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sábado, 28 de setembro de 2013

Manuel Luís Goucha vai processar estado português

O programa 5 para a Meia-Noite, ainda quando era exibido na RTP2, elegeu Manuel Luís Goucha como «a melhor apresentadora de 2009». O apresentador do Você na TV! não gostou da brincadeira e acusa agora o tribunal de ter sido discriminatório aquando da decisão de não pronúncia dos arguidos: Carlos Moura, coordenador do formato, Filomena Cautela, apresentadora da emissão, e RTP2, canal onde se deu a polémica. O caso está na Europa e poderá sair cara aos portugueses.

Manuel Luís Goucha não gostou que a decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa falasse em «atitudes», «formas de expressar», «roupas coloridas próprias do universo feminino» e apresentou recurso no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. A instância europeia aceitou o caso em Outubro de 2012 e agora o apresentador da TVI aguarda a sentença. Manuel Luís Goucha explica que «recorreu porque não ficou contente com a decisão do tribunal», mas remete todas as explicações para o advogado, João Milagre. 

Este, à Notícias TV, adianta que no despacho, que não dá provimento à acusação de difamação e injúrias agravadas, o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa escreve que «o assistente [no caso Manuel Luís Goucha] é uma figura pública e, como tal, tem de estar habituado a que os humoristas captem uma ou outra característica da sua maneira de ser para fazer humor.». 

«Sendo que todos lhe reconhecem características comportamentais que refletem atitudes atribuídas ao sexo feminino, tal como a sua forma de expressar, as roupas coloridas próprias do universo feminino, tendo sempre vivido num mundo de mulheres, veja-se os programas que sempre apresentou na TV», lê-se ainda no documento. 

O advogado do apresentador esclarece à referida revista que «O assistente assumiu há algum tempo a sua homossexualidade, orientação sexual que em momento algum foi criticada pelos arguidos.».

Fonte

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A gaystapo lisboeta está a atrair o ódio da cidade contra os homossexuais

Em resposta à recusa do Metro de Lisboa (ML) em ter múpis da rede social gay Manhunt, um grupo intitulado Exército de Dumbledore afixou, esta terça-feira, 150 cartazes nas carruagens do metro.

A acção é apresentada como um acto de "Phobic-Hunt" ("caça à fobia"). O lema é "um Activismozinho por dia... não sabe o bem que lhe fazia".

Entretanto, de acordo com a página do Facebook do grupo, os cartazes já foram retirados de todas as carruagens.

Foram afixados vários modelos. Destacamos alguns. Um mostra uma imagem de dois homens a beijarem-se, seguido da frase, a negrito, "Há susceptibilidades que DEVEM ser feridas", uma clara resposta ao argumento dado pelo ML.

Noutro, a mesma fotografia surge acima de um instantâneo do beijo, inventado pela Benetton, entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.

A mensagem: "Se a imagem de cima te choca mais do que a imagem de baixo, talvez devas pensar a tua noção de imoralidade."

Num terceiro foi feito um visto em "Dignx de respeito". Todos terminavam com a mesma vontade expressa: "Se respeitas, respeita esta acção :)"

Fonte

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Não deixa de ser tremendamente irónico que grupos que apelam à "tolerância" e ao "respeito" sejam tão intolerantes em relação a diferenças de opinião. É isto que todos os homossexuais pensam ou é só a minoria que está politicamente envolvida?

É que se os homossexuais lisboetas deixam que esta minoria fale por si, toda a cidade pode ser levada a pensar que todos os homossexuais de Lisboa são intolerantes como este grupo.

Os activistas sodomitas aparentemente não entendem que nem todo o ser humano acha o seu comportamento sexual "normal", "saudável" e muito menos ao mesmo nível da heterossexualidade.

Mas a questão aqui nem é uma de juízo de valor em relação a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo, mas sim com a liberdade de expressão.

Será que os activistas homossexuais lisboetas não se apercebem que há uma clara contradição entre pedir exigir "tolerância" ao mesmo tempo que se persegue quem não concorda com a sua visão do que é sexualmente "normal"?

Ou será que já nem temos o direito de discordar com a sodomia? Será que já estamos na fase em que temos que celebrar comportamentos sexuais com os quais não concordemos?

"O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"

Peter Tatchell, activista homossexual inglês


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Meios de comunicação ao serviço dos activistas homossexuais

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação apressam-se a dar um "empurrão" aos activistas homossexuais. O Público, o Diário de Notícias, o P3 e o Expresso são apenas alguns que reportam o caso da nega que os activistas homossexuais receberam à sua "publicidade".

Diga-se de passagem que fomentar um beijo público como forma de rejeitar as acusações de promiscuidade talvez não seja boa ideia.

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Este tipo de notícias demonstram de forma bem gráfica como os activistas homossexuais possuem ligações ao mais alto nível.

Não há qualquer tipo de padrão jornalístico que obrigue vários órgãos de informação a repetir este mantra como se o Metro de Lisboa tivesse impedido um membro dum grupo étnico o acesso às suas instalações.

A utilidade deste evento é puramente cultural e ideológica; os homossexuais são tão livres para seguir a sua sexualidade agora, como o eram antes do Metro recusar a "publicidade" da "Manhunt". (Só o nome "Manhunt" é repulsivo o suficiente)

Não é "homofobia" não querer exibir de modo gráfico a natureza dos "relacionamentos" homossexuais. As pessoas fazem o que elas bem entenderem com o seu próprio dinheiro. Se eles acham que exibir este tipo de imagens (cenas de intimidade homossexual) de alguma forma chocaria os seus clientes (a sua fonte de subsistência), então eles têm o direito de recusar este tipo de "publicidade".

Que eu saiba, ninguém é obrigado a publicitar "serviços" com os quais não está de acordo. Mas talvez os activistas homossexuais se guiem por um sistema legal distinto do sistema legal que vincula o resto da cidade de Lisboa.

A intolerância da gaystapo portuguesa

Um grupo de cidadãos deverá reunir-se hoje à tarde na estação de metro da Baixa-Chiado, Lisboa, para trocar beijos para "repudiar" o que consideram ser uma "discriminação" da transportadora para com uma rede social de encontros para homossexuais.

O responsável pela rede social ManHunt em Portugal, Iúri Vilar, disse à Agência Lusa que o Metro de Lisboa recusou uma campanha da empresa, justificando que "os temas de teor sexual não estão autorizados nas redes" de múpis (espaços publicitários).

A ManHunt apresentou um primeiro cartaz, que seria afixado em 15 'mupis' em seis estações de metro, nos quais eram visíveis dois homens em tronco nu e quase a beijar-se.

Acto "discriminatório e homofóbico"

Depois de este cartaz ter sido rejeitado, "sem justificação", apontou Iúri Vilar, foi apresentado um segundo, também não aceite, em que os dois modelos vestem polos e estão abraçados.

Para Iúri Vilar, este ato do Metro foi "discriminatório e homofóbico", uma vez que "existem múpis com campanhas ousadas e altamente carregadas de teor sexual", como as das marcas de roupa interior.

O representante da rede considerou que estas imagens mostram também "pessoas em trajes íntimos e com as partes sexuais bem definidas e explícitas, capazes de ser vistas a olho nu através da pouca roupa que é utilizada".

Beijos, abraços ou mãos dadas.

Perante esta situação, que tem sido abordada nas redes sociais, um grupo no Facebook está a convocar um 'flash mob' (mobilização espontânea) para que "todos os que são contra discriminações, independentemente da sua orientação sexual", se concentrem na estação da Baixa-Chiado, junto às bilheteiras, para se beijarem.

O 'Flash mob beijoqueira' quer "repudiar" aquilo que consideram ser uma "discriminação do Metro" em relação à orientação sexual da ManHunt.

A ideia é que as pessoas se beijem, abracem ou dêem as mãos entre as 19h00 e as 20h00 naquela estação ou mesmo em "qualquer linha ou paragem do metro".

Contactado pela Lusa, fonte oficial do Metro de Lisboa afirmou que a empresa "não autorizou a campanha no âmbito de uma orientação genérica vigente na empresa de não aceitar publicidade que não se coadune com a imagem de um serviço público, que se dirige a uma multiplicidade de clientes, com sensibilidades várias, sendo passível de ferir susceptibilidades, independentemente da orientação sexual do respectivo público-alvo".

A mesma fonte disse que "esta análise é feita em função da imagem e da mensagem, tendo sempre em conta o que se pretende publicitar e não a quem se dirige".

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Ficamos a saber, portanto, que não querer publicitar a homossexualidade é "homofobia".

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Metro de Lisboa não aceita publicidade da "manhunt". Lobby gay furioso

O Metro de Lisboa recusou uma publicidade da rede social Manhunt, que agrega cerca de 60 mil utilizadores portugueses homossexuais, por considerar que podia «ferir susceptibilidades», conforme avança o «P3».

Nas imagens que chegaram a ser aprovadas pela Multimedia Outdoors Portugal, a empresa que gere a publicidade no metro, pode ver-se dois homens semi-nus a simularem um beijo e dois homens vestidos e abraçados.

Nada de chocante nisto, obviamente. Faz parte da cultura portuguesa entrar num metro e ver homens semi-nus aos beijos. Não se entende como a gaystapo lusitana levou uma resposta negativa aos seus planos.

«A primeira ainda acredito que teria sido chocante para a maioria dos utilizadores do metro, mas como podem alegar que há um teor sexual explícito na segunda? Quando olhamos, por exemplo, para a publicidade de lingerie feminina, só falta as meninas terem a alma de fora...», aponta Iúri Vilar, responsável em Portugal pela Manhunt, em declarações ao tvi24.pt.

Alguém deveria informar o Iuri Vilar que a publicidade da lingerie feminina está lá para vender uma peça de roupa e não promover/normalizar um comportamento sexual. Vender uma peça de roupa não é a mesma coisa que promover a sodomia.

Acusando a Metro de Lisboa de «discriminação ao mais alto nível», Iúri Vilar garante que os advogados da Manhunt estão a avaliar a hipótese de «avançar com um processo judicial».

"Discriminação de alto nível" não querer chocar os seus clientes? O Iuri defende que a promoção da homossexualidade está acima da própria subsistência da empresa?

Ainda há um lobby em Portugal. As empresas não de importam de vender sexo, mas só se for heterossexual.
Exactamente. Como a maior parte da população nacional não quer ter nada a ver como a sodomia, faz sentido que as agências se foquem na normal atracção sexual entre os homens e as mulheres.

E é curioso este Iuri dizer que "há um lobby em Portugal" quando toda a gente sabe que ele mesmo faz parte dum lobby. Fazer parte dum lobby, que eu saiba, não é crime portanto não se entende a acusação.

O objectivo da Manhunt era colocar 15 cartazes MUPI (Mobiliário Urbano Para Informação) «na zona gay» de Lisboa, entre as estações da Baixa, do Bairro Alto e do Saldanha.
Lisboa tem "zona gay" ?!! Desde quando?
Os transportes públicos foram uma solução que encontrámos a um bom preço. Era a primeira vez que tentávamos massificar a nossa publicidade e lá fora, nos EUA e no Brasil, por exemplo, nunca tivemos qualquer tipo de problema.
Se nunca tiveram esse tipo de problemas nesses sítios, mantenham-se onde nunca tiveram problemas.

Após a «nega» do Metro de Lisboa, a rede social gay tem recebido, no entanto, outras propostas. «O metro fechou-nos as portas, mas vão abrir-se janelas. Há empresas interessadas em aproveitar a boleia do mediatismo», concluiu.

A Manhunt existe há cerca de dez anos nos EUA e tem seis milhões de utilizadores a nível mundial. O seu principal objectivo é possibilitar o contacto entre homens gays, mas também desenvolve outras actividades, como informações sobre HIV ou ofertas de preservativos.

Fonte

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Transsexual preso esconde 700 euros no ânus

Bem me parecia que o euro já cheirava mal.
Um transsexual brasileiro escondeu 700 euros, na casa de banho da esquadra onde estava detido, em Lisboa, enfiando o maço de notas no ânus, para acusar a polícia de roubo.

Uma radiografia, no hospital, denunciou o homem de 30 anos, que ficou detido até evacuar todas as notas, de 20 euros, o que aconteceu só no dia seguinte.

O insólito caso ocorreu na terça-feira, em Lisboa. O transsexual, de peruca loira na cabeça, ameaçou várias pessoas com uma faca, na rua Morais Soares. A PSP acorreu ao local, e pelas 14h50 deteve e revistou o brasileiro, que tinha consigo um maço de notas e uma mala.

Os artigos foram postos à sua frente, numa mesa na esquadra, enquanto os agentes elaboravam o expediente relativo à situação. O transsexual aproveitou a confusão para ocultar 700 euros. Depois, o detido pediu para ir à casa de banho e, no compartimento, inseriu o maço de notas no ânus. A seguir acusou os agentes que procederam à detenção de lhe terem roubado o dinheiro.

Os polícias, desconfiados, levaram-no ao hospital, onde uma radiografia confirmou que o homem tinha as notas no intestino. O homem foi presente a tribunal, que marcou leitura de sentença para dia 19.

......

Maneira curiosa de tapar o buraco financeiro do país.

sábado, 18 de junho de 2011

A parada homossexual lisboeta

Mais um artigo jornalístico que a volta falar na mitológica "igualdade", e, tendo isso como pano de fundo, exige tratamento igual entre a heterossexualidade e a homossexualidade.
A Marcha do Orgulho Gay regressa hoje às ruas de Lisboa em defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gay, bissexuais e transgénero (LGBT), sendo que, este ano, pretende também alertar para as questões da parentalidade.
Os sodomitas e as lésbicas já tem os mesmos direitos que os heterossexuais. Chama-se a isso "direitos humanos". Agora, as prácticas sexuais que cada grupo decide levar a cabo não são fonte de "direitos".
O objectivo da marcha, que vai na 12.ª edição, é “dar mais passos na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e identidade de género.
Não, não é. Alguns dos objectivos das paradas homossexuais são

1. Dessensibilizar a maioria em relação às auto-destrutivas prácticas homossexuais;
2. Exibição de força em relação aos adeptos da normal sexualidade humana.

Sobre a parentalidade, o responsável referiu que as famílias LGBT são uma realidade
Tal como a pedofilia é uma realidade. O facto de algo ser real não o torna moralmente (ou socialmente, ou clinicamente) aceitável.

A questão não é se existem homossexuais que conseguiram trazer crianças para a sua confusão sexual, mas sim se isso alguma vez deveria ocorrer. Os "relacionamentos" homossexuais são em média de curta duração, portanto convém perguntar a sabedoria de se deixarem crianças inocentes no meio de duas pessoas sexualmente desviadas (e a prazo).

Mas mesmo que fossem de duração eterna, o problema não é só que são (em média) de curta duração, mas sim que isso é uma violência contra as crianças. Qualquer profissional não alinhado com o marxismo cultural dirá que a criança tem maiores probabilidade de ter um crescimento mental saudável se tiver um pai e uma mãe, do que se tiver dois "pais" ou duas "mães", ou se só tiver um pai ou só uma mãe.

O conceito da homossexualidade como comportamento capaz de gerar um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança está errado. Quem defende o contrário não está a pensar no bem estar das crianças mas sim em formas de promover uma determinada ideologia política ou agenda sexual (ou ambas).

e que as crianças que estão no seio dessas famílias “exigem exactamente a mesma protecção que é dada às demais”
As crianças que foram infelizmente engolidas para o seio dessas uniões não "exigem" nada. Quem exige isso são os sodomitas e as lésbicas que lançaram mãos sobre elas.
O presidente da ILGA Portugal disse também que a Marcha do Orgulho Gay é feita para “celebrar” a igualdade, a liberdade e a solidariedade
Só faltou a "fraternidade" para termos um dos slogans da violenta e anti-Católica revolução francesa.

Mas pondo isso de lado, porque é que a homossexualidade deveria ter os mesmos direitos que a heterossexualidade? A última é uma necessidade básica do homem tendo em vista a sua continuidade e preservação, mas a primeira é um gosto/vício sexual auto-destrutivo. Porque é que deveríamos tratar ambas como equivalentes se elas evidentemente não o são?

Todo o argumento em favor da "igualdade" assente numa crença falsa, nomeadamente, que a heterossexualidade e a homossexualidade deveriam ter os mesmos direitos. Isto é falso e enganador.

A iniciativa é aberta a todas as pessoas que “se revêem naqueles valores, valores que são comuns a todos e que é fundamental promover”
Para já, os "valores" que o lobby sodomita visa inventar não são "comuns a todos". Eis aqui alguns dos "valores" defendidos pelo sodomitas.

Segundo, não é "fundamental" defender os "valores" que os activistas homossexuais visam defender. Aliás, há homossexuais que não vêem valor nenhum nestas paradas (para além de serem uma provocação):

Será que sou a única lésbica que desaprova o "gay pride"? Parece-me que sim e acho que isso poderia causar problemas na minha já-de-si trémula relação com a minha namorada - e já estou com ela há 3 anos.

Acho isso tão desnecessário e provocativo. Porque é que nós não aceitamos a forma como somos e tentamos viver a nossa vida o melhor que podemos sem irritar a maioria das pessoas?

Será que temos que provar alguma coisa com o "gay pride"? Pois, eu não.

Como esta lésbica temos também o homossexual Justin Raymondo que consegue vêr que os activistas homossexuais estão a agir de modo destrutivo.
[U]m movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das instituições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predilecção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante.

Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

Esperar aprovação ou sanção oficial para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

Conclusão:

As marchas e paradas gay não tem nada a ver com o combate ao preconceito ou à mitológica igualdade. As paradas são só demonstrações de força que visam intimidar quem ainda defenda que o homem foi feito para a mulher, e a mulher para o homem.

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