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sábado, 2 de agosto de 2014

Banco americano pergunta aos funcionários se eles apoiam o homossexualismo

Alegadamente, o maior banco dos Estados Unidos requer agora que os seus empregados declarem se são ou não apoiantes do estilo de vida homoerótico. JPMorgan Chase, com sede em Nova York, é o maior banco Americano, com um total de bens no valor de $2.5 trilhões.

Há já algum tempo que este banco é apoiante declarado do homossexualismo, aparecendo em vários eventos de "orgulho homossexual" e chegando a oferecer um certo número de benefícios especiais aos empregados do banco que se identificam como "lgbt".

Sabe-se agora que o banco JPMorgan Chase avançou ainda mais com o seu apoio à agenda lgbt, alegadamente requerendo que os seus empregados declarem se apoiam ou não a assim chamada "comunidade lgbt". Segundo o professor da Universidade de Princenton, Robert George, o banco recentemente pesquisou os seus funcionários, pedindo-lhes que declarassem quais das seguintes descrições se aplicavam a eles:
  1. Pessoa com deficiência;
  2. Pessoa com filhos com uma deficiência;
  3. Pessoa com cônjuge/parceiro doméstico om uma deficiência;
  4. Membro da comunidade lgbt;
  5. Aliado da comunidade lgbt, mas não se identificando como pessoa lgbt.
Um indivíduo anónimo, que trabalha na JPMorgan Chase há 11 anos, alertou o professor George da pesquisa sem precedentes. O empregado disse ao profesor George, que é o presidente da "U.S. Commission on International Religious Freedom", que o questionário "deixou muitos de nós a coçar a cabeça." O empregado afirma: 

O quê?! Que tipo de pergunta era aquela? "Aliado" dessa comunidade? Se essa opção não fosse escolhida, qual era a alternativa ? Não és aliado da comunidade lgbt?

O empregado disse ainda que o questionário não era anónimo visto que exigia que as pessoas submetessem a sua identificação pessoal. As implicações, disse o empregado, eram assustadoras:

Da forma como as coisas se estão a desenvolver, aliado ao facto dos direitos lgbt practicamente estarem a ser vistos como o movimento dos direitos civis que decorreu dos meados dos anos 50 até ao final dos anos 60, não escolher essa opção é, essencialmente, dizer "Não sou aliado dos direitos ciivis", o que é uma forma vaga de dizer "Sou intolerante". O que preocupa muitos de nós é que aqueles que não seleccionaram essa opção irrelevante e pobremente colocada serão colocados na lista "Estas pessoas podem ser despedidas em primeiro lugar".

O professor George concordou, escrevendo um post onde dizia que a JPMorgan Chase poderia rapidamente esmagar qualquer dissidente que não desse o seu apoio ao estilo de vida homossexual.

A mensagem enviada a todos os empregados é perfeitamente clara: Espera-se que se aceite a forma de pensar aprovada e exigida. Nada mais que a concordância é aceitável.  A dissidência silenciosa não será mais permitida.

Depois de George ter inicialmente chamado a atenção da pesquisa da JPMorgan Chase, outro empregado do banco entrou em contacto com ele para confirmar a noticia inicial. O segundo empregado disse:

Queria confirmar a pesquisa levada a cabo junto dos funcionários da Chase. ... Ela tinha de facto as duas últimas opções sobre ser um aliado do movimento lgbt. ... Fiquei surpreso com esta questão. Não tenho ideia nenhuma do que eles estavam a pensar quando colocaram essa pergunta.

Tal como reportado previamente, O "U.S. Supreme Court"determinou na semana passada que  “empresas de capital fechado” podem operar de acordo com as crenças religiosas dos donos. No entanto, como a JPMorgan Chase é uma instituição bancária de capital aberto, os mesmos padrões muito provavelmente não se aplicam. Devido a isto, o facto do banco ter questionado os empregados sobre as suas crenças sobre o comportamento homossexual é preocupante para os Cristãos.

Fonte

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Como diz o texto, o tempo da discórdia acabou; actualmente, no ocidente, quem não concordar com a agenda lgbt, pode, por enquanto, perder o seu emprego, mas mais tarde, isso vai-se estender à sua vida. A ditadura gayzista não é uma "ilusão" e nem uma teoria da conspiração de "conservadores fanáticos", mas sim a consequência lógica do propósito final da agenda homossexual, que é reduzir ou acabar com a influência da moral Cristã no ocidente (e não ajudar os homossexuais).

sábado, 11 de maio de 2013

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Por Micah Clark

Mesmo sabendo que existem radicais em todos os movimento, isso não diminui o impacto da admissão da jornalista lésbica Masha Gessen. Num recente programa de rádio Gessen admitiu que os activistas homossexuais mentem quando falam da sua radical agenda politica. Ela afirma que os activistas homossexuais não querem ter acesso à instituição do casamento, mas sim redefini-la e eventualmente eliminá-la.

Isto foi o que ela disse recentemente numa entrevista de rádio:
É absurdamente natural que (os activistas homossexuais) tenham o direito de casar [sic], mas é também absurdamente óbvio que a instituição do casamento não deveria existir. . . Lutar em favor do casamento [sic] homossexual envolve mentir em relação aos planos que temos para o casamento, mal cheguemos lá - porque mentimos quando dizemos que a intituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira.
A instituição do casamento vai mudar, e tem mesmo que mudar. E digo outra vez, eu acho que nem deveria existir. Para além disso, não gosto de tomar parte na criação de ficção com a minha vida uma vez que não foi com esse propósito que eu "saí do armário" há 30 anos atrás.
Tenho 3 filhos que têm 5 pais, mais ou menos, e não vejo o porquê de não poderem ter 5 pais legalmente. . . . Conheci a minha nova parceira, e ela tinha acabado de ter um bebé, e o pai biológico desse bebé é o meu irmão, e o pai biológico da minha filha é um homem que vive na Rússia, e o meu filho adoptivo considera-o como um pai.
Portanto, os 5 pais dividem-se em grupos de 3 . . . E, sinceramente, eu gostaria de viver debaixo dum sistema legal capaz de aceitar esta realidade, e isso não é compatível com a instituição do casamento.
(Fonte: http://www.abc.net.au/radionational/programs/lifematters/why-get-married/4058506)
Há já algum tempo que os defensores do casamento natural tentam ressalvar que o verdadeiro propósito da agenda homossexual não é a "igualdade no casamento", mas sim a total subversão do casamento e a remoção dos valores tradicionais da sociedade. (Invariavelmente, isto incluirá esforços para silenciar e punir as igrejas que abertamente se mantenham firmes nos sens ensibnos religiosos em torno do casamento e da moral sexual).

Embora poucos homossexualistas tenham sido tão vocais como esta activista lésbica, nós temos vários exemplos que confirmam o seu argumento: sempre que existe a oportunidade de casar [depois da definição de casamento ter sido pervertida de modo a englobar o homossexualismo], quando comparados com os heterossexuais, poucos homossexualistas se dão ao trabalho de "casar". Isto levanta questões em torno da verdadeira necessidade de se subverter o casamento de modo a que os seus benefícios sejam "justamente" extendidos para as duplas homossexuais.

Apenas 12% dos homossexuais holandeses se casam, comparados com 86% dos seus pares heterossexuais. Em 1998 na Califórnia, menos de 20% das duplas homossexuais a viver em regime de coabitação se "casou" quando teve essa possibilidade.  Em contraste, 91% das duplas heterossexuais da Califórnia a viver na mesma casa encontra-se casada.

Claramente, tudo gira em torno duma mudança cultural e da destruição da ética familiar tradicional uma vez que a maior parte dos homossexuais a viver em regime de coabitação não precisa e nem quer casar - embora os activistas tenham planos para alterar de modo radical a instituição do casamento.

Os gays e as lésbicas são livres para viver como eles bem entenderem - nós vivemos numa cultura que rotinamente os aplaude tal como nunca os aplaudiu no passado - mas eles não têm o direito de impor sobre a sociedade a visão e os planos que eles têm para o casamento.



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Como já dito no passado por várias pessoas, a utilidade do movimento homossexual vem com um prazo de validade. Como se pode ver pelas linhas de cima, o movimento homossexual mente quando diz que quer "igualdade no casamento" uma vez que, dada a escolha, os homossexuais universalmente rejeitam casar. Isto leva-nos a concluir que 1) o movimento homossexual não reflecte os verdadeiros propósitos dos homossexuais, mas sim 2) os propósitos duma elite política esquerdista que deseja ardentemente destruir o NOSSO casamento (mantendo o deles intacto).

Olhar para o "casamento homossexual" como uma arma de subversão social (e não como uma genuína aspiração da comunidade homossexual) faz-nos entender o porquê duma minoria ínfima como os homossexuais ter tanto poder político. Na verdade, não são eles que têm essse poder, mas sim a esquerda militante

Quando falamos do "movimento homossexual", portanto, estamos a falar de esquerdistas que usam o homossexualismo como arma contra o Cristianismo (inimigo número um do Marxismo Cultural), contra a tradição, contra a ética social conservadora, e tudo que joga contra a esquerda política. Isto é importante de se reter sempre que algum conservador se sentir constrangido em levantar argumentos contra o homossexualismo.

A verdade dos factos é que existem muitos homossexuais que se encontram do lado dos conservadores na luta pela preservação da instituição do casamento; portanto o homem ou a mulher que levanta críticas ao "movimento homossexual", pode muito bem ter ao seu lado outros gays a apoiar as suas palavras.

Como dito em cima, este "movimento homossexual", vem com um prazo de validade: isto significa que, como ele nada mais é que uma arma de ataque ao Cristianismo, se por acaso os esquerdistas forem bem sucedidos nas suas ofensivas e na sua neutralização das vozes Cristãs, o "movimento homossexual" perde toda a utilidade para a esquerda militante.

Isto leva-nos a concluir que os homossexuais que, directamente ou indirectamente, dão ao seu apoio ao "movimento homossexual", estão a preparar o caminho para uma futura ditadura da esquerda militante. Essa ditadura pode ter várias facetas, mas nenhuma delas será boa para a sociedade (e em especial para os próprios homossexuais).


sábado, 21 de julho de 2012

Eles não desistem

Este texto, se mais evidências fossem necessárias, confirma que a esquerda militante, aliada ao lobby homossexual, não irá descansar enquanto não forçar toda a agenda homossexual sobre os portugueses.

(Palavras politicamente e gayzisticamente correctas foram editadas.)

A adopção de crianças por casais duplas do mesmo sexo vai voltar à Assembleia da República. Quatro deputados do PS entregarão, este mês, uma proposta de co-adoção que salvaguarde os casos já existentes.
Enquanto eles não obtiverem o que querem, não vão desistir - mesmo que a nação inteira não aceite que a instituição da adopção, tal como a do casamento antes de si, seja pervertida por motivos ideológicos.
Garantir que as crianças que já vivem em famílias [sic] constituídas por casais duplas do mesmo sexo tenham os mesmos direitos que as outras, isto é, que o poder paternal seja dividido por ambas as partes do casal da dupla.
Isto é a teoria do "facto consumado". Como já há "famílias" constituídas por um homem e . . . outro homem (ou uma mulher mais outra mulher), e mais uma pobre criança metida neste seio de degeneração de confusão sexual, então mais vale "legalizar" esta nova instituição e "avançar" com as coisas. O facto desse ambiente ser mau para as crianças é irrelevante.
É este o teor do diploma que quatro deputados do PS - Pedro Delgado Alves, Isabel Moreira, Elza Pais e Maria Antónia Almeida Santos - vão apresentar, ainda este mês, na Assembleia da República para que seja agendado e discutido depois das.

Não se trata de consagrar a adopção, explica Isabel Moreira, deputada independente do PS, no sentido em que não se "
fala de situações a constituir", mas sim de "co-adoção, pois o que se pretende é resolver situações que existem".
O facto de existirem homossexualistas que conseguiram trazer uma criança para o seu seio não serve de base para a legitimação dessas uniões.

O que existe nem sempre é o que deveria existir.

E muitos destes casais muitas destas duplas têm-se juntado às Famílias Arco-Íris, um grupo da ILGA Portugal (associação de defesa dos direitos dos homossexuais da homossexualidade) que apoia casais duplas do mesmo sexo e com filhos {sic].
Da forma como o texto está colocado, ficamos com a errada impressão que a ILGA é um grupo que "por acaso" até está de acordo com a elevação das "uniões" homossesualistas para o estatuto de casamento.
Paulo Côrte-Real [homossexualista], presidente da ILGA, não tem dúvidas de que a actual lei "privilegia o preconceito, ignorando a existência destas famílias" [sic] e que elas devem ter os mesmos direitos que as outras.
A lei actual não "privilegia o preconceito" e nem "ignora" que haja crianças perdidas para duplas homossexualistas. O que a lei faz é reconhecer que é ridículo dar ao homossexualismo privilégios idênticos ao casamento natural quando só o último tem a capacidade de levar a cabo a base na qual assentam os seus "privilégios".

No dia em que dois homens ou duas mulheres conseguirem gerar filhos entre si, eles terão então um argumento forte para exigir os mesmos "direitos" que os casados possuem.

Por isso, congratula-se por o projecto do PS incidir exactamente sobre "realidades e não sobre fantasmas, aqueles que muitos associam à homossexualidade".
Mais do mesmo. Como há duplas homossexualistas a viver em união, e como eles querem chamar a isso de "casamento", então Portugal inteiro tem que alterar as suas leis para os satisfazer.

Eles não desistem.

"Não descansarei enquanto não puser o país inteiro a pegar de empurrão"

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