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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lésbicas acusadas de espancar um rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

As crianças não estão bem: Filha de lésbica revela a verdade.

Por Brandi Walton

Caros membros da comunidade lgbt:

Não sou filha vossa. Nunca levantei uma bandeira numa das vossas paradas de orgulho homossexual. Nunca escrevi uma carta em vosso nome a um congressista ou a qualquer outra pessoa, e nunca senti a necessidade de fazer as pessoas aceitar o facto de eu ser filha duma lésbica. Isto talvez seja consequência do facto dela nunca ter tido necessidade de forçar as pessoas a aceitar como ela era.

Não, eu nunca me iria alinhar com uma comunidade tão intolerante e tão imersa dento dela mesma como a comunidade lgbt, uma comunidade que exige tolerância com fervor e com paixão, no entanto é incapaz de dar isso aos outros - por vezes, nem mesmo aos seus próprios membros. De facto, esta comunidade ataca qualquer pessoa que não concorde com ela, independentemente do quão amorosa a diferença de opinião seja expressa.

Eu mesmo sou o produto da Revolução Lésbica dos anos 80. A minha mãe sempre soube que gostava de raparigas, mas fez um esforço enorme para ser uma boa, heterossexual, rapariga sulista da igreja Baptista. Quando eu tinha 1 ano, ela deixou o meu pai por outro homem, com quem viveu até eu ter cerca de 4 anos. Depois do divórcio, ela disse ao meu pai para se ir embora, e ele foi porque, segundo ele, "eu sabia que não haveria de lutar contra toda a família para ter ver."

Não me lembro bem do homem com quem ela passou a viver depois de ter deixado o meu pai, mas lembro-me de ter sido feliz com ele. Não durou muito tempo, e quando ela o deixou. deixou-o por outra mulher.

Impedir as pessoas de falar sobre o homossexualismo não mudará o que as crianças conseguem ver

Eu sabia desde a minha tenra idade que viver com duas mulheres não era natural. De modo especial, eu poderia ver isso nas casas dos meus amigos que tinham uma mãe e uma pai. Eu passava o máximo de tempo que podia com eles. Eu ansiava pela afeição que os meus amigos recebiam dos seus pais. Eu queria saber como era ser recolhida nos braços dum homem, ser estimada por um, e como era viver com um diariamente.

Tanto quanto eu sabia, eu já tinha uma mãe; não precisava de outra. O meu sonho era que a minha mãe tomasse a decisão de voltar a estar com os homens outra vez, mas, obviamente, esse sonho nunca se chegou a realizar. Os meus avós e os meus tios fizeram os possíveis para levar a cabo as actividades pai-filha, mas não era o mesmo que ter um pai a tempo inteiro, e eu sabia disso. Eu via estas tentativas como actividades de segunda categoria.

Crescer sem a presença dum homem em casa danificou-me de modo pessoal. Tudo o que eu queria desde que era uma menina pequena era ter uma família normal. Quando acabei a escola secundária, os meus pensamentos não se encontravam onde eles tinham que estar. Enquanto os meus amigos estavam ansiosos por chegar a altura da universidade, eu sabia que me faltava uma parte de mim, e sabia que nunca me sentiria plena sem a encontrar.

Os homens precisam das mulheres e as mulheres precisam dos homens.

Ao contrário de muitas outras pessoas, eu tinha o desejo de criar a minha própria família e ter estabilidade, e isto causou a que eu tivesse relacionamentos muito pouco saudáveis. Felizmente, consegui ver-me livre de ambos, mas depois de ter sido magoada e usada de forma tão maligna, tomei a decisão de que a felicidade não era para mim. Pouco depois conheci o meu marido, e tudo se encaixou.

Pela primeira vez, senti-me viva e completa. Ter filhos e pela primeira vez ver um homem a cuidar duma criança era bonita e inspirador. Isso só reforçou a minha crença de que a criança precisa duma mãe e dum pai, e que a "paternidade" homossexual e as casas onde só há um pai são muito inferiores à paternidade heterossexual quando esta última é feita da forma correcta.

Saber quase nada sobre os homens dificilmente é a parte mais complicada de ser educado por duas mulheres. De certeza que não é surpresa para ninguém que crescer em  Podunk, Oklahoma, não foi fácil. Ao contrário das outras crianças que que aparentemente são educadas em utopias homossexuais, eu cresci sozinha e isolada. Eu era filha única e perto de mim não existiam outras crianças com quem falar ou com quem me relacionar. Ninguém perto de mim sabia o que eu passava todos os dias, e eu não tive outra opção se não guardar tudo dentro de mim.

Quando cheguei à idade adulta, tentei falar com a minha mãe sobre o quão difícil a minha vida foi, mas ela não se consegue identificar porque ela cresceu com um pai e com uma mãe. Quando eu era criança, também não teria falado sobre a forma como estava a ser educada. Amo a minha mãe. Ela era o centro da minha vida e a ideia de dizer algo aos de fora que lhe pudesse magoar devastava-me. Escrever esta carta neste momento já é devastador.

Os homossexuais e as suas crianças não pensam da mesma forma.

Mas mesmo assim, eu escrevo a carta. Estou a fazer isto porque as pessoas têm que saber que nem tudo são rosas. Os efeitos de se crescer da forma como cresci ainda desempenham um papel na minha vida actual. Eu estava para além de auto-consciente quando era criança, e estava constantemente preocupada com o que os outros iriam pensar de mim.

Eu tinha um medo terrível de alguém vir a descobrir que a minha mãe era uma lésbica e nunca mais querer ter algum tipo de contacto comigo. Durante a maior parte da minha vida, aquilo que eu pensava serem as opiniões dos outros em relação a mim dominaram, s só recentemente é que fui capaz de deixar isso de lado.

Isto é só a ponta do iceberg. Os estudos que alegam que nós [crianças criadas por homossexuais] temos um desempenho superior ao dos nossos pares criados por heterossexuais dificilmente podem ser considerados científicos, e nem chegam a ser representativos. As pessoas têm que saber que algumas crianças de pais homossexuais não concordam com a adopção e nem com o "casamento" homossexual, tal como alguns homossexuais também não concordam. Mas irão notar que esse facto não se encontra nas manchetes.

O Huffington Post publicou duas respostas à recente carta de Heather Barwick aqui para o The Federalist, e ambas foram escritas por pessoas que foram criadas por membros do sexo oposto - um homem criado por mulheres e uma mulher que tinha os irmãos presentes. Faz todo o sentido que as suas experiências não tenham sido iguais à minha ou a da Heather visto que ambas fomos educadas por mulheres.

E só porque um produto da inseminação artificial não sente que ela foi roubada não significa que os outros não o sintam. Estou ciente que existem por aí crianças que discordam com o meu ponto de vista, tal como há muitos homossexuais por aí que não não concordam com o ponto de vista da comunidade lgbt.

Mas sugerir que isto não é motivo para validar ou escutar um punhado de crianças educadas por homossexuais, e que são contra isso, é ridículo. Afinal de contas, só um pequeno grupo de pessoas é que está a militar em favor da redefinição do casamento e da paternidade, e todos nós estamos a ver como isso está a avançar.
Sinceramente Não Vossa, 
Brandi Walton

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A violência doméstica que as feministas ignoram

Por David Garrett

No meio do constante ataque contra os homens causado pelas inflamadas estatísticas de violação e violência doméstica, ocorre um silêncio ensurdecedor. Estudos após estudos têm confirmado que as mulheres lésbicas são tão ou mais violentas que os homens que se encontram em relacionamentos heterossexuais. Mesmo assim, os média e as autoridades evitam este assunto por completo. Admitir que as lésbicas, ergo, um sub-conjunto das mulher, parecem cometer tanta ou mais violência doméstica que os homens fragiliza de forma fatal a obsessão feminista com um imaginativo controle patriarcal, bem como as suas noções distorcidas de privilégio masculino.

Muitos destes mesmos estudos afirmam que os relacionamentos homossexuais masculinos incluem tanta violência doméstica como os relacionamentos heterossexuais, mas as amostras de violência doméstica entre lésbicas são uma melhor analogia visto que as vítimas são as mulheres - tal como na maior parte das notícias envolvendo relacionamentos heterossexuais.

Como fingir um argumento anti-homem

A omissão da violência doméstica da equação é ridícula. Isto é como uma situação hipotética de impedir militantes contra o acto de se conduzir bêbado em Maine só porque há muito menos pessoas a viver por lá do que na Califórnia, ou então focar-se apenas no alcoolismo dos Americanos Caucasianos só porque os Brancos são mais do que, por exemplo, os Índios Americanos.

Se a violência é uma praga tal, como as feministas "articulam", qualquer coisa menos que falar de todo o tipo de violência é um estratagema político manipulativo e uma agenda. E a agenda aqui é atacar os homens e descrever a violência doméstica como um desporto que só é jogado pelos homens heterossexuais.

Estas mesmas estatísticas relativas à violência doméstica, que são obtidas a partir de auto-relatos, são usados para perseguir, difamar e facilmente condenar os homens. Na distorcida área das estatísticas de violação, o limiar da "agressão sexual" tem sido reduzido e caricaturado para piropos de rua e actos sexuais depois de se consumir álcool, mesmo que a mulher esteja inteiramente lúcida ou se o homem está igualmente bêbado. Sem surpresa alguma, as lésbicas recebem carta branca quando são levados a cabo estudos envolvendo questões menos amorfas e mais estritamente definidas em relação à violência (como, por exemplo, "Foi você vítima de violência por parte da sua parceira?")

Até a revista The Atlantic, que é com relativa frequência  uma miscelânea esquerdista da mais putrida diarreia mediática, reconhece que a violência entre duplas do mesmo sexo está numa situação "epidémica". Outros dados recolhidos pelas agências e pelas entidades governamentais Americanas citam 3,9 milhões de mulheres a serem vítimas de violência doméstica por parta da sua parceira lésbica. Uma vez que a proporção de lésbicas ou mulheres funcionalmente bissexuais nos Estados Unidos é estimado como sendo 20 vezes inferior que o número de mulheres heterossexuais, estes números são impressionantes.

A relutância das lésbicas em reportar

Uma das características do linguarejar das feministas é o de sempre colocar ênfase na proporção das mulheres heterossexuais que nunca reportam a violência doméstica e a agressão sexual "cometida" pelos homens. Elas assumem, sem qualquer tipo de evidência, que estes "casos" são casos provados de violência doméstica e sexual, e que, como tal, podem ser utilizados como forma de retirar dos homens os seus direitos de receber tratamento judicial adequado.

O problema com esta narrativa é a forma como ela se reflecte sobre a maneira como a violência doméstica entre lésbicas é reportada. Os estudos tais como aqueles citados nos links de cima fazem contínua referência a sub-notificação da violência doméstica dentro das duplas homossexuais, e como tal, o problema é actualmente maior.

O viés de confirmação das feministas permite-lhes usar as metodologias mais corrompidas e ténues, tais como a junção das alegadas vítimas femininas com as mulheres cujo estatuto de vítima foi estabelecido através de processos judiciais (e mesmo as alegações destas são continuamente diluídas para um drama "diz-que-disse"). Mas estas metodologias nunca são apropriadas quando os alegados perpetradores não são homens heterossexuais, e muito menos são convertidas em exigências dentro das arenas políticas e sociais.

Tal como já leram na minha recente pesquisa em torno do slut-shaming de mulheres feito por mulheres e por homens, elas são esvaziadas de capacidade de decisão quando isso envolve elas gozar e intimidar as outras mulheres, mas o homens responsabilizados e tidos como seres autónomos e actores privilegiados. O mesmo aplica-se dentro da violência doméstica lésbica: os homens heterossexuais têm escolhas, mas as mulheres que se encontram dentro de relacionamentos heterossexuais ou lésbicos têm a opressão como forma de explicar a sua violência.

O medo da perda por parte das feministas

Revelar a simetria que existe entre a violência doméstica heterossexual e a que ocorre nos relacionamentos homossexuais ameaça retirar das mãos das feministas a sua galinha dos ovos de ouro política: a fictícia e institucionalizada opressão que as mulheres sofrem causada pelos homens. Ignorar o abuso que ocorre dentro dos relacionamentos homossexuais é, portanto, obrigatório como forma de manter a sua agenda bem oleada e em movimento. As mulheres que são vítimas de violência por parte de outras mulheres salienta as escolhas pessoas que são feitas pelas parceiras que cometem abusos em áreas privadas, e não salienta um sistema público que encoraja tal violência.

Da mesma forma que a sociedade moderna confere um estatuto especial aos "gays", às lésbicas, e em particular às pessoas transsexuais, os estudos em torno da violência doméstica ilustram  forma como as feministas resolveram ignorar a comunidade lgbt como forma de preservar a sua narrativa anti-homem. Se por acaso o movimento feminista começar a receber demasiadas críticas por isso mesmo, as feministas podem sempre culpar o patriarcado por envergonhar e estigmatizar as lésbicas de forma a que elas agridam as suas parceiras. E assim o ciclo continua.

- http://bit.ly/1EIX9Qa

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O que as idiotas úteis de movimento feminista ainda não sabem é que dentro da escala de vitimismo esquerdista, a comunidade lgbt é mais "vítima" que a mulher. Logo, mal os ataques se tornem demasiado fortes, as mesmas agências oficias que "apoiam" o movimento feminista, rapidamente se retirarão do seu grupo, e colocarão todo o seu peso junto da causa lgbt.

sábado, 16 de maio de 2015

"Ser criada por duas mães destruiu a minha vida’

Um mulher que foi criada por duas mães admitiu que a experiência foi "destrutiva e confusa", e avisou dos potenciais "danos duradouros e irreparáveis causados à criança". Hetty Baynes Russell, de 58 anos, afirmou que o seu pouco convencional arranjo paternal gerou "uma vida de confusão e falta de segurança emocional", que a lançou para a terapia durante muitos anos "tentando fazer algum sentido disto tudo".

Ela disse que o seu coração afundou quando leu os mais recentes comentários feitos pela varejista Mary Portas, que tem um filho de 2 anos com [sic] a jornalista de moda  Melanie Rickey,dizendo que a "partilhar a maternidade com outra mulher é duplamente maravilhoso”.

Hetty nasceu como a mais nova de cinco crianças por parte da mãe Margot e do pai Leslie Baynes, mas reconta memórias perturbadoras desde os seus primeiros dias com o seu pai a ser "colocado de parte" pela sua mãe e pela parceira lésbica da sua mãe. Ela disse:

E longe de ser uma situação saudável e acolhedora, este arranjo - onde fui apanhada no meio duma destrutiva batalha triangular com outra mulher pela afeição da minha mãe, ao mesmo tempo que era forçada a assistir, impotente, o meu pai a ser emasculado e afastado das nossa vidas - era, ao mesmo tempo, destrutivo e confuso.

Com tantas pessoas a competirem pelo seu espaço e por proeminência dentro da família, eu sei por experiência própria, ela pode-se tornar num antro de ressentimento e inveja, o que pode causar danos duradouros e irreparáveis na criança.

Hetty disse que os estragos causados por ter sido criada dentro deste contexto familiar apenas se manifestaram quando tinha 15 anos e desenvolveu uma depressão clínica e anorexia.

A partir desse momento, foi um lento processo de me adaptar à dor que havia enterrado dentro da minha alma perturbada

Hetty revelou também que nos seus anos 20, cultivou uma imagem "notoriamente heterossexual", e formou uma "lista de relacionamentos inadequados com homens" com uma atracção particular por "figuras paternas".  Ela avisou que por "vezes - e, na verdade, de forma assustadoramente frequente - os relacionamentos paternais  não-convencionais acabam por ser antros de inveja e confusão que são destrutivas para as crianças".

Para mim, esse tem sido o problema durante toda a minha vida: apesar da enorme quantidade de privilégio que desfrutei, a minha vida foi uma vida de confusão e insegurança emocional. E é por isso que estive em terapia durante tantos anos - tentado fazer algum sentido de tudo isto.

- http://goo.gl/eL5BsT

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Claro que a elite ocidental não vai levar em conta o sofrimento das crianças atiradas para um emparelhamento homoerótico porque a elite não se preocupa com as crianças, mas sim com o avanço da sua agenda.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quando as lésbicas atacam nos abrigos para mulheres

Por Carey Roberts

Poucas pessoas estão cientes da forma como os abrigos para mulheres tiveram o seu início. Há quatro anos atrás, a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta surpreendente admissão no The Oregonian:

Na verdade, foi um pequeno grupo de lésbicas provenientes de Portland que se encontrava na linha da frente do movimento nacional das mulheres a disponibilizar um lugar seguro para as mulheres... Nós sabíamos que as fundações não iriam financiar uma lar para um grupo de lésbicas-de-bar sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que seria melhor entendida era uma de "mulher vítima de violência"

Isto levanta questões perturbadoras: O que é que ocorre nesses abrigos? Tal como a minha investigação desenterrou, muitos abrigos mais não são que campos de caça para as lésbicas que buscam formas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, de 35 anos e funcionária duma loja, foi para a  Bethany House em Falls Church, Va. em busca de aconselhamento legal. O abrigo referi-a para um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo as palavras dela, "Aconteceu um dia que ele apareceu à  minha porta e exigiu sexo ou pagamento pelo aconselhamento legal disponibilizado." Pouco depois, eles começaram aos beijos e aos abraços. (...)

Mas não era só o advogado que se estava a aproveitar das mulheres vítimas de violência. Duas gerentes do lar, a senhora Veronica e a menina Liang, foram alvo de queixas contra elas devido a "avanços sexuais impróprios" sobre as mulheres do abrigo. As duas foram forças a pedir a demissão.

Noutro abrigo, uma antiga funcionária falou-me duma residente lésbica que regularmente acompanhava uma rapariga menor para o seu quarto. Quando a gerente do abrigo foi notificada do comportamento suspeito, a mulher visada acusou a empregada de "preconceito".

Noutra ocasião, uma revoltada mulher residente queixou-se à mesma gerente sobre actividades sexuais impróprias que ocorriam bem à frente das crianças. A gerente disse â mulher que "relaxa-se" e que encontra-se alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford viu-se dentro rum relacionamento fisicamente abusivo. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar com regularidade uma grupo de apoio dirigido pela YWCA Resolve Family Abuse Program. Em várias ocasiões, Crawford deu por si a falar com a directora do West Virginia Coalition Against Domestic Violence. Inicialmente, os avanços dela nada mais eram que elogios efusivos. Depois disto, seguiram-se abraços demorados. E foi então que um dia Crawford reparou que a directora da Coalition lhe estava a acariciar as costas.

Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha interesse nos avanços da directora. Pouco depois disto, Crawford deu por si a ser evitada. Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio programa de aconselhamento para vítimas de abuso, ela continuou a ser rejeitada.

Em Houston a Turning Point patrociona festas para as residentes dos abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado, Os médicos e os advogados locais são convidados a tomar parte das festas. Uma das mulheres engravidou enquanto se encontrava num abrigo, alegadamente depois duma dessas festas. Bobbi Bacha, da Blue Moon Investigations, questiona-se se tais eventos são apropriados para mulheres que estão a recuperar de relacionamentos abusivos, e preocupa-se que as mulheres estejam a ser levadas para a prostituição.

Uma mulher que passou tempo em dois abrigos revela de forma aberta que "muitas mulheres dos abrigos são lésbicas". Uma das tácticas de engate usadas por uma funcionária de abrigo era a de suavemente esfregar a mão da residente como forma de acalmar a sua dor. "Se tu te tornas sua namorada, vais ser muito bem tratada. Eu tinha 100% de certeza em relação a isto.", explicou a mulher de forma tímida:  www.vimeo.com/790290 .

Para que fique registado, muitas mulheres que trabalham nos abrigos acreditam que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legalizado, como tal,  quem é que as pode culpar pelo facto de viverem de acordo com o que acreditam?

Há também o caso da violação digital duma menina de 4 anos no Another Way em Lake City, Fla. por parte uma rapariga mais velha. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, depois das duas raparigas terem sido descobertas, a "menina de 4 anos declarou que a menina de 8 anos tinha inserido o(s) dedo(s) dela dentro das suas partes privadas, e 'brincado' com ela."

Eu relatei pela primeira vez este incidente na coluna do dia 22 de Julho, notando que Florida Coalition Against Domestic Violence nada tinha dito se queria ou não planos para investigar. Seis semanas depois, e ainda por parte da Florida Coalition. Isto é totalmente desmedido. Talvez se mais pessoas ligarem para a directora da FCADV, Tiffany Carr no número 1-850-425-2749 e exigirem uma mais, comecemos a ver o fim da exploração das mulheres e das meninas nos abrigos de refúgio.





Fonte: © Carey Roberts - http://bit.ly/1ytYGcp


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A legalização do pseudo-casamento homoerótico aumentará o número de homossexuais

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Um acumulado de pesquisas recolhidas um pouco por todo o mundo revelaram que as sociedades que normalizam o comportamento homossexual aumentam a presença desse comportamento nessa mesma sociedade. A legalização do "casamento" homossexual - que está a ser considerada em vários estados Americanos - é a mais forte aprovação social da qual resultará um maior número de indivíduos a experimentar o estilo de vida homossexual.

Pesquisas extensas provenientes da Suécia, Finlândia, Dinamarca, e dos Estados Unidos revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo meio ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como um ambiente permissivo que afirma o homossexualismo, desempenham um papel principal no desenvolvimento do comportamento homossexual.

Um olhar mais atento às pesquisas:

Investigações levadas a cabo em gémeos e focadas no homossexualismo foram recentemente levadas a cabo tanto na Suécia como na Finlândia. Tais estudos comparam as taxas de comportamento homossexual entre grupos de irmãos que partilham vários níveis de semelhanças genéticas (isto é, gémeos idênticos versus gémeos que não são idênticos). Ao serem levadas a cabo tais taxas, os estudos em torno dos gémeos ajudam-nos a esclarecer até que ponto o comportamento homossexual é genético e/ou ambiental. Por exemplo, se o homossexualismo é genético, então em casos onde um gémeo idêntico é homossexual, o seu irmão gémeo deveria ser também homossexual visto que os gémeos idênticos partilham 100% do código genético.

Mas não é isso que estes dois estudos Escandinavos de larga-escala apuraram visto que ambos os estudos revelaram que quando um gémeo era homossexual, o outro só o era também em apenas 10% ou 11% dos casos. Tais descobertas indicam que o homossexualismo não é geneticamente determinado. Em vez de factores genéticos, os estudos Escandinavos concluíram que factores ambientais especiais desempenham um papel maior no desenvolvimento do comportamento homossexual.

A questão em torno de quais os factores ambientais específicos que contribuem para o homossexualismo não foram respondidos pelos estudos, embora algumas conclusões sejam disponibilizadas pelos dados de pesquisa Americanos e Dinamarqueses (que são discutidos mais adiante neste artigo).

Mas primeiro, é importante ressalvar que embora os estudos Suecos e Finlandeses em torno dos gémeos sejam os melhores até hoje, ainda há uma larga margem de erro. De facto, as margens de erro são tão amplas que permanece inteiramente possível que factores genéticos desempenham algum papel no desenvolvimento do homossexualismo. Isto ainda tem que ser determinado, mas o que foi já estabelecido é que o factor primário no desenvolvimento do homossexualismo é ambiental.

A investigação Dinamarquesa estudou dois milhões de adultos a viver na Dinamarca, onde o "casamento" homossexual já é legal desde 1989, e este estudo apurou um certo número de factores ambientais que aumentam a probabilidade dum indivíduo buscar alguém do mesmo sexo - e não alguém do sexo oposto - para casamento.

Para os homens Dinamarqueses, os factores ambientais associados a maiores taxas de "casamentos" homossexuais são o local de nascimento urbano e um pai ausente ou desconhecido. De modo significativo, havia uma relação linear entre o grau de urbanização do local de nascimento com a escolha (ou não) do homem por um "casamento" homossexual ou por um casamento normal já na idade adulta. Dito de outra forma, quanto mais urbano era o local de nascimento, mais provável eram os homens de "casar" com outro homem, enquanto que quanto mais rural era o local de nascimento, mais susceptíveis eram os homens de casar com uma mulher.

Para as mulheres Dinamarquesas, os factores ambientais relacionados a uma maior probabilidade dum "casamento" homossexual incluíam o lugar de nascimento, a morte da mãe durante a adolescência e uma ausência da mãe. Curiosamente, a pesquisa Dinamarquesa apurou que o local de nascimento urbano e a separação do pai do mesmo sexo estavam ambos associados a um "casamento" homossexual, tanto para os homens como para as mulheres. (Este último ponto confirma as teorias psicológicas que há muito afirmam que o homossexualismo está relacionado com problemas durante a infância - reais ou assim entendidos - com o pai do mesmo sexo). Resumidamente, o estudo apurou que os factores ambientais que contribuem para o desenvolvimento do homossexualismo podem ser sociais e/ou familiares.

Finalmente, uma pesquisa Americana - a pesquisa mais compreensiva e representativa do comportamento sexual nos Estados Unidos - reportou os seus resultados em relação ao homossexualismo e os mesmos também se colocam do lado da teoria ambiental como causa do homossexualismo - e não do lado da teoria genética. De modo particular, esta pesquisa identificou tipos ambientais específicos que aumentam a probabilidade do comportamento homossexual. Os autores descrevem estes ambientes como "congénitos" para o desenvolvimento do homossexualismo.

Para os homens Americanos, o factor ambiental que mais se relacionava com o comportamento homossexual era o nível de urbanização durante os seus anos de adolescência. De modo específico, os rapazes que viviam em grandes centros urbanos entre os seus 14 e 16 anos eram entre três a seis vezes mais susceptíveis de enveredar pelo comportamento homossexual do que os rapazes que viviam em comunidades rurais durante essa fase da sua vida. Os autores oferecem a seguinte possibilidade:

Um ambiente que disponibiliza oportunidades acrescidas em favor e poucas sanções negativas contra a sexualidade homossexual pode, ao mesmo tempo, permitir e até suscitar expressões de interesse e comportamento homossexual. (página 308)

Note-se na palavra "suscitar". Estes pesquisadores acreditam que crescer numa região mais pró-homossexual pode evocar ou extrair o comportamento homossexual de dentro dos jovens homens. A implicação é que alguns homens homossexuais que foram educados em centros urbanos nunca iriam adoptar o comportamento homossexual se por acaso vivessem em centros não-urbanos. Os autores explicam:

O meio ambiente onde as pessoas crescem afecta a sua sexualidade de formas muitos basilares. (p.309)

Para as mulheres Americanas, o factor ambiental mais associado à identidade homossexual ou bissexual era um mais elevado nível educacional. E embora isso fosse também verdade para os homens, o padrão junto das mulheres era mais dramático. Por exemplo, uma mulher com educação universitária era nove vezes mais susceptível de se identificar como não-heterossexual do que as mulheres com nada mais que um diploma secundário.

Os elementos específicos que geram esta distinção vincada ainda não são claros, mas os pesquisadores não acreditam que isto se deva só a uma maior identificação de não-heterossexualidade por parte das mulheres com mais educação formal. Eles acreditam que a explicação é o facto de que com uma maior aceitação, e até encorajamento, do homossexualismo nas universidades, mais mulheres universitárias abraçam o estilo de vida não-heterossexual. Para um exemplo da forma como isto se pode desenvolver, vejam o artigo de Dennis Prager com o título de "College Taught Her Not To Be a Heterosexual."

Tendo como base os dados apurados neste estudo de pesquisa levado a cabo nos Estados Unidos, os ambientes que dão mais sanção e/ou promovem o homossexualismo, induzem a que mais indivíduos se envolvam com o comportamento homossexual.

Conclusão:

Todos estes estudos de investigação levados a cabo em 4 países distintos, cada um deles utilizando amostras grandes e de alcance nacional, revelam que o comportamento homossexual não é geneticamente determinado. Em vez disso, os dados revelam que a sexualidade humana é maleável, e as experiências e as influências ambientais podem e moldam as expressões da sexualidade. Mais ainda, estes resultados têm o apoio de décadas de evidências antropológicas e sociológicas que demonstram que as taxas de homossexualismo flutuam - por vezes, de forma considerável - com as mudanças no clima social, cultural e legal.  Quando mais um ambiente afirma ou encoraja o homossexualismo - quer seja nos centros urbanos ou nas universidades - maiores taxas de homossexualismo ocorrerão nesses ambientes.

Normas sociais e culturais, bem como regulamentos legais, influenciam o comportamento humano, incluindo o comportamento sexual. Sem surpresa alguma, à medida que os Estados Unidos e outros países Ocidentais se têm tornado cada vez mais pró-homossexuais -  socialmente, politicamente e legalmente - eles têm observado uma tendência crescente no número de indivíduos envolvidos no comportamento homossexual. Se nós avançarmos da mera tolerância do comportamento homossexual (que é apropriado [ed: O editor do blogue discorda visto que este comportamento destrói muitas vidas de jovens homossexuais.]) para a honra formal do mesmo através da legalização do "casamento" homossexual, esta tendência irá continuar.


Referências:
Butler, A.C. (2005). Gender differences in same-sex sexual partnering, 1988-2002. Social Forces, 84, 421-449.

Frisch, M. & Hviid, A. (2006). Childhood family correlates of heterosexual and homosexual marriages: A national cohort study of two million Danes. Archives of Sexual Behavior, 35, 533-547.

Langstrom, N., Rahman, Q., Carlstrom, E., & Lichtenstein, P. (2008). Genetic and environmental effects on same-sex sexual behavior: A population study of twins in Sweden. Archives of Sexual Behavior, DOI 10.1007/s10508-008-9386-1.

Lauman, E.O., Gagnon, J.H., Michael, S. (1994). The social organization of sexuality: Sexual practices in the United States. Chicago: University of Chicago Press.

Prager, D. (2005). "College Taught Her Not To Be a Heterosexual." Available on the web at: http://dennisprager.townhall.com.
Santtila, P., Sandnabba, N.K., Harlaar, N., Varjonen, M., Alanko, K., von der Pahlen, B. (2008). Potential for homosexual response is prevalent and genetic. Biological Psychology, 77, 102-105..

domingo, 4 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

* * * * * * *

O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Os professores têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

* * * * * * * *
Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.





sexta-feira, 4 de abril de 2014

Violência entre lésbicas

Os oficias da policia pensavam que estavam a responder a uma chamada doméstica quando chegaram à casa, perto de Aspen e Houston. Mas quando chegaram ao local, o que encontraram foi um caso (mais um) de violência entre lésbicas e rapto.

A polícia bateu à porta, mas ninguém respondeu. Eles, então, ouviram mais de perto e escutaram a voz duma mulher a pedir ajuda. Os polícias derrubaram então a porta e puderam localizar Ashlee Larson e a sua namorada não identificada.

A polícia disse que a namorada exibiu claros sinais de ter sido vitima de agressão, e Larson encontrava-se em cima da namorada, impedindo-a de se movimentar. A vítima disse à polícia que Larson a havia encurralado dentro de casa, e não a deixava sair.

A polícia disse também que Larson não estava pronta para ir para a delegacia de forma pacífica. Para além de ter continuado a agredir a sua namorada e, ela recusou-se a colocar as algemas. Eventualmente, Larson foi subjugada e colocada na Tulsa County Jail na 3ª-Feira à tarde.

Ela enfrenta agora acusações de rapto, violência doméstica e resistir a uma prisão.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

“Direitos” homossexuais v. Liberdade Religiosa: casos concretos

Por Filipe d'Avillez

Num artigo recente expliquei que parte da minha oposição à adopção e co-adopção por homossexuais radica na preocupação pelos efeitos que isso poderá vir a ter sobre a liberdade religiosa, o respeito pela liberdade de consciência de cristãos e outros que se oponham a estes casos de engenharia social e um gradual afastamento destas vozes da praça pública.

Alguns comentadores criticaram-me, dizendo que estava a falar de “potenciais possíveis marginalizações e restrições de liberdade de expressão e pensamento que poderão vir a acontecer num futuro mítico, mas que nunca aconteceram nem noutros países nem em temas semelhantes em Portugal”.

Este artigo destina-se a comprovar que esses casos têm, de facto, acontecido noutros países, daí a minha preocupação ser perfeitamente fundada. Neste texto não apresento um único caso que não esteja devidamente fundado através de links para artigos comprovativos da sua veracidade. 

Agências católicas fechadas 

A adopção por homossexuais foi legalizada no Reino Unido em 2002. Nessa altura operavam em Inglaterra, País de Gales e Escócia pelo menos 12 agências de adopção ligadas à Igreja Católica.

Em 2007 foi declarado que as agências católicas discriminavam contra homossexuais ao dar exclusividade ou preferência a casais legalmente casados. As agências contestaram mas em vão. Nesta altura não existia ainda o “casamento” entre homossexuais.

Das 12 agências católicas de adopção que existiam nessa altura, actualmente apenas duas ainda existem. A agência Catholic Care, de Leeds, continua a combater a legislação em tribunal, até agora perdeu todos os recursos. A St. Margaret's Children and Family Care Society, na Escócia, está na mesma situação. 

Todas as outras agências católicas ou fecharam portas, ou dissociaram-se da Igreja para poderem continuar a trabalhar no ramo da adopção, comprovando que o Cristianismo não é bem-vindo nesta área de acção social, apesar de ter sido pioneiro no cuidado pelos órfãos e crianças necessitadas. É perfeitamente expectável que dentro de poucos anos a Igreja tenha sido completamente banida deste sector, em nome da igualdade.

Em 2010 um casal britânico, com longos anos de experiência como casal de acolhimento para crianças necessitadas, foi informado de que não poderiam continuar a prestar esse serviço. Os Owen, que são cristãos, tinham dito a um funcionário da segurança social que os entrevistou que não poderiam dizer a uma criança que o estilo de vida homossexual é aceitável. Note-se que não disseram que fariam questão de dizer às crianças o que achavam da homossexualidade ou da sua prática, mas simplesmente que, se questionados sobre a aceitabilidade desse estilo de vida (e não orientação), não poderiam concordar.

Os Owen, que em anos de acolher crianças nunca tinham tido qualquer problema, recorreram mas perderam. Pode-se concluir, portanto, que no Reino Unido quem defende uma visão sobre a sexualidade humana em linha com a do Cristianismo não é considerada aceitável para acolher crianças necessitadas. Esta é uma informação particularmente interessante à luz das afirmações dos defensores da adopção por parte de homossexuais é crucial para poder tirar mais crianças de instituições. Note-se, ainda, que os Owen não são católicos, mas protestantes.

Ainda no Reino Unido há vários outros casos em que os “direitos” dos homossexuais triunfaram sobre o direito à liberdade de consciência de outros cidadãos. Num desses casos a funcionária do registo Lillian Ladelle foi despedida por dizer que se recusaria a oficiar em uniões de facto de homossexuais. Já Gary McFarlane, funcionário público especializado em aconselhamento sexual, disse que preferia não prestar esse aconselhamento a homossexuais, tendo sido também despedido. Tanto Ladelle como McFarlane recorreram até ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que decidiu contra eles. 

Temos também o caso do casal Bull, donos de um turismo de habitação, que em 2008 se recusaram a alugar um quarto com cama de casal a um par de homossexuais, baseando a sua decisão nas suas convicções religiosas. Levados a tribunal perderam e foram obrigados a pagar uma indemnização de 3,600 euros. Note-se que num turismo de habitação estamos a falar de um negócio comercial, sim, mas que é ao mesmo tempo a casa do casal que o gere, pelo que não se pode comparar com um hotel, por exemplo.

Por fim, um caso perturbador que teve lugar na Escócia e que mostra até que ponto as autoridades poderão estar dispostas a ir para mostrar a sua tolerância, que todavia tem quase sempre só um sentido.

Uma mulher de 26 anos, toxicodependente em recuperação, perdeu os seus dois filhos que foram colocados à guarda dos seus pais, avós das crianças, pela segurança social. Contudo, e apesar de os avós terem 46 e 59 anos, a segurança social veio mais tarde a retirar-lhes a guarda das crianças e deu-as em adopção a um “casal” homossexual. 

A mãe protestou dizendo que queria pelo menos que os seus filhos ficassem com uma mãe e um pai, mas de nada lhe valeu. Os avós tentaram travar a adopção em tribunal, mas rapidamente perceberam que o processo judicial os levaria à falência muito antes de chegar ao fim, pelo que se viram forçados a desistir.Há ainda outro caso interessante que se passou em Londres em 2012.

Depois de um grupo activista pelos direitos dos homossexuais ter feito uma campanha de publicidade nos autocarros de Londres a dizer "Some people are gay. Get over it" [Algumas pessoas são homossexuais. Habitua-te], uma organização cristã organizou uma contra-campanha com anúncios a dizer: "Not Gay! Ex-Gay, Post-Gay and Proud. Get over it!" [Não gay! Ex-gay, Pós-Gay e Orgulhosos. Habitua-te]. 


A questão, a meu ver, não é de saber se o anúncio é interessante ou não, ou se de facto é possível ser "ex, ou pós-gay". O que é interessante é que qualquer médium de meia-tigela pode publicitar os seus serviços, qualquer terapia new age pode publicitar o seu serviço, uma associação de homossexuais pode meter um cartaz nos transportes públicos a dizer "get over it", mas uma associação cristã já não pode. 

França e Suécia 

Em França o “casamento” entre homossexuais foi aprovado em 2013, no meio de grandes protestos e manifestações. França apresenta um caso interessante, uma vez que lá os presidentes de câmara podem oficiar nos casamentos.

Logo surgiram casos de autarcas que se recusaram a cumprir a lei, mas neste caso também não existe qualquer possibilidade de objecção de consciência, pelo que os casos vão parar aos tribunais e podem, eventualmente, levar a penas efectivas para as pessoas em causa.

Os presidentes de câmara que se opõem a esta legislação estimam representar cerca de 15 mil autarcas cuja liberdade de consciência está a ser violada pelo Estado e já existem pelo menos alguns casos de processos contra objectores.

Há ainda outros casos preocupantes na Europa. Na Suécia é conhecida a história de um pastor pentecostal que foi preso e condenado em primeira instância por ter proferido, dentro da sua própria igreja, uma homilia em que disse que a prática homossexual é pecado. Ake Green acabou por ilibado pelo supremo tribunal. Mas o tribunal não concluiu que Green não tenha violado a lei, simplesmente considerou que a condenação que Green merecia à luz da lei sueca, não resistiria a um recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, pelo que o deixou sair em liberdade.


Na América é mais bolos
Nos Estados Unidos o choque entre “direitos” dos homossexuais e o direito à liberdade de consciência também tem sido duro. Vários Estados permitem o “casamento” gay e a adopção por pares de homossexuais.

Tal como no Reino Unido, pelo menos três agências de adopção católicas foram forçadas a fechar as portas por se recusarem a colocar crianças com homossexuais. Uma quarta, em Washington D.C., foi informada pelas autoridades que deixaria de poder receber financiamento enquanto se recusar a aceitar colocar crianças com homossexuais.

Alguns casos nos Estados Unidos são perfeitamente caricatos. No Estado do Colorado um “casal” homossexual processou Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, por este se ter recusado a fazer-lhes um bolo de casamento. O juiz não obrigou ao pagamento de qualquer indemnização mas disse que no futuro a empresa não poderia recusar-se casos desses. O dono já disse que preferia fechar a empresa do que violar a sua consciência.

No Estado de Oregon, onde o casamento entre homossexuais não é sequer legal, outra loja de bolos teve de mudar de local depois de ter recusado fazer um bolo de casamento para duas lésbicas. A Sweet Cakes by Melissa foi condenada por uma comissão do trabalho por descriminação, foi inundada de correio e telefonemas agressivos e acabou por ter de fechar portas e mudar de localização. 


Um caso semelhante aconteceu no Novo México, mas com uma fotógrafa que se recusou, por objecção de consciência, a fotografar uma cerimónia de união de facto homossexual. Elane Huguenin foi condenada e obrigada a pagar uma indemnização de 7 mil dólares. Ambos os casos devem acabar por chegar ao Supremo Tribunal, que tem um registo impressionante de defender a liberdade religiosa, mas independentemente do veredicto final, mostram uma tendência preocupante.

Tweets polémicos
 
A censura do politicamente correcto não se fica pelos EUA. Em Maio de 2011 um comentador canadiano de hóquei no gelo foi despedido depois de ter publicado um tweet da sua conta pessoal em que criticava o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.
 
 
Frank Turek, formador e autor de palestras motivacionais e de teambuilding colaborava regularmente com a Bank of America e com a Cisco Corporation. Mas quando as empresas souberam que ele tinha escrito um livro em que explicava porque é que o "casamento" homossexual era uma coisa má para a sociedade, foi despedido. Mais tarde, contudo, ambas as empresas voltaram atrás e confirmaram que não iriam despedir funcionários por defenderem posições conservadoras.
 
Quando Larry Grard, jornalista há 39 anos e há 18 com o Morning Sentinel recebeu um e-mail de um grupo pró-homossexual a acusar todos os que se opunham ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo como sendo movidos por ódio, respondeu da sua conta pessoal, afirmando que considerava o termo ofensivo e que quem estava a ser movido por ódio eram os promotores da campanha. O activista que recebeu o seu e-mail procurou o seu nome no Google e quando percebeu que era jornalista queixou-se ao editor. Grard foi chamado e sumariamente despedido.
 
Há ainda uma outra frente nos EUA que vai dar certamente muito que falar. Com a legalização do “casamento” homossexual em vários estados tem havido uns quantos casos de professores e funcionários despedidos das escolas, universidades e outras instituições religiosas por se terem “casado” com os seus respectivos parceiros homossexuais.
 
À primeira vista isto poderia parecer um caso contrário aos outros apresentados aqui, em que o discriminado é o homossexual, contudo, existe uma diferença muito importante. É que enquanto nestes casos os funcionários trabalham para uma instituição privada, religiosa, com uma posição bem conhecida sobre este assunto, nos outros casos trata-se de o Estado a tomar partido contra os cristãos.
 
Ora o Estado tem uma obrigação de neutralidade que a Igreja não tem e, mais, esses funcionários, pelo menos nos EUA, costumam assinar um documento em que se comprometem a não violar os princípios da instituição em que trabalham. Um caso verdadeiramente semelhante seria uma associação de promoção dos direitos dos homossexuais despedir um funcionário que se opõe, aberta e publicamente, aos seus princípios.
 
A questão aqui não é tanto legal, uma vez que poucos contestam o direito das instituições, mas sim da pressão da opinião pública que se intensifica contra elas, como demonstra este artigo, que enumera vários desses casos.
 
Num outro caso, surgido já depois da publicação inicial deste texto, um homem recebeu uma oferta de emprego para ser o responsável pela alimentação numa escola católica. Mas a oferta foi retirada quando se soube que ele é "casado" com outro homem. Matthew Barrett diz que não tinha assinado qualquer documento no sentido de não violar os princípios da Igreja. Contudo, tendo sido informado que devia respeitar a doutrina católica pensou tratar-se de "participar nas orações". Barrett, com o apoio de uma associação gay, vai processar a escola.
 
Agradeço quaisquer outros comentários e eventuais links para histórias que me tenham escapado. 
 
Filipe d’Avillez
 
Artigo actualizado a 10 de Fevereiro com as histórias de pessoas despedidas por fazer comentários e tweets contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. 
 
Artigo actualizado a 3 de Fevereiro de 2014, com a notícia da "Sweet Cakes by Melissa", no Oregon e da campanha nos autocarros de Londres.

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