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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O incesto como um "direito fundamental"

Por Justin Huggler

As leis Alemãs que proíbem o incesto entre irmão e irmã podem ser colocadas de lado depois dum comité de ética governamental ter dito que elas são uma "intrusão inaceitável" para dentro da auto-determinação sexual. Numa declaração, o Concílio de Ética Alemão afirmou:

A lei criminal não é o meio próprio para se preservar um tabu social. O direito fundamental dos irmãos adultos à auto-determinação sexual tem que pesar mais do que as ideias abstractas da protecção da família.

A sua intervenção segue-se a um caso notório onde um irmão e uma irmã viveram como parceiros na Saxónia, onde já tinham 4 filhos. O casal havia sido criado separadamente e só se haviam encontrado mais tarde quando o irmão, Patrick S, a conheceu sendo ele já adulto e a irmã, Susan K tendo apenas 16 anos. Patrick S foi condenado a mais de 3 anos de prisão por incesto e os esforços da dupla ver a sentença anulada por parte do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos têm falhado.

A família foi forçada a viver divida depois dos tribunais terem decidido que havia o dever de proteger as crianças das consequências da sua relação. Duas das crianças são deficientes e acredita-se que o incesto acarreta consigo um risco maior, o que pode resultar em crianças com anomalias genéticas. Mas o Concílio de Ética colocou de lado esse argumento com base na tese de que casais deficientes não se encontram proibidos de ter filhos.

O Concílio disse que a sua recomendação tem como base "pesquisas extensivas" onde foi apurado que várias duplas incestuosas são forçadas a viver em segredo. Num caso, foi apurado que uma mulher estava a ser vítima de chantagem por parte do pai e do ex-namorado, que lhe ameaçaram de cortar o seu acesso aos filhos a menos que ela colocasse um fim ao seu relacionamento com o seu meio-irmão.

No Reino Unido, bem como na maioria dos países Europeus, o incesto ainda é ilegal, embora a França tenha abolido as suas leis do incesto e na Alemanha exista um crescente debate em torno deste tabu. Segundo uma estimativa do Instituto Max Planck, cerca de 4% dos Alemães já tiveram "experiências incestuosas".

Mas uma porta-voz de Angela Merkel indicou que muito dificilmente o governo iria adoptar as recomendações do Concílio de Ética. Elizabeth Winkelmeier-Becker, porta-voz legal do grupo parlamentar do Partido dos Cristãos Democratas (partido de Angela Merkel) afirmou:

A abolição da ofensa do incesto entre irmãos iria enviar a mensagem errada. A eliminação da ameaça de castigo a actos incestuosos que ocorrem dentro das famílias mitigaria contra a protecção do desenvolvimento tranquilo das crianças

Fonte: http://bit.ly/1v856tX

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Activistas homossexuais atiram fezes sobre crianças e seus pais

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", que documenta os incidentes anti-Cristãos na Europa, informou que nos momentos em que os pais Alemães protestam contra o novo curriculo da "diversidade sexual" pró-homossexual, os activistas homossexuais têm lançado fezes contra eles e destruído as suas propriedades. Uma declaração feita pelo Observatory, descrevendo os incidentes nos comícios recentes em Baden-Württemberg e Colónia reportou:

Os protestantes foram agredidos fisicamente e a sensação que ficou foi a de que a polícia falhou ao não conseguir proteger o direito que os pais têm de se reunir.

Segundo algumas testemunhas, diz o Observatory, "Os pais Cristãos foram atacados com obscenidades”:

Eles foram cuspidos, atiraram-lhes ovos, bem como sacos com fezes ou cores. Cabos de altifalantes foram arrancados. Foram rasgadas páginas da Bíblia e usadas para limpar traseiros, e depois feitas em bolas e atiradas aos pais Cristãos. Durante este processo, os Cristãos foram profundamente magoados. Pelo menos um cartaz foi arrancado das mãos e destruído à frente dum dos pais. Chefes de protocolo foram atacados com sprays. Os gritos feitos pelos contra-manifestantes tornou o discurso público impossível.

O Observatory reporta que muitos pais ficaram "chocados com a quantidade de ódio e com a inactividade da polícia, e com o facto da sua liberdade religiosa ter sido severamente prejudicada." Ainda segundo o Observatory, uma demonstração levada a cabo por pais e que deveria ter ocorrido em Fevereiro último, em Estugarda, foi perturbada e teve que terminar mais cedo devido a uma contra-demonstração levada a cabo pelos homossexualistas:

Mais de 1000 pais, muitos com os seus filhos, vieram expressar a sua irritação com a sexualização dos seus filhos.

O protesto, que estava autorizado e que foi levado a cabo por vários pais que se revoltaram contra o novo plano de educação sexual promovido pelos partidos governamentais "Os Verdes" e pelos Socialistas, era suposto ocorrer na Schlossplatz de Estugarda:

Era suposto o comício decorrer através de Estugarda por um via autorizada, mas uma turba agressiva composta por grupos de jovens esquerdistas e ANTIFA formaram uma contra-demonstração, insultando os pais, atirando bombas coloridas e atacando fisicamente o pacífico grupo de pais.

Testemunhas oculares afirmaram que muitos pais juntamente com os filhos e apoiantes, rapidamente abandonaram a área uma vez que não se sentiam seguros.

A polícia apelou aos organizadores que dissolvessem o ajuntamento como forma de evitar o "agravamento". Os organizadores da demonstração expressaram a sua desilusão com a falta de apoio por parte da polícia, e com o facto dum direito básico - o direito à reunião - não ter sido protegido.

Um dos pais afirmou que, "Aparentemente eles [a polícia ] não esperava uma contra-demonstração embora nós tenhamos expressado antecipadamente as nossas preocupações nesse sentido." Segundo uma reportagem levada a cabo pela agência noticiosa "The Local", os apoiantes do programa de educação sexual, iniciado pela coligação governante Verdes/Socialistas de Baden-Württemberg, afirmam que "irão promover tolerância de lésbicas, gays, bissexuais, transgénros, transsexuais e pessoas interssexuais."

No entanto, segundo os críticos, o programa de educação sexual "irá mais além do que simplesmente prevenir a discriminação" e irá defender "a ideologia do arco-iris."

Uma petição iniciada por pais e professores que são contra o ensino do homossexualismo às crianças já recolheu quase 200,000 assinaturas. A petição, que segundo o The Local foi iniciada por um professor, afirma que o currículo promotor do homossexualismo irá causar "uma re-educação educacional, moral e ideológica do sistema escolar no seu todo."

Fonte

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Está a ficar cada vez mais óbvio que a esquerda militante (os Verdes e os Socialistas, etc) está cada vez mais corajosa nas suas iniciativas de tentar ilegalizar a moral Cristã do Ocidente. Seria interessante saber se este currículo pró-homossexualismo será também forçado nas escolas com larga presença de alunos muçulmanos; e se por acaso os pais destas crianças se revoltarem, será que estes mesmos activistas da extrema-esquerda estão dispostos a arrancar páginas do Alcorão e arremessá-las aos maometanos?

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Aliança com a Pedofilia: Um Passado Desconfortável para os Direitos dos Homossexuais


Contrariamente ao que se possa pensar, o "desenvolvimento" para a posse de crianças alheias ("adopção") não é algo de novo ou marginal dentro do movimento homossexual, mas algo que é o cerne do mesmo. O texto que se segue, com o qual discordo em muitos pontos (principalmente por tentar passar a ideia de que a pedofilia dentro do homossexualismo é algo alheio ao espírito dessa preferência sexual), é bastante esclarecedor.
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Por Ann-Katrin Müller

Durante os anos 80, os grupos homossexuais da Alemanha formaram uma aliança com os pedófilos que defendiam legalização do sexo com menores. Esse foi um período sombrio do qual poucos querem falar hoje em dia.

Em Julho de 1981, a revista homossexual "Rosa Flieder" publicou uma entrevista com Olaf Stüben, na altura, o mais infame pedófilo da Alemanha. Como escritor da revista esquerdista Die Tageszeitung, ele lutava abertamente para que as pessoas aceitassem a pedofilia como saudável e normal. Numa entrevista dada à revista, é perguntado a Stüben o porquê de ter que ser aceitável o sexo entre adultos com crianças e menores. Ele fala de "rapidinhas" com jovens rapazes, declara que é antiquado manter o tabu em torno de tocar as crianças de forma inapropriada. "A inocência infantil é uma invenção burguesa do capitalismo primitivo," afirma Stüben says.

A entrevista dada ao "Rosa Flieder" não foi nada fora do comum. Pelo contrário, nos anos 70 e 80 muitas revistas com temática pró-homossexualismo promoviam abertamente o sexo com crianças, chegando até a colocar fotos de rapazes nus. A revista "Don" apresentou cinco reportagens simpatéticas de experiências levadas a cabo por homens pedófilos. O título dizia, "Nós não somos violadores de crianças!".

Nos meses mais recentes, muitos na Alemanha têm vindo a discutir o quanto que o Partido "Os Verdes" dos nos 80 se deixou manipular pelos pedófilos. O partido ficou sob tal pressão que contratou o cientista político Franz Walter para analisar a sua própria história em torno deste assunto.

No entanto, ficou bem claro que o movimento homossexual na Alemanha tem também que fazer uma introspecção com este capítulo da sua história. Qualquer pessoa que faça uma busca pelos arquivos poderá encontrar amplas evidências da aliança entre as organizações defensoras dos direitos dos homossexuais com os activistas pedófilos. Se os pedófilos se envolvessem em algum problema com a lei, eles poderiam depender de conselhos legais por parte de um grupo conhecido como "Advogados Homossexuais". Muitos políticos do Partido "Os Verdes" garantiram também que a legalização do sexo entre adultos e crianças tivesse uma audiência.

Aliança Benéfica

Hoje em dia parece confuso o porquê dos homossexuais se deixarem envolver com pessoas cuja obsessão sexual era totalmente ilegal. A tolerância aos pedófilos foi fomentada pelas mais variadas fontes. Para começar, muitos homossexuais da altura sabiam muito bem o que era ser alvo de discriminação por parte do estado. Oficialmente, o sexo consensual entre dois homens adultos foi um acto criminoso até aos finais dos anos 60. Só por volta de 1969 é que os legisladores da Alemanha Federal colocaram fim ao infame "Parágrafo 175" do Código Criminal Alemão. Por essa altura, a revolução sexual estava a dar os primeiros passos, e muitos homens finalmente tiveram a coragem de sair do armário.

Devido a isso, muitos homossexuais não queriam ser aqueles julgavam os outros por motivos das suas inclinações sexuais depravadas. Num clima geral de tolerância, o movimento perdeu a sua bússula moral. O movimento homossexual não se distanciou dos homens que agiam segundo o seu desejo por crianças; em vez disso, o movimento homossexual acolheu-os.

Houve também a notável ideia de que não se deveria negar aos rapazes menores a chance de ter experiências sexuais com homens mais velhos. Mesmo hoje, a  "Associação de Lésbicas e Gays na Alemanha" (LSVD) alega no seu site que nos anos 80, os únicos homens que falaram foram aqueles que apreciaram sexo com adultos durante a sua juventude.

Para os pedófilos, a aliança com o movimento homossexual foi benéfica visto que desta forma obtiveram uma plataforma a partir da qual eles poderam formular os seus objectivos. O movimento homossexual ajudou os pedófilos nas mais variadas formas. Num panfleto com o texto, "Justamente Gay. Aconselhamento Jurídico para os Gays" há uma "ajuda argumentativa" com o tamanho de uma página e meia onde estão descritas instruções sobre a forma como os homens acusados de abuso sexual podem escapar o castigo. É dito ao leitor de maneira informal:

Se o vosso comportamento sexual não é contestável, mas limita-se ao beijo e à masturbação mútua, o vosso advogado de defesa pode pedir que uma testemunha perita vá depor.

Isto pode servir para negar que tal comportamento é prejudicial para o desenvolvimento sexual da criança, continua o panfleto. Mas isto só numa condição, "O perito tem que ser contactado a tempo."

A Repercussão Começa

Começando em meados dos anos 80, o movimento homossexual na Alemanha começou a distanciar-se dos pedófilos. Numa convenção do Partido "Os Verdes", no estado ocidental de Renânia do Norte-Vestefália em Março de 1985, o partido aprovou um documento que apelava para a legalização da "sexualidade não-violenta" entre adultos e crianças. O incidente causou tal comoção que os Verdes perderam a chance de entrarem na legislatura estadual. Para além disso, o movimento em torno dos direitos dos  homossexuais começou a notar nos estragos que a aliança com os pedófilos estava a causar. Subitamente, os homossexuais começaram a combater o clichê "violador de crianças homossexual". Os seus propósitos reais, tal como a criação duma política de combate à SIDA eficaz e o fim da discriminação social, foram relegadas para segundo plano.

O movimento das mulheres é também parcialmente responsável pela sensibilização entre os esquerdistas dos estragos causados pela pedofilia. A proeminente feminista Alice Schwarzer foi activa no combate ao abuso infantil quando a pedofilia ainda era considerada em alguns círculos como uma forma aceitável da sexualidade humana.

Enquanto a agora-defunta revista alternativa esquerdista "Pflasterstrand", então editada pelo actual político dos Verdes Daniel Cohn-Bendit, justificava o sexo com menores, Schwarzer causava alguma sensação com uma entrevista na sua revista "Emma." Nela ela falou com o educador Günter Amendt, que era considerado visto como particularmente progressita na altura. Mesmo assim, ele afirmou que os pedófilos sempre exploraram a sua posição de poder sobre as crianças. Não poderia haver qualquer discussão de amor entre partes que se encontram no mesmo patamar, afirmou ele.

Proponentes do Passado com o Lábios Colados em Torno deste Assunto

Obviamente, diz hoje Schwarzer, a pedofilia não é um assunto entre os homossexuais. Existem mais heterossexuais pedófilos do que homossexuais, diz ela, "Mas o movimento homossexual precisou de se distanciar de forma mais clara. E a problematização da pederastia, o sexo entre homens e jovens rapazes, ainda não ocorreu."

Mas há uma escassez de activistas homossexuais dispostos a falar dos dias sombrios do seu passado. Volker Beck, que representa Colónia no parlamento Alemão, deixou bem claro que já disse tudo o que tinha para dizer em torno deste assunto. Durante muito tempo, Beck foi o porta-voz do "Grupo de Trabalho Federal Para Políticas Gays" do partido "Os Verdes". Durante os anos 80, ele contribuiu para o livro "The Pedosexual Complex" onde ele lutou em favor duma descriminalização do sexo com os menores. Mais tarde, ele alegou que essas passagens foram editadas e colocadas no seu texto. Ele não consegue no entanto provar esta alegação.

O LSVD está também com os lábios colados no que toca a esclarecer o seu envolvimento com a pedofilia. Durante os anos 90 eles escreveram explicações bem claras, afirmou Günter Dworek a partir do seu quadro de directores. O artigo de 1997 é essencialmente um artigo vazio de qualquer remorso ou retractação onde é dito que é abuso "se os adultos satisfazem as suas necessidades sexuais à custa de crianças." No entanto, o texto nada diz da antiga aliança entre homossexuais e pedófilos.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A "transparência" desnecessária


O ex-jogador da seleção da Alemanha, Thomas Hitzlsperger, revelou à imprensa que é homossexual e convocou os atletas a serem mais transparentes em relação à sua sexualidade.

O atleta de 31 anos, que recentemente encerrou sua carreira após passagens pelo Aston Villa, Stuttgart, Lazio, West Ham United, Wolfsburg e Everton, acredita que a homossexualidade continua sendo um tabu no mundo do futebol.

Hitzlesperger optou por seguir o exemplo do norte americano Robbie Rogers, que também assumiu sua condição e revelou que levou anos para encontrar a coragem para fazer tal declaração.

"Estou falando sobre a minha homossexualidade porque quero começar a discussão sobre esse assunto entre os atletas. Foi um processo longo e difícil perceber que eu sou homossexual. Somente nos últimos anos é que eu cheguei à conclusão de que eu prefiro viver com outro homem.", disse Hitzlsperger ao Zeit.

Para o ex-jogador o tema, apesar de ainda ser um problema em alguns locais, não chega a ser um grande problema nos países em que actuou profissionalmente.

"A homossexualidade não é um problema sério na Inglaterra, Alemanha e Itália, pelo menos não no vestiário. Eu nunca me senti envergonhado por ser homossexual.", declarou.

Fonte

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Como é normal entre as pessoas que sofrem de solipsimo, Thomas realmente acha que a sua preferência sexual deve ser alvo de debate público.

Estas figuras públicas trazem a sua vida privada para o público, mas depois queixam-se quando ouvem opiniões diferentes das suas.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bestialismo: a próxima fronteira


"Nem te deitarás com um animal, para te contaminares com ele; nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; confusão é."
Levítico 18:23

Os bordéis de bestialismo estão-se a propagar por toda a Alemanha de uma forma mais rápida do que o "normal" muito graças à lei que tornou a pornografia animal ilegal mas o sexo com animais legal. Quem o diz é uma responsável pela protecção de gado. Madeleine Martin disse ao Frankfurter Rundschau que as leis actuais não protegem os animais dos zoófilos predadores que, de modo incremental, estão a tornar o bestialismo numa "escolha de vida" ou num "estilo de vida".

Ela ressalvou um caso onde um agricultor da região Gross-Geraudo - sudoeste da Alemanha - reparou que um rebanho de ovelhas outrora amigável estava a começar a evitar o contacto com os seres humanos. Como forma de apurar as causas, o agricultor instalou um sistema de CCTV (vídeo vigilância) nas vigas do seu celeiro só para observar múltiplos homens a entrar pela calada da noite, e a abusar sexualmente do seu rebanho.

Madeleine Martin disse ao jornal que "existem bordéis de animais na Alemanha", acrescentando que as pessoas estão a relativizar o assunto qualificando isso de "escolha de vida". Munida com uma gama de vários casos semelhantes. a senhora Martin apela agora ao governo para banir de forma categórica o bestialismo do país.

Devido a um aumento acentuado de incidentes envolvendo sexo com animais, e ao aumento de sites a promover essa aberração sexual, em Novembro do ano passado as autoridades alemãs afirmaram que estavam a planear reinstalar uma lei antiga que proibia o contacto sexual com animais. O parlamento começou a debater as alterações ao Animal Protection Code, e o comité agrícola da Bundestag comprometendo-se a instalar multas até aos £20,000 para a primeira ofensa.

O bestialismo deixou de ser um crime nos livros legais em 1969 mas nos anos recentes o número de pessoas que se crê estarem envolvidas em tais actos aumentou de um modo significativo. Existem até os "zoológicos eróticos" onde as pessoas podem visitar e abusar animais que vão desde lamas a cabras.

Hans-Michael Goldmann, presidente do comité agrícola, disse que o governo tinha como propósito proibir o uso de animais "para actos sexuais individuais e ilegalizar as pessoas que agiam como "proxenetas" [= "cafetão", "chulo"] destas criaturas como forma de outras abusarem delas.'

O grupo zoófilo alemão com o nome de ZETA anunciou que montará uma ofensiva legal se por acaso o bestialiismo se tornar ilegal. Michael Kiok, presidente da ZETA, afirmou:

Meros conceitos morais não têm lugar no nosso sistema legal.

Quando a lei banindo o sexo com os animais foi ela mesma banida, a "Animal Protection Law" foi introduzida mas ela falhou ao não incluir uma proibição específica à zoófilia. Os termos "bestialismo" e "zoofilia" são os nomes formais usados pelo acto sexual entre humanos e animais.

Fonte

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Com a "imprevisibilidade" dum relógio parado, todos os comportamentos sexuais que Deus condenou há mais de 3,500 anos atrás fazem agora o seu regresso à medida que o Cristianismo vai perdendo o lugar no Europa. 

O surpreendente destes incidentes não é o facto do paganismo ocupar o vazio deixado pelo Cristianismo, mas sim a existência de pessoas que realmente acreditam que é possível manter a estrutura moral e a ética sexual provenientes do Cristianismo sem apelo ao mesmo Cristianismo. 

Porque é que o sexo se deve restringir ao seres humanos? Se Deus não existe, qual é o mal em ter relações sexuais com um animal? Se somos todos o resultado dum processo evolutivo sem o ser humano em mente, então o sexo entre humanos e animais é perfeitamente aceitável.

O zoófilo Michael Kiok afirma que conceitos morais não têm lugar na legislação dum país; será que isso inclui o conceito moral que normaliza o bestialismo ou só os conceitos morais que são contra o bestialismo? Note-se pelas suas próprias palavras que Kiok está perfeitamente ciente que o seu "estilo de vida" alternativo nunca poderá avançar enquanto existir um código moral (Cristianismo) que condena o bestialismo. Devido a isso, é de extrema urgência para ele (e para todas as pessoas com estilos de vida "alternativos") reduzir a influência do Cristianismo.

Os idiotas úteis que alegremente lutaram para a "laicização do Estado" (que na boca dum esquerdista significa a remoção total de qualquer influência Cristã da cultura)  descobrirão mais tarde que a sua luta foi contra o seu próprio estilo de vida - e não contra algo estrangeiro à sua vivência diária.

Com nenhuma destas coisas vos contamineis; porque em todas estas coisas se contaminaram as gentes que eu lanço fora de diante da vossa face. Pelo que, a terra está contaminada; e eu visitarei sobre ela a sua iniquidade, e a terra vomitará os seus moradores.
Levítico 18: 24-25.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A incoerência do Tribunal Europeu

Um casal de irmãos alemães que mantiveram um relacionamento incestuoso e dele nasceram 4 filhos foi hoje condenado pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. O casal alegava que tinha "direito a uma família".

Patrick e Susan são irmãos mas só se conheceram em adultos, já com 23 anos depois da morte da mãe, porque o rapaz foi adoptado por outra família, e assim não conheceu a sua irmã biológica em criança.

Patrick Stuebing e Susan Karolewski tiveram quatro filhos, dois dos quais portadores de deficiência física. O homem foi condenado por crime de incesto e cumpriu por isso três anos de prisão. Recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, mas o tribunal vêm agora dizer que a Alemanha tinha o direito de proibir e criminalizar o incesto.

O Tribunal Europeu confirmou a decisão do tribunal alemão e considerou que classificar o incesto como crime não viola os direitos fundamentais de "privacidade e respeito pela vida familiar", garantido pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos, segundo o site da revista 'Der Spiegel'.

De acordo com aquela publicação on line, os sete juízes que julgaram o caso decidiram por unanimidade que a decisão da justiça alemã deveria ser respeitada.

Patrick vive agora separado da irmã e três dos seus filhos estão sob custódia de outras famílias. Só o filho mais novo vive com a mãe.

Fonte

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Aparentemente nem todas as "novas modalidades de família" são (por enquanto) aceites.

Não há argumento lógico que defina o homossexualismo como "normal" mas ao mesmo tempo defina o incesto como um crime.

terça-feira, 27 de março de 2012

Alemanha: As ameaças dos activistas homossexuais

A maior parte do sucesso e das vitórias que o lobby LGBT tem obtido nos seus objectivos políticos deve-se à sua habilidade em se colocar como vítima de "violência", "discurso de ódio", "exclusão social" ou "descriminação".

A realidade dos factos, no entanto, mostra que os activistas homossexuais são eles mesmos um dos grupos mais agressivos e intolerantes da sociedade actual.

Isto tornou-se mais uma vez claro na cidade de Colónia onde, após uma decisão da Schützenverein (“marker’s club) em proibir o tradicional “Schützenkönig” (o “rei dos markers”, i.e. o melhor "marker") de nomear o seu parceiro homossexual como a "Schützenkönigin" (i.e. a sua "rainha") resultou no envio de ameaças de morte dirigidas aos membros do conselho da associação.

Três destes membros, incluindo um bispo Católico, receberam e-mails anónimos com mensagens como "Queremos te ver enforcado por causa disto", "Tu e a tua família nunca mais serão felizes", "Vamos transformar as vossas vidas num inferno!".

As mensagens incluem também linguagem insultuosa, descrevendo os honrados oponentes da agenda LGBT como "nazis".

Como seria de esperar, o incidente não foi reportado pelos maiores órgãos de informação do país uma vez que isto poderia lançar dúvidas sobre a imagem de "vítimas" que o lobby LGBT quer manter sobre si.

Oprimidos.

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Não deixa de ser curioso o lobby sodomita alemão qualificar de "nazi" as pessoas que se opuseram à sua agenda sexual quando a Nacional Socialista estava efectivamente dominada por homossexuais. Como se isso não fosse suficiente mau, temos também um artigo escrito por um homossexual onde se lê que os movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Alexander Lukashenko: "É melhor ser ditador do que gay"


O Presidente da Bielorrússia diz que prefere ser ditador do que gay. A mensagem dirigiu-se ao Ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, que é assumidamente homossexual.

Alexander Lukashenko estava a criticar as sanções impostas pela União Europeia.

Os Ministros dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radoslaw Sikorski, e da Alemanha, Guido Westerwelle, lideraram a ofensiva diplomática e foram o alvo das críticas: "É histeria absoluta. Como pode ver, existem dois tipos de políticos hoje em dia. Um vive em Varsóvia e o outro em Berlim. Bem, temos o de Berlim, com o apoio de lésbicas e gays, gritando sobre a ditadura em Varsóvia…Quando eu ouvi aquilo, pensei: é melhor ser um ditador do que ser gay", disse Lukashenko.

Esta não é a primeira vez que Lukashenko faz comentários acerca da orientação sexual de Guido Westerwelle.

Em Fevereiro de 2011, aconselhou-o a levar uma vida normal e disse que não gostava de homossexuais.

Fonte

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