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sábado, 11 de fevereiro de 2012

A gaystapo lisboeta está a atrair o ódio da cidade contra os homossexuais

Em resposta à recusa do Metro de Lisboa (ML) em ter múpis da rede social gay Manhunt, um grupo intitulado Exército de Dumbledore afixou, esta terça-feira, 150 cartazes nas carruagens do metro.

A acção é apresentada como um acto de "Phobic-Hunt" ("caça à fobia"). O lema é "um Activismozinho por dia... não sabe o bem que lhe fazia".

Entretanto, de acordo com a página do Facebook do grupo, os cartazes já foram retirados de todas as carruagens.

Foram afixados vários modelos. Destacamos alguns. Um mostra uma imagem de dois homens a beijarem-se, seguido da frase, a negrito, "Há susceptibilidades que DEVEM ser feridas", uma clara resposta ao argumento dado pelo ML.

Noutro, a mesma fotografia surge acima de um instantâneo do beijo, inventado pela Benetton, entre Angela Merkel e Nicolas Sarkozy.

A mensagem: "Se a imagem de cima te choca mais do que a imagem de baixo, talvez devas pensar a tua noção de imoralidade."

Num terceiro foi feito um visto em "Dignx de respeito". Todos terminavam com a mesma vontade expressa: "Se respeitas, respeita esta acção :)"

Fonte

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Não deixa de ser tremendamente irónico que grupos que apelam à "tolerância" e ao "respeito" sejam tão intolerantes em relação a diferenças de opinião. É isto que todos os homossexuais pensam ou é só a minoria que está politicamente envolvida?

É que se os homossexuais lisboetas deixam que esta minoria fale por si, toda a cidade pode ser levada a pensar que todos os homossexuais de Lisboa são intolerantes como este grupo.

Os activistas sodomitas aparentemente não entendem que nem todo o ser humano acha o seu comportamento sexual "normal", "saudável" e muito menos ao mesmo nível da heterossexualidade.

Mas a questão aqui nem é uma de juízo de valor em relação a um comportamento sexual clinicamente auto-destrutivo, mas sim com a liberdade de expressão.

Será que os activistas homossexuais lisboetas não se apercebem que há uma clara contradição entre pedir exigir "tolerância" ao mesmo tempo que se persegue quem não concorda com a sua visão do que é sexualmente "normal"?

Ou será que já nem temos o direito de discordar com a sodomia? Será que já estamos na fase em que temos que celebrar comportamentos sexuais com os quais não concordemos?

"O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos que lidar com opiniões censuráveis e ofensivas. Do mesmo modo que as pessoas tem o direito de criticar a religião, as pessoas de fé têm que ter o direito de criticar a homossexualidade"

Peter Tatchell, activista homossexual inglês


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Meios de comunicação ao serviço dos activistas homossexuais

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação apressam-se a dar um "empurrão" aos activistas homossexuais. O Público, o Diário de Notícias, o P3 e o Expresso são apenas alguns que reportam o caso da nega que os activistas homossexuais receberam à sua "publicidade".

Diga-se de passagem que fomentar um beijo público como forma de rejeitar as acusações de promiscuidade talvez não seja boa ideia.

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Este tipo de notícias demonstram de forma bem gráfica como os activistas homossexuais possuem ligações ao mais alto nível.

Não há qualquer tipo de padrão jornalístico que obrigue vários órgãos de informação a repetir este mantra como se o Metro de Lisboa tivesse impedido um membro dum grupo étnico o acesso às suas instalações.

A utilidade deste evento é puramente cultural e ideológica; os homossexuais são tão livres para seguir a sua sexualidade agora, como o eram antes do Metro recusar a "publicidade" da "Manhunt". (Só o nome "Manhunt" é repulsivo o suficiente)

Não é "homofobia" não querer exibir de modo gráfico a natureza dos "relacionamentos" homossexuais. As pessoas fazem o que elas bem entenderem com o seu próprio dinheiro. Se eles acham que exibir este tipo de imagens (cenas de intimidade homossexual) de alguma forma chocaria os seus clientes (a sua fonte de subsistência), então eles têm o direito de recusar este tipo de "publicidade".

Que eu saiba, ninguém é obrigado a publicitar "serviços" com os quais não está de acordo. Mas talvez os activistas homossexuais se guiem por um sistema legal distinto do sistema legal que vincula o resto da cidade de Lisboa.

A intolerância da gaystapo portuguesa

Um grupo de cidadãos deverá reunir-se hoje à tarde na estação de metro da Baixa-Chiado, Lisboa, para trocar beijos para "repudiar" o que consideram ser uma "discriminação" da transportadora para com uma rede social de encontros para homossexuais.

O responsável pela rede social ManHunt em Portugal, Iúri Vilar, disse à Agência Lusa que o Metro de Lisboa recusou uma campanha da empresa, justificando que "os temas de teor sexual não estão autorizados nas redes" de múpis (espaços publicitários).

A ManHunt apresentou um primeiro cartaz, que seria afixado em 15 'mupis' em seis estações de metro, nos quais eram visíveis dois homens em tronco nu e quase a beijar-se.

Acto "discriminatório e homofóbico"

Depois de este cartaz ter sido rejeitado, "sem justificação", apontou Iúri Vilar, foi apresentado um segundo, também não aceite, em que os dois modelos vestem polos e estão abraçados.

Para Iúri Vilar, este ato do Metro foi "discriminatório e homofóbico", uma vez que "existem múpis com campanhas ousadas e altamente carregadas de teor sexual", como as das marcas de roupa interior.

O representante da rede considerou que estas imagens mostram também "pessoas em trajes íntimos e com as partes sexuais bem definidas e explícitas, capazes de ser vistas a olho nu através da pouca roupa que é utilizada".

Beijos, abraços ou mãos dadas.

Perante esta situação, que tem sido abordada nas redes sociais, um grupo no Facebook está a convocar um 'flash mob' (mobilização espontânea) para que "todos os que são contra discriminações, independentemente da sua orientação sexual", se concentrem na estação da Baixa-Chiado, junto às bilheteiras, para se beijarem.

O 'Flash mob beijoqueira' quer "repudiar" aquilo que consideram ser uma "discriminação do Metro" em relação à orientação sexual da ManHunt.

A ideia é que as pessoas se beijem, abracem ou dêem as mãos entre as 19h00 e as 20h00 naquela estação ou mesmo em "qualquer linha ou paragem do metro".

Contactado pela Lusa, fonte oficial do Metro de Lisboa afirmou que a empresa "não autorizou a campanha no âmbito de uma orientação genérica vigente na empresa de não aceitar publicidade que não se coadune com a imagem de um serviço público, que se dirige a uma multiplicidade de clientes, com sensibilidades várias, sendo passível de ferir susceptibilidades, independentemente da orientação sexual do respectivo público-alvo".

A mesma fonte disse que "esta análise é feita em função da imagem e da mensagem, tendo sempre em conta o que se pretende publicitar e não a quem se dirige".

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Ficamos a saber, portanto, que não querer publicitar a homossexualidade é "homofobia".

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Metro de Lisboa não aceita publicidade da "manhunt". Lobby gay furioso

O Metro de Lisboa recusou uma publicidade da rede social Manhunt, que agrega cerca de 60 mil utilizadores portugueses homossexuais, por considerar que podia «ferir susceptibilidades», conforme avança o «P3».

Nas imagens que chegaram a ser aprovadas pela Multimedia Outdoors Portugal, a empresa que gere a publicidade no metro, pode ver-se dois homens semi-nus a simularem um beijo e dois homens vestidos e abraçados.

Nada de chocante nisto, obviamente. Faz parte da cultura portuguesa entrar num metro e ver homens semi-nus aos beijos. Não se entende como a gaystapo lusitana levou uma resposta negativa aos seus planos.

«A primeira ainda acredito que teria sido chocante para a maioria dos utilizadores do metro, mas como podem alegar que há um teor sexual explícito na segunda? Quando olhamos, por exemplo, para a publicidade de lingerie feminina, só falta as meninas terem a alma de fora...», aponta Iúri Vilar, responsável em Portugal pela Manhunt, em declarações ao tvi24.pt.

Alguém deveria informar o Iuri Vilar que a publicidade da lingerie feminina está lá para vender uma peça de roupa e não promover/normalizar um comportamento sexual. Vender uma peça de roupa não é a mesma coisa que promover a sodomia.

Acusando a Metro de Lisboa de «discriminação ao mais alto nível», Iúri Vilar garante que os advogados da Manhunt estão a avaliar a hipótese de «avançar com um processo judicial».

"Discriminação de alto nível" não querer chocar os seus clientes? O Iuri defende que a promoção da homossexualidade está acima da própria subsistência da empresa?

Ainda há um lobby em Portugal. As empresas não de importam de vender sexo, mas só se for heterossexual.
Exactamente. Como a maior parte da população nacional não quer ter nada a ver como a sodomia, faz sentido que as agências se foquem na normal atracção sexual entre os homens e as mulheres.

E é curioso este Iuri dizer que "há um lobby em Portugal" quando toda a gente sabe que ele mesmo faz parte dum lobby. Fazer parte dum lobby, que eu saiba, não é crime portanto não se entende a acusação.

O objectivo da Manhunt era colocar 15 cartazes MUPI (Mobiliário Urbano Para Informação) «na zona gay» de Lisboa, entre as estações da Baixa, do Bairro Alto e do Saldanha.
Lisboa tem "zona gay" ?!! Desde quando?
Os transportes públicos foram uma solução que encontrámos a um bom preço. Era a primeira vez que tentávamos massificar a nossa publicidade e lá fora, nos EUA e no Brasil, por exemplo, nunca tivemos qualquer tipo de problema.
Se nunca tiveram esse tipo de problemas nesses sítios, mantenham-se onde nunca tiveram problemas.

Após a «nega» do Metro de Lisboa, a rede social gay tem recebido, no entanto, outras propostas. «O metro fechou-nos as portas, mas vão abrir-se janelas. Há empresas interessadas em aproveitar a boleia do mediatismo», concluiu.

A Manhunt existe há cerca de dez anos nos EUA e tem seis milhões de utilizadores a nível mundial. O seu principal objectivo é possibilitar o contacto entre homens gays, mas também desenvolve outras actividades, como informações sobre HIV ou ofertas de preservativos.

Fonte

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