Mostrar mensagens com a etiqueta Dilma. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dilma. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de maio de 2011

Brasil mostra a força do seu Cristianismo ao rejeitar indoutrinação sodomita

Mais uma vez os socialistas brasileiros deparam-se com o Cristianismo forte e vibrante dos brasileiros.

Ao contrário de Portugal, onde os socialistas , os aborcionistas e os grupos pró-sodomia têm feito practicamente o que querem em matéria de indoutrinação pró-sodomia e pró-matança de bebés, os brasileiros mostraram levarem mais a sério o seu compromisso com a vida, com a santidade do casamento e com a saúde psicológica das crianças.

Como diz e muito bem o exilado Júlio Severo, “Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar”. Ou seja, a guerra não acabou; eles apenas fizeram um recuo estratégico até a hora em que eles achem que a sociedade brasileira já está "pronta" para permitir que se ensine a sodomia a crianças de 10, 12 ou até mais novas.

Os esquerdistas que visam usar as escolas públicas para o ensino da sodomia vão mais cedo ou mais tarde voltar com novos planos, novos slogans e novas estratégias.

Olhando para o que se passa no Brasil, o Cristão português tem que orar a Deus que suscite no meio de nós pessoas como o Júlio Severo ou como o professor Olavo de Carvalho.


Depois de indignação pública, presidenta Dilma cancela kit de doutrinação homossexual nas escolas

BRASIL, 27 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Dilma Rousseff, a presidenta do Brasil, concordou em eliminar um kit muito explícito aprovado pela ONU designado para convencer crianças e adolescentes a aceitar a conduta homossexual e o transexualismo, depois de ameaças de legisladores protestantes e católicos de bloquear novas legislações em protesto.
O “kit anti-homofobia”, que é parte do programa “Escola Sem Homofobia” patrocinado pelo Ministério da Educação do Brasil, incluía vídeos mostrando o desenho de um menino tendo fantasias de sexo com um homem, adolescentes que entram em relacionamentos homossexuais, e um estudante “transexual” que chama a si mesmo de “Bianca”.
No vídeo original, o personagem “Bianca”, conforme mostram reportagens, se excita sexualmente ao ver outro estudante do sexo masculino urinando no banheiro, embora essa cena pelo visto tenha sido removida depois, junto com outra imagem mostrando duas meninas se beijando nos lábios. O kit também supria os estudantes com jogos, brinquedos e letras de músicas, tudo com o objetivo de normalizar a homossexualidade e outros desvios sexuais. Apesar de modificações pequenas feitas nos materiais, eles continuam provocando indignação de pais e ativistas pró-família.
Sob pressão em massa de uma campanha de internet de alto nível e de legisladores, Rousseff capitulou, e a imprensa mostrou que um dos aliados dela no Congresso disse que ela viu o kit como “horroroso” e “o fim do mundo”.
“Não concordo com o kit, porque não acho que faça defesa de práticas não-homofóbicas”, Rousseff disse publicamente. “Não assisti aos vídeos. Mas vi um pedaço de um deles na televisão e não concordo com ele”.
“Não podemos interferir na vida privada das pessoas”, Rousseff continuou. “Não haverá autorização para esse tipo de política de defesa de A, B, C ou D. Agora o governo pode sim fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença e que você não pode exercer práticas violentas aqueles que são diferentes de você”.
Antes de se retratar dos materiais, o governo havia se gabado da aprovação que o kit havia recebido do programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que havia julgado os vídeos como “apropriados” para o público alvo, que de acordo com as reportagens é alcançar crianças desde 11 anos de idade.
“O material do projeto Escola sem Homofobia está adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina”, a UNESCO escreveu, de acordo com um site do governo brasileiro.
O cancelamento do kit, que provocou polêmica no Brasil durante mais da metade do ano, fez manchetes no país todo. Revelações de que o governo gastou mais de dois milhões de reais de dinheiro público no kit só jogaram mais gasolina no fogo.
A remoção do kit representa outro golpe importante contra as velhas polícias públicas anti-família e anti-vida do governo socialista.
O Partido dos Trabalhadores do Brasil, liderado pelos populares presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, a sucessora que ele mesmo escolheu, defende sistematicamente a descriminalização do aborto e políticas que punirão aqueles que expressarem críticas à homossexualidade. Contudo, Rousseff viu suas aspirações presidenciais ameaçadas no ano passado quando grupos pró-família destacaram o histórico do partido dela em questões da vida humana e família, forçando-a a assinar um acordo para promover a agenda de seu partido.
As pesquisas de opinião pública, bem como as pesquisas dos congressistas, indicam um fortalecimento das posições pró-vida e pró-família entre os eleitores brasileiros.
Embora Rousseff tenha tido o cuidado de indicar que rejeitou o kit, a ministra para as políticas das mulheres do governo dela assumiu uma posição mais provocadora.
“O programa de enfrentamento à homofobia é um programa definitivo. Ele não sofrerá retrocessos. O governo da presidenta Dilma [Rousseff] é pautado pela questão de direitos, a presidenta tem demonstrado isso em todos os seus gestos”, disse a ministra-chefe Iriny Lopes.
Fernando Haddad, ministro da educação de Rousseff, prometeu trazer de volta novos materiais para as escolas numa questão de meses, depois de maiores consultas com “especialistas”. O kit, conforme as reportagens, será reformulado pelas mesmas organizações de militantes homossexuais que criaram o atual kit.
Julio Severo, um dos ativistas pró-família mais influentes do Brasil, está alertando que o governo continuará a avançar a agenda homossexual, e exorta os católicos e evangélicos a continuar lutando.
“Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar”, escreve Severo, acrescentando que “Além do mais, é preciso desmascarar e combater a campanha que, em nome do combate à ‘homofobia’, está combatendo a maioria cristã do Brasil e os pais e as mães que querem proteger seus filhos de todo tipo de assédio imoral”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, 19 de abril de 2011

Genocídio contra homossexuais?

Don Hank
Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?
Pergunta muito ridícula, né?
Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).
Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.
Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.
Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.
Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.
Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.
Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.
Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.
Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.
Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.
Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.
E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.
É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.
Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.
Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.
Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.
Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.
Blog Julio Severo:

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...