e que os tenham levado a acreditar que o foco exclusivo de um homem em rapazes jovens não pode ser definido como homossexualismo! Mas se uma atracção exclusiva de homens por outros membros do sexo masculino de qualquer idade não é homossexualismo, então o que é o homossexualismo?

Por um lado, os activistas homossexuais alegam publicamente que o abuso de rapazes não faz parte do estilo de vida homossexual, mas por outro lado, estão, calmamente, a estabelecer os parâmetros legais que isentam o abuso sexual de rapazes de processos legais com base nas leis contra a discriminação. Por exemplo, no Nevada um homem de 42 anos foi preso por abusar sexualmente dum rapaz de 16 anos, mas não foi processado pelo procurador-geral sob a justificação de que acusar este homem de algum crime iria "discriminar contra uma classe de pessoas". O promotor-adjunto acrescentou ainda que acusar o homem "seria destacar os homossexuais".

Há anos que os conservadores alegam que as assim-chamadas leis contra a discriminação iriam eventualmente conferir protecções legais a várias prácticas homossexuais. Parece que esse tempo está a chegar mais cedo do que se pensava.

Pesquisas levadas a cabo ao estilo de vida homossexual confirmam que o mesmo é quase exclusivamente uma cultura voltada para os jovens. Muito poucos homossexuais exibem preferência por homens mais velhos; alguns homossexuais admitem um foco nos adolescentes, outros nos rapazes pré-púberes, e muitos atravessam as categorias; todas estas categorias são sub-conjuntos da depravação homossexual.

Mais ainda, a maior parte dos pedófilos considera-se homossexual. Num estudo de 1988 publicado no Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos qualificou-se como homossexual ou bissexual. A Dr. Jennifer James, perita na prostituição infantil, relata que, nos últimos 15 anos, o número de rapazes prostitutos que se identificam como homossexuais aumentou de 10% para 60%.

A maior parte do público não está ciente da NAMBLA, grupo que promove abertamente a actividade sexual com menores e que alega que os amantes-de-rapazes respondem às necessidades dos rapazes que eles amam. Actualmente, a NAMBLA está a ser alvo duma acção legal colectiva por parte de pais cujos filhos foram sexualmente abusados e, como aconteceu por uma vez, assassinados por pessoas associadas a NAMBLA.

Publicamente, as organizações homossexuais mainstreamdistanciam-se da NAMBLA - algo que tem que ser visto como um truque de relações públicas uma vez que as lideranças dos grupos homossexuais estão cientes que uma associação pública com a NAMBLA iria causar danos sérios aos seus propósitos se o público viesse a descobrir a verdade.

A realidade dos factos é que a NAMBLA não só se descreve como parte da aliança dos direitos dos homossexuais, como há também o facto da sua literatura declarar que um dos seus propósitos é "cooperar com os outros movimentos de lésbicas e de gays, bem como com outros movimentos tendo em vista a liberação sexual." A NAMBLA chega até a "disponibilizar apoio financeiro e outro tipo de assistência aos grupos de jovens GLB [gays, lésbicas e bissexuais]. . . . "

De facto, algumas secções da NAMBLA levam a cabo os seus encontros nos centros de organizações homossexuais mainstream, tais como o "Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center". Os encontros e as conferências da NAMBLA têm sempre líderes homossexuais e palestrantes da corrente principal do movimento homossexual. Por exemplo, Don Kilhefner, do "Los Angeles Gay Community Service Center", deu um discurso aos membros da NAMBLA de Los Angeles NAMBLA sobre o tema "A Importância do Amor Entre Homens e Meninos Dentro da Comunidade Homossexual" ["The Significance of Man/Boy Love in the Gay Community"].

A mais abrangente rede social homossexual, Queer Resource Directory (www.qrd.org), linka-se a todos os grupos homossexuais do país, incluindo a NAMBLA e outros grupos que se focam nos jovens. A NAMBLA toma parte das paradas de "orgulho" gay com o aprovação da liderança homossexual.  Os líderes mais proeminentes do movimento homossexual dão o seu apoio à NAMBLA e aos seus objectivos.

Escritores homossexuais tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault todos escreveram de modo favorável em relação à NAMBLA, ou em favor dos relacionamentos entre homens e rapazes. Harry Hay, que muitos consideram ser o fundador do movimento homossexual Americano, convidou membros da NAMBLA para marcharem com ele na parada dos direitos dos homossexuais em 1993 ("March on Washington"). Ele marchou também na parada de orgulho homossexual de 1986, em Los Angeles, usando uma t-shirt onde se lia "A NAMBLA caminho comigo".

Os jornais e as revistas homossexuais mainstream, tais como a Advocate, Edge, Metroline, The Guide, e The San Francisco Sentinel, não só publicaram artigos e colunas  favoráveis à NAMBLA, como muitos editorializaram em favor da NAMBLA e do sexo com crianças. O editor do The Guide, Ed Hougen, declarou numa entrevista dada à  Lambda Report, que:

Acredito que eles [NAMBLA] estão, de modo geral, interessados nos direitos dos jovens de serem sexuais........ Fico feliz com a existência de grupos como a NAMBLA, grupos que estão dispostos a serem corajosos.

O San Francisco Sentinel foi ainda mais directo:

A posição da NAMBLA em relação ao sexo não é irracional. Quando um rapaz homossexual de 14 anos aborda um homem como forma de ter sexo, então ele quer ter sexo com esse homem.

Temos também o estatuto da NAMBLA como organização que faz parte da "International Lesbian and Gay Association" (ILGA), que a dada altura chegou a ser reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG que representava a comunidade homossexual mundial. Quando a membrasia da NAMBLA dentro da ILGA se tornou pública, um redemoinho de controvérsia internacional teve início. Alguns líderes homossexuais olhavam para esta atenção como algo prejudicial para a imagem e para os propósitos do movimento homossexual e apelaram para a expulsão da NAMBLA por motivos puramente políticos.

No entanto, os média falharam ao não reportar que a própria ILGA albergou palestras sobre a pedofilia, e que em 1985, 1988 e 1990 havia aprovado resoluções que apelavam à abolição das leis da idade de consentimento, alegando que "as leis em torno do consentimento para relacionamentos homossexuais servem mais para oprimir do que proteger", e dando o seu apoio "ao direito de cada indivíduo, independentemente da idade, de explorar e desenvolver a sua sexualidade".

Eventualmente, e em reacção à legislação congressional que ameaçava reduzir em 119 milhões de dólares o apoio financeiro, em 1995 as Nações Unidas expulsaram a ILGA por esta se recusar em colocar um ponto final na sua relação com meia dúzia de grupos-membros que advogavam ou promoviam a pedofilia. De modo bastante revelador, e embora a ILGA tenha expulso a NAMBLA (o que muitos dizem ter sido uma expulsão táctica), a ILGA não conseguiu recolher apoio suficiente entre os seus membros para expulsar organizações pró-pedofilia mais poderosas e mais discretas provenientes da Alemanha e de outros países.

É bastante revelador o facto da maior coligação homossexual do mundo - a ILGA - ter preferido ser excluída das deliberações das Nações Unidas do que levar a cabo uma votação para expulsar os grupos que propõe o sexo com as crianças.

Para além do apoio à NAMBLA por parte das principais organizações homossexuais, existe um vasto leque de evidências que revelam que os homossexuais são a força motora por trás do aumento da epidemia do abuso de menores. De facto, durante os últimos 15 anos a comunidade homossexual e os seus aliados académicos publicaram uma enorme quantidade de artigos alegando que o sexo com crianças não era prejudicial para as crianças, mas, como declarado numa revista homossexual, "constitui um aspecto da vida gay e lésbica".

Tais artigos apareceram em revistas pró-homossexualistas académicas tais como The Journal of Homosexuality, The Journal of Sex Research, Archives of Sexual Behavior, e The International Journal of Medicine and Law. O conselho editorial da mais importante revista académica pedófila, Paidika, encontra-se dominado por académicos homossexuais proeminentes, tais como John DeCecco (professor na "San Francisco State University"), e que por acaso também edita o Journal of Homosexuality.

De facto, o The Journal of Homosexuality é o mais importante jornal académico mainstream do mundo homossexual; no entanto este jornal publicou uma edição-dupla especial sob o título,"Male Intergenerational Intimacy", contendo dezenas de artigos caracterizando a actividade sexual entre um homem e um menor como um relacionamento amoroso. Um dos artigos declara que os pais devem olhar para o pedófilo que ama o seu filho "não como um concorrente ou um rival, não como um ladrão da sua propriedade, mas como um parceiro na educação do rapaz, alguém a ser bem recebido dentro de casa."

De modo semelhante, as publicações homossexuais mainstream não fazem qualquer tipo de esforço para esconder o seu ponto de vista pró-pedofilia. Por exemplo, BLK, uma importante publicação homossexual negra, defende a pedofilia num artigo com o título de "Devem os Homens Que Aman Rapazes Ser Culpados de Má Conduta Sexual?"

O mais importante jornal homossexual de São Francisco, o The Sentinel, editorializou que "O amor ente o homem e os rapazes encontra-se no centro da homossexualidade."  Em 1995, a revista homossexual Guide declarou:
É motivo de orgulho o facto do movimento homossexual ter albergado as poucas vozes que tiveram a coragem de dizer abertamente que as crianças são, naturalmente, seres sexuais, que merecem o direito de expressão sexual com quem quer que eles queiram...... temos que prestar atenção aos nossos profetas. Em vez de termos medo de sermos qualificados de pedófilos, temos que anunciar publicamente que o sexo é bom, incluindo a sexualidade das crianças...... Temos que fazer isto pelo bem das crianças. 
Sem qualquer tipo de equívoco, a Guide está a declarar que os homossexuais devem abusar de crianças para o bem das crianças!

Embora os média convencionas aparentemente se tenham recusado a levar a cabo uma iniciativa investigativa de exposição ao movimento homossexual, não é difícil encontrar apoio ao sexo com crianças junto das publicações de proeminentes líderes homossexuais. Por exemplo, o fundador da ínfame grupo homossexual ACT-UP, Larry Kramer, escreveu no seu livro, "Report from the Holocaust: The Making of an AIDS Activist":

Naquelas situações onde a criança tem relações sexuais com os seus anciãos mais velhos, sejam eles professores ou outra coisa qualquer, eu proponho que frequentemente, muito frequentemente, a criança deseja a actividade - chegando até a solicitá-la.

Numa carta enviada ao editor dum jornal homossexual, Andy Humm, líder importante dum dos maiores grupos de jovens homossexuais dos Estados Unidos - Advocates for Youth - disse:

Ninguém pode ver os seus direitos civis básicos negados devido à sua orientação, quer essa pessoa seja homossexual, heterossexual, transsexual, transvestida, pedófila, sadista, masoquista, assexual, ou o que quer que possa ser imaginado. . . . Estas são, nelas mesmas, variações naturais.

Uma análise de conteúdo levada a cabo em 1995 pela Dra. Judith Reisman (do "Institute for Media Education") com especial foco na publicidade no jornal homossexual mais influente do país - The Advocate - revela que 63% dos anúncios buscavam ou ofereciam serviços de prostituição; muitos deles solicitam abertamente rapazes. O The Advocate também publicita o "Boneco-Rapaz Penetrável . . . disponível em 3 posições provocantes."

Reisman apurou que o número de imagens de rapazes por cada edição do The Advocate era, em média, de 14. Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia com o nome de Update, são suficientemente descarados para publicitar donativos para custos legais de homossexuais presos por abuso de menores.

De facto, a NAMBLA bem como outra literatura pró-pedófila podem ser encontradas onde quer que os homossexuais se reunem (livrarias, balneários, festivais, bares homossexuais e afins...).  Quando Peter LaBarbera, líder do grupo "Americans for Truth About Homosexuality", pediu ao gestor duma das principais livrarias de Boston - Glad Day Bookshop - que parasse de vender literatura pedófila, este último disse:

A nossa política é vender tudo que se encontra disponível para a comunidade [homossexual].

O dono duma proeminente loja de livros de Filadélfia - Giovanni’s Room - retirou a literatura da NAMBLA das suas prateleiras apenas e só depois de ameaças de boicote, mas mesmo assim comentou:

Acho que é um dia estranho para a cultura gay quando começamos a banir coisas só porque elas nos deixam pouco à vontade. . . . especialmente quando essas coisas são o fundamento da literatura homossexual. Se nós retirássemos todos os livros que têm temas sexuais adulto-jovem, não nos sobrariam muitas novelas, memórias ou biografias.

Segundo o escritor Philip Guichard, num artigo presente no "Village Voice", os mais importantes livros de ficção homossexual do mercado actual estão cheios de relatos idílicos de relacionamentos intergeracionais. Em 1998, Doubleday publicou um livro com o nome de "The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read", e ele promovia imensas obras que caracterizavam o sexo com rapazes duma forma positiva. A cadeia de livrarias "Border" vende um livro - "A History of Gay Literature: The Male Tradition" - que inclui um capítulo dedicado à história da literatura pró-pedofilia como parte indisputável da história da literatura homossexual.

A "Gay Men’s Press" publica uma lista de bestsellers onde se fazem presentes livros tais como "Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys", e "For a Lost Soldier". Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedofilia. A autoritária "Encyclopedia of Homosexuality" alega reconhecer que "até recentemente os relacionamentos homem-rapaz eram aceites como parte - e de facto, parte maior - da homossexualidade masculina."

O importante dicionário da cultura homossexual com o nome de "The Queens’ Vernacular" lista 254 das suas 12,000 palavras como termos relacionados ao sexo com rapazes.

Uma das maiores editoras de literatura homossexual e de livros homossexuais - a Alyson Publications - também publica livros simpatéticos com a pedofilia tais como "Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men". Este livro contém instruções detalhadas para os homossexuais que queiram evitar serem descobertos e presos por terem relações sexuais com rapazes:

Evitem situações onde um certo número de homens estão a ter relações com o mesmo rapaz - ou com o mesmo grupo de rapazes - durante um determinado tempo.

O que a maior parte das pessoas não sabe é que a "Alyson Publications" é provavelmente a maior produtora de literatura pró-homossexualismo e material de leitura para as escolas públicas. Infelizmente, este mercado está a crescer a um ritmo tremendo. O livro infame "Heather has Two Mommies", que está a ser actualmente usado nas escolas públicas como forma de educar as crianças em favor do homossexualismo, foi publicado pela "Alyson Publications". Até o alegado lugar de nascimento do movimento homossexual moderno, o "Stonewall Bar" em Nova York, era um lugar conhecido por ser um local onde os homossexuais mais velhos combinavam encontros sexuais com rapazes.

As conferências homossexuais "mainstream" normalmente listam discursos sobre o sexo intergeracional (tal como ele é chamado nos dias de hoje). Por exemplo, numa das maiores reuniões homossexuais do país, a convenção anual do "National Gay Lesbian Task Force" exibiu um workshop durante a sua conferência de 2001 com o título de "Your Eyes Say Yes But the Law Says No", que incluiu um discurso dum activista S&M em torno da forma como as leis estão a afectar o sexo intergeracional. A convenção teve também presente outro workshop com o título de "Drag 101: How to Turn Kids in Make-up into Kings and Queens."

Peguem num jornal homossexual ou numa publicação de viagens de cariz homossexual, e encontrarão anúncios para turismo sexual em Burma, Filipinas, Sri Lanka, Tailândia, e outros países infames por prostituição de rapazes. A publicação de revelações relativas a tal turismo feita por ex-homossexuais revelou que milhares de homossexuais Americanos estão a "patrocionar" rapazes prostitutos por todo mundo.

O mais famoso guia de viagens homossexual, Spartacus Gay Guides, encontra-se repleto de informação sobre os sítios onde os homossexuais podem encontrar rapazes com quem ter relações sexuais e, como aviso amigável, lista as penas legais aplicadas pelos vários países a quem é apanhado em actos de sodomia com rapazes. O governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 rapazes prostitutos trabalham nas praias como resultado da elevada procura por parte de abastados homossexuais Ocidentais.

Mas o pequeno segredo sujo da comunidade homossexual Americana são os milhares de rapazes prostitutos que os servem dentro das nossas fronteiras.Um livro que revela o mundo da prostituição de rapazes - "For Money or Love, Boy Prostitution in America" - revela que os rapazes não só se estão a vender em cidades como Nova York, Los Angeles, São Francisco, Filadélfia, Chicago, Baltimore, e Nova Orleãs, mas também nas pequenas cidades um pouco por todo o país. No calão de rua, estes rapazes são conhecidos como "chickens" e os seus clientes são conhecidos como "chickenhawks."

Os sites de internet de cariz homossexual não são diferentes; uma busca rápida pelos termos "gays" e "rapazes" facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com rapazes jovens e/ou que contêm pornografia infantil. De facto, foram os grupos homossexuais mainstream que deram entrada a processos legais que visavam bloquear a "Virginia Legislation", aprovada em 2001, que restringia o uso da Internet para sites que se revelassem prejudiciais para as crianças (tais como salas de conversação normalmente usadas pelos pedófilos como forma de encontrar as sua vítimas).

Semelhantemente, a condenação dum pedófilo de Iowa por ter exibido vídeos pornográficos a rapazes menores gerou um protesto geral por parte dos activistas homossexuais depois da condenação ter sido confirmada pelo Tribunal Supremo de Iowa.

O Santo Graal do movimento pedófilo é a redução ou eliminação de todas as leis em torno da idade de consentimento. Os principais guerreiros desta batalha política e legal são os grupos homossexuais "mainstream". Robert Knight e Frank York do grupo "Family Research Council" já documentaram isto de modo minucioso num relatório.

Começando em 1972, o "National Coalition of Gay Organizations" adoptou uma "plataforma dos direitos dos gays" que incluia a "revogação de todas as leis que governam a idade de consentimento sexual".

São os activistas homossexuais dentro das Nações Unidas que estão a fazer pressão de modo a conferir direitos sexuais aos menores. Na Inglaterra, a campanha está a ser liderada pelos grupos homossexuais Outrage! e Stonewall. O grupo homossexual Holandês "Association for the Integration of Homosexuality" foi bem sucedido na redução da idade de consentimento para 12 anos na Holanda. Apoiando os seus esforços estava outro grupo homossexual com o nome de COC, que declarou:
A liberação da pedofilia tem que ser vista como um tópico gay........ [e portanto] as idades de consentimento têm que ser, desde logo, abolidas..... ao reconhecer a afinidade entre a homossexualidade e a pedofilia, o COC muito provavelmente facilitou o trabalho dos homossexuais adultos de se tornarem mais sensíveis aos desejos eróticos dos membros mais jovens do seu sexo, e desde logo, alargando a identidade homossexual.
No Canadá, o esforço de redução da idade de consentimento está a ser liderado pelos activistas homossexuais e por um defensor da NAMBLA com o nome de Gerald Hannon. Na América, para além da NAMBLA, o esforço tem o apoio da maior parte das organizações homossexuais tais como a "National Gay Task Force". Verdadeiramente, a manifestação homossexual anual com o nome de "March on Washington" invariavelmente emite uma "declaração de exigências" que inclui a abolição das idades de consentimento. No Hawaii, os grupos homossexuais locais foram bem sucedidos na redução da idade de consentimento para 14.

Na verdade, é difícil encontrar um defensor da redução da idade de consentimento que não seja um activista homossexual.

O que é que a literatura académica diz, então, da relação entre o homossexualismo e o abuso de crianças? Muito. Os estudos científicos confirmam uma pré-disposição pedofílica muito forte entre os homossexuais. Num artigo de 1985 para o "Psychological Reports", Paul Cameron, psicólogo e fundador do grupo "Family Research Institute", reviu mais de 19 relatórios académicos e estudos analisados por pares e apurou que os homossexuais são responsáveis por entre 25% a 40% de todos os casos de abuso de menores.

Em 1985, os pesquisadores sexuais Freund, Heasman, Racansky, e Glancy, por exemplo, e num artigo presente no "Journal of Sex and Marital Therapy", colocaram o número nos 36%. Erickson, Walbek, Sely, num artigo de 1988 para o "Archives of Sexual Behavior", colocam o número nos 86% quando as crianças são abusadas por um homem.

No entanto, tem que ser salientado que os homossexuais são apenas 2% da população, o que estatisticamente significa que um violador de menores é entre 10 a 20 vezes mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual. Dito de outra forma, os abusos de menores feitos por heterossexuais são proporcionalmente uma fracção quando comparados com os abusos de menores feitos por homossexuais. Os estudos mais recentes confirmam esta estatística. Em 2000, o "Archives of Sexual Behavior" publicou um artigo escrito por 7 pesquisadores sexuais, e o mesmo conclui que "cerca de 40% dos homens com atracção por crianças tem preferência por rapazes. Portanto, a taxa de atracção homossexual é 6-20 vezes mais elevada entre os pedófilos."

Em 1987, Eugene Abel (perito na violência sexual e professor de psicologia) publicou um artigo no "Journal of Interpersonal Violence" onde ele conclui que os homossexuais abusam rapazes com uma incidência cinco vezes mais elevada que o abuso de raparigas. Num artigo de 1992 publicado no "Journal of Sex and Marital Therapy", os pesquisadores sexuais K. Freud e R. I. Watson apuraram que os homens homossexuais são três vezes mais susceptíveis que os heterossexuais de se envolver na pedofilia, e que o pedófilo comum vitimiza entre 20 a 150 rapazes antes de ser preso.

Outros dados vieram entretanto confirmar o facto do sexo com rapazes ser um estilo de vida entre os homossexuais. Em 1993, o "United States Army, Office of Judge Advocate", emitiu um estudo que analisou 102 condenações levadas a cabo por um tribunal marcial relativas a soldados envolvidos em actos homossexuais durante um período de 4 anos. O estudo apurou que em 47% dos casos, os homens homossexuais vitimaram um jovem.

O grupo "Family Research Institute" levou a cabo uma análise de conteúdo às histórias de abuso de rapazes reportadas por cinco grandes jornais e apurou que 40% dessas histórias envolviam homossexuais, embora este número seja inferior ao real devido ao facto de muitos repórteres não revelarem que o violador é homossexual mesmo que o tal repórter saiba que essa é a verdade.

Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores sexuais Alan Bell e Martin Weinberg apurou que 25% dos homossexuais brancos tiveram relações sexuais com rapazes de 16 anos ou com idade inferior. O "Family Research Institute" levou a cabo um estudo e apurou que "os homossexuais eram 11 vezes mais susceptíveis que os heterossexuais exclusivos de ter tido relações sexuais com um homem quando eles tinham menos que 13 anos." Um estudo levado a cabo pelos pesquisadores e activistas homossexuais   Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais pesquisados haviam tido relações sexuais com rapazes com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, ou mais novos ainda.

Num estudo focado na violação masculina, levado a cabo pelo "American Journal of Psychiatry", foi apurado que 6% das vítimas de violação que se reportaram nos "Philadelphia Rape Crisis Centers" eram rapazes com menos de 16 anos, e eles não haviam sido abusados por mulheres.

No entanto, este tipo de comportamento é considerado normal nos círculos psiquiátricos devido à influência dos psiquiátras homossexuais dentro do "American Psychiatry Association". Foi esta convenção política que se encontra dentro deste grupo que o levou a re-escrever o critério para a pedofilia. A nova definição de pedofilia define o sexo com uma criança como uma desordem psicológica apenas e só se ela causar "sofrimento clinicamente significativo"  no abusador! Segundo esta nova definição, a maior parte das pessoas que abusa menores são pessoas perfeitamente normais!

O "American Psychological Association" parece também ter tido simpatias semelhantes quando publicou um artigo desleixado e cheio de erros no seu "Psychological Bulletin" em Julho de 1998, alegando que não existiam pesquisas que documentavam a alegação de que o abuso de menores era prejudicial para as crianças, e que "um encontro desejado, com reacções positivas, deveria ser apenas classificado de sexo entre um adulto e uma criança", ignorando termos tais como "abuso de crianças" e "vítima".

Não houve qualquer clamor por parte da comunidade homossexual. De facto, eles ou permaneceram calados ou defenderam publicamente o artigo. Um dos jornalistas homossexuais mais proeminentes da nação, Andrew Sullivan, atacou os críticos do estudo no "New York Times". No "National Journal", o jornalista homossexual   Jonathan Rauch apoiou de modo firme o estudo, e alegou que o abuso de menores deveria ser chamado de "sexo entre um adulto e um adolescente".

A epidemia do abuso de rapazes que está a ocorrer ao mesmo tempo que ocorre a ascenção da agressiva subcultura homossexual não é uma coincidencia: devido ao vírus da SIDA, um abuso sexual é frequentemente uma sentença de morte. Para além disso, o "Journal of the American Medical Association" reportou que 50% das vítimas masculinas da SIDA reportaram já terem tido uma relação sexual com um homem adulto quando atingiram os 16 anos de idade, e que 20% reportou já ter tido uma relação com um homem adulto quando haviam atingido os 10 anos de idade.

O "Center of Disease Control" (CDC) reportou recentemente que, por volta do ano 2000, existiam cerca de 31,293 casos de SIDA na faixa etária 13-24. O "The HIV/AIDs Surveillance Reports" mantido pelo CDC demonstra que por volta dos últimos anos, cerca de metade das vitimas do HIV que se encontram faixa etária 13-24 foram infectados devido ao sexo com um adulto.

No entanto, é preciso levar em conta que devido ao período de incubação da doença HIV/SIDA, muitos destes rapazes e destes jovens haviam sido infectados em períodos que poderiam chegar aos 10 anos prévios, antes do seu caso ser reportado. Isto traduz-se mais ou menos em 15,000 rapazes que foram infectados por homens adultos desde que o CDC começou a compilar esta informação. Isto é uma epidemia que ninguém tem a vontade de falar.

A resposta tem sido, em vez disso, um aumento dos esforços da comunidade homossexual de comprometer todos os grupos de jovens possíveis e imaginários, e uma inundação das escolas públicas de currículos, aconselhamento, e actividades socias pró-homossexualistas. O YMCA, as Escuteiras, e os Big Brothers, apesar de também estarem todos eles atormentados com incidentes de abuso sexual, capitularam perante as campanhas de pressão levadas a cabo pelos grupos homossexuais.

De facto, líderes das Escuteiras, escrevendo no livro de 1997 com o título de "On My Honor: Lesbians Reflect on their Scouting Experience", revelam que as Escuteiras encontram-se inundadas com lésbicas - um terço do seu staff profissional é composto por lésbicas - e elas começaram até com um programa de orientação lésbico! Actualmente, na lista de grupos de jovens Americanos com expressão significativa, os Escuteiros encontram-se sozinhos na luta contra a agenda homossexual - e isso explica o porquê deles estarem a ser alvo de tantos ataques legais, legislativos e culturais.

Mais ainda, os média esquerdistas imitem qualquer menção ao homossexualismo da pessoa sempre que falam de incidentes de abuso sexual, e isto é reforçado através da pressão feita por grupos homossexuais. A "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" (GLADD) divulgaram um "guia mediático" aos repórteres nacionais, onde eles apelam a que:
A orientação sexual do criminoso nem sempre é óbvia (ou relevante) tendo como base as circunstâncias do crime. . . . Como regra geral, evitem identificar uma actividade ou emoção de "homossexual" a menos que estejam dispostos a identificar a mesma actividade de "heterossexual" ou "straight" se ela for levada a cabo por alguém com outra orientação sexual.
A comunidade homossexual sabe que a tomada de todos os grupos juvenis é absolutamente necessária para a expansão do seu movimento. Eles sabem o que a maior parte dos cientistas sociais e pesquisadores sexuais sabe mas recusa-se a falar: as crianças que são abusadas homossexualmente são mais susceptíveis de se tornarem elas mesmas homossexuais. Afinal de contas, uma das características mais comuns entre os violadores homossexuais é que eles mesmos foram abusados durante a sua infância.Um artigo publicado pela "American Medical Association" reportou que:
Os adolescentes que foram abusados, particularmente aqueles que foram vitimados por homens, são mais de 7 vezes mais susceptíveis de se identificarem como homossexuais ou bissexuais do que os seus pares que não foram abusados.
Chegou a hora dos oficiais eleitos pelos Americanos, bem como as autoridades de saúde, os líderes educacionais, e os agentes de autoridade, tomarem acções não só no relato da verdade dura - que o movimento homossexual tem como alvo os jovens Americanos - mas também nas acções que visam reverter esta tendência horrível. Se por acaso eles falharem nisso, consequências desastrosas abater-se-ão sobre a nossa cultura e sobre a saúde das nossas crianças.

- http://goo.gl/hhWLRW


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Convém deixar bem claro que ninguém está a afirmar que todo o homossexual é pedófilo mas sim que estatisticamente e proporcionalmente falando, o pedófilo é mais susceptível de ser homossexual do que heterossexual, e que o estilo de vida homossexual tem uma visão favorável da pedofilia e da efebolifia (algo confirmado por um homem homossexual).
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