sexta-feira, 21 de junho de 2019
O cachorrinho do Carrefour e o menino Rhuan
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher
Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).
Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.
Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:
Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:
Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:
Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não. O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.
Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?
A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:
Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.
Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow
O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:
Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.
No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.
Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.
Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.
A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."
Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."
Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.
Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."
Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:
Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.
A não perder:
1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
A pornografia infantil do activista homossexual
Larry Brinkin, que trabalhou na comissão dos direitos humanos até se aposentar em 2012, foi preso em Junho de 2012. As autoridades afirmaram que foram encontrados anexos na sua conta "America Online" que continham imagens de crianças envolvidas em actos sexuais com homens.
Originalmente, os promotores acusaram-no com seis acusações criminais de possuir e distribuir pornografia infantil, mas abdicaram de todas menos uma (posse de pornografia) como parte do seu acordo judicial.
Brinkin tem que tomar parte em terapiae e está proibido de trabalhar com crianças, entrar em contacto com jovens sem o consentimento paternal, e proibido de viver com alguém que tenha responsabilidades com crianças sem antes revelar o seu estatuto de agressor sexual.
O advogado de Brinkin, Randall Knox, afirmou:
Os investigadores foram capazes de fazer uma ligação entre a pornografia ligada a Brinkin até a Austrália, onde pelo menos uma apreensão foi feita.
Durante os seus 22 anos como membro da comissão dos direitos humanos, Brinkin ajudou a criar a "Equal Benefits Ordinance" da cidade, que se tornou no modelo nacional para a igualdade laboral para os gays e para as lésbicas. Quando ele se aposentou, o Conselho dos Supervisores declarou a semana de 1 de Fevereiro de 2010, como a "Semana Larry Brinkin".
Brinkin, que apareceu no tribunal com o seu marido [sic], pagou uma fiança de $240,000 para ficar em liberdade (desde Setembro de 2012). Está agendado o seu regresso para a sentença no dia 5 de Março, e para se entregar para custódia em data futura.
Knox afirmou que não acredita que a reforma que ele recebe da cidade venha a ser afectada com o acordo visto que a sua condenação não se engloba no âmbito da "torpeza moral". Segundo a "Proposition C", aprovada pelos eleitores, um empregado da cidade condenado por um crime que envolva a torpeza moral - normalmente o furto, a fraude ou a violação da confiança pública - não pode receber benefícios de aposentadoria financiados pelo empregador.
Fonte
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A hipocrisia da elite cultural ocidental
sábado, 19 de outubro de 2013
Cadeia exclusiva para homossexuais
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Activista LGBT condenado a 25 anos de prisão por tentar matar Cristãos
Corkins fingiu ser um estagiário como forma de passar pelo segurança, mas o gerente do edifício, Leo Johnson, questionou o homem em torno do seu destino. Alegadamente Corkins começou a gritar coisas relativas às politicas da organização [pró-família] e disparou sobre o guarda no braço como forma de passar recepção. Imediatamente Johnson neutralizou e desarmou Corkins, sendo ele mantido no local até a chegada da polícia.
Segundo algumas testemunhas, depois de sua pistola ter sido confiscada, Corkins gritou:
Descobriu-se mais tarde que Corkins tinha mais duma dúzia de sandwiches Chick-fil-A na sua mochila. Ele disse aos investigadores que planeava "matar as pessoas no edifício e depois esfregar uma sandwich Chick-fil-A nas suas caras.”
“Como foi que encontraste esta organização?” revela um vídeo online onde se vê um investigador a questionar. “Procuraste na internet?”
Corkins respondeu:
Mais tarde, Corkins declarou-se culpado de 10 acusações em torno do tiroteio. Na Quinta-Feira, ele foi condenado a 25 anos de prisão, quase metade do que a acusação havia requisitado, mas o dobro do que os advogados de defesa haviam sugerido. Durante a audiência onde ele foi sentenciado, para além de continuar a declarar-se contra a posição da FRC, Corkins afirmou:
Tony Perkins, fundador da FRC, encontrava-se também presente e falou em nome da organização:
Numa sociedade civilizada, acabar com o debate não a forma como as pessoas e organizações razoáveis operam. Intimidar e assustar os outros acaba com a "liberdade organizada" sobre a qual os nossos Pais Fundadores escreveram e em favor da qual eles militaram, e coloca-nos a todos em perigo de perder os nossos direitos sagrados quando extremistas militantes tomam conta do espaço público exclusivamente para eles.
O Procurador dos EUA, Robert Machen, emitiu uma declaração logo depois da sentença ter sido tornada pública, agradecendo Johnson por ter impedido que uma tragédia tenha ocorrido:
A sentença imposta a Corkins foi a primeira a ser emitida segundo a Lei Anti-Terrorrismo de Washington.
Fonte: http://ow.ly/p5kVq
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domingo, 3 de março de 2013
A Misteriosa Morte de Robert Fleeting
Os factos:
1. Robert era bem parecido e ia-se casar.
2. Robert estava feliz e eufórico na noite em que "se suicidou".
3. Robert regressou à base na companhia dum homossexual assumido que tinha acesso a drogas
4. Objectos pessoais de Robert estavam na presença do homossexual assumido.
5. "Colin", o homossexual assumido com conhecimentos médicos, recusou-se a deixar por escrito o seu testemunho. Porquê?
6. A polícia não levou a cabo testes no corpo de Robert que apurassem a presença de drogas
7. O corpo de Robert foi rapidamente cremado e só depois de ter sido cremado é que a família ficou a saber que o ânus de Robert exibia indícios de trauma.
Cada um retire as suas próprias conclusões.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Agentes da CIA
terça-feira, 31 de julho de 2012
Oxford: Homens já podem usar saias nos exames
Conhecida pela sua tradição e regras rígidas que ditam as mais diversas componentes dos seus alunos, a Universidade de Oxford abriu uma exceção que se pode vir a revelar marcante. A instituição autorizou o uso livre de roupas nas provas académicas e ocasiões formais, dando maior espaço a questões de género e de identidade sexual.
Na prática, as novas leis significam que os homens podem utilizar saias e collants, enquanto as mulheres terão a possibilidade de usar fatos e laços.
A alteração surgiu em virtude de uma requerimento apresentado pela organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer" para acabar com o que consideravam uma violação da liberdade dos alunos.
"No futuro, não haverá necessidade de estudantes com orientações distintas terem que utilizar roupas com as quais não se sentem confortáveis, para evitarem serem confrontados por vigilantes ou disciplinados durante um exame", afirmou Jess Pumphrey, um dos responsáveis da organização, em declarações reproduzidas pelo "Daily Telegraph".
De acordo com as antigas leis que regem os trajes e roupas que se podem usar em Oxford - conhecidas como "subfusc" - os homens deviam usar um fato escuro com meias, sapatos pretos, um laço branco e uma simples camisa branca, debaixo dos robes pretos. Já as mulheres tinham obrigatoriamente que vestir saias ou calças escuras, uma blusa branca, collants e sapatos pretos, para além de um laço preto ao pescoço.
Agora com a mudança que dá liberdade de acordo com a identidade sexual, há esperança nas implicações positivas da decisão.
"Este é um passo extremamente positivo, que já esperávamos há muito. Sou da opinião que é possível manter os elementos de tradição, ao mesmo tempo que damos oportunidade aos estudantes de usar o traje com os quais se sentem mais confortáveis", confessou Simone Webb, presidente da organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".
As alterações entram em vigor na próxima semana.
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Quando coisas como as que esta notícia revela são noticiadas, fico curioso em saber a opinião daqueles que afirmam que a normalização do homossexualismo "não afectará a vida do resto da sociedade". Será que eles ainda pensam assim?.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Eles querem atingir as crianças
terça-feira, 3 de abril de 2012
Se é de referências recentes anti-adopção gay que o lobby LGBT precisa, aqui vai
A discussão entre as óbvias asserções feitas aqui e aqui por Pedro Picoito, e a "refutação" que delas tem sido feita pelo lobby pró-LGBT, tem demonstrado à saciedade de que lado se encontra a desonestidade intelectual.
Pretender que os estudos referenciados pelo Pedro Picoito não teriam validade porque não seriam da última década demonstra uma absoluta falta de percepção do processo de construção da ciência, e das fragilidades da evidência estatística em matérias que, apesar da minha formação, optaria por encerrar no campo da moral e da lei natural.
Em todo o caso, a proporção dos ataques feitos ao Pedro, e a ferocidade das f.'s e das ILGAS deste mundo, pedem que a isto se responda com evidência "recente", como elas dizem, na vã esperança de que assim se silencie a histeria dominante que se tem feito ouvir.
Parece claro, olhando para os artigos referenciados abaixo, que nada de bom resulta para as crianças do infortúnio de terem sido colocadas pelo sistema nas mãos de uniões de pessoas do mesmo sexo (recuso frontalmente o uso das palavras casal e casamento neste caso!).
Ficam as referências e as suas principais conclusões. Se forem precisas mais, é só pedir. É que nem são tão poucas quanto isso!...
- Sirota, T. (2009), "Adult Attachment Style Dimensions in Women Who Have Gay or Bisexual Fathers", Archives of Psychiatric Nursing, 23 (4), p. 289-297.
- Do abstract: " Women with gay or bisexual fathers were significantly less comfortable with closeness and intimacy (t = 5.264, P = .0001), less able to trust and depend on others (t = 6.621, P = .0001), and experienced more anxiety in relationships (t = −4.368, P = .0001) than women with heterosexual fathers."
(suponha que a Ana Matos Pires saberá explicar às colegas de blogue o que é um p-value ou um teste de hipóteses??)
- Murray, P. D. and McClintock, K. (2005), "Children of the closet: a measurement of the anxiety and self-esteem of children raised by a non-disclosed homosexual or bisexual parent." Journal of Homossexuality, 49, p. 77-95
- Do Abstract: "(...) results indicated that those who had been raised as children with non-disclosed lesbian mothers showed a significantly higher level of self-esteem"
(não é que as crianças preferem que as mães não sejam lésbicas assumidas, Ana??)
terça-feira, 27 de março de 2012
Alemanha: As ameaças dos activistas homossexuais
A maior parte do sucesso e das vitórias que o lobby LGBT tem obtido nos seus objectivos políticos deve-se à sua habilidade em se colocar como vítima de "violência", "discurso de ódio", "exclusão social" ou "descriminação".A realidade dos factos, no entanto, mostra que os activistas homossexuais são eles mesmos um dos grupos mais agressivos e intolerantes da sociedade actual.
Isto tornou-se mais uma vez claro na cidade de Colónia onde, após uma decisão da Schützenverein (“marker’s club) em proibir o tradicional “Schützenkönig” (o “rei dos markers”, i.e. o melhor "marker") de nomear o seu parceiro homossexual como a "Schützenkönigin" (i.e. a sua "rainha") resultou no envio de ameaças de morte dirigidas aos membros do conselho da associação.
Três destes membros, incluindo um bispo Católico, receberam e-mails anónimos com mensagens como "Queremos te ver enforcado por causa disto", "Tu e a tua família nunca mais serão felizes", "Vamos transformar as vossas vidas num inferno!".
As mensagens incluem também linguagem insultuosa, descrevendo os honrados oponentes da agenda LGBT como "nazis".
Como seria de esperar, o incidente não foi reportado pelos maiores órgãos de informação do país uma vez que isto poderia lançar dúvidas sobre a imagem de "vítimas" que o lobby LGBT quer manter sobre si.
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Não deixa de ser curioso o lobby sodomita alemão qualificar de "nazi" as pessoas que se opuseram à sua agenda sexual quando a Nacional Socialista estava efectivamente dominada por homossexuais. Como se isso não fosse suficiente mau, temos também um artigo escrito por um homossexual onde se lê que os movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A gaystapo lisboeta está a atrair o ódio da cidade contra os homossexuais
A acção é apresentada como um acto de "Phobic-Hunt" ("caça à fobia"). O lema é "um Activismozinho por dia... não sabe o bem que lhe fazia".
Entretanto, de acordo com a página do Facebook do grupo, os cartazes já foram retirados de todas as carruagens.
Foram afixados vários modelos. Destacamos alguns. Um mostra uma imagem de dois homens a beijarem-se, seguido da frase, a negrito, "Há susceptibilidades que DEVEM ser feridas", uma clara resposta ao argumento dado pelo ML.
Noutro, a mesma fotografia surge acima de um instantâneo do beijo, inventado pela Benetton, entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.
A mensagem: "Se a imagem de cima te choca mais do que a imagem de baixo, talvez devas pensar a tua noção de imoralidade."
Num terceiro foi feito um visto em "Dignx de respeito". Todos terminavam com a mesma vontade expressa: "Se respeitas, respeita esta acção :)"
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Não deixa de ser tremendamente irónico que grupos que apelam à "tolerância" e ao "respeito" sejam tão intolerantes em relação a diferenças de opinião. É isto que todos os homossexuais pensam ou é só a minoria que está politicamente envolvida?
É que se os homossexuais lisboetas deixam que esta minoria fale por si, toda a cidade pode ser levada a pensar que todos os homossexuais de Lisboa são intolerantes como este grupo.
Os activistas sodomitas aparentemente não entendem que nem todo o ser humano acha o seu comportamento sexual "normal", "saudável" e muito menos ao mesmo nível da heterossexualidade.
Mas a questão aqui nem é uma de juízo de valor em relação a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo, mas sim com a liberdade de expressão.
Será que os activistas homossexuais lisboetas não se apercebem que há uma clara contradição entre pedir exigir "tolerância" ao mesmo tempo que se persegue quem não concorda com a sua visão do que é sexualmente "normal"?
Ou será que já nem temos o direito de discordar com a sodomia? Será que já estamos na fase em que temos que celebrar comportamentos sexuais com os quais não concordemos?
"O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"
Peter Tatchell, activista homossexual inglês
domingo, 13 de novembro de 2011
Homossexualismo na Rua Sésamo
Sodomitas militantes querem avançar com a indoutrinação esquerdista dominante no programa "Rua Sésamo" (da estação governamental americana PBS) para um outro nível de degeneração ao tentarem submeter os bonecos Ernie e Bert a um "casamento" homossexual.
Previsivelmente a Time Magazine gostou da ideia:
Embora os criadores da Rua Sésamo nunca tenham dito que as duas personagens são homossexuais [porque será?], os espectadores há muito que especulavam que os companheiros de quarto Bert e Ernie eram mais do que apenas amigos.
Sim, porque quando nós vêmos programas infantis, uma das coisas que frequentemente atravessa o nosso imaginário é a sodomia.
Sarcasmo a parte, que tipo de espectadores dá lugar a tal tipo de especulação? Eu pensava que a Rua Sésamo era um programa para crianças e não para pervertidos.
Scott, que iniciou uma petição para levar a cabo o "casamento" entre as personagens da série, acredita que, ao se permitir que tal evento avance - ou ao se permitir que se instale uma personagem transgénera - estar-se-á a ajudar crianças LGBT que sofram de "bullying" ou outro tipo de perseguição ao se passar a mensagem de que "elas são LINDAS e a sua vida é digna de ser vivida".Algumas pessoas podem pensar que, se a Archie Comics pode apresentar o seu primeiro personagem homossexual [vêr aqui], então a Rua Sésamo . . . . pode levar a cabo um "casamento" entre duas das suas personagens mais "gay".
Dito de outra forma: como medida para acabar com o bullying que alguns jovens homossexuais sofrem devido ao seu comportamento sexual, os activistas homossexuais propõem que se usem os programas infantis para se expôr as crianças à sodomia e ao lesbianismo.
Isto, porque como todos nós sabemos, o "remédio" para a natural aversão que a esmagadora maioria das pessoas têm em relação à homossexualidade é . . . . expô-la a mais homossexualidade. Eventualmente, ela ficará "curada" desse "preconceito".
Infelizmente para os esquerdistas, crianças em idade primária que sejam transgéneras-gays-bissexuais-travestis existem só nas suas profundamente sujas imaginações. No entanto, através do controle dos órgãos de informação, eles esperam materializar tais perversões imaginativas.
Os órgãos de informação podem prematuramente declarar estes eventos como "mudanças culturais", mas as consequências deste tipo de imposição comportamental podem ser muito más para os marxistas culturais que as forçam sobre a população.
Afinal de contas, a paciência tem limites.
sábado, 29 de outubro de 2011
Pós-Graduação em Estudos LGBT
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