sábado, 21 de julho de 2012

Eles não desistem

Este texto, se mais evidências fossem necessárias, confirma que a esquerda militante, aliada ao lobby homossexual, não irá descansar enquanto não forçar toda a agenda homossexual sobre os portugueses.

(Palavras politicamente e gayzisticamente correctas foram editadas.)

A adopção de crianças por casais duplas do mesmo sexo vai voltar à Assembleia da República. Quatro deputados do PS entregarão, este mês, uma proposta de co-adoção que salvaguarde os casos já existentes.
Enquanto eles não obtiverem o que querem, não vão desistir - mesmo que a nação inteira não aceite que a instituição da adopção, tal como a do casamento antes de si, seja pervertida por motivos ideológicos.
Garantir que as crianças que já vivem em famílias [sic] constituídas por casais duplas do mesmo sexo tenham os mesmos direitos que as outras, isto é, que o poder paternal seja dividido por ambas as partes do casal da dupla.
Isto é a teoria do "facto consumado". Como já há "famílias" constituídas por um homem e . . . outro homem (ou uma mulher mais outra mulher), e mais uma pobre criança metida neste seio de degeneração de confusão sexual, então mais vale "legalizar" esta nova instituição e "avançar" com as coisas. O facto desse ambiente ser mau para as crianças é irrelevante.
É este o teor do diploma que quatro deputados do PS - Pedro Delgado Alves, Isabel Moreira, Elza Pais e Maria Antónia Almeida Santos - vão apresentar, ainda este mês, na Assembleia da República para que seja agendado e discutido depois das.

Não se trata de consagrar a adopção, explica Isabel Moreira, deputada independente do PS, no sentido em que não se "
fala de situações a constituir", mas sim de "co-adoção, pois o que se pretende é resolver situações que existem".
O facto de existirem homossexualistas que conseguiram trazer uma criança para o seu seio não serve de base para a legitimação dessas uniões.

O que existe nem sempre é o que deveria existir.

E muitos destes casais muitas destas duplas têm-se juntado às Famílias Arco-Íris, um grupo da ILGA Portugal (associação de defesa dos direitos dos homossexuais da homossexualidade) que apoia casais duplas do mesmo sexo e com filhos {sic].
Da forma como o texto está colocado, ficamos com a errada impressão que a ILGA é um grupo que "por acaso" até está de acordo com a elevação das "uniões" homossesualistas para o estatuto de casamento.
Paulo Côrte-Real [homossexualista], presidente da ILGA, não tem dúvidas de que a actual lei "privilegia o preconceito, ignorando a existência destas famílias" [sic] e que elas devem ter os mesmos direitos que as outras.
A lei actual não "privilegia o preconceito" e nem "ignora" que haja crianças perdidas para duplas homossexualistas. O que a lei faz é reconhecer que é ridículo dar ao homossexualismo privilégios idênticos ao casamento natural quando só o último tem a capacidade de levar a cabo a base na qual assentam os seus "privilégios".

No dia em que dois homens ou duas mulheres conseguirem gerar filhos entre si, eles terão então um argumento forte para exigir os mesmos "direitos" que os casados possuem.

Por isso, congratula-se por o projecto do PS incidir exactamente sobre "realidades e não sobre fantasmas, aqueles que muitos associam à homossexualidade".
Mais do mesmo. Como há duplas homossexualistas a viver em união, e como eles querem chamar a isso de "casamento", então Portugal inteiro tem que alterar as suas leis para os satisfazer.

Eles não desistem.

"Não descansarei enquanto não puser o país inteiro a pegar de empurrão"

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