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domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

* * * * * * *

Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

7 coisas que eu gostaria que soubessem sobre o meu homossexualismo

Por Jean Lloyd

Passaram-se mais de 30 anos desde que a minha atracção homossexual emergiu de dentro da minha visão do mundo como criança de 12 anos. Esta atracção foi espontânea e indesejada, mas foi ao mesmo tempo forte e atraente. Como Cristã, o conflicto entre a minha sexualidade e a minha fé tornar-se-ia no mais intenso e o mais profundo da minha vida.

Hoje, na casa dos 40, passei de estar no armário, para lésbica assumida, para celibatária, para casada heterossexualmente. O facto de ter que qualificar a minha união marital como heterossexual revela o quanto que a paisagem cultural mudou durante todo esse tempo - da mesma forma que a minha também mudou, mas de forma muito diferente. Durante a minha infância, ouvi muitos sermões fogosos em torno do homossexualismo. Actualmente, eu oiço declarações em torno do amor. Eles fazem-me gritar de alegria. Amén! As coisas deveriam ter sido sempre assim.

Mas ao mesmo tempo, no entanto, muitos pastores começaram a acompanhar este amor com afastando-se da moralidade sexual Bíblica qualificando-a de opressiva, pouco razoável, ou pouc caridosa. Consequentemente, amar os homossexuais começa a significar afirmar e encorajar o comportamento homossexual e as relações homossexuais. Embora eu esteja de acordo com este desejo de agir com base no amor, este não é o amor genuíno que pessoas como eu precisam. Amem-me melhor do que isso!

O estudioso da obras de Tomás de Aquino Josef Pieper colocou as coisas desta forma:

O amor não é sinónimo de aprovação indiferenciada de tudo o que a pessoa amada pensa ou faz com a sua vida..... [e nem é] desejar que a pessoa amada se sinta bem em todas as situações, e que essa pessoa seja, em todas as circunstâncias, poupada da dor ou da mágoa. A mera "bondade" que tolera tudo menos o sofrimento [da pessoa amada] de maneira alguma está relacionado com o amor genuíno. . . . Nenhuma pessoa que ama pode olhar com facilidade e observar a pessoa que ama a escolher o conveniente acima do bem.

Amar-me com este tipo de amor não é rápido e nem é fácil, mas o conhecimento e a verdade podem-nos ajudar a lutar contra a crescente onda de capitulação moral. À luz disto, eis aqui 7 coisas que eu gostaria que vocês soubessem sobre o homossexualismo.

1. Gostaria que vocês soubessem que, apesar de eu não ter escolhido esta orientação [sic], não segue que eu tenha "nascido assim" ou que "Deus me tenha feito assim".

Embora a genética tenha influência sobre estas características, não existe uma pré-determinação imutável; ela não se encontra embutida tal como um olho ou a cor da pele. Eu posso olhar para trás na minha vida, e ver onde foi que ela [a preferência sexual] surgiu. Claro que as experiências dos outros podem ser distintas da minha, mas, de forma geral, a etiologia não importa.

A actividade homossexual está fora do design e dos plano perfeito de Deus. Alegar o contrário exige que se ignorem as Escrituras, a autoridade do Cristianismo histórico, e a lei natural. Portanto, eu preciso de ajudar para viver uma vida casta, independentemente da forma como surgiram os meus desejos homossexuais.

2. Gostaria que vocês conhecessem uma forma melhor de honrar o meu corpo vivendo de acordo com o design do Criador.

Eu nasci desta forma: fêmea. Deus criou-me como mulher. Por favor não caiam no dualismo gnóstico que divide a minha vida espiritual da vida que eu vivo actualmente no corpo. Cristo encarnou; o meu corpo agora faz parte do Seu Corpo, o tempo do Espírito Santo. Agir contra o seu design em actividade homossexual prejudica a dignidade do meu corpo.

Para os meus irmãos que têm atracção homossexual, o sexo homossexual prejudica os seus corpos mais ainda devido ao seu design fisiológico e os efeitos físicos de agir contra esse design. Estes corpos serão ressuscitados, e eles são importantes.

3. Gostaria que soubessem que não me estão a ajudar a seguir a Jesus quer seja a exigir que as minhas atracções mudem ou ao não permitirem que elas mudem.

Ninguém me pode prometer que as minhas atracções irão mudar; certamente que Jesus não prometeu isso. Mas não me neguem também essa possibilidade (especialmente se sou uma adolescente!). Tanto a ciência secular como a experiência humana atestam em favor da fluidez sexual e o potencial para mudar.

4. Gostaria que conhecessem uma forma mulher para definir "mudança".

Durante muitos anos, a minha experiência com a atracção homossexual passou de estar num fogo contínuo, para estar num estalido ocasional. O homem que ainda sente atracção homossexual mas que está feliz casado com uma mulher, quando ele não via possibilidade de ocorrer algum tipo de relacionamento heterossexual, de facto mudou.

5. Gostaria que soubessem que devem-me creditar a mesma capacidade e a mesma responsabilidade moral que a qualquer pessoa da comunidade homossexual.
Se os heterossexuais solteiros são chamados ao celibato, e presume-se que, em Cristo, eles têm o poder para viver segundo os Seus Mandamentos, o mesmo pode ser dito de mim. Lidar comigo segundo um outro padrão é reduzir a minha dignidade perante Deus; também eu fui chamada para ser santa.

6. Gostaria que soubessem que Deus ensina muito mais que "Não" em torno da conduta homossexual.

Ele de facto ensina isso, mas a verdade em torno do corpo, do sexo, e  design e o telos da criação revelam muito mais.

7. Gostaria que soubessem que não honra a Deus, e nem a mim, quando pedem desculpas pelo Seu design ou pelo Seu plano.

Gosto da empatia em relação à dor que os meus anseios mal canalizados podem causar, mas Deus não está a reter algo de bom para mim de modo arbitrário. Ele está a mostrar o que leva à vida e ao florescimento humano, ao mesmo tempo que mantém longe de mim o que irá causar dor. "Que o amor seja sem dissimulação". Amem-me e digam-me a verdade.

Posso fazer um pedido? Continuem a amar-me mas vocês não podem ser mais misericordiosos que Deus. E não é misericórdia afirmar que os actos homossexuais são bons. Practiquem a compaixão de acordo com o significado original de "compaixão": sofram comigo. Não distorçam a verdade; ajudem-me a viver de acordo com ela.

Peço que me ajudem a pegar na minha cruz e a seguir Jesus.

-  http://bit.ly/1W8b2iu

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Activista lésbica acusa o lobby lgbt de ser "fascista" e "totalitário"

Por Ben Johnson

Depois dos donos duma pizzaria de Indianapolis terem sido forçados a fechar as portas e a esconderem-se devido às ameaças de morte provenientes de activistas homossexuais, uma defensora de longa data dos direitos dos homossexuais falou contra o assédio.

Tammy Bruce, apresentadora de programa, lésbica e antiga líder da filial de Los Angeles do grupo "National Organization for Women", disse durante a semana passada que o assédio por parte dos membros do lobby lgbt à "Memories Pizza" - bem como aos floristas, às pastelarias e aos fotógrafos Cristãos que se recusam a participar em cerimónias de "casamento" homossexual devido às suas convicções religiosas - é uma forma de intimidação que roça o "fascismo".

Ela disse que a pressão e a coerção actuais estão em oposição à filosofia que aprendeu quando entrou no activismo político: "Nós abraçamos os movimentos dos direitos civis deste país, que se centram em permitir que a pessoa viva a sua vida da forma que ela ache melhor." Mas ela avisou que o movimento lgbt actual não tem interesse na filosofia vive-e-deixa-viver.


Sermos nós a colocar esta bota totalitária sobre as pequenas empresas é claramente nós passarmos a ser os monstros contra quem sempre lutamos. Este tipo de intimidação, este tipo de fascismo em nome da igualdade, não faz sentido algum. 

Tammy está longe de ser a única pessoa a ter esta opinião. O jornalista libertário John Stossel (Fox Business Network) disse que o movimento homossexual "passou da tolerância para o totalitarismo. É o totalitarismo da Esquerda.”

Os críticos conservadores avisaram que a perseguição aos Cristãos e a outras pessoas que têm uma aversão religiosa a participar em uniões homossexuais irá intensificar-se à medida que a guerra cultural vai aquecendo.

Mark D. Tooley, presidente do Institute on Religion and Democracy disse:

As futuras turbas de linchamentos irão atacar as empresas Cristãs que se recusam a concordar com o pensamento de grupo secular.

O Corpo de Cristo na América, juntamente com todas as pessoas que se colocam de lado da liberdade de expressão, terão que correr em sua defesa, se é para que os Estados Unidos continuem a ser a terra dos livres e casa dos bravos.


* * * * * * *

Tammy Bruce, apesar das suas palavras acertadas, não sabe que o que está a acontecer actualmente é o propósito real do movimento homossexual; toda a conversa em torno da "igualdade" e do "respeito" foram formas de anestesiar o inimigo, e ir alterando a cultura de modo a fazer o ataque final. Agora que a cultura já está totalmente controlada pelo esquerdismo, os esquerdistas sentem-se mais confiantes para lançar um ataque frontal ao Cristianismo - que sempre foi o seu propósito.

Os activistas homossexuais que se deixam usar pelos esquerdistas irão descobrir mais tarde que este foi um erro grave, quando os Cristãos começarem a reagir e a lançar ataques frontais a quem lhes ataca. Por essa altura, os esquerdistas irão abandonar o lobby lgbt, e deixá-los sozinhos para lidar com os Cristãos enraivecidos.

O marxismo Cultural é isto que se vê nestes eventos - o uso duma minoria para atacar a civilização Cristã. Mal esse ataque seja bem sucedido, os marxistas deixam de ver utilidade no grupo que eles usaram para atacar a civilização Cristã, e cortam s ligações com o esse mesmo grupo.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Livros de homoerotismo para crianças com menos de 5 anos

Ruth Hunt, a nova líder do grupo homossexual Stonewall, afirma que quer colocar livros de histórias pró-homoeróticas nas escolas primárias, gesto que ela descreve de campanha "radical". Segundo ela, "um conjunto de livros que celebram todas as formas de diferença" poderiam ser comissionadas para grupos de crianças com menos de 5 anos.

Este grupo homoerótico já havia produzido um conjunto "didático" para as escolas, conjunto esse que dava o seu apoio a livros tais como And Tango Makes Three, que se centra num pinguim que é criado por dois pinguins machos. Falando para o The Independent, Hunt falou dos seus planos para as escolas pré-primárias:

Eu realmente quero - e isto é algo que, como organização, temos que falar - comissionar um conjunto de livros que celebram todas as formas de diferença, para crianças com menos de 5 anos, com todo o tipo de famílias e também pessoas com raças mistas, e enviar a todas as escolas. Isto também levará o seu tempo. Mas esta provavelmente é uma das campanhas mais radicais que nós poderíamos fazer.

Hoje em dia muitas crianças têm duas mães [sic] e dois pais [sic] - ou pelo menos tios e tias homossexuais.

Ela louvou também David Cameron por dar entrada à legislação em torno do pseudo-"casamento" homoerótico:

Não se pode minimizar a importância do casamento como forma de mudar as atitudes, e foi um passo incrivelmente corajoso de David Cameron. Ele não tinha que fazer isso.

Hunt foi anunciada como executora-chefe no final de Julho, havendo sido previamente Vice-Chefe do Executivo, e vive om a sua parceira civil num apartamento em Londres. Ben Summerskill, que precedeu Hunt, manteve a posição durante 7 anos.

Em 2011 ficou-se a saber que um pacote de informação produzido pelo grupo homossexual  Stonewall havia sido enviado às escolas primárias. Nesse pacote era promovidos livros pró-homossexuais tais como The Sissy Duckling e um livro sobre dois príncipes que se apaixonam e vivem felizes para sempre como o Rei e o Rei [?].

Esse mesmo pacote sugeria às crianças poderiam agir em conformidade com essas histórias em peças de teatro escolares.

Fonte: http://bit.ly/1yh3t0A




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sábado, 14 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Lésbica escocesa experimenta um bocado da famosa "tolerância" dos activistas homossexuais

Ruth Davidson é a líder do partido Conservador no Parlamento Nacional Escocês. Para além disso, ela é também lésbica. Mas quando ela foi receber um prémio atribuído pelo agressivo e extremista grupo de pressão activista homossexual "Stonewall", o sorriso transformou-se em rosnar e dentes foram  exibidos.

A senhora Davidson encontrava-se nesse lugar para ser chamada de "heroína" por todos os esforços desenvolvidos em prol dos homossexuais escoceses. No entanto, ela usou a oportunidade que lhe foi entregue por altura do discurso de aceitação para se manifestar contra o costume do grupo Stonewall de entregar um prémio com o nome de “Bigot of the Year” ["Intolerante do Ano"].

A última pessoa a ser "premiada" com este título foi o líder dos Católicos escoceses, o Cardeal Keith O’Brien. “Uma das áreas com a qual eu não concordo com a Stonewall é a necessidade de chamar as pessoas de 'intolerantes'," afirmou ela.

Ela continuou:

Isto está pura e simplesmente errado. O argumento em favor da igualdade é muito melhor representado demonstrando o tipo de generosidade, tolerância e amor que queremos ver neste mundo. Existem muitas vozes neste debate, e tal como eu respeitosamente expresso a minha sincera opinião de que se deveria extender o casamento para as duplas do mesmo sexo, também respeito aqueles com uma opinião diferente da minha.

O resultado? As pessoas presentes gritaram contra ela, assobiaram-na e disseram coisas como "Traidora!” ao mesmo tempo que batiam com os pés no chão como forma de abafar o som da sua voz. 

Houve até alguém que sugeriu que ela fosse lançada para fora, ou que o seu prémio fosse retirado.

Que acto tão civil e livre de preconceito. Quem é que são os intolerantes mesmo?


Fonte

sábado, 12 de janeiro de 2013

Lésbica manda matar homem

A Polícia Civil da Paraíba prendeu quatro pessoas acusadas de participar do assassinato do modelo Dalmi Barbosa Filho, 24 anos. O crime aconteceu no dia 22 deDezembro do ano passado, na cidade de Santa Rita. 

O crime foi planeado por Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo. Os acusados foram presos numa residência da capital. A arma usada no crime também foi apreendida.

O plano

A polícia esclareceu que Ana Paula Carvalho, conhecida por Paulinha, era apaixonada por Raquel Teófilo, noiva do modelo. Ela, inclusive, presenteou a jovem com um Iphone.

Ana Paula era amiga do casal, mas a relação mudou quando Dalmi começou a namorar com Raquel. A partir daí começaram os desentendimentos. Certa vez, Ana Paula foi até a casa da noiva do modelo a fim de procurar o seu gato que teria fugido. Raquel estranhou e registrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência no dia 29 de Agosto relatando a invasão de Ana Paula ao apartamento.

Visivelmente abalada com o romance de Dalmi e Raquel, Ana Paula Carvalho procurou Mateus Alves da Silva que devia R$ 400 reais e disse que se ele matasse Dalmi, ela perdoaria a dívida. Ele então procurou Júlio Cézar Xavier do Nascimento, conhecido por Adauto, que actuava como traficante de drogas em Mangabeira. Mateus deu a Júlio César a quantia de R$ 100 para assassinar o modelo.

A arma usada foi emprestada por André Pedro da Silva. No dia do crime, Ana Paula marcou consulta ao dentista e avisou aos familiares. No entanto ela estava em Santa Rita articulando o crime.

A execução

Ana Paula foi buscar Júlio Cesar e Mateus e se dirigiram até Santa Rita Mateus foi até a academia verificar se o modelo estava no local. Depois, Ana Paula pegou um táxi e foi para o dentista, enquanto Júlio César e Mateus ficaram para executar a vítima.

Eles abordaram o jovem quando ele saía da academia, na rua José Vitelino da Rocha, e o mataram. Na fuga, levaram o celular, para caracterizar como latrocínio, roubo seguido de morte.

Feito isso, a dupla foi até o bairro de Mangabeira devolver o veículo a Ana Paula.

Segundo a polícia, antes de cometer o homicídio os acusados já tinham tentando por duas vezes, sem êxito, por que não encontraram a vítima.



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

“Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

“Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].”

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

* * * * * * *
Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



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sábado, 21 de julho de 2012

Eles não desistem

Este texto, se mais evidências fossem necessárias, confirma que a esquerda militante, aliada ao lobby homossexual, não irá descansar enquanto não forçar toda a agenda homossexual sobre os portugueses.

(Palavras politicamente e gayzisticamente correctas foram editadas.)

A adopção de crianças por casais duplas do mesmo sexo vai voltar à Assembleia da República. Quatro deputados do PS entregarão, este mês, uma proposta de co-adoção que salvaguarde os casos já existentes.
Enquanto eles não obtiverem o que querem, não vão desistir - mesmo que a nação inteira não aceite que a instituição da adopção, tal como a do casamento antes de si, seja pervertida por motivos ideológicos.
Garantir que as crianças que já vivem em famílias [sic] constituídas por casais duplas do mesmo sexo tenham os mesmos direitos que as outras, isto é, que o poder paternal seja dividido por ambas as partes do casal da dupla.
Isto é a teoria do "facto consumado". Como já há "famílias" constituídas por um homem e . . . outro homem (ou uma mulher mais outra mulher), e mais uma pobre criança metida neste seio de degeneração de confusão sexual, então mais vale "legalizar" esta nova instituição e "avançar" com as coisas. O facto desse ambiente ser mau para as crianças é irrelevante.
É este o teor do diploma que quatro deputados do PS - Pedro Delgado Alves, Isabel Moreira, Elza Pais e Maria Antónia Almeida Santos - vão apresentar, ainda este mês, na Assembleia da República para que seja agendado e discutido depois das.

Não se trata de consagrar a adopção, explica Isabel Moreira, deputada independente do PS, no sentido em que não se "
fala de situações a constituir", mas sim de "co-adoção, pois o que se pretende é resolver situações que existem".
O facto de existirem homossexualistas que conseguiram trazer uma criança para o seu seio não serve de base para a legitimação dessas uniões.

O que existe nem sempre é o que deveria existir.

E muitos destes casais muitas destas duplas têm-se juntado às Famílias Arco-Íris, um grupo da ILGA Portugal (associação de defesa dos direitos dos homossexuais da homossexualidade) que apoia casais duplas do mesmo sexo e com filhos {sic].
Da forma como o texto está colocado, ficamos com a errada impressão que a ILGA é um grupo que "por acaso" até está de acordo com a elevação das "uniões" homossesualistas para o estatuto de casamento.
Paulo Côrte-Real [homossexualista], presidente da ILGA, não tem dúvidas de que a actual lei "privilegia o preconceito, ignorando a existência destas famílias" [sic] e que elas devem ter os mesmos direitos que as outras.
A lei actual não "privilegia o preconceito" e nem "ignora" que haja crianças perdidas para duplas homossexualistas. O que a lei faz é reconhecer que é ridículo dar ao homossexualismo privilégios idênticos ao casamento natural quando só o último tem a capacidade de levar a cabo a base na qual assentam os seus "privilégios".

No dia em que dois homens ou duas mulheres conseguirem gerar filhos entre si, eles terão então um argumento forte para exigir os mesmos "direitos" que os casados possuem.

Por isso, congratula-se por o projecto do PS incidir exactamente sobre "realidades e não sobre fantasmas, aqueles que muitos associam à homossexualidade".
Mais do mesmo. Como há duplas homossexualistas a viver em união, e como eles querem chamar a isso de "casamento", então Portugal inteiro tem que alterar as suas leis para os satisfazer.

Eles não desistem.

"Não descansarei enquanto não puser o país inteiro a pegar de empurrão"

domingo, 8 de julho de 2012

Lésbica finge ser vítima de campanha de ódio

Estudante universitária que se queixou de receber recados anti-homossexualismo admitiu à polícia que ela mesmo é que os escreveu.

Muitas pessoas da CCSU [Central Connecticut State University] estão perplexas com a prisão duma estudante lésbica - Lexi Pennell - depois dela ter dito à polícia que era alvo de ódio.

Tudo começou em Março último quando Lexi disse que "alguém" tinha o hábito de enfiar por baixo da porta do seu dormitório recados ameaçadores contra ela precisamente por ela ser homossexual.

Ela disse:

Recebemos alguns recados com mensagens derrogatórias centrados na nossa orientação sexual.
Para tornar as coisas ainda mais ridículas e falsas, Pennell conseguiu reunir centenas de otários estudantes da mesma universidade numa manifestação feita em seu apoio devido aos seus esforços contra o alegado ódio. Infelizmente, e como é normal no activismo homossexual, o espectáculo baseava-se em mentiras e dados falsos:
A polícia afirmou que colocou câmaras ocultas no corredor do dormitório e capturou a Lexi a colocar os recados no seu próprio dormitório. A polícia afirmou que tudo não passou duma grande mentira.
Num mundo controlado pelo esquerdismo militante tu avanças na vida não através do teu esforço e dedicação mas sim se sentires pena de ti mesmo. No entanto, se os activistas homossexuais são genuínas vítimas de "homofobia", há algum motivo para inventar ódio onde ele manifestamente não existe?

Fonte

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Estúdio de fotografia Cristão considerado "culpado" de "discriminação" por não querer fotografar eventos homossexuais

Um estúdio de fotografia Cristão foi determinado como culpado de discriminação por se ter recusado a fotografar uma cerimónia homossexual. A decisão contra a Elane Photography manteve a decisão dum tribunal inferior que considerou o estúdio um local de acomodação pública, semelhante a um restaurante ou loja.

O caso remota a 2008 quando a "New Mexico Human Rights Commission" decidiu que o caso violava os direitos humanos das intervenientes uma vez que discriminava contra Vanessa Willock devido à sua "orientação" sexual. A Elane Photography Studio respondeu afirmando que a decisão simplesmente reflectia as crenças morais e religiosas do proprietário.

http://devilbloggger.files.wordpress.com/2012/06/elaine_huguenin-240x289.jpg

Jordan Lorence do grupo legal Cristão Alliance Defense Fund (ADF) afirmou:

Os Cristãos, tal como todos os outros, não podem ser penalizados apenas e só por agirem de acordo com as suas crenças. O governo não pode forçar as pessoas a escolher entre a sua fé e a sua sobrevivência. Será que o governo forçaria um videofotógrafo vegetariano a criar um comercial para um novo talho local?
A ADF, que representa o estúdio, planeia recorrer da última decisão legal.

Fonte

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Isto é o que acontece quando as preferências sexuais duma pessoa são colocadas ao mesmo nível da cor da pele ou o sexo dum indivíduo. De repente, não querer tomar parte em eventos homossexuais é "discriminação", e as leis que foram criadas como forma de "impedir a discriminação" são elas mesmas usadas como arma de discriminação contra as pessoas que não querem celebrar o homossexualismo.

Outra coisa que convém ressalvar é que o estúdio não tinha problemas nenhuns com as pessoas envolvidas mas sim com as práticas associadas ao evento. Se as mesmas lésbicas viessem ao mesmo estúdio e requisitassem os seus serviços de fotografia para um evento social não relacionado com o homossexualismo (baptismos, etc), elas veriam o seu pedido satisfeito. Isto demonstra que não houve discriminação de pessoas mas sim de um comportamento.

Pode-se supor que estas leis estão a ir demasiado longe no seu propósito, mas a verdade dos factos é que elas foram feitas precisamente para limitar a liberdade de quem não se alinha com o politicamente correcto (marxismo cultural). O Cristianismo, sendo o maior inimigo do esquerdismo, vai, assim, ser vítima de ataques discriminatórios por parte de pessoas que usam as leis contra a "discriminação" como forma de avançar a sua agenda sexual e política.

terça-feira, 17 de abril de 2012

A infiltrada lésbica

Uma policial lésbica conhecida como 'Lisa Filth' foi presa por ter disponibilizado informação confidencial a outras lésnicas da sua área. Lisa Stapley, de 39 anos e que foi recrutada precisamente por ser lésbica [?!!] , avisou uma amiga lésbica com uma mensagem (telemóvel) onde se lia "Sai de Wrexham! A polícia anda atrás de ti!"

Prendendo-a por 10 meses, e depois dela admitir 4 acusações de má conduta em actividade pública, o juiz Philip Hughes disse que ela havia violado a confiança que havia sido depositado nela.

O pior incidente ocorreu quando, 5 minutos depois de uma queixa de agressão ter sido feita, Stapley enviou uma série de mensagens à uma amiga alertando-a para sair da cidade. Para além de ter enviado 19 mensagens nesse curto espaço de tempo Lisa sugeriu possíveis estratégias e álibis a serem usadas no caso da amiga ser apanhada pela polícia.

O juiz Philip Hughes afirmou que, embora não existissem dividendos monetários com a situação, ela havia providenciado informação policial confidencial a outras pessoas.

O promotor público Paulinus Barnes afirmou que, quando a sua antiga parceira civil foi alegadamente agredida pela nova namorada, Lisa havia entrado no sistema das forças policias como forma de obter informação. Stapley enviou-lhe também uma mensagem dizendo:

Como é que ela se atreveu a fazer o que te fez? Deus lhe ajude se eu alguma vez voltar a vê-la.
A nova parceira entrou em contacto com a polícia de Wrexham e uma investigação subsequente revelou que em 9 momentos distintos Stapley havia entrado nos registos informáticos policiais relativos à sua antiga parceira.

Noutra ocasião ela deu à, então, parceira um documento impresso relativo a um incidente onde a filha duma colega de trabalho havia desaparecido. Para além disso, ela usou o seu Blackberry (disponibilizado pela polícia) como forma de fazer uma verificação ao passado dum vendedor de carros.

O seu advogado Patrick Cassidy afirmou que a cliente havia sido recrutada pela North Wales Police como parte da política em torno da igualdade e diversidade.

Stapley foi recrutada em 2008 e, inicialmente, não houve problemas com o seu trabalho. Mas depois disto, ela foi colocada na sua cidade natal de Wrexham - onde ela havia trabalhado durante 10 anos como taxista e onde ela era pessoa muito envolvida com a comunidade lésbica local.

A defesa afirmou ainda que ela sofria de depressão [irrelevante] e em 2009 a sua parceria civil desmoronou-se e a sua mãe morreu. "Ela notificou uma amiga" afirmou o advogado de defesa.

Não houve pagamentos ou corrupção para além do acto em si.
Quando entrevistada, ela afirmou que fez o que fez por motivos de "preocupação" e que ela se via como um "ponto de contacto não-oficial" para a comunidade lésbica de Wrexham. Ela disse ainda que recebia chamadas de pessoas não identificadas alertando-a para incidentes que ela se via na "obrigação" de pesquisar.

Fonte

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Aparentemente alguém se esqueceu de avisar a Lisa Filth que ela foi contratada para servir toda a comunidade e não a comunidade sexual com a qual ela se identifica.

Se o seu ordenado fosse pago exclusivamente pela comunidade lésbica, ainda se aceitaria que ela se dedicasse a trabalhar para ela. No entanto, o seu ordenado era pago pelos contribuintes (a esmagadora maioria, não-homossexuais) e estes não ficarão felizes em saber que o seu dinheiro foi usado para resolver questões domésticas homossexuais (em detrimento da justiça).

Outra coisa que convém notar é que a nova parceira da sua ex-namorada não teve dificuldade nenhuma em saber quem é que a estava a "tramar" dentro da polícia. Ou seja, a comunidade lésbica de Wrexham estava bem ciente que Lisa era sua "aliada" e que através dela, as lésbicas poderiam obter informação de outro modo barrada à população geral.

Tudo em nome da "diversidade" e da "igualdade", obviamente.

Alguns são mais iguais que outros, segundo Lisa Stapley.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Os estudos sobre parentalidade gay e lésbica e o que dizem os fanáticos da causa gay e lésbica

Como os defensores fanáticos da adopção de crianças por casais homossexuais teimam em citar estudos como dando como provado a bondade de tal solução mas acabam nunca mostrando tais estudos, venho aqui reproduzir um post meu de Janeiro de 2010 'Estudos sobre adopção por homossexuais: uma questão de fé progressista' - onde se dá uma boa ideia dos estudos que existem sobre o assunto, compilação dessa década arcaica e longínqua, praticamente da Idade Média, dos anos 2000.

Quem se der ao trabalho de ler os estudos sobre este assunto, verifica que quase todos incidem sobre crianças ou adolescentes que têm tanto a referência feminina da mãe como a referência masculina do pai na sua vida, sendo que vivem com apenas um deles (e, por vezes, com a/o sua/seu companheiro) - de resto, muitos dos estudos são feitos precisamente para sustentar em tribunal que um pai ou uma mãe homossexual não deve pela sua orientação sexual ser privado/a dos seus direitos parentais aquando do divórcio (algo que me parece inteiramente justo) -, que pouquíssimo se sabe sobre crianças e adolescentes que vivem com o pai gay e o seu companheiro, que não há estudos feitos ao longo do tempo sobre casais homossexuais com filhos, e por aí adiante.

Do que se sabe, nada permite concluir que seja seguro (e não me estou a referir a pedofilia) entregar uma criança para adopção a um casal de dois homens - já um casal de duas mulheres dá maior segurança, desde que mostrem ter um projecto de família sustentado e de futuro, isto devido ao risco acrescido de divórcio dos casais homossexuais e sobretudo de lésbicas mostrado pelo estudo medieval da década passada e com amostra nesses países proto-islâmicos que são os escandinavos.

Em suma, do que se sabe nada mostra que crescer numa família só com referências femininas ou só com referências masculinas (o que sucederia no caso da adopção por casais homossexuais) seja equivalente a crescer numa família com pai e mãe.

Até porque, como o lóbi gay tanto nos diz (e bem), a diversidade é boa; e o melhor local para se aprender a diversidade é precisamente a família, que ganha em ser tão diversa quanto possível.

Isto dito, para uma criança o supremo pesadelo é crescer institucionalizada e eu, apesar de considerar esta solução longe da ideal, não ficaria chocada se uma criança que não tem possibilidade de ser adoptada por um casal de pai e mãe o pudesse ser por um casal homossexual (com preferência para um casal de lésbicas).

O problema é que, de facto, não se pode debater ou discutir com cruzados intolerantes que estão interessados sobretudo na promoção política da causa gay e que recusam que alguém seja julgado na sua capacidade parental por algo tão intrínseco a uma pessoa como a orientação sexual mas que julgam os outros como pais por meras opiniões difundidas numa rádio ou num blog só porque discordam dessas opiniões.

E enquanto a questão da adopção por casais homossexuais estiver entregue a esta gente, manda a prudência que não se lhes entregue o futuro das crianças.

Aqui vai:

Talvez na esperança de que o adágio 'uma mentira repetida muitas vezes torna-se verdade' se concretize, nestas discussões sobre casamento e adopção gay (que estão ligados, conforme se verá nos próximos capítulos) é comum ouvir-se falar nessa entidade mítica que são 'os estudos' e que dizem ('os estudos') que é indiferente a uma criança ou adolescente viver com uma mãe e um pai ou com dois pais ou com duas mães.

Assim, já há algum tempo, pedi pistas a um psicólogo e dediquei-me à procura de estudos sobre a parentalidade de pais e mães homossexuais que revelassem esta equivalência. Como desconfiava de início - e como só pode desconfiar qualquer mãe ou pai de uma criança que conviva com pais dos dois sexos e que sabe como se estabelecem relações diferentes consoante o género dos pais e que estas relações diferentes vão além dos papeis diferentes de mãe e pai dentro da família - não há nenhuma evidência de que a adopção por casais homossexuais seja inócua, desde logo porque os ditos estudos sofrem de várias deficiências:

  • 1) as amostras são geralmente muito pequenas;
  • 2) a maioria dos estudos compara situações de mães divorciadas homossexuais (vivendo ou não com outra mulher) com mães divorciadas heterossexuais, havendo, portanto, a figura do pai na vida das crianças/adolescentes; os estudos que comparam crianças e adolescentes com 'duas mães' com crianças e adolescentes com mãe e pai são em menor número;
  • 3) os estudos sobre crianças e adolescentes que vivem com o pai gay são escassos e, em algumas temáticas, inexistentes; relativamente a filhos de pais ou mães bissexuais não se encontram estudos; assim, nos casos de gays e bissexuais só com total ausência de seriedade e sem fundamentação se pode afirmar que é indiferente uma criança ser educada por um casal gay ou por um casal heterossexual;
  • 4) há muito poucos estudos sobre adolescentes e jovens adultos filhos de gays ou lésbicas, e também praticamente não existem estudos que acompanhem os filhos de gays e lésbicas ao longo do tempo;
  • 5) os estudos incidem sobretudo nos filhos biológicos de gays e lésbicas, tanto de relações prévias heterossexuais como (em menor número) por inseminações artificiais em lésbicas; estudos sobre crianças e adolescentes adoptados por casais de gays e lésbicas são raros.

. . .

Um bom documento que resume os estudos de lesbian & gay parenting é este da American Psychological Association (assumidamente pró-agenda LGBT) e onde são visíveis as limitações acima apontadas, sendo algumas assumidas.

Apesar da profissão de fé de que os filhos saem tão bem educados por casais heterossexuais ou por casais homossexuais, há aqui vários indícios (com estes estudos é difícil ter certezas, para um lado ou para outro) que contrariam a tese.

Há estudos que revelam que as mães homossexuais usam menos castigos corporais que os casais heterossexuais e que os seus filhos têm maior contacto com o pai do que nos casos de mães heterossexuais divorciadas.

Há também estudos que concluem que, se a orientação sexual de filhos de homossexuais não se diferencia da de filhos de heterossexuais, os filhos de mães lésbicas são mais propensos a explorar uma relação homossexual.

Que os filhos de mães lésbicas sofrem mais de stress. Que os filhos de gays e lésbicas, perante os seus pares, sentem necessidade de manter segredo sobre a homossexualidade do pai ou mãe (intensificando-se nos casos de pais gay), o que pode contribuir para sentimentos de isolamento.

Há também neste documento omissões curiosas. Por exemplo: é referido que a adaptação das crianças filhas de mães heterossexuais resulta da saúde mental materna, e apresentam-se estudos que concluem que se passa o mesmo com os filhos de mães lésbicas; sendo esta boa saúde mental das mães tão importante para o desenvolvimento dos filhos, a APA não se questiona como pode suprir um casal gay esta ausência de uma mãe (preferencialmente saudável).

E não posso deixar de referir um estudo (The Value of Children to Gay and Heterossexual Fathers) que concluiu pela existência de gays que querem ter filhos sobretudo por razões de estatuto social.

Infelizmente, e pela forma do que se ouve nesta discussão provindo do lóbi gay, não se pode deixar de desconfiar que o objectivo da adopção tem mais a ver com a imposição da aceitação total da homossexualidade do que com o interesse das crianças candidatas a adopção.

Sendo um casamento uma forma de organização familiar que se pretende duradouro, num contexto de adopção é também conveniente averiguar se o casal candidato a adoptar é estável. Ora, segundo se conclui neste The Demographics of Same-Sex "Marriages" in Norway and Sweden, o risco de divórcio é significativamente superior nos casamentos com pessoas do mesmo sexo.

Concluindo: casos em que uma criança ou adolescente vai ter duas mães ou dois pais estão longe do ideal e de forma nenhuma estão testadas e estudadas. Claro que algo longe do ideal pode ser mais risonho do que uma situação que é sempre má - a de uma criança institucionalizada.

No entanto, agora que se inicia a ofensiva para o acesso de casais homossexuais à adopção, convém ter bom senso e prudência e não transformar crianças vulneráveis em peões das engenharias sociais que a nossa esquerda tanto aprecia. Não é indiferente para uma criança ter oportunidade de viver com uma mãe e um pai ou ser adoptada por um casal homossexual.

Se se começar por reconhecer isto - em vez de gritar 'homofobia' sempre que se ouvir reservas à adopção por casais gay e acenar com resultados científicos inexistentes - talvez a discussão seja mais séria, o resultado mais consensual e no melhor interesse das crianças (isto se também for esse o objectivo de quem reivindica 'o direito' à adopção).

.....

segunda-feira, 12 de março de 2012

Irritar as pessoas certas é bom sinal

Esta mensagem foi dirigida ao blogue pela mesma pessoa que afirma ser "bom" quando lésbicas lhe dizem que ela é "bonita".

* * * *

Entretanto, ficamos a saber o que ela realmente pensa dos Cristãos...


Portanto, ser contra a adopção gay é "ignorância" e "machismo". Chamar os Cristãos de animais é, por outro lado, sinal de elevação moral e respeito pela opinião alheia.

Pode-se ver o comentário aqui.

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