terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Livro que oferece ajuda a quem quiser abandonar a homossexualidade é banido

O livro chama-se ‘Coming out Straight – Compreender e Tratar a Homossexualidade’, é da autoria do psicoterapeuta norte-americano Richard Cohen, e acaba de ser retirado de vários sites de venda online por protestos de associações de gays e lésbicas, que o consideram ofensivo.p> A obra, onde o autor trata a homossexualidade como “uma desordem da atracção” e um “transtorno da afectividade”, continua à venda nas livrarias, mas alguns sites que o vendiam já pediram desculpa aos queixosos.

O terapeuta Richard Cohen garante que ao longo de 15 anos de terapia conseguiu que milhares de homens e mulheres que se sentiam atraídos por pessoas do mesmo sexo deixassem de o fazer.

Na sua página oficial, o autor confessa que ele próprio foi homossexual durante anos, mas que “com a ajuda de Deus”, conseguiu voltar a ser heterossexual. Agora está casado, tem três filhos, e vários discípulos que dão continuidade ao seu trabalho.

No entanto, depois do livro ter sido disponibilizado online, em apenas três horas mais de quatro mil pessoas reagiram contra a sua venda e queixaram-se daquilo que lhes parece ser um retrocesso civilizacional: o facto de se encarar a homossexualidade como uma doença.

Fonte.

. . . . . .

Por aqui se vê que os activistas sodomitas são contra a liberdade de expressão. O livro quase de certeza que não promove ataques físicos ou psicológicos a quem se considera homossexual; apenas diz que é possível deixar esse estilo de vida.

Dado isto, qual é o argumento da gaystapo contra ele? Que é mentira? Não deve ser mentira porque há várias pessoas que alegam ter saída dessa vida.

Alguém ainda duvida que a gaystapo é uma força política fascista e intolerante? Por mais que os activistas usem os milhões que os governos disponibilizam para avançarem com a sua agenda sexual e política, a verdade é que há pessoas que não estão felizes como homossexuais.

Ninguém tem o direito de dizer a quem não quer viver nessa vida que ela não pode sair dela. Quem está feliz, que viva assim; quem não está, é livre para buscar ajuda. Mas a gaystapo aparentemente não gosta dessa liberdade.

Paralelamente, ninguém tem o direito de censurar livros que ofereçam ajuda a quem VOLUNTARIAMENTE quiser sair do homossexualismo.

Se não fosse a utilidade do homossexualismo no avanço de ideologias esquerdistas, a censura de livros seria algo condenado por toda a classe política.

2 comentários:

  1. Se eu quiser obter ajuda de um livro, grupo de auxílio ou psicanalistas para deixar o meu vício em sexo heterossexual e pornografia, me é permitido.

    O mesmo vale para o vício ou hábito de fumar.

    E para o meu Alcoolismo.

    E para minha compulsão em fazer compras.

    E para minha timidez excessiva.

    E meus vícios de maconha e cocaína.

    Até para vício de jogar Super Mario no videogame existe isto.

    Mas não para deixar de cometer atos homossexuais, ou tentar abandonar a atração nutrida por gente do mesmo sexo.

    A Gaystapo é de fato mais repressora que o Nazismo, o Comunismo e o fanatismo Islâmico somados.

    Não apenas querem tornar a conduta homossexual a única coisa acima de qualquer crítica (sob risco de cadeia por crime de ódio), como agora querem tornar o homossexualismo uma via de mão-única, um caminho sem volta, onde uma pessoa não pode voluntariamente querer abandonar, e nem buscar, de cunho próprio, conselhos de outros para tal.

    É irônico como a ditadura mais violenta já vista está sendo implementada justamente sob o sloggan paradoxal de liberdade, respeito, tolerância e diversidade.

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  2. Segundo a gaystapo, ninguém pode sair do homossexualismo. Pode-se entrar, mas sair é proibído.

    Se sair, tem que ficar calado em relação a isso.

    A gaystapo (activistas homossexuais), a par das feministas, são o grupo mais intolerante que existe na sociedade. Clamam por "igualdade" mas eles mesmos são contra a igualdade.

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