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domingo, 19 de janeiro de 2014

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido.

1. O “casamento” homossexual não é casamento.
Chamar a algo  casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada pela sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.

Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres.

Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.

Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.
2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural
Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.

O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objectivo ou finalidade de cada um de seus actos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.

Qualquer situação que institucionalize a  defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objectiva da moralidade.

Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).
3. O “casamento” homossexual  nega sempre à criança, ou um pai ou uma mãe
O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adoptivos.

A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.

O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.
4. O “casamento” homossexual  valida e promove o estilo de vida homossexual
Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgéneros.

As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento. 

O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.
5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil
Os activistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.  Isso é falso.

Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são  realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas. 

O “casamento” homossexual opõe-se à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.

Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.
6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril
O casamento tradicional é geralmente fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim, tem de atentar à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.

Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguer”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.

Portanto, não podemos chamar casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.
7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento
Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, pela sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afectuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afecto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.

O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objectivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à protecção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.
8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade
Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado torna-se o seu promotor oficial e activo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimónia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste a sua desaprovação.

Na esfera privada, pais contrariados vão ver os seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.

Em todas as situações em que o casamento afecte a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, anuindo, por silêncio ou inacção, ao ataque à ordem natural e à moral cristã.
9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual
Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.

Se o “casamento” homossexual for universalmente aceite como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.

A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o activista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”: “O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”
10. O “casamento” homossexual ofende a Deus
Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exactamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.

O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Génesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).  

O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).  

O Génesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).Uma posição de princípios, não pessoal

Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objectivo é  defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.

Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.

Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.

Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.

Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na recta razão, na lei natural e na Divina Revelação.


Numa declaração polémica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irónica. Essa não é a nossa intenção.

Estudo da NFSS - New Family Structures Study (2012) - http://www.familystructurestudies.com/

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O gayzismo é uma imposição da elite e não um "progresso" natural da sociedade

No Taiwan, cerca de 200,000 pessoas marcharam em frente às instalações do Presidente, protestando contra a lei que iria permitir às duplas homoeróticas "casar" e adoptar.

Ann Huang, de 40 anos e falando para a Focus Taiwan, disse, "Deus criou o ser humano como macho e fêmea. Apenas a união entre o homem e a mulher pode criar a próxima geração, e a habilidade de gerar descendência é uma função importante da família."

Os protestantes, que eram maioritariamente de famílias com os seus filhos, tinham consigo sinais onde se podia ler coisas tais como "Feito pelo Pai e pela Mãe", "Defendam o Casamento", e "Oponham-se à emenda ao Código Civil Artigo 972" (a lei actual que afirma que o casamento é entre um homem e um mulher).

O evento foi organizado pela "Coligação para a Felicidade da Nossa Próxima Geração", e um dos fundadores, Yu Yen-hung, disse:

Estamos preocupados que esta ideia da formação familiar alternativa confuda as crianças em termos de educação e identidade sexual.... Como tal, decidimos levantar oposição e lutar contra esta proposta de lei que irá afectar a próxima geração.

A organização disse que qualquer alteração à definição de casamento deve vir das pessoas através dum referendo, mas o grupo "Taiwan Alliance to Promote Civil Partnership Rights" - o grupo responsável por avançar com a proposta duma modificação à definição de casamento - disse que não quer que a emenda seja alvo dum referendo uma vez que a lei actual envolve "a restrição e negação de direitos básicos às minorias".

O presidente do Partido Control, Wang Chien-shien, marchou silenciosamente com os protestantes, afirmando que embora ele "respeite e apoie os homossexuais," ele teme que a emenda às leis do casamento "afectem o saudável sistema de casamento e as famílias saudáveis, que são os fundamentos dum país estável," reportou o The China Post.

No dia 29 de Novembro o partido Kuomintang (KMT), que se encontra no poder, deu uma conferência de imprensa apelando a um adiamento a revisão da emenda. O porta-voz do KMT, Lin Te-fu, reportou o seguinte ao Want China Times:

O KMT não se opõe aos gays e às lésbicas e nós queremos que eles sejam tratados de forma legal e que os seus direitos humanos sejam protegidos. Mas temos que ser mais cuidadosos quando se trata das nossas virtudes tradicionais que se centram nas nossas famílias.

O Taiwan é o último duma série de nações e estados que se têm tornado alvos por parte dos activistas homossexuais tendo em vista a alteração social radical, pese embora o facto de tais planos sempre encontrarem forte oposição e resistência por parte da sociedade. Há bem pouco tempo, a legislatura do Hawai forçou a proposta de lei tendo em vista a redefinição do casamento, embora cerca de 10,000 pessoas se tenham manifestado contra isso - uma das maiores manifestações alguma vez registadas na política estatal - enviando uma  mensagem clara de oposição poucos dias antes, na capital de Oahu.

Brian Camenker, presidente do grupo pró-família MassResistence e falando da situação do Hawai, declarou:

Raras vezes uma tal oposição pública a uma proposta de lei foi tão flagrantemente ignorada pelos políticos.... Foi preciso muita arrogância por parte da classe politica para ignorar estas pessoas.

Em Abril último a Assembleia Nacional Francesa - com o apoio dos Socialistas do presidente François Hollande - votou para legalizar o pseudo-casamento homoerótico apesar dos enormes protestos levados a cabo por centenas de milhares de cidadãos. Em Janeiro o governo ignorou cerca de 1 milhão de pessoas que demonstraram em Paris contra a redefinição de casamento.

O Reino Unido aprovou a sua lei em torno do pseudo-casamento homoerótico em Julho último sob o Partido Conservador de David Cameron. A lei foi forçada e imposta no país apesar duma petição com 500,000assinaturas e apesar das divisões internas que ocorreram no partido de Cameron, que os críticos qualificaram de “ a maior rebelião Tory dos tempos modernos”.

Histórias semelhantes em torno da imposição governamental do "casamento" homoerótico na sociedade ocorreram na EscóciaTasmâniaNova Zelândia, e Estónia.

LifeSite News

* * * * * * *
Notícias como esta demonstram que o "casamento" homerótico não é "inevitável" e nem é um desenvolvimento natural da sociedade, mas sim algo que a elite governamental (com o apoio do Grande Capital) impõe nos países e nas sociedades. Quando uma pessoa se opõe ao pseudo-casamento homoerótico, ela não está a atacar as liberdades individuais dos homossexuais, mas sim a lutar em favor da sobrevivência da sua civilização.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Não são os homossexuais franceses que querem o "casamento" homossexual

PARIS, 15 Jan. 13 / 01:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nathalie de Williencourt é uma lésbica francesa e uma das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França. À diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que a maioria de homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimónio nem a adopção de crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François Hollande de legalizar ambas práticas.

Em uma entrevista concedida no dia 11 de Janeiro ao site de notícias italiano Tempi.it, Nathalie assinalou que "o casal homossexual [sic] é diferente do heterossexual por um mero detalhe: não podemos dar origem à vida".

Williencourt afirmou com claridade: "sou francesa, sou homossexual, a maioria dos homossexuais não querem nem o matrimónio, nem a adopção de crianças, sobre tudo não desejamos ser tratados do mesmo modo que os heterossexuais porque somos diferentes, não queremos igualdade, mas justiça".

A líder gay assinalou ainda que os próprios homossexuais "acreditam que as crianças têm direito a ter um pai e uma mãe, possivelmente biológicos, que possivelmente se amem. Uma criança que nasce do fruto do amor de seu pai e de sua mãe tem o direito de sabê-lo. Se os casais homossexuais [sic]  adoptarem crianças que já estão privadas de seus pais biológicos, então (as crianças) estariam sem um pai e sem uma mãe pela segunda vez".

"Os casais heterossexuais estão esperando anos para poder adoptar uma criança, e corre-se o risco que muitos países não permitam mais adopções a cidadãos franceses se esta lei for passada, já que países como a China e outros da Ásia contam com procedimentos que excluem casais [sic] do mesmo sexo. Isto significaria fazer que a adoção por casais conformados por um homem e uma mulher seja ainda mais difíceis", acrescentou Williencourt.

A porta-voz do Homovox considerou logo que a família, constituída sobre o matrimónio entre um homem e uma mulher, é a base para a paz.

"A paz se constrói na família e para ter paz na família é necessário dar às crianças a imagem mais natural e mais segurança infunde para crescer e chegar a ser grande. Quer dizer, a composição clássica de homem e mulher".

Williencourt denunciou logo que "na França nos censuram (Homovox.com). Escuta-se sempre o lobby dos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) que sempre falam nos meios, mas a maior parte dos homossexuais estão irritados pelo facto de que esta organização faz lobby em nosso nome. Nós não votamos por eles para que nos representem".

Nathalie explicou que os membros do lobby gay já têm uma ferida em relação à sua própria homossexualidade "porque não a aceitam, reivindicam ser como os heterossexuais. Em vez disso nosso movimento reivindica que os homossexuais sejam tratados de modo distinto que os heterossexuais porque somos diferentes".

"Não podemos pedir igualdade para situações que são diferentes. Não é a igualdade o que é importante, mas a justiça. É uma desigualdade justa e uma igualdade injusta", precisou.

Sobre sua oposição e a de toda sua associação ao projeto de lei impulsionado pelo presidente Hollande, Nathalie Williencourt disse que "eu e meus amigos gays não podemos ser acusados de homofobia, por não permitir a lei".

O que solicitam, explicou, é "um diálogo entre Hollande e o povo, porque ele tinha prometido que não ia aprovar uma lei à força se os franceses não estavam de acordo. Esperemos que se abra o diálogo com os Estados Gerais sobre o matrimónio e um referendum para consultar todos os cidadãos deste tema".

Homovox é a associação que reúne a maioria de homossexuais na França. A associação foi uma das organizações gays que marcharam pelas ruas de Paris no dia 13 de janeiro junto a mais de um milhão de pessoas em defesa do autêntico matrimónio.


* * * * * * *
Isto confirma o que já se sabia: ser gay não implica ser-se gayzisa. Nathalie é gay mas não é gayzista. Paralelamente, isto demonstra que resistir à agenda gayzista não é "ódio" ou "preconceito" contra os homossexuais uma vez que, segundo a homossexual Nathalie, os homossexuais não se sentem representados pelos grupos LGBT que falam em nome deles.

Dito de outra forma: os grupos LGBT, que tentam avançar com a agenda gayzista, alegam falar em nome dos homossexuais, mas a realidade dos factos é que eles trabalham para outros grupos totalmente não relacionados com o bem estar dos homossexuais.,

O movimento gayzista é um movimento político mascarado de movimento em prol dos direitos humanos. Eles usam os homossexuais como forma de obter proveitos politicos.
......


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Cristãos atacados pela gaystapo

 
Veja como o movimento gayzista, apoiado, financiado e incentivado pela esquerda, é agressivo, violento, INTOLERANTE e anticristão. 

Seu discurso de tolerância e de defesa de direitos humanos não passa de um mentira deslavada para enganar e cooptar apoio e dinheiro de pessoas e instituições que acreditam nesta falácia.

Os verdadeiros objectivos são: busca pelo poder, destruição da família e dos valores cristãos. Todo o resto é mera alegoria, cortina de fumaça e mentira da grossa, como tudo que vem da esquerda.








terça-feira, 18 de dezembro de 2012

60 deputados britânicos contra "casamento" homossexual

Quase 60 deputados britânicos assinaram hoje uma carta contra o " casamento" entre homossexuais, na qual criticam o governo de David Cameron por pretender legislar sobre o assunto "sem mandato"

Na carta, publicada pelo jornal conservador The Daily Telegraph, os deputados, de todos os partidos, anunciam o início de uma campanha parlamentar para evitar que o projeto de lei do governo avance.

Segundo os deputados, que incluem 35 conservadores -- do mesmo partido do primeiro-ministro -- o governo de coligação entre conservadores e democratas-liberais "não tem mandato para redefinir o casamento".

"Nas últimas eleições, nenhum dos partidos defendeu a redefinição do casamento", afirmam os signatários, que não se opõem às "relações com amor e compromisso".

A iniciativa do primeiro-ministro, David Cameron, de legalizar os "casamentos" entre casais [sic] do mesmo sexo em 2013 provocou uma grande divisão entre os conservadores e a subida nas sondagens de formações minoritárias como a formação eurocética e de direita UKIP.

O governo anunciou, na semana passada, que submetia a consulta uma nova legislação para legalizar "casamentos" homossexuais e permitir a celebração destes em templos de outras confissões, com excepção da Igreja de Inglaterra.


Fonte



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paris: Autarcas manifestaram-se contra "casamento" homossexual

Dezenas de autarcas e outras autoridades reuniram-se hoje, em Paris, para denunciar o projecto de lei sobre o "casamento" homossexual, na véspera de uma grande manifestação de apoiantes do "casamento para todos".

Os manifestantes, do grupo "Autarcas pela Infância", estiveram reunidos na praça de Trocaderó, sob uma bandeira azul, branca e vermelha, que trazia a inscrição "Liberdade, igualdade e fraternidade para as crianças também", presenciou o jornalista da agência noticiosa francesa AFP.

 Os autarcas vieram de várias regiões de França e pediram "solenemente ao Presidente da República para retirar o projecto de lei sobre o casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo", que será debatido a 29 de Janeiro no Parlamento francês.

Centenas deles, com lenços tricolores, apelaram a "todos os funcionários públicos unirem-se aos franceses no dia 13 de Junho a Paris (data de uma outra manifestação organizada pelo movimento contra o casamento homossexual) para manifestarem-se pelo compromisso com o "casamento" entre um homem e uma mulher e lembrar que uma criança precisa de pai e mãe". 

Brigitte Kuster, da UMP (União Por um Movimento Popular, de direita) e responsável do 17º distrito de Paris, denunciou "o debate retraído" sobre o tema e pediu "a revogação do texto que se apresenta".
 
"Tocamos na fundação da sociedade, cujo acto fundador é o casamento. Que duas pessoas do mesmo sexo queiram unir-se, é normal, mas o casamento tem o propósito de criar uma família e vemos um problema nisso (no "casamento" homossexual) ", disse Brigitte Kuster.

O grupo "Autarcas para a Infância" reúne cerca de 17 mil autarcas e adjuntos de vários partidos.
O encontro de hoje aconteceu na véspera de uma "manifestação pela igualdade", que acontecerá na tarde de Domingo, em Paris, e que está a ser chamada de "Inter-LGTB".

Fonte





sábado, 1 de dezembro de 2012

Totalmente "inesperado"



As palavras "noivo" e "noiva" - para além das palavras "marido" e "esposa" - estão em vias de se tornarem palavras arcaicas visto que o Estado de Washington (EUA) se prepara para remover os termos dos documentos matrimoniais e dos documentos de divórcio.

Tim Church, porta-voz Health Department de Washington, disse à Fox News que provavelmente iriam remover essas palavras em favor de termos genéricamente neutros. Ele disse ainda que a mudança é necessária como forma de responder à lei da "casamento" homossexual que entra em efeito no dia 6 de Dezembro.
Temos agido rapidamente, e em antecipação, como forma de alterar o nosso certificado de casamento  de modo a que o mesmo se ajuste a qualquer pessoa que o vá usar.
As palavras "noivo" e "noiva" podem vir a ser trocadas por "cônjuge A" e "cônjuge B", ou "Pessoa A" e "Pessoa B", afirmou Church.

(...)

Peter Sprigg, da "Family Research Council", disse que não é surpreendente o facto da terminologia do casamento natural estar em vias de ser censurada no estado de Washington
É um tipo de indicador simbólico do quão radical é a legalização do "casamento" homossexual. Simbolicamente, eles estão a colocar de lado todo o conceito de noivo e noiva, marido e mulher - pelo menos aos olhos da lei.
Sprigg sugeriu que os casais [1 homem + 1 mulher] desafiassem os novos termos simplesmente riscando a nova linguagem e acrescentando a antiga.
Pergunto-me se o estado aceitaria isso. . . . . Se não, então isso sugere que este movimento tem como propósito ser ainda mais totalitário.
"Não me digas!"


* * * * * * *
Oiçamos agora as pessoas que religiosamente afirmaram que a aprovação "casamento" homossexual "não afectará o resto da sociedade":



Incontactáveis, como sempre.

Perguntas inocentes: uma vez que em termos legais vão deixar de existir os termos "marido" e "mulher", em caso de divórcio, os filhos ficam com quem, se legalmente não há nem marido nem mulher, nem pai nem mãe? Pior ainda, em caso de pensão alimentícia, quem paga a quem?

Aparentemente o "casamento" homossexual vai ser uma boa forma dos homens se esquivarem a pagar seja ao que for à "Pessoa B" (ou será "A" ?








sábado, 10 de novembro de 2012

Socialistas franceses batem em retirada

Quando Francois Hollande e os socialistas franceses atingiram o poder em Maio deste ano, a aprovação do "casamento" homossexual, bem como a aprovação de outras medidas anti-vida e anti-família, pareciam inevitáveis. No entanto, e passados que estão alguns meses, Hollande e os seus aliados encontram-se na defensiva depois dos seus planos terem sido recebidos com uma oposição forte. Essa resistência é liderada por André Vingt-Trois, Arcebispo e Cardeal de Paris.

Vingt-Trois, tal como os líderes Protestantes, Judeus e Muçulmanos, expressaram de forma assertiva a sua oposição a estas medidas, e receberam o apoio de políticos conservadores e activistas pró-vida que organizaram um protesto de alerta no dia 23 de Outubro. Outros protestos de dimensão ainda maior estão agendados para os dias 17 e 18 desde mês.

O resultado consequente foi uma alteração significativa na opinião pública, cujas sondagens haviam revelado de modo consistente um apoio ao "casamento" homossexual e ao aborto. Segundo sondagens recentes levadas a cabo pela IFOP, comissionadas pela revista Le Figaro, a oposição à adopção homossexual aumentou 10% em apenas um mês, resultando numa maioria de 52% contra. Numa aparente resposta ao clamor, os socialistas adiaram o debate em torno da proposta de lei para o próximo ano.

O Cardeal Vingt-Trois está a apelar às pessoas que entrem em contacto com os seus representantes e façam saber a sua oposição ao que os socialistas classificam de "casamento para todos." Recentemente Vingt-Trois disse ao seguinte à imprensa: 

Uma visão do ser humano que não reconheça diferenças sexuais seria uma decepção que abalaria os fundamentos da nossa sociedade e estabelecer formas de discriminação contra as crianças.

Denunciando "a pressão ostensiva de certos lobbies", Vingt-Trois acrescentou:
Isto não seria 'casamento para todos' mas sim casamento imposto a todos por parte duns poucos. Continuamos a apelar aos Cristãos e a todos que partilham da nossa perspectiva, que entrem em contacto com os seus representantes, escrevendo-lhes cartas, levando a cabo encontros e expressando-lhes as suas convicções.
 
A oposição de Vingt-Trois e ecoada por Claude Baty, líder da Federação Protestante de França e que afirma que "na criação, existe uma vontade de distinguir os sexos", e pelo Rabino Chefe de França, Giles Bernheim, que avisa que os activistas homossexuais buscam formas de "derrubar de forma definitiva" as diferenças sexuais.

A revolta tem também sido conduzida por vários mayors em jurisdições mais suburbanas e rurais, que declararam abertamente que não realizarão "casamentos" homossexuais, mesmo que a proposta de lei seja aprovada. Entre estes, o mais proeminente é Francois Lebel, mayor do 8º "Arrondisement" de Paris, que de modo destemido confrontou as sensibilidades liberais em Outubro último:

Amanhã, como é que alguém se oporá à poligamia em França, um princípio que só é tabu na civilização Ocidental? Porque é que a idade legal dos conjugues será mantida? E porquê proibir casamentos dentro da família, a pedofilia, e o incesto, que ainda são prácticas comuns no mundo?

O bispo de Toulon-Fréjus, Dominique Rey, afirma que já recolheu 100,000 assinaturas contra o "casamento" homossexual e já declarou as suas intenções de participar num protesto organizado pela Life Alliance, uma organização pró-vida e pró-família, que vai decorrer no próximo dia 17.

No dia seguinte, os activistas Católicos da "Civitas Institute", que a imprensa francesa classifica de "homofóbica" por esta denunciar o comportamento, também se manifestará contra a proposta de lei. O seu secretário geral , Alain Escada, afirma que indivíduos de 40 localizações diferentes serão trzidos para o evento.

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