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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O gayzismo é uma imposição da elite e não um "progresso" natural da sociedade

No Taiwan, cerca de 200,000 pessoas marcharam em frente às instalações do Presidente, protestando contra a lei que iria permitir às duplas homoeróticas "casar" e adoptar.

Ann Huang, de 40 anos e falando para a Focus Taiwan, disse, "Deus criou o ser humano como macho e fêmea. Apenas a união entre o homem e a mulher pode criar a próxima geração, e a habilidade de gerar descendência é uma função importante da família."

Os protestantes, que eram maioritariamente de famílias com os seus filhos, tinham consigo sinais onde se podia ler coisas tais como "Feito pelo Pai e pela Mãe", "Defendam o Casamento", e "Oponham-se à emenda ao Código Civil Artigo 972" (a lei actual que afirma que o casamento é entre um homem e um mulher).

O evento foi organizado pela "Coligação para a Felicidade da Nossa Próxima Geração", e um dos fundadores, Yu Yen-hung, disse:

Estamos preocupados que esta ideia da formação familiar alternativa confuda as crianças em termos de educação e identidade sexual.... Como tal, decidimos levantar oposição e lutar contra esta proposta de lei que irá afectar a próxima geração.

A organização disse que qualquer alteração à definição de casamento deve vir das pessoas através dum referendo, mas o grupo "Taiwan Alliance to Promote Civil Partnership Rights" - o grupo responsável por avançar com a proposta duma modificação à definição de casamento - disse que não quer que a emenda seja alvo dum referendo uma vez que a lei actual envolve "a restrição e negação de direitos básicos às minorias".

O presidente do Partido Control, Wang Chien-shien, marchou silenciosamente com os protestantes, afirmando que embora ele "respeite e apoie os homossexuais," ele teme que a emenda às leis do casamento "afectem o saudável sistema de casamento e as famílias saudáveis, que são os fundamentos dum país estável," reportou o The China Post.

No dia 29 de Novembro o partido Kuomintang (KMT), que se encontra no poder, deu uma conferência de imprensa apelando a um adiamento a revisão da emenda. O porta-voz do KMT, Lin Te-fu, reportou o seguinte ao Want China Times:

O KMT não se opõe aos gays e às lésbicas e nós queremos que eles sejam tratados de forma legal e que os seus direitos humanos sejam protegidos. Mas temos que ser mais cuidadosos quando se trata das nossas virtudes tradicionais que se centram nas nossas famílias.

O Taiwan é o último duma série de nações e estados que se têm tornado alvos por parte dos activistas homossexuais tendo em vista a alteração social radical, pese embora o facto de tais planos sempre encontrarem forte oposição e resistência por parte da sociedade. Há bem pouco tempo, a legislatura do Hawai forçou a proposta de lei tendo em vista a redefinição do casamento, embora cerca de 10,000 pessoas se tenham manifestado contra isso - uma das maiores manifestações alguma vez registadas na política estatal - enviando uma  mensagem clara de oposição poucos dias antes, na capital de Oahu.

Brian Camenker, presidente do grupo pró-família MassResistence e falando da situação do Hawai, declarou:

Raras vezes uma tal oposição pública a uma proposta de lei foi tão flagrantemente ignorada pelos políticos.... Foi preciso muita arrogância por parte da classe politica para ignorar estas pessoas.

Em Abril último a Assembleia Nacional Francesa - com o apoio dos Socialistas do presidente François Hollande - votou para legalizar o pseudo-casamento homoerótico apesar dos enormes protestos levados a cabo por centenas de milhares de cidadãos. Em Janeiro o governo ignorou cerca de 1 milhão de pessoas que demonstraram em Paris contra a redefinição de casamento.

O Reino Unido aprovou a sua lei em torno do pseudo-casamento homoerótico em Julho último sob o Partido Conservador de David Cameron. A lei foi forçada e imposta no país apesar duma petição com 500,000assinaturas e apesar das divisões internas que ocorreram no partido de Cameron, que os críticos qualificaram de “ a maior rebelião Tory dos tempos modernos”.

Histórias semelhantes em torno da imposição governamental do "casamento" homoerótico na sociedade ocorreram na EscóciaTasmâniaNova Zelândia, e Estónia.

LifeSite News

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Notícias como esta demonstram que o "casamento" homerótico não é "inevitável" e nem é um desenvolvimento natural da sociedade, mas sim algo que a elite governamental (com o apoio do Grande Capital) impõe nos países e nas sociedades. Quando uma pessoa se opõe ao pseudo-casamento homoerótico, ela não está a atacar as liberdades individuais dos homossexuais, mas sim a lutar em favor da sobrevivência da sua civilização.

sábado, 17 de março de 2012

É a elite (e não a população) quem quer avançar com a agenda homossexual

Comentador afirma que os esforços para a redefinição do casamento não estão a ser desenvolvidos pela população em si mas pela elite esquerdista que se quer sentir superior ao resto da sociedade.

Brendan O’Neill defende que o "casamento" homossexual é uma arma da elite – um teste com papel tornassol em torno dos "valores" cosmopolitas - e não uma exigência da população. É uma forma dos seus defensores "olharem de cima para baixo, com uma arrogância não diluída" para as pessoas que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher, escreve O'Neill.

Ele defende que o forcing pelo "casamento" homossexual não conta com o apoio popular nem mesmo vem do desejo dos homossexuais em se "casarem". O mesmo é avançado por uma máquina política que quer assumir superioridade sobre as massas - especialmente sobre os religiosos.

Ele afirma que a falta dum debate político é "bizarro" e mostra que os seus apoiantes perseguem "sensações morais, um ímpeto de superioridade".

As suas palavras chegam numa altura em que uma nova sondagem mostra que 70% dos inquiridos não querem uma redefinição de casamento. Para além disso, uma organização popular (Coalition for Marriage) recolheu já mais de 115,000 assinaturas na sua petição em torno da oposição ao "casamento" homossexual.

Até a Igreja Anglicana, imersa que está no esquerdismo total, e na pessoa do Arcebispo Canterbury, o Dr Rowan Williams, afirmou que o casamento não deveria ser redefinido por lei.

Fonte

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É precisamente por isso que os activistas homossexuais preferem que este assunto seja imposto na sociedade através dos políticos (como foi feito aqui em Portugal) do que em referendo popular. Eles estão bem cientes de que o "casamento" homossexual é do interesse dos políticos mas totalmente contra os interesses da maioria da população dos países.

Não conheço um único país onde o "casamento" homossexual tenha sido imposto por lei após consulta popular. Se souberem, partilhem.


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