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sexta-feira, 21 de junho de 2019

O cachorrinho do Carrefour e o menino Rhuan

É espantosa a diferença no trato dessas duas questões; o clamor público e a falta de ressonância nas mídias de massa nos dois casos em questão, o que nos traz um retrato simplório do produto miserável que foi reduzido o homem médio ocidental.

Diferentemente do caso do cachorrinho do Carrefour, as mídias de massa trataram de abafar da forma mais vergonhosa possível qualquer tipo de ruído proveniente do cruel assassinato do menino Rhuan, e isso com um parênteses: pouco tempo depois de o Supremo Tribunal Federal ter usurpado função legislativa para prever futuras medidas penais contra quem vier a desafiar a ideologia de gênero em solo brasileiro.

O CASO DO CACHORRO ‘MANCHINHA’


Curiosamente, em dezembro último, em razão de grande histeria nas redes sociais, essas mesmas mídias de massa maçonicamente controladas deram ampla ressonância à morte de um cãozinho que costumava ficar em frente a uma unidade da rede Carrefour de supermercados em Osasco, município de São Paulo.

A rede de supermercado Carrefour firmou um acordo para pagar R$1 milhão pelos maus-tratos que um segurança do estabelecimento causou ao cachorro.  A determinação da quantia foi estipulada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a prefeitura do município.

O valor será dividido para diferentes causas. A quantia de R$ 500 mil será destinada para esterilização de cães e gatos; R$ 350 mil à compra de medicamentos para animais do Hospital Municipal Veterinário de ou que estejam no canil municipal e R$ 150 mil para a aquisição e entrega de rações para associações, ONGs e demais entidades destinadas ao cuidado de animais na cidade de Osasco.

O segurança será irremediavelmente responsabilizado pela morte do cachorro e o relatório da investigação foi remetido para o Ministério Público, que vai decidir se oferece denúncia pelo crime de abuso e maus-tratos a animais.

A gritaria foi tamanha que, demagogicamente, o Congresso Nacional aprovou projetos que alteram a Lei de Crimes Ambientais e aumentam penas por crueldade, abuso e maus-tratos aos animais.

O CASO RHUAN


A ditadura gay não impediu que as notícias desse caso brutal se espalhassem, porém de forma muitíssimo menos midiatizada que o caso do cachorro ‘Manchinha”.

A mãe e sua companheira, uma parelha lésbica, cortaram o pênis do filho há 1 ano atrás utilizando instrumentos rudimentares. Mantiveram o menino na própria casa, em cárcere privado, não o levaram sequer em um hospital. Deixaram o cabelo dele crescer, pois disseram que ele "era no fundo uma menina" e começaram a criar como menina.

Ainda com raiva da ligação que a criança representava, pois estava atrelada a uma figura masculina (o pai) e a própria criança era um menino, a mãe decidiu então matá-lo. Enquanto a companheira assava a churrasqueira para queimar a pele e a carne, a mãe degolava o próprio filho ainda vivo e desferia mais 12 facadas. Como não deu certo queimar na churrasqueira, esquartejaram o corpo, colocaram na mala de escola do menino, e jogaram em valas, isso com o corpo já sem pele, pois a pele foi arrancada e fritada.

No depoimento a companheira diz que o menino não teve reação, ficou lá parado e gritou só na hora da dor.

Quando você tem 9 anos de idade, você confia cegamente em sua mãe, de modo que ficamos imaginando a cabeça daquela criança ao se ver agonizando no sangue pelas mãos da própria mãe, a confusão mental, a dor, o desespero daquele que já deve ter tido uma criação para além de conturbada.

É um dos crimes mais brutais e cruéis da atualidade. A grande mídia toda silenciou, alguns por complacência e outros por conduta proativa em favor do lobby LGBT.

O caso do cachorrinho do Carrefour, por sinal lamentável, porém totalmente desproporcional, era veiculado dia e noite sem parar na TV, a reconstrução da polícia causava escândalo.

Agora é o contrário, tenta-se esconder a todo custo algo que foi feito tendo como pano de fundo a ideologia de gênero, o ódio supremo à figura masculina e ideais dos grupos LGBT. Tenta-se esconder o elefante branco que repousa no meio da sala. Em verdade, não é só isso que se esconde, milhares de fatos que envolvem LGBTs e feministas tem ''passada de pano'' e manipulação estatística.  Mesmo que um menino dessa idade pague o preço, eles não hesitam em esconder o sangue infantil para suas ideias prevalecerem.

CONCLUSÃO


Crime misândico tem peso leve, ainda que envolva uma criança indefesa.  Crime contra um cachorrinho ressoa nas mídias dia e noite, colocando de joelhos até o Congresso Nacional de um país.

Para onde caminha o homem ocidental?

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow

Kirsten Andersen

O Dr. Keith Ablow tem sido o alvo de ameaças de morte devido à sua posição de que o assim chamado "transgenerismo" é algo sem fundamento científico que coloca crianças vulneráveis em risco devido a procedimentos cirúrgicos desnecessários e uma vida inteira de confusão. Mas o psiquiatra sediado em Massachusetts disse à LifeSiteNews numa entrevista exclusiva que ele continuará a falar a verdade, apesar dos perigos:

Tive que escolher entre dizer o que eu penso e ser empático para com todos, apesar das ameaças e apesar dos apelos provenientes de muitas pessoas exigindo que eu perca as minhas credenciais académicas. É importante continuar a falar deste tópico porque aparentemente, nos EUA existem milhares de crianças que estão a ser preparadas para serem submetidas a cirurgias plásticas extensivas que elas podem ou não precisar delas.

Ablow disse que o que causa a que uma pessoa sinta que está "presa no corpo errado" é uma questão que tem que ser "reaberta" pela comunidade psiquiátrica.

Como psiquiatras, nós não sabemos de onde as crenças fixas e falsas se originam... E se ficarmos a saber que as pessoas que pensam que estão presas no corpo sexual errado podem ser abordadas com algo mais que um bisturi, então nós, como disciplina, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca das respostas em torno de onde isto vem.

No início deste mês, pouco depois da controversa lei da Califórnia permitir que os estudantes das escolas públicas escolham o seu género [sic] - independentemente da biologia -, e de permitir a livre escolha das equipas desportivas na qual se quer competir, para além de dar "liberdade" para escolher o género em qualquer outro tipo de actividade, inclusive as instalações sanitárias que se quer usar, Ablow atraiu atenção nacional com um editorial para a Fox News onde ele chamou a lei de "profundamente destrutiva" para as crianças.

A partir do dia 1 de Janeiro, os estudantes das escolas públicas da Califórnia poderão escolher qual das instalações sanitárias eles querem usar, bem como o balneário feminino ou o masculino que querem usar, tendo como base no que se sente no momento (fémea ou macho), quer se seja anatomicamente macho ou fémea.

Sei que outros psiquiatras podem não concordar, e sei que os activistas lgbt me irão criticar, mas eu acredito que permitir esta "escolha" é psicologicamente profundamente destrutivo, para todos os estudantes, incluindo aqueles que se identificam como transgéneros.

Sei que vou continuar a receber ameaças de morte e apelos para que eu seja despedido da minha posição de ensino por dizer o que disse visto que já suportei ambas.

Eu acredito que as crianças já têm que lidar com o suficiente, à medida que lutam para se sentirem confortáveis com os seus corpos, bem como com a noção da privacidade e as alterações finais em torno da sua puberdade, sem terem que lidar com a noção das suas almas terem nascido no corpo errado. Na
história do mundo não existem evidências suficientes em favor duma alma masculina ou feminina a nascer no género anatómico errado.

A LifeSiteNews entrou em contacto com o Dr. Ablow para lhe perguntar sobre as respostas às suas declarações, bem como para saber do porquê ele achar que foi necessário dar a sua opinião, independentemente das consequências. "A resposta [ao artigo] tem sido tremendamente positiva em várias formas" disse o Dr Ablow à LifeSiteNews, acrescentando que numerosas pessoas "expressaram o seu desalento em torno das implicações da lei."

Mas mesmo assim, disse o Dr Ablow, "uma minoria vocal tem sido extremamente negativa e ameaçadora, o que eu aprendi a esperar sempre que tento falar de questões em torno do comportamento transgénero duma forma que eu considero ser objectiva." Muitas dessas ameaças, disse Ablow, são graficamente violentas, "dizendo o que me fariam e de que forma isso deveria ser feito."

Ele disse à LifeSiteNews que, como psiquiatra, ele acha que tal reacção violenta a qualquer iniciativa que vise questionar a politica da identidade transgénera tem fundamento no medo.

Acho que estamos tão imersos neste assunto que as pessoas são muito avessas a re-examinar as implicações de fazer coisas tais como injectar crianças de 12 anos com doses maciças de hormonas como forma de parar a puberdade. Se viermos a descobrir que este trajecto não era defensível do ponto de vista científico, então isso terá implicações enormes para a medicina, para os pais, que conduziram as crianças para este caminho - e para a psiquiatria, por não ter sido mais vigorosa a exigir evidências científicas de que as pessoas podem nascer nos corpos errados.

Segundo Ablow, as implicações são também perturbadoras "para os próprios transgéneros."

Mal um médico - neste caso, penso eu, um médico equivocado - te diz que todo o teu sofrimento pode ser psicologicamente explicado porque nasceste num corpo que tem o sexo errado, dar essa perspectiva é quase uma questão de vida ou de morte. Logo, o abrigo desta explicação simplista - que estes pensamentos de que te encontras preso ao corpo errado realmente significa que estás no corpo errado - torna-se numa defesa contra questões mais profundas que precisam de mais análise, e as pessoas não querem enveredar por esse nível de auto-examinação.

Questionado se ele sente que está a colocar a sua segurança em risco por falar deste tópico altamente controverso, Ablow respondeu:

Eu levo a sério todas as ameaças à minha vida, e tomo algumas precauções. ... Mas sinto algum conforto em pensar que, estatisticamente, as pessoas que fazem barulho na internet são menos susceptíveis de levar a cabo algum tipo de acção.

Ablow fica preocupado com "as inúmeras crianças americanas a quem está a ser dito que eles devem questionar se o seu género [sic] está para sempre estabelecido, quando na minha opinião está."
Existem muitos psiquiatras bem intencionados, e bem credenciados, que discordam, e eu percebo isso. Mas eu não entendo o porque deles não me entenderem. Dito de outra forma, eles deveriam estar mais abertos a mais diálogo. A noção de que, se tu sugeres isso, algumas pessoas dirão que tu deves morrer, e outras dirão que tu não deverias estar a ensinar numa universidade, e que tu deverias sentir como se tivesses que escolher entre ser ostracizado ou falar o que pensas, é uma tragédia.

A não perder:
1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A pornografia infantil do activista homossexual

Larry Brinkin, activista lgbt veterano e antigo membro da Comissão dos Direitos Humanos de São Francisco,  declarou-se culpado de possuir pornografia infantil. Brinkin, de 67 anos, alterou o seu apelo judicial o que resultará numa recomendação de sentença de seis meses na prisão, seis meses em prisão domiciliária, e cinco anos de liberdade vigiada e o resto da vida ficando registado como um agressor sexual.

Larry Brinkin, que trabalhou na comissão dos direitos humanos até se aposentar em 2012, foi preso em Junho de 2012. As autoridades afirmaram que foram encontrados anexos na sua conta "America Online" que continham imagens de crianças envolvidas em actos sexuais com homens.

Originalmente, os promotores acusaram-no com seis acusações criminais de possuir e distribuir pornografia infantil, mas abdicaram de todas menos uma (posse de pornografia) como parte do seu acordo judicial.

Brinkin tem que tomar parte em terapiae e está proibido de trabalhar com crianças, entrar em contacto com jovens sem o consentimento paternal, e proibido de viver com alguém que tenha responsabilidades com crianças sem antes revelar o seu estatuto de agressor sexual.

O advogado de Brinkin, Randall Knox, afirmou:

Ele fez um erro terrível e ele está genuinamente arrependido. Hoje, ele tem um entendimento maior dos estragos que a pornografia causa.

Os investigadores foram capazes de fazer uma ligação entre a pornografia ligada a Brinkin até a Austrália, onde pelo menos uma apreensão foi feita.

Durante os seus 22 anos como membro da comissão dos direitos humanos, Brinkin ajudou a criar a "Equal Benefits Ordinance" da cidade, que se tornou no modelo nacional para a igualdade laboral para os gays e para as lésbicas. Quando ele se aposentou, o Conselho dos Supervisores declarou a semana de 1 de Fevereiro de 2010, como a "Semana Larry Brinkin".

Brinkin, que apareceu no tribunal com o seu marido [sic], pagou uma fiança de $240,000 para ficar em liberdade (desde Setembro de 2012). Está agendado o seu regresso para a sentença no dia 5 de Março, e para se entregar para custódia em data futura.

Knox afirmou que não acredita que a reforma que ele recebe da cidade venha a ser afectada com o acordo visto que a sua condenação não se engloba no âmbito da "torpeza moral". Segundo a "Proposition C", aprovada pelos eleitores, um empregado da cidade condenado por um crime que envolva a torpeza moral - normalmente o furto, a fraude ou a violação da confiança pública - não pode receber benefícios de aposentadoria financiados pelo empregador.

Fonte

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A hipocrisia da elite cultural ocidental

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.”

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


* * * * * * *
Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

sábado, 19 de outubro de 2013

Cadeia exclusiva para homossexuais

Fonte
Vítimas constantes de abusos em presídios, homossexuais, travestis e transsexuais devem ter o direito de cumprir pena em alas separadas de outros detentos. O Conselho Nacional de Combate à Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis, formado por 15 órgãos do governo federal e 15 da sociedade civil ligado à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) já tem o esboço de uma resolução que recomenda a criação desses espaços. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também deve elaborar recomendação nesse sentido. Enquanto não há uma regra oficial, a SDH tem termos de compromisso assinados com 16 estados para elaborar acções voltadas à população carcerária LGBT e à capacitação de profissionais para lidar com o grupo. A principal medida é, justamente, a construção de alas separadas em presídios.
Hoje, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba e Rio Grande do Sul reservam espaços exclusivos para os detentos homossexuais. A partir do ano que vem, a Bahia deve adoptar o sistema. Segundo o coordenador da área LGBT da SDH, Gustavo Bernardes, embora não exista uma estatística oficial, a secretaria recebe constantemente denúncias de abusos sexuais, psicológicos e tentativas de homicídios contra homossexuais apenados. Pensamos na vida. Se ela está em risco, preferimos mantê-las (travestis e transexuais) separadas, disse. A resolução deve ficar pronta no fim do mês e vai propor que a entrada na ala exclusiva seja uma opção do detento.
O conselheiro do CNJ Guilherme Calmon considera a medida importante. Para ele, a proposta é encarada como uma forma de prevenir a violência e reconhecer a pessoa como ela se vê. Ele cita o exemplo das transsexuais, que se reconhecem como mulher, mas têm que cumprir pena em unidades masculinas, a não ser que tenham se submetido à cirurgia de mudança de sexo. Trata-se do grupo mais sujeito a violações. É a parcela mais vulnerável.
BOAS EXPERIÊNCIAS Minas foi o primeiro estado a oferecer alas LGBT em presídios, em 2009. Actualmente, há 34 detentos a capacidade máxima no espaço exclusivo da Penitenciária Professor Jason Soares Albergaria, em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Como a experiência deu certo, foi criada uma ala LGBT no presídio de Vespasiano, na Grande BH, onde 33 homossexuais cumprem pena.
O presídio de Porto Alegre foi o segundo a ter espaços exclusivos para LGBT, criados em abril de 2012. Na Paraíba, as alas para travestis e transsexuais funcionam há pouco mais de dois meses nos presídios Roger, na capital, e Serrotão, em Campina Grande. Em Mato Grosso, a ala foi criada há sete meses e, hoje, abriga seis presos...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Activista LGBT condenado a 25 anos de prisão por tentar matar Cristãos

Activista homossexual que planeou levar a cabo um massacre armado nas instalações duma proeminente organização Cristã foi condenado a 25 anos de prisão. Como reportado previamente, em Agosto do ano passado, Floyd Corkins III entrou nas instalações da Family Research Council (FRC) em Washington, D.C. armado com uma pistola de 9 mm "Sig Sauer" que ele havia comprado numa loja de armas em Virginia. Para além disso, ele trazia consigo uma mochila com dois carregadores, cada um com 15 balas, e quatro caixas de munição foram encontradas no seu carro.

Corkins fingiu ser um estagiário como forma de passar pelo segurança, mas o gerente do edifício,  Leo Johnson, questionou o homem em torno do seu destino. Alegadamente Corkins começou a gritar coisas relativas às politicas da organização [pró-família] e disparou sobre o guarda no braço como forma de passar recepção. Imediatamente Johnson neutralizou e desarmou Corkins, sendo ele mantido no local até a chegada da polícia.

Segundo algumas testemunhas, depois de sua pistola ter sido confiscada, Corkins gritou:

Não disparem contra mim! Isto não é por vossa causa, mas sim por causa do que este local defende.

Descobriu-se mais tarde que Corkins tinha mais duma dúzia de sandwiches Chick-fil-A na sua mochila. Ele disse aos investigadores que planeava "matar as pessoas no edifício e depois esfregar uma sandwich Chick-fil-A nas suas caras.”

“Como foi que encontraste esta organização?” revela um vídeo online onde se vê um investigador a questionar. “Procuraste na internet?”

Corkins respondeu:

A [organização esquerdista] Southern Poverty Law tem uma lista com todos os grupos anti-gay. Encontrei-os online. Fiz uma pesquisa, fui à internet, coisas assim desse tipo.

Mais tarde, Corkins declarou-se culpado de 10 acusações em torno do tiroteio. Na Quinta-Feira, ele foi condenado a 25 anos de prisão, quase metade do que a acusação havia requisitado, mas o dobro do que os advogados de defesa haviam sugerido. Durante a audiência onde ele foi sentenciado, para além de continuar a declarar-se contra a posição da FRC, Corkins afirmou:

Apercebo-me que recorrer à violência para atingir um propósito político nunca é correcto. ... Este foi um crime sem sentido algum. Muitas pessoas seriam assassinadas de modo bárbaro e separadas das suas famílias para sempre.

Tony Perkins, fundador da FRC, encontrava-se também presente e falou em nome da organização:

Hoje, não buscamos vingança mas justiça. Muitos dos nossos funcionários e as suas respectivas famílias têm sofrido danos emocionais e psicológicos contantes, e mudaram a sua vida devido ao ataque. Todos os dias, a nossa equipa tem que lidar com o facto de todos nós sermos uma vítima potencial.

Numa sociedade civilizada, acabar com o debate não a forma como as pessoas e organizações razoáveis operam. Intimidar e assustar os outros acaba com a "liberdade organizada" sobre a qual os nossos Pais Fundadores escreveram e em favor da qual eles militaram, e coloca-nos a todos em perigo de perder os nossos direitos sagrados quando extremistas militantes tomam conta do espaço público exclusivamente para eles.

O Procurador dos EUA, Robert Machen, emitiu uma declaração logo depois da sentença ter sido tornada pública, agradecendo Johnson por ter impedido que uma tragédia tenha ocorrido:

O heroísmo dum guarda de segurança foi tudo o que impediu Floyd Corkins III de levar a cabo um tiroteio em massa com o expresso propósito de matar o maior número de pessoas possível. Toda a nossa comunidade encontra-se agradecida ao nosso herói que se opôs a este ataque hediondo. Hoje, a sentença de 25 anos demonstra o preço alto que tem que ser pago quando se recorre à violência para aterrorizar os inimigos políticos.

A sentença imposta a Corkins foi a primeira a ser emitida segundo a Lei Anti-Terrorrismo de Washington.

Fonte: http://ow.ly/p5kVq

* * * * * * *

Corkins é o produto duma cultura que demoniza os Cristãos ao mesmo tempo que relativiza toda a violência levada a cabo pelos grupos LGBT.  Reza a lenda que a violência LGBT é apenas a "revolta contra anos de opressão". Seria interessante saber quantos "anos de opressão" Corkins sofreu de modo a que ele se sentisse "forçado" a tentar matar Cristãos.

Como já foi dito várias vezes por várias pessoas, sempre que isto - ataques esquerdistas contra Cristãos - acontece, os conservadores têm que levar as coisas até às últimas consequências legais. Se se pactua com isto ao não se desenvolver esforços para acusar os infractores,, os activistas da extrema-esquerda tomam isso como um sinal de fraqueza, e da próxima vez farão ainda pior.

domingo, 3 de março de 2013

A Misteriosa Morte de Robert Fleeting


Robert Fleeting era um jovem de 23 anos que no dia 4 de Setembro de 2011 morreu em circunstâncias misteriosas na base da Royal Air Force (RAF) em Benson (Oxfordshire, sul da Inglaterra). Ele era um jovem branco com boa aparência e tinha uma noiva com quem tencionava casar. Na tarde de 3 de Setembro de 2011 ele encontrou-se com a sua noiva e deu-lhe £300 como depósito para o vestido de casamento. Depois disto, cada um seguiu o seu caminho e ela nunca mais o viu . . . . com vida.

Na noite desse mesmo dia 3 de Setembro, as pessoas que se encontravam na base RAF de Benson saíram para uma noitada no pub local. Foi notado que Robert se encontrava bem disposto, alegre e cheio de bom humor, declarando perante todos - enquanto cantava e dançava - que se iria casar.

Depois disto, Robert dirigiu-se para casa de táxi. Enquanto ele se encontrava na praça de táxis, a caminho de casa, pessoas que se encontravam por perto ouviram uma conversa que Robert estava a ter com outro aviador, chamado Colin (nome falso), um conhecido homossexual. Eles discutiam e continuaram a discutir até que eles chegaram à base. Mais tarde, Colin disse que a discussão havia sido sobre o meio de transporte para casa.

No dia seguinte, quando Robert tardava em aparecer, os amigos deram início às buscas. Não conseguiram entrar no seu quarto porque havia algo a bloquear a entrada. Devido a isto, entraram pela janela e encontraram o corpo, morto, de Robert, enforcado na alavanca superior da porta com uma cortina do quarto à volta do pescoço. A janela do quarto havia sido deixada aberta e não havia indícios de entrada forçada. 

O corpo de Robert exibia sinais de arranhos e agressão sexual. Havia indícios de sémen na região do ânus e as suas meias haviam desaparecido; elas nunca foram encontradas. A policia encontrou um par de tesouras partidas e uma t-shirt verde rasgada no peitoril da janela e assumiu que isto pertencia a Robert.

Das 10 pessoas que haviam estado com Robert na noite anterior, apenas 3 foram formalmente entrevistados. Um deles era Colin, que admitiu que, depois de regressarem à base, ele e Robert haviam bebido juntos na companhia duma aviadora chamada Woods. O telemóvel de Robert estava na posse de Colin, que imediatamente o deu à policia, afirmando logo de seguida Robert havia saído do seu quarto feliz e contente.

Quando Colin foi questionado de forma mais assertiva, ele admitiu que algo de natureza sexual havia ocorrido mas que ele nunca havia tocado em Robert. (Como foi isso possível?) Colin recusou-se a fazer qualquer tipo declaração por escrito, afirmando que "não se lembrava" se ele e Robert haviam tido sexo oral.

A polícia concluiu que Robert havia consentido levar a cabo um acto homossexual e que depois disso havia cometido o suicídio. O "Special Investigation Branch" da RAF chegou à mesma conclusão, e determinou que mais ninguém havia estado envolvido no suicídio. Eles não levaram cotonetes (para recolha de amostras bioquímicas) e permitiram que a t-shirt fosse lavada antes de ser testada pela presença de ADN.

Os amigos de Robert estavam certos que ele não tinha tendências homossexuais. Ele havia tido várias namoradas e todas elas confirmaram que ele era heterossexual.

Um relatório post-mortem foi levado a cabo mas este não incluia testes para a presença de drogas. O corpo foi então enviado para a cremação antes da família  ou da noiva terem sido informados de que havia sinais de violência sexual. Um mês depois da cremação, o relatório post-mortem foi então disponibilizado para a família, e só então é que eles descobriram que havia "sinais de trauma" na área do corpo junto ao recto, e que existiam duas abrasões puntiformes no pulso direito da vítima.

A família lançou então a hipótese dele ter sido violado num encontro romântico (inglês: date-raped).  Drogas usadas nas violações que ocorrem nos encontros amorosos - tais como a GHB - são amplamente usadas pelos homossexuais. A última pessoa que esteve com Robert, Colin, era um médico e tinha acesso fácil a drogas bem como entendimento na sua administração. No entanto, o teste pela presença de drogas tem que ser feito no espaço de 24 horas após a morte, e nenhum desses testes foi feito ao corpo de Robert.

Os homossexuais preferem a droga GHB precisamente porque é difícil de ser detectada. Ela tem efeitos perturbadores, levando as pessoas a consentir com comportamentos sexual que não está de acordo com a sua personaldiade. A droga pode também causar uma depressão aguda e reacções posteriroes. Em alguns casos mais extremos, há notícias da mesma ter causado a morte a quem a ingeria.

Ficou-se a saber mais tarde que a t-shirt não pertencia a Robert; a policia nunca determinou a quem ela pertencia. A t-shirt que Robert usava nessa noite desapareceu e nunca mais foi encontrada.

A família de Robert nunca aceitou a história dele ter cometido suicídio. Eles acreditam que o filho foi vítima de jogo sujo (inglês: "foul play") e que a investigação foi uma farsa.

(...)


* * * * * ª * *

Os factos:

1. Robert era bem parecido e ia-se casar.
2. Robert estava feliz e eufórico na noite em que "se suicidou".
3. Robert regressou à base na companhia dum homossexual assumido que tinha acesso a drogas
4. Objectos pessoais de Robert estavam na presença do homossexual assumido.
5. "Colin", o homossexual assumido com conhecimentos médicos, recusou-se a deixar por escrito o seu testemunho. Porquê?
6. A polícia não levou a cabo testes no corpo de Robert que apurassem a presença de drogas
7. O corpo de Robert foi rapidamente cremado e só depois de ter sido cremado é que a família ficou a saber que o ânus de Robert exibia indícios de trauma.

Cada um retire as suas próprias conclusões.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Agentes da CIA

A agência de segurança norte-americana vai organizar a sua primeira reunião de recrutamento de pessoal homossexual, transsexual e bissexual e decidiu fazê-lo em Miami Beach, no Estado da Florida, noticia a agência EFE.

A reunião foi convocada, para esta Quarta-feira, no Centro de Visitantes LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgénero] de Miami Beach, com a pergunta: "Alguma vez pensaste fazer carreira na Agência Central de Informações?".

Durante o encontro vão ser apresentados diversos postos de trabalho nos serviços de espionagem norte-americanos.

Na reunião, cuja entrada é gratuita e oferecerá aperitivos e cocktails, vão estar presentes dirigentes de várias áreas da CIA, que está a procurar mudar de imagem e a alargar o perfil dos seus empregados.

Entre os dirigentes esperados estão confirmados o chefe do grupo de desenvolvimento industrial, Bill French, o oficial de informação técnica e responsável pelo grupo LBGT nos erviços de Recursos Humanos, Tracey Ballard, e o gestor do grupo de contacto com a comunidade LBGT, Michael Barber.

A reunião teve a colaboração da Câmara de Comércio de Gays e Lésbicas de Miami e é a primeira deste tipo organizada pela CIA, que foi acusada em 1989 de marginalizar sistematicamente este colectivo. A próxima vai ser na Quinta-Feira em Orlando, no centro da Florida.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Oxford: Homens já podem usar saias nos exames

A Universidade de Oxford alterou as leis que ditavam o uso de roupa definida pelo género sexual, após uma queixa da sociedade "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".

Conhecida pela sua tradição e regras rígidas que ditam as mais diversas componentes dos seus alunos, a Universidade de Oxford abriu uma exceção que se pode vir a revelar marcante. A instituição autorizou o uso livre de roupas nas provas académicas e ocasiões formais, dando maior espaço a questões de género e de identidade sexual.

Na prática, as novas leis significam que os homens podem utilizar saias e collants, enquanto as mulheres terão a possibilidade de usar fatos e laços.

A alteração surgiu em virtude de uma requerimento apresentado pela organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer" para acabar com o que consideravam uma violação da liberdade dos alunos.

"No futuro, não haverá necessidade de estudantes com orientações distintas terem que utilizar roupas com as quais não se sentem confortáveis, para evitarem serem confrontados por vigilantes ou disciplinados durante um exame", afirmou Jess Pumphrey, um dos responsáveis da organização, em declarações reproduzidas pelo "Daily Telegraph".

De acordo com as antigas leis que regem os trajes e roupas que se podem usar em Oxford - conhecidas como "subfusc" - os homens deviam usar um fato escuro com meias, sapatos pretos, um laço branco e uma simples camisa branca, debaixo dos robes pretos. Já as mulheres tinham obrigatoriamente que vestir saias ou calças escuras, uma blusa branca, collants e sapatos pretos, para além de um laço preto ao pescoço.

Agora com a mudança que dá liberdade de acordo com a identidade sexual, há esperança nas implicações positivas da decisão.

"Este é um passo extremamente positivo, que já esperávamos há muito. Sou da opinião que é possível manter os elementos de tradição, ao mesmo tempo que damos oportunidade aos estudantes de usar o traje com os quais se sentem mais confortáveis", confessou Simone Webb, presidente da organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".

As alterações entram em vigor na próxima semana.

* * * * * * *

Quando coisas como as que esta notícia revela são noticiadas, fico curioso em saber a opinião daqueles que afirmam que a normalização do homossexualismo "não afectará a vida do resto da sociedade". Será que eles ainda pensam assim?.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eles querem atingir as crianças

"O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais."




terça-feira, 3 de abril de 2012

Se é de referências recentes anti-adopção gay que o lobby LGBT precisa, aqui vai

A discussão entre as óbvias asserções feitas aqui e aqui por Pedro Picoito, e a "refutação" que delas tem sido feita pelo lobby pró-LGBT, tem demonstrado à saciedade de que lado se encontra a desonestidade intelectual.

Pretender que os estudos referenciados pelo Pedro Picoito não teriam validade porque não seriam da última década demonstra uma absoluta falta de percepção do processo de construção da ciência, e das fragilidades da evidência estatística em matérias que, apesar da minha formação, optaria por encerrar no campo da moral e da lei natural.

Em todo o caso, a proporção dos ataques feitos ao Pedro, e a ferocidade das f.'s e das ILGAS deste mundo, pedem que a isto se responda com evidência "recente", como elas dizem, na vã esperança de que assim se silencie a histeria dominante que se tem feito ouvir.

Parece claro, olhando para os artigos referenciados abaixo, que nada de bom resulta para as crianças do infortúnio de terem sido colocadas pelo sistema nas mãos de uniões de pessoas do mesmo sexo (recuso frontalmente o uso das palavras casal e casamento neste caso!).

Ficam as referências e as suas principais conclusões. Se forem precisas mais, é só pedir. É que nem são tão poucas quanto isso!...

  • Sirota, T. (2009), "Adult Attachment Style Dimensions in Women Who Have Gay or Bisexual Fathers", Archives of Psychiatric Nursing, 23 (4), p. 289-297.
  • Do abstract: " Women with gay or bisexual fathers were significantly less comfortable with closeness and intimacy (t = 5.264, P = .0001), less able to trust and depend on others (t = 6.621, P = .0001), and experienced more anxiety in relationships (t = −4.368, P = .0001) than women with heterosexual fathers."
    (suponha que a Ana Matos Pires saberá explicar às colegas de blogue o que é um p-value ou um teste de hipóteses??)
  • Murray, P. D. and McClintock, K. (2005), "Children of the closet: a measurement of the anxiety and self-esteem of children raised by a non-disclosed homosexual or bisexual parent." Journal of Homossexuality, 49, p. 77-95
  • Do Abstract: "(...) results indicated that those who had been raised as children with non-disclosed lesbian mothers showed a significantly higher level of self-esteem"
    (não é que as crianças preferem que as mães não sejam lésbicas assumidas, Ana??)
....

terça-feira, 27 de março de 2012

Alemanha: As ameaças dos activistas homossexuais

A maior parte do sucesso e das vitórias que o lobby LGBT tem obtido nos seus objectivos políticos deve-se à sua habilidade em se colocar como vítima de "violência", "discurso de ódio", "exclusão social" ou "descriminação".

A realidade dos factos, no entanto, mostra que os activistas homossexuais são eles mesmos um dos grupos mais agressivos e intolerantes da sociedade actual.

Isto tornou-se mais uma vez claro na cidade de Colónia onde, após uma decisão da Schützenverein (“marker’s club) em proibir o tradicional “Schützenkönig” (o “rei dos markers”, i.e. o melhor "marker") de nomear o seu parceiro homossexual como a "Schützenkönigin" (i.e. a sua "rainha") resultou no envio de ameaças de morte dirigidas aos membros do conselho da associação.

Três destes membros, incluindo um bispo Católico, receberam e-mails anónimos com mensagens como "Queremos te ver enforcado por causa disto", "Tu e a tua família nunca mais serão felizes", "Vamos transformar as vossas vidas num inferno!".

As mensagens incluem também linguagem insultuosa, descrevendo os honrados oponentes da agenda LGBT como "nazis".

Como seria de esperar, o incidente não foi reportado pelos maiores órgãos de informação do país uma vez que isto poderia lançar dúvidas sobre a imagem de "vítimas" que o lobby LGBT quer manter sobre si.

Oprimidos.

* * * * * * *

Não deixa de ser curioso o lobby sodomita alemão qualificar de "nazi" as pessoas que se opuseram à sua agenda sexual quando a Nacional Socialista estava efectivamente dominada por homossexuais. Como se isso não fosse suficiente mau, temos também um artigo escrito por um homossexual onde se lê que os movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A gaystapo lisboeta está a atrair o ódio da cidade contra os homossexuais

Em resposta à recusa do Metro de Lisboa (ML) em ter múpis da rede social gay Manhunt, um grupo intitulado Exército de Dumbledore afixou, esta terça-feira, 150 cartazes nas carruagens do metro.

A acção é apresentada como um acto de "Phobic-Hunt" ("caça à fobia"). O lema é "um Activismozinho por dia... não sabe o bem que lhe fazia".

Entretanto, de acordo com a página do Facebook do grupo, os cartazes já foram retirados de todas as carruagens.

Foram afixados vários modelos. Destacamos alguns. Um mostra uma imagem de dois homens a beijarem-se, seguido da frase, a negrito, "Há susceptibilidades que DEVEM ser feridas", uma clara resposta ao argumento dado pelo ML.

Noutro, a mesma fotografia surge acima de um instantâneo do beijo, inventado pela Benetton, entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.

A mensagem: "Se a imagem de cima te choca mais do que a imagem de baixo, talvez devas pensar a tua noção de imoralidade."

Num terceiro foi feito um visto em "Dignx de respeito". Todos terminavam com a mesma vontade expressa: "Se respeitas, respeita esta acção :)"

Fonte

. . . . . . . . . . . .

Não deixa de ser tremendamente irónico que grupos que apelam à "tolerância" e ao "respeito" sejam tão intolerantes em relação a diferenças de opinião. É isto que todos os homossexuais pensam ou é só a minoria que está politicamente envolvida?

É que se os homossexuais lisboetas deixam que esta minoria fale por si, toda a cidade pode ser levada a pensar que todos os homossexuais de Lisboa são intolerantes como este grupo.

Os activistas sodomitas aparentemente não entendem que nem todo o ser humano acha o seu comportamento sexual "normal", "saudável" e muito menos ao mesmo nível da heterossexualidade.

Mas a questão aqui nem é uma de juízo de valor em relação a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo, mas sim com a liberdade de expressão.

Será que os activistas homossexuais lisboetas não se apercebem que há uma clara contradição entre pedir exigir "tolerância" ao mesmo tempo que se persegue quem não concorda com a sua visão do que é sexualmente "normal"?

Ou será que já nem temos o direito de discordar com a sodomia? Será que já estamos na fase em que temos que celebrar comportamentos sexuais com os quais não concordemos?

"O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"

Peter Tatchell, activista homossexual inglês


domingo, 13 de novembro de 2011

Homossexualismo na Rua Sésamo

Sodomitas militantes querem avançar com a indoutrinação esquerdista dominante no programa "Rua Sésamo" (da estação governamental americana PBS) para um outro nível de degeneração ao tentarem submeter os bonecos Ernie e Bert a um "casamento" homossexual.

Previsivelmente a Time Magazine gostou da ideia:

Embora os criadores da Rua Sésamo nunca tenham dito que as duas personagens são homossexuais [porque será?], os espectadores há muito que especulavam que os companheiros de quarto Bert e Ernie eram mais do que apenas amigos.

Sim, porque quando nós vêmos programas infantis, uma das coisas que frequentemente atravessa o nosso imaginário é a sodomia.

Sarcasmo a parte, que tipo de espectadores dá lugar a tal tipo de especulação? Eu pensava que a Rua Sésamo era um programa para crianças e não para pervertidos.

Algumas pessoas podem pensar que, se a Archie Comics pode apresentar o seu primeiro personagem homossexual [vêr aqui], então a Rua Sésamo . . . . pode levar a cabo um "casamento" entre duas das suas personagens mais "gay".

Scott, que iniciou uma petição para levar a cabo o "casamento" entre as personagens da série, acredita que, ao se permitir que tal evento avance - ou ao se permitir que se instale uma personagem transgénera - estar-se-á a ajudar crianças LGBT que sofram de "bullying" ou outro tipo de perseguição ao se passar a mensagem de que "elas são LINDAS e a sua vida é digna de ser vivida".

Dito de outra forma: como medida para acabar com o bullying que alguns jovens homossexuais sofrem devido ao seu comportamento sexual, os activistas homossexuais propõem que se usem os programas infantis para se expôr as crianças à sodomia e ao lesbianismo.

Isto, porque como todos nós sabemos, o "remédio" para a natural aversão que a esmagadora maioria das pessoas têm em relação à homossexualidade é . . . . expô-la a mais homossexualidade. Eventualmente, ela ficará "curada" desse "preconceito".

Infelizmente para os esquerdistas, crianças em idade primária que sejam transgéneras-gays-bissexuais-travestis existem só nas suas profundamente sujas imaginações. No entanto, através do controle dos órgãos de informação, eles esperam materializar tais perversões imaginativas.

Os órgãos de informação podem prematuramente declarar estes eventos como "mudanças culturais", mas as consequências deste tipo de imposição comportamental podem ser muito más para os marxistas culturais que as forçam sobre a população.

Afinal de contas, a paciência tem limites.

Segue-se: uma experiência desagradável para o pombo.

sábado, 29 de outubro de 2011

Pós-Graduação em Estudos LGBT

A normalização de vícios auto-destrutivos avança. Uma conhecida instituição de ensino lisboeta agora oferece "pós-graduação em estudos LGBT" [Lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais].

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