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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A "transparência" desnecessária


O ex-jogador da seleção da Alemanha, Thomas Hitzlsperger, revelou à imprensa que é homossexual e convocou os atletas a serem mais transparentes em relação à sua sexualidade.

O atleta de 31 anos, que recentemente encerrou sua carreira após passagens pelo Aston Villa, Stuttgart, Lazio, West Ham United, Wolfsburg e Everton, acredita que a homossexualidade continua sendo um tabu no mundo do futebol.

Hitzlesperger optou por seguir o exemplo do norte americano Robbie Rogers, que também assumiu sua condição e revelou que levou anos para encontrar a coragem para fazer tal declaração.

"Estou falando sobre a minha homossexualidade porque quero começar a discussão sobre esse assunto entre os atletas. Foi um processo longo e difícil perceber que eu sou homossexual. Somente nos últimos anos é que eu cheguei à conclusão de que eu prefiro viver com outro homem.", disse Hitzlsperger ao Zeit.

Para o ex-jogador o tema, apesar de ainda ser um problema em alguns locais, não chega a ser um grande problema nos países em que actuou profissionalmente.

"A homossexualidade não é um problema sério na Inglaterra, Alemanha e Itália, pelo menos não no vestiário. Eu nunca me senti envergonhado por ser homossexual.", declarou.

Fonte

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Como é normal entre as pessoas que sofrem de solipsimo, Thomas realmente acha que a sua preferência sexual deve ser alvo de debate público.

Estas figuras públicas trazem a sua vida privada para o público, mas depois queixam-se quando ouvem opiniões diferentes das suas.

terça-feira, 27 de março de 2012

Alemanha: As ameaças dos activistas homossexuais

A maior parte do sucesso e das vitórias que o lobby LGBT tem obtido nos seus objectivos políticos deve-se à sua habilidade em se colocar como vítima de "violência", "discurso de ódio", "exclusão social" ou "descriminação".

A realidade dos factos, no entanto, mostra que os activistas homossexuais são eles mesmos um dos grupos mais agressivos e intolerantes da sociedade actual.

Isto tornou-se mais uma vez claro na cidade de Colónia onde, após uma decisão da Schützenverein (“marker’s club) em proibir o tradicional “Schützenkönig” (o “rei dos markers”, i.e. o melhor "marker") de nomear o seu parceiro homossexual como a "Schützenkönigin" (i.e. a sua "rainha") resultou no envio de ameaças de morte dirigidas aos membros do conselho da associação.

Três destes membros, incluindo um bispo Católico, receberam e-mails anónimos com mensagens como "Queremos te ver enforcado por causa disto", "Tu e a tua família nunca mais serão felizes", "Vamos transformar as vossas vidas num inferno!".

As mensagens incluem também linguagem insultuosa, descrevendo os honrados oponentes da agenda LGBT como "nazis".

Como seria de esperar, o incidente não foi reportado pelos maiores órgãos de informação do país uma vez que isto poderia lançar dúvidas sobre a imagem de "vítimas" que o lobby LGBT quer manter sobre si.

Oprimidos.

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Não deixa de ser curioso o lobby sodomita alemão qualificar de "nazi" as pessoas que se opuseram à sua agenda sexual quando a Nacional Socialista estava efectivamente dominada por homossexuais. Como se isso não fosse suficiente mau, temos também um artigo escrito por um homossexual onde se lê que os movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais.

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