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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Jornalistas e a cortina de fumo pedófila

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Eis aqui uma pergunta: Uma vez que a maioria dos jornalistas sabe qual é a definição de pedófilo, e consequentemente devem-se aperceber que a larga maioria dos padres envolvidos nos actuais escândalos de abusos sexuais não se ajustam a essa definição, porque é que eles (os jornalistas) insistem em continuar a chamá-los de "pedófilos"?

Deixem-me sugerir uma resposta.

A maior parte dos jornalistas propositadamente dá o nome errado de pedófilos aos padres abusadores como forma de criar uma cortina de fumo; o seu propósito é o de  obscurecer o facto da maioria dos homens serem, na verdade, predadores homossexuais. Os outros jornalistas - um subconjunto menor - apenas repete a frase "padre pedófilo" - sem levar em conta as definições - e desde logo participam inadvertidamente esta obfuscação.

Mas já avancei demais. Talvez seja melhor começar com uma definição básica do termo "pedófilo". Um pedófilo é qualquer adulto que tenha tido um desejo sexual por crianças pré-púberes. Uma vez que a maioria dos padres atacou sexualmente rapazes adolescentes, eles não são, segundo a definição, pedófilos.

Uma significativa maioria dos padres que abusam sexualmente os adolescentes são, na verdade, pederastas, Pederastas são homens homossexuais adultos que buscam rapazes menores pós-púberes como forma de agir segundo as suas inclinações sexuais. Na minha área de psicologia, eles são chamados de predadores sexuais; na área das forças da lei, eles são chamados de violadores estatutários, ou de modo mais simples, criminosos. Mas independentemente disto, eles não são pedófilos.

Eis aqui mais factos adicionais relacionados com o tópico. Primeiro, segundo a maior parte das estimativas publicadas, entre 25% a 50% dos padres são homossexuais. Isto é um contraste estatístico óbvio com o facto de apenas 3% a 5% da população geral ser homossexual. Logo, os homossexuais estão desproporcionalmente representados nas fileiras do sacerdócio.

Segundo: aproximadamente 85% a 95% dos casos de abuso sexual conhecidos perpetrados pelos padres foi contra rapazes adolescentes. Uma vez que iríamos prever estatisticamente que apenas 25% a 50% dos casos de abusos sexual seriam homossexuais - tomando como base as suas percentagens dentro da população total de padres - ficamos surpreendidos com o facto destes padres homossexuais estarem a abusar os rapazes segundo percentagens muito mais elevadas que aquelas que seriam de esperar, e desde logo, em muito maior percentagem que os seus pares heterossexuais.

Os homossexuais masculinos com quem falei não só não estão surpreendidos com estas percentagens, como reconhecem de maneira franca que uma substancial porção dos homens homossexuais - padres ou não - busca rapazes adolescentes para os fazer de "parceiros sexuais" - dentro da comunidade homossexual estes homens são conhecidos por vários nomes tais como “chicken-hawks.”

Como nota marginal, é interessante notar que aqueles que atacam os Escuteiros por impedir lideres de escuteiros abertamente homossexuais terem emudecido duma forma ensurdecedora desde que o escândalo dos padres teve início. Será que isso se deve ao facto dos receios implícitos através dos regulamentos dos Escuteiros parecerem agora totalmente razoáveis à luz do comportamento predador de demasiados padres homossexuais?

Mas voltando ao tópico em questão - verdade jornalística. Embora cerca de 95% dos casos de abuso sexual reportados até agora envolverem homossexuais a abusar de rapazes adolescentes, a maior parte dos jornalistas ignora o ângulo da orientação sexual [sic], e erradamente caracteriza os padres abusadores de pedófilos. De forma geral, isto não é um erro.

Parece que muitos intencionalmente usam a palavra "pedófilo" porque ela é não-específica em relação à preferência sexual e desde logo, esconde o facto de que um número  desproporcionalmente elevado dos padres predadores serem homossexuais. Estes jornalistas - que tendem a ser politicamente e socialmente esquerdistas - querem esconder este facto porque isso seria prejudicial para a sua agenda homossexual, que há muito alegou que os homossexuais não mais susceptíveis de abusar os menores que os heterossexuais - uma alegação falsa neste caso. E uma vez que a maior parte dos jornalistas prefere ajudar do que prejudicar a agenda homossexual, eles levam a cabo esta obfuscação.

Jornalistas imparciais - uma frase que deveria ser redundante - deveriam reportar os factos sem levar em consideração os seus efeitos - positivos ou negativos - para uma dada agenda. O encobrimento da verdade por trás duma cortina de fumo ideológica e politicamente correcta não só é anátema para a ética da profissão de jornalista, neste caso esse encobrimento coloca em perigo os jovens da nossa nação. Se queremos resolver o problema dos padres que são predadores sexuais, temos que tem em mente a verdadeira natureza do problema. E tendo como base na informação que temos até agora, o problema principal não são os pedófilos.

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©2002 Dr. Trayce Hansen. All rights reserved.


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Claramente, o problema é o comportamento homossexual e o vídeo que se segue - feito por um homossexual - disponibiliza mais evidências em favor desta posição.


sábado, 12 de outubro de 2013

O pior caso de homopedofilia da história do Canadá.

Um investigador privado anunciou na Segunda-Feira que cerca de 263 jovens podem ter sido abusado pelo antigo polícia de Saint John, Kenneth Estabrooks, durante o período de 5 décadas, começando nos anos 50. Segundo um advogado de Halifax, este pode muito bem ser o pior caso de pedofilia na história do Canadá.

"Se podemos aprender alguma coisa hoje, é o facto de Estabrooks ser provavelmente o mais prolífico abusador em série da história do Canadá," afirmou John McKiggan, que se encontra prestes a dar ínicio a uma acção colectiva em favor das vítimas de Estabrook.

Só nos resta perguntar como foi possivel as coisas terem chegado a este ponto.

O investiador privado Dave Perry, cuja firma de investigação com o nome de "Investigative Solutions Network Inc." (Toronto) foi contratada pela cidade de Saint John para analisar as queixas em torno do falecido Estabrooks, afirmou que o antigo oficial foi um abusador de proporções devastadoras, chegando a afectar gerações.

Kenneth Estabrooks foi condenado nos finais dos anos 90 por ter abusado de crianças décadas atrás, quando ele ainda era um polícia.

A trajectória da investigação chegou a um nível inprecedente no que toca à sua natureza histórica, bem como ao número de vítimas identificadas e potenciais.

Até agora, cinquenta e três pessoas já se declararam vítimas, alegando terem sido abusadas sexualmente por Estabrooks quando eram crianças, afirmou Perry. Outras 33 vítimas suspeitas morreram entretanto, ao mesmo tempo que outras 6 pessoas afirmam que Estabrooks tentou abusá-las. Perry afirma, no entanto, que o número de vítimas pode atingir os 263.

Os outros indívíduos que estiveram expostos a Estabrooks enquanto crianças (durante o seu tempo de polícia) ainda não foram localizadas, acrescentou Perry.

Laura Bradbury (investigadora privada) afirmou que "Muitas foram vitimizadas repetidamente durante semanas, meses e algumas, durante o periodo de muitos anos." Dave Perry afirmou que a idade das alegadas vítimas variava dos 6 aos 19 anos e eram maioritariamente rapazes. Aqueles que ainda se encontram com vida têm idades compreendidas entre os 40 aos 60, afirmaram Perry e Bradbury.

Em Setembro de 1999, Estabrooks, um antigo sargento, foi declarado culpado de atentado ao pudor contra quatro crianças em casos que remontavam aos anos 59- Estes abusos incluíam carícias e sexo oral.

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Estabrooks tinha admitido em 1975 ao facto de ter abusado de crianças, mas não foi acusado nem despedido. Em vez disso, ele foi removido do departamento policial e colocado no Secretaria Municipal de obras, onde ele ficou a cargo da manutenção dos pneus dos veículos municipais até ao dia em que se reformou. Foi só no ano de 1999, depois de novas queixas terem emergido, que outra investigação foi levada a cabo, resultando na sua condenação.

No ano de 1999 a Comissão Policial de New Brunswick apurou que a investigação original havia sido muito mal feita e as forças polícias haviam agido de um modo pouco profissional ao "permitirem que uma ofensa sexual séria ficasse sem castigo" de modo a que "ele tivesse continuado a molestar crianças."

Estabrooks morreu em 2005.

O prefeito de Saint John Mel Norton disse que a cidade não só está comprometida em levar a investigação até ao fim, como pagará todas as despesas (que, por enquanto, já se encontram no valor de $400,000:

A nossa principal prioridade encontra-se junto daqueles que foram afectados - alcançando-os, ouvindo as suas histórias e disponibilizando serviços de aconselhamento gratuitos e confidenciais que, se tudo correr bem, lhes fornecerá uma oportunidade de terem um futuro mais pacífico.

Norton fez também um apelo directo chamando qualquer outra vítima ou alguém com informação para que entre em contacto com as autoridades ligando para o número 1-866-790-4764. A cidade contratou a "Investigative Solutions Network Inc." em Agosto de 2012 (por $100,000) para analisar pelo menos mais uma queixa histórica contra Estabrooks. Em Novemvro último a cidade revelou que existiam 12 outras alegadas vítimas e disponibilizou mais $100,000 para averiguar queixas adicionais. Na semana passada, o concílio aprovou o gasto de  $100,000 adicionais na investigação.

Fonte: http://ow.ly/psg3m
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Coitadinhos dos “gayzinhos”!

por Nuno Serras Pereira


Muitas vezes me pergunto como é possível que o desaforo fanaticamente propagandístico dos sectários do “orgulho homossexual” tenha conseguido induzir um tão intenso e profundo complexo de culpa paralisante na população em geral e, em particular, nos católicos. 
 
A sua vitimização sistemática não passa de uma enorme fraude, de uma farsa monstruosa sem, salvo raras excepções, qualquer fundamento histórico substantivo. Pelo contrário, em geral, têm sido eles os autores das mais violentas perseguições, das mais lascivas predações de inocentes, dos mais desumanos atropelos da dignidade e direitos da pessoa humana, das piores tiranias e dos mais graves totalitarismos. 
 
Enquanto nos inchamos de pena dos “tadinhos” (consolando-nos narcisicamente com sentimentos de falsa piedade) e lhes escancaramos as portas, dando-lhes rédea solta para violarem a vida, integridade e inocência das crianças, e espatifarem a família; somos “misericordiosamente” indiferentes aos verdadeiros sofredores, que tanto carecem da nossa atenção e socorro. 
 
Só para dar um exemplo, todos os anos, TODOS, são assassinados violentamente, cem mil cristãos por causa da sua Fé. Onde estão as televisões, os debates, as declarações, as votações? Onde está a nossa solicitude? Onde!?
Uma das mais espantosas manipulações propagandísticas na história da humanidade que certamente provocará grandes espasmos de assombro nos nossos descendentes é a gigantesca mentira das perseguições e do holocausto dos homossexuais por parte dos nazis. Querem eles desse modo equipararem-se aos milhões de judeus que, esses sim foram aniquilados de forma pavorosa, diabólica. 
 
Ora o nazismo que perpetrou essa abominável aniquilação, cujo objectivo era o extermínio do judaísmo como primeira etapa para logo eliminar o cristianismo, foi, desde o início e sempre, um movimento essencialmente homossexual, composto de quadros e chefias homossexuais. E se perseguiu uma minoria de outros homossexuais fê-lo por razões meramente políticas, em virtude de essa pequena porção se opor, meritoriamente, à sua agenda. 
 
 Importa, porém, notar que eles não foram mortos mas sim levados para campos de trabalho forçados. Os nazis tinham dez mil campos concentração, sendo que seis deles eram de extermínio. Nenhum dos homossexuais, presos por razões puramente políticas, embora se invocasse como pretexto para a sua condenação a sua condição sexual, foi levado para os campos de morte. 
 
De modo que os carrascos responsáveis pela singular e brutal hecatombe que se abateu sobre o mundo eram uma corja extremamente organizada de homonazis, ou gaynazis, que mesmo depois de derrotada deixou raízes subterrâneas que estão na origem da actual ideologia “gay”. 
 
Quando os carrascos se fazem passar por vítimas e as multidões ignaras neles acreditam, então defendem-nos e promovem-nos julgando ingenuamente que combatem a discriminação quando na verdade lhes abrem o caminho para a mais dura tirania e para o mais cruel totalitarismo, que, como outrora, se abaterá também sobre pessoas com desejos desordenados por outras do mesmo sexo, mas que não partilham dos delírios fanáticos e das alucinações patológicas dos ideólogos e militantes “gayzis” e “géneronazis”.
O martírio de muitos cristãos às mãos desta gente, ao longo da história da Igreja, arrepia pelos extremos de crueldade a que recorrem para se vingarem da pureza que os repudia. Mas são eles sempre, “tadinhos”, as vítimas, as maiores vítimas, as únicas vítimas!
O seu desmedido descaramento e a desmarcada capacidade de distorcer a verdade dos factos, desviando as atenções das velhacarias que realizam de modo a poderem culpabilizar os outros é aterradora.
Exemplo relativamente recente disso mesmo é o enorme escândalo da “pedofilia na Igreja”. Este é o nome pelo qual são conhecidas as organizadas infiltrações sistemáticas e os abusos que delas resultaram por parte de homossexuais na Igreja Católica, nas últimas décadas. 
 
De facto é espantoso como é que ninguém argúi os homossexuais culpados, enquanto tais, mas acusa e condena a Igreja. A homossexualidade é inocente, é vítima, apesar de ser a causadora, a Igreja é a culpada, não obstante ser, fundamentalmente, vítima.
Se há instituição que nunca tergiversou na condenação doutrinal da homossexualidade, que sempre advogou, em comunhão com a Revelação de Deus, que o acto sexual só é legítimo no casamento (acto conjugal), uno e indissolúvel, entre um homem e uma mulher, essa é sem sombra de dúvida a Igreja Católica. 
 
Esta nunca se limitou somente a ensinar esta verdade mas também se empenhou em conceder os auxílios necessários para a viver, bem como prestou sempre os cuidados e as “medicinas” adequadas aos que enfermavam de dificuldades particulares em viver ordenadamente o amor humano.
Essas coisas infames que sucederam, cada vez mais raramente, na Igreja também aconteceram em maior número, e continuam num crescendo, nas demais confissões religiosas e em muitas outras instituições tais como escolas, equipas desportivas, etc. 
 
Mas disso não se fala, pois não convém e aos predadores homossexuais e aos seus objectivos não só de continuarem os abusos como de tentarem destruir a Igreja Católica, uma vez que é a única força capaz de se opor aos seus objectivos. 
E enquanto andamos assim distraídos com as culpas muito graves de membros da Igreja, eles que são os autores e os acusadores dessas mesmas faltas intensificam a sua violenta predação, na adopção, nas escolas e na comunicação social incutindo as ideologias “gay” e do “género”.
Os católicos vão a debates televisivos combater, de corda ao pescoço, como quem se reconhece culpado e indigno, elogiando o inimigo, pedindo perdões por ofensas imaginárias, favorecendo a propaganda maléfica. Isto parece-me totalmente insensato. 
 
Tão absurdo como as televisões quererem organizar disputas entre nazis e judeus; tão bizarro e desvairado como se houvesse algum judeu que aceitasse prestar-se a essa manipulação.
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domingo, 5 de maio de 2013

Desconhecido jogador da NBA declara-se viciado no homossexualismo


O apelo foi feito pelo establishment esquerdista: seria importante que alguém do mundo do desporto profissional se declarasse como homossexual. O apelo foi respondido por um jogador de 3ª categoria com o nome de Jason Collins (que este ano tem uma média de 1 ponto por jogo).

Que Collins é ou não um pervertedor da natureza humana é aparentemente irrelevante: o que interessa para o Marxismo Cultural é que a agenda esquerdista recebeu um novo fôlego. Para se ver a importância (para os esquerdistas) deste facto, basta levar em conta que o primeiro presidente americano sodomita já deu a Collins os parabéns:
Horas depois de Collins ter revelado a sua sexualidade num artigo online, Obama entrou em contacto com ele através duma chamada, declarando que estava impressionado pela sua coragem, afirmaram fontes da Casa Branca. . . . E a primeira dama Michelle Obama deixou a sua opinião no Twitter, na 2ª Feira à noite, aplaudindo Collins:
Orgulhosos de ti, Jason Collins! Este é um grande passo em frente para o nosso país. Estamos contigo!” lia-se no tweet, assinado apenas como "mo" - implicando que a primeira dama escreveu pessoalmente esta mensagem.
Um grande passo em frente . . . . rumo a quê, precisamente? Só se for rumo a isto:


A campanha para homossexualizar a cultura é assim tão importante que motive o primeiro presidente homossexual a colocar de parte as partidas de golfe e os eventos de angariação de fundos?

Collins é um agente livre, e não é grande coisa nisso. Evidentemente esta manobra quase de certeza que foi intencional tendo em vista um novo contracto. A equipa que o contractar, apesar da sua óbvia falta de talento desportivo, receberá uma palmada nas costas na forma de relações públicas positivas por parte dos degenerados esquerdistas que controlam os órgãos de informação do mundo ocidental.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Homossexual é agredido em casa gay nocturna de São Paulo

Neste fim de semana, o maquilhador Guilherme Nutti, de 28 anos, afirma ter sido espancado por dois atendentes durante uma festa gay em São Paulo. A confusão começou depois de uma discussão no bar.
Segundo declarações de Nutti, a briga começou quando ele reclamou da dose de uma bebida servida pelo barman. 

Ele pegou o copo e bateu no balcão e quando bateu respingou em mim. Eu o xinguei porque aquilo foi uma atitude muito desrespeitosa”, contou o Nutti.

O maquiador diz que foi puxado para outro local pelo barman que começou a agredi-lo. O outro atendente que estava no balcão também teria ajudado a espancar o cliente. 

A violência só terminou quando o segurança apareceu, trazido por um dos amigos de Guilherme. O proprietário disse que vai demitir funcionários envolvidos na confusão.


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Estranho que a notícia coloque o homossexual como vítima (que realmente foi) mas esquece-se de dizer que os agressores também eram homossexuais. 

Este é o tipo de "jornalismo" gayzista que temos hoje em dia, onde os homossexuais, por serem homossexuais, só podem ser vítimas (e muitas vezes são vítimas de outros homossexuais), mas nunca podem ser agressores.



domingo, 11 de março de 2012

Empresário homossexual encontrado morto depois de "jogo sexual" que terminou mal

No dia 2 de Março um homossexual foi encontrado morto na sua casa em Nova York no que parece ter sido um caso dum jogo sexual que terminou mal. O empresário tinha os pés e as mãos amarradas e tinha a boca tapada com fita.

John Laubach, com 57 anos, conhecido na sua vizinhança por andar com o seu papagaio Bolo no seu ombro, foi amarrado a uma cama com uma corda eléctrica e teve a sua casa assaltada embora a polícia não tenha descoberto qualquer evidência de entrada forçada.

Fontes próximas afirmam que John regularmente mantinha encontros sexuais com homens jovens. A foto debaixo é dum dos homens que foi visto a entrar no seu apartamento na última vez que John foi visto com vida em público.

Quando foi encontrado, John Laubach, que mantinha o seu negócio em torno do design floral desde 2000, usava apenas uma camisa interior branca e tinha a cara tapada com uma toalha.

Uma amiga sua havia ido ao seu apartamento depois do mesmo não ter respondido a diversas chamadas telefónicas. A dita amiga chamou então o 911 pouco antes das 20:00 e depois de fazer a descoberta chocante.

Um dos vizinhos afirmou:

Eu via-o a andar por todo o lado com o papagaio no ombro. Ele parecia o Mel Gibson - mas com melhor aspecto.

O seu papagaio foi ouvido a fazer barulho por várias horas antes da descoberta do corpo.

Fonte

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Não se sabe bem porquê, mas se formos a ler o artigo original, a palavra "homossexual" não aparece nem uma única vez - embora o artigo se esforce por dizer que ele "ia à igreja".

Sim, porque como toda a gente sabe, é nas igrejas que nós aprendemos a fazer jogos sexuais sado-masoquistas que podem resultar em morte. Não tem nada a ver com o homossexualismo em si. É culpa da igreja.

Isto é o que passa por "jornalismo" estes dias.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Director de grupo anticonservador sofre extorsão de amante gay traído


Júlio Severo
David Brock, fundador e director Media Matters, teve de pagar aproximadamente 1 milhão e meio de reais para seu ex-parceiro gay William Grey. Mas isso não foi o suficiente, e o caso está agora na polícia e nos tribunais.
Media Matters é uma organização ultra-esquerdista dos Estados Unidos dedicada a atacar organizações conservadoras, inclusive o WorldNetDaily, ou WND, cujos artigos sempre divulgo no meu blog.
A missão de Media Matters é levantar suspeitas, promover difamações muito bem orquestradas e lambuzar ao máximo a reputação de organizações conservadoras. É um comportamento tipicamente esquerdista ou homossexualista, conforme você preferir.
Agora, o director do Media Matters está envolvido num escândalo — que deveria deixá-lo ocupado demais para prosseguir seus chiliques e ataques aos conservadores. David Brock descartou seu antigo amante e arrumou um novo parceiro gay, James Alefantis, um empresário do sector de restaurantes em Washington.
O ex-amante William Grey, que viveu com o dono do Media Matters durante mais de 10 anos, foi tomado por uma incontrolável fúria gay.
Grey teria primeiro avisado Brock para atender às suas exigências num email de 2008. “Por favor, termine isso hoje mesmo, de modo que eu não desperdice meu tempo mandando um email a alguém — Biden, Coulter, Carlson, Huffington, Drudge, Ingraham,” Grey escreveu.
Num email de 2010, Grey ameaçou delatar o que ele presumivelmente viu como problemas financeiros do Media Matters dignos da atenção da Receita Federal e dos que faziam generosas doações para Brock.
Esse negócio vai feder para você se você não resolver isso agora”, escreveu Grey.
A pior coisa entre gays é briga por causa de um novo namorado. Por que acha que a violência doméstica gay leva a tantos assassinatos — inchando a imaginação maldosa dos que querem atirar o rótulo de “crime homofóbico” ao primeiro sinal de gay assassinado?
Se a briga resultar em assassinato, aí a imprensa esquerdista atacará WND e outros conservadores com suas habituais acusações de incitação de “homofobia” como motivação para um assassinato cometido por outro gay.
Contudo, até o momento Grey apelou apenas para a extorsão.
Outros recorrem ao assassinato mesmo. E poderia chegar a isso, porque a segunda coisa pior é um gay cujas reivindicações não são atendidas.
Para evitar maiores dores de cabeça com o ex-parceiro, Brock lhe deu quase 1 milhão e meio de reais, extraídos da venda de sua casa de praia no valor de quase 3 milhões de reais. Mas o ex-amante quis mais, muito mais, provando conclusivamente que um gay reivindicante ou traído é insaciável, birrento, chiliquento, intolerável e intolerante.
Por causa das reivindicações insaciáveis do amante traído, o caso agora está na polícia e nos tribunais. Enquanto estão brigando, Media Matters presumivelmente ficará ocupada demais para atacar os conservadores e o meu site favorito: WND!

David Brock, fundador e director Media Matters, e vítima de homofobia por parte do ex-namorado.

Fonte


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

França: criticar o homossexualismo pode ser perigoso

O partido de Nicolas Sarkozy afirmou que um dos seus legisladores vai ser expulso das suas fileiras por ter dito que os homossexuais possuem demasiado poder na França, e por ter minimizado a perseguição que os mesmos sofreram durante a 2ª Guerra Mundial.

Os comentários de Christian Vanneste geraram uma avalanche de críticas provenientes de ambos os lados da esfera política (esquerda e direita).

Vanneste corre o risco de perder o seu lugar no partido UMP e o seu assento parlamentar devido aos comentários que muitos qualificam de "ofensivos" e "incendiários".

Num vídeo colocado num site francês, Vaneeste disse que os gays estão "no centro do poder" na França, manipulando os órgãos de informação e fazendo com que a humanidade perca a sua dignidade.

Fonte

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Para se ter uma visão parcial mas reveladora do sub-mundo do homossexualismo - aquilo que os órgãos de informação não mostram - leiam este texto.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Meios de comunicação ao serviço dos activistas homossexuais

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação apressam-se a dar um "empurrão" aos activistas homossexuais. O Público, o Diário de Notícias, o P3 e o Expresso são apenas alguns que reportam o caso da nega que os activistas homossexuais receberam à sua "publicidade".

Diga-se de passagem que fomentar um beijo público como forma de rejeitar as acusações de promiscuidade talvez não seja boa ideia.

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Este tipo de notícias demonstram de forma bem gráfica como os activistas homossexuais possuem ligações ao mais alto nível.

Não há qualquer tipo de padrão jornalístico que obrigue vários órgãos de informação a repetir este mantra como se o Metro de Lisboa tivesse impedido um membro dum grupo étnico o acesso às suas instalações.

A utilidade deste evento é puramente cultural e ideológica; os homossexuais são tão livres para seguir a sua sexualidade agora, como o eram antes do Metro recusar a "publicidade" da "Manhunt". (Só o nome "Manhunt" é repulsivo o suficiente)

Não é "homofobia" não querer exibir de modo gráfico a natureza dos "relacionamentos" homossexuais. As pessoas fazem o que elas bem entenderem com o seu próprio dinheiro. Se eles acham que exibir este tipo de imagens (cenas de intimidade homossexual) de alguma forma chocaria os seus clientes (a sua fonte de subsistência), então eles têm o direito de recusar este tipo de "publicidade".

Que eu saiba, ninguém é obrigado a publicitar "serviços" com os quais não está de acordo. Mas talvez os activistas homossexuais se guiem por um sistema legal distinto do sistema legal que vincula o resto da cidade de Lisboa.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Grupo Gay da Bahia revela: não existe onda de ódio contra gays no Brasil

O Grupo Gay da Bahia (GGB) em reportagem do G1 da Globo (aqui) desmonta a farsa da onda de crimes de “ódio contra gays” no Brasil:

Segundo o Grupo Gay da Bahia mortes subiram 64% em relação a 2010. Em todo ano passado foram 11 assassinatos por motivação homofóbica [sic].
Em 2010 segundo o GGB foram 260 assassinatos de gays. Se 11 foram por ódio, então 11 de 260 é 4%. Isto significa que 256 gays foram assassinados por outros motivos e não ódio. Por que a Mídia divulgou que eram 260 gays mortos exclusivamente por serem gays?

Mas, como o GGB não apresenta as fontes dos dados, podem ser menos de 11 casos. No entanto, eles mesmos desmontam a farsa criada por ativistas gays. Só não vê quem não quer. E no final da reportagem veja outra revelação:

"Em muitos casos, os autores dos homicídios são os acompanhantes das vítimas. “Isto acontece muito entre os homossexuais do sexo masculino que contratam garotos de programa. Existe um preconceito muito grande porque esses rapazes não se sentem gays. Como foi o caso do professor Valderi Carneiro”, disse o delegado.

No dia 9 de julho o professor de língua portuguesa, de 44 anos, foi assassinado em uma pousada da cidade de Campina Grande, na Paraíba, por garotos de programa.”

=>; LGBT que mata LGBT. Muitos crimes são cometidos por garotos de programa. Quando um garoto de programa é assassinado, o GGB contabiliza como “crime contra gay”, e quando eles são os assassinos, então são LGBT matando LGBT.

Isto já havia sido revelado por Marcelo Cerqueira, também do GGB, mas a Mídia não repercute tais informações:

O presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, afirmou que os crimes de ódio e assassinatos de homossexuais era, [sic] na sua maioria, realizado por garotos de programa.

Mesmo com algumas ONGs emitindo nota de repúdio sobre esta declaração, Adamor confirmou a questão, dizendo que, sim, estes actos geralmente envolviam garotos de programa.

Cerqueira, por sua vez, disse ao Mix Brasil que a afirmação sobre o caso dos garotos de programa baseia-se em uma pesquisa realizada pelo GGB no ano de 2004 …
O fato é que os homossexuais que moram sozinhos e por algum tipo de carência afectiva fazem uso dos serviços prestados pelos profissionais do sexo, são presas fáceis dos assassinos desta classe’. ” (http://www.tadashihp.com/2010/lider-gay-do-amazonas-e-assassinado/)
Só não vê quem não quer. Não deixe que manipulem você!

-Fonte-

sábado, 3 de setembro de 2011

Quando a orientação sexual do assassino não interessa

Julio Severo
Nesta semana, dois homens foram encontrados mortos a facadas num apartamento de São Paulo. Não, não foi um crime “homofóbico”. Aliás, a imprensa diz que a motivação do crime é “incerta”.
Quando um homossexual é assassinado às altas horas da madrugada numa zona de drogas, prostituição e violência, salve-se quem puder: ninguém está a salvo de ataques da imprensa, que não tem nenhuma incerteza sobre a “motivação” do crime. Pastores, padres e membros de igrejas cristãs viram automaticamente alvos de acusações impiedosas de jornalistas que sem nenhum escrúpulo os chamam de “homofóbicos” e incitadores de ódio e violência.
Mas quando o homossexual é autor de crimes, a imprensa varre sua identidade homossexual para debaixo do tapete.
Quando o praticante de sodomia é vitima, a imprensa faz questão de destacá-lo abundantemente como “homossexual”. Quando ele é o criminoso, a imprensa faz questão de apresentá-lo apenas como homem ou mulher.
A imprensa dá ampla cobertura aos seus favorecidos homossexuais em seus crimes, protegendo-os de constrangimentos provocados por seu estilo de vida. Mas não há proteção alguma para quem está fora dos favores da mídia descaradamente parcial.
Os homossexuais, pois, não podem reclamar de que não têm nenhuma proteção, que é por eles recebida em excesso por uma mídia tão disposta a favorecê-los que acoberta seus pecados e crimes. Os exemplos são abundantes, mas vou citar apenas o caso desta semana:
SUSPEITO DOPOU VÍTIMAS ANTES DE MATÁ-LAS NA RUA OSCAR FREIRE
O suspeito de assassinar duas pessoas em um apartamento da rua Oscar Freire, área nobre da zona oeste de São Paulo, dopou as vítimas antes de cometer o crime.
Segundo a polícia, Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21, misturou medicamentos tarja preta (de uso controlado) nas bebidas do analista de sistemas Eugênio Bozola, 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva.
"O suspeito era mais fraco que os dois. Para matá-los a facadas tinha que fazer com que eles, de alguma forma, ficassem mais vulneráveis", disse o delegado Mauro Dias, do DHPP (departamento de homicídios).
Rosseti, segundo a polícia, matou Bozola e Rezende a facadas. Antes de fugir do prédio com o carro do analista de sistemas, deixou suas roupas, seu tênis e as facas usados no crime espalhadas pela casa.
Nas paredes do apartamento, deixou inscrições como CV, ZO e viado. Todas feitas com o sangue das vítimas.
"Ele tentou dissimular o crime. Queria passar a falsa impressão de que o crime teria sido cometido pelo Comando Vermelho ou por alguém da zona oeste de São Paulo", afirmou Dias.
Natural de Igarapava (446 km de São Paulo) Rossetti estava hospedado na casa de Bozola desde o dia 14 de agosto.
"Eles se conheciam de Igarapava. O Eugênio [Bozola] costumava trazer amigos de lá para passar uma temporada em São Paulo", contou o delegado.
Confesso que quando li essa “reportagem”, não vi nada homossexual, pois o texto não faz a mínima referência à homossexual ou homossexualidade. Tudo o que deu para pensar foi: que crime hediondo e inexplicável!
Depois, acabei lendo outro jornal:
HÓSPEDE É APONTADO COMO SUSPEITO POR ASSASSINATOS NA OSCAR FREIRE
SÃO PAULO — Um jovem de 21 anos é apontado pela polícia como principal suspeito pela morte do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21, em um apartamento na Rua Oscar Freire, na zona oeste da capital paulista. Segundo os investigadores, o suspeito é Lucas Zannetti. Natural de Igarapava, no interior de São Paulo, mesma cidade de Eugênio, ele estaria como hóspede no apartamento do analista desde o Dia dos Pais.
A polícia chegou ao rapaz por relatos de amigos das vítimas. No fim de semana anterior ao assassinato, Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade, e depois a uma pizzaria. A identificação foi feita através de imagens de câmeras de segurança dos locais. De acordo com a polícia, um tênis encontrado no apartamento era o mesmo que ele usava naquele dia. Havia marcas de sangue, que chegaram a ser lavadas.
Ainda segundo a polícia, o carro do analista com que Lucas fugiu foi visto pela última vez no pedágio do município de São Simão, no interior paulista. A motivação do crime, ocorrido na madrugada da última terça-feira, continua incerta
É verdade que o Estadão também não disse que o assassino é homossexual, mas sem querer ou não, deixou uma pista de fora:
No fim de semana anterior ao assassinato, [o assassino] Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade.
Apesar disso, ambos os jornais não ousam identificar o assassino como homossexual. A Folha de S. Paulo nem quis citar que eles estiveram numa boate gay — uma informação altamente comprometedora. Qualquer identificação homossexual foi varrida directamente para debaixo do tapete. Quanto mais clara é a motivação homossexual de um crime, mais a imprensa esquerdista trabalha para maquiá-la e acobertá-la.
O grande problema é que acobertar o pecado gera injustiças e crimes. Por isso, se as leis começarem a proteger os homossexuais do jeito que a imprensa esquerdista já faz há muito tempo, a sociedade verá mais injustiças e crimes violentos. Só não verá a motivação deles, pois tudo estará escondido debaixo do tapete. Com a ajuda da Folha de S. Paulo e outros jornais, tudo o que a sociedade verá são crimes com “motivação incerta”.
Fonte: www.juliosevero.com
[Meu Comentário] Por quanto tempo mais a imprensa esquerdista mundial vai tentar esconder a realidade de que alguns dos crimes mais violentos contra os homossexuais são feitos por outros homossexuais? A violência entre homossexuais é superior que a violência entre heterossexuais. Porque é que muito poucos falam nisso?

Estas agências noticiosas, que deveriam reportar a verdade, hoje em dia são soldados do esquerdismo ao proteger um dos grupos sociais que mais rapidamente faz avançar o socialismo: os homossexuais.

sábado, 30 de julho de 2011

Homem é morto, queimado e decapitado em Aparecida

Comentário de Julio Severo: Sei que a mídia esquerdista fez o juramento sagrado de nunca apresentar como assassino ou agressor quem pratica atos homossexuais, mas preciso quebrar esse bloqueio. Aí vem outra notícia que a grande mídia não mostra: gay mata parceiro gay. E agora? Mais um número para as estatísticas dos “assassinatos homofóbicos”?

Homem é morto, queimado e decapitado em Aparecida

O corpo de um homem foi encontrado amarrado, decapitado e queimado na manhã de ontem na Avenida Dom Abel, no Parque Trindade I, em Aparecida de Goiânia. Não há pistas sobre os suspeitos e a motivação para o crime.
De acordo com a Polícia Militar, próximo ao terreno baldio, onde o corpo foi encontrado, haviam rastros de sangue que a levaram a uma residência, supostamente habitada pela vítima. Junto ao cadáver, haviam vestígios de pneus queimados, que podem ter sido usados para facilitar a carbonização. A cabeça da vítima ainda não havia sido encontrada até o fechamento dessa edição.
Não havia ninguém na casa, mas a PM encontrou sangue espalhado por quase todos os cômodos. A cama, facas e uma pá, as quais podem ter sido usadas no assassinato, também tinham sangue. A polícia afirma que sinais de luta corporal foram identificados no local.
Testemunhas contam que na residência mora um casal homossexual. A polícia encontrou duas identidades com nomes de M. C. L., 21, e W. E. S., 35, além de cartões bancários em nome de W. Trabalha-se com a hipótese de que o crime seja passional e teria sido cometido por um dos dois, devido a briga entre o casal.
Na tarde de ontem, a delegada responsável pelo caso, Marcella Cordeiro Orçai, da Delegacia de Homicídios de Aparecida de Goiânia, esteve em Anápolis para investigar o caso. Segundo testemunhas e documentos encontrados na residência, W. teria parentes na cidade.
Segundo a dona do imóvel, que pediu para não ser identificada, W. e M. alugaram o local há cerca de um mês. Ela afirma que o casal era aparentemente tranquilo, sem qualquer suspeita, e que nunca presenciou ou ouviu brigas entre eles.

Violência homossexual:
Artigos de Julio Severo:
Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Médico com orientação sexual protegida pelo Estado sedava e abusava os pacientes

Sem dúvida que foi o "preconceito", a "descriminação" e a "homofobia" que o levaram a fazer isto.

Acontece frequentemente.



Kelly Martins
A Polícia Civil prendeu na manhã desta segunda-feira (27 de julho) o médico ortopedista Célio Eiji Tobisawa, homossexual de 43 anos, por sedar pacientes, homens com idade entre 20 e 25 anos, e fazer sexo oral neles. Os fatos teriam ocorrido no Hospital Regional do município de Colíder, localizado a 650 quilômetros de Cuiabá, onde o médico trabalha há mais de um ano.

O
homossexual acusado já foi transferido para a capital e está preso em uma cela especial na Polinter. Ele teve o mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz da Comarca de Colíder, Erico Duarte de Almeida.

A equipe de reportagem do Olhar Direto conversou com o delegado Sergio Ribeiro Araujo, responsável pelo caso, segundo o qual o médico irá responder por estupro de vulnerável, cuja pena é reclusão entre 8 e 15 anos. As investigações tiveram início há um mês e já foram identificados pelo menos três pacientes vítimas do médico que, além de trabalhar no interior, também possui uma clínica particular em Cuiabá.
Conforme o delegado, as vítimas escolhidas pelo acusado possuem aparência semelhante: jovens altos, loiros e de olhos azuis. A prática do sexo oral ocorria, segundo ele, logo após o médico realizar o procedimento de infiltração e aplicar o sedativo.

A denúncia surgiu por uma das vítimas que tentou impedir o ato praticado por Célio Eiji e, no momento, chegou até mesmo ser agredida por ele. No entanto, o rapaz conseguiu se levantar da maca, percorreu o corredor do hospital e foi até a diretoria formalizar a denúncia.

"O médico sempre apresentou um padrão de conduta normal. Mas podemos verificar o perfil psicopata demonstrado e não há dúvidas de que ele tenha praticado o mesmo ato contra outros pacientes", declarou o delegado ao Olhar Direto.
Comentário de Julio Severo: O crime relatado aqui é de natureza homossexual, porém a notícia omitiu completamente a palavra “homossexual”. Mas o que o jornal se recusa a mostrar, o Blog Julio Severo revela, inserindo no texto divulgado aqui, para maior clareza jornalística, a palavra em negrito que está na própria essência do crime noticiado.
Repare também que as vítimas entre 20 e 25 anos são chamadas de “homens”. Se as vítimas fossem homossexuais, seriam apresentadas como rapazes ou jovens. Na defesa do homossexualismo, vale desumanizar meninos e jovens.
É óbvio que se o caso noticiado fosse o de um médico homossexual que se sentiu melindrado com algum comentário “preconceituoso”, a palavra “homossexual” teria sido abundantemente usada a favor dele. Só em casos desfavoráveis ao homossexualismo é que o jornalismo irresponsável omite identificações fundamentais.
Leia mais:

domingo, 24 de julho de 2011

Homossexual mata namorado com vassoura após recusar sexo oral

Fernando Amaral, de 44 anos, andava revoltado com o facto de o namorado, Manuel Santos, de 66, ter começado a pedir esmola nos mesmos locais, pelo que, quando o companheiro lhe pediu que fizesse sexo oral recusou prontamente.

Os dois homens começaram então a discutir e envolveram-se numa violenta luta que apenas terminou quando Fernando espetou o cabo de uma vassoura na boca do namorado, provocando a sua morte. Foi a 3 de Agosto do ano passado, em Valença, e Fernando está agora acusado de homicídio qualificado.

"Ele não sofreu muito, só gritou duas vezes e apenas demorou duas horas a morrer, não é muito tempo", disse o homicida, que viu o namorado agonizar. Contou-o à PJ quando foi detido.

Segundo a acusação do Ministério Público, que o Correio da Manhã consultou, além de andar furioso por Manuel pedir esmola nos mesmos locais, Fernando desconfiava ainda que tinha sido o namorado a denunciar à Segurança Social que aquele deixava outras pessoas dormir na sua casa, que era paga pela instituição.

No dia do crime, o casal [sic] bebeu sete caixas de garrafas de vinho e chegou a casa por volta das 22h30. Manuel tentou manter contactos sexuais com o parceiro, mas aquele recusou-se e começou a agredi-lo. O cabo acabou por partir, o homicida espetou-o na boca do namorado e rodou-o várias vezes. Não satisfeito, Fernando saltou ainda para cima da vítima e pulou diversas vezes em cima do seu corpo. Permaneceu ao seu lado e acabou por se entregar à GNR.

TOMOU BANHO E BEBEU CERVEJA APÓS O CRIME

Após assassinar o namorado, Fernando pegou em todas as fotografias e documentos de Manuel e cortou-os com uma tesoura. De seguida, tomou banho e mudou de roupa. Antes de sair de casa, o homicida tirou os chinelos da vítima, lavou-os e colocou-os no caixote do lixo juntamente com as fotografias que tinha cortado.

Fernando dirigiu-se então até a um café próximo de casa, bebeu uma cerveja, comprou cigarros e só depois confessou ao proprietário o que tinha feito. "Matei uma pessoa à vassourada e ao pontapé", disse o homem. De seguida foi entregar--se à GNR de Valença.

Fonte


Mais um crime a adicionar à lista de crimes causados pela "homofobia". Ou não?

Para além disso, não deixa de ser curioso que a notícia não tenha uma única vez a palavra "homossexual" lá escrita. Mas todos nós já sabemos que, para o esquerdismo, o que importa é o avanço da ideologia e não a verdade.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Abundantes casos de pedofilia homossexual no sistema que cuida das crianças órfãs

Mary Rettig

(AgapePress) — Um pesquisador pró-família afirma que um estudo preocupante sobre o abuso de crianças órfãs (sob a supervisão do governo em lares temporários ou não) demonstra uma necessidade real de mais informações.

O foco de sua preocupação imediata é um estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo o sistema público que cuida das crianças órfãs. O estudo revelou que uma percentagem desproporcionalmente elevada de casos de abuso sexual era de natureza homossexual.

O Dr. Paul Cameron do Instituto de Pesquisa de Família declara que o estudo mostrou que mais de um terço dos casos de abuso sexual dentro do sistema que cuida de crianças órfãs no Estado de Illinois eram incidentes homossexuais, e ele crê que esses números reflectem o resto dos Estados Unidos.

No entanto, o médico observa que um grande problema na hora de impedir tais abusos [no país inteiro] é que é extremamente difícil de obter informações de outros estados.

Cameron sente que é extremamente importante saber mais sobre essa situação trágica, e ele está suplicando ao público que pressione os que podem ajudar a tratar dessa situação. “O que precisamos”, diz ele, “e o que eu pediria que vocês fizessem é que se um político no estado em que vocês vivem afirma que [suas autoridades estão] preocupadas com isso, então por favor façam com que esse político revele essas informações ao público”.

Embora o estudo de Illinois não tivesse investigado para descobrir se os pais adotivos pedófilos eram homossexuais, o porta-voz do Instituto de Pesquisa da Família sente que suas revelações chocantes deveriam ser consideradas com todo o cuidado e tratadas com a devida seriedade. “Nesse estudo, descobrimos que 34 por cento dos estupros foram cometidos por homossexuais. Isso é totalmente inaceitável”, diz ele.

Cameron mostra que a Associação Americana de Psicologia declarou em 2004 seu apoio aos esforços para permitir que homossexuais adotem crianças ou prestem assistência a crianças órfãs. No entanto, o médico sustenta que tais associações profissionais podem estar tão emaranhadas nas tão chamadas causas de direitos iguais que ninguém se lembre do bem-estar das crianças.

E o pesquisador observa que, lamentavelmente, as crianças órfãs que estão sob os cuidados do governo tendem de modo especial a acabar sendo tratadas como mercadorias. Contudo, avisa ele, embora essas crianças sejam descartadas pela sociedade, essa mesma sociedade sofrerá as consequências mais tarde pelos problemas que essas jovens vítimas causarão quando se tornarem adultas.

Cameron espera que o estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo pedofilia no sistema que cuida de órfãos levará a uma mudança nas políticas sobre pais adotivos, apesar das tão chamadas questões de igualdade. E ele espera que mais estudos sejam feitos e mais informações sejam dadas ao público sobre a importante questão envolvendo o bem-estar das crianças em toda a sociedade.

© 2005 AgapePress all rights reserved.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/3/afa/142005d.asp

terça-feira, 19 de abril de 2011

Genocídio contra homossexuais?

Don Hank
Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?
Pergunta muito ridícula, né?
Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).
Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.
Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.
Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.
Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.
Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.
Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.
Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.
Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.
Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.
Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.
E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.
É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.
Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.
Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.
Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.
Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.
Blog Julio Severo:

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