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quarta-feira, 6 de março de 2013

Exército turco quer expulsar militares gays

RIO - O Exército turco quer aprovar uma regra contra militares gays, informou o diário turco "Hurriyet". Segundo a imprensa local, a nova medida transforma a homossexualidade em uma grave ofensa dentro do regulamento disciplinar das Forças Armadas turcas. A infração, considerada um "crime" e definida como "intimidade não natural" no projecto de emenda, deverá ser punida com a expulsão do Exército.

Várias organizações de defesa aos direitos dos homossexuais no país criticaram a mudança, considerada uma violação dos direitos humanos. Activistas dizem, no entanto, que a práctica já está em vigor há muito tempo, apesar de não estar redigida nos regulamentos militares.

- Quando se trata de serviço militar obrigatório, um homossexual é considerado doente e é liberado de servir. O Exército define o homossexualismo como uma desordem psicológica e sexual - disse Ali Erol, integrante da comunidade LGBT de Ancara, ao jornal "Hurriyet".

Segundo Erol, a Corte Europeia de Direitos Humanos já condenou muitas vezes o governo turco por práticas preconceituosas, e, se a regra for aprovada, o país deve ser alvo de novos processos.

- A orientação sexual de uma pessoa não pode ser considerada nem tratada como um crime, qualquer prática neste sentido é considerada discriminação - explica Erol.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A gaystapo lisboeta está a atrair o ódio da cidade contra os homossexuais

Em resposta à recusa do Metro de Lisboa (ML) em ter múpis da rede social gay Manhunt, um grupo intitulado Exército de Dumbledore afixou, esta terça-feira, 150 cartazes nas carruagens do metro.

A acção é apresentada como um acto de "Phobic-Hunt" ("caça à fobia"). O lema é "um Activismozinho por dia... não sabe o bem que lhe fazia".

Entretanto, de acordo com a página do Facebook do grupo, os cartazes já foram retirados de todas as carruagens.

Foram afixados vários modelos. Destacamos alguns. Um mostra uma imagem de dois homens a beijarem-se, seguido da frase, a negrito, "Há susceptibilidades que DEVEM ser feridas", uma clara resposta ao argumento dado pelo ML.

Noutro, a mesma fotografia surge acima de um instantâneo do beijo, inventado pela Benetton, entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.

A mensagem: "Se a imagem de cima te choca mais do que a imagem de baixo, talvez devas pensar a tua noção de imoralidade."

Num terceiro foi feito um visto em "Dignx de respeito". Todos terminavam com a mesma vontade expressa: "Se respeitas, respeita esta acção :)"

Fonte

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Não deixa de ser tremendamente irónico que grupos que apelam à "tolerância" e ao "respeito" sejam tão intolerantes em relação a diferenças de opinião. É isto que todos os homossexuais pensam ou é só a minoria que está politicamente envolvida?

É que se os homossexuais lisboetas deixam que esta minoria fale por si, toda a cidade pode ser levada a pensar que todos os homossexuais de Lisboa são intolerantes como este grupo.

Os activistas sodomitas aparentemente não entendem que nem todo o ser humano acha o seu comportamento sexual "normal", "saudável" e muito menos ao mesmo nível da heterossexualidade.

Mas a questão aqui nem é uma de juízo de valor em relação a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo, mas sim com a liberdade de expressão.

Será que os activistas homossexuais lisboetas não se apercebem que há uma clara contradição entre pedir exigir "tolerância" ao mesmo tempo que se persegue quem não concorda com a sua visão do que é sexualmente "normal"?

Ou será que já nem temos o direito de discordar com a sodomia? Será que já estamos na fase em que temos que celebrar comportamentos sexuais com os quais não concordemos?

"O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"

Peter Tatchell, activista homossexual inglês


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