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sábado, 24 de outubro de 2015

Cristão acusado de "crime de ódio" por encomendar um bolo com mensagem Bíblica

Por Warner Todd Huston

As controvérsias em torno dos bolos continuam a ocorrer, mas desta vez em reverso visto que um pastor Cristão pediu a uma pastelaria "homossexual" que fizesse um bolo com uma mensagem Cristã, mas viu-lhe negado o serviço. Mas em vez da pastelaria ser alvo dum processo legal, parece que o pastor é que pode vir a enfrentar algum tipo de acção legal.

Há alguns dias atrás falamos dum pastor do Arizona chamado Joshua Feuerstein, que gere um popular canal do Youtube. Feuerstein avisou que os Cristãos estão a enfrentar um crescente ataque por parte do Estado, e eles deveriam ter atenção redobrada neste elevado clima anti-Cristão.

Feuerstein fez também um vídeo onde ele fez uma chamada à senhora Sharon Haller, dona da pastelaria com o nome de "Cut the Cake" em Longwood (Flórida) e pediu que ela fizesse um bolo que tivesse sobre ele a frase "Nós Não Apoiamos o Casamento Homossexual".

Ela recusou-se a fazer o bolo mas Feuerstein postou o vídeo da sua recusa no seu canal do YouTube. Mais tarde, Haller exigiu que Feuerstein apagasse o vídeo do canal, o que ele fez. Mas Haller voltou a colocar o vídeo online, e usou-o para atacar Feuerstein. Depois disto, a dona da loja entrou em contacto com o FBI e pediu que eles processam Feuerstein por "crime de ódio".

"Haller queixou-se de telefonemas "desagradáveis" e "gestos negativos". Ela disse que perdeu dinheiro e que estava a analisar as opções legais, salientando que telefonemas gravados são ilegais na Flórida. Segundo a Lifesite, Haller disse que ela havia entrado em contacto com o FBI tendo em vista um possível caso de crime de ódio.

"Tenho medo devido ao tipo de chamadas que temos recebido, e tenho medo que alguém me ataque em casa," disse Haller à News 13. Na internet, a pastelaria pediu ajuda: "Por favor, ajudem-nos a colocar um ponto final em pessoas como Joshua Feuerstein."

Vejamos então: os homossexuais podem causar a que os Cristãos sejam presos e causar a que as suas empresas sejam fechadas devido ao facto destes se recusarem a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Mas os homossexuais podem negar servir os Cristãos sem enfrentar qualquer tipo de consequência.

Torna-se cada vez mais óbvio que o único grupo que não está protegido pela lei, tal como ela é practicada hoje, são os Cristãos.

- http://goo.gl/3Yd2iz

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A existência de Cristãos oprime os homossexuais

Por Geoffrey Grider

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. Romanos 1:26,27

O Vice-Presidente Americano Joe Biden aifmrou hoje que os direitos das pessoas lgbt são violados pela "condenação religiosa". Ele está a referir-se directamente a versículos tais como aquele  que está postado no topo deste artigo.

Os esquerdistas progressistas estão bem cientes de que é Deus, através do Seu Espírito Santo que fala na Bíblia, Quem condena o homossexualismo nas suas variadas formas. Segundo Biden, os Cristãos que areditam na Bíblia e que aceitam o que a Bíblia diz, estão a violar os "direitos" dos lgbt ao confiar na Palavra de Deus. E é por isso que a pregação tradicional vai ser brevemente qualificada de "crime de ódio" visto que os esquerdistas não a aceitam.

Outra coisa a notar é que Biden classificou os direitos dos lgbt como mais importantes que os direitos dos Cristãos.

Eis aqui uma cópia das suas palavras:

O meu pai ensinou-me a simples noção de que todas as pessoas, e em todos os sítios, devem ser tratadas com dignidade e com respeito. Quando falamos nas pessoas lgbt, essa proposição simples tem sido dolorosamente difícil de atingir com o passar dos anos.

Mas na última década, graças à  surpreendente bravura das pessoas lgbt e daqueles que avançaram com a sua causa, os Estados Unidos tem feito um progresso espantoso rumo ao propósito final de igualdade na vida e perante a lei. O nosso progresso está incompleto mas o momento já mudou na direcção certa.

O progresso tem sido feito em muitos lugares por todo o mundo, mas em muitos sítios, a vida das lésbicas, dos gays, dos bissexuais e dos transgéneros tem ficado pior. Em muitos locais, os membros da comunidade lgbt enfrenta violência sem impunidade, mau tratamento por parte da policia, negação de tratamento médico, condenação religiosa e isolamento social.

A melhor forma de enfrentar este ódio é falar em favor dos direitos humanos universais. As vozes de apoio têm que ser ouvidas. Hoje e todos os dias, temos que continuar a defender os direitos das pessoas lgbt - quer seja nas cidades mais próximas como também nas povoações mais distantes. Não podemos descançar até que todas as pessoas recebem a dignidade, o respeito e o mesmo tratamento perante a lei que todas as pessoas merecem.

Em vez de "respeitarmos os direitos humanos universais", a Bíblia diz que o homossexualismo é uma abominação da qual as pessoas têm que se arrepender. É verdade que o Senhor Jesus Cristo foi para cruz como forma de redimir o homossexual, mas Ele não foi para a cruz como forma de preservar o homossexualismo, mas sim como forma de abolir o homossexualismo e todo o pecado.

O "casamento homossexual" não existe da mesma forma que um homem a casar com o seu cão não faz disso um "casamento". Dormir na tua garagem não faz de ti um carro. Não há um único exemplo na Bíblia de Deus a apoiar, em qualquer altura, qualquer coisa que esteja relacionada com o homossexualismo. As "igrejas" que levam a cabo cerimónias de "casamento" homossexual fazem-no totalmente fora da benção de Deus, e, de facto, estão a atrair a ira de Deus. A marca de Icabode é gravada na porta de todas as igrejas que dão o seu apoio ao movimento lgbt.

A América de Obama, com as elevadas taxas de aborto, vício nos jogos durante 24 horas, 7 dias por semana, drogas legalizadas e consumo acelerado, alcoolismo, e agora como promotora do movimento lgbt, está a tornar-se em tudo o que a Biblia diz que Deus odeia.

Ainda no outro dia fui verbalmente agredido e atacado por uma lésbica zangada que disse que eu "não tinha o direito" a ter as minhas crenças, e que este site e "discurso de ódio". Isto é engraçado, visto que ela disse isto ao mesmo tempo que exigia que eu respeitasse o seu "direito" de ser homossexual. E então o meu direito de seguir a Bíblia? Aparentemente, eu não tenho direitos.

E é precisamente por isso que as declarações de Biden têm que ser levadas a sério. Tal como já dissemos no passado, e vamos continuar a dizer no futuro, os lgbt não estão interessados na "tolerância" e nem querem "aceitação". O que eles querem é o domínio total e completo, e é isso que Obama e os seus escravos lhes estão a dar.

“Woe unto them that call evil good…”

- http://bit.ly/1em5qkw

* * * * * * *

Note-se que os esquerdistas são sempre muito vocais e relação aos "direitos" dos homossexuais quando se encontram no Ocidente, mas bastante omissos quando estão nos países muçulmanos. Será que para os esquerdistas a vida dum homossexual muçulmano vale menos que a vida dum homossexual ocidental? Certamente, que essa é a ideia que parece.

Ou isso, ou então a "luta pelos direitos dos homossexuais" é só uma fachada que os esquerdistas usam como forma de avançar com a sua agenda política.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A ascenção do fascismo homossexual

Por Gary DeMar

Se prestarmos atenção ao que a comunidade "gay" e ao que os seus elogiadores dizem, são os Cristãos que estão a impor a sua moralidade sobre eles, mas tal como pode ser visto actualmente, há muitos "gays" que não são nada gays [inglês para "alegre"], mas sim nada mais que desagradáveis, assustadores, vingativos e perigosos.

- Washington: A florista Barronell Stutzman foi multada pelo estado por não fornecer flores para um "casamento gay". Agora, a sua casa e as suas poupanças encontram-se em perigo.

- New Mexico: A fotógrafa Elaine Huguenin foi condenada pelo estado a pagar $7,000 a uma lésbica por se recusar a tirar para um "casamento" lésbico.

- Oregon: Aaron e Melissa Klein foram multados em $150,000 por parte do estado por se recusarem a fazer um bolo lésbico devido às suas convicções religiosas

- Kentucky: Blaine Adamson foi ordenado pela cidade de Lexington a tomar parte em "treino de sensibilidade" por se recusar a imprimir t-shirts para um festival de orgulho gay.

E, claro, temos também as acções levadas a cabo pelos homossexuais como forma de causar a que a "Memories Pizza" fosse fechada - mas não se negarem a servir alguém, mas por afirmar que nunca confeccionariam para um "casamento homossexual".

Houve algum indício de que as pessoas que se identificam como "gays" haviam sido de alguma forma vítimas de discriminação por parte da "Memories Pizza"? De maneira nenhuma. De facto, quem é que pede uma pizza dizendo algo do tipo "Bom dia. Eu sou homossexual e gostaria de encomendar uma pizza com queijo duplo, pepperoni, e salsicha"? É ridículo.

Alguns esquerdistas estão a começar a entender o que está a acontecer, e não estão a gostar nem um pouco. Ele observam o cripto-fascismo junto de muitos homossexuais: observância forçada duma visão do mundo particular sob pena de lei. A não-observância pode levar não só ao ostracismo social como à ruína financeira.

Será as empresas têm quer ser forçadas a tomar parte em eventos e acções com origem em grupos com quem eles não concordem? Esta é uma questão absurda visto que é bem fácil de ser respondida: Não! Só uma mente esquerdista é que complica a questão e caracterizam-na como leis parecidas às leis Jim Crow ou às leis relativas aos bebedouros separados.

Um esquerdista com este tipo de pensamento publicou um artigo onde levanta algumas boas questões em torno do lobby homossexual e das suas tácticas. O título de tal artigo é "Should Mom-and-Pops That Forgo Gay Weddings Be Destroyed?" escrito por Conor Friedersdorf para o "The Atlantic".

Quando vi o tal artigo publicado no Facebook, escrevi o comentário seguinte:

Sim, para terem o que querem, muitos homossexuais destruirão o que for necessário.

O comentário que se segue, por parte de Conor Friedersdorf, tocou no busílis da questão:

Embora a recusa de se atender um casamento [sic] homossexual afecte, na melhor das hipóteses, as pessoas num dia, isso não lhes nega o acesso a qualquer instalação pública, e parece enviar a mensagem de que há um certo desconforto com a instituição do casamento [sic] homossexual mais do que animosidade para com os homossexuais (desde que falemos de negócios que alegremente sirvam os homossexuais).

Suspeito também que o tipo de empresa que não se sente à vontade em servir um hipotético casamento [homossexual]  não têm uma aversão única para com eventos onde duplas homossexuais celebram a suas núpcias [sic].

Aposto também que, por exemplo, eles sintam uma obrigação religiosa de evitar servir exibições de arte cheias de peças sacrílegas tais como "Piss Christ", cerimónias de premiação de profissionais de pornografia, uma festa sazonal da "Planned Parenthood", um evento onde Richard Dawkins esteja a dar uma palestra.

Exactamente. Eis aqui a pessoa que entende a questão. Embora Conor Friedersdorf pense que os donos do "Memories Pizza" estão "errados no que a sua fé Cristã lhes pede", e acredita que "a sua posição em relação ao casamento [sic] homossexual esteja equivocada,” ele acredita também "que a posição que diz 'Eu alegremente servirei clientes homossexuais mas a minha fé impede-me de servir casamentos [sic] homossexuais' tem muito menos ódio que a posição que diz 'Vamos queimar o negócio daquela família por completo!"

Querer queimar a "Memories Pizza" não é uma situação hipotética. Uma professora duma escola local tuitou uma tal sugestão.

Claro que isto não é típico. Em vez de queimar o seu lugar, eles estão contentes em queimar o seu negócio e levá-los à bancarrota.

- http://goo.gl/If61CG

* * * * * * *

Como já foi dito várias vezes, o grupo de pessoas que fomenta estas coisas são os esquerdistas e não os homossexuais. Eu não tenho forma alguma de saber isto, mas se fosse feita uma pesquisa junto dos homossexuais (se eles concordam ou não com a destruição duma empresa que se recusa a disponibilizar serviços a um *evento* e não a uma  *pessoa* homossexual), é bem provável que a maioria dos homossexuais dissesse que não.

No entanto, o esquerdista, que odeia o Cristianismo, usa os homossexuais para atacar os Cristãos e erradicar o Cristianismo da sociedade.O problema não são os homossexuais mas os esquerdistas. Quem faz estas coisas não o faz para "proteger" os homossexuais mas para atacar os Cristãos. O que os move não é o "amor" pelos homossexuais mas o ódio ao Cristianismo.

Para se ver que o propósito é atacar os Cristãos basta levar em conta que as mesmas pessoas que lançam críticas aos Cristãos por não fazerem bolos para eventos homoeróticos nada ou pouco dizem dos muçulmanos que também se recusam a fazer bolos ou prestar serviços para eventos homossexuais.

A tragédia disto é que quando o pêndulo da História voltar para o seu lugar normal, quem vai sofrer com isso muito provavelmente serão os homossexuais - e não os esquerdistas que causaram esta guerra cultural. Os homossexuais que se alinham com estas medidas esquerdistas estão, na verdade, a preparar o caminho para a sua própria derrota.

Por outro lado, os homossexuais que defendem a liberdade têm que seguir os passos do Conor Friedersdorf e denunciar estas prácticas como nada mais que um uso da lei por parte da elite esquerdista para se atacar um grupo religioso específico - os Cristãos.



terça-feira, 21 de abril de 2015

Ditadura Homossexual: Florista idosa penalizada por não querer celebrar eventos homoeróticos

Florista Cristã Americana que se recusou a disponibilizar flores para uma cerimónia homoerótica foi condenada a pagar uma multa e despesas legais. Barronelle Stutzman tem 60 dias para pagar $1,000 por "discriminar" contra Robert Ingersoll e Curt Freed, que realizaram a sua cerimónia homoerótica em 2013.

A Alliance Defending Freedom (ADF), organização focada na defesa da liberdade religiosa e que levou a cabo a defesa da florista, disse que estas multas são apenas o princípio. Uma declaração da ADF presente no seu ite diz:

A decisão de hoje afirma a decisão legal anterior que diz que Barronelle tem que ser penalizada pela sua fé, e abdicar da sua liberdade e da sua consciência. A penalidade e as multas impostas são apenas o primeiro soco.

A ACLU, agindo em favor da dupla homossexual e estando também a processar Barronelle, pediu ao tribunal que lhes confira penalidades, honorários e custos. coisas que irão devastar financeiramente o negócio de Barronelle e os bens pessoais - incluindo a pensão e as poupanças pessoas da avó de 70 anos.

A mensagem enviada pelo procurador-geral e pela ACLU às pessoas de Washignton é bastante clara: Rendam a vossa liberdade religiosa e os direitos relativos à liberdade de expressão, ou preparem-se para enfrentar ruína pessoal e profissional

Falando para a Fox News, Stutzman desse que o procurador-geral do "Washington State" e o tribunal estavam a "intimidá-la" a fazer algo que se encontra em oposição À sua fé. Considerando a possibilidade do seu negócio fechar, ela disse:

Eles podem-se ver livres de mim mas não se podem ver livres de Deus

A advogado da ADF que se encontrava a representar Stutzman apareceu junto a ela na Fox News e criticou a conduta do procurador-geral Bob Ferguson. Kristen Waggoner disse que Ferguson havia tomado sobre si a responsabilidade de construir um caso contra Stutzman depois de ler noticias nos média, e ter passado a "perseguir-lhe implacavelmente" desde então.

Waggoner alegou que a decisão envia uma mensagem bem clara para a florista e para pessoas como ela: se por acaso vocês se recusarem a tomar parte em eventos homoeróticos, "o governo irá garantir a vossa ruína profissional e pessoal."


* * * * * * *

Não deixa de ser bem revelador o facto destes activistas homossexuais só se focarem no Cristianismo - não no islão e nem no judaísmo. Isto, obviamente, prende-se com o facto dos activistas homossexuais serem enviados pela esquerda politica, e estes últimos terem o Cristianismo como seu inimigo principal.

Outra coisa a levar em conta é que a mulher idosa não discriminou as pessoas mas sim a natureza do evento. Se estes mesmos homossexuais requisitassem um serviço sem temática homossexual, a senhora faria-o de bom gosto.  Do mesmo modo, se um casal requisitasse um serviço com temática homossexual, a senhora recusar-se-ia a fazer, o que revela que o problema não são os homossexuais mas o homossexualismo.

Mas é claro que os média não dirão nada disto porque o seu propósito é gerar a impressão que o Cristianismo é uma fé inimiga da liberdade, o que consequentemente (e tal como é desejado) a sociedade tem que se mover ainda mais contra esta confissão religiosa.

Felizmente, a tendência pró-homoerótica Americana encontra-se em oposição ao que está a acontecer no resto do mundo, até na Europa.




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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Activista lésbica acusa o lobby lgbt de ser "fascista" e "totalitário"

Por Ben Johnson

Depois dos donos duma pizzaria de Indianapolis terem sido forçados a fechar as portas e a esconderem-se devido às ameaças de morte provenientes de activistas homossexuais, uma defensora de longa data dos direitos dos homossexuais falou contra o assédio.

Tammy Bruce, apresentadora de programa, lésbica e antiga líder da filial de Los Angeles do grupo "National Organization for Women", disse durante a semana passada que o assédio por parte dos membros do lobby lgbt à "Memories Pizza" - bem como aos floristas, às pastelarias e aos fotógrafos Cristãos que se recusam a participar em cerimónias de "casamento" homossexual devido às suas convicções religiosas - é uma forma de intimidação que roça o "fascismo".

Ela disse que a pressão e a coerção actuais estão em oposição à filosofia que aprendeu quando entrou no activismo político: "Nós abraçamos os movimentos dos direitos civis deste país, que se centram em permitir que a pessoa viva a sua vida da forma que ela ache melhor." Mas ela avisou que o movimento lgbt actual não tem interesse na filosofia vive-e-deixa-viver.


Sermos nós a colocar esta bota totalitária sobre as pequenas empresas é claramente nós passarmos a ser os monstros contra quem sempre lutamos. Este tipo de intimidação, este tipo de fascismo em nome da igualdade, não faz sentido algum. 

Tammy está longe de ser a única pessoa a ter esta opinião. O jornalista libertário John Stossel (Fox Business Network) disse que o movimento homossexual "passou da tolerância para o totalitarismo. É o totalitarismo da Esquerda.”

Os críticos conservadores avisaram que a perseguição aos Cristãos e a outras pessoas que têm uma aversão religiosa a participar em uniões homossexuais irá intensificar-se à medida que a guerra cultural vai aquecendo.

Mark D. Tooley, presidente do Institute on Religion and Democracy disse:

As futuras turbas de linchamentos irão atacar as empresas Cristãs que se recusam a concordar com o pensamento de grupo secular.

O Corpo de Cristo na América, juntamente com todas as pessoas que se colocam de lado da liberdade de expressão, terão que correr em sua defesa, se é para que os Estados Unidos continuem a ser a terra dos livres e casa dos bravos.


* * * * * * *

Tammy Bruce, apesar das suas palavras acertadas, não sabe que o que está a acontecer actualmente é o propósito real do movimento homossexual; toda a conversa em torno da "igualdade" e do "respeito" foram formas de anestesiar o inimigo, e ir alterando a cultura de modo a fazer o ataque final. Agora que a cultura já está totalmente controlada pelo esquerdismo, os esquerdistas sentem-se mais confiantes para lançar um ataque frontal ao Cristianismo - que sempre foi o seu propósito.

Os activistas homossexuais que se deixam usar pelos esquerdistas irão descobrir mais tarde que este foi um erro grave, quando os Cristãos começarem a reagir e a lançar ataques frontais a quem lhes ataca. Por essa altura, os esquerdistas irão abandonar o lobby lgbt, e deixá-los sozinhos para lidar com os Cristãos enraivecidos.

O marxismo Cultural é isto que se vê nestes eventos - o uso duma minoria para atacar a civilização Cristã. Mal esse ataque seja bem sucedido, os marxistas deixam de ver utilidade no grupo que eles usaram para atacar a civilização Cristã, e cortam s ligações com o esse mesmo grupo.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Padeiros pró-lgbt recusam-se a fazer bolo em favor do casamento natural

Por Theodore Shoebat

Dizer que "o bestialismo está errado" ou que "a poligamia está errada" não é considerado discurso de ódio, mas se por acaso dissermos que "O 'casamento' homossexual está errado", o mundo inteiro agita-se, chamando à pessoa que disse isso de "racista", "intolerante" ou "odiosa". Isto tornou-se numa norma politicamente correcta, mas independentemente do que se diga, isto é supressão da liberdade de expressão.

Ninguém atacou as padarias pró-homossexualismo mas os activistas homoeróticos atacaram as padarias Cristãs. Uma padaria Cristã recusou-se a colocar a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" num bolo requisitado para um evento em favor da agenda homossexual. No entanto, as padarias Cristãs que se recusam a fazer bolos de "casamento" em favor do homossexualismo estão a ser processedas a torto e a direito; elas são multadas, ameaçadas de morte, e perdem os seus negócios.

A experiência que se segue tem como propósito mostrar como a agenda homossexual tem como propósito suprimir a liberdade de expressão e não dar às pessoas a liberdade de practicar a sua preferência sexual. Como forma de demonstrar o nosso caso, disponibilizamos 3 vídeos, o terceiro deles revelando activistas homossexuais da Irlanda a forçarem padarias Cristãs a fazer bolos com a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" para um evento homoerótico. A padaria recusou-se e isso causou a que ela sofresse uma perda tremenda de clientela. Várias padarias Cristãs foram já processadas nos Estados Unidos, e muitas delas perderam o seu negócio; nós estamos a declarar agora que já chega.

Devido a isso, o site Shoebat.com decidiu telefonar para 13 padarias proeminentes que estão do lado da agenda homossexual. Cada uma destas padarias pró-homossexualismo negou-nos o direito de ter um bolo com a frase "O Casamento Homossexual Está Errado", e uma dessas padarias pró-homossexualistas chegou a vocalizar insultos e obscenidades contra nós. Um dos padeiros disse todo o tipo de profanidades contra os Cristãos, e terminou a conversa afirmando que me iria dar um bolo com um falo sobre ele. Tudo isto foi gravado.

Estes vídeos irão mostrar ao povo Americano o quão militantes e intolerantes os padeiros homossexuais são. Mesmo depois de termos finalizado a nossa experiência, recebemos muitas mensagens dizendo que somos pessoas "odiosas" simplesmente por lhes termos dado um pouco do seu próprio veneno. Eles disseram que o slogan "O Casamento Homossexual Está Errado" não é o mesmo que "Apoiem o Casamento Homossexual", como se o ponto de vista que está em oposição a outro fosse cheia de ódio.

Se isto fosse assim, isto significaria que a maior parte dos Americanos que é contra o "casamento" homossexual é composta por pessoas "cheias de ódio" e "intolerantes". "Apoiem a Poligamia" ou "A Poligamia Está Errada" são pontos de vista, no entanto, sendo o primeiro um que recebe o apoio dos muçulmanos e o segundo um que a maioria dos Americanos iria apoiar, ambas são opiniões protegidas pela liberdade de expressão.


Youtube: 1, 2, 3

O activista homossexual deste terceiro vídeo disse que não se pode escolher a quem servir, como se ele estivesse a assumir uma posição puramente objectiva, mas quando perguntamos pela mensagem oposta, de repente a frase "não se pode escolher a quem servir" já não se aplicava aos Cristãos.

O NOSSO OBJECTIVO

Eis aqui, então, o nosso propósito: um Cristão que faça um bolo que diga "Apoiem o Casamento Homossexual" está agir contra a sua fé, tal como um homossexual que seja forçado a fazer um bolo a dizer "O Casamento Homossexual Está Errado". Obviamente que honramos o seu direito de dizer não, mas o que dizer do direito dos Cristãos dizer que não?

CONCLUSÃO:

A grande farsa da agenda homossexual é esta: eles alegam que estão a militar em favor da igualdade e da tolerância, mas isto falso. Se isto é assim, então qual é o propósito da sua agenda? Lutar contra a intolerência? Muitos dizem que nós somos as pessoas "intolerantes", "fóbicas", "fomentadoras de ódio", e os seus argumentos típicos são:

A frase "Apoiem o Casamento Homossexual" não prejudica a ninguém e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Homossexual Está Erradoo" ou qualquer outro tipo de comentário fóbico, ofende e magoas as pessoas.

Pode-se contestar esta declaração aplicando um padrão moral distinto:

A frase "Apoiem o Casamento Polígamo" não prejudica ninguém, e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Polígamo Está Errado", ou outro tipo de comentário polígamo-fóbico, ofende e magoa os muçulmanos e os mórmons que acreditam na poligamia. De facto, a última posição não é um tópico em torno duma preferência sexual mas uma crença religiosa.

O que seria bom para o homossexual, também seria bom para o polígamo. Quais são os limites?

Um homossexual que alegou ser professor duma universidade Católica chegou a comentar no nosso blogue com a seguinte frase:

Vocês sabiam que os homossexuais têm cérebros maiores, funções cognitivas, memória espacial e capacidades verbais superiores? Isto nada mais é que um facto biológico da realidade.

Mas este ponto de vista é o ponto de vista das tiranias. Os Nazis e outros acreditavam em coisas assim sem sentido. As tiranias usam-se da pseudo-ciência e todas elas têm um complexo de superioridade. Isto acontece com todas as seitas depravadas e com todos os movimentos tirânicos.

Qual é o propósito de atacar as padarias Cristãs? Tal visão não é diferente do que Christoph Meiners promoveu; após estudar a "anatomia do Negro", Meiners chegou à conclusão de que "os Negros têm dentes e mandíbulas maiores que todas as outras raças, visto que os Negros são carnívoros". Meiners alegou que o crânio do Negro era maior mas que o "cérebro do Negro era menor que o das outras raças". Meiners alegou que o Negro "era a raça menos saudável da Terra devido à sua dieta pobre e devido ao seu estilo de vida vazio de moral".

A agenda homossexual alega que os heterossexuais têm um cérebro menor. Logo, todas estas pessoas que nos chamam de "odiosas" e "homofóbicas" e afins, são pessoas que deveriam aplicar estes termos a elas mesmas. A nossa resposta às pessoas que nos atacam é:

Muitos homens e mulheres morreram pelo vosso direito de nos chamar "intolerantes" e "fóbicos", e "fomentadores de ódio", mas essas mesmas pessoas que morreram pelo vosso direito de nos chamar esses nomes, também morreram pelo nosso direito de sermos livres e não nos importarmos com esses nomes.

Aqui, no nosso site Shoebat.com somos frequentemente atacados porque, segundo muitos, o Senhor Jesus Cristo ensina-nos que devemos amar os homossexuais, e que promover a ideia de que o "casamento homossexual está errado" faz de nós "homofóbicos". A esta acusação nós perguntamos: Deus ama os homossexuais mas odeia só os homofóbicos? Ou será que o ponto de vista que rejeita uma agenda [a agenda homossexual] é sempre qualificada como "odiosa" e "fóbica", e por isso mesmo é que somos caracterizados como "islamofóbicos" e "homofóbicos"?

O mundo preenchido pelas pessoas que são contra os "rótulos" é aquele onde são inventados os rótulos que têm como propósito coagir os indivíduos a conformarem-se a uma certa forma de pensar. Na verdade, as pessoas que nos acusam de "ódio", para além de serem mentirosas, são culpadas daquilo que nos acusam. E uma vez que o "ódio" é sempre usado em argumentos em favor da tese de que Deus ensinou-nos que não devemos odiar, Deus tem uma resposta para eles. Eis as coisas que Ele odeia:

Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;
Coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal;
Testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos. (Provérbios 6:16-19)

Quando se fala em tais agendas, o ponto principal não é a liberdade, a tolerância, o amor, o ódio ou a igualdade, mas sempre qual é o lado que vence. Ponto final. Esta é a situação com as agendas, quer seja a Cristã, a Nazi, a Homossexual, a Comunista ou a Islâmica.

Ninguém consegue parar o que está por vir através da canalização do mal, mas alegrem-se; os Nazis vieram para destruir a Igreja, tal como o vieram os Comunistas, mas estas tiranias vieram e foram, e no final, a Igreja encontrava-se vitoriosa. Nós estamos do lado dos vencedores porque Deus estabeleceu as normas e construiu os padrões lógicos para a vida. Se Ele diz "Não temas", porque é que as pessoas estão com medo de enfrentar esta tirania emergente?

A vida Cristã centra-se para lutar e nunca desistir até que vençamos; e nós vamos vencer. Se alguém duvida da vitória, perguntem aos Nazis, aos Comunistas, aos Gregos e aos Romanos, visto que os seus impérios sempre caíram ao mesmo tempo que Cristo reina Vitorioso.

Mas por enquanto, fiquem com esta certeza: todas as agendas anti-Cristãs começam com a inserção de fermento que, com o passar do tempo, destrói o lote inteiro. Começa com "Don't Ask Don't Tell", e termina com a imposição da agenda homossexual dentro das forças militares, com os direitos das padarias a serem colocados de lado, e pouco a pouco, estamos no meio duma tirania.

As tiranias começam com um bocado de fermento, e foi isso que o Senhor Jesus ensinou. Não sei o porquê da Igreja se encontrar com medo de confrontar a agenda homossexual a menos que a mesma Igreja tenha sido infiltrada pelo fermento. Temos que ser nós a remover o fermento.

E não é "amor pelos homossexuais" declarar-lhes os perigos do seu estilo de vida? Quais são as consequências do sexo homoerótico? Morte e doenças acompanhadas por  um estilo de vida promíscuo e actividade sexual anti-higiénico.

Entre 70% a 78% dos homossexuais reportou ter tido uma DST [doença sexualmente transmissível]. As taxas de homossexuais com parasitas intestinais (minhocas, vermes, ameba) variava de 25% a 39%. Por volta de 1992, 83% de toda a SIDA entre os brancos Americanos havia ocorrido entre os homens homossexuais. O estudo de diário sexual de Seattle reportou que os homens homossexuais haviam, em média anual,

1. Feito sexo oral a 108 homens, e engolido o sémen de 48;

2. Trocado saliva com 96 homens;

3. Experimentado 68 penetrações do anûs.

e

4. Ingerido material fecal de 19 homens.

Não admira que 10% deles tenha obtido hepatite B e 7% deles tenha contraído hepatite A durante o estudo com a duração de 6 meses.

Os obituários de 6,516 homens homossexuais provenientes de 16 revistas homossexuais Americanas durante os últimos 12 anos foram comparados com uma amostra alargada de obituários de jornais regulares. Os obituários revistos eram semelhantes às médias Americanas no que toca à longevidade; a idade média de morte dos homens casados era 75 anos, e 80% deles morreram de velhice (com 65 ou mais anos).

Para os homens solteiros ou divorciados a idade média de morte eram os 57, e 32% deles morreu na velhice. As mulheres casadas morreram, em média, com 79 anos; 85% delas morreu na velhice. As mulheres solteiras ou divorciadas morreram, em média, com 71 anos, e 61% delas morreu na velhice.

A idade média de morte para os homossexuais era, no entanto, virtualmente idêntica a nível nacional - e, de modo geral, menos de 2% dos homens homossexuais chegou à velhice. Se a SIDA era a causa de morte, a idade média de morte era 39 anos. Para 829 homens homossexuais que morreram por motivos outros que a SIDA, a idade média de morte era 42 anos, e 9% deles chegou à velhice. As 163 lésbicas estudadas tinham uma idade média de morte de 44, e 20% morreu na velhice.

2,8% dos homens homossexuais morreu de morte violenta. Eles eram 116 mais susceptíveis de serem assassinados, 24 vezes mais susceptíveis de cometer suicídio, e tinham uma taxa de acidente de viação 18 mais elevada que os homens com idades semelhantes. Os ataques do coração, cancro e falhas no fígado eram coisas excepcionalmente comuns.

Vinte porcento das lésbicas morreram por assassinato, suicídio ou acidente - uma taxa 478 vezes mais elevada que a taxa existente entre as mulheres brancas com idades compreendidas entre os 25 aos 44. A distribuição etária das amostras de homossexuais analisadas pela literatura cientifica entre 1989 e 1992 sugerem as mesmas durações de vida encurtadas.(...)

- http://goo.gl/J2QYvy.

domingo, 26 de outubro de 2014

Mais uma evidência de que os governos ocidentais são inimigos da liberdade religiosa dos Cristãos (e só dos Cristãos)

Durante anos, os defensores dos pseudo-casamento homoerótico alegaram que os Americanos deveriam ser livres para viver a sua vida da forma como eles quiserem, no entanto, em muitos casos amplamente documentados, o governo tem coagido aqueles que apenas querem ser livres para viver de acordo com a sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Há bem poucos dias, surgiu um caso em Idaho onde os oficiais governamentais ordenaram os líderes religiosos Cristãos a celebrar "casamentos" homoeróticos ou enfrentar multas ou até penas de prisão. Esta caso envolve Donald e Evelyn Knapp, ambos líderes de congregação da Hitching Post Wedding Chapel.

Os oficiais de Coeur d’Alene, Idaho, disseram ao casal que a cidade tem estatutos anti-descriminação que incluem a "orientação sexual" e a "identidade de género", e devido ao facto do 9th U.S. Circuit Court of Appeals ter eliminado a emenda constitucional que estabelecia o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher, o casal teria que oficializar "casamentos" homoeróticos dentro da sua capela. O estatuto de não-discriminação aplica-se a todas as "acomodações públicas", e a cidade qualifica capela como uma "acomodação pública".

Na Sexta-Feira, a dupla homoerótica pediu para ser "casada" pelos Knapps mas estes declinaram educadamente. Devido a isto, o casal Knapp pode passar 180 dias na prisão e pagar uma multa de $1,000 por cada dia que se recusarem a celebrar um "casamento" homoerótico.

Se por acaso eles ficarem uma semana a honrar a sua fé e a recusarem-se a celebrar uma cerimónia homossexual, isso pode-lhes custar três anos e meio de prisão e uma multa de $7,000.

Coerção Governamental

Os Knapps já estão casados há 47 anos, e ambos são ministros ordenados da International Church of the Foursquare Gospel. Eles são “Cristãos Evangélicos que subscrevem posições Cristãs ortodoxas" de que "Deus criou dois sexos distintos à Sua Imagem" e que "Deus estabeleceu que o casamento fosse entre um homem e uma mulher." 

Mas como consequência do facto dos tribunais terem redefinido o casamento, e da cidade ter estabelecido regulamentos que geram direitos especiais com base na "orientação sexual" e na "identidade de género", os Knapps enfrentam agora a coerção estatal.

O reconhecimento governamental das uniões homoeróticas como "casamentos" não precisa e nem requerer o reconhecimento duma terceira parte (neste caso, das igrejas). O governo não só deveria honrar os direitos dos cidadãos, mas como forma de agir duma forma mais respeitosa perante a livre associação, a liberdade contractual, a liberdade de expressão, e perante ao livre exercício da religião, o governo deveriam proteger o direito dos cidadãos de viver de acordo com as suas crenças em relação ao casamento.

Os Knapps já celebram casamentos na sua capela desde 1989, e o governo não deveria forçá-los a fechar a capela ou a contradizer as suas crenças Cristãs. Afinal de contas, proteger a liberdade religiosa e os direitos de consciência não violam a liberdade sexual de ninguém.

Ninguém tem o direito de ver o governo a forçar um determinado líder religioso a casar alguém visto que algumas pessoas podem determinar, em boa consciência, que não podem tomar parte em cerimónias homoeróticas - quer sejam sacerdotes, pasteleiros ou floristas. Estas pessoas não deveriam ter que escolher entre as suas crenças e a sua subsistência. 

(...)




* * * * * * *

Como já tivemos oportunidade de dizer no passado, a guerra não é entre Cristãos e homossexuais, nem entre "pessoas de fé" e homossexuais (visto que só os Cristãos são vítimas deste tipo de operações) mas sim entre o Cristianismo e o Estado. Como já se sabe, o activismo homossexual não representa os desejos e as intenções dos homossexuais, mas sim os planos e as intenções dos governos ocidentais. Quem resiste à agenda lgbt, não está a resistir aos planos dos homossexuais mas sim aos planos subversivos do governo.

O que os governos fazem no ocidente é criar um grupo "especial" e conferir-lhe "direitos" que entram em rota de colisão com o Cristianismo. Depois disto, o mesmo governo coloca ambos os grupos em guerra como forma dele (o estado) poder usar as leis que ele mesmo criou para fazer o que ele sempre quis fazer, nomeadamente, limitar e acabar com a influência social do Cristianismo.

A ler: "A Estratégia da Escola de Frankfurt"

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Juíza ordena Judeus a levar a cabo evento Neo-Nazi dentro duma Sinagoga

Rober e Cynthia Gifford são donos duma quinta à saída Stillwater - norte de Nova York. Como forma de aumentar o rendimento da quinta, eles levam a cabo um certo número de eventos criados para crianças e para famílias (...). Sendo Cristãos convictos, os Giffords operam o seu negócio segundo os seus princípios Cristãos. 

Eles construíram um celeiro de três andares para festas e casamentos. O segundo andar tem divisões onde os membros das festas de casamento se podem vestir e se preparar. O terceiro andar é a divisão onde os Giffords vivem.

Tudo corria de forma ideal para o casal até que uma dupla de lésbicas intencionalmente se determinou a preparar uma armadilha para arruinar o negócio e as vidas do casal Cristão. Cynthia recebeu uma chamada da lésbica Melissa McCarthy onde esta última averiguava de poderia realizar o seu "casamento" na quinta dos Gifford. Cynthia convidou-a até à quinta de forma que Melissa pudesse averiguar as coisas pessoalmente.

Pouco depois deste evento, Cynthia ficou a saber que Melissa estava a falar do seu "casamento" lésbico com a sua parceira sexual Jennifer. Cynthia explicou à lésbica Melissa que eles não realizavam "casamentos" homoeróticos devido â sua fé Crista, mas mesmo assim, o casal poderia sediar um recepção "matrimonial" para elas.

A armadilha havia sido montada e Cynthia havia caído nela. Agora, as lésbicas estavam prontas a fechar a armadilha e prontas a prender o casal dentro dela. Sem a autorização da Cynthia, a lésbica Jennifer havia gravado a chamada. As lésbicas imediatamente entraram em contaco com a organização anti-Cristã com o nome de ACLU e esta lhes direccionou para a New York Civil Liberties Union, que prontamente deu entrada a um processo legal contra o casal Cristão.

Durante a audiência judicial, os Giffords explicaram que as instalações que eram usadas para casamentos era onde eles viviam, e que eles tinham o direito constituicional de viver segundo a sua fé Cristã na sua própria casa. Eles chegaram a dizer à juíza que eles tinham empregados homossexuais e que haviam, no passado, organizado festas homoeróticas, mas nunca um "casamento" homoerotico.

A Juíza Migdalia Parres não se importou com a Constituição Americana e nem com a liberdade religiosa dos Giffords, multando-os com uma multa de $13,000 e ordenando a que eles levem a cabo "casamentos" homoeróticos no futuro. Como se isto não fosse suficiente, a juíza ordenou que os Giffords e todos os seus empregados se submetam à lavagem cerebral, mascarada de aulas de re-educação, onde eles iriam aprender o ponto de vista do Estado de Nova York em relação ao "casamento" homoerótico.

No entanto, os Giffords não irão desistir e fingir-se de mortos para a juíza e nem para a comunidade lgbt. Com a ajuda da Alliance Defending Freedom, os Giffords deram entrada a um recurso judicial. James Trainor, o seu advogado, comentou:

Todos os Americanos deveriam ser livres para viver e trabalhar segundo as suas crenças. Entrar no mercado de trabalho não significa que o governo pode forçar as pessoas a deixar de lado a sua liberdade proveniente da Primeira Emenda ou a enfrentar um castigo. A comissão demonstrou um desrespeito enorme pelos direitos dos Giffords, e estes direitos nunca foram levados em conta durante a audiência judicial.

Segundo o que parece, os Giffords foram intencionalmente alvejados pelas lésbicas com o propósito único de os forçar a aceitar o auto-destrutivo e pecaminoso "estilo de vida" homoerótico. As empresas Cristãs estão a ser cada vez mais vitimas de ataques e a comunidade lgbt está a levar a cabo uma guerra fundamentada no ódio, no fanatismo, na descriminação e na intolerância contra os Cristãos. Para os practicantes do homoerotismo, não é suficiente que outras pessoas [Cristãos] não partilhem dos seus pontos de vista ou do estilo de vida que eles escolheram. Eles insistem em forçar a sua abominação pelas gargantas abaixo dos Cristãos, até que estes últimos se engasguem neles. A agenda homoerótica é simples: "aceitem o nosso gosto sexual ou morram!"


Alguma vez viram este tipo de ataques contra empresas cujos donos são muçulmanos? Não. O islão é bastante severo em relação ao homossexualismo, e em alguns países islâmicos este é um estilo de vida que pode ser condenado com espancamentos, detenção e até a execução. Será que os activistas lgbt temem que os muçulmanos se vinguem contra eles se por acaso eles visarem empresas e negócios islâmicos da mesma forma que atacam os Cristãos?

Com a mais recente inacção do Tribunal Supremo em relação ao "casamento" homoerótico, o número de estados a legalizar estas uniões abomináveis aumentou drasticamente. Isto significa que os pecadores dentro do movimento lgbt irão atacar ainda mais os donos de negócios Cristãos.

Se por acaso nunca imaginaste que verias uma perseguição aos Cristãos nos Estados Unidos, considera o que está a acontecer. Os Cristãos estão a ser perseguidos pelos homoeróticos, pelos tribunais, pelos militares, e pelo governo federal. O IRS e o DHS estão a atacar os Cristãos devido à sua fé, ao seu conservadorismo, e devido aos seus valores patrióticos. O [sistema de sáude com o nome de] Obamacare foi intencionalmente criado para pisar nos direitos dos Cristãos, forçando-os a violar a sua fé. Os Cristãos estão a ser presos e encarcerados por falarem publicamente perto de centros de aborto e em festivais muçulmanos.

Os Estados Unidos voltaram as suas costas a Deus, e Ele está a entregar-nos aos desejos pecaminosos, à luxúria e aos caminhos assim por diante. Nós já não somos uma nação Cristã mas sim uma nação sob o julgamento de Deus. Num futuro próximo, o julgamento de Deus se converterá na Ira de Deus, e quando isso acontecer, ninguém escapará - nem os fiéis. E isso, meus amigos, assusta-me mais do que qualquer coisa.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1wd28D9

* * * * * * *
Tal como o texto revela, o ataque dos activistas lgbt (e não dos homossexuais) centra-se exclusivamente nos Cristãos e só neles. Se este ataque tivesse como base a doutrina Cristã, que condena o homossexualismo, então os activistas homoeróticos iriam de igual modo atacar os muçulmanos (que tratam os homossexuais duma forma muito mais dura). Como os ataques dos activistas homossexuais não se focam nas pessoas que pior tratam os homossexuais, então podemos concluir que o tratamento dos homossexuais e a doutrina Cristã em relação ao casamento não são os motivos que levam a que os activistas homossexuais levem a cabo medidas como as que as lésbicas Melissa e Jennifer levaram.

O activismo lgbt nada mais é que a forma como os governos ocidentais visam reduzir e acabar com a moral familiar e matrimonial presente no Ocidente, consequência da moral Cristã. Os governos ocidentais correctamente identificam o Cristianismo como o sistema moral que promove comportamentos que limitam a área de influência dos governos e como tal, o governo apoio de forma total o movimento homossexual.

O Cristianismo coloca limites na sexualidade humana, mas quanto mais sexualmente responsável a pessoa for, menores são as chances dela vir a gerar filhos fora do casamento, e menores são as chances dessas crianças virem a ser mais facilmente controladas pelo Estado.

Semelhantemente, a responsabilidade sexual promovida pela ética Cristã reduz as probabilidades das mulheres virem a ser mães solteiras, mas isso são más notícias para o governo visto que ele (o governo) vê o seu poder e área de influência a aumentar à medida que o número de mães solteiras vai aumentado (as mães solteiras normalmente votam nos partidos que mais promovem o aumento da influência do estado na vida das pessoas).

Por estas e por outras razões é que o movimento homossexual tem o forte apoio do estado. Qualquer pessoa que pense que o activismo homossexual está de alguma forma relacionado com os homossexuais, engana-se.


sábado, 2 de agosto de 2014

Banco americano pergunta aos funcionários se eles apoiam o homossexualismo

Alegadamente, o maior banco dos Estados Unidos requer agora que os seus empregados declarem se são ou não apoiantes do estilo de vida homoerótico. JPMorgan Chase, com sede em Nova York, é o maior banco Americano, com um total de bens no valor de $2.5 trilhões.

Há já algum tempo que este banco é apoiante declarado do homossexualismo, aparecendo em vários eventos de "orgulho homossexual" e chegando a oferecer um certo número de benefícios especiais aos empregados do banco que se identificam como "lgbt".

Sabe-se agora que o banco JPMorgan Chase avançou ainda mais com o seu apoio à agenda lgbt, alegadamente requerendo que os seus empregados declarem se apoiam ou não a assim chamada "comunidade lgbt". Segundo o professor da Universidade de Princenton, Robert George, o banco recentemente pesquisou os seus funcionários, pedindo-lhes que declarassem quais das seguintes descrições se aplicavam a eles:
  1. Pessoa com deficiência;
  2. Pessoa com filhos com uma deficiência;
  3. Pessoa com cônjuge/parceiro doméstico om uma deficiência;
  4. Membro da comunidade lgbt;
  5. Aliado da comunidade lgbt, mas não se identificando como pessoa lgbt.
Um indivíduo anónimo, que trabalha na JPMorgan Chase há 11 anos, alertou o professor George da pesquisa sem precedentes. O empregado disse ao profesor George, que é o presidente da "U.S. Commission on International Religious Freedom", que o questionário "deixou muitos de nós a coçar a cabeça." O empregado afirma: 

O quê?! Que tipo de pergunta era aquela? "Aliado" dessa comunidade? Se essa opção não fosse escolhida, qual era a alternativa ? Não és aliado da comunidade lgbt?

O empregado disse ainda que o questionário não era anónimo visto que exigia que as pessoas submetessem a sua identificação pessoal. As implicações, disse o empregado, eram assustadoras:

Da forma como as coisas se estão a desenvolver, aliado ao facto dos direitos lgbt practicamente estarem a ser vistos como o movimento dos direitos civis que decorreu dos meados dos anos 50 até ao final dos anos 60, não escolher essa opção é, essencialmente, dizer "Não sou aliado dos direitos ciivis", o que é uma forma vaga de dizer "Sou intolerante". O que preocupa muitos de nós é que aqueles que não seleccionaram essa opção irrelevante e pobremente colocada serão colocados na lista "Estas pessoas podem ser despedidas em primeiro lugar".

O professor George concordou, escrevendo um post onde dizia que a JPMorgan Chase poderia rapidamente esmagar qualquer dissidente que não desse o seu apoio ao estilo de vida homossexual.

A mensagem enviada a todos os empregados é perfeitamente clara: Espera-se que se aceite a forma de pensar aprovada e exigida. Nada mais que a concordância é aceitável.  A dissidência silenciosa não será mais permitida.

Depois de George ter inicialmente chamado a atenção da pesquisa da JPMorgan Chase, outro empregado do banco entrou em contacto com ele para confirmar a noticia inicial. O segundo empregado disse:

Queria confirmar a pesquisa levada a cabo junto dos funcionários da Chase. ... Ela tinha de facto as duas últimas opções sobre ser um aliado do movimento lgbt. ... Fiquei surpreso com esta questão. Não tenho ideia nenhuma do que eles estavam a pensar quando colocaram essa pergunta.

Tal como reportado previamente, O "U.S. Supreme Court"determinou na semana passada que  “empresas de capital fechado” podem operar de acordo com as crenças religiosas dos donos. No entanto, como a JPMorgan Chase é uma instituição bancária de capital aberto, os mesmos padrões muito provavelmente não se aplicam. Devido a isto, o facto do banco ter questionado os empregados sobre as suas crenças sobre o comportamento homossexual é preocupante para os Cristãos.

Fonte

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Como diz o texto, o tempo da discórdia acabou; actualmente, no ocidente, quem não concordar com a agenda lgbt, pode, por enquanto, perder o seu emprego, mas mais tarde, isso vai-se estender à sua vida. A ditadura gayzista não é uma "ilusão" e nem uma teoria da conspiração de "conservadores fanáticos", mas sim a consequência lógica do propósito final da agenda homossexual, que é reduzir ou acabar com a influência da moral Cristã no ocidente (e não ajudar os homossexuais).

sábado, 7 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o seu valor - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo

terça-feira, 1 de abril de 2014

Nos EUA, dizer "Apoio o casamento tradicional" pode valer despedimento

Uma advogada de sucesso, que trabalha numa multinacional, chega ao auditório de um centro paroquial universitário para falar sobre as ameaças à liberdade religiosa. Confrontada por um jornalista, aceita falar, mas apenas sob anonimato. Teme perder o emprego, como já aconteceu a conhecidos.
Estamos no Michigan, Estados Unidos, a pátria da liberdade religiosa, mas onde muitos crentes começam a sentir que essa conquista está a definhar.
Sei de casos de pessoas que foram despedidas de empresas privadas simplesmente por dizer coisas do género 'Eu apoio o casamento tradicional'”, explica a advogada à Renascença.
Em causa está a redefinição do conceito tradicional de casamento, como sendo entre homem e mulher, para a aceitação da noção de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Com a legalização do casamento homossexual em cada vez mais estados americanos, surgiram vários focos de confronto entre a liberdade religiosa e discriminação por orientação sexual.
Há o caso de um casal que tinha uma pastelaria que se recusou a fazer um bolo para um casamento homossexual. Foram processados, multados e acabaram por fechar a loja. Mais recentemente, tivemos um caso no Novo México de uma fotógrafa que se recusou a trabalhar numa cerimónia homossexual”, conta.
A advogada explica que a educação é outra área de preocupação: “Massachusetts foi o primeiro Estado a aprovar a redefinição de casamento. Nesse Estado estão a ensinar na escola que o estilo de vida homossexual é natural e bom. Os pais não se podem queixar, nem são notificados. Há uma preocupação que esse género de restrições chegue a outros estados que também aprovem o casamento homossexual”.
“Como viver a minha fé?”

Na sala paroquial estão dezenas de jovens atentos, orientados pelo jovem e enérgico padre Denis Heames. O sacerdote nota preocupação entre os alunos católicos da Central Michigan University (CMU), que acompanha.

Penso que estamos a chegar a um ponto em que vamos perder a liberdade de ser contra isto na praça pública. Sinto que já nem é uma discussão”, refere.
Por exemplo, pessoas que estudam ciências da educação” sentem algumas dificuldades com o currículo “no que diz respeito à diversidade ou literatura, que contém material mais claramente ideológico”, diz. 

Vejo alunos católicos que entram para estes cursos e que sentem dificuldades com isto. Como é que vou conseguir viver a minha fé neste ambiente laboral, com tanta pressão ideológica?

A dificuldade é sentida na pele por Kelly, aluna da CMU que estuda educação.
Preocupo-me com os meus filhos, não os quereria colocar no ensino público. E preocupo-me comigo porque quero ser professora e não me sentiria bem a ensinar algo deste género, porque atenta contra as minhas crenças e valores”, diz. “Não consigo separar a minha fé da minha vida profissional.
Bobby, da mesma universidade, estuda comunicação social e dá conta da agressividade que tem de enfrentar quando se manifesta sobre assuntos como o casamento entre homossexuais.
É um tema fracturante, basta falar no assunto e as pessoas levantam rapidamente as defesas. Mesmo no Facebook, quando a questão surgiu, as pessoas estavam só a atacar. Publiquei a minha opinião enquanto católico e fui atacadíssimo. Por isso, às vezes, é difícil e só nos apetece virar as costas ao assunto”, confessa.
Supremo vai decidir

Os casos envolvendo objecção de consciência à participação em cerimónias de casamento entre pessoas do mesmo sexo estão a caminho do Supremo Tribunal.

Antes, os juízes terão ainda de avaliar a questão do “ObamaCare”, o plano de Barack Obama para a reforma do sistema de saúde, que pretende obrigar instituições católicas, como universidades e hospitais, a fornecer aos seus empregados seguros de saúde que cubram contraceptivos e serviços abortivos.
Os bispos já disseram que se recusam a acatar a ordem e que preferem encerrar todos os seus serviços nestas áreas, mas a administração Obama não desarma, o que tem levado a Igreja a invocar também o argumento da liberdade religiosa.
Estes e outros assuntos serão, certamente, um dos pontos de discussão entre o Papa Francisco e Obama, que se encontram no Vaticano, esta quinta-feira.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

“Direitos” homossexuais v. Liberdade Religiosa: casos concretos

Por Filipe d'Avillez

Num artigo recente expliquei que parte da minha oposição à adopção e co-adopção por homossexuais radica na preocupação pelos efeitos que isso poderá vir a ter sobre a liberdade religiosa, o respeito pela liberdade de consciência de cristãos e outros que se oponham a estes casos de engenharia social e um gradual afastamento destas vozes da praça pública.

Alguns comentadores criticaram-me, dizendo que estava a falar de “potenciais possíveis marginalizações e restrições de liberdade de expressão e pensamento que poderão vir a acontecer num futuro mítico, mas que nunca aconteceram nem noutros países nem em temas semelhantes em Portugal”.

Este artigo destina-se a comprovar que esses casos têm, de facto, acontecido noutros países, daí a minha preocupação ser perfeitamente fundada. Neste texto não apresento um único caso que não esteja devidamente fundado através de links para artigos comprovativos da sua veracidade. 

Agências católicas fechadas 

A adopção por homossexuais foi legalizada no Reino Unido em 2002. Nessa altura operavam em Inglaterra, País de Gales e Escócia pelo menos 12 agências de adopção ligadas à Igreja Católica.

Em 2007 foi declarado que as agências católicas discriminavam contra homossexuais ao dar exclusividade ou preferência a casais legalmente casados. As agências contestaram mas em vão. Nesta altura não existia ainda o “casamento” entre homossexuais.

Das 12 agências católicas de adopção que existiam nessa altura, actualmente apenas duas ainda existem. A agência Catholic Care, de Leeds, continua a combater a legislação em tribunal, até agora perdeu todos os recursos. A St. Margaret's Children and Family Care Society, na Escócia, está na mesma situação. 

Todas as outras agências católicas ou fecharam portas, ou dissociaram-se da Igreja para poderem continuar a trabalhar no ramo da adopção, comprovando que o Cristianismo não é bem-vindo nesta área de acção social, apesar de ter sido pioneiro no cuidado pelos órfãos e crianças necessitadas. É perfeitamente expectável que dentro de poucos anos a Igreja tenha sido completamente banida deste sector, em nome da igualdade.

Em 2010 um casal britânico, com longos anos de experiência como casal de acolhimento para crianças necessitadas, foi informado de que não poderiam continuar a prestar esse serviço. Os Owen, que são cristãos, tinham dito a um funcionário da segurança social que os entrevistou que não poderiam dizer a uma criança que o estilo de vida homossexual é aceitável. Note-se que não disseram que fariam questão de dizer às crianças o que achavam da homossexualidade ou da sua prática, mas simplesmente que, se questionados sobre a aceitabilidade desse estilo de vida (e não orientação), não poderiam concordar.

Os Owen, que em anos de acolher crianças nunca tinham tido qualquer problema, recorreram mas perderam. Pode-se concluir, portanto, que no Reino Unido quem defende uma visão sobre a sexualidade humana em linha com a do Cristianismo não é considerada aceitável para acolher crianças necessitadas. Esta é uma informação particularmente interessante à luz das afirmações dos defensores da adopção por parte de homossexuais é crucial para poder tirar mais crianças de instituições. Note-se, ainda, que os Owen não são católicos, mas protestantes.

Ainda no Reino Unido há vários outros casos em que os “direitos” dos homossexuais triunfaram sobre o direito à liberdade de consciência de outros cidadãos. Num desses casos a funcionária do registo Lillian Ladelle foi despedida por dizer que se recusaria a oficiar em uniões de facto de homossexuais. Já Gary McFarlane, funcionário público especializado em aconselhamento sexual, disse que preferia não prestar esse aconselhamento a homossexuais, tendo sido também despedido. Tanto Ladelle como McFarlane recorreram até ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que decidiu contra eles. 

Temos também o caso do casal Bull, donos de um turismo de habitação, que em 2008 se recusaram a alugar um quarto com cama de casal a um par de homossexuais, baseando a sua decisão nas suas convicções religiosas. Levados a tribunal perderam e foram obrigados a pagar uma indemnização de 3,600 euros. Note-se que num turismo de habitação estamos a falar de um negócio comercial, sim, mas que é ao mesmo tempo a casa do casal que o gere, pelo que não se pode comparar com um hotel, por exemplo.

Por fim, um caso perturbador que teve lugar na Escócia e que mostra até que ponto as autoridades poderão estar dispostas a ir para mostrar a sua tolerância, que todavia tem quase sempre só um sentido.

Uma mulher de 26 anos, toxicodependente em recuperação, perdeu os seus dois filhos que foram colocados à guarda dos seus pais, avós das crianças, pela segurança social. Contudo, e apesar de os avós terem 46 e 59 anos, a segurança social veio mais tarde a retirar-lhes a guarda das crianças e deu-as em adopção a um “casal” homossexual. 

A mãe protestou dizendo que queria pelo menos que os seus filhos ficassem com uma mãe e um pai, mas de nada lhe valeu. Os avós tentaram travar a adopção em tribunal, mas rapidamente perceberam que o processo judicial os levaria à falência muito antes de chegar ao fim, pelo que se viram forçados a desistir.Há ainda outro caso interessante que se passou em Londres em 2012.

Depois de um grupo activista pelos direitos dos homossexuais ter feito uma campanha de publicidade nos autocarros de Londres a dizer "Some people are gay. Get over it" [Algumas pessoas são homossexuais. Habitua-te], uma organização cristã organizou uma contra-campanha com anúncios a dizer: "Not Gay! Ex-Gay, Post-Gay and Proud. Get over it!" [Não gay! Ex-gay, Pós-Gay e Orgulhosos. Habitua-te]. 


A questão, a meu ver, não é de saber se o anúncio é interessante ou não, ou se de facto é possível ser "ex, ou pós-gay". O que é interessante é que qualquer médium de meia-tigela pode publicitar os seus serviços, qualquer terapia new age pode publicitar o seu serviço, uma associação de homossexuais pode meter um cartaz nos transportes públicos a dizer "get over it", mas uma associação cristã já não pode. 

França e Suécia 

Em França o “casamento” entre homossexuais foi aprovado em 2013, no meio de grandes protestos e manifestações. França apresenta um caso interessante, uma vez que lá os presidentes de câmara podem oficiar nos casamentos.

Logo surgiram casos de autarcas que se recusaram a cumprir a lei, mas neste caso também não existe qualquer possibilidade de objecção de consciência, pelo que os casos vão parar aos tribunais e podem, eventualmente, levar a penas efectivas para as pessoas em causa.

Os presidentes de câmara que se opõem a esta legislação estimam representar cerca de 15 mil autarcas cuja liberdade de consciência está a ser violada pelo Estado e já existem pelo menos alguns casos de processos contra objectores.

Há ainda outros casos preocupantes na Europa. Na Suécia é conhecida a história de um pastor pentecostal que foi preso e condenado em primeira instância por ter proferido, dentro da sua própria igreja, uma homilia em que disse que a prática homossexual é pecado. Ake Green acabou por ilibado pelo supremo tribunal. Mas o tribunal não concluiu que Green não tenha violado a lei, simplesmente considerou que a condenação que Green merecia à luz da lei sueca, não resistiria a um recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, pelo que o deixou sair em liberdade.


Na América é mais bolos
Nos Estados Unidos o choque entre “direitos” dos homossexuais e o direito à liberdade de consciência também tem sido duro. Vários Estados permitem o “casamento” gay e a adopção por pares de homossexuais.

Tal como no Reino Unido, pelo menos três agências de adopção católicas foram forçadas a fechar as portas por se recusarem a colocar crianças com homossexuais. Uma quarta, em Washington D.C., foi informada pelas autoridades que deixaria de poder receber financiamento enquanto se recusar a aceitar colocar crianças com homossexuais.

Alguns casos nos Estados Unidos são perfeitamente caricatos. No Estado do Colorado um “casal” homossexual processou Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, por este se ter recusado a fazer-lhes um bolo de casamento. O juiz não obrigou ao pagamento de qualquer indemnização mas disse que no futuro a empresa não poderia recusar-se casos desses. O dono já disse que preferia fechar a empresa do que violar a sua consciência.

No Estado de Oregon, onde o casamento entre homossexuais não é sequer legal, outra loja de bolos teve de mudar de local depois de ter recusado fazer um bolo de casamento para duas lésbicas. A Sweet Cakes by Melissa foi condenada por uma comissão do trabalho por descriminação, foi inundada de correio e telefonemas agressivos e acabou por ter de fechar portas e mudar de localização. 


Um caso semelhante aconteceu no Novo México, mas com uma fotógrafa que se recusou, por objecção de consciência, a fotografar uma cerimónia de união de facto homossexual. Elane Huguenin foi condenada e obrigada a pagar uma indemnização de 7 mil dólares. Ambos os casos devem acabar por chegar ao Supremo Tribunal, que tem um registo impressionante de defender a liberdade religiosa, mas independentemente do veredicto final, mostram uma tendência preocupante.

Tweets polémicos
 
A censura do politicamente correcto não se fica pelos EUA. Em Maio de 2011 um comentador canadiano de hóquei no gelo foi despedido depois de ter publicado um tweet da sua conta pessoal em que criticava o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.
 
 
Frank Turek, formador e autor de palestras motivacionais e de teambuilding colaborava regularmente com a Bank of America e com a Cisco Corporation. Mas quando as empresas souberam que ele tinha escrito um livro em que explicava porque é que o "casamento" homossexual era uma coisa má para a sociedade, foi despedido. Mais tarde, contudo, ambas as empresas voltaram atrás e confirmaram que não iriam despedir funcionários por defenderem posições conservadoras.
 
Quando Larry Grard, jornalista há 39 anos e há 18 com o Morning Sentinel recebeu um e-mail de um grupo pró-homossexual a acusar todos os que se opunham ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo como sendo movidos por ódio, respondeu da sua conta pessoal, afirmando que considerava o termo ofensivo e que quem estava a ser movido por ódio eram os promotores da campanha. O activista que recebeu o seu e-mail procurou o seu nome no Google e quando percebeu que era jornalista queixou-se ao editor. Grard foi chamado e sumariamente despedido.
 
Há ainda uma outra frente nos EUA que vai dar certamente muito que falar. Com a legalização do “casamento” homossexual em vários estados tem havido uns quantos casos de professores e funcionários despedidos das escolas, universidades e outras instituições religiosas por se terem “casado” com os seus respectivos parceiros homossexuais.
 
À primeira vista isto poderia parecer um caso contrário aos outros apresentados aqui, em que o discriminado é o homossexual, contudo, existe uma diferença muito importante. É que enquanto nestes casos os funcionários trabalham para uma instituição privada, religiosa, com uma posição bem conhecida sobre este assunto, nos outros casos trata-se de o Estado a tomar partido contra os cristãos.
 
Ora o Estado tem uma obrigação de neutralidade que a Igreja não tem e, mais, esses funcionários, pelo menos nos EUA, costumam assinar um documento em que se comprometem a não violar os princípios da instituição em que trabalham. Um caso verdadeiramente semelhante seria uma associação de promoção dos direitos dos homossexuais despedir um funcionário que se opõe, aberta e publicamente, aos seus princípios.
 
A questão aqui não é tanto legal, uma vez que poucos contestam o direito das instituições, mas sim da pressão da opinião pública que se intensifica contra elas, como demonstra este artigo, que enumera vários desses casos.
 
Num outro caso, surgido já depois da publicação inicial deste texto, um homem recebeu uma oferta de emprego para ser o responsável pela alimentação numa escola católica. Mas a oferta foi retirada quando se soube que ele é "casado" com outro homem. Matthew Barrett diz que não tinha assinado qualquer documento no sentido de não violar os princípios da Igreja. Contudo, tendo sido informado que devia respeitar a doutrina católica pensou tratar-se de "participar nas orações". Barrett, com o apoio de uma associação gay, vai processar a escola.
 
Agradeço quaisquer outros comentários e eventuais links para histórias que me tenham escapado. 
 
Filipe d’Avillez
 
Artigo actualizado a 10 de Fevereiro com as histórias de pessoas despedidas por fazer comentários e tweets contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. 
 
Artigo actualizado a 3 de Fevereiro de 2014, com a notícia da "Sweet Cakes by Melissa", no Oregon e da campanha nos autocarros de Londres.

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