quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Mais ataques à liberdade religiosa
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O presente de Natal
sábado, 4 de agosto de 2012
Pastelaria que se recusou a preparar bolo homossexual floresce
A situação desenvolveu-se no dia 19 de Julho quando dois homossexuais entraram na sua loja e afirmaram que se iriam "casar" em Massachusetts e como tal, queriam encomendar um bolo para a sua recepção no Colorado. Quando Phillips se recusou, um dos homossexuais, Dave Mullins (28 anos), alegadamente disse "Vai-te f***r, tu e a tua loja homofóbica" e fez um gesto obsceno ao dono da loja antes de sair.
Segundo o Huffington Post, foi iniciada uma petição online em apoio da dupla homossexual e a mesma "atraiu mais de 400 assinaturas". Ao mesmo tempo, a página do Facebook "Boycott Masterpiece Bakeshop, conta actualmente com 200 membros."
Phillips disse que a publicidade aumentou o negócio, e alguns clientes dirigem-se à sua loja PRECISAMENTE por ele se firmar na sua defesa do casamento natural. Phillips disse ainda que não é "homofóbico" (isto é, não tem um medo irracional de homossexuais) e que não se recusa a servir a pessoas com base na sua orientação sexual. No entanto, diz Phillips, ele tem que estabelecer limites no que toca o "casamento" homossexual.
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Tal como Phillips, toda a civilização tem que estabelecer limites quando se trata de instituições fundamentais para a sobrevivência da sociedade. Note-se que Phillips não rejeitou os homossexuais mas sim o propósito para o qual o bolo seria feito - isto é, celebração dum evento que contradiz as suas convicções religiosas. Se os mesmos dois homossexuais pedissem um bolo para celebrar o aniversário dum deles, Phillips não teria problemas em confeccioná-lo.
Rejeitar os comportamentos não significa rejeitar a pessoa. Se há pessoas que são a favor da sodomia, muitas outras há que são contra. O que se passa é que os que são a favor querem criminalizar aqueles que são contra só porque eles são contra. Isto é uma ditadura do pensamento, e como tal não só a mesma não deve ter lugar algum no discurso adulto, como quem a defende deve ser exposto como um totalitário intolerante, falsamente em favor da "liberdade" e "tolerância".
Muitas vezes a virtude é recompensa suficiente, mas outras vezes é apenas parte da recompensa. Nunca é bom receber ameaças de morte, mas há sempre um preço a pagar quando se está do lado da verdade. Os activistas fizeram a sua escolha. É a vez dos Cristãos fazerem a sua. Jack Phillips já fez a dele.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Estúdio de fotografia Cristão considerado "culpado" de "discriminação" por não querer fotografar eventos homossexuais
Um estúdio de fotografia Cristão foi determinado como culpado de discriminação por se ter recusado a fotografar uma cerimónia homossexual. A decisão contra a Elane Photography manteve a decisão dum tribunal inferior que considerou o estúdio um local de acomodação pública, semelhante a um restaurante ou loja.O caso remota a 2008 quando a "New Mexico Human Rights Commission" decidiu que o caso violava os direitos humanos das intervenientes uma vez que discriminava contra Vanessa Willock devido à sua "orientação" sexual. A Elane Photography Studio respondeu afirmando que a decisão simplesmente reflectia as crenças morais e religiosas do proprietário.

Jordan Lorence do grupo legal Cristão Alliance Defense Fund (ADF) afirmou:
Os Cristãos, tal como todos os outros, não podem ser penalizados apenas e só por agirem de acordo com as suas crenças. O governo não pode forçar as pessoas a escolher entre a sua fé e a sua sobrevivência. Será que o governo forçaria um videofotógrafo vegetariano a criar um comercial para um novo talho local?A ADF, que representa o estúdio, planeia recorrer da última decisão legal.
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Isto é o que acontece quando as preferências sexuais duma pessoa são colocadas ao mesmo nível da cor da pele ou o sexo dum indivíduo. De repente, não querer tomar parte em eventos homossexuais é "discriminação", e as leis que foram criadas como forma de "impedir a discriminação" são elas mesmas usadas como arma de discriminação contra as pessoas que não querem celebrar o homossexualismo.
Outra coisa que convém ressalvar é que o estúdio não tinha problemas nenhuns com as pessoas envolvidas mas sim com as práticas associadas ao evento. Se as mesmas lésbicas viessem ao mesmo estúdio e requisitassem os seus serviços de fotografia para um evento social não relacionado com o homossexualismo (baptismos, etc), elas veriam o seu pedido satisfeito. Isto demonstra que não houve discriminação de pessoas mas sim de um comportamento.
Pode-se supor que estas leis estão a ir demasiado longe no seu propósito, mas a verdade dos factos é que elas foram feitas precisamente para limitar a liberdade de quem não se alinha com o politicamente correcto (marxismo cultural). O Cristianismo, sendo o maior inimigo do esquerdismo, vai, assim, ser vítima de ataques discriminatórios por parte de pessoas que usam as leis contra a "discriminação" como forma de avançar a sua agenda sexual e política.
sábado, 3 de março de 2012
Juíza lésbica recusa-se a casar heterossexuais
Juíza lésbica do Texas afirmou recentemente que não irá realizar cerimónias de casamento para heterossexuais até que o Estado permita que os homossexuais se possam "casar" entre si.Tonya Parker afirmou aos Democratas do grupo homossexual Stonewall que para ela, realizar cerimónias de casamento era um "oxímoro" visto que ela não pode igualmente casar-se.
Obviamente que esta juíza é ignorante. Não há impedimento nenhum para que os homossexuais se casem no Texas; basta que eles se casem de acordo com a definição de casamento que lá existe. Tal como dito anteriormente, o casamento não discrimina pessoas mas comportamentos. Se um homossexual e uma lésbica se apresentarem no Texas para se casarem um com o outro, eles serão casados de forma normal.
Não são os homossexuais como as pessoas que são discriminados; é a homossexualidade como comportamento que é discriminado (tal como o é o bestialismo e todas os outros desvios sexuais).
A juíza disse que quando um casal se apresenta no seu tribunal, ela direcciona-os para outro juiz mas não antes de "lhes dar uma lição em torno da igualdade no casamento".
Urge perguntar: Qual "igualdade no casamento"? Desde quando é que homossexualismo é igual à heterossexualidade? A juíza não quer "igualdade no casamento" mas sim "igualdade nos comportamentos sexuais".
O que ela está a fazer é usar um posição estatal para avançar com uma ideologia politica e sexual que visa colocar o homossexualismo ao mesmo nível da heterossexualidade. É para isto que lhe pagam? Para fazer activismo político?
A igualdade entre as pessoas já existe; no Texas, qualquer pessoa se pode casar com alguém do sexo oposto - mesmo que seja homossexual. A "igualdade" entre os comportamentos sexuais não existe e nem nunca vai existir uma vez que o homossexualismo não é igual à heterossexualidade.
Outra coisa que convém notar é que o lobby homossexual está a aplaudir uma decisão que eles mesmos condenam quando a mesma é levada a cabo por pessoas que não aceitam a agenda homossexual. Se uma lésbica se pode recusar a pactuar com comportamentos com os quais ela não concorda, então os Cristãos também podem-se recusar a tomar parte em situações que contradigam as suas convicções religiosas.
Esperamos ansiosamente que os activistas homossexuais se contorçam de forma ilógica ao tentarem explicar o porquê se ser correcto uma lésbica se recusar a oficializar cerimónias heterossexuais mas já não ser correcto uma Cristã se recusar a a prestar apoio psicológico a um homem homossexual que tem problemas com o parceiro sexual.
Normalmente eu digo-lhes algo deste género:O grupo homossexual "Stonewall Democrats of Dallas" emitiu uma declaração em apoio à juíza, alegando que o estado do Texas estava a negar "1,138 direitos" de parelhas homossexuais ao não lhes permitir que se "casem" entre si. O mesmo grupo aplaudiu a decisão da juíza por esta supostamente tratar todas as pessoas "de forma igual e sem qualquer viés.""Desculpem-me mas eu não levo a cabo cerimónias num estado onde não há igualdade matrimonial.
[Que é mentira. Existe "igualdade matrimonial" no Texas visto que todas as pessoas se podem casar. Basta seguir a definição de casamento que lá existe].
Até que tal igualdade exista, não vou aplicar a lei de forma parcial para um grupo de pessoas quando a mesma lei não se aplica a outro grupo de pessoas".
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Sem dúvida que a forma como o grupo homossexual enquadra a questão - como se fosse um assunto de direitos que estão a ser negados - é um dos motivos do sucesso dos activistas da esquerda política. Isto é importante levar em conta porque o sucesso de muitas iniciativas da esquerda militante deve-se mesmo na forma como eles constroem debates que lhes são preciosos.
Por exemplo, na questão do aborto, a esquerda militante fala nos "direitos reprodutivos" que são "negados às mulheres" quando elas não podem esquartejar, decapitar, desmembrar, sugar com máquinas e atirar para o caixote de lixo o bebé que carregam no ventre.
Mas este enquadramento está errado porque a questão não é se a mulher tem "direitos reprodutivos" sobre a vida alheia mas sim se é moralmente correcto um ser humano decidir tirar a vida a um ser humano inocente.
O mesmo ocorre na agenda dos activistas homossexuais; eles formulam o debate em torno da "igualdade no casamento" mas isto está errado. No casamento, todas as pessoas são iguais. Um homem pode-se casar com qualquer mulher em idade legalmente permitida (quer ambos sejam homossexuais ou não).
Como dito em cima, o que os activistas homossexuais querem não é igualdade no casamento mas sim igualdade nas prácticas sexuais.
Mas isto é ilógico visto que um homem a inserir o seu apêndice reprodutor no ânus de outro homem não está a levar a cabo um acto sexual igual ao acto sexual que ocorre entre um homem e uma mulher e de onde se gera nova vida humana.
Antes da gaystapo exigir "igualdade" entre o homossexualismo e a heterossexualidade, primeiro têm que demonstrar de que forma é que uma é igual à outra. O que eles não podem fazer de maneira nenhuma é exigir tratamento igual entre prácticas sexuais que são manifestamente díspares.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Leis em favor da "igualdade" atacam a liberdade religiosa
Após esta análise, ele identificou uma tendência em torno da limitação das liberdades religiosas em favor de outras prioridades sociais tais como a não-descriminação.
O caso de Lillian Ladele – arquivista Cristã que foi disciplinada pelo Concílio de Islington devido às suas objecções às uniões civis - é especificamente ressalvado no seu novo livro com o nome de ‘Equality, Freedom and Religion’ ("Igualdade, Liberdade e Religião").
O professor Trigg afirmou:
Há um caso perante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em torno duma arquivista de Islington que, devido às suas crenças religiosas, se recusou a levar a cabo cerimónias em torno das uniões civis.Este é apenas um dos muitos casos onde a liberdade dos Cristãos é posta em causa devido à noções de "igualdade" entre prácticas que não são iguais.Este caso seria facilmente resolvido entregando estas cerimónias a colegas seus que não tivessem problemas com as uniões civis, mas a necessidade de respeitar o direito à igualdade sobrepôs-se à liberdade nas convicções religiosas.
Um Cristão que se recuse a participar em cerimónias homossexuais não está a levar a cabo um acto igual à rejeição em tomar parte de eventos de cariz sexualmente normal devido ao facto da homossexualidade não ser igual à heterossexualidade. Quem acha que sim tem que fornecer algum tipo de evidência em favor dessa tese.
O professor Trigg acrescenta:
Tem-se observado ultimamente uma clara tendência nos tribunais europeus e norte-americanos de se dar prioridade a igualdade e a não-descriminação acima da religião [=Cristianismo], colocando a liberdade religiosa em perigo.Aparentemente o professor Trigg não sabe que o propósito das leis da igualdade é mesmo o de retirar liberdades aos Cristãos e a todos os grupos que se alinham com o conservadorismo Cristão.
Nenhum Estado pode ser uma democracia funcional a menos permita que os seus cidadãos manifestem as suas crenças em torno do que é mais importante na vida. Lanço um apelo para que estes direitos sejam balanceados.Sinceramente, não concordo com a opinião do professor Trigg neste ponto. Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, os direitos em torno da liberdade de expressão e de consciência estão ACIMA dos sentimentos subjectivos de quem quer ver a sua sexualidade afirmada socialmente através das instituições sociais.
Ou seja, não há necessidade de "balanceamento" entre direitos humanos e gostos sexuais. Os direitos humanos estão acima das preferências sexuais em toda a linha. Qualquer Estado que tenha problemas em ver isto já está a caminho de levar a cabo uma perseguição ideológica.
Isto já foi anunciado por um líder dum grupo europeu, Dr Gudrun Kugler , quando este disse que os Cristãos "caminham para uma perseguição sem sangue" às mãos dos secularistas. O que este líder não sabe é que todas as perseguições com sangue começam com perseguições sem sangue.
Primeiro é preciso des-humanizar o alvo para mais tarde não se sentir remorso na sua eliminação física. Foi assim com os judeus, é assim que é feito com os bebés em gestação, e é assim que vai ser feito com os Cristãos.
A questão agora é saber quanto tempo mais até ao início da perseguição física visto que a ideológica já cá está.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
"Casamento" homossexual é ataque organizado à liberdade de expressão
Estabelecida em 2003 pelo defensor dos direitos civis Evan Wolfson e com sede em New York, este grupo usa o slogan "Todos Nós Merecemos Ter a Liberdade Para Casar". Esta forma de promulgação tem sido tão eficaz que até a antiga Primeira-Dama Laura Bush deu apoio ao "direito" dos homossexuais em "casar" (Larry King Show in May 2010).
Mas aqueles que lutam em favor do "casamento" homossexual como forma de alargar a esfera da liberdade americana estão a revelar os seus propósitos de um modo erróneo e enganador.
O seu verdadeiro propósito veio a lume durante a controvérsia pública gerada pelas declarações da Rainha Sofia de Espanha aquando da invenção do "direito" dos homossexuais em "casar":
Se aquelas pessoas querem viver juntas, vestirem-se de "noivo" e "noiva", elas são livres de o fazer. Mas isso não deveria ser chamado de casamento porque não é.
Sobejamente reportado pelos média. o furor em torno destes comentários forçou os representantes da Rainha a emitir um comunicado, alegando que as declarações publicadas "não estão exactamente de acordo com as opiniões expressas por Sua Majestade a Rainha", bem como a emitir um pedido de desculpas pelo "mau-estar e comoção" gerados pelos seus comentários.A pressão que originou esta semi-retractação - e este pedido de desculpas - levou a que um comentador informativo se questionasse se a Rainha ainda tinha "o direito . . . de expressar a sua opinião tal como todos os outros cidadãos."
O comentador teve um vislumbre do propósito fundamental daqueles que promovem o "casamento" homossexual: o mesmo não é dar aos homossexuais novas liberdades de modo a que estes possam participar em cerimónias que eles chamam de "casamento", mas sim negar liberdades públicas a quem quer que lance críticas a tais cerimónias, ou críticas aos comportamentos que tais cerimónias visam legitimar.
A mordaça que os activistas homossexuais tentaram (com sucesso) colocar na monarca espanhola é apenas o princípio. Os activistas homossexuais neste país desejam ardentemente colocar, inicialmente, milhares e posteriormente, milhões de mordaças nas bocas de todos aqueles com quem estão em desacordo em relação à natureza do comportamento homossexual.
Ao contrário da maioria conservadora, os activistas homossexuais entendem muito bem que a instalação da engenharia social com o nome de "casamento" homossexual irá conferir-lhes poder imenso no seu esforço de silenciar os oponentes ideológicos e políticos.
Neste ambiente, as tentativas de se legalizar o "casamento" homossexual não giram em torno das liberdades dos homossexuais: actualmente, eles são livres para declarar em todos os estados da União que são "casados". Eles podem alegar o que bem quiserem sobre as suas "uniões"; eles podem afirmar que elas são uma afirmação de vida e que são emancipatórias; eles podem até afirmar que as suas parcerias são superiores às uniões sexuais naturais tradicionalmente qualificadas como casamento.
Em quase todos os estados, os americanos são livres para rejeitar tais alegações e expressar as suas opiniões de modo tão assertivo como o fez a a Ranha Sofia - antes de serem intimados pelos activistas homossexuais e pelos comentadores mediáticos esgrimindo a lei espanhola em favor do "casamento" homossexual como um cacete ideológico.
Os activistas homossexuais podem muito bem anunciar que eles estavam a avançar com a causa da liberdade quando se opuseram às leis anti-sodomia, mesmo que a maioria dos americanos considerasse a "liberdade" avançada como algo moralmente e clinicamente problemático.
No entanto, quando os mesmos activistas alegam que eles apenas continuam a avançar com a causa da liberdade ao proporem leis que conferem às uniões homossexuais o estatuto de "casamento", os seus argumentos rapidamente perdem a plausibilidade. Isto é assim uma vez que aqueles que querem encapsular a noção de "casamento" homossexual na lei não estão primeiramente a tentar avançar com a liberdade dos homossexuais, mas sim a lutar de modo a diminuir a liberdade daqueles que negam que a união entre homossexuais é - ou pode vir a ser - um casamento legítimo.
O objectivo daqueles que tentam instalar a novidade do "casamento" homossexual na lei é, na verdade, o de qualificar de foragidos todos aqueles que questionam a substância moral desta nova construção social e dos comportamentos sexuais que legitima.
Os americanos podem supor que a sua suposta liberdade para criticar a homossexualidade está garantida depois da decisão do Supremo Tribunal no caso Snyder v. Phelps, onde ficou demonstrado que os oponentes podem expressar legalmente o seu ponto de vista durante protestos funerários. Mas a liberdade que o tribunal manteve é marginal. É a liberdade para levar a cabo espectáculos auto-degradantes durante os funerais - algo que só grupos radicais fazem.
A mais importante, e agora em grande perigo, é o tipo de liberdade que a Rainha Sofia brevemente tentou exercer em público, resistindo à noção do "casamento" homossexual e ao comportamento que ele representa.
Esta é a liberdade pública que os indivíduos assumem ter quando comunicam a sua opinião em relação ao "casamento" homossexual. É esta liberdade que os activistas homossexuais esperam fazer desaparecer através da instalação do "casamento" homossexual.
O encapsulamento desta radicalmente nova construção na lei, não irá aumentar tanto assim as liberdades dos homossexuais, mas sim diminuir a esfera da liberdade - no trabalho, nas câmaras legislativas, nas salas de aulas, nos órgãos de informação, nos clubes estudantis - de todos aqueles que consideram o comportamento homossexual algo deficiente.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Dinamarca deve aprovar abominação homossexual nas igrejas
O governo anunciou nesta Quarta-Feira que irá apresentar em Fevereiro uma proposta para alterar as leis de matrimónio no país. Em 1989, a Dinamarca tornou-se o primeiro país a permitir uniões civis gays.
Desde 1997 que os homossexuais se podem "casar" no religioso por meio de bênçãos dadas ao final de missas comuns.
O Ministério de Assuntos Religiosos da Dinamarca diz que a mudança deve igualar o país à Islândia e à Suécia, que já permitem a realização de cerimónias para os homossexuais.
No entanto, o clero do país manterá o direito de se recusar a realizar uniões de casais do mesmo sexo sem ser punido por isso.
O filme é sempre o mesmo.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Militantes homossexuais atacam pastelaria Cristã
Activistas homossexuais iniciaram um boicote a uma pastelaria do Iowa por esta se ter recusado a pactuar com o comportamento lésbico ao negar a confecção dum bolo para um "casamento" lésbico.
A dona da pastelaria, Vctoria Childress, apelou às suas convicções Cristãs quando recusou a encomenda. Como consequência desse acto de liberdade de expressão e consciência, os militantes homossexuais locais acusaram-na de ser "anti-gay". (Na imaginário dos activistas homossexuais, ser "anti-gay" é um insulto grave, aparentemente.) Para além disso, a máfia homossexual acusou-a de ser "homofóbica" (seja lá o que isso for) e "intolerante".
Curioso que a gaystapo acuse uma mulher de ser intolerante por não pactuar com a homossexualidade, quando na verdade os únicos intolerantes neste incidente são os activistas homossexuais.
Um blogue português defende que "qualquer dia é obrigatório" [ser/pactuar com a homossexualidade]; eu iria mais longe e diria que já é obrigatório.
Segundo os activistas homossexuais (não confundir os activistas homossexuais com os homossexuais que vivem a sua sexualidade em privado, sem tentar impingi-la à sociedade), todos os comportamentos que visem criticar ou limitar a expressão da homossexualidade são dignas de censura.
Pior, se uma pessoa buscar ajuda profissional para abandonar a homossexualidade, os activistas homossexuais defendem que a pessoa que oferecer tal ajuda deve ser perseguida e ver a sua carteira profissional removida.
Ou seja, segundo a gaystapo, se tu nasces homossexual tens que morrer homossexual - quer tu queiras quer não.
Voltando a história da pastelaria, a senhora Victoria disse:
Eu fui bastante honesta com elas e disse-lhes que eu era uma Crista e tinha convicções muito fortes. Decidi ser honesta em relação ao assunto. Elas disseram que gostaram da honestidade foram-se embora.Mas isto não foi o fim da história. Aparentemente as lésbicas Trina Vodraska e Janelle Sievers entraram em contacto com a gaystapo local uma vez que a senhora Victoria começou a receber email cheios de ódio. Como se não fosse insulto suficiente, os órgãos de informação locais entraram em contacto com ela.Isto resume a nossa troca de palavras.
Portanto, estas lésbicas não só revelaram intolerância como foram hipócritas para com a senhora Victoria

sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Ditadura europeia: “Não queremos populações que iniciem oposição ao ‘casamento’ homossexual”

A notícia é antiga, mas o assunto é relevante. Segundo informa o blog Talpa Bruxelliensis (8/9/2010), duas intervenções de Viviane Reding (foto acima), vice-presidente da Comissão Europeia e Comissária para Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, no plenário do Parlamento Europeu, representam uma séria ameaça para as famílias europeias e a instituição do matrimonio tradicional.
Viviane Reding defendeu, naquela sessão consagrada ao debate sobre o "casamento" homossexual e a sua respectiva legislação diversificada nos países membros da União Europeia, que "se você vive em uma parceria ou 'casamento' homossexual legalmente reconhecida em um país A, você tem o direito - e que é um direito fundamental, diz ela - de aproveitar esta situação e a de seu parceiro no país B... Se não, isso é uma violação das leis da União Europeia".
Sobre o "casamento" homossexual, Reding ressaltou que “a maneira de olhar o tema não é o mesmo em toda a Europa" e que "para alguns Estados-Membros esta é uma questão política e social muito delicada".
Por isso Reding sugere um avanço "com cautela". "Nós temos, continua ela, que fazer, passo a passo, com que os Estados-Membros resistentes aceitem as regras gerais, porque o que não queremos é ter populações que iniciem oposições ao ‘casamento’ entre homossexuais e ao reconhecimento dos seus direitos".
"Então temos que avançar passo a passo" e "levar os Estados-Membros a aceitar as regras," insistiu Viviane Reding, destacando que isso vai acontecer "agora e não em cinco ou dez anos". Mas a comissária reconhece que uma lei aceita pelos políticos necessariamente não significa uma aceitação da opinião pública de seus países e diz que não sabe se haverá uma "mudança de mentalidade nos diferentes Estados-Membros".
Viviane Reding lança ainda uma ameaça. Se não houver entendimento legislativo entre os países para favorecer o “casamento” homossexual, então, “medidas mais duras devem ser aplicadas".
sábado, 24 de setembro de 2011
Aluno suspenso por falar contra o vício da homossexualidade
Um estudante secundário foi punido pela sua escola por afirmar que acredita que "ser homossexual está errado". Dakota Ary, de 14 anos, disse que a sua declaração fazia parte duma discussão que ele levava a cabo com um colega durante as aulas de Alemão.
Acho que [o professor] ouviu-me. Ele começou logo a gritar. Disse-me que escreveria uma carta de infracção e enviar-me para o escritório.Holly Pope, a mãe do Ary, disse que nem queria acreditar no castigo.
O meu filho está no quadro de honra devido às suas notas altas. Não tenho problemas nenhuns com ele.A mãe não ficou satisfeita quando o director escolar reduziu a suspensão escolar de 2 para 1 dia. Quando se encontrou com o dito director - trazendo consigo um advogado - exigiu garantias de não-retaliação devido ao evento. Ela pede também que o castigo seja removido dos registos do filho.
O advogado Matt Krause afirmou:
Os estudantes não perdem os seus direitos relativos à 1ª Emenda [Liberdade de Expressão] quando entram numa escola.Embora sejam comuns em países como o Canadá e o Reino Unido, castigos a pessoas que se oponham à destrutiva agenda homossexual estão em crescimento nas escolas e universidades americanas.
Um professor de Biologia venceu um acordo legal onde lhe foi dada uma soma no valor de $100,000. Isto chegou a este ponto porque ele respondeu a uma pergunta dum estudante em torno de pesquisas que mostram como o comportamento homossexual pode ser influenciado pela genética e pelo ambiente onde a pessoa cresce (família, etc).
[Segundo os activistas da gaystapo, os homossexuais "já nascem assim". Como tal dizer que o ambiente onde crescem pode influenciar a sua orientação sexual é algo do desagrado da gaystapo"]
Na universidade de Illinois os dirigentes despediram um professor de Teologia (Católico) por este ter afirmado que, segundo a fé Católica, a homossexualidade é contra a Lei Moral. Após milhares de pessoas terem protestado durante dias, o Prof. Kenneth Howell foi readmitido .
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Activistas homossexuais canadianos perseguem grupos de apoio a ex-homossexuais
Se mais dúvidas houvessem do totalitarismo dos activistas homossexuais (não confundir com os demais homossexuais que vivem a sua vida sem se importarem com o activismo), esta notícia da LifeSiteNews confirma essa posição.O partido canadiano "New Democrat Party" (NDP) aprovou uma resolução que apela ao governo que remova o estatuto de instituição de caridade aos grupos [maioritariamente Cristãos] que oferecem suporte a todos aqueles e aquelas que voluntariamente buscam formas de superar a atracção homossexual.
Matthew McLaughlin, mentor da resolução e membro da LGBT local, pediu urgência ao governo em remover o estatuto da Exodus Global Alliance ao mesmo tempo que apelou que se "investigassem" as outras organizações ex-gay:
As organizações ex-gay . . . . aproveitam-se das pessoas LGB, muitas delas provenientes de famílias vulneráveis ou imersas em depressão e ódio a si mesmos.Evidências para esta posição? Dados estatísticos? Qual foi a organização ex-gay que se aproveitou dos LGB? O Matthew não diz, mas temos que acreditar que existem porque ele diz que existem.
[Estas organizações ex-gay] defendem que os LGB nunca vivem vidas felizes, que eles são pouco saudáveis e incompletos, que eles nunca experimentam o amor e que a única esperança está nos seus grupos.Portanto, dizer "tu não vives uma vida feliz" é crime suficiente para que essa instituição de ajuda social veja o seu estatuto de organização de caridade removido. Se isto é assim, então talvez este gayzista esteja a preparar o caminho para a futura criminalização de todo o Cristianismo, uma vez que os Cristãos alegam que quem vive no pecado nunca é genuinamente feliz.
Mas nós sabemos que a gaystapo nunca iria usar o Estado para atacar os direitos humanos dos Cristão, certo?
Randall Garrison, responsável pelos assuntos "queer" do NDP, afirmou que:
Tais grupos forçam as pessoas a acreditar que os gays, lésbicas e bissexuais estão doentes e levam vidas tristes e solitárias, e que a única esperança é eles passarem a ser heterossexuais.
Pensar que os outros levam vidas solitárias e tristes, e oferecer (sem forçar) ajuda a quem VOLUNTARIAMENTE queira deixar de ser LGB não é motivo suficiente para se remover estatuto de instituição de caridade.
A gaystapo não tem o direito nenhum de censurar instituições que se disponibilizam a assistir a quem combata atracções não desejadas. Se eles defendem que sim - que eles tem o direito de impedir que pessoas recebem ajuda psicológica - então eles é que precisam de ser investigados pela polícia.
Este tipo de "medidas" discriminatórias contra os ministérios ex-gay já foram adoptadas na Nova Zelândia, onde o governo retirou o estatuto de associação de caridade à Exodus Global Alliance em Agosto último.
O ministério Exodus, dedicado a comunicar uma mensagem de "liberdade da homossexualidade", teve estatuto de instituição de caridade na Nova Zelândia durante mais de 10 anos, mas a Comissão de Caridade do governo decidiu que o grupo não habilitado a esse estatuto porque as suas actividades não oferecem "qualquer tipo de benefício público".
Mostrando mais uma vez como a ciência está a ser pervertida e usada para o avanço do esquerdismo, o governo citou o facto da American Psychological Association (APA) ter removido a homossexualidade da sua lista de desordens mentais em 1973, e ter, mais tarde, oferecido oposição à terapia de reorientação alegando que ela pode ser "prejudicial" para os homossexuais.
No entanto, de acordo com aqueles que defendem as instituições que ajudam os homossexuais a sair dessa vida, a "pesquisa" que levou a APA a desqualificar a homossexualidade como uma desordem foi largamente baseada nas pesquisas do pedófilo homossexual Alfred Kinsey e no trabalho de Evelyn Hooker.
A Dr. Judith Reisman revelou que, embora o pedófilo Kinsey tenha apresentado o trabalho como indicativos da população no seu todo, as pesquisas de Kinsey - que mostravam uma larga percentagem de homossexuais na população geral - centraram-se em larga escala nos presidiários e frequentadores de bares homossexuais.
Adicionalmente, embora a pesquisa de Hooker tenha mostrado não haver maior presença de comportamento patológico entre os homossexuais quando comparados com os heterossexuais, foi revelado que os homossexuais que tomaram parte da sua investigação haviam sido escolhidos pela Mattachine Society, um grupo activista homossexual. Não é difícil imaginar estes a escolherem os homossexuais que melhor servissem a agenda e a excluir aqueles que fizessem o reverso.
Afinal, quando está em jogo a hegemonia cultural, os activistas esquerdistas não tem problemas em inventar mentiras.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Família Católica vítima de perseguição por parte da gaystapo
A Wildflower Inn pertence a uma "família Católica devota e praticante que acredita na santidade do casamento entre um homem e uma mulher", segundo diz a sua página no Facebook.
Nós nunca recusamos jantares ou estadia a alguém por ser gays ou lésbicas.A ACLU diz que a "Vermont Human Rights Law" proíbe os edifícios de acomodação públicos - hotéis ou pousadas inclusivé - de descriminar com base na orientação sexual, e este é o ponto fulcral do processo legal:
Este caso centra-se apenas e só na descriminação. Quando uma companhia aberta ao público se recusa a servir pessoas apenas e só porque elas são um casal do mesmo sexo, isto não é diferente de restaurantes a não servirem pessoas por serem negras, ou empresas a não permitirem a admissão de mulheres ou Judeus. Isto é descriminação e é ilegal.Claro que isto é pura mentira. O próprio facebook da família Católica diz claramente que "nunca recusamos jantares ou estadia a alguém por serem gays ou lésbicas". Que parte de "nunca" é que a ACLU não entende?
Segundo, o que está em causa não é o que as pessoas são mas sim o que elas querem fazer - ou seja, a família Católica é contra UM COMPORTAMENTO e não contra AS PESSOAS.
A ACLU (e todas as organizações esquerdistas) podem gritar o mais alto que puderem, mas isso não vai alterar os factos: ser contra um comportamento não é o mesmo que ser contra um negro por ser negro ou contra um Judeu por ser Judeu. Descriminar condutas e comportamentos não implica negar direitos humanos à pessoa que os pratica.
Toda a sociedade é baseada na descriminação de condutas: quem fuma não pode entrar em certos sítios a fumar. Mas se apagar o cigarro, já pode entrar. O seu comportamento foi descriminado mas mal ele abandonou o comportamento, a sua pessoa foi tratada com os mesmos direitos que o resto da sociedade.
O mesmo se passa com esta pousada: as lésbicas podem ficar na pousada o tempo que quiserem e com os mesmos direitos que o resto dos ocupantes. Mas se elas se determinam a levar a cabo UM COMPORTAMENTO MORAL que não está de acordo com a filosofia de vida dos donos, elas não o podem fazer. Os donos têm todo o direito de censurar comportamentos com os quais eles não concordem, mas a ACLU, como esquerdistas que são, não podem aceitar que haja pessoas que não concordem com a homossexualidade.

sexta-feira, 13 de maio de 2011
Vaticano perante a ONU: Opinar contra homossexualidade está dentro da liberdade de expressão
sábado, 19 de março de 2011
A Ingaysição pode redundar em violência anti-gay

Existem centenas de estudos científicos com Pier Review que demonstram a existência de uma ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Basta fazermos uma busca pela Internet para termos acesso a alguns desses estudos, mas a verdade é que eles são cada vez mais difíceis de encontrar devido a um policiamento ideológico dos motores de busca. Por exemplo, um estudo científico com Pier Review da autoria do Dr. Kurt Freund foi publicado salvo erro em 1984, e demonstrou o seguinte:
- — 80% das vítimas de pedofilia são crianças do sexo masculino abusadas sexualmente por adultos do sexo masculino;
- — Embora a maioria dos homossexuais masculinos não sejam pedófilos, 35% dos pedófilos são homossexuais, e tendo em conta que só 2% dos adultos do sexo masculino são homossexuais.
Isto significa que num universo total dos homossexuais, 35% do total são pedófilos, e os gays constituem apenas 2% do total da população masculina. As contas são boas de fazer: ficou demonstrada uma clara ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Basta usar a aritmética.
Para além disso, existem dois factores que corroboram a forte ligação entre a homossexualidade e a pedofilia : O “Efeito do Irmão Mais Velho” (Older Brother Effect), a educação e o meio ambiente em que a criança se desenvolve e que inclui os abusos sexuais por ela sofridos na infância.

Recentemente, o governo “conservador” de David Cameron designou um médico com provas dadas de competência, de seu nome Hans-Christian Raabe, para conselheiro do programa do governo inglês para o combate às drogas. Menos de um mês depois da nomeação para esse cargo consultivo e não remunerado, o Dr. Hans-Christian Raabe foi demitido por ter citado o estudo supracitado do Dr. Kurt Freund, quando em 2005 colaborou em co-autoria em um parecer técnico sobre o problema da adopção de crianças por gays.
Reparem bem :
- em 2005 foi solicitado pelo governo inglês um parecer técnico em que participaram na sua feitura, entre outros, o Dr. Hans-Christian Raabe, parecer esse acerca da adopção de crianças por duplas de gays.
- Esse parecer técnico citou as conclusões do estudo científico em epígrafe da autoria do Dr. Kurt Freund “Paedophilia and heterosexuality vs homosexuality”, de 1984 — estudo esse que sofreu um Pier Review.
- Um deputado inglês gayzista e esquerdista, de seu nome Evan Harris, publica um artigo num blogue criticando a escolha do governo inglês.
- Quando a jornalista inglesa Melanie Phillips veio em defesa do Dr. Raabe, sofreu ameaças de morte.
- Dias depois do deputado Evan Harris ter escrito o seu artigo, o Dr. Hans-Christian Raabe foi demitido pelo governo “conservador” inglês.
- Não existe nenhuma relação lógica e ligação técnica entre um parecer de 2005 acerca da adopção de crianças por duplas de gays, e os pareceres técnicos acerca o uso de drogas. No caso de Dr. Hans-Christian Raabe (e de muitos outros), o politicamente correcto gayzista procedeu a um saneamento político puro e duro.
Perante os factos e os casos semelhantes a estes que se acumulam a cada dia que passa, e devido à total impotência da classe política em lidar com o fenómeno do gayzismo, é uma questão de tempo para que comecem a surgir casos de violência anti-gayzista, perpetrados por organizações da sociedade civil actuando clandestinamente, e apoiados logisticamente pelas populações.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Médico cristão é demitido de conselho consultivo de drogas devido a preocupações envolvendo a homossexualidade
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| Dr. Hans-Christian Raabe |
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Nikki Lauda Vítima de Intolerância do Lobby Homossexual
Ênfase adicionado.
"Lembra-se de Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1? Nem ele conseguiu escapar da fúria dos caçadores de homofóbicos, na Áustria! Segundo o jornal inglês The Guardian, o ex-piloto foi acusado de homofobia, recentemente, depois de ter criticado uma dança entre dois homens no quadro “Dança das Estrelas”, da TV austríaca ORF.Em entrevista ao diário local Österreich, Lauda disse que não gostaria de explicar a seu pequeno filho por que dois homens estavam dançando juntos no horário nobre.
“Há algumas boas tradições na nossa cultura. Uma delas é que homem não dança com homem. Em breve chegaremos ao estágio em que teremos que pedir desculpas publicamente por sermos heterossexuais”.
A declaração do ex-piloto enfureceu o grupo de direitos gays de Viena, que respondeu:
“Estamos realmente chocados e muito surpresos que o senhor Lauda tenha tanto preconceito contra os homossexuais para fazer esse ataque injustificado”.
Pessoas que têm coragem de opinar sobre a homossexualidade, como Niki Lauda, vêm sendo duramente atacadas por grupos gays, na atualidade. Para estes, uma simples opinião contrária à sua “diferente forma de amar” já denota crime de discriminação e preconceito de sexo, de orientação sexual e de identidade de gênero.No Brasil, tenho visto grupos de homossexuais e simpatizantes utilizarem o slogan: “Homofobia é crime”. Eles o empregam para influenciar a opinião pública, aproveitando-se também dos casos recentes de homossexuais que foram agredidos física e verbalmente por pessoas desequilibradas e maldosas. Mas não estariam certos grupos homossexuais, ao combaterem o que chamam de homofobia, respondendo de modo desproporcional às críticas e adotando um comportamento heterofóbico?
Há homossexuais que têm nojo dos heterossexuais e até os agridem verbalmente, sem nenhum constrangimento. Citei, no artigo anterior, a entrevista do astro Ricky Martin à revista Veja, na qual ele se descreve como superior aos seus semelhantes pelo fato de ser gay.
Já pensou se houvesse grupos heterossexuais que resolvessem exigir que Ricky Martin se retratasse publicamente? E, se os evangélicos, frequentemente taxados de homofóbicos, resolvessem lançar a campanha: “Heterofobia é crime”? Afinal, se existe a homofobia, também há a heterofobia — termo que identifica o ódio, a aversão ou a discriminação de uma pessoa contra heterossexuais e, consequentemente, contra a heterossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e insidiosas de preconceito.Talvez seja interessante as emissoras de TV, as rádios, os jornais e revistas católicos romanos e evangélicos, que primam pelos valores familiares esposados na Bíblia Sagrada, começarem a combater a heterofobia. Isso poderá evitar que esse comportamento hostil e reprovável contra os heterossexuais se propague ainda mais.Muitos evangélicos têm reclamado que a Rede Globo e outras emissoras defendem abertamente a homossexualidade, taxando os contrários a esse comportamento de homofóbicos. Entretanto, tais emissoras estão defendendo os ideais que consideram nobres. Se elas acham legítimo combater a homofobia (ou qualquer opinião contrária ao homossexualismo), é um direito que lhes assiste fazer isso.Por outro lado, por que a Rede Record — emissora pretensamente cristã ou comandada por líderes supostamente evangélicos — não produz novelas contrárias ao comportamento heterofóbico? Por que os programas evangélicos de TV e a imprensa cristã não lançam uma campanha contra a heterofobia?"
Fonte: [Blog do Ciro]
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Outra proprietária de Bed&Breakfast cristã é almejada por homossexuais e será levada aos tribunais
Michael Black, e o conselheiro liberal democrata John Morgan, estão alegando que foram discriminados sob a lei de discriminação sexual depois de serem afastados de um B&B em Cookham, Berkshire, em 19 de março de 2010. Eles lançaram uma acção judicial contra Susanne Wilkinson, proprietária cristã do B&B, para "garantir que as pessoas não possam quebrar a lei de discriminação sexual e se livrar dela".
O Sr. Black e o Sr. Morgan chegaram ao B&B em 19 de março de 2010. A Sra. Wilkinson convidou os homens antes de explicar com cortesia por que ela não poderia oferecer-lhe o quarto. Ela insistiu que não era homofóbica e teria oferecido dois quartos individuais, mas que a casa de hóspedes estava totalmente reservada. Seu marido Francis, um ex-trabalhador da City, explicou educadamente que era uma questão de viver por sua fé e que era contra a sua fé cristã permitir-lhes partilhar uma cama.
O grupo de direitos humanos Liberty confirmou que eles estão representando a dupla homossexual e disse que será anunciado nas próximas duas semanas quando e onde o processo judicial terá lugar. O Instituto Cristão (Christian Institute) está apoiando a Sra. Wilkinson.
Os Wilkinsons foram submetidos a telefonemas, mensagens de texto e e-mails abusivos desde que os fatos de sua história surgiram na mídia. O Sr. Wilkinson disse aos policiais: "Deve ter havido 900 e-mails, e eu diria que metade deles são realmente abusivos e ameaçadores".
Isto segue a experiência dos Bulls, que sofreram muitos telefonemas abusivos de homossexuais depois da decisão e, inclusive, tinha opiniões falsas e prejudiciais de seu B&B postados online. Eles podem ter que vender os seus B&B e mudar de residência.
O deputado Chris Grayling, do Partido Conservador, foi removido de seu cargo de Ministro do Interior depois de ter sido gravado dizendo que os proprietários do B&B devem ser autorizados a seguir a sua consciência e exercer sua fé cristã quando for lidar com esta questão.
O Sr. Grayling foi secretamente gravado fazendo os comentários em abril de 2010 em uma reunião do think-tank Centro de Estudos Políticos. Ele disse que os hotéis não podem discriminar contra homossexuais, mas aqueles indivíduos que dirigiam B&Bs eram uma questão diferente.
(...)
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