Mostrar mensagens com a etiqueta Doador de Esperma. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Doador de Esperma. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A traição da lésbica

Mark Langridge não queria filhos, mas as suas amigas lésbicas queriam, e como tal, ele concordou em doar o seu esperma. Agora, e 13 anos depois, este acto de "bondade" voltou para o assombar através duma carta que ele recebeu exigindo que ele pague pensão alimentícia.

Para além de não falar com a família (sic) que ajudou a criar desde 2004, Mark não foi nomeado no certificado de nascimento, não desempenhou qualquer papel na sua educação, mas a "Child Support Agency" insiste que ele pague £26 por semana. Ele diz que não tem condições de fazer os pagamentos - que podem somar mais de £8,000 até as crianças chegarem a idade adulta.

O guarda-livros de 47 anos tem estado numa relacionamento com o seu parceiro Shaun Keeble, 37 anos, há 17 anos. 

Eu e o Shaun nunca estivemos interessados em ter filhos nossos. (...) Quando a ideia [de doar esperma] foi sugerida, na altura achamos a ideia adorável, no entanto, os últimos meses têm sido um verdadeiro pesadelo. Sinto que estou a ser vítima duma chantagem estatal ... O que fiz, fi-lo como um gesto de simpatia, mas agora estou a ser forçado a pagar. 

Mark Langridge e Shaun Keeble tornaram-se amigos das mulheres numa discoteca gay de Southend em 1997. Quando uma das mulheres revelou que estava desesperada por ter filhos, Mark concordou em ajudar desde que o seu papel terminasse por aí. 

Não pedi que as coisas ficassem legalmente documentadas e, olhando para trás, talvez deveria ter pedido.

Depois do nascimento da primeira filha (1998), as mulheres pediram ao Mark que fizesse outra doação de esperma - que resultou no nascimento da segunda filha em 2000. 

Quando as meninas eram pequenas, Mark permaneceu em contacto com a mãe e viu as filhas em eventos sociais. Ele disse ainda que ficou surpreso por ser apresentado como o pai das meninas, e que mais tarde, ele aconselhou as crianças que perguntassem à mãe os factos do seu nascimento. 

Com o passar do tempo, Mark perdeu contacto com mãe das filhas e com as filhas, e para além de cartas ocasionais, ele não as vê desde 2004. Depois disso, a dupla lésbica separou-se, deixando a mãe biológica com as duas crianças. 

A partir daí, ela começou a desenvolver esforços para obter benefícios do Estado. 

Em Junho passado Mark recebeu a sua carta proveniente da CSA. Ele disse que a parceira da mãe biológica continua a viver perto da antiga casa, e a ter contacto ocasional com as meninas, mas a ela não está a ser exigido que pague pensão pelas crianças.

Mark acrescente que, antes de doar o esperma, ele verificou se elas tinham os meios para cuidar da crianças.

A CSA disse que se Mark Langridge tivesse usado um centro oficial de doação de esperma, não teria que pagar pensão. Os acordos informais não estão debaixo do âmbito da lei o que leva Mark a alegar que a mesma tem que ser alterada.

A única forma que Mark tem de protestar a decisão da CSA é levar o caso para uma avaliação jurídica, o que pode custar perto de £60,000.

A mãe das crianças disse que "AS coisas já foram tratadas e como tal, não quero comentar."



sexta-feira, 11 de março de 2011

Homem que deu seu sêmen a um par de lésbicas imputado a pagar uma pensão ao filho

Fonte: Forum Libertas

As duas mulheres comprometeram-se a não exigir compensações económicas ao professor alemão que se ofereceu como doador, mas cinco anos depois pedem um subsídio alimentar para seu filho.

A justiça alemã poderia acabar dando razão a um par de lésbicas que reclamam à Klaus Schröder, um professor de 52 anos residente em Palatinado (sudoeste da Alemanha), uma pensão alimentícia para seu filho. Schröder fez uma doação de esperma há cinco anos para a inseminação de uma delas.

As duas mulheres, que inseriram um anúncio em um jornal para obter um "pai", se haviam comprometido com o professor alemão a não exigir-lhe compensações financeiras para o filho que pensavam em gerar, informa a revista alemã Der Spiegel.

No entanto, após o nascimento, Schröder, que não tinha filhos, desempenhou um papel "parecido ao de um pai auxiliar" e via aproximadamente uma vez por mês o pequeno David, cujo batismo também pagou.

Agora, as duas mulheres parecem não achar suficiente as contribuições do professor e reclamam-lhe uma pensão alimentícia para seu filho, de quase 4 anos.

Segundo sublinha o semanário, a lei parece dar-lhes razão, porque o direito alemão estipula que um pai deve cuidar das necessidades dos seus filhos se não houver nenhuma dúvida sobre sua paternidade, como é o caso.

A única excepção é quando o parceiro da mãe adopta legalmente a criança. Neste caso, o pai biológico fica isento de assumir os gastos, algo que, parece, não vai se livrar Klaus Schröder.

(Fonte)


Sinceramente, não sei se se deve ter pena do professor ou não. Primeiro, porque é que ele condenou o seu filho a viver num ambiente tão anormal como o de uma união homossexual?

Segundo, porque é que ele acreditou na palavra de quem não tem pejo de ignorar a ordem natural da criação?

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...